Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Mar 17

Ou Seja Sem Dinheiro, Não Há Bem Bom!

(só para os vivos porque os outros já estão mortos)

 

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Explosão num dos reatores da Central Nuclear de Fukushima

(na sequência do violento sismo seguido de tsunami ocorrido em 11 de Março de 2011)

 

“I think it’s one of the evil words of our day – fukko (reconstruction) – because it excuses everything that is going on: the forced returns, the use of workers in very questionable circumstances and work environments, what is done to children.” (Norma Field, Professor of Japanese Studies, University of Chicago – greenpeace.org)

 

Os próximos Jogos Olímpicos a realizarem-se dentro de três anos no Japão, terão a sua Aldeia Olímpica instalada na capital do país – Tóquio. Uma capital escolhida pelo Comité Olímpico Internacional em 7 de Setembro de 2013, superiorizando-se a outras candidaturas apresentadas por Baku (Azerbaijão), Doha (Catar), Istambul (Turquia) e Madrid (Espanha). Numa 1ªfase sendo postas de lado as capitais Baku e Doha e na decisão final com a maioria do comité a apoiar o candidato asiático (Japão) face às duas candidaturas europeias (Espanha e Turquia). Numa decisão tomada em Setembro de 2013 dois anos depois de um violento sismo acompanhado de tsunami ter atingido o Japão (Março de 2011).

 

Após seis anos sobre a data do sismo de M9.0 acompanhado de tsunami que destruiu parcialmente a central nuclear de Fukushima (11 de Março de 2011), enquanto a população aí residente e dai evacuada na altura se mostra reticente ao início do seu regresso (a casa), por outro lado as autoridades japonesas indicam que estão criadas as condições para tal concretização: tudo controlado.

 

Mencionando-se este último facto apenas para recordar que esse tsunami atingiu à sua passagem a central nuclear de Fukushima, ocasionando um desastre nuclear de grandes proporções e levando-nos logo a compará-lo com o ocorrido em Chernobyl: colocando-nos de imediato a pensar qual dos dois seria o mais grave ou se não seriam ambos uma catástrofe. Tanto no caso de Chernobyl como no de Fukushima com toda a área envolvendo as centrais a ter que ser evacuada, deixando localidades desertas, campos e indústria abandonados, vidas feridas e destruídas e sobretudo um silêncio total e um forte sentimento de medo e de abandono. E uma dúvida com toda a certeza existencial: como é que tal foi possível?

 

Com as autoridades governamentais japonesas – e delegada essa responsabilidade ao Ministério da Energia e à Companhia de Eletricidade de Tóquio (a central é em Fukushima mas quem usufrui maioritariamente dela é a capital) – a terem como primeira prioridade o embelezamento superficial e paisagístico da região não fossem os turistas fugirem e as Olimpíadas fracassarem: com os japoneses a serem apenas peças decorativas mas agora de uma peça dramática. Tratando-se deles depois mas agora mostrando-os instalados em casa e felizes.

 

Mas aqui o que mais nos toca e fere profundamente (relembre-se que os efeitos provocados pela radioatividade poderão alastrar por todo o território terrestre ou marítimo, ao serem transportados por ar, terra ou mar) é a indiferença que parece acompanhar este tema (o nuclear) em decisões tão importantes como esta tomada pelo COI. Mas quem os poderá responsabilizar?

 

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O estádio central e coração dos Jogos Olímpicos de Verão Tóquio 2020

(uma obra do arquiteto japonês Arata Isozaki fazendo lembrar uma tartaruga)

 

O incidente ocorrido na central nuclear de Fukushima (240Km de Tóquio), não só nos faz lembrar o incidente na central nuclear de Chernobil (há 31 anos) – na semelhança que os efeitos nocivos induzidos pela intensa radioatividade podem provocar numa grande área populacional – como simultaneamente por todo o cenário envolvente e modelo replicador (sismo, tsunami, explosão, fugas e contaminação atmosférica do solo e das águas), podendo ser de um nível de perigosidade ainda não muito bem calculado.

