Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

22
Ago 19

“Alien life-forms could glow

in spectacular reds, blues and greens

to shield themselves

from stellar bursts of ultraviolet (UV) radiation.

And that glowing light

could be how we find them.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

Deixando para trás os leigos

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Autodidatas com conhecimentos, quanto muito empíricos,

mas esmagadoramente marginais e ignorantes.

 

E não é que depois de séculos e séculos a falar-se de “UFO’S” (OVNI’S) e dos seus possíveis tripulantes os “ALIENS FROM SPACE” (Alienígenas do Espaço) – isto para não se confundirem com os outros ALIENS (agora na moda e invadindo os Média) os “ALIENS FROM MEXICO” – sendo muitos dos divulgadores dessas informações (apenas baseados em factos registados e merecendo ser estudados, aprofundados) oficialmente gozados, desacreditados e finalmente marginalizados (presos ou não, sendo esquecidos), eis que nesta segunda metade do ano de 2019 (já no século XXI mais precisamente a 13.08) um ESTUDO CIENTÍFICO da responsabilidade de um investigador do INSTITUTO UNIVERSITÁRIO (de CORNELL) CARL SAGAN, vêm-nos agora sugerir (sendo credível, propor, de modo a ser aceite de seguida) − indiretamente e por associação − até pela “palete−de-cores” apresentada (no seu estudo), a possível existência dos muito falados mas nunca vistos (por esse motivo já Lendários) HOMENZINHOS VERMELHOS, AZUIS e VERDES (pelo menos dessas três cores, apesar de também se falar dos mais para o Branco e dos mais para o Preto/como os HOMENZINHOS CINZENTOS, os extremos da palete).

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Coral Fluorescence

Coral fluorescent proteins absorb near-UV and blue light

And re-emit it at longer wavelengths

(O'Malley, Lisa/academic.oup.com)

 

E dadas as características dos mesmos – os EXTRATERRESTRES – podendo literalmente “BRILHAR-NO-ESCURO”, propondo que a partir dessa (sua particular) propriedade a mesma fosse utilizada (como se fosse para detetar Estrelas no Céu), para mais facilmente se detetar VIDA e até (porque não) a poucos ou a muitos anos-luz, “Outra Terra, Outro Refúgio (p/ o HOMEM)” – de preferência habitável (pelo menos por alienígenas aí residentes), mesmo que lá bem longe no Espaço e entre outros Sistemas e Galáxias. E para fúria dos outros (entre eles os Teóricos da Conspiração, atirados para o seu gueto) com a entrada dos eruditos em ação (antes postos-de-lado e agora esmagados, os leigos) – da equipa liderada por JACK T O’ MALLEY-JAMES e por LISA KALTENEGGER (do Instituto CARL SAGAN) − coincidindo com o pré-aparecimento (oficial) dos HUMANOIDES-VERDES, inconscientemente (e sem intenção, mas podendo ser punidos) pelos mesmos promovida. Extraterrestres provavelmente oriundos de Sistemas Planetários rodeando uma estrela Anã-Vermelha (onde numa determinada zona desse Sistema, se situarão a maioria, dos “Mundos Habitáveis”) − de tipo espectral K ou M, o maior contingente de estrelas no nosso Universo, com uma massa metade da do Sol, menor temperatura e menor energia gerada (e cor-de-laranja, sendo o Sol do tipo espectral GV2, de cor convencional amarela, com maior massa, tamanho e luminosidade) – como poderá ser o caso das Anãs-Vermelhas localizadas nas proximidades de PROXIMA CEUTAURI e do sistema recentemente descoberto de TRAPPIST-1.

 

E introduzindo os eruditos

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Oficializados por integrados e como tal, por conhecimentos adquiridos,

sendo cientificamente certificados

 

Segundo o estudo com os eventuais seres vivos podendo ou não habitar estes Sistemas, a terem obrigatoriamente de ter resolvido um problema − básico e fundamental − envolvendo a sua sobrevivência e a sua resistência aos efeitos dos nossos conhecidos (na Terra, mas aqui com a mesma estando equipada com vários filtros protetores) RAIOS ULTRAVIOLETAS (radioativos, penetrantes e por extremamente “tóxicos e incisivos” sendo mortais): protegendo-se dos mesmos nesses locais (carregados de radiações UV), podendo a partir daí usufruir livremente deles (sem condicionamentos de saúde), para por exemplo (e como EVOLUÇÃO) e com o seu Corpo progressivamente adaptando-se (aos raios UV), ficando Verde, neutralizando e absorvendo (algumas doses), refletindo (outras doses) e mantendo na sua plenitude o seu equilíbrio Funcional. E aí existindo aí sendo considerados, Únicos. Nós estando protegidos sendo a Preto & Branco (terrestres), eles estando desprotegidos sendo a CORES (extraterrestres) − e podendo ser vistos ao longe (com telescópios apropriados de última geração) dado serem florescentes, brilhantes. Na Terra como alguns Corais (e muita outra Fauna & Flora terrestre).

 

(imagens: Neighbors-Green Aliens/rafu.com − Creative Commons/academic.oup.com − Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:39

30
Jul 19

Com o nosso Universo fazendo parte de um conjunto mais vasto o Multiverso

(de Universos relacionados, podem ser entre outros, os Mundos Paralelos)

 

Integrando Tempo, Espaço, Matéria, Energia, Magnetismo e Movimento

(como se o nosso Universo fosse apenas uma pequena parte, de algo muito maior)

 

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[Num Universo comportando cerca de 10 biliões de triliões de planetas sendo naturalmente difícil de aceitar a não existência de Vida para além da existente na Terra, mantendo-se no entanto a conclusão quando num espaço próximo e limitado como o nosso (o Ecossistema Terrestre) somos postos perante múltiplos e diversificados vestígios (alegadamente paranormais e/ou alienígenas) sugerindo o contrário: com os diferentes objetos voadores não identificados sobrevoando a nossa atmosfera a serem convictamente “99% a 101%” de origem terrestre, não detido por qualquer nação mas por um poder marcante o enigmático mas sempre presente o “Estado Profundo” – conforme definição de “Deep State” do Collins English Dictionary (collinsdictionary.com) “a group of senior civil servants and military officials believed by some to exert secret control over its country's government”.]

 

No passado dia 22 e convidando (como se fosse uma manobra publicitária) à participação no Evento do dia 20 (daqui a quase 2 meses), com um novo UFO a manifestar-se (registado infelizmente e mais uma vez com fraca definição) nas proximidades da Área 51.

 

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UFO nas proximidades da Área 51

(alongado/sem cauda/sem asas)

 

Com a estupidez humana atingindo um dos seus picos máximos aquando da passagem da “SILLY SEASON” – ou seja e segundo a Infopédia (infopedia.pt)

 

Expressão inglesa que designa o período do ano de menor intensidade informativa nos media, geralmente o período de verão. Pode ser traduzida por "estação ridícula". Nesta altura, os critérios de seleção jornalísticos tornam-se mais flexíveis, passando a considerar como relevantes assuntos que, geralmente, não constituiriam objeto de notícia.

