Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Dez 19

Quando hoje nem sequer se procura o “Milagre Económico” a cura para a doença – apenas se falando (até ao vómito, um sintoma descartado) no déficit e (em Nome do Lucro) insistindo-se nos mesmos fármacos ineficazes.

 

[Sendo uma perante muitas e formada por muitas oriundas de muitas outras julgando-se únicas, ter Memória é ter Cultura, assim como ter Cultura é ter Memória: mas nunca a memória instantânea-fotográfica dos nossos tão saudados e exemplares − mas totalmente improdutivos por não inovadores, formatados apenas para replicar − educandos. O problema residindo − sendo na EDUCAÇÃO tal como na SAÚDE − num escandaloso NEGÓCIO.]

 

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Há 102 anos e 2 meses o Evento da Cova da Iria

 

Recordando um ACONTECIMENTO ocorrido em PORTUGAL há pouco mais de 102 anos (13 de outubro de 1917) coincidindo com o período da REVOLUÇÃO RUSSA iniciada em março e concluída em Novembro, com a subida dos bolcheviques de LENINE ao poder do que viria a ser a U.R.S.S. (do TIO JOE mais conhecido por ESTALINE, irmão do TIO SAM) – o regresso mais uma vez talvez por um motivo meramente aleatório (por exemplo e sorteando, por falta de assunto, por obsessão ou por algum tipo de necessidade) do MILAGRE de FÁTIMA, confirmando mais uma vez o importante papel desempenhado pelo nosso país e pelos nossos antepassados na História e Evolução da Humanidade (Aventurando-se e sem Medo das consequências, Conquistando os Oceanos), se antes com a sua extensa participação na EPOPEIA dos DESCOBRIMENTOS (altura em que o nosso país seria uma Potência Mundial) depois tentando alicerçar e preservar o seu poder POLÍTICO, servindo-se da enorme crença dos povos e complementarmente da RELIGIÃO: e concretizado o Milagre de Fátima − ou o “MILAGRE DO SOL” − com Portugal a ser um dos primeiros países a entrarem na ERA ESPACIAL, não pela via da criação de uma Agência Espacial própria (e início da nossa Aventura no Espaço, no Universo) – com naves espaciais e astronautas − mas por poder já ter sido visitado por EXTRATERRESTRES, estando pois na “ROTA DELES” (dos ALIENS FROM SPACE) e como tal, podendo-se iniciar aí a nossa primeira viagem (antes nos vastos Oceanos, depois e alargando fronteiras, no Espaço Infinito) estabelecido o primeiro contacto, planeada a primeira ida.

 

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Um Evento histórico (até pela multidão de pessoas envolvidas) ocorrido em Portugal num momento crítico da História Político-Social (IDEOLÓGICA) da Europa, podendo ser visto apenas e como tal tendo algum significado (e interpretação) num contexto de GUERRA (decorrendo então a I Guerra Mundial de 1914/18) – num cenário extremo de pobreza, de doença e de morte, condicionando o comportamento das multidões − mas por outro lado e dada a impossibilidade cientifica da ocorrência do facto aí relatado (e aparentemente testemunhado por milhares) − com o SOL movimentando-se no Céu, aproximando-se da Terra e aumentando de dimensão, deixando todos aterrorizados e cheios de adrenalina – à falta de melhor (não sendo uma potência do Espaço, como fomos dos Oceanos) alinhando-nos com a teoria da presença ALIENÍGENA e dos seus contactos (já existentes e sem necessidade de Viagens) na Terra, em Portugal, em FÁTIMA: e sabendo-se como o MUNDO está e a quem a TERRA está entregue – falando apenas do nosso OCIDENTE citando apenas os mais recentes desastres como TRUMP, BOLSONARO e agora (mais perto de nós e podendo afetar duramente o turismo de Portugal) BORIS – talvez residindo mesmo nos ALIENAS (perdida a batalha perdida da Religião) a nossa última Esperança (apesar de muitos dizerem que os mesmos virão − como se fossem a um grande Centro Comercial − para nos matar e/ou comer). E como Memória é Cultura convindo falar deste caso relevante da História de Portugal (anos depois chegando Cerejeira/1888/1977 e Salazar/1889/1970) − até porque o mesmo ocorreu, foi amplamente noticiado e até havendo testemunhos de tal.

 

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Facts behind 'The Miracle of the Sun' indicate that

it was a UFO that came out of the cloud

(ufosightingshotspot.blogspot.com/12.12.2019)

 

The Miracle of the Sun, also known as the Miracle of Fátima, is reported to have occurred on 13 October 1917, attended by a large crowd who had gathered in Fátima, Portugal. The prophecy made by three shepherd children was that the Virgin Mary (referred to as Our Lady of Fátima), would appear and perform miracles on that date. The official 1917 story reads: Newspapers published testimony from witnesses who said that they had seen extraordinary solar activity, such as the Sun appearing to "dance" or zig-zag in the sky, careen towards the Earth, or emit multicolored light and radiant colors. According to these reports, the event lasted approximately ten minutes. According to many witnesses, after a period of rain, the dark clouds broke and the Sun appeared as an opaque, spinning disc in the sky. It was said to be significantly duller than normal, and to cast multicolored lights across the landscape, the people, and the surrounding clouds. The Sun was then reported to have careened towards the Earth before zigzagging back to its normal position. But according to Joaquim Fernandes Ph. D. who has studied the event on October 13, 1917, it was physical phenomenon. There is a testimony from a lawyer, Dr. Almeida Garret, who was present at the miracle of the sun and Garret said that he looked up and saw a dull silver disc object. And it was not only Almeida Garret who refers to a dull disc object, many witnesses describe a cloud just coming out of nowhere and out this cloud comes a craft. Although the miracle of the sun is still surrounded by mystery, according to L.A. Marzulli, the witnesses of the 1917 event are actually seeing a cloud that forms in front of the sun on which then the UFO comes out, making some impossible manoeuvres before it disappears.

 

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Nestes acontecimentos e avistamentosocorridos ao longo de 1917 e tendo o seu expoente máximo a 17 de outubro desse ano em Fátima (na região da serra de Ourém) mais precisamente no local denominado como Cova da Iria – onde uma multidão de 70.000 pessoas testemunhou incrédula e fascinada (hipnotizada/convencida) ao fenómeno de ver “o Sol como que a dançar com  a hipótese de para melhor compreender todo o cenário, se poder consultar o livro “Fátima os Bastidores do Segredo” (Fina D’Armada e Joaquim Fernandes)  analisando o dito evento não só a nível religioso (até pelo “milagre”), como político (inserido na I Guerra Mundial e na Revolução Russa) e até envolvendo forças externas, EXTRATERRESTRES – podendo-se estar perante não um Milagre convencional da Igreja Católico-Romana (baseada em aparições e cura, intervindo entidades superiores, mas não cientifico-certificadas) como reafirmado consecutivamente ao longo de todos estes anos pelos seus crentes e apoiantes − afirmando tratar-se de uma aparição de Nossa Senhora de Fátima e levando ao erguer do seu grande Santuáriomas de mais uma Intervenção Extraterrestre talvez a primeira ou uma das maiores de sempre (desde que há memória) por testemunhada não por um (dois ou três, nem chegando só por si os Pastorinhos) mas por dezenas de milhares (e provavelmente por uma outra máquina − ou duas atuando, terrestre/extraterrestre − por trás).

