Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

24
Out 14

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI
A Confusão entre Realidade e Ficção
(Problemas Constatados na Execução de Hologramas – Delírios)

 

"As figuras imaginárias têm mais relevo e verdade que as reais."
(Fernando Pessoa)

 

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Siding Spring em aproximação a Marte

 

A passagem do cometa Siding Spring nas proximidades do planeta Marte proporcionou aos seus residentes e ocasionais um espectáculo único e memorável na história das suas vidas: não é todos os dias que se pode ver um corpo celeste talvez com alguns milhões de anos de idade e vindo dos limites do nosso Sistema Solar (da região da Nuvem de Oort) a passar tão perto de nós (os marcianos), sem que não sintamos imediatamente um arrepio a percorrer-nos todo o corpo de cima a baixo, numa constatação obvia e apoiada nos nossos órgãos dos sentidos (que nos propõe a imagem vinda do exterior, com o objectivo da mesma ser processada no cérebro como realidade e posteriormente projectada como holograma) de como somos tão pequenos num Universo tão grande.

 

Nas suas bases instaladas sob a superfície do planeta vermelho – não só para se protegerem da agressividade ambiental que se registava no exterior, mas também para manterem o secretismo sobre a sua presença nesse corpo celeste (situado tão próximo da do único astro com vida inteligente e organizada à sua superfície, a Terra) – a excitação entre todos os seus elementos foi crescendo à medida que o cometa se aproximava, comportando a observação da passagem do cometa três fases fundamentais: o momento em que este se encontrava na sua trajectória mais perto da superfície de Marte (1.ª fase), o momento que se seguiria e durante o qual a cauda do cometa afectaria a atmosfera/superfície do planeta (2.ª fase) e finalmente o momento do seu periélio – assinalado no ponto da sua órbita mais perto do Sol (3ª fase).

 

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Explosão na atmosfera/superfície de Marte (1)

 

Os cientistas marcianos tinham projectado (após diversas simulações de possíveis cenários aplicáveis a esta transformação a acontecer/evoluir numa determinada zona do espaço) como consequência imediata da passagem tão próxima deste cometa, duas realidades importantes: sendo a causa o cometa e o ponto de conflitualidade o planeta (por ocupar um espaço próximo aquando da seu movimento) era certo que tal evento iria inevitavelmente provocar uma explosão (1) e que os efeitos da mesma não seriam tão intensas (2).

 

Isto porque:
(1) As suas atmosferas iriam colidir (o que realmente ocorreu);
(2) O tamanho do cometa seria metade do inicialmente previsto pelos terrestres (o que se confirmou).

 

Uma outra informação seguindo em anexo mencionava que aproveitando a passagem deste corpo celeste em movimento, os marcianos tinham lançado mais um VIG (veículo de impulso gravitacional) em direcção à Terra, o qual utilizando o impulso da força gravitacional exercida pelo cometa e a sua velocidade, chegaria ao planeta nos próximos dias.

 

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Pegadas de origem alienígena sobre a superfície de Marte (3)

 

Mas como acontece com qualquer um e em qualquer lado, a curiosidade em ver o acontecimento no local e apreender o seu significado utilizando unicamente os nossos órgãos dos sentidos (agregando num todo um mundo de percepções e de sensações), é sempre mais forte do que todas as regras e normas que artificialmente nos impõe: deslocando-se a partir dum entreposto situado num dos planaltos da conhecida região marciana de Cydonia (onde se situa a famosa Face de Marte), um habitante do planeta não resistiu à tentação proporcionada por esta oportunidade única e extraordinária e decidiu de uma forma inopinada sair da protecção do seu habitáculo, conseguindo assim atingir a superfície exterior e olhar no local o inolvidável evento. Só que, devido à intensa actividade electromagnética que se registou na atmosfera e na superfície marciana (provocada pela passagem de todo o corpo constituinte do cometa Siding Spring), as condições atmosféricas em Marte tornaram-se de tal maneira violentas e perigosas, que este marciano aqui em evidência teve que se retirar rapidamente para o seu abrigo subterrâneo, vendo-se desse modo impedido de apagar os vestígios (evidentes) da recente sua passagem. Imperdoável – como o confirma a foto irrefutável apresentada aqui como prova (3) e agora disponibilizada pela ESA (Agência Espacial Europeia) a todos os habitantes da Terra.

 

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Região de Cydonia – Um local de Mistérios e de Contradições

 

Como sempre com os adeptos da conspiração a tirarem conclusões completamente diferentes e inacreditáveis, afirmando neste caso e de uma forma quase anedótica que o rasto deixado na superfície marciana teria origem num simples calhau e na sua deslocação lenta e gradual sobre o solo do planeta: uma insistência na valorização da matéria-prima (o objecto visto como receita) face à desvalorização dos seres vivos (o sujeito visto como despesa). Desinteressante para um simples e utópico marciano, já que “nunca tendo observado um calhau a andar, já vira muitos outros com pernas”.

 

Entretanto tivemos conhecimento de que os marcianos lançados a partir de Marte em direcção ao planeta Terra (aquando da passagem de Siding Spring e a bordo do Veículo de Impulso Gravitacional) chegarão ao seu destino previsto durante o periélio do cometa. Pouco tempo depois serão transportados para uma outra nave de maiores dimensões – o cargueiro espacial de longo curso Titã (propriedade da Transportadora Inter-galáctica Tesla) a partir da qual darão um salto técnico entre referenciais, sendo colocados instantaneamente noutro ponto do espaço então estabilizado, torcido e coincidente (para a eficaz concretização do objectivo pretendido). Transposto o referencial de Espaço Zero a ligação será interrompida e a nova realidade (sob a forma de mais um holograma) recriada (de novo).