 

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A 20 de Setembro salvando os alienígenas da Área 51

(giphy.com)

 

Talvez sendo uma opção para nos livrarmos desta asfixia intoxicante e meio imbecil de Verão (oficialmente devido às altas temperaturas, pondo-nos “o sangue a ferver”), em vez de olharmos para a superfície (ou seja para os problemas terrenos) olharmos para o que se encontra para além dele ou seja o CÉU.

 

E assim livrando-nos dos momentos repetitivos, monótonos e de miséria a nós proporcionados (não como um trabalho, mas como um emprego) durante quase um ano − dando sempre prioridade aos Objetos (constantemente renovados e produtores de mais-valia) sobre os Sujeitos (considerados de desgaste rápido e com custos de manutenção elevados) – nos poucos dias que nos restam porque não optar pela diferença (mesmo que não muito considerada, marginal, minoritária e até especulativa ou adepta da Conspiração): por exemplo pelos UFO’S.

 

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[UFO deslocando-se da direita]

 

Ainda-por-cima numa altura em que se aproxima um Evento de Massas (nos EUA) com um grupo de terrestres a proporem a invasão da ÁREA 51 (em princípio onde se localizarão instalações secretas de organizações Governamentais norte-americanas, envolvendo UFO’S e EXTRATERRESTRES), eventualmente em mais um movimento (entre muitos outros aparentemente em curso nos EUA) de apoio às minorias, neste caso pretensa e ilegalmente aí presas, os “ALIENS (não do México mas) do ESPAÇO”.

 

Com o objetivo da prevista invasão da ÁREA 51 a ser pois a da libertação dos ALIENÍGENAS (do Espaço), aprisionados e talvez torturados (os primeiros talvez desde ROSWELL, em Julho de 1947) numas instalações secretas subterrâneas (vigiadas 24h/dia), situadas no estado do Nevada a pouco mais de uma centena de quilómetros de Las Vegas: num jogo não de CASINOS mas de busca de ALIENS (ambos envolvendo muito dinheiro – biliões/triliões de dólares − um no campo do Espetáculo outro no campo Militar).

 

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[Passando pelo centro]

 

No próximo dia 20 de Setembro de 2019 (uma sexta-feira e último dia de Verão) e confirmando-se as previsões, com quase de 1  a 2 milhões de “Caçadores de Alienígenas” a tentarem invadir esta base militar e secreta (não se sabendo o que lá se passa) dos EUA, concentrando-se no Vale de Amargosa (Nevada) e ao mesmo tempo divertindo-se e correndo (em direção à base) ao estilo-Naruto (um sprint em princípio mais veloz, fazendo-se com o torso inclinado para a frente e os braços atirados para trás). Com os organizadores achando-se capazes e seguros (na sua ação/invasão), sem medo (das retaliações) dos militares:

 

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Procurando Alienígenas a 20.09 ao estilo Naruto-run

(giphy.com)

 

“We will all meet up at the Area 51 Alien Center tourist attraction and coordinate our entry. If we Naruto-run, we can move faster than their bullets. Let’s see them aliens.” (cosmopolitan.com/facebook.com/Storm Area 51, They Can't Stop All of Us)

 

Num Evento que a confirmar-se poderá ter consequências nada divertidas mas desastrosas, não para os pretensos EXTRATERRESTRES (aí aprisionados) mas para os INVASORES TERRESTRES, com os militares norte-americanos tentando defender a sua base (integrando a sua Força Aérea) a usarem todos os meios necessários e disponíveis para deter este ataque certamente Ilegal e Criminoso: podendo mesmo provocar feridos e mortos (daí os rumores de cancelamento) num cenário para já apresentado como um mero “Espetáculo & Divertimento”, próprio de um fim-da-Estação (de VERÃO) e não de um hipotético (mas real dado estarmos na América) Cenário-de-Guerra.

 

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[Até à esquerda]

 

Mas mesmo com este risco (de Morte) mantendo-se (para já) o divertimento (pelo menos nas redes sociais como o é o Facebook):

 

“The aliens when they realize being freed from area 51 means they have to get a job.”

(Mira Gonzalez/@miragonz)

 

“My alien that I snuck out of area 51 asking for the WiFi password.”

(Whos Chaos/@WhosChaos)

 

Coincidência ou não no dia 22 de Julho de 2019 (segunda-feira anterior) com uma câmara de vídeo a registar a passagem de um objeto voador (alongado e sem cuda nem asas e em princípio não sendo um avião) não identificado (OVNI ou UFO) nas proximidades da região onde se encontra localizada a ÁREA 51, deslocando-se a grande velocidade e erguendo ainda mais alto as suspeitas do que por essas bandas se passará: podendo ser evidentemente uma manifestação Extraterrestre, como até uma cena Terrestre e como até não passando (e apenas) de mais uma ilusão (neste caso ótica podendo ser mental). Ou até existindo (podendo ser) o seu contrário.

 

(imagens: Adalberto Yero/youtube.com − FilmGuy/23.07.2019/youtube.com − giphy.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:47

23
Jul 19

“Com o estranho calhau Interestelar (OUMUAMUA) há tempos penetrando o Sistema (SOLAR), sendo apenas um objeto lançado (aos CÉUS) por uma outra Grande Civilização (ALIENÍGENA).”

 

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O Objeto interestelar

OUMUAMUA

Um Calhau atirado pelos Deuses para ver se (desta forma)

Provocavam ondas (entre nós)

 

Partindo-se do paradoxo de FERMI assente no conhecimento de que (baseando-se no nosso exemplo, particularmente de sucesso, mas sendo o único conhecido), (1) no Universo existem biliões e biliões de estrelas podendo incluir diferentes Sistemas Planetários nalguns dos seus corpos (integrando-o) podendo albergar Vida e até revelar a existência de Civilizações, logo, já se devendo há muito (de qualquer forma e sob qualquer tipo de envolvência) ter-se encontrado e confirmado a existência de seres Extraterrestres − o que até ao meio do ano de 2019 DC ainda não ocorreu – e (2) simultaneamente (contraditória e obrigatoriamente) tendo-se de constatar (sem qualquer tipo de registo nos nossos órgãos dos sentidos) a realidade ensurdecedora propulsionada pelo “Grande Silêncio”

 

Onde está Toda a Gente, que não se ouve nem se vê,

oferecendo-nos apenas Silêncio?

 

Rápida e facilmente nos deixaremos levar (adictos extremos como somos) − até porque é isso que acontece sucessivamente no nosso quotidiano monótono e repetitivo (de miséria) − pela hipótese (explicativa pela parte científica como justificativa pela parte religiosa) do Zoológico: com os Extraterrestres a observarem-nos como se fossemos os animais de um Zoo (a atração espetacular), mantendo a sua posição e hierarquia, fazendo-o à distância e sem se fazer notar (em Privado) – não se interessando minimamente em entrar (em contacto) em tão conturbado viveiro (como num aviário convivendo com “galinhas”). Num cenário com presenças, mas sem necessidade de contactos (entre o talhante e a carne), que não o visionamento do produto (pronto, preparado, no fundo perfeito) saído da linha de montagem.

 

E não sendo real, então sendo uma projeção.

 

(imagem: youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:13

26
Mar 19

[Enquanto não decidirmos partir (algo que nos persegue desde o nosso nascimento e nos acompanhará até à morte) arranjaremos sempre entraves como desculpa (para o não fazermos).]