 

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O Milagre do Sol

 

"Chovera a cântaros naquele dia, e, ainda chuviscava quando, ao entardecer, no instante em que a 'Senhora' se elevava, Lúcia gritava: “Olhem para o sol”! As nuvens se entreabriram e descortinaram o sol.  Mas era um sol estranho, achatado, com um contorno bem definido, que mais parecia um imenso disco de prata.  Brilhava com uma intensidade jamais vista, mas não ofuscava nem cegava. O disco começou a “bailar” e, qual gigantesca roda de fogo, girava rapidamente.  Imobilizou-se por alguns instantes para recomeçar a girar vertiginosamente sobre si mesmo.  Suas bordas tornaram-se escarlates e deslizou como um redemoinho, espargindo chamas de fogo. Jorrava cascatas de luzes verdes, vermelhas, azuis e violetas, de variadas tonalidades, que se refletiam no solo, nas árvores, nos arbustos, nas roupas e nas próprias faces das pessoas. Animado por um movimento louco, o globo de fogo tremulou e sacudiu antes de precipitar-se em 'ziguezague' sobre a multidão que, apavorada, esboçou gestos de pânico. Era como se o fim do mundo houvesse chegado. O disco então parou por alguns minutos como se concedesse um intervalo de descanso, para logo em seguida recomeçar os movimentos e emitir luzes flamejantes. Após nova pausa, a dança recomeçou, tão gloriosa, quanto antes. O “milagre do sol” durou um total de 12 minutos, no fim dos quais muitos notaram que suas roupas, encharcadas pela chuva, haviam secado completamente, assim como o chão." (segundo “Fina D’Armada” e sobre o “Milagre do Sol”)

 

(imagens: UFOmania/The truth is out there/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:21

19
Set 19

“Deixando a Silly Season e entrando na Miserable Season”

(rompendo um pouco com a monotonia desta realidade)

 

Iranian Military shooting at fast moving UFO near Pakistani Border

Recorded on the night of 7 September 2019

by a soldier of the Iranian Revolutionary Guard

from the position of the anti-aircraft

(ufosightingshotspot.blogspot.com)

 

A large pocket of American citizens have NO idea about the reverse engineered alien technology that our military has. Black budgets and all. THIS is the backstory to all the American government’s war propaganda with Iran. Wake up humans.

(THE RIDAH G.O.D/@TheRidahGod/twitter.com)

 

Comprovando mais uma vez a afirmação (tantas vezes citada tal como a afirmação de que “temos uma criança dentro de nós”, ou seja e não sendo o caso, podendo estar “possuídos”) de que “não estarmos sós neste Mundo (tendo de existir obrigatoriamente e “à nossa imagem” algo de superior que nos proteja da extinção) – ou não fossem os EUA uma Entidade Superior, para além do mais Omnipresente, sendo capaz simultaneamente de “Tudo ou de Nada(podendo ser obra deles ou de Outros), mas de qualquer forma ou por qualquer motivo sendo invariavelmente e por direitos adquiridos “O Protagonista” – mais um avistamento agora numa Área de Conflito de um objeto voador não identificado (OVNI/UFO):

 

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Let me explain ‘why’ I needed to post this. In the midst of all the ‘war talk’ coming from the White House, THIS happened! For those of you that know what the @&$% is really going on out here, peep this INCREDIBLE video clip before it gets taken down.

(THE RIDAH G.O.D/@TheRidahGod/twitter.com)

 

Visualizado na nossa atmosfera e sendo certamente de origem terrestre (norte-americana, russa, chinesa, etc.), apesar de alguns apontarem como tendo origem no Espaço exterior, ou seja, sendo Extraterrestre (não se percebendo no entanto qual o interesse deles, confrontando-se com uma Civilização para além de primitiva, sendo violenta e suicida).

 

Um Evento para nós nada comum de ocorrer (e de ser noticiado) sendo este um ponto da periferia localizado em coordenadas pelos vistos consideradas não estratégicas (apenas com relatos esporádicos, não sendo replicados) e para já (felizmente) esquecidas (de Paz) – mas em muitos outros não sendo bem assim:

 

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The Iranian Revolutionary Guard is shooting at what ‘they’ believe to be a U.S. drone on the border in IRAN. This was recorded on SEPTEMBER 7, 2019. This video was recorded by one of the soldiers in the Iranian Revolutionary Guard. Benevolent ETs don’t move like that.

(THE RIDAH G.O.D/@TheRidahGod/twitter.com)

 

Pela sua (dura pela intensidade) assiduidade, apresentação e envolvência (de Guerra). Um “incidente” ocorrido na cidade iraniana de SARAVAN (localizada na fronteira com o Paquistão) no passado dia 7 de Setembro (no período noturno e sendo bem visível no céu), com as defesas antiaéreas da cidade a entrarem em nível de alerta máximo − ou não estivesse o Irão em conflito aberto com os EUA e (para já) os seus DRONES − devido à presença de um objeto voador desconhecido movimentando-se no seu céu noturno, face à presença do mesmo (e sem qualquer tipo de resposta) respondendo de imediato com tiros contínuos de artilharia pesada/mísseis.

 

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That is military all the way. That’s either a covert U.S. UAV or it’s a Israeli UAV. THIS is what possibly took out the oil refineries In Saudi Arabia. A large pocket of American citizens have NO idea about the reverse engineered alien technology that our military has.

(THE RIDAH G.O.D/@TheRidahGod/twitter.com)

 

Pelos vistos e pela evolução do objeto − chegando, evoluindo e partindo − com efeitos nulos. Sendo certamente um relato/registo verídico com “selo” da Guarda Revolucionária Iraniana (ou seja, do Regime).

 

Inicialmente com a Guarda Revolucionária a julgar tratar-se de um DRONE − naturalmente inimigo (provavelmente norte-americano ou israelita) − mas com o início da sua resposta e continuar do bombardeamento por parte da sua artilharia sem qualquer tipo de sucesso (eficácia nula) – com o objeto brilhante a deslocar-se a velocidades incríveis, fazendo manobras impossíveis, como se estivesse “a brincar” – a abandonar a ideia inicial, face à tecnologia avançada, desconhecida, mas ali presente (“ou talvez não”).

 

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Black budgets and all. Peep this very important clip of General Wesley Clark also. He laid it all out there for everyone to know. So many Americans are SLEEP that they didn’t even peep game.

(THE RIDAH G.O.D/@TheRidahGod/twitter.com)

 

Ou talvez não(sem ser “a brincar”).

 

Podendo ser simplesmente um artefacto (terrestre) circulando sem o nosso conhecimento (da opinião pública em geral) no espaço aéreo da Terra − pelo seu local de inserção (a fronteira Irão/Paquistão) e pelo tipo de intrusão (talvez de observação e recolha de dados) ligado a alguma organização e sector militar – envolvido aparentemente no conflito (entre terrestres) há muito existente nesta parte do Globo Terrestre, demonstrando (com a sua ação) em pleno espaço aéreo e de guerra (em mais operação de publicidade e de marketing direto) a importância e relevância de um determinado equipamento e/ou aparelho cientifico-tecnologicamente avançado (provavelmente norte-americano), na obtenção de supremacia.

 

Ou então e sendo um caso típico de uma “demonstração mais pobre”, um simples jogo de luzes com uns a serem os LASERS e os outros a serem os GATOS − meios loucos e correndo atrás da fugitiva “luzinha”.

 

No entanto uma notícia a surgir num contexto de outros relatos semelhantes (muitos nas mesmas zonas, maioritariamente de conflito), suscitando sempre dúvidas (alguns deles noticiados nos tabloides ingleses) e montes de teorias.

 

(imagens: Hawashinawa Ma Ri/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:17

22
Ago 19

“Alien life-forms could glow

in spectacular reds, blues and greens

to shield themselves

from stellar bursts of ultraviolet (UV) radiation.

