Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

15
Jan 19

 

Com o Sol não só a assistir, como sobretudo (e umbilicalmente) a colaborar.

E em momentos de fraqueza (todos os seres tendo ciclos) com outros a aproveitar

– E em vez dos solares tendo aí os raios cósmicos.

 

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Na previsão das condições do Tempo no Espaço/Spaceweather

Tendo que estar sempre presente a ligação Sol/Terra

(imagem: nasa.gov)

 

Quando já muitos (de nós) e há demasiado tempo (há muitos anos) nos chamavam a atenção (observação e reflexão) para a progressiva e perigosa inclinação (longitudinal) que o Eixo Económico da Terra (aqui mais real do que virtual) nos ia apresentando e (como consequência bem visível) proporcionando – com esse Eixo deslocando-se do Império de Washington (EUA) para o Império de Pequim (China) nunca os mesmos poderiam deixar para trás (ninguém deixa para trás a Terra dos Sonhos) a possível relação que tal Evento (Civilizacional) poderia ter com um outro Evento (Geológico): com este último associado à deslocação do Eixo (Virtual) da Terra, ao geomagnetismo e até à atividade solar.

 

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Earth's magnetic north pole has been rapidly shifting

From Canada to Siberia in recent decades

(imagem: Getty/iStock/independent.co.uk)

 

E se a nível Económico-Financeiro (e olhando para tudo isto como um Europeu) se torna cada vez mais evidente essa movimentação ainda mais para Oriente dos focos principais de decisão e de poder Mundial (não só de dinheiro, como de mercadorias e de seres humanos) com os centros de maior interesse Global a deslocarem-se do continente Europeu para o continente Asiático e com a China a assumir a liderança da Ásia detendo imensas reservas de ouro (contrapondo o seu/ouro valor real, ao valor/papel simbólico do dólar) e criando o seu Banco Mundial (paralelo ao World Bank) – ter-se-á sempre que tratar como fator principal na luta pela nossa sobrevivência (da nossa e restantes espécies) conhecer-se o melhor possível (e antecipadamente) a qualidade do ambiente (ecossistema terrestre) onde estamos instalados (incluindo influências exteriores como as oriundas do Sol).

 

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Com o Sol – diminuído o nº de manchas visíveis – a caminho de mais um mínimo

Mais cedo do que se pensava neste 24º ciclo solar

(gráfico: stce.be)

 

“By about 2030-2040, the Sun will experience a new grand solar minimum. During the previous grand solar minima – i.e. the Spörer Minimum (ca 1440-1460), the Maunder Minimum (ca 1687-1703) and the Dalton Minimum (ca 1809-1821) – the climatic conditions deteriorated into Little Ice Age periods.”

(Nils-Axel Morner em Natural Science/researchgate.net)

 

Tendo-se para tal de falar de Geomagnetismo (tentando compreender a evolução das movimentações no núcleo da Terra – de grandes massas de ferro – influenciando caraterísticas do campo magnético terrestre como intensidade/deslocação) e (por existir intercâmbio) da influência Solar (ou em alternativa Cósmica). Num momento do Ciclo Solar em que a estrela de referência (o Sol) se encontra a atravessar um mínimo de atividade (à sua superfície), com poucas (por vezes nenhumas) manchas (solares) visíveis na sua coroa solar – e em que tendo que se relevar a relação estreita e bidirecional existente entre o Sol e a Terra (Umbilical) – muitos dos eventos que no presente decorrem (e se sucedem) e nos deixam extremamente atentos (por desconhecimento por vezes alarmados) relativamente à sua evolução (pelas repercussões que daí sairão) e influência direta no nosso Lar (a Terra) poderão ter como contribuinte o Sol e como objeto de aplicação a Terra, originando (entre outros fenómenos por todos observado e como tal aceites como o Aquecimento Global e as Alterações Climáticas) o movimento do Campo Magnético da Terra e a deslocação do Eixo da Terra, alterando não só o modelo magnético do nosso planeta como de orientação todos os sistemas (com o Polo Norte magnético a deslocar-se do Canadá em direção à Sibéria), utilizados pelas mais diversas aplicações (como por exemplo e para o cidadão comum nos smartphones).

 

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Trajeto da deslocação do Polo-Norte magnético

Na sua viagem do Canadá para a Sibéria

(imagem: World Data Center for Geomagnetism/Kyoto University/nature.com)

 

Segundo os geólogos (não entendendo ainda muito bem o mecanismo do fenómeno em curso) com o Campo Magnético da Terra a movimentar-se do Canadá em direção à Sibéria (russa), segundo entendimento dos mesmos com tal (fenómeno geológico) a ser motivado por um intenso fluxo de ferro líquido sendo fortemente impulsionado e circulando no interior do núcleo do nosso planeta. Afetando naturalmente as caraterísticas do Campo Magnético da Terra, anteriormente enfraquecido (pela fraca atividade solar a caminho de um mínimo) e agora deslocado (da sua posição anterior por forças interiores terrestres) e assim talvez contribuindo para o seu atual enfraquecimento e para a nossa maior exposição a tudo o que de nocivo e mortal possa vir do Espaço exterior rodeando o nosso planeta – sabendo-se o papel protetor do Campo Magnético, para a preservação da Vida existente à superfície deste Mundo (o do Homem). No terceiro planeta mais distante do Sol – o único conhecido com Vida Inteligente – onde um dos seus polos e há muito tempo, permanece irrequieto. E ainda com a rotação da Terra a diminuir e os sismos e outros fenómenos geológicos (como as erupções e tsunamis) a aumentarem.