 

Do Outro Lado talvez encontrem Deus. É que deste lado e subaproveitando as ilimitadas capacidades do nosso cérebro, mesmo estando Ele diante de nós, até hoje nunca O conseguimos percepcionar (talvez senti-lo, apesar dos sintomas também serem desconhecidos para nós): preferimos ser vampiros físicos (e efectivamente estarmos mortos) a funcionarmos em plenitude mental (e assim nos podermos considerar cerebralmente vivos, sem recorrer a qualquer forma ou modalidade de lobotomia). Daí todas as histórias contadas até à exaustão, sempre à volta da (verdadeira) imagem reflectida no Espelho: até com Máscaras e Carnaval!

 

(imagens – NASA/BPEarthWatch/ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:00

13
Jun 12

E não daqueles que amando a sua profissão, receberam uma simples, cínica e provocadora guia de marcha, como se fossemos um velho inútil atirado para o esquecimento, apenas porque não quer morrer e dar o lugar a outro velho estagiário. E isto tudo provocado por interesses mesquinhos de uma minoria eleita, refugiada no seu luxuoso covil de crise:

 

- Estes Grandes Vigaristas, Filhos das Novas Mães!

 

      

O Último Sem-Vergonha Responsável pela implosão e destruição do país onde nasceu, em troca de uma boa maquia, orgia ou aventurança

 

“Estes tipos da educação devem-se ter inspirado nas grandes áreas comerciais e nas virtudes de exploração destes grandes espaços e resolveram generalizar para toda a nossa sociedade a ideia de que o que é grande é bom – e eu que sempre ouvi dizer que mulher boa é pequenina e que os homens não se medem aos palmos.”

 

      

Este é o resultado final da ação de todos os Sem-Vergonha que passaram pela Educação e Cultura deste país, unicamente preocupados com o culto da sua personalidade, com a manutenção dos seus benefícios e com a subserviência assegurada dos ameaçados de inatividade, tudo isto servindo unicamente e heroicamente a Causa Pública

 

Antes do Último Cliente que se seguiu no friso cronológico ao Antepenúltimo Cliente – que já tinha enchido bem a sua linda e bela mulinha, ao serviço da nova tasca da Causa Pública – já o Penúltimo Cliente dessa cronologia tinha feito asneira e da grossa, de uma maneira consciente e deliberada. Já nem me quero sequer lembrar do nome do Penúltimo oportunista agora desaparecido, mas de certeza atualmente bem empregado, pois se o fizer o meu nojo chegará a um extremo tal, que vomitarei sobre todos aqueles que transformaram a escola numa empresa e substituíram o objetivo da necessidade da educação, pelo objetivo da necessidade de emprego – transformando este Ministério de Monstros num símbolo vergonhoso e ignóbil da entrega dos nossos filhos nas mãos de todos os Morins deste país, que enriqueceram roubando o dinheiro de uns e apropriando-se da cultura de outros.

 

    

Da geração do saber ler, escrever, falar, contar e respeitar, passando pela geração da máquina de calcular, hesitando como um pêndulo louco entre o mandar e o obedecer e chegando à geração acrítica atual, em que qualquer alternativa à interpretação das ações do estado, pode-se transformar rapidamente e por delegação fictícia de poder num subordinado alienado, num ataque pessoal só resolúvel à bomba ou à pancada

 

Os Morins deste país metem todo o dinheiro que vêm ao bolso, porque é deles por natureza e por necessidade de investimento, pondo-o a render “cá fora ou lá dentro”, conforme a estratégia adotada e a maior ou menor subserviência dos políticos da altura, sempre na sua luta heroica e de sobrevivência, na ânsia de poderem garantir todas as suas reformas, pensões e outras ajudas futuras, para si e para os seus. Desta forma surgem estas figuras deformadas, facilmente manipuláveis e pior do que tudo isso, nulas de conteúdo – mas infortunadamente para nós, convencidas de que são mesmo boas, por publicação do seu nome e cargo em Diário da República – como o são a Lurdes das Letras e o Nuno das Matemáticas: a Lurdes acreditava numa mistura explosiva entre a teoria da Terra Queimada e o exemplo da reforma no Chile ainda de Pinochet, mesmo depois de morto; o Nuno tinha como sonho, se alguma vez chegasse a ministro – como vêm já tinha ambições políticas e estava a preparar com antecipação científica a sua promissora vidinha – implodir o seu Ministério e construir aí uma nova casa como Ele, como se a culpa da situação criada fosse do edifício e não dos seus falsos (por incompetência) dirigentes.

 

     

Isto é o que irá restar da Escola Pública Portuguesa – e da outra, que não sobreviverá sem esta – se o atual Ministro levar avante a sua ideia de implodir o seu Ministério, deixando no entanto e para trás os cadáveres e zombies como ele, que continuarão a sugar todas as capacidades e disponibilidades de um Estado soberano e organizado, que deveria servir o povo que lhe dá forma e conteúdo e não os ditos Iluminados, escolhidos dedo a dedo, somente para proteção de algumas mãos

 

E não é por cheirar mal num local indicado para se fazerem as refeições, que o português se queixará e deixará de comer aí com sabor e alegria, mesmo que um dia repare espantado que para comer já só lhe restam os dejetos dos outros, já que o dejeto do próprio é pobre e limitado e utilizado na agricultura, por falta de dinheiro para comprar adubos. As Lurdes e os Nunos lá continuarão a enfiar o canudo brilhante no seu ânus sentado e anorético, com as suas hemorroides abrindo-se e espalhando-se pelas maltratadas cadeiras da educação, transformando-se em meras mulas ou correios de droga e descarregando as suas imbecilidades criminosas em mega estações de serviço, sob a forma de bolotas que eles como porcos tanto apreciam: mas nem sempre se verifica “O Triunfo dos Porcos”!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:02

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