 

"The Great Silence"

Why aliens haven't contacted us

Exploring one possibility known as the

"zoo hypothesis."

(tema de um debate levado a cabo por um grupo de investigadores e organizado pelo METI/organização dedicada à criação e envio de mensagens interestelares tendo com destinatário seres inteligentes extraterrestres, ou seja, ET’s)

 

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Numa história já por várias vezes repetida (e em diversas versões escutada) introduzindo as únicas características (parecendo inatas e geracionais) que nos têm permitido até hoje distinguir o Bem do Mal (pelo menos invocando Deuses/Religiões/Ideologias) −  introduzindo o pecado (como um dos limites e punição) e a virtude social (como o outro dos limites e glorificação) e definindo o nosso raio de ação e fronteiras – constatamos mais uma vez que parecendo um pouco limitado no desenvolvimento e evolução (características das espécies organizadas e inteligentes) das suas capacidades e perspetivas futuras (não se deixando levar pelo contraponto da Realidade/exterior a nossa Imaginação/interior), o Homem recorre de novo (como se não houvesse outro caminho ou alternativa, ou tivesse sido repentinamente atacado por uma crise extrema de cegueira/nenhuma das hipóteses muito credível) à tática da Replicação (tentando preservar a Matriz Sagrada): esperando em mais esta projeção condições de palco ideais e sobretudo propícias à perpetuação do holograma pré-definido, acreditando na ainda completa funcionalidade do Molde (dito original) e simultaneamente na necessidade da sua reutilização (pondo-se de joelhos e em posição de submissão/reverência face ao potencial Criador),  e com tudo isto reafirmando a nossa necessidade de reorientação (ou de formação/especialização como no presente fazemos para entretermos e ganharmos algo com os inferiores) tornando ainda mais premente o aparecimento urgente de um Protagonista para colorir o Espetáculo pelos vistos da Criação.

 

“It's possible that extraterrestrials are actively isolating us from contact for our own good, because interacting with aliens would be "culturally disruptive" for Earth.”

(Jen-Pierre Rospars/INRA)

 

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E desse modo insistindo na versão (mais nossa do que de outros) de sermos animais num zoo (tal como fazemos com os outros ditos animais irracionais) observado por extraterrestres (os profissionais do zoológico) e controlando-nos (para sua e nossa segurança e como de grades se tratassem) à distância. Confirmando-se tal versão (de estarmos cativos num zoo controlado por extraterrestres), retificando-se a afirmação (e a resposta prévia à questão) agora tornada cenário por vários investigadores (e já agora imagem tratar-se de um Aviário): “Are Aliens Ignoring Us? Maybe We're Already Their Captives in a 'Galactic Zoo'” (Mindy Weisberger/livescience.com/25.03.2019.

 

"When we try to better understand the universe, the question of whether we are alone is unavoidable."

(Florence Raulin-Cerceau/Paris-Match)

 

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E sem resposta a dar pela esmagadora maioria (dos mais de 7,5 biliões de indivíduos habitando este espaço) – os tais do zoo/aviário − esperando-se para breve algo de extremamente intrusivo e já agora para compor, verdadeiramente espetacular: não vindo do Lado de Lá mas oriundo das Cobaias (talvez uma nova guerra ou então outra doença e sendo induzida pelos próprios) e na pratica experimental (esperada) retratando a nossa fase (ainda muito inicial ou então decadente) – esperando-se que em princípio ainda muito Primitiva, mas já com total capacidade de se auto extinguir, E querendo-se sobreviver então, só socorrendo-se de (potenciais, os ET) observadores, podendo-se ao olhar o espelho (retratando o objeto) “aí vermos os frangos (de aviário) dirigindo-se para a Guia (e seus múltiplos grelhadores)”.

 

(imagens: KTSDESIGN / SCIENCE PHOTO LIBRARY / KTS / SCIENCE PHOTO LIBRARY / AFP – Linda Bucklin/Shutterstock −© Arecibo Observatory/NSF)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:40

13
Jan 18

Se és aquele tipo de pessoa que com toda a convicção afirma

“I WANT TO BELIEVE”

Mesmo que outras pessoas solidárias nos apoiem (na nossa luta)

Mas não nas nossas (mais profundas) convicções

 

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Última hipótese de contactar Extraterrestres

Sábado dia 13 de Janeiro

 

Esta semana de quarta-feira a sábado (de 10 a 13 de Janeiro) poderás usufruir conjuntamente com a FOX (numa iniciativa da agência Jack The Maker) de uma hipótese única de eventualmente comunicares com EXTRATERRESTRES enviando-lhe uma mensagem e nela incluído um convite: e assim incluído no pacote de promoção da nova temporada dos X-FILES (contando com a participação do crente FOX MULDER e da cética DANA SCULLY) ‒ divulgando a nível mundial a campanha “HI ALIENS!” ‒ com a ação em Portugal a ser levada a cabo em Lisboa na Avenida da República a partir das 18:00. Com muitos portugueses sendo ainda capazes de pensar e por vezes de imaginar (nem que seja a sonhar, uma parte da realidade) ‒ apesar de todo o desespero e sofrimento sem se encontrar soluções (uma forma de verdade e um modo de acreditar) ‒ a aproveitarem o momento para voltarem à infância (com as palas por aplicar) de modo a contactar PETER PAN ou então um outro ET. Entre os dias 10/13 podendo (1) contactar os ET mesmo estando na rua, ou então (2) tentar fazê-lo confortavelmente instalado do interior de sua casa (a nossa Nave Espacial):

 

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Última hipótese de contactar Extraterrestres

Avenida da República/Lisboa ‒ 18:00

 

Estando presente no local (1) utilizando um laser escrevendo uma mensagem na parede de um edifício, estando em casa (2) enviando-a (para o centro operacional do projeto) e sendo certificada (não vá chatear os ET) projetando-a e imediatamente dirigindo-a para Outros Mundos. Nesta iniciativa da RAPOSA (caçadora e gostando das presas vivas) prioritariamente destinada aos fãs (e restantes consumidores) esperando que um ET passe por cima de nós em Lisboa (colocando Portugal nas notícias) e procurando o aeroporto para poder aterrar veja os lasers projetados nos edifícios da capital: lendo as nossas mensagens e (convencendo-o) aceitando o nosso convite (Milagre) e assim depois do Papa sendo a segunda Entidade (Exterior/Superior) a visitar Portugal ‒ ainda restando para tal dia 13 (sábado de sorte ou de azar) a partir do fim da tarde. Mas ficando (de novo) à espera desta Nova Temporada, para ver para que lado cai definitivamente esta série (X-Files): terrestre (contando histórias de cá e muitas conspirações) ou extraterrestre (histórias trazidas de Lá e transportadas para Cá). Mas pela tela gigante da Avenida ou pelo endereço do Site podendo-se ter a certeza que muitos Acreditarão ‒ como muitos acreditam na nossa revolucionária GERINGONÇA (neste caso um OVI transportando espécies diferentes).

 

(imagens: imdb.com e meiosepublicidade.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:20

12
Out 16

Com um português como líder da UN

 

Se nos limitarmos a replicar tudo aquilo que nos dizem (já filtrado e editado), nunca mais compreenderemos (por ausência de memória e de cultura) o que existe para além da nossa própria realidade (regularmente exposta nos sonhos e até no imaginário).