And that glowing light

could be how we find them.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

Deixando para trás os leigos

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Autodidatas com conhecimentos, quanto muito empíricos,

mas esmagadoramente marginais e ignorantes.

 

E não é que depois de séculos e séculos a falar-se de “UFO’S” (OVNI’S) e dos seus possíveis tripulantes os “ALIENS FROM SPACE” (Alienígenas do Espaço) – isto para não se confundirem com os outros ALIENS (agora na moda e invadindo os Média) os “ALIENS FROM MEXICO” – sendo muitos dos divulgadores dessas informações (apenas baseados em factos registados e merecendo ser estudados, aprofundados) oficialmente gozados, desacreditados e finalmente marginalizados (presos ou não, sendo esquecidos), eis que nesta segunda metade do ano de 2019 (já no século XXI mais precisamente a 13.08) um ESTUDO CIENTÍFICO da responsabilidade de um investigador do INSTITUTO UNIVERSITÁRIO (de CORNELL) CARL SAGAN, vêm-nos agora sugerir (sendo credível, propor, de modo a ser aceite de seguida) − indiretamente e por associação − até pela “palete−de-cores” apresentada (no seu estudo), a possível existência dos muito falados mas nunca vistos (por esse motivo já Lendários) HOMENZINHOS VERMELHOS, AZUIS e VERDES (pelo menos dessas três cores, apesar de também se falar dos mais para o Branco e dos mais para o Preto/como os HOMENZINHOS CINZENTOS, os extremos da palete).

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Coral Fluorescence

Coral fluorescent proteins absorb near-UV and blue light

And re-emit it at longer wavelengths

(O'Malley, Lisa/academic.oup.com)

 

E dadas as características dos mesmos – os EXTRATERRESTRES – podendo literalmente “BRILHAR-NO-ESCURO”, propondo que a partir dessa (sua particular) propriedade a mesma fosse utilizada (como se fosse para detetar Estrelas no Céu), para mais facilmente se detetar VIDA e até (porque não) a poucos ou a muitos anos-luz, “Outra Terra, Outro Refúgio (p/ o HOMEM)” – de preferência habitável (pelo menos por alienígenas aí residentes), mesmo que lá bem longe no Espaço e entre outros Sistemas e Galáxias. E para fúria dos outros (entre eles os Teóricos da Conspiração, atirados para o seu gueto) com a entrada dos eruditos em ação (antes postos-de-lado e agora esmagados, os leigos) – da equipa liderada por JACK T O’ MALLEY-JAMES e por LISA KALTENEGGER (do Instituto CARL SAGAN) − coincidindo com o pré-aparecimento (oficial) dos HUMANOIDES-VERDES, inconscientemente (e sem intenção, mas podendo ser punidos) pelos mesmos promovida. Extraterrestres provavelmente oriundos de Sistemas Planetários rodeando uma estrela Anã-Vermelha (onde numa determinada zona desse Sistema, se situarão a maioria, dos “Mundos Habitáveis”) − de tipo espectral K ou M, o maior contingente de estrelas no nosso Universo, com uma massa metade da do Sol, menor temperatura e menor energia gerada (e cor-de-laranja, sendo o Sol do tipo espectral GV2, de cor convencional amarela, com maior massa, tamanho e luminosidade) – como poderá ser o caso das Anãs-Vermelhas localizadas nas proximidades de PROXIMA CEUTAURI e do sistema recentemente descoberto de TRAPPIST-1.

 

E introduzindo os eruditos

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Oficializados por integrados e como tal, por conhecimentos adquiridos,

sendo cientificamente certificados

 

Segundo o estudo com os eventuais seres vivos podendo ou não habitar estes Sistemas, a terem obrigatoriamente de ter resolvido um problema − básico e fundamental − envolvendo a sua sobrevivência e a sua resistência aos efeitos dos nossos conhecidos (na Terra, mas aqui com a mesma estando equipada com vários filtros protetores) RAIOS ULTRAVIOLETAS (radioativos, penetrantes e por extremamente “tóxicos e incisivos” sendo mortais): protegendo-se dos mesmos nesses locais (carregados de radiações UV), podendo a partir daí usufruir livremente deles (sem condicionamentos de saúde), para por exemplo (e como EVOLUÇÃO) e com o seu Corpo progressivamente adaptando-se (aos raios UV), ficando Verde, neutralizando e absorvendo (algumas doses), refletindo (outras doses) e mantendo na sua plenitude o seu equilíbrio Funcional. E aí existindo aí sendo considerados, Únicos. Nós estando protegidos sendo a Preto & Branco (terrestres), eles estando desprotegidos sendo a CORES (extraterrestres) − e podendo ser vistos ao longe (com telescópios apropriados de última geração) dado serem florescentes, brilhantes. Na Terra como alguns Corais (e muita outra Fauna & Flora terrestre).

 

(imagens: Neighbors-Green Aliens/rafu.com − Creative Commons/academic.oup.com − Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:39

30
Jul 19

Com o nosso Universo fazendo parte de um conjunto mais vasto o Multiverso

(de Universos relacionados, podem ser entre outros, os Mundos Paralelos)

 

Integrando Tempo, Espaço, Matéria, Energia, Magnetismo e Movimento

(como se o nosso Universo fosse apenas uma pequena parte, de algo muito maior)

 

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[Num Universo comportando cerca de 10 biliões de triliões de planetas sendo naturalmente difícil de aceitar a não existência de Vida para além da existente na Terra, mantendo-se no entanto a conclusão quando num espaço próximo e limitado como o nosso (o Ecossistema Terrestre) somos postos perante múltiplos e diversificados vestígios (alegadamente paranormais e/ou alienígenas) sugerindo o contrário: com os diferentes objetos voadores não identificados sobrevoando a nossa atmosfera a serem convictamente “99% a 101%” de origem terrestre, não detido por qualquer nação mas por um poder marcante o enigmático mas sempre presente o “Estado Profundo” – conforme definição de “Deep State” do Collins English Dictionary (collinsdictionary.com) “a group of senior civil servants and military officials believed by some to exert secret control over its country's government”.]

 

No passado dia 22 e convidando (como se fosse uma manobra publicitária) à participação no Evento do dia 20 (daqui a quase 2 meses), com um novo UFO a manifestar-se (registado infelizmente e mais uma vez com fraca definição) nas proximidades da Área 51.

 

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UFO nas proximidades da Área 51

(alongado/sem cauda/sem asas)

 

Com a estupidez humana atingindo um dos seus picos máximos aquando da passagem da “SILLY SEASON” – ou seja e segundo a Infopédia (infopedia.pt)

 

Expressão inglesa que designa o período do ano de menor intensidade informativa nos media, geralmente o período de verão. Pode ser traduzida por "estação ridícula". Nesta altura, os critérios de seleção jornalísticos tornam-se mais flexíveis, passando a considerar como relevantes assuntos que, geralmente, não constituiriam objeto de notícia.

 

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A 20 de Setembro salvando os alienígenas da Área 51

(giphy.com)

 

Talvez sendo uma opção para nos livrarmos desta asfixia intoxicante e meio imbecil de Verão (oficialmente devido às altas temperaturas, pondo-nos “o sangue a ferver”), em vez de olharmos para a superfície (ou seja para os problemas terrenos) olharmos para o que se encontra para além dele ou seja o CÉU.

 

E assim livrando-nos dos momentos repetitivos, monótonos e de miséria a nós proporcionados (não como um trabalho, mas como um emprego) durante quase um ano − dando sempre prioridade aos Objetos (constantemente renovados e produtores de mais-valia) sobre os Sujeitos (considerados de desgaste rápido e com custos de manutenção elevados) – nos poucos dias que nos restam porque não optar pela diferença (mesmo que não muito considerada, marginal, minoritária e até especulativa ou adepta da Conspiração): por exemplo pelos UFO’S.

