Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Set 13


“O Homem não pode conhecer ou saber nada do Universo. Só conhece as suas próprias impressões ou ideias e as relações que estabelece entre elas por hábito”. (David Hume)

 

O que é uma pena (e lá estamos nós a falar de nós), mas que nunca nos poderá fazer parar de continuar a acreditar não ser este um limite inultrapassável – nem que para tal tenhamos a ajuda de Entidades Exteriores (a nós).


ISON – a caminho


Cometa ISON

 

Enquanto o cometa ISON mantém a sua trajectória de aproximação ao Sol estando actualmente a passar nas proximidades do planeta Marte, os astrónomos amadores começaram já a recolher as primeiras imagens deste astro que pela seu brilho, dimensão e proximidade à Terra, muitos consideraram antecipadamente como o “acontecimento astronómico do ano”: no entanto e dadas as características dos materiais constituintes deste cometa, muitos desses astrónomos acham que o cometa já se terá fragmentado na sua aproximação ao Sol – daí o seu menor brilho relativamente ao esperado – podendo mesmo desintegrar-se ainda mais ao realizar a sua volta em torno do mesmo, antes de se lançar definitivamente em direcção ao exterior do Sistema Solar e desaparecer para sempre. No entanto ainda existe a esperança do mesmo poder vir a ser visível à vista desarmada, à medida que se aproxima de nós.

 

LUA – a origem


A formação da LUA

 

Por sua vez a vizinha mais chegada da Terra e sua fiel companheira de viagem através das profundezas infinitas do cosmo – a Lua – poderá não ter sido originada como até hoje se pensava através da ocorrência dum fenómeno de grandes dimensões e extremamente violento – no qual e segundo os seguidores desta teoria a Terra nos seus primeiros anos de formação teria sido atingida por um astro de dimensões muito semelhantes à sua e viajando a grande velocidade (há mais de quatro biliões de anos e dando origem com esta colisão e fragmentação posterior, ao nascimento da Lua) – mas pelo simples rapto deste satélite natural ao seu vizinho planeta Vénus. A força exercida pela gravidade terrestre teria assim raptado a velha lua de Vénus, sendo esta posteriormente adoptada pela Terra e transformando-se no seu satélite natural.

 

HOMEM – a última barreira

 

Só a colonização de outros planetas nos salvará da extinção

 

Já agora porque não estabelecer uma outra teoria revolucionária, que em vez de se preocupar com a origem e o fim da Lua – com os nossos estigmas da vida e da morte sempre presentes – incida alternativamente, com profundidade e sem condicionantes, sobre a finalidade da sua existência?

O Universo é um Organismo Vivo constituído por um número incontável e para já indefinível de pequenas células – daí resultando a nossa periclitante definição de Finito/Infinito versus Morte/Vida – que partindo do caos se acabam por auto-organizar, constituindo novos conjuntos mais adaptados ao espaço que ocupam e que lhes foi exteriormente disponibilizado (pois o Infinito é constituído por vários Infinitos que se completam, recriando novas realidades concorrenciais ou paralelas), que por sua vez se reúnem e intersectam de novo e indefinidamente, criando novos conjuntos que podem ser de maiores ou menores dimensões: mesmo para a nossa percepção previamente condicionada pela prepotência exercida por regras e leis incompreensíveis para a Natureza e que apenas a pretendem usar e manipular, em nome de algo já inexistente no processo evolutivo – limitando a absorção total das nossas sensações vindas do exterior e do interior do nosso corpo – o Universo estende-se duma forma bem clara e visível para s nossos órgãos de sentidos por todas as dimensões reais e imaginárias que decidamos criar, desde o Infinitamente Pequeno (que vemos desde criança utilizando o microscópio) até ao Infinitamente Grande (que vemos mesmo à vista desarmada, quando olhamos para o Céu que nos rodeia).


O Universo Vivo – uma simples prova experimental

 

Utilizando toda esta lógica racional e constitutiva, porque não pensar que certos corpos celestes ou agrupamentos diferenciados destes, tenham como função proteger e manter em segurança partes desses organismos nucleares? Desse modo se compreenderia melhor a existência – do exterior para o interior da célula e protegendo a sua parte central e o seu núcleo – da Nuvem de Oort, de enormes planetas maioritariamente gasosos, da cintura de kuiper e mesmo da multidão de satélites naturais que muitos planetas do nosso Sistema Solar apresentam, que teriam como objectivo fundamental a protecção da Maternidade pelo menos numa das “casas em festa” do Sistema Solar. Considerando mesmo o rapto da Lua a Vénus como um “subsídio adicional e solidário de acompanhamento da maternidade” promovido por todo o Sistema e com a concordância absoluta do raptado, do seu anterior companheiro e do novo elemento do grupo a proteger, neste caso a Mãe-Terra.

 

(imagens – NASA/WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:59

Junho 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13

19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO