Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

15
Jun 18

Hoje dia 15 de Junho com o vulcão evidenciando maior atividade (última erupção registada a 23 de Maio com algumas explosões e formação de alguns rios de lava) e mais próximo de nós a ser o italiano Stromboli (Ihas Eólicas/Mar Tirreno) ‒ localizado a pouco mais de 2000Km de distância de Lisboa; mas por outro lado e sem qualquer tipo de dúvida (e muita certeza) com o vulcão mais perigoso localizado mais perto de nós aqui a cerca de 1000Km de Lisboa (não só perigoso para Portugal como para todas as costas banhadas pelo oceano Atlântico), a ser o espanhol (Ilhas Canárias) Cumbre Vieja: num registo de uma violenta erupção (e existindo desabamentos) podendo originar um Mega Tsunami (no Atlântico).

 

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Um Vulcão às portas da cidade

(erupção no ano de 2015 do vulcão chileno Calbuco)

 

Tendo em consideração que o nosso país pela sua situação geográfica e proximidade de falhas tectónicas (inserido na placa Euroasiática, a norte da falha de contacto com a placa Africana) tem uma superfície marítima e terrestre bastante suscetível ao aparecimento periódica de sismos de alguma intensidade ‒ deslocando-nos para sul com todo o litoral português a partir da região de Lisboa e até à fronteira do Guadiana a poder ser (caso tal sismo aconteça) o mais afetado ‒ como se comprovou no Terramoto seguido de Tsunami de 1755 ‒ torna-se também interessante verificar para além destes fenómenos sismológicos (envolvendo Portugal e todo o território vizinho) todos os fenómenos vulcanológicos que poderão estar igualmente a influenciar a evolução geológica desta região do planeta rodeando o Mediterrâneo: e juntando sismos e vulcões e outros fenómenos atmosféricos (oriundos do interior ou do exterior deste Ecossistema), podendo-se imaginar esta região (geologicamente falando) no Passado (já bem estudado) e no Futuro (ainda por confirmar).

 

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Erupção dos Capelinhos de 1957

(aqui se assistindo à emersão de um novo território na crosta terrestre por ação de em fenómeno eruptivo e no início da sua formação)

 

Para tal dando uma olhadela a vulcões da região do Mediterrâneo ‒ do passado e do presente em torno do (atual) mar com o mesmo nome ‒ antes e depois da Europa e de África se largarem (e afastarem), originando a oeste o Estreito (de Gibraltar) e deixando vir o grande oceano (Atlântico): já que dada a proximidade interessar a Portugal. E daí partindo do Sul (de Portugal continental) tentando encontrar na região (Algarvia e não só) evidências de vulcanismo: Relativamente ao território continental, as evidências de vulcanismo (rochas vulcânicas – escoadas e piroclastos ‒ e chaminés vulcânicas), encontram-se no Algarve (vulcanismo mesozóico), Alentejo (vulcanismo de idade paleozóica, nomeadamente, do Câmbrico e Silúrico e, posteriormente, Devónico e Carbónico) e Estremadura (vulcanismo de idade mesozóica, realçando o Complexo Vulcânico de Lisboa, de idade cretácica). No entanto, existem manifestações de vulcanismo secundário, através de nascentes termais” (lneg.pt).

 

E nunca esquecendo ser Portugal (continente e ilhas),

 

Um usufrutuário de uma fonte de energia (calorífica) vinda do interior da Terra (sob a forma de Energia Geotérmica) ‒ sendo utilizada para fins terapêuticos (tirando-se partido de águas próximas emergindo nelas e/ou ingerindo-as) em termas espalhadas um pouco por todo o continente ‒ com uma grande concentração verificada a norte (do Tejo) sugerindo uma ligação presente destas (nascentes termais) com manifestações relacionadas e ocorridas no passado; no passado (uns 70 milhões de anos atrás) com o Complexo Vulcânico de Lisboa em grande atividade (estendendo-se de Lisboa a Torres Vedras) ‒ com vestígios da existência de uma chaminé vulcânica em Monsanto ‒ e com a existência do Complexo Vulcânico do Algarve ‒ associado à serra de Monchique, com sinais de atividade registada há uns 72/75 milhões de anos, com vestígios da existência de uma chaminé cónica localizada nas proximidades (em Lagos), com umas Termas de Águas Medicinais aí inserida e com muitos ainda a acreditarem (uma das primeiras coisas de que eu ouvi falar ao chegar ao Algarve) aí poder estar localizado um vulcão adormecido, o Vulcão de Monchique;

 

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O maciço sienítico da serra de Monchique

(formado há mais de 70 milhões de anos devido à ascensão de magma por intrusão e existindo ainda vestígios de cones vulcânicos associados a essa movimentação e escorrências bem próximos em Lagos/praia da Luz) até podendo noutros tempos ter aí existido um vulcão (porque não, existindo material compatível?)