 

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[UFO deslocando-se da direita]

 

Ainda-por-cima numa altura em que se aproxima um Evento de Massas (nos EUA) com um grupo de terrestres a proporem a invasão da ÁREA 51 (em princípio onde se localizarão instalações secretas de organizações Governamentais norte-americanas, envolvendo UFO’S e EXTRATERRESTRES), eventualmente em mais um movimento (entre muitos outros aparentemente em curso nos EUA) de apoio às minorias, neste caso pretensa e ilegalmente aí presas, os “ALIENS (não do México mas) do ESPAÇO”.

 

Com o objetivo da prevista invasão da ÁREA 51 a ser pois a da libertação dos ALIENÍGENAS (do Espaço), aprisionados e talvez torturados (os primeiros talvez desde ROSWELL, em Julho de 1947) numas instalações secretas subterrâneas (vigiadas 24h/dia), situadas no estado do Nevada a pouco mais de uma centena de quilómetros de Las Vegas: num jogo não de CASINOS mas de busca de ALIENS (ambos envolvendo muito dinheiro – biliões/triliões de dólares − um no campo do Espetáculo outro no campo Militar).

 

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[Passando pelo centro]

 

No próximo dia 20 de Setembro de 2019 (uma sexta-feira e último dia de Verão) e confirmando-se as previsões, com quase de 1  a 2 milhões de “Caçadores de Alienígenas” a tentarem invadir esta base militar e secreta (não se sabendo o que lá se passa) dos EUA, concentrando-se no Vale de Amargosa (Nevada) e ao mesmo tempo divertindo-se e correndo (em direção à base) ao estilo-Naruto (um sprint em princípio mais veloz, fazendo-se com o torso inclinado para a frente e os braços atirados para trás). Com os organizadores achando-se capazes e seguros (na sua ação/invasão), sem medo (das retaliações) dos militares:

 

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Procurando Alienígenas a 20.09 ao estilo Naruto-run

(giphy.com)

 

“We will all meet up at the Area 51 Alien Center tourist attraction and coordinate our entry. If we Naruto-run, we can move faster than their bullets. Let’s see them aliens.” (cosmopolitan.com/facebook.com/Storm Area 51, They Can't Stop All of Us)

 

Num Evento que a confirmar-se poderá ter consequências nada divertidas mas desastrosas, não para os pretensos EXTRATERRESTRES (aí aprisionados) mas para os INVASORES TERRESTRES, com os militares norte-americanos tentando defender a sua base (integrando a sua Força Aérea) a usarem todos os meios necessários e disponíveis para deter este ataque certamente Ilegal e Criminoso: podendo mesmo provocar feridos e mortos (daí os rumores de cancelamento) num cenário para já apresentado como um mero “Espetáculo & Divertimento”, próprio de um fim-da-Estação (de VERÃO) e não de um hipotético (mas real dado estarmos na América) Cenário-de-Guerra.

 

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[Até à esquerda]

 

Mas mesmo com este risco (de Morte) mantendo-se (para já) o divertimento (pelo menos nas redes sociais como o é o Facebook):

 

“The aliens when they realize being freed from area 51 means they have to get a job.”

(Mira Gonzalez/@miragonz)

 

“My alien that I snuck out of area 51 asking for the WiFi password.”

(Whos Chaos/@WhosChaos)

 

Coincidência ou não no dia 22 de Julho de 2019 (segunda-feira anterior) com uma câmara de vídeo a registar a passagem de um objeto voador (alongado e sem cuda nem asas e em princípio não sendo um avião) não identificado (OVNI ou UFO) nas proximidades da região onde se encontra localizada a ÁREA 51, deslocando-se a grande velocidade e erguendo ainda mais alto as suspeitas do que por essas bandas se passará: podendo ser evidentemente uma manifestação Extraterrestre, como até uma cena Terrestre e como até não passando (e apenas) de mais uma ilusão (neste caso ótica podendo ser mental). Ou até existindo (podendo ser) o seu contrário.

 

(imagens: Adalberto Yero/youtube.com − FilmGuy/23.07.2019/youtube.com − giphy.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:47

23
Jul 19

“Com o estranho calhau Interestelar (OUMUAMUA) há tempos penetrando o Sistema (SOLAR), sendo apenas um objeto lançado (aos CÉUS) por uma outra Grande Civilização (ALIENÍGENA).”

 

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O Objeto interestelar

OUMUAMUA

Um Calhau atirado pelos Deuses para ver se (desta forma)

Provocavam ondas (entre nós)

 

Partindo-se do paradoxo de FERMI assente no conhecimento de que (baseando-se no nosso exemplo, particularmente de sucesso, mas sendo o único conhecido), (1) no Universo existem biliões e biliões de estrelas podendo incluir diferentes Sistemas Planetários nalguns dos seus corpos (integrando-o) podendo albergar Vida e até revelar a existência de Civilizações, logo, já se devendo há muito (de qualquer forma e sob qualquer tipo de envolvência) ter-se encontrado e confirmado a existência de seres Extraterrestres − o que até ao meio do ano de 2019 DC ainda não ocorreu – e (2) simultaneamente (contraditória e obrigatoriamente) tendo-se de constatar (sem qualquer tipo de registo nos nossos órgãos dos sentidos) a realidade ensurdecedora propulsionada pelo “Grande Silêncio”

 

Onde está Toda a Gente, que não se ouve nem se vê,

oferecendo-nos apenas Silêncio?

 

Rápida e facilmente nos deixaremos levar (adictos extremos como somos) − até porque é isso que acontece sucessivamente no nosso quotidiano monótono e repetitivo (de miséria) − pela hipótese (explicativa pela parte científica como justificativa pela parte religiosa) do Zoológico: com os Extraterrestres a observarem-nos como se fossemos os animais de um Zoo (a atração espetacular), mantendo a sua posição e hierarquia, fazendo-o à distância e sem se fazer notar (em Privado) – não se interessando minimamente em entrar (em contacto) em tão conturbado viveiro (como num aviário convivendo com “galinhas”). Num cenário com presenças, mas sem necessidade de contactos (entre o talhante e a carne), que não o visionamento do produto (pronto, preparado, no fundo perfeito) saído da linha de montagem.

 

E não sendo real, então sendo uma projeção.

 

(imagem: youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:13

26
Mar 19

[Enquanto não decidirmos partir (algo que nos persegue desde o nosso nascimento e nos acompanhará até à morte) arranjaremos sempre entraves como desculpa (para o não fazermos).]

 

"The Great Silence"

Why aliens haven't contacted us

Exploring one possibility known as the

"zoo hypothesis."

