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Um dos Nossos Alvos do Futuro

Terça-feira, 15.06.21

[Sendo certamente Ganimedes.]

Numa passagem da sonda automática JUNO nas proximidades da lua de Júpiter GANIMEDES no passado dia 7 de junho,

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Ganimedes

(missão da sonda Juno ─ 07.06.2021)

 

Uma imagem desta lua do maior planeta do SISTEMA SOLAR (tão próxima como já não acontecia há mais de 20 anos), mostrando-nos a superfície dessa lua com as suas crateras, terrenos uns brilhantes/outros escuros e ainda longas e extensas estruturas, podendo ser o resultado da possível existência de falhas tectónicas. Uma preciosidade fotográfica vinda lá de longe do Espaço, localizada numa região pouco frequentada (só por lá andando Juno e mais longe a NEW HORIZONS) e onde nos próximos anos nada de muito relevante se passará, desviada agora a atenção (dando-lhe prioridade sobre as luas dos Gigantes Júpiter e Saturno) para Vénus.

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Ganimedes

(missão da sonda Galileu ─ 26.06.1996)

 

Numa identificação deste corpo celeste orbitando a 1 milhão de Km o maior planeta do SISTEMA SOLAR ─ JÍPITER localizado a cerca de 780 milhões de Km do SOL tendo sido descoberto pelo Homem já lá vão mais de quatro séculos ─ uma das quatro luas de Júpiter descobertas em 1640 pelo astrónomo italiano GALILEU ─ apesar da distância a que se situava, mas devido à sua (sendo uma lua) dimensão ─ sendo a maior lua de Júpiter e a maior do Sistema Solar ─ apresentando através desse registo recente da sonda JUNO (dedicada a SATURNO, mas dando umas olhadelas pelas vizinhanças) “um retrato” simbólico de uma ausência efetiva de mais de duas décadas:

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Europa, Ganimedes e Calisto

(missão da sonda Galileu ─ superfícies)

 

Se o Homem ainda não é capaz de se deslocar presencialmente até GANIMEDES ─ apenas tendo atingido até este ano de 2021 e dessa forma (indo lá), o vizinho logo ali ao lado a sua/nossa LUA ─ persistindo por outro lado em ignorar o seu DESTINO não dando a devida prioridade e protagonismo devido à EXPLORAÇÃO DO ESPAÇO EXTERIOR ─ nem sequer enviando SONDAS AUTOMÁTICAS nessa direção (aos limites virtuais do nosso Sistema) preferindo-as apontar a corpos descontinuados como os planetas Interiores à órbita da Terra ─ questionando-nos sobre os nossos desígnios, a nossa própria sobrevivência. Estando agora a nossa Sobrevivência não nas nossas mãos do Estado, mas nas mãos dos PRIVADOS e com estes para nos poderem salvar, tendo que ter lucro e nós de poder pagar.

Num 1º Salto depois da 1ª fase ─ ORBITAL ─ seguindo-se a 2ª fase ─ LUA ─ terminado então este salto iniciando aí o 2º Salto com uma única fase ─ MARTE, com o início das viagens Interplanetárias. Só a partir daí se iniciando o 3º Salto tendo numa 1ª fase e como destino uma das muitas luas disponíveis ─ podendo uma delas ser GANIMEDES (podendo seguir-se outras). Ao 4º Salto chegando a vez, das Viagens Interestelares. Até 2021 só se tendo cumprido a fase experimental, um protótipo já com meio século destinado ao 1º Salto: estimando-se imitarmos as Máquinas (já tendo ultrapassado ainda ativa os limites do Sistema Solar, deixando a tutela do SOL) não acontecendo algo antes, nunca antes de meados do século XXII.

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:53

Júpiter e Ganimedes

Domingo, 02.11.14

“Yes, there is a genus of copepods (a type of small crustaceans) called Cyclops in which all of the species have just one eye.”
(Ph.D. in Molecular and Cellular Biology at Harvard University – quora.com)

 

No dia 21 de Abril de 2014 o telescópio espacial HUBLLE presenteou-nos de novo com mais uma bela e CURIOSA imagem do longínquo e majestoso planeta JÚPITER – um dos quatro gigantes gasosos pertencentes ao Sistema Solar (e por sinal o maior deles).

 

Sendo um planeta em que a maior parte da sua matéria não se encontra no estado sólido, são dois os gases que se destacam entre os seus mais importantes elementos: hélio (≈ 10%) e hidrogénio (≈ 90%).

 

Pensa-se que Júpiter apresente um núcleo central no estado sólido rodeado principalmente por hidrogénio (metálico) e uma percentagem mínima de hélio; envolto finalmente por uma camada exterior de hidrogénio molecular.

 

No seu movimento de translação (o planeta situado a cerca de 800.000.000Km do Sol também possui movimento de rotação), Júpiter demora quase 12 anos a cumprir integralmente a sua trajectória.

 

Júpiter possui (pelo menos) 67 satélites naturais: com um deles a ser descoberto por Galileu e a ser entre todos, o de maior dimensão – GANIMEDES.

 

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Júpiter e a sua Grande Mancha Vermelha
(com Ganimedes à espreita)

 

Júpiter comparativamente com a dimensão da Terra é mesmo um Planeta Gigante, senão mesmo monstruoso: o seu diâmetro é aproximadamente 11X o diâmetro da Terra e então quanto à sua massa, Júpiter equivaleria quase a 320 Terras. Só sendo mesmo ultrapassado pelo Sol.

 

Mas voltemos de novo à imagem do planeta Júpiter, para verificar então a fonte de curiosidade invocada.

 

A primeira coisa que constatamos (imediata e quase que inconscientemente) é a presença da Grande Mancha Vermelha, um dos mais fortes símbolos desse grande planeta gasoso – repetidamente observado e estudado por astrónomos de todo o mundo (como Cassini no séc. XVII).

 

Mas logo ao primeiro relance e sem necessidade de qualquer tipo de ajuda visual, reparamos então que o planeta parece olhar-nos fixamente, como se nos quisesse hipnotizar: no meio da Grande Mancha Vermelha eis que inopinadamente surge um círculo negro e mesmo perfeito, tal e qual a íris do nosso globo ocular. O que será esse círculo? Qual a sua relação com as tempestades atmosféricas registadas no planeta? Ou será alguma manifestação de vida alienígena?

 

Na realidade o aparecimento de tal curiosidade tinha sido provocado pela passagem da sombra do satélite Ganimedes, diante do planeta Júpiter.

 

(imagem: NASA/HUBBLE)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:22