 

É que se não fizermos nada e entrarmos na onda da situação, poderemos um dia e ao virar da esquina não sermos prejudicados na nossa vida e saúde como o foram os ucranianos no caso de Chernobyl (com as autoridades a secundarizarem a segurança da população em volta com falhas graves na manutenção e prevenção),

 

Passados 6 anos sobre a explosão na central nuclear de Fukushima e com indicações de que o nível de radiações emitidas por um dos seus reatores (danificado) está num dos níveis mais elevados desde esse incidente, eis que incompreensivelmente, contra a opinião esmagadora da população e sem dados suficientes que apoiem tal decisão (nem todos os dados são revelados) são as autoridades responsáveis pela manutenção da saúde (dessa população) a aconselharem-nas ao seu regresso: até porque suspensa a evacuação e libertada a área quem não voltar perderá o subsídio (de habitação).

 

Mas ao sê-lo feito de uma forma mais democrática e ocidental (ou seja perversa e sem vergonha) escolhendo a melhor forma de os acalmar (e poupar dinheiro) obrigando apenas as vítimas a regressar (esquecer e morrer) – ao lugar para onde foram declaradamente atirados para a infelicidade e para o terror.

 

Para se compreender o que um desastre Natural poderá provocar numa estrutura Artificial criada pelo Homem, basta referir-se que no sismo seguido de tsunami que varreu a costa leste do Japão em 11 de Março de 2011 (fez sábado 6 anos) – atingindo também Fukushima – morreram dezenas de milhares de pessoas, desapareceram alguns milhares e fugiram mais de centena e meia de outros milhares (nem 1/4 tendo já regressado).

 

Ou seja de uma forma inacreditável e criminosa, com o Governo japonês (ainda-por-cima cada vez mais pressionado com a aproximação dos Jogos Olímpicos) de um modo natural, como se nada se tivesse passado e de modo a tranquilizar os anteriormente considerados como potenciais doentes (agora tratados como saudáveis), “a obrigar essas mesmas vítimas a regressarem aos seus lares sob avisos de penas pesadas”.

 

The massive disaster that struck the east coast of Japan on 11 March 2011 has been referred to as a “triple disaster” – earthquake, tsunami, and triple reactor core meltdowns. The tsunami and earthquake claimed tens of thousands of lives and devastated coastal communities. The Fukushima Daiichi nuclear disaster forced many more people from their homes, communities, and livelihoods and has prevented their return. (greenpeace.org)

 

Quando o defeito não estava nas presas, mas na qualidade do ambiente proporcionado pelos seus predadores – neste caso utilizando o nuclear para o benefício que não certamente o das populações: com os trabalhos em torno da Central Nuclear de Fukushima a prosseguirem, com as fugas de material radioativo para o oceano a continuarem, com todas as áreas em torno da central a serem afetadas, colocando tudo e todos em risco (devido à presença de elementos radioativos no solo, no ar e na água) e mesmo assim não recuando declarando o Japão e Tóquio Livres (de poluição) e dando as boas vindas às Olimpíadas. Do povo se tal for necessário se tratará a seguir).

 

(imagens: ines7.info e sbs.com.au)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:06

19
Out 14

Estava eu a pensar na rápida propagação registada em África do vírus hemorrágico (e mortal) EBOLA – e noutros vírus tão ou mais perigosos como o vírus de MARBURG (conhecido desde o ano de 1967 e com epicentro em Angola) – quando me lembrei de uma outra grande ameaça pairando sobre a cabeça de toda a Humanidade: tendo agora como epicentro a Central Nuclear de Fukushima e o acidente aí registado aquando do tsunami de 11 de Março de 2011 (já lá vão mais de três anos).

 

Enquanto o vírus EBOLA não era transmissível pelo ar (pelo menos é o que os especialistas têm afirmado até hoje), os efeitos para a saúde pública na sequência da libertação de radioactividade aquando das explosões registadas na central de Fukushima, poderiam ser muito mais perigosos e mortais: com o passar do tempo a radioactividade proveniente da central nuclear ir-se-ia espalhar (inevitavelmente) em todas as direcções, propagando-se tanto pelo oceano como pelo ar. É só aguardar.

 

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Efeitos da explosão dos reactores da central nuclear

 

A quantidade de césio-137 radioactivo libertada pela central nuclear de Fukushima, na sequência da destruição causada pelos sismo e tsunami de Março deste ano, é equivalente ao que seria emitido se explodissem 168 bombas atómicas iguais à que destruiu Hiroshima durante a II Guerra Mundial. (DN – 26.06.2011)

 

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Anos 2011 e 2012

 

As seis imagens aqui disponibilizadas a partir de um vídeo da responsabilidade da GEOMAR fazem parte de uma sequência representativa da diluição do elemento Cs-137 (um isótopo do césio) no oceano Pacífico, após o desastre nuclear de Fukushima. Um isótopo (radioactivo) extremamente perigoso por se espalhar com muita facilidade na Natureza (bastante solúvel na água).

 

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Anos 2013 e 2014

 

A GEOMAR (Centro de Pesquisa Oceânica Helmholtz) é uma das mais importantes instituições mundiais (localizada na Europa) no campo da pesquisa marinha. Situada na cidade de Kiel na Alemanha, a instituição dedica-se ao estudo das ligações (e interacções) entre os oceanos, os seus leitos e a atmosfera terrestre envolvente: como no caso ocorrido em Fukushima.

 

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Anos 2015 e 2021

 

Desde o ano de 2012 que os cientistas têm vindo a advertir as pessoas e as autoridades para o problema ambiental provocado pela explosão na central nuclear de Fukushima. Mas tal como já tem sucedido em muitos outros casos, ninguém pareceu dar-lhes muita importância. Como assim o mundo não tinha acabado com as duas bombas atómicas lançadas sobre o Japão, nem mesmo mais recentemente com a explosão dos reactores de Chernobyl. Nem mesmo o Governo do Japão se mostrou muito preocupado (então como agora) com a saúde dos seus cidadãos, escondendo irresponsavelmente os números de modo a evitar mais alarme. Mesmo na capital Tóquio (situada não muito longe de Fukushima) os valores detectados de radioactividade são já bastante elevados, afectando a qualidade do solo, da água e do ar.

 

Como se pode verificar após o visionamento da sequência de imagens aqui apresentadas – um modelo simulado da contaminação radioactiva do oceano Pacífico ao longo de dez anos (iniciada no ano de 2011 em Fukushima) – é fácil de concluir até onde poderão chegar as consequências dramáticas para o Ambiente e para o Homem deste brutal desastre ecológico: nunca nos poderemos esquecer do período de vida de substâncias radioactivas como o Césio-137 que se estendem por dezenas e dezenas de anos. E com os Estados Unidos da América nas proximidades, as imagens projectadas apenas confirmam os factos (presentes e futuros). Até porque já circulam informações (de medições fora dos limites aceitáveis) na costa oeste dos EUA.

 

Mas talvez ainda possamos comprar numa loja chinesa um fato à prova de bala (radioactiva).

 

(imagens – retiradas de infinitepower8.blog.fc2.com/obtidas a partir de geomar.de)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:04

23
Set 14

Passados três anos sobre a explosão na central nuclear de Fukushima é agora cada vez mais evidente a chegada “pelo ar e pelo mar” dos primeiros efeitos dos brutais níveis da radioactividade aí libertada.

 

Cada dia que passa é mais forte a certeza de que os efeitos provocados pela explosão na central nuclear japonesa de Fukushima – aquando do tsunami de 2011 – já chegaram aos Estados Unidos da América.

 

São Diego – 15.09.2014 – 588CPM – RADCON-4

(RadNet)

 

Como o confirmam os valores registados na costa ocidental dos Estados Unidos da América, numa estação localizada em São Diego (Califórnia): 588CPM. Relembre-se que para valores superiores a 300CPM (contagem/minuto) começam os procedimentos de evacuação.

 

No entanto as entidades governamentais norte-americanas ainda tentam manter (pelo menos até hoje) a sua postura de tranquilidade e de ignorância (assumida) sobre este assunto bastante delicado, tentando com esta atitude passiva manter a calma entre a sua população: especialmente aquela que já está a ser atingida, a da costa ocidental virada para o Japão.