(tema de um debate levado a cabo por um grupo de investigadores e organizado pelo METI/organização dedicada à criação e envio de mensagens interestelares tendo com destinatário seres inteligentes extraterrestres, ou seja, ET’s)

 

Et-si-les-extraterrestres-ne-voulaient-pas-repondr

 

Numa história já por várias vezes repetida (e em diversas versões escutada) introduzindo as únicas características (parecendo inatas e geracionais) que nos têm permitido até hoje distinguir o Bem do Mal (pelo menos invocando Deuses/Religiões/Ideologias) −  introduzindo o pecado (como um dos limites e punição) e a virtude social (como o outro dos limites e glorificação) e definindo o nosso raio de ação e fronteiras – constatamos mais uma vez que parecendo um pouco limitado no desenvolvimento e evolução (características das espécies organizadas e inteligentes) das suas capacidades e perspetivas futuras (não se deixando levar pelo contraponto da Realidade/exterior a nossa Imaginação/interior), o Homem recorre de novo (como se não houvesse outro caminho ou alternativa, ou tivesse sido repentinamente atacado por uma crise extrema de cegueira/nenhuma das hipóteses muito credível) à tática da Replicação (tentando preservar a Matriz Sagrada): esperando em mais esta projeção condições de palco ideais e sobretudo propícias à perpetuação do holograma pré-definido, acreditando na ainda completa funcionalidade do Molde (dito original) e simultaneamente na necessidade da sua reutilização (pondo-se de joelhos e em posição de submissão/reverência face ao potencial Criador),  e com tudo isto reafirmando a nossa necessidade de reorientação (ou de formação/especialização como no presente fazemos para entretermos e ganharmos algo com os inferiores) tornando ainda mais premente o aparecimento urgente de um Protagonista para colorir o Espetáculo pelos vistos da Criação.

 

“It's possible that extraterrestrials are actively isolating us from contact for our own good, because interacting with aliens would be "culturally disruptive" for Earth.”

(Jen-Pierre Rospars/INRA)

 

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E desse modo insistindo na versão (mais nossa do que de outros) de sermos animais num zoo (tal como fazemos com os outros ditos animais irracionais) observado por extraterrestres (os profissionais do zoológico) e controlando-nos (para sua e nossa segurança e como de grades se tratassem) à distância. Confirmando-se tal versão (de estarmos cativos num zoo controlado por extraterrestres), retificando-se a afirmação (e a resposta prévia à questão) agora tornada cenário por vários investigadores (e já agora imagem tratar-se de um Aviário): “Are Aliens Ignoring Us? Maybe We're Already Their Captives in a 'Galactic Zoo'” (Mindy Weisberger/livescience.com/25.03.2019.

 

"When we try to better understand the universe, the question of whether we are alone is unavoidable."

(Florence Raulin-Cerceau/Paris-Match)

 

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E sem resposta a dar pela esmagadora maioria (dos mais de 7,5 biliões de indivíduos habitando este espaço) – os tais do zoo/aviário − esperando-se para breve algo de extremamente intrusivo e já agora para compor, verdadeiramente espetacular: não vindo do Lado de Lá mas oriundo das Cobaias (talvez uma nova guerra ou então outra doença e sendo induzida pelos próprios) e na pratica experimental (esperada) retratando a nossa fase (ainda muito inicial ou então decadente) – esperando-se que em princípio ainda muito Primitiva, mas já com total capacidade de se auto extinguir, E querendo-se sobreviver então, só socorrendo-se de (potenciais, os ET) observadores, podendo-se ao olhar o espelho (retratando o objeto) “aí vermos os frangos (de aviário) dirigindo-se para a Guia (e seus múltiplos grelhadores)”.

 

(imagens: KTSDESIGN / SCIENCE PHOTO LIBRARY / KTS / SCIENCE PHOTO LIBRARY / AFP – Linda Bucklin/Shutterstock −© Arecibo Observatory/NSF)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:40

13
Jan 18

Se és aquele tipo de pessoa que com toda a convicção afirma

“I WANT TO BELIEVE”

Mesmo que outras pessoas solidárias nos apoiem (na nossa luta)

Mas não nas nossas (mais profundas) convicções

 

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Última hipótese de contactar Extraterrestres

Sábado dia 13 de Janeiro

 

Esta semana de quarta-feira a sábado (de 10 a 13 de Janeiro) poderás usufruir conjuntamente com a FOX (numa iniciativa da agência Jack The Maker) de uma hipótese única de eventualmente comunicares com EXTRATERRESTRES enviando-lhe uma mensagem e nela incluído um convite: e assim incluído no pacote de promoção da nova temporada dos X-FILES (contando com a participação do crente FOX MULDER e da cética DANA SCULLY) ‒ divulgando a nível mundial a campanha “HI ALIENS!” ‒ com a ação em Portugal a ser levada a cabo em Lisboa na Avenida da República a partir das 18:00. Com muitos portugueses sendo ainda capazes de pensar e por vezes de imaginar (nem que seja a sonhar, uma parte da realidade) ‒ apesar de todo o desespero e sofrimento sem se encontrar soluções (uma forma de verdade e um modo de acreditar) ‒ a aproveitarem o momento para voltarem à infância (com as palas por aplicar) de modo a contactar PETER PAN ou então um outro ET. Entre os dias 10/13 podendo (1) contactar os ET mesmo estando na rua, ou então (2) tentar fazê-lo confortavelmente instalado do interior de sua casa (a nossa Nave Espacial):

 

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Última hipótese de contactar Extraterrestres

Avenida da República/Lisboa ‒ 18:00

 

Estando presente no local (1) utilizando um laser escrevendo uma mensagem na parede de um edifício, estando em casa (2) enviando-a (para o centro operacional do projeto) e sendo certificada (não vá chatear os ET) projetando-a e imediatamente dirigindo-a para Outros Mundos. Nesta iniciativa da RAPOSA (caçadora e gostando das presas vivas) prioritariamente destinada aos fãs (e restantes consumidores) esperando que um ET passe por cima de nós em Lisboa (colocando Portugal nas notícias) e procurando o aeroporto para poder aterrar veja os lasers projetados nos edifícios da capital: lendo as nossas mensagens e (convencendo-o) aceitando o nosso convite (Milagre) e assim depois do Papa sendo a segunda Entidade (Exterior/Superior) a visitar Portugal ‒ ainda restando para tal dia 13 (sábado de sorte ou de azar) a partir do fim da tarde. Mas ficando (de novo) à espera desta Nova Temporada, para ver para que lado cai definitivamente esta série (X-Files): terrestre (contando histórias de cá e muitas conspirações) ou extraterrestre (histórias trazidas de Lá e transportadas para Cá). Mas pela tela gigante da Avenida ou pelo endereço do Site podendo-se ter a certeza que muitos Acreditarão ‒ como muitos acreditam na nossa revolucionária GERINGONÇA (neste caso um OVI transportando espécies diferentes).

 

(imagens: imdb.com e meiosepublicidade.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:20

12
Out 16

Com um português como líder da UN

 

Se nos limitarmos a replicar tudo aquilo que nos dizem (já filtrado e editado), nunca mais compreenderemos (por ausência de memória e de cultura) o que existe para além da nossa própria realidade (regularmente exposta nos sonhos e até no imaginário).

 

"If intelligent life has evolved (on Gliese 832c), we should be able to hear it," says Hawking of the planet, which is at least five times the mass of Earth. "One day we might receive a signal from a planet like this, but we should be wary of answering back. Meeting an advanced civilization could be like Native Americans encountering Columbus. That didn't turn out so well." (ibtimes-com)

 

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Com grandes expetativas de que ainda este ano os Extraterrestres se decidam finalmente a revelar a sua presença no interior do Sistema ao qual pertence o nosso planeta (tendo como estrela de referência o Sol), temos forçosamente que acreditar que logo após a eleição do Presidente da autodenominada maior potência global (existente à superfície da Terra) e sendo colocados perante duas alternativas únicas, violentas e suicidárias (aplicadas de duas formas aparentemente diferentes mas na sua essência ideológica sendo iguais) nada ficara como dantes, com as notícias dos nossos voos interplanetários em direção ao Espaço Exterior (sondas automáticas não tripuladas) a começarem a ser substituídos por outras informações mas em sentido contrário, com o relato crescente de avistamentos de objetos estranhos circulando em redor do nosso planeta ou entrando mesmo na nossa atmosfera: numa órbita caótica ou ordenada.

