Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

19
Mai 20

Digam o que disserem eles ou os seus papagaios e afins, com as maiores referências de quem nos representa e efetivamente nos dirige (negando-o repetidamente, mas na ação confirmando-o) a serem simbolizados (pela supremacia racista desta Economia) pelos EUA, pela GB e pelo Brasil: com os seus mais de 93.000/35.000/17.000 (mais de 145.000) mortos. Não chegando obviamente negar.

 

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E dos nossos Iluminados restando na nossa memória

(entre outros mais sonantes saídos da 1ª fase)

o planalto, a mola, o sombrero

 

Regressados à normalidade (apesar de para nos intrujarem, o negarem mais que três vezes) e tal como nos tempos da crise de Passos ─ onde existiu igualmente confinamento, mas mais por problemas económicos ─ com os nossos “Gurus do Momento” (Marcelo, Costa, Centeno e demais associados) mais interessados na Economia do que propriamente na nossa Saúde (não só física como mental), no meio desta enorme confusão como o de vai trabalhar/evita transportes públicos, separa jovens e idosos de dia/junta-os de novo à noite ou ainda e como conclusão (e indiscutível apoio à ideologia, não só de Trump), morre de doença/ou morre de fome, eis que no meio da rotação deste quotidiano diário (normal, monótono e reciclado) tão bem representado pelos nossos dirigentes e governantes ─ com os seus almoços e jantares de relaxe, como com as suas contendas e birras de posse e restantes momentos miseráveis ─ tudo parece começar a encaixar-se mantendo o destino anteriormente traçado: tal como com Passos (e Gaspar) agora com Costa (e Centeno) ─ antes com o “irrevogável” agora com o “repugnante” ─ recebendo a esmola e calando, entregando o dinheiro aos bancos, deixando-nos de barriga vazia e promovendo pelo meio alguns (estorvos) deles, adiando e prosseguindo enquanto o resto (de Portugal) se afunda. E passado os aplausos a alguns, voltando-se de novo à Economia, mais rigorosamente à Entidade simbolizada pelo Déficit (todos podendo dever, exceto e sempre nós) ─ a alternativa sempre escolhida apenas por não o ser, mas salvaguardando com contas e números, por coincidência sempre os mesmos (querendo imitar os norte-americanos, mas infelizmente sem impressoras): com o Sul sem dinheiro e o Norte cheio dele e vendo Emmanuel Macron a bailar (ainda para a mesma mulher) fazendo lembrar Sarkosy.

 

(imagem: worldomters.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:06

Is day care safe during the coronavirus pandemic?

(Cassidy Alexander/Daytona Beach News-Journal)

 

“We don’t know.

There is no scientific answer to that question

until we have more time under our belts.”

(Dr. Danette Glassy/usatoday.com)

 

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Regresso dos adultos ao trabalho e das crianças às creches

(face às muitas dúvidas sobre o comportamento do vírus,

colocando aos pais um problema dos riscos para a saúde de todos)

 

Talvez pelo distanciamento (deliberado) dos média dos temas que mais nos interessam (ao público em geral), tornando-nos cada vez mais permeáveis a intrusões ─ a manipulações (por mutações induzidas no sistema)  ─ e como consequência a progressivas e debilitantes contaminações mentais, as notícias envolvendo este fim-de-semana simultaneamente a Terra e o Espaço, limitaram-se a temas deveras desinteressantes pouco contribuindo para o nosso conhecimento, preservação e felicidade: não nos entusiasmando a um regresso (ao agora denominado antigo ou novo normal) não vendo qual o interesse nas mesmas (notícias destinadas exclusiva e financeiramente a poucos interessados) e até questionando-nos se não em nosso prejuízo contribuindo para a continuação da destruição deste Mundo ─ depois da 1ª vaga e como que colaborando para o seu ressurgimento (do vírus SARS-CoV-2 e da doença Covid-19) por exemplo poluindo-o (psíquica e fisicamente, “cabeça, tronco e membros).

 

E olhando para os títulos publicados e procurando algo de surpreendente, caindo na US SPACE FORCE, ainda nos satélites STARLINK e finalmente como complemento (curiosamente tendo origem na mesma empresa) no regresso dos EUA e da NASA aos seus próprios foguetões (não russos, mas norte-americanos e privados) agora da SPACE X (do multimilionário Elon Musk): o mesmo rico e (como tal) potencial presidente igualmente dono da TESLA, mandando “foder” os políticos (estando a favor do confinamento) e ainda em plena pandemia (território com maior número de vítimas mortais) mandando os seus funcionários trabalhar, podendo estes assim “morrer da doença mas nunca morrer de fome”. Só possível de suceder num país como os EUA, autoproclamando-se como a maior potência global (militar) ─ cada vez o sendo menos, a nível Económico-Financeiro ─ também “sendo uma referência para o que de pior, existe no Terceiro Mundo”: com os seus cidadãos sem direitos (saúde, educação, emprego, habitação, etc.) apenas e unicamente com deveres (de mera sobrevivência) e como consequência (e prova) estando hoje (Era Covid-19) nos mais de 30 milhões de desempregados.

 

CNN announced Wednesday that teen climate activist Greta Thunberg

is in the lineup for a Thursday town hall on the coronavirus.

(with former acting Centers for Disease Control and Prevention director Richard Besser

and former Department of Health and Human Services secretary Kathleen Sebelius)

(Lindsey Ellefson/The Wrap)

 

“What place does Greta Thunberg have in this town hall?”

(Yashar Ali/The Wrap)

 

Screenshot_2020-05-19 CNN guilty of 'insanity' ove

Debate na CNN entre especialistas Covid-19

(questionando-se face aos presentes,

as qualificações da jovem ativista ecológica Greta Thunberg)

 

E ainda mal refeitos da Pandemia ainda ativa e em curso (sem se saber ainda como se combater o vírus e se o mesmo volta ou não), com  a Crise Social e Económica já bem presente e podendo a qualquer momento explodir ─ continuando os nossos governantes a encarar esta crise (de Saúde e Económica) como a de 2008/10 (apenas Económica), fintando-nos e tentando-nos convencer desta nova normalidade como se não fosse (para eles) a mesma (desejando estes manter para sua proteção e dos seus direitos adquiridos, o status quo) ─ voltando-se aos mesmos trilhos de dependência do costume, ignorando-se deliberadamente e apesar de brutais os factos e respetivas consequências (paralisando e colocando o Mundo à beira do abismo) e deixando-nos instrumentalizar e manipular de novo pelos mesmos predadores de sempre e como parasitas que são, autonomeando-se como nossos companheiros de viagem.

 

Enquanto na Bélgica os profissionais da Saúde viram as costas ao seu 1º ministro (Sophie Wilmès) por falta de empenho do mesmo na luta contra a pandemia Covid-19 (mais de 9.000 mortos) ─ por persistência nos cortes orçamentais  e salariais e na falta de pessoal, num país recordista global em mortes/milhares de habitantes (com a obrigação de uso de máscaras, entre outros, dependendo do número da casa) ─ no mesmo país com um gato e o seu dono a serem perseguidos até às ultimas consequências, mesmo com o gato cumprindo todas as regras (de saúde)  pré-estabelecidas (como vacinas), apenas por ser originário do Peru (também a braços com a pandemia e registando mais de 2.700 mortos): com agentes governamentais a quererem matar o gato (tal como um imigrante “trabalhando” num café de gatos na Bélgica), enquanto isso aplicando à dona uma multa de 5.000 euros/diário.

 

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Gato adotado no Peru e proposto para eutanásia na Bélgica

(apesar de vacinado, com saúde e “trabalhando” num café,

mas sendo de nacionalidade peruana)

 

E colocados entre a espada (norte-americana) e a parede (russos, chineses, mouros, orientais) escolhendo-se por supostamente dinâmica, a espada ─ quando infelizmente o centro do Mundo já não está em Washington (muito menos nas suas filiais europeias) mas do lado do Eixo do Mal (queira-se ou não com o centro em Pequim), ou não tivesse o Ocidente como facilitador dos mais poderosos e para a grande maioria (dos 7,6 biliões) sendo ineficazes/improdutivos (não para esses, extremamente lucrativos) delegado tudo no “Outro Lado do Mundo”.

 

(imagens: timesonline.com ─  msn.com ─ peru21.pe)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:37

16
Mai 20

Desempregados e com fome com o povo a preferir em vez de agonizar,

morrer a trabalhar:

e não será colocando lá manequins, que nos conseguirão enganar.