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:21

16
Nov 18

[E o Território e a População que se Lixem.]

 

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Minas de Carajás – Brasil

PIA 22861 – 19 Junho 2017

(Satélite: Terra – Instrumento: Astra)

 

Localizado no PARÁ (a sudeste do estado) paredes meias com os mundialmente conhecidos estados do MATO GROSSO (a sul) e do AMAZONAS (a oeste) – onde se localiza um dos poucos ecossistemas naturais tendo ainda algo a ver com o ECOSSSISTEMA ORIGINAL TERRESTRE, onde a VIDA e o HOMEM foram acolhidos e se desenvolveram – localiza-se a grande cordilheira da SERRA dos CARAJÁS, na qual se encontra implantado o Grande Projeto Mineiro do GRANDE CARAJÁS numa região considerada a nível de exploração mineral uma das mais ricas do planeta: estendendo-se por uma área representando cerca de 10% do território brasileiro – e nela se incluindo a maior reserva de FERRO do mundo (de alto teor) além da exploração de outros minérios como (entre outros) níquel, cobre e ouro – e sendo como é evidente fonte de cobiça de mineradores e de Grandes Empresas Internacionais de Mineração (como é o caso da VALE uma Multinacional Brasileira de Exploração de Minérios e uma das maiores do Mundo – operando em vários estados do Brasil como em todos os 5 Continentes).

 

Vale recebe (em 2012) o nada honroso ‘Óscar da Vergonha’ com 25 mil votos

(O Globo/27.10.2012)

 

“Mais de 88 mil pessoas participaram da votação, promovida pelo site Public Eye People's e patrocinada pelo Greenpeace, para eleger a pior empresa do ano. E os eleitores decidiram entregar o “Óscar da Vergonha” para a Vale: uma empresa “com longa trajetória caracterizada por condições de trabalho desumanas, violações de direitos humanos e destruição do meio ambiente” em diversas partes do mundo. E sendo acompanhada por empresas como a TEPCO (japonesa e responsável pela Central Nuclear de Fukushima) e como a sul-coreana SAMSUNG (produtora de componentes eletrónicos).” (globo.com)

 

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Minas da Serra de Carajás – Brasil

Imagem de Holli Riebeek – Wikipédia

(Satélite: EO-1 Instrumento: EO-1-ALI)

 

Agora (Novembro de 2018) eleito JAIR BOLSONARO como Presidente do BRASIL (o 5º maior país do mundo, o 6ª em população e o 8º no PIB) – autointitulando-se o TRUMP da AMÉRICA do SUL como contrapartida ao original da América do Norte (Donald Trump dos EUA o 4º maior do mundo, o 3º em população e o 2ª no PIB) – e sabendo-se tudo o que se sabe sobre o seu passado político e formação (vida, opiniões, ações) pessoal – entre outros pontos extremamente negativos (caraterizando-o), sendo um populista (de direita), apologista da utilização da tortura (tal com Trump), por diversas vezes tomando posições extremistas (e contrárias à generalidade da opinião pública brasileira) contra as minorias (como o movimento LGBT), além de apologista da ditadura e de atitudes/comportamentos racistas (levando-o no passado a várias condenações judiciais) – certamente com os residentes no estado de Pará e neste caso da SERRA dos CARAJÁS – ainda-por-cima tendo os paranaenses optado pelo outro candidato Fernando Haddad (Haddad/55% e Bolsonaro/45%) nas Presidenciais deste ano – a terem de recear o pior (para o seu estado) dadas as ideias transmitidas pelas afirmações de Bolsonaro: relembrando o Movimento dos Sem-Terra no estado do PARÁ (terminando em 1996 com o Massacre de cerca de uma vintena desses manifestantes) com o atual Presidente a afirmar (perentória e claramente) que ”Quem deveria estar preso era o pessoal do MST”. Como se já não estivessem Mortos.

 

Carajas Mine, Brazil

(NASA/19.11.2018)

 

“The Carajas Mine is the largest open-pit iron ore mine in the world. It is located in the state of Para, northern Brazil. The mine is estimated to contain over 7 billion tons of iron ore, plus gold, manganese, bauxite, copper and nickel. Ore is loaded into rail cars, and shipped to the Atlantic port city of Sao Luis over 250 kilometers away. The image was acquired June 19, 2017, covers an area of 18 by 27 kilometers, and is located at 6.1 degrees south, 50.2 degrees west.” (photojournal.jpl.nasa.gov)

 

(imagens: earthobservatory.nasa.gov – photojournalnasa.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:03

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