 

"I imagine they might exist in massive ships, having used up all the resources from their home planet,” said Hawking. “Such advanced aliens would perhaps become nomads, looking to conquer and colonize whatever planets they can reach. If so, it makes sense for them to exploit each new planet for material to build more spaceships so they could move on. Who knows what the limits would be?" (ibtimes.com)

 

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Podendo estar marcado para o próximo ano de 2017 a concretização do Evento por muitos há já bastante tempo previsto (seja com bombas atómicas, impacto de asteroides ou até com uma invasão alienígena), sendo o ponto cronológico da sua aplicação e início de execução o marco histórico referente à data da eleição do 45º Presidente dos EUA: marcado para o dia 8 de Novembro de 2016, num cenário interno e externo de grave crise económica e de inexistência crescente de valores éticos e morais e tendo como únicos protagonistas (os restantes foram apagados dos media) dois dos maiores expoentes deste sistema já ultrapassado e em avançado estado de decomposição (sintoma do fim de mais um Império) – completando-se e anulando-se numa derradeira tentativa de sobrevivência. Pelo que o mais natural de suceder neste período de pré-genocídio anunciado (tanto pelas ações praticadas pelo Homem como pelos sinais de resposta dados pela Natureza) será o da divulgação da notícia do afundamento da nau em apuros com todos os seus passageiros a bordo e sem um único sobrevivente.

 

"We don't know much about aliens, but we know about humans,” said Hawking. “If you look at history, contact between humans and less intelligent organisms have often been disastrous from their point of view, and encounters between civilizations with advanced versus primitive technologies have gone badly for the less advanced. A civilization reading one of our messages could be billions of years ahead of us. If so, they will be vastly more powerful, and may not see us as any more valuable than we see bacteria." (ibtimes.com)

 

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Algo que certamente levará aqueles que interessadamente nos estudam e que há muito tempo nos observam, a tomar uma atitude firme e solidária (talvez mesmo de espécie) intervindo decisivamente no processo – reajustando parâmetros básicos e como que fazendo um Reset (parcial) de Software defeituoso. Numa tentativa desesperada de salvar uma espécie dramaticamente em vias de extinção, não causada pela falta de adaptação do Homem ao desenvolvimento e transformação natural do ecossistema que o rodeia e lhe permite ter condições para viver e se reproduzir, mas provocada pela extrema violência e brutal capacidade destrutiva (ainda-por-cima a curto-prazo) da nossa espécie, atuando sem olhar a meios, recursos ou mesmo pessoas. Pelo que seja qual for o louco a ser eleito nas presidenciais norte-americanas (Clinton ou Trump) de uma coisa poderemos estar certos: no decorrer do ano de 2017 e com um destes candidatos já eleito e a começar a ditar as suas Regras do Mundo (não percebendo que já nem tudo é dele) o conflito aquecerá e algo de novo sucederá (mesmo que replicado) – ou o mundo se mantém estático sujeitando-se à sua implosão (Evento ao Nível da Extinção) ou outro mundo intervém (dinâmico e exterior) salvando-nos (como seus alunos) ou colonizando-os (como nossos professores).

 

(texto/inglês: Susmita Baral – imagens: geek.com/wakeupkiwi.com/voiceofchakwal.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:20

05
Jan 16

Presidênciais Norte-Americanas 2016

 

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Hillary Clinton says aliens may have visited Earth

 

Numa recente afirmação da candidata Democrata às eleições presidenciais norte-americanas Hillary Clinton e respondendo a uma questão colocada por um jornalista de New Hampshire (refletindo sobre uma declaração de Bill Clinton efetuada em 2014 e em que o mesmo mencionava que não ficaria nada surpreendido se os extraterrestres já nos tivessem visitado) esta disse:

 

“I think we may have been. We don't know for sur.”

 

Agora que vai começar em Portugal mais uma época da série norte-americana Ficheiros Secretos torna-se bastante interessante ver o candidato neste momento mais bem colocado a tornar-se no próximo presidente dos EUA a afirmar em plena campanha eleitoral que acredita em extraterrestres e que estes já nos tenham visitado. Fantástico ou receio pela presença na campanha de outro e poderoso alienígena?

 

Trump?

 

(texto/itálico e imagem: RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:40

01
Jun 15

Novos Ficheiros Secretos – Albufeira XXI
(tomo A/31.5)

 

Dia 5
5.ª Etapa da Viagem
(Na serra de Monchique)

 

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O veículo parou. Acabáramos de chegar ao fim do nosso trajecto e encontrávamo-nos inseridos num terminal individual: como se tivéssemos chegado à nossa plataforma privada e individual de transporte mesmo junta à nossa propriedade privada. E na realidade foi só percorrer a passagem que nos separava do exterior e entrarmos directamente num novo módulo adjacente: diante de nós um elevador de transporte horizontal e um outro de transporte vertical apontavam-nos as possíveis saídas. Nesse momento estávamos completamente às escuras, não fazendo a mínima ideia da zona de Monchique onde poderíamos estar – isto se fosse mesmo este o local e não um outro qualquer. Tentamos compreender o painel de comando dos elevadores, mas para além de podermos (quase de certeza) ter identificado o botão de arranque, os símbolos do menu exposto no visor eram para nós incompreensíveis: uma mistura de letras com algumas delas muito parecidas às do nosso alfabeto, combinada com uns desenhos estranhos fazendo-nos lembrar por aproximação os hieróglifos egípcios. Enquanto reflectíamos sobre o que iríamos fazer a seguir, aproveitamos para fazer uma leve refeição e descansar por algum tempo: como assim já andavam nisto há mais de sete horas consecutivas. Teríamos que nos decidir entre os dois elevadores (horizontal ou vertical) e entre a oferta de destinos propostos por cada um deles escolher aquele que deveria ser o nosso. O horizontal seria a mais provável opção, a dúvida estava em qual das opções: um menu dispondo de três categorias (verde, amarela e vermelha), cada uma delas com três níveis (superior, médio e inferior) e que nos conduzia para uma possibilidade de êxito total na nossa escolha, nuns reduzidos e preocupantes 11%. Muito pouco para as nossas ambições de concretização da nossa aventura. Mas a Vida seria sempre um risco a correr, se dela quiséssemos tirar o máximo possível (ou seja Tudo).

 

Eliminamos desde logo a categoria vermelha (uma intuição muito forte transportada por esta cor quente, que apesar de indicar protecção também poderia significar outros perigos, como hierarquização e protecção contra intrusões); ficavam ainda duas. E ao lembrar-nos dos semáforos e talvez infantilmente influenciados pelo significado dessa cor, eliminamos de seguida o amarelo e o aviso de perigo a ele associado (simbólico mas muitas vezes real) evitando assim sermos apanhados sem protecção e defesa (e de uma forma inesperada) por algo insuperável e particularmente perigoso. Restava a categoria Verde e a opção por um dos três níveis. 1/3 Sempre era melhor que 1/9.