 

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63º dia seguido

duma hipótese de extermínio

(apontando ideologicamente Trump e religiosamente seguindo-o)

 

Com o Mundo dominado por um vírus mortal sem que os seus especialistas nada consigam fazer para o travar ─ demonstrando bem para todos aqueles que ainda acreditavam no Sistema (tal como se fosse uma Igreja, uma Religião) que este está feito e programado apenas para a salvaguarda de alguns, para tal servindo-se de todos os outros como “muralha de proteção” previamente defendidos pelos seus fieis certificados (no passado disponibilizando-lhes armas, no presente atribuindo-lhes “canudos”) ─ depois da fase de confinamento onde fechados em casa se foi assistindo à morte física e ao abandono de pessoas (muitos deles nossos familiares) e simultaneamente ao definhamento mental de muitos outros de nós (fechados em casa, desempregados, com dívidas, sem comida e sem perspetivas de futuro), sem nada de facto se ter alterado a não ser a diminuição provisória do número de mortes locais registando-se estas agora noutras partes ali mesmo ao lado mas um pouco mais afastadas ─ afetando agora os mais desprotegidos dessa parte do Mundo (o Hemisfério Sul, África/América do Sul, depois de já ter feito o mesmo nesta outra parte do mesmo, atingindo cá como lá e como sempre os mais pobres (o dito mais rico e desenvolvido Hemisfério Norte)

 

“Porque será que aceitamos sempre o regresso deste quotidiano de merda,

em que nem sequer somos protagonistas (a merda escolhida)

nem mesmo ao nível das moscas (aqueles tendo brevet).”

 

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E desde já,

despromovendo-nos por substituição

(e colocando lá manequins)

 

Seguindo-se agora a fase dita de desconfinamento (mas nem tanto, como o termo significa) deixando-nos sair de casa apenas para ver, olhar ou então fugir e regressar, ou então para nos sacrificar mais uma vez no altar: dizendo sim, dizendo não e nunca deixando de lado o talvez, sem emprego para oferecer, nem dinheiro para comer e pouco se importando eles (o Governo, as autoridades e todos os demais encostados) com os mais jovens de nós (dos idosos estamos falados), pressionando-nos a trabalhar em nome da Economia de alguns vindos todos nós de uma doença ainda em curso e não estabilizada e como (mesmo sendo políticos, não médicos) se já tivéssemos curados. Mostrando-nos como apesar de tudo e de todo o mal vomitado, sendo eles todos e firmemente ─ os nossos líderes ─ visceralmente TRUMPISTAS. E depois da crise sanitária vindo aí a económica, momento em que as máscaras cairão e eles se revelarão ─ mandando os pais para as fábricas, os filhos para as escolas e as ajudas às urtigas, isto se não quisermos uma WW3: sem emprego, sem comer e com uma nova vaga a aparecer. O Mundo esse continuando o normal, com os mesmos a sofrer talvez para finalmente (com um extermínio coletivo) desaparecer: vítimas como as da Atouguia existindo muitas (escondidas, desconhecidas) e assassinos (ou capachos, algozes, carrascos) infelizmente muitos mais (basta vê-los no poder ou então exibindo-se esperando ser chamados bem expostos na TV).

 

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De repente como se estivéssemos inseridos

numa cápsula do tempo

(sem presente e sem futuro)

 

[Desresponsabilização: “Ir trabalhar/ficar em casa, ir para a escola/não ir, frequentar espaços públicos/não frequentar, ir a supermercados/não ir a restaurantes, tirar os semáforos/coloca-los nas praias, matar idosos/impor um imposto aos ainda vivos, usar proteção/mexer sempre nela, morrer de covid/não morrer de cancro, fornicar/não fornicar masturbar, negar o contrário/impor o essencial, dizer mentiras/negar verdades, recusar a civilização/assumir a barbárie, lobotomizar a memória/riscar do mapa a cultura, não ver o caos e a ordem/promovendo a desordem, insultar Trump/impondo a sua ideologia, num mar imenso dum planeta caótico berço e sepultura de biliões e biliões de seres (miseráveis) lutando  por objetivos menores (se pensando nos irracionais) observados sem pormenor ─ apenas para sobreviver ─ num quotidiano tóxico e mortal por doentio e monótono, unicamente (o nosso governo/autoridades) nos apontando como direção irmos tal como eles e de preferência para a estrada (até por ser jovem, radical, ilegal) esticar o dedo e esperar por uma boleia: nesse dia com as garagens “deles e dos seus” a abrirem e a sermos mesmo na berma (danos não intencionais/colaterais) chacinados na estrada.”]

 

(imagens: Ruptly ─ news8000.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:28

08
Nov 19

Stabilising the global population is not a solution

to the climate emergency

– but we should do it anyway.

(07.11.2019/theconversation.com)

 

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C/ o aumento imparável dos 7,5 biliões de população atual e global

Ao tornar-nos excedentes a tentação de eliminar

 

E tudo partindo de um grupo de milhares de cientistas (aparentemente) preocupados com as Alterações Climáticas (e seu tão falado agravamento), propondo cinco ações imediatas e de emergência – segundo o artigo “The Conversation” com o último a ser algo controverso (fazendo-nos recordar cenários apocalíticos onde, face aos parcos recursos existentes, se assiste à redução drástica e obrigatória da população global):

 

(1º) Descarbonização (da Economia), (2º) despoluição, (3º) restauração (do Ecossistema), (4º) redução (do consumo de carne) e – a ação suscetível de várias interpretações e traduções, podendo ser mais ou menos extremas Estabilização da População Global”. Podendo-se para tal “tratar ou matar(rapidamente).

 

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Em menos de 30 anos c/ a população mundial a atingir os 10 biliões

Estabilizando lá para 2050 pelos 10 a 12 biliões

 

Entre outros pontos citados no mesmo artigo e partindo de dados do Programa Alimentar Mundial (WFP), com o referido programa a apontar para a existência de mais de 800 milhões de pessoas (num total ultrapassando os 7500 milhões) em “risco de morrer de fome (cerca de 10%) − colocando-se então a questão, nada se fazendo de eficaz, de como será daqui a uns anos (uns 30) quando a Terra estiver pelos 10.000 milhões (10 biliões de pessoas).

 

E para além disso nem sequer se podendo afirmar “ser a quantidade (demografia) a maior causa de todos os males”, ou seja, as regiões mais populosas (e mais pobres, com 50% poluindo 10%) – como do Degelo dos Polos e das Alterações Climáticas – quando são aqueles (os mais ricos) que declaram “melhor qualidade de vida tendo como seu único objetivo o bem da população (em geral) – 10% poluindo 50% (com CO₂) que mais contribuem para a nossa Carbonização:

 

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Com os Mais Ricos (10%) a poluírem quase 50%

E com os Mais Pobres (50%) a ficarem-se pelos 10% de poluição

 

Os autodenominados “Descarbonizados”, mas na realidade devendo ser declarados como, os “Calcinados”.

 

Assim se concluindo que: “While women’s education and universal access to family planning around the world would undoubtedly help stabilise population and bring major benefits, they are not a global solution to the problems of climate change. The roles of urbanisation, wealth distribution and consumption patterns are much more important to understand and control greenhouse gas emissions. We cannot use population as a way of blaming the world’s poor for the climate crisis (The Conversation). Ou seja e para já, no “não abate”.

 

[Theconversation.com/stabilising-the-global-population-is-not-a-solution-to-the-climate-emergency-but-we-should-do-it-anyway-126446]

 

(imagens: Volodymyr Goinyk/Shutterstock, United Nations, CC BY-SA e Oxfam em theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:26

25
Dez 10

Fome

 

A barriga está cheia de peru, recheio, batatas, arroz, farofa, bolo rainha, chocolate, torta e comida, tudo bem regado por tinto, champanhe, Vinho do Porto e bebida. Ainda estou à espera que me chamem, para uma douta opinião, sobre a crise e a pobreza em Portugal. Não escolho caminhos e sou modesto no trajecto – RTP, SIC, TVI, TV Cabo, tudo serve para angariar fundos, para a minha Passagem de Ano; e antes que faça a digestão e o respectivo comprovativo, inspiração é o que não me falta. Como patriota e português que sou, recuso o Whisky, aceito o bagaço ou então, o medronho. E dou uma esmola a quem me apoiar!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:29
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