 

"If intelligent life has evolved (on Gliese 832c), we should be able to hear it," says Hawking of the planet, which is at least five times the mass of Earth. "One day we might receive a signal from a planet like this, but we should be wary of answering back. Meeting an advanced civilization could be like Native Americans encountering Columbus. That didn't turn out so well." (ibtimes-com)

 

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Com grandes expetativas de que ainda este ano os Extraterrestres se decidam finalmente a revelar a sua presença no interior do Sistema ao qual pertence o nosso planeta (tendo como estrela de referência o Sol), temos forçosamente que acreditar que logo após a eleição do Presidente da autodenominada maior potência global (existente à superfície da Terra) e sendo colocados perante duas alternativas únicas, violentas e suicidárias (aplicadas de duas formas aparentemente diferentes mas na sua essência ideológica sendo iguais) nada ficara como dantes, com as notícias dos nossos voos interplanetários em direção ao Espaço Exterior (sondas automáticas não tripuladas) a começarem a ser substituídos por outras informações mas em sentido contrário, com o relato crescente de avistamentos de objetos estranhos circulando em redor do nosso planeta ou entrando mesmo na nossa atmosfera: numa órbita caótica ou ordenada.

 

"I imagine they might exist in massive ships, having used up all the resources from their home planet,” said Hawking. “Such advanced aliens would perhaps become nomads, looking to conquer and colonize whatever planets they can reach. If so, it makes sense for them to exploit each new planet for material to build more spaceships so they could move on. Who knows what the limits would be?" (ibtimes.com)

 

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Podendo estar marcado para o próximo ano de 2017 a concretização do Evento por muitos há já bastante tempo previsto (seja com bombas atómicas, impacto de asteroides ou até com uma invasão alienígena), sendo o ponto cronológico da sua aplicação e início de execução o marco histórico referente à data da eleição do 45º Presidente dos EUA: marcado para o dia 8 de Novembro de 2016, num cenário interno e externo de grave crise económica e de inexistência crescente de valores éticos e morais e tendo como únicos protagonistas (os restantes foram apagados dos media) dois dos maiores expoentes deste sistema já ultrapassado e em avançado estado de decomposição (sintoma do fim de mais um Império) – completando-se e anulando-se numa derradeira tentativa de sobrevivência. Pelo que o mais natural de suceder neste período de pré-genocídio anunciado (tanto pelas ações praticadas pelo Homem como pelos sinais de resposta dados pela Natureza) será o da divulgação da notícia do afundamento da nau em apuros com todos os seus passageiros a bordo e sem um único sobrevivente.

 

"We don't know much about aliens, but we know about humans,” said Hawking. “If you look at history, contact between humans and less intelligent organisms have often been disastrous from their point of view, and encounters between civilizations with advanced versus primitive technologies have gone badly for the less advanced. A civilization reading one of our messages could be billions of years ahead of us. If so, they will be vastly more powerful, and may not see us as any more valuable than we see bacteria." (ibtimes.com)

 

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Algo que certamente levará aqueles que interessadamente nos estudam e que há muito tempo nos observam, a tomar uma atitude firme e solidária (talvez mesmo de espécie) intervindo decisivamente no processo – reajustando parâmetros básicos e como que fazendo um Reset (parcial) de Software defeituoso. Numa tentativa desesperada de salvar uma espécie dramaticamente em vias de extinção, não causada pela falta de adaptação do Homem ao desenvolvimento e transformação natural do ecossistema que o rodeia e lhe permite ter condições para viver e se reproduzir, mas provocada pela extrema violência e brutal capacidade destrutiva (ainda-por-cima a curto-prazo) da nossa espécie, atuando sem olhar a meios, recursos ou mesmo pessoas. Pelo que seja qual for o louco a ser eleito nas presidenciais norte-americanas (Clinton ou Trump) de uma coisa poderemos estar certos: no decorrer do ano de 2017 e com um destes candidatos já eleito e a começar a ditar as suas Regras do Mundo (não percebendo que já nem tudo é dele) o conflito aquecerá e algo de novo sucederá (mesmo que replicado) – ou o mundo se mantém estático sujeitando-se à sua implosão (Evento ao Nível da Extinção) ou outro mundo intervém (dinâmico e exterior) salvando-nos (como seus alunos) ou colonizando-os (como nossos professores).

 

(texto/inglês: Susmita Baral – imagens: geek.com/wakeupkiwi.com/voiceofchakwal.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:20

05
Jan 16

Presidênciais Norte-Americanas 2016

 

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Hillary Clinton says aliens may have visited Earth

 

Numa recente afirmação da candidata Democrata às eleições presidenciais norte-americanas Hillary Clinton e respondendo a uma questão colocada por um jornalista de New Hampshire (refletindo sobre uma declaração de Bill Clinton efetuada em 2014 e em que o mesmo mencionava que não ficaria nada surpreendido se os extraterrestres já nos tivessem visitado) esta disse:

 

“I think we may have been. We don't know for sur.”

 

Agora que vai começar em Portugal mais uma época da série norte-americana Ficheiros Secretos torna-se bastante interessante ver o candidato neste momento mais bem colocado a tornar-se no próximo presidente dos EUA a afirmar em plena campanha eleitoral que acredita em extraterrestres e que estes já nos tenham visitado. Fantástico ou receio pela presença na campanha de outro e poderoso alienígena?

 

Trump?

 

(texto/itálico e imagem: RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:40

01
Jun 15

Novos Ficheiros Secretos – Albufeira XXI
(tomo A/31.5)

 

Dia 5
5.ª Etapa da Viagem
(Na serra de Monchique)

 

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O veículo parou. Acabáramos de chegar ao fim do nosso trajecto e encontrávamo-nos inseridos num terminal individual: como se tivéssemos chegado à nossa plataforma privada e individual de transporte mesmo junta à nossa propriedade privada. E na realidade foi só percorrer a passagem que nos separava do exterior e entrarmos directamente num novo módulo adjacente: diante de nós um elevador de transporte horizontal e um outro de transporte vertical apontavam-nos as possíveis saídas. Nesse momento estávamos completamente às escuras, não fazendo a mínima ideia da zona de Monchique onde poderíamos estar – isto se fosse mesmo este o local e não um outro qualquer. Tentamos compreender o painel de comando dos elevadores, mas para além de podermos (quase de certeza) ter identificado o botão de arranque, os símbolos do menu exposto no visor eram para nós incompreensíveis: uma mistura de letras com algumas delas muito parecidas às do nosso alfabeto, combinada com uns desenhos estranhos fazendo-nos lembrar por aproximação os hieróglifos egípcios. Enquanto reflectíamos sobre o que iríamos fazer a seguir, aproveitamos para fazer uma leve refeição e descansar por algum tempo: como assim já andavam nisto há mais de sete horas consecutivas. Teríamos que nos decidir entre os dois elevadores (horizontal ou vertical) e entre a oferta de destinos propostos por cada um deles escolher aquele que deveria ser o nosso. O horizontal seria a mais provável opção, a dúvida estava em qual das opções: um menu dispondo de três categorias (verde, amarela e vermelha), cada uma delas com três níveis (superior, médio e inferior) e que nos conduzia para uma possibilidade de êxito total na nossa escolha, nuns reduzidos e preocupantes 11%. Muito pouco para as nossas ambições de concretização da nossa aventura. Mas a Vida seria sempre um risco a correr, se dela quiséssemos tirar o máximo possível (ou seja Tudo).