 

Entramos no elevador de acesso ao nível superior. Talvez por ser aquele que em princípio nos colocaria nalgum ponto mais próximo da superfície. Os meus companheiros achavam que um dos símbolos poderia referir-se ao local onde estaria localizada as Termas de Monchique, já que o desenho lhe fazia lembrar uma fonte. Eu achava que era uma interpretação demasiado simplista do que víamos (ou desejávamos). Mas como não tinha escolha deixei-me levar pelos dois. Uns segundos depois o elevador parava, a porta abria-se e introduzíamos no que parecia ser uma sala intermédia de acesso. Uma das duas portas existentes dava para o que seria um compartimento de apoio técnico, enquanto a outra aparentemente seria um possível acesso para o exterior: era pelo menos o que o símbolo impresso na mesma parecia querer significar, ao vermos uma paisagem estilizada com o mar no horizonte. Fez-nos logo pensar na espectacular vista que todos já apreciáramos a partir de um dos mirantes situados já no interior da serra do Monchique, com uma vasta extensão da costa algarvia a poder ser observada e profundamente apreciada em dias claros, bonitos e sem nuvens. E passados alguns minutos já estávamos a por as nossas cabeças finalmente fora do buraco. E pelas 10:00 da manhã já olhávamos para a costa de Portimão, ainda meio escondidos entre as árvores, da proximidade de algumas pessoas que por ali circulavam. Reparamos então que estávamos um pouco acima da cidade de Monchique, mais precisamente em plena estrada de montanha (que ia dar à Foia) e muito próximo de uma das fontes onde os locais iam recolher habitualmente água para seu consumo. Até se viam dali algumas filas de garrafões de plástico. O nosso plano seria neste momento pensar no que fazer a seguir: para isso teríamos de ter alguma forte intuição ou esperar que algo ou alguém nos desse um significativo sinal. Voltamos então ao interior do buraco de onde saíramos e aí fomos à procura de algum tipo de ajuda.

 

Encontramos apenas um pequeno mapa em evidente mau estado (e que parecia ter sido para ali atirado apressadamente e sem cuidado), juntamente com uma (mais bem conservada) caneta e o que parecia ser um conjunto de agrafos. E com estes três artefactos teríamos que decidir os passos seguintes. Abrimos com muito cuidado o já muito deteriorado mapa, estendemo-lo sobre a única mesa existente e tentamos fixa-lo nas suas extremidades: as nossas três lanternas e a bússola que possuíamos serviram muito bem para o efeito pretendido. O que observávamos era uma carta da zona do barlavento algarvio: tinha como fronteira uma linha vertical que passava muito perto de Albufeira, estendendo-se até ao promontório de Sagres. Nessa carta representava-se a topografia de toda esta região do Algarve, além da representação de algumas estruturas subterrâneas que provavelmente seriam túneis. Que pelo traçado e profundidade tanto poderiam ser de origem natural (antigos canais vulcânicos) como até de origem artificial (como já tínhamos constatado na nossa aventura). Com a ajuda da caneta ainda tentamos registar alguns dos pontos da carta que julgávamos mais interessantes para guardar, mas a mesma não escrevia. O que era um pouco estranho para nós, pois até que a caneta parecia mesmo nova. E já agora para que raio serviriam os agrafos? Acabamos por tentar fixar mentalmente alguns dos locais situados mais próximos de nós e que julgávamos importantes para podermos continuar pelo menos provisoriamente com a nossa viagem e voltamos a sair para o exterior. Por desconfiança na compreensão do verdadeiro papel a desempenhar por estes dois objectos, no contexto não completamente normal onde actualmente nos encontrávamos, decidimos levar connosco a caneta e os agrafos. O que como veríamos seria uma decisão por nós assumida talvez que acidentalmente (apesar do acaso poder estar intimamente ligado à necessidade), mas que se revelaria extremamente importante poucos minutos depois.

 

Sem sabermos muito bem que decisão tomar, optamos inicialmente por atravessar a encosta onde nos encontrávamos, em direcção a zonas mais a ocidente. Se entretanto lhes surgisse algum contratempo, logo decidiriam como o contornar. Quando caminhávamos pela encosta tentando cortar caminho entre árvores e alguma vegetação rasteira um pouco mais densa, uma criança viu-nos e com um grito bem audível chamou a atenção dos seus familiares aí presentes. Assustados com o grito emitido pela jovem apareceram logo dois elementos adultos, que face aos gestos da criança logo se puseram a olhar um pouco alarmados na nossa direcção. Mas quando nos viram e nos identificaram como elementos inofensivos, lá acalmaram a criança e ainda se riram e gesticularam para nós. A criança é que não ficou lá muito convencida e já com os familiares mais descansados e afastados começou a fazer-nos caretas e como nós respondemos então evoluiu e até nos atirou umas pedras. Peguei no que estava no bolso e em tons de ameaça simulei que iria responder ao ataque e atirar também umas coisas: aí a jovem assustou-se de verdade e aos gritos fugiu e foi ter com o seu grupo. Ainda nos rimos ao ouvirmos como que transportado pelo vento a resposta de alguém: “Bem feito, é para aprenderes”! Divertido e vencedor apertei as minhas armas entre os dedos e senti uma estranha (mas incomodativa) impressão: larguei logo o que tinha entre dedos. A caneta era uma agenda digital com um pequeno projector capaz de disponibilizar hologramas informativos; só entrava em funcionamento quando o circuito de alimentação era ligado; e para tal eram utilizados os diferentes agrafos, os quais fechariam um determinado circuito conforme a aplicação solicitada. E agora estava activa. Só faltava tirar dela o que necessitávamos. O que até foi fácil percebido o seu método de funcionamento: a caneta adaptava-se ao seu operador e era este através da sua capacidade cerebral de funcionamento que projectava virtualmente num ponto não existente do espaço (mas materializado como se fosse uma tela) as informações desejadas. Pensei no trajecto que deveria tomar de seguida e logo toda a descrição me apareceu instantaneamente, apontando agora para um novo local no interior da região do barlavento algarvio cercando a cidade de Lagos. Socorrendo-me da bússola tentei pelas coordenadas identificar visualmente o local e feito isso chamei os meus companheiros e partimos.

 

Dia 6
6.ª Etapa da Viagem
(Um Salto até Lagos a Caminho de Sagres)

 

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Era meia-noite, estávamos muito cansados e até tínhamos algumas bolhas nos pés. Ao abandonarmos a serra de Monchique, sabíamos de antemão que teríamos à nossa frente pelo menos uns bons 40km (ou mais) de caminhada dura e por vezes bastante suada, até atingirmos o nosso próximo destino no concelho de centro em Lagos. O que poderia significar nesta nova etapa da nossa aventura e tendo em atenção todo o cansaço por nós acumulado nestes últimos cinco dias, umas doze horas de viagem. Não foi por isso grande a nossa admiração quando ao fim de quase doze horas de caminhada, pouco mais tivéssemos percorrido do que metade dos quilómetros previstos: tínhamos chegado a uma das extremidades da albufeira da barragem de Odiáxere situada muito perto de Guena (na margem oposta). Estaríamos a uns seis quilómetros da barragem da Bravura e aí resolvemos pernoitar. Acendemos uma pequena fogueira e fizemos um chá de um limão que encontráramos pelo caminho. Enquanto esperávamos deleitamo-nos com uns quantos frutos de medronho apanhados na descida de Monchique, entrecortados por figos secos que trouxéramos nas nossas provisões. E um gole de medronho (que um de nós transportava num pequeno cantil pendurado no pescoço) apenas para recarregar.

