Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

08
Set 19

ROOSTER KILLS WOMEN

A domestic rooster killed a 76-year-old woman

on her rural property in Australia.

The rooster pecked the woman,

twice puncturing her skin, and she died.

(David Pescovitz/boingboing.net/06-09-2019)

 

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Um Galo assassinou uma Velhinha

picando duas vezes

e deixando-a a esvair-se em sangue

 

Tal como com os especialistas em filmes de suspense, terror e espionagem (temas adorados pelos britânicos) trabalhando nos Média (locais, da Ilha) e em conformidade com as missões e objetivos (prioritários) dos Serviços Secretos Britânicos (por delegação norte-americana, tendo no presente os russos na mira) − ao serviço de sua Majestade a Rainha Isabel II do Reino Unido (93 anos de idade) e do atual residente do nº 10 de Downing Street Boris Johnson (55 anos de idade) – e já depois dos relatos da BALEIA-BRANCA e dos SALMÕES-ROSA envolvendo ações de espionagem da Confederação Russa ao serviço do ex-agente do KGB e atual presidente PUTIN (manipulando esses animais irracionais e posteriormente enviando-os − como aparelhos comandados à distância − em direção aos UK em ações furtivas, intrusivas e de sabotagem), surgindo agora noutro contexto mas ainda permanecendo com as duas partes − os Fazedores de Notícias e os seus Protagonistas − uma notícia tendo algo de comum com a dupla anteriormente referida (Baleia/Salmão) mas agora envolvendo um GALO-ASSASSINO.

 

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Por não usual

suscitando a publicação do caso no jornal

Forensic Science, Medicine and Pathology

 

Nos dois momentos − Baleia/Salmão e Galo − optando-se sempre pela exposição do Animal Irracional (o Acidente de Percurso), pondo-se sempre de lado “o sumo que deveria transmitir a informação (um facto indesmentível e revelador da Inversão, na função) a razão principal suportando e dando força à essência e existência (e importância) da Comunicação: e assim na divulgação da notícia e para nada se dizer – falando-se sem preconceitos dos russos (da baleia/do salmão) ou da abandono dos velhos à sua sorte (do galo) − desviando-se o olhar dos factos (da fonte primária)  e em vez de se relatar (percecionar, sentir, exteriorizar, partilhar), passando-se a traduzir (dispersar, perder) mas de uma fonte paralela (fonte secundária): para a concretização de um objetivo não se olhando a meios, sejam eles Animais ou então pobres Velhinhas – por um processo de Inversão e logo de uma Imagem (e invertendo a Realidade dando primazia ao supérfluo e aí matando pelo medo a nossa Imaginação). Deixando-nos levar por patranhas.

 

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The Rooster Man

Sugerindo-se a existência de algum elemento-extra de ligação

Entre o Homem e o Rooster

 

ROOSTER KILLS WOMEN

Unfortunately,

she had preexisting conditions

that caused her to bleed out very quickly.

(David Pescovitz/boingboing.net/06-09-2019)

 

[E assim se falando de anormalidades (imbecilidades) recorrendo a bestialidades (integrando diverso tipo de bestas, como “animais-de-carga”), em vez de percecionarmos e sentirmos a Realidade (retirada a Imaginação) e nos interiorizarmos dos problemas do nosso dia-a-dia (deste quotidiano repetitivo, monótono, miserável, de mera sobrevivência, falho de evolução) − resumindo-se “o tudo e o nada” a trabalhar, comer, dormir, reproduzir: um método para a decadência terminando na nossa extinção. Em alta em “Tempos de Trump(sejam Trumpistas a favor ou Anti-Trumpistas do contra, juntando-se anulando-se e levando-nos com eles para o Vazio).]

 

(imagens: boingboing.net – springer.com − ekonk.deviantart.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:32

17
Jan 12

“O disparate é uma das essências da vida”

 

 

O frango nasceu do ovo que o brilhante Colombo inventou – nós só pegamos na ideia e criamos os aviários do pensamento.

 

O mundo animal não respeita a democracia nem os padrões morais estabelecidos pela nossa sociedade – é comum ver-se um leão a atacar, a matar e a comer, alguns colegas seus do quotidiano da selva, sem ter a menor preocupação de verificar a consequência das suas acções, na família das suas vítimas e na respectiva estrutura social. Puro egoísmo psicótico!

 

A reunião estava marcada para o nascer do Sol, mas os maridos ainda não tinham chegado. Sem descanso devido às suas lides domésticas e com a responsabilidade de tomarem conta dos filhos, as mulheres lá iam trocando algumas palavras de circunstância, enquanto os filhos reguilas, iam saltando rapidamente, da casca da sua mãe. O tempo estava bonito, sentia-se uma aragem agradável no corpo e abrigado num canto da muralha, o calorzinho infiltrava-se pelas penas, queimando as maleitas provocadas pelo frio da noite anterior.

 

Nada fazia prever tal atraso na comparência dos maridos, apesar da ordem de trabalhos previamente estabelecida pelas mulheres, poder trazer algumas mudanças e incómodos, no seu futuro dia a dia e nas suas novas tarefas a desenvolver e aplicar.

 

Um macho é sempre o líder do grupo, os outros machos apenas servem para proteger a imagem de virilidade do chefe, tanto defendendo-o, como substituindo-o (por outro melhor); os outros membros do clã estabelecido e hierarquizado, apenas contribuem para a sobrevivência de todo o grupo, reproduzindo-o (as mulheres) e criando outras cópias fiéis de substituição (os filhos). O macho é líder da comunidade e até a fêmea que sabe pensar, reflectir e analisar (como um macho), tem como único objectivo (ou sonho), usar calças e chegar mesmo a mandar; e até sem vergonha, ser eleita em paridade, com aqueles que todos dizem a ter sempre explorado, conseguindo com isso atraiçoar todas as outras mulheres, crianças e homens e transformando-se numa monstruosa cópia, bem pior que o original.

 

A reunião acabou por não se realizar, devido às constantes notícias que invadiram o galinheiro sobre problemas com os galos e a Loja Maçónica do Galo de Barcelos: o último escândalo rebentara, quando um galo da referida loja, descobrira um irmão seu a comer uma franga brasileira e outra alemã, desprezando a bela e franzina franga chinesa, chegada num contentor enorme cheio de luzinhas de Natal e pais natais prontos a trepar pelas paredes e a entrarem sem pedirem, pelas nossas casas adentro – para nos iluminarem os caminhos de Deus. Muitos fugiram para a Loja Maçónica das caldas, mostraram muita amizade e solidariedade até com os galinhas que antes evitavam, mas ao chegarem a casa, depois de mais um dia de trabalho, receberam das galinhas o prémio que mereciam – a visão diabólica das escravas eunucas imitadoras de galos, penduradas de cabeça para baixo no poleiro ocupado por todas as galinhas e seus queridos pintos, como se estivessem à espera do anti-cristo que lhe fizessem crescer dentes para poderem falar.

 

O peru ainda pensou ter futuro, assim como o ingénuo e infeliz capão, os reis da época de natal. O problema foi a galinha do campo, muito mais dura que o marido e inflexível na sua decisão de não tirar a sua crista – o mundo mudou e já chega de disparates.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:16

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