 

Eliminamos desde logo a categoria vermelha (uma intuição muito forte transportada por esta cor quente, que apesar de indicar protecção também poderia significar outros perigos, como hierarquização e protecção contra intrusões); ficavam ainda duas. E ao lembrar-nos dos semáforos e talvez infantilmente influenciados pelo significado dessa cor, eliminamos de seguida o amarelo e o aviso de perigo a ele associado (simbólico mas muitas vezes real) evitando assim sermos apanhados sem protecção e defesa (e de uma forma inesperada) por algo insuperável e particularmente perigoso. Restava a categoria Verde e a opção por um dos três níveis. 1/3 Sempre era melhor que 1/9.

 

Entramos no elevador de acesso ao nível superior. Talvez por ser aquele que em princípio nos colocaria nalgum ponto mais próximo da superfície. Os meus companheiros achavam que um dos símbolos poderia referir-se ao local onde estaria localizada as Termas de Monchique, já que o desenho lhe fazia lembrar uma fonte. Eu achava que era uma interpretação demasiado simplista do que víamos (ou desejávamos). Mas como não tinha escolha deixei-me levar pelos dois. Uns segundos depois o elevador parava, a porta abria-se e introduzíamos no que parecia ser uma sala intermédia de acesso. Uma das duas portas existentes dava para o que seria um compartimento de apoio técnico, enquanto a outra aparentemente seria um possível acesso para o exterior: era pelo menos o que o símbolo impresso na mesma parecia querer significar, ao vermos uma paisagem estilizada com o mar no horizonte. Fez-nos logo pensar na espectacular vista que todos já apreciáramos a partir de um dos mirantes situados já no interior da serra do Monchique, com uma vasta extensão da costa algarvia a poder ser observada e profundamente apreciada em dias claros, bonitos e sem nuvens. E passados alguns minutos já estávamos a por as nossas cabeças finalmente fora do buraco. E pelas 10:00 da manhã já olhávamos para a costa de Portimão, ainda meio escondidos entre as árvores, da proximidade de algumas pessoas que por ali circulavam. Reparamos então que estávamos um pouco acima da cidade de Monchique, mais precisamente em plena estrada de montanha (que ia dar à Foia) e muito próximo de uma das fontes onde os locais iam recolher habitualmente água para seu consumo. Até se viam dali algumas filas de garrafões de plástico. O nosso plano seria neste momento pensar no que fazer a seguir: para isso teríamos de ter alguma forte intuição ou esperar que algo ou alguém nos desse um significativo sinal. Voltamos então ao interior do buraco de onde saíramos e aí fomos à procura de algum tipo de ajuda.

 

Encontramos apenas um pequeno mapa em evidente mau estado (e que parecia ter sido para ali atirado apressadamente e sem cuidado), juntamente com uma (mais bem conservada) caneta e o que parecia ser um conjunto de agrafos. E com estes três artefactos teríamos que decidir os passos seguintes. Abrimos com muito cuidado o já muito deteriorado mapa, estendemo-lo sobre a única mesa existente e tentamos fixa-lo nas suas extremidades: as nossas três lanternas e a bússola que possuíamos serviram muito bem para o efeito pretendido. O que observávamos era uma carta da zona do barlavento algarvio: tinha como fronteira uma linha vertical que passava muito perto de Albufeira, estendendo-se até ao promontório de Sagres. Nessa carta representava-se a topografia de toda esta região do Algarve, além da representação de algumas estruturas subterrâneas que provavelmente seriam túneis. Que pelo traçado e profundidade tanto poderiam ser de origem natural (antigos canais vulcânicos) como até de origem artificial (como já tínhamos constatado na nossa aventura). Com a ajuda da caneta ainda tentamos registar alguns dos pontos da carta que julgávamos mais interessantes para guardar, mas a mesma não escrevia. O que era um pouco estranho para nós, pois até que a caneta parecia mesmo nova. E já agora para que raio serviriam os agrafos? Acabamos por tentar fixar mentalmente alguns dos locais situados mais próximos de nós e que julgávamos importantes para podermos continuar pelo menos provisoriamente com a nossa viagem e voltamos a sair para o exterior. Por desconfiança na compreensão do verdadeiro papel a desempenhar por estes dois objectos, no contexto não completamente normal onde actualmente nos encontrávamos, decidimos levar connosco a caneta e os agrafos. O que como veríamos seria uma decisão por nós assumida talvez que acidentalmente (apesar do acaso poder estar intimamente ligado à necessidade), mas que se revelaria extremamente importante poucos minutos depois.

 

Sem sabermos muito bem que decisão tomar, optamos inicialmente por atravessar a encosta onde nos encontrávamos, em direcção a zonas mais a ocidente. Se entretanto lhes surgisse algum contratempo, logo decidiriam como o contornar. Quando caminhávamos pela encosta tentando cortar caminho entre árvores e alguma vegetação rasteira um pouco mais densa, uma criança viu-nos e com um grito bem audível chamou a atenção dos seus familiares aí presentes. Assustados com o grito emitido pela jovem apareceram logo dois elementos adultos, que face aos gestos da criança logo se puseram a olhar um pouco alarmados na nossa direcção. Mas quando nos viram e nos identificaram como elementos inofensivos, lá acalmaram a criança e ainda se riram e gesticularam para nós. A criança é que não ficou lá muito convencida e já com os familiares mais descansados e afastados começou a fazer-nos caretas e como nós respondemos então evoluiu e até nos atirou umas pedras. Peguei no que estava no bolso e em tons de ameaça simulei que iria responder ao ataque e atirar também umas coisas: aí a jovem assustou-se de verdade e aos gritos fugiu e foi ter com o seu grupo. Ainda nos rimos ao ouvirmos como que transportado pelo vento a resposta de alguém: “Bem feito, é para aprenderes”! Divertido e vencedor apertei as minhas armas entre os dedos e senti uma estranha (mas incomodativa) impressão: larguei logo o que tinha entre dedos. A caneta era uma agenda digital com um pequeno projector capaz de disponibilizar hologramas informativos; só entrava em funcionamento quando o circuito de alimentação era ligado; e para tal eram utilizados os diferentes agrafos, os quais fechariam um determinado circuito conforme a aplicação solicitada. E agora estava activa. Só faltava tirar dela o que necessitávamos. O que até foi fácil percebido o seu método de funcionamento: a caneta adaptava-se ao seu operador e era este através da sua capacidade cerebral de funcionamento que projectava virtualmente num ponto não existente do espaço (mas materializado como se fosse uma tela) as informações desejadas. Pensei no trajecto que deveria tomar de seguida e logo toda a descrição me apareceu instantaneamente, apontando agora para um novo local no interior da região do barlavento algarvio cercando a cidade de Lagos. Socorrendo-me da bússola tentei pelas coordenadas identificar visualmente o local e feito isso chamei os meus companheiros e partimos.