 

A noite estava uma verdadeira maravilha. O céu estava límpido e cintilante, a Lua a crescer iluminava suavemente a escuridão nocturna do momento e os contornos da albufeira de Odiáxere, eram aos nossos olhos delineadas por uma linha virtual, contrastando fortemente com o brilho calmo daquelas águas. Verdadeiramente era um tipo de paraíso nocturno: naturalmente silencioso, com pontos de luz sobre a terra e outros a iluminarem o céu. Apenas na distante serra (de Monchique) com um pequeno grupo de nuvens. Enquanto observávamos a albufeira fomos contando as luzinhas: em redor das águas calmas e amenas da albufeira e aproveitando esta perfeita noite de Verão, alguns grupos de pessoas teriam vindo aproveitar esta oportunidade retemperadora (e a chegada do fim-de-semana) para conviverem e usufruírem da noite. Só dentro do nosso campo visual contamos perto de uma dezena. No céu só a Lua, um ou outro planeta e muitas estrelas. Um de nós vira uma estrela cadente. E também se ouvia o ruído (da vida) da noite, algumas ondinhas a bater e o som de uma ou outra ave. Nada mais. E então vimos uma luz vinda de sul a atravessar a albufeira longitudinalmente e em menos de cinco segundos desaparecendo. Mas tudo tinha sempre uma simples explicação. Um pequeno clarão deu-se então atrás de nós. Viramo-nos de novo na direcção da serra (de onde viéramos) e apanhamos bem de frente a pequena onda de choque provocado pelo trovão: já quase em cima de nós um grupo de nuvens escuras com aparência bastante ameaçadora mostrava desde já a frente da muralha de água que dentro de segundos e com grande intensidade nos atingiria, levando-nos de imediato a fugir e a procurar abrigo junto do velho moinho de vento, já há muito tempo abandonado e onde pensáramos (se tal fosse necessário) dormir. De repente chovendo intensamente e sem qualquer momento de interrupção (durante quase dez minutos), deixando grandes parcelas de terrenos todos alagados e fazendo no final com que todas as luzes em torno da albufeira se apagassem. Provocando até uma descarga num posto de transformação e colocando tudo às escuras. Agora é que era de noite. Três horas da madrugada.

 

“Uma Senhora, vestida toda de branco, mais brilhante que o Sol, espargindo luz, mais clara e intensa que um copo de cristal, cheio d’água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente. Parámos surpreendidos pela aparição. Estávamos tão perto, que ficávamos dentro da luz que A cercava ou que Ela espargia, talvez a metro e meio de distância, mais ou menos.”

 

“Abriu pela primeira vez as mãos, comunicando-nos uma luz tão intensa, como que reflexo que delas expedia, que penetrando-nos no peito e no mais íntimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente que nos vemos no melhor dos espelhos.”

 

“Em seguida, começou-Se a elevar serenamente, subindo em direcção ao nascente, até desaparecer na imensidade da distância. A luz que A circundava ia como que abrindo um caminho no cerrado dos astros, motivo por que alguma vez dissemos que vimos abrir-se o Céu.”

 

“Os relâmpagos também não eram propriamente relâmpagos, mas sim o reflexo duma luz que se aproximava. Por vermos esta luz, é que dizíamos, às vezes, que víamos vir Nossa Senhora; mas, propriamente, Nossa Senhora só A distinguiamos nessa luz, quando já estava sobre a azinheira.”

 

(extractos: fatima.pt)

 

O espectáculo num âmbito aparentemente pirotécnico começou logo a seguir. Aquecêramos o chã e resolvêramos ficar mais um bocadinho a apreciar o cenário que envolvia a albufeira. A electricidade tinha sido reposta (como o demonstrava a iluminação da barragem da Bravura) e lá ao longe (uns pontinhos ali e outros acolá) a iluminação estava de regresso. À volta da albufeira é que já não havia sinais da presença e actividade de outras pessoas. A passagem das nuvens e a intensa precipitação tinha-as afugentado da zona, trazendo-as de regresso às suas terras e à protecção dos seus lares. Em torno da barragem deveríamos ser os únicos que por ali permaneciam, aproveitando ao máximo todas as sensações que esta linda noite nos propunha (apesar da anterior chuvada) e preparando-nos debaixo deste maravilhoso cenário para umas horinhas bem dormidas: já era muito tarde e se queríamos atingir o mais cedo possível a cidade de Lagos, não nos poderíamos esquecer que ainda teríamos pela frente (no mínimo) uma boa dúzia de quilómetros. E foi aí que diante dos nossos olhos o céu se começou a alterar.

 

Inicialmente assemelhava-se a um avião. Vinha de norte e movimentava-se lentamente. Repentinamente pareceu aumentar de velocidade, desceu nitidamente de altitude e pareceu apontar o seu rumo na nossa direcção. Ficamos um pouco assustados. Teria o avião algum problema? Estaríamos nós sugestionados por algo e imaginando casos onde nada se passava? Na verdade não ouvíamos qualquer ruído e até poderia ser outra coisa qualquer (um meteorito?). Mas a luz não se foi embora e rapidamente atingiu um ponto situado no lado oposto da albufeira. E surpreendentemente parou e aí pareceu ficar como que suspensa no ar e a aguardar (durante cinco minutos não vimos um único movimento nem sequer alterações sonoras ou luminosas). Nunca na vida tínhamos estado presentes num acontecimento deste tipo, enfrentando provavelmente um objecto voador desconhecido tripulado por seres vivos e inteligentes, de quem talvez ninguém conhecesse a sua existência. Fossem eles terrestres ou extraterrestres. Apesar de tudo o que víramos nestes últimos dias e do que tal testemunho poderia significar para todos (existência de outros seres vivos inteligentes e mais avançados tecnologicamente), ainda sentimos um arrepio percorrer a espinha, postos frente a frente com algo de desconhecido e inexplicável. O objecto mexeu-se um pouco mais emitindo então durante alguns segundos um jogo complexo de luzes: pelos vistos estariam a emitir sinais (entre eles) já que pouco tempo depois quase que uma dezena de outros pontos luminosos surgiram no céu dirigindo-se na nossa direcção. Assustados refugiamo-nos de novo no interior do moinho e do piso superior (ainda intacto apesar do tempo) ficamos a assistir. Oito objectos aparentando ter a mesma forma e dimensão estavam agora perfeitamente agrupados em volta do objecto que chegara em primeiro lugar: e sem mais começaram a alterar a sua cor numa sequência que parecia planeada e propositada.

 

Primeiro os objectos luminosos iniciaram um bailado sem objectivo visível e completamente caótico, que na mistura incrível de cores e projecções laterais que nos ia proporcionando, acabava por nos oferecer um espectáculo verdadeiramente fantástico, nunca visto e do outro mundo e que nos fazia sentir como se estivéssemos a assistir a um processo transformativo ainda indefinido e oscilando entre esse belo caos e um determinado tipo de fluidez organizativa (e dinâmica pela acção e movimento). Organizaram-se depois segundo um determinado esquema ainda incompreensível para nós e subitamente sentimo-nos como se estivéssemos a olhar para o interior de um caleidoscópio, como uma verdadeira criança não formatada e nunca tendo ocupado um determinado armário certificado e dito evolutivo: provavelmente a orientação destes objectos era um tema livre e aberto. E este bailado durou ainda uns largos minutos (ou horas?) deixando-nos como que hipnotizados e susceptíveis a teorias e práticas que nos esmagavam agora com esta realidade, como se fossemos vítimas presentes de uma avalanche (sentindo os seus efeitos no corpo) que antes consideraríamos idealística, irresponsável e infantil e sobretudo uma característica de utópicos ultrapassados e sem futuro. Quase que nos deixáramos levar mas não era esse o objectivo deles. Então espalharam-se de novo sobre a barragem e a partir de um foco central montaram uma projecção a múltiplas dimensões: visuais mas também com efeitos sonoros ainda mais impactantes, apesar de por nós não audíveis mas profundamente intrusivos e actuantes. E sobre uma tela fictícia mas real vimos a mensagem reconstruída e transportada pelas sondas Pioneer: no início dos anos setenta as sondas Pioneer 10 e 11 levavam consigo (impressa numa das suas placas) uma mensagem com figuras e símbolos utilizados pelos terrestres e destinada aos nossos possíveis colegas extraterrestres. Que pelos vistos de uma forma ou de outra a tinham recebido.

 

Fim da parte 3/4

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:49

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