 

(imagem – facebook.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:11

16
Fev 14

“Níveis de radiação nunca vistos – de césio 134 e de césio 137 – registados nas proximidades do Oceano Pacífico”

 

USS Reagan Sailors v. TEPCO Lawsuit Update w/Attny Charles Bonner

 

USS Reagan

 

USS Reagan sailors on deck trying to clean up radiation during Operation Tomadachi, their humanitarian aid mission to Fukushima immediately after the March 11.2011 earthquake and tsunami.  (Note the lack of protective gear)

 

(nuclearhotseat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:31

01
Fev 14

“É muito provável que em Março de 2011 se tenha assistido a uma explosão nuclear (não declarada) em território japonês, 66 anos depois das explosões (ocorridas) em Hiroshima e Nagasaki”

 

No dia 12 de Março de 2011 e na sequência do tsunami que varreu toda a zona litoral à volta da cidade de Fukushima, registaram-se duas violentas explosões em dois dos reactores da central nuclear de Okuma. Foram as duas consideradas como explosões “convencionais” e como tal, não sendo o seu contributo tido como muito ameaçador para o panorama geral dos níveis de radioactividade registadas – para o qual o quadro já apontava duma forma bastante evidente e alarmante: a contaminação das águas do mar era feita duma forma maciça e ininterrupta, com as áreas atingidas a aumentarem e a disseminarem-se por todo o oceano Pacífico. Existem já notícias da chegada por via marítima dessa contaminação radioactiva às costas do continente americano, para já não falar de toda a zona envolvendo o Japão e da mais que provável e simultânea transmissão aérea.

 

    

Explosões de Fukushima (2011) e de Hiroshima (1945)

 

No entanto e após análise mais detalhada das imagens do acontecimento verificou-se que as explosões nos dois reactores não tinham apresentado as mesmas características de intensidade, de grandeza e mesmo visual: enquanto num dos reactores a explosão estava mais de acordo com o afirmado pelos observadores – mais baixa e espalhando-se horizontalmente com uma tonalidade cinzento-claro – no outro reactor essa explosão tinha libertado muito mais energia e como tal sido muito mais violenta – elevando-se verticalmente a uma altura superior a pelo menos cinco vezes a altura do edifício e apresentando uma cor cinzenta mais escura. Tal e qual o cogumelo de Hiroshima, aquando da explosão da uma das duas bombas atómicas lançadas sobre território japonês, durante o período final da II Guerra Mundial. Como se pode confirmar pela observação das imagens anteriores.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:00

20
Jan 14

 

 

Depois do terramoto que atingiu o Japão em 11 de Março de 2011 (8.9 na escala de richter) e do tsunami que se lhe seguiu – atingindo e levando ao colapso da Central Nuclear de Fukushima – eis que finalmente chega a público o primeiro relatório oficial conhecido sob a contaminação até agora provocada nas águas do Pacífico.

 

E aí estão os primeiros efeitos radioactivos (registados e oficiais) provenientes da central japonesa de Fukushima – após o seu colapso aquando do tsunami ocorrido no ano de 2011 – a começarem a atingir a costa Pacífica da América do Norte (Estados Unidos da América e Canadá) depois de já terem atingido zonas litorais do Alasca (as ilhas Aleutas já em 2012) e a ilha de Vancouver (meio ano depois). A contaminação radioactiva terá também começado já a ser detectada perto da costa mexicana e da América Central. No entanto a controvérsia e o alarme já estão instalados depois da divulgação do último relatório da PICES proveniente do seu encontro anual (2013), realizado sob o patrocínio do governo do Canadá e pelo seu Departamento de Pescas e Oceanos.

 

 

Note-se que o relatório que actualmente deu início ao debate sobre a questão da contaminação ambiental procedente da central japonesa já é de Outubro de 2013, tendo sido apenas agora divulgado (três meses depois). É da responsabilidade técnica da Organização de Ciência Marinha do Norte do Pacífico (PICES), tendo como membros seis países: além dos EUA e do Canadá, Japão, China, Coreia do Sul e Rússia. No entanto as autoridades oficiais da América do Norte continuam deliberadamente a ignorar o problema, optando para já “por não alarmar a população”, mantendo-se em silêncio mesmo depois da divulgação do seu próprio relatório, dos níveis crescentes de radiação e das muitas denúncias já efectuadas.