 

Dia 6
6.ª Etapa da Viagem
(Um Salto até Lagos a Caminho de Sagres)

 

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Era meia-noite, estávamos muito cansados e até tínhamos algumas bolhas nos pés. Ao abandonarmos a serra de Monchique, sabíamos de antemão que teríamos à nossa frente pelo menos uns bons 40km (ou mais) de caminhada dura e por vezes bastante suada, até atingirmos o nosso próximo destino no concelho de centro em Lagos. O que poderia significar nesta nova etapa da nossa aventura e tendo em atenção todo o cansaço por nós acumulado nestes últimos cinco dias, umas doze horas de viagem. Não foi por isso grande a nossa admiração quando ao fim de quase doze horas de caminhada, pouco mais tivéssemos percorrido do que metade dos quilómetros previstos: tínhamos chegado a uma das extremidades da albufeira da barragem de Odiáxere situada muito perto de Guena (na margem oposta). Estaríamos a uns seis quilómetros da barragem da Bravura e aí resolvemos pernoitar. Acendemos uma pequena fogueira e fizemos um chá de um limão que encontráramos pelo caminho. Enquanto esperávamos deleitamo-nos com uns quantos frutos de medronho apanhados na descida de Monchique, entrecortados por figos secos que trouxéramos nas nossas provisões. E um gole de medronho (que um de nós transportava num pequeno cantil pendurado no pescoço) apenas para recarregar.

 

A noite estava uma verdadeira maravilha. O céu estava límpido e cintilante, a Lua a crescer iluminava suavemente a escuridão nocturna do momento e os contornos da albufeira de Odiáxere, eram aos nossos olhos delineadas por uma linha virtual, contrastando fortemente com o brilho calmo daquelas águas. Verdadeiramente era um tipo de paraíso nocturno: naturalmente silencioso, com pontos de luz sobre a terra e outros a iluminarem o céu. Apenas na distante serra (de Monchique) com um pequeno grupo de nuvens. Enquanto observávamos a albufeira fomos contando as luzinhas: em redor das águas calmas e amenas da albufeira e aproveitando esta perfeita noite de Verão, alguns grupos de pessoas teriam vindo aproveitar esta oportunidade retemperadora (e a chegada do fim-de-semana) para conviverem e usufruírem da noite. Só dentro do nosso campo visual contamos perto de uma dezena. No céu só a Lua, um ou outro planeta e muitas estrelas. Um de nós vira uma estrela cadente. E também se ouvia o ruído (da vida) da noite, algumas ondinhas a bater e o som de uma ou outra ave. Nada mais. E então vimos uma luz vinda de sul a atravessar a albufeira longitudinalmente e em menos de cinco segundos desaparecendo. Mas tudo tinha sempre uma simples explicação. Um pequeno clarão deu-se então atrás de nós. Viramo-nos de novo na direcção da serra (de onde viéramos) e apanhamos bem de frente a pequena onda de choque provocado pelo trovão: já quase em cima de nós um grupo de nuvens escuras com aparência bastante ameaçadora mostrava desde já a frente da muralha de água que dentro de segundos e com grande intensidade nos atingiria, levando-nos de imediato a fugir e a procurar abrigo junto do velho moinho de vento, já há muito tempo abandonado e onde pensáramos (se tal fosse necessário) dormir. De repente chovendo intensamente e sem qualquer momento de interrupção (durante quase dez minutos), deixando grandes parcelas de terrenos todos alagados e fazendo no final com que todas as luzes em torno da albufeira se apagassem. Provocando até uma descarga num posto de transformação e colocando tudo às escuras. Agora é que era de noite. Três horas da madrugada.

 

“Uma Senhora, vestida toda de branco, mais brilhante que o Sol, espargindo luz, mais clara e intensa que um copo de cristal, cheio d’água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente. Parámos surpreendidos pela aparição. Estávamos tão perto, que ficávamos dentro da luz que A cercava ou que Ela espargia, talvez a metro e meio de distância, mais ou menos.”

 

“Abriu pela primeira vez as mãos, comunicando-nos uma luz tão intensa, como que reflexo que delas expedia, que penetrando-nos no peito e no mais íntimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente que nos vemos no melhor dos espelhos.”

 

“Em seguida, começou-Se a elevar serenamente, subindo em direcção ao nascente, até desaparecer na imensidade da distância. A luz que A circundava ia como que abrindo um caminho no cerrado dos astros, motivo por que alguma vez dissemos que vimos abrir-se o Céu.”

 

“Os relâmpagos também não eram propriamente relâmpagos, mas sim o reflexo duma luz que se aproximava. Por vermos esta luz, é que dizíamos, às vezes, que víamos vir Nossa Senhora; mas, propriamente, Nossa Senhora só A distinguiamos nessa luz, quando já estava sobre a azinheira.”

 

(extractos: fatima.pt)

 

O espectáculo num âmbito aparentemente pirotécnico começou logo a seguir. Aquecêramos o chã e resolvêramos ficar mais um bocadinho a apreciar o cenário que envolvia a albufeira. A electricidade tinha sido reposta (como o demonstrava a iluminação da barragem da Bravura) e lá ao longe (uns pontinhos ali e outros acolá) a iluminação estava de regresso. À volta da albufeira é que já não havia sinais da presença e actividade de outras pessoas. A passagem das nuvens e a intensa precipitação tinha-as afugentado da zona, trazendo-as de regresso às suas terras e à protecção dos seus lares. Em torno da barragem deveríamos ser os únicos que por ali permaneciam, aproveitando ao máximo todas as sensações que esta linda noite nos propunha (apesar da anterior chuvada) e preparando-nos debaixo deste maravilhoso cenário para umas horinhas bem dormidas: já era muito tarde e se queríamos atingir o mais cedo possível a cidade de Lagos, não nos poderíamos esquecer que ainda teríamos pela frente (no mínimo) uma boa dúzia de quilómetros. E foi aí que diante dos nossos olhos o céu se começou a alterar.

 

Inicialmente assemelhava-se a um avião. Vinha de norte e movimentava-se lentamente. Repentinamente pareceu aumentar de velocidade, desceu nitidamente de altitude e pareceu apontar o seu rumo na nossa direcção. Ficamos um pouco assustados. Teria o avião algum problema? Estaríamos nós sugestionados por algo e imaginando casos onde nada se passava? Na verdade não ouvíamos qualquer ruído e até poderia ser outra coisa qualquer (um meteorito?). Mas a luz não se foi embora e rapidamente atingiu um ponto situado no lado oposto da albufeira. E surpreendentemente parou e aí pareceu ficar como que suspensa no ar e a aguardar (durante cinco minutos não vimos um único movimento nem sequer alterações sonoras ou luminosas). Nunca na vida tínhamos estado presentes num acontecimento deste tipo, enfrentando provavelmente um objecto voador desconhecido tripulado por seres vivos e inteligentes, de quem talvez ninguém conhecesse a sua existência. Fossem eles terrestres ou extraterrestres. Apesar de tudo o que víramos nestes últimos dias e do que tal testemunho poderia significar para todos (existência de outros seres vivos inteligentes e mais avançados tecnologicamente), ainda sentimos um arrepio percorrer a espinha, postos frente a frente com algo de desconhecido e inexplicável. O objecto mexeu-se um pouco mais emitindo então durante alguns segundos um jogo complexo de luzes: pelos vistos estariam a emitir sinais (entre eles) já que pouco tempo depois quase que uma dezena de outros pontos luminosos surgiram no céu dirigindo-se na nossa direcção. Assustados refugiamo-nos de novo no interior do moinho e do piso superior (ainda intacto apesar do tempo) ficamos a assistir. Oito objectos aparentando ter a mesma forma e dimensão estavam agora perfeitamente agrupados em volta do objecto que chegara em primeiro lugar: e sem mais começaram a alterar a sua cor numa sequência que parecia planeada e propositada.

 

Primeiro os objectos luminosos iniciaram um bailado sem objectivo visível e completamente caótico, que na mistura incrível de cores e projecções laterais que nos ia proporcionando, acabava por nos oferecer um espectáculo verdadeiramente fantástico, nunca visto e do outro mundo e que nos fazia sentir como se estivéssemos a assistir a um processo transformativo ainda indefinido e oscilando entre esse belo caos e um determinado tipo de fluidez organizativa (e dinâmica pela acção e movimento). Organizaram-se depois segundo um determinado esquema ainda incompreensível para nós e subitamente sentimo-nos como se estivéssemos a olhar para o interior de um caleidoscópio, como uma verdadeira criança não formatada e nunca tendo ocupado um determinado armário certificado e dito evolutivo: provavelmente a orientação destes objectos era um tema livre e aberto. E este bailado durou ainda uns largos minutos (ou horas?) deixando-nos como que hipnotizados e susceptíveis a teorias e práticas que nos esmagavam agora com esta realidade, como se fossemos vítimas presentes de uma avalanche (sentindo os seus efeitos no corpo) que antes consideraríamos idealística, irresponsável e infantil e sobretudo uma característica de utópicos ultrapassados e sem futuro. Quase que nos deixáramos levar mas não era esse o objectivo deles. Então espalharam-se de novo sobre a barragem e a partir de um foco central montaram uma projecção a múltiplas dimensões: visuais mas também com efeitos sonoros ainda mais impactantes, apesar de por nós não audíveis mas profundamente intrusivos e actuantes. E sobre uma tela fictícia mas real vimos a mensagem reconstruída e transportada pelas sondas Pioneer: no início dos anos setenta as sondas Pioneer 10 e 11 levavam consigo (impressa numa das suas placas) uma mensagem com figuras e símbolos utilizados pelos terrestres e destinada aos nossos possíveis colegas extraterrestres. Que pelos vistos de uma forma ou de outra a tinham recebido.

 

Fim da parte 3/4

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:49

28
Mai 15

“Os Extraterrestres gostam muito do sabor da Água da Terra e por isso já andam a Roubá-la”

 

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Como nós todos sabemos, o Homem quando bem situado na Vida, tem um prazer especial em emitir opiniões. Particularmente auto-elogiando-se e encontrando culpados. E no segundo caso se necessário até recorrendo ao fantástico: ou não fosse ele um tipo imaginativo e ainda por cima visionário.

 

Assim se compreende a última afirmação vinda via canais da Web directamente dos Estados Unidos da América, sugerindo que a violenta seca que há já vários anos assola o estado norte-americano da Califórnia, poderá ter como um dos seus principais responsáveis seres extraterrestres.

 

A teoria é baseada no relato de uma testemunha que se encontrava a bordo de um avião de uma companhia aérea norte-americana (o piloto, fotografo amador), que declarara ter observado (e registado em câmara) na sua rota de aproximação a um aeroporto do estado vizinho do Nevada, um objecto pairando sobre um lago próximo, aparentemente como se estivesse a sugar água dessa grande extensão líquida.

 

O piloto (anónimo) afirma ainda ter contactado o objecto não tendo obtido resposta.

 

Entretanto confesso que nunca tinha ouvido uma explicação como esta (para a seca na Califórnia). Acredito mais nas consequências de uma qualquer alteração climática (como o famoso aquecimento global), talvez conjugada com uma evolução geológica dos terrenos em profundidade, ainda não muito entendida e muito menos explicada (fenómenos de sismologia e de vulcanologia).

 

A partir de agora os californianos e todos aqueles espalhados por todo o mundo vivendo na mesma situação (excepto os alentejanos que no Alqueva fizeram aparecer água), terão mais um motivo para olharem para o céu mas agora para se defenderem e não para rezarem. Mas nós já há muito mais tempo que sabemos que um dia virá, em que numa noite de muito nevoeiro e surgindo do seu interior, sairá (um) Salvador.

 

(dados e imagem: locklip.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:23

05
Abr 15

 

Extraterrestres: Seres que tem a sua origem fora do planeta Terra.

 

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Sistema Solar
(NASA – ilustração)

 

Vivemos num mundo de múltiplos aviários dispersos em diferentes coordenadas (mas por aproximação e interacção confluentes no mesmo objectivo), onde os animais são criados e alimentados de modo a atingirem um determinado fim, a partir do qual e a qualquer momento poderão ser certificados e dispensados (libertados, mortos, seleccionados, transformados, etc): na linguagem intrusivamente inserida nessas cobaias e pelas mesmas interpretado como libertados, mas na verdade apenas dispensadas por quantidade excessiva e falta de qualidade.

 

Se em extensão o número de cobaias actualmente catalogadas se torna de manutenção impraticável (mesmo em tempo de guerra, 7 biliões é demais), em compreensão o acontecimento torna-se muito mais dramático (para esses biliões imperfeitos, não para os teóricos da perfeição).

 

A quantidade é o oposto da qualidade e a qualidade que hoje em dia o sistema transmite já não é a adequada nem sequer mesmo a aceitável: nos dias de hoje e daqui para o futuro o mundo assentará em meros mecanismos de mercado (no Objecto) e subverterá com o seu poder financeiro, manipulativo e abstracto transportado pelo dinheiro/moeda (ou seja restringindo o nosso acesso ao poder) o indivíduo (o Sujeito), despromovendo-o não só relativamente às Coisas mas colocando-o atrás (e bem lá atrás como hoje já se verifica com os instrumentos primitivas) da própria máquina – muito melhor do que o Homem pelo seus reduzidos custos de manutenção, por ser de fácil actualização e substituição e por nunca contestar directivas propostas mas apenas se limitando a aplicá-las.

 

Pelo menos para já!

 

Marte

 

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Marte ao meio-dia e ao fim do dia
(NASA – Mars Pathfinder)

 

Todos somos originários da mesma semente. O Sistema Solar é um organismo vivo. No início a célula formou-se, com o seu núcleo a ser envolvido por uma membrana de protecção. Defendia-se assim o centro e todo o Espaço envolvente. O conjunto desenvolveu-se, movimentou-se em múltiplos parâmetros, conjugou matéria e energia e no seu ponto intermédio deu origem à distribuição. Formou-se aí um grupo equilibrado por fechado ao mundo exterior. No equilíbrio do conjunto que constituía o primitivo Sistema Solar, o Sol era o centro umbilical duma limitada rede planetária, de ambientes semelhantes e proporcionadores da existência de vida. O Sol fornecia e a membrana proporcionava a partilha.

 

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Monte Sharp – Garden City
(NASA – Curiosity Rover)

 

Até que um dia a membrana se dissolveu, o organismo atingiu a maturidade e finalmente acabou por se expor. Junto ao Sol ficaram os mais novos, fugidos para mais longe os filhos mais velhos. E a abertura do conjunto à exposição do Universo por dissolução das suas fronteiras virtuais (por apenas se limitarem ao tempo), contribuiu para uma nova evolução desse mesmo conjunto e para a descaracterização do aparente modelo inicial (por estático). Com a interacção agora existente entre o Sol e a restante galáxia onde o mesmo estava instalado (a Via Láctea), todo o estado do sistema se alterou tornando-se agora extremamente dinâmico e claramente sequencial: com as etapas a decorrerem do seu exterior para o seu interior.

 

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Cratera Fram – Blueberries
(NASA – Opportunity Rover)

 

Os planetas exteriores por serem mais velhos e estarem colocados mais próximos das fronteiras do nosso Sistema foram os mais sacrificados. Hoje transformados em mundos quase esquecidos e gelados, com alguns deles a mostrarem uma grandeza aparentemente ofuscante mas apesar de tudo nada condizente com a sua história passada e contando ainda com uns quantos corpos celestes de pequenas dimensões, onde a água se terá refugiado e alguma forma de vida com ela sobrevivido. Sobraram na grande etapa os planetas interiores: Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. O quinto antes de Júpiter fora destruído pelo grande cataclismo, dando origem a uns quantos corpos menores e à Cintura de Asteróides. Rodeados pela guardiã (Cinturão de Kuiper) e pela última fronteira (Nuvem de Oort).

 

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Thigh Bone on Mars or Just Another Rock
(NASA – Curiosity Rover)

 

O último ciclo iniciou-se em Marte. Mas o seu tempo estava desde logo contado: com o grande cataclismo que destruiu o quinto planeta (original), todo o espaço em seu redor seria violentamente afectado, tendo Marte como seu vizinho mais próximo sido de longe o mais brutalmente atingido (a todos os níveis fossem físicos ou químicos) e radicalmente modificado – com as acções vindas do exterior a reflectirem-se imediatamente nas condições geológicas e ambientais do planeta, encaminhando-o inexoravelmente para o seu fim. Perdeu a sua atmosfera original, perdeu as suas vastas extensões líquidas e no fim apenas ficou o deserto. Árido, sem vida aparente e viajando sem objectivos em torno do Sol. E aí a vida surgiu na Terra. Como se de uma sequência de sobrevivência se tratasse, com os planetas interiores a seguirem-se ordenadamente na criação de um ambiente sustentável e propiciador de vida e num trajecto bem claro de aproximação ao Sol. Como que afirmando que um dia, mais cedo ou mais tarde e se quiséssemos sobreviver, nos teríamos que encaminhar definitivamente para as estrelas e tal como os antigos aventureiros o desejaram e fizeram, descobrir outros mundos e aí se instalar.

 

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Vista panorâmica da região de Twin Peaks
(NASA – Mars Pathfinder)

 

Marte era o nosso passado e Vénus o nosso futuro. O que não excluía o planeta Marte de qualquer tipo de recuperação, nem que fosse estritamente de investigação e de aquisição de conhecimentos. Até porque em Marte todos os vestígios aí encontrados seriam os trilhos da nossa anterior passagem. E os trilhos reportam sempre à memória, à cultura e à nossa compreensão – do que somos e dos instrumentos de transformação. Como um pequeno organismo vivo pertencemos ao Sistema Solar e estamos integrados num conjunto mais vasto composto por muitos outros elementos que se reproduzem, evoluem, interagem e finalmente se completam (dando origem a outros). Essa interacção estende-se indefinidamente entre o mais pequeno e o maior organismo existente. O que implica que o próprio mega agrupamento onde estamos integrados (Via Láctea) mais cedo ou mais tarde terá que interagir fortemente com algum dos seus vizinhos, até para manter o seu movimento, as trocas de energia e matéria e a própria vida (seja ela o que for). Por acção e reacção dar-se-á um novo Evento (talvez com a galáxia de Andrómeda) e tudo se alterará: e como seres inteligentes deveremos ter a capacidade de assistir e subsistir.

 

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Planalto de Hebes Chasma
(ESA – Mars Express)

 

E tudo isto levando-nos ao que verdadeiramente nos trouxe aqui: a admiração de alguns pelo suceder de momentos inesperados e para já inexplicáveis do tipo déjà-vu: hoje deixamos de sugerir a possibilidade da existência de vida noutros corpos celestes, mas em sua substituição até já confirmamos a existência de largas extensões de água espalhadas pelo Sistema, de vida ainda que primitiva no solo ou em oceanos e até indícios ainda não claramente assumidas de vestígios arqueológicos. O Sistema Solar estende-se por 100000AU (100 mil vezes a distância entre o Sol e a Terra). Isso considerando os extremos localizados na Nuvem de Oort como a nossa última fronteira. Com o Cinturão de Kuiper muito mais próximo (50AU) e Júpiter quase que colado à Terra (5AU).

 

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Solo rochoso em Pahrump Hills
(NASA – Curiosity Rover)

 

“As massas nunca se revoltarão espontaneamente, e nunca se revoltarão apenas por serem oprimidas. Com efeito, se não se lhes permitir ter padrões de comparação nem ao menos se darão conta de que são oprimidas.” (George Orwell – kdfrases.com)

 

O Déjà-vu!

Primeiro a Terra era o centro do Universo. Vieram uns tipos do contra e lá teve a Igreja de intervir. O poder estava inquieto, a Religião estava em causa. Prometeram queimar Galileu, mas deixando-o morrer na penumbra, lá aceitaram o conhecimento. O Sol era o centro e o grande planeta que o orbitava era a Terra. O Universo éramos agora nós, o reino de Deus era a Terra, o Sol o anjo protector e o Universo tudo o que nos rodeava. Apenas se mudava o foco (a Terra) conservando-se o conteúdo (o Homem). Mas hoje já tudo mudou, mantendo o Homem o caminho previsto para a sua inevitável obliteração (perdão substituição).

Agora todo o Sistema Solar parece encharcado em Água. Marte pode ter tido oceanos, organismos vivos e sabe-se lá até civilizações. O Homem poderá ser o maior do seu Sistema, mas talvez nem mesmo um dos mais notados da sua galáxia. Talvez nem vivamos numa realidade verdadeiramente percepcionada, mas apenas rodeados por múltiplas projecções: o nosso órgão da visão não capta todo o Universo de sinais que nos atingem, pelo que mesmo ao nosso lado poderá estar um, ou então outro e eu. Deste mundo ou de outro qualquer.

Todas as nossas memórias têm sido constantemente reconstruídas. E acompanhada essa reconstrução pela utilização sistemática da nossa falsa cultura dita cada vez mais especializada (a nova forma de analfabetismo, pondo-nos exclusivamente a olhar para um ponto e ignorando todo o resto), a sensação de déjà-vu começa a tornar-se cada vez mais asfixiante e mesmo assim, em vez de tentarmos encontrar uma explicação compreensível e racional, recorremos mais uma vez à nossa conhecida garrafa de oxigénio (que até podia ser de vinho) festejando a nossa morte.

Viva la Muerte!

 

(imagens: NASA/ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:42

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