 

Sabe-se agora que desde o colapso da central nuclear japonesa esta tem estado a verter no Oceano Pacífico uma média brutal de 300-400 toneladas de água altamente contaminada com material radioactivo por dia, com as correntes oceânicos a transportá-la em direcção ao litoral da América do Norte. Existe ainda a forte possibilidade (ou certeza) que a contaminação oceânica se estenderá posteriormente ao Pólo Norte e de seguida ao Oceano Atlântico, o mesmo que banha o litoral de Portugal. Para já não falar na contaminação provocada no mar envolvendo o Japão e nas consequências ambientais brutais na indústria pesqueira local.

 

 

Agora que este relatório oficial foi finalmente divulgado, espera-se que duma vez por todas os estados sob ameaça de contaminação (não serão todos?) tomem desde já medidas preventivas para defesa dos seus cidadãos, ao mesmo tempo que os que já estão sob ataque reconheçam a negligencia e passividade criminosa das suas autoridades e passem de imediato à acção – pelo menos avisando a sua população despreocupadamente desprotegida e resistindo por ignorância e indiferença cultural à gravidade extrema da situação. Se apenas acreditam no que dizem as autoridades oficiais responsáveis, lembrem-se de Masao Yoshida que muitos telespectadores devem ter visto nas redes de televisão de todo o mundo, como sendo um dos principais responsáveis pelo funcionamento da central nuclear de Fukushima à hora da tragédia: morreu recentemente aos 58 anos de idade com um cancro motivado pela sua excessiva exposição à radiação, enquanto lutava para minimizar os catastróficos efeitos ambientais provocados – ele que afirmara desde o início, que “não haveria perigo de contaminação”.

 

(imagens – turnerradionetwork.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:58

17
Mar 11

Imagem de Sendai antes do maior abalo sísmico da sua história

 

Nestas situações nunca se encontram responsáveis pela situação ocorrida, como se desde tempos imemoriais, as cidades estivessem situadas todas no litoral, com uma central nuclear às suas costas e sem nenhuma preocupação com os fenómenos naturais, como os terramotos e os tsunamis.

E onde estão agora os apologistas empresariais, patrióticos e responsáveis, que propuseram uma central nuclear para a zona de Lisboa? São nestes momentos que se aprecia o conhecimento destes intelectuais e cientistas de “tigela vazia” (que antes iam a uma mercearia e que nós apenas deixávamos fazer as contas), sobre a deslocação das ratazanas num barco, quando flutua e quando está prestes a ir ao fundo. É que elas, para nossa tristeza, sabem nadar!

Vejam!

Sismo move ilha principal do Japão 2,5 metros – eixo da Terra desloca-se 25 cm

 

Chegada do tsunami, alguns minutos após o sismo de grau 8,9 na escala de Ritcher

 

O sismo provocou uma onda de dez metros

 

Destruição após passagem de uma enorme onda de água, lama e destroços – as pessoas desapareceram!

 

Redemoinho provocada pela circulação de massas de água

 

A rotação da Terra acelerou 1.6 microsegundos um pouco mais do que tinha acelerado com o terramoto do Chile no final de Fevereiro do ano passado, que com uma magnitude de 8,8, provocou uma mudança de 8 centímetros no eixo da Terra.

 

Tudo faz lembrar um devastador bombardeamento nuclear

 

Nas primeiras 24 horas após o primeiro abalo no Japão, registaram-se mais de 160 réplicas, a maioria com magnitude superior a 5. O sismo provocou um tsunami, com uma onda de dez metros que atingiu a costa noroeste deixando um cenário devastador e mais de mil mortos.

 

Explosão de um reactor da central nuclear – veja-se a proximidade das habitações

 

O geofísico Shengzao Chen explicou que o terramoto de ontem no Japão ocorreu quando a crosta terrestre se rompeu numa área de cerca de 400 quilómetros de comprimento e de 160 de largura, e as placas tectónicas se moveram mais de 18 metros.

 

Fukushima nuclear plant

 

(Huffington Post – L.A. Times – N.G. – Público)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:57

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