 

E até no seu território marítimo (integrando o Atlântico) como insular (ilha da Madeira e arquipélago dos Açores) contabilizando-se uns quantos vulcões (inativos e outros não) algumas histórias e lendas: no caso da Madeira e olhando-a apenas sob o seu aspeto geológico e real, sendo de origem vulcânica e tendo-se formado há uns 60 milhões de anos (com as sucessivas erupções, erguendo-se sobre o leito oceânico e emergindo do fundo do mar), enquanto no caso dos Açores levando-nos para o outro lado da Realidade (e seu complemento) ‒ o Imaginário ‒ e sendo ainda coadjuvado por uma apreciável quantidade de vulcões, orientando-nos para um Passado distante, para um tipo de Aventura diferente, para Civilizações Perdidas no Tempo (e replicadas em múltiplos Espaços) e para Outros Mundos como o do Reino da Atlântida ou da Lenda das Sete Cidades. E com a sua última grande manifestação a registar-se (durante um período de 13 meses) no Faial no vulcão dos Capelinhos (755 metros de altura) em 1958.

 

Como se pode ver com toda esta região indo de este (Portugal continental) a oeste (ilhas da Madeira e Açores) e de norte a sul (envolvendo toda a entrada do Golfo de Cádis e indo até à entrada do Estreito de Gibraltar) ‒ e rodeando toda a falha (tectónica) entre a Placa Euroasiática e a Placa Africana ‒ pela mesmo período de tempo e para um espaço comum e em sobressalto (extremo pelo salto Evolutivo), estando visivelmente ativo simultaneamente em muitos lugares (adjacentes e colaborantes) mas de forma a concretizar um objetivo (replicado e cíclico): entre eles e avançando no tempo (mais de meia centena de milhões de anos) há uns 6 milhões de anos (a partir de um Evento relevante) com o Atlântico quebrando o Arco Terrestre ligando o continente Europeu ao Continente Africano ‒ e aí surgindo o Estreito de Gibraltar ‒ invadindo as terras para além da Muralha (natural e agora quebrada) e inundando e submergindo-as (tal e qual os efeitos de um Dilúvio), fazendo desaparecer horizontes e irrepetíveis paisagens para no seu lugar e em substituição (continuada) emergirem umas ou outras: como terá acontecido há muitos milhões de anos num território próximo e antes estando imerso (na região do Algarve e a caminho da serra) onde poderemos encontrar agora em galerias subterrâneas mas agora emersas (com muitos e muitos quilómetros de tuneis subterrâneos) as Minas de Sal-Gema de Loulé. Certamente com outros Ciclos (evolutivos) a comporem o cenário prognosticando o Futuro.

 

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Há cerca de 6 milhões de anos com o Arco de Gibraltar a fechar-se devido à movimentação das placas tectónicas Africana e Euroasiática, levando durante alguns anos ao quase desaparecimento do mar Mediterrânico; mais tarde abrindo de novo uma brecha ‒ Estreito de Gibraltar ‒ fazendo entrar as águas do Atlântico (em certos locais pelo volume de águas surgindo em tão curto espaço de tempo podendo-se associar a Eventos como o Dilúvio) e enchendo toda a área em cerca de 8 meses

 

No passado (distando os tais 5/6 milhões de anos) com toda esta região iniciando-se a oeste no oceano Atlântico (sudoeste da Península Ibérica/nordeste de África) indo até à ponta leste do mar Mediterrâneo (Turquia/Egito) e estendendo-se no tempo por um intervalo de uns 600.000 anos, a ficar completamente fechada (isolada do oceano Atlântico), tendo como consequência imediata (visível à sua superfície) o abaixamento progressivo do nível das águas aí inseridas (das diversas bacias hidrográficas) e uma radical mudança de cenário: conjuntamente com o aquecimento registado (a diminuição dos afluentes e o aumento da evaporação) levando finalmente à seca (extrema) nessa região e ao aumento da salinidade dos terrenos tornando-os improdutivos ‒ num território agora sujeito a grande atividade geológica, com sismos violentos e crescente atividade vulcânica (incompatível com a presença humana), levando ao abandono e à desertificação e finalmente num cenário de Apocalipse a um Evento relevante (face à grandeza oceânica não um Dilúvio mas um Tsunami).

 

E deixando para trás o Passado (arquivando-o na nossa memória), pensando-o agora no Presente (usufruindo da nossa Cultura) e imaginando-o na nossa mente (como um possível projeto Futuro) tentando de algum modo juntar ‒ as Peças ‒ tentando reconstruir ‒ o Puzzle: tentando replicar no presente um futuro já tendo sido possível, a partir dum molde passado subsidiário do original. Olhando para sismos mas sobretudo vulcões (hoje) aqui rapidamente para se manter a Ilusão (já longa vai a conversa): em Junho de 2018.

 

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Stromboli

(erupção de 22 de Maio de 2018 na sua cratera NE)

 

Dos vulcões do Mediterrânico (ativos/adormecidos) localizados mais perto de nós (e ainda na memória ou já esquecidos), limitando-nos a olhar só para alguns vizinhos da Península Ibérica (e do Estreito de Gibraltar ‒ local de rutura do antigo Arco, ligando a Europa a África): ladeando a norte e a sul todo do Estreito (desde o Rife marroquino) até à Bota (Itália) e ainda indo por instantes mais longe até à Grécia (Thera). Olhando-se (brevemente) para (1) o que se passa em Itália ‒  onde se localizam os vulcões mais ativos e mais próximos de nós ‒ para (2) o que possa passar por Marrocos ‒ nem que sejam só vestígios (ou sinais) ‒ e (3) relembrando por final o Evento registado há 3500 anos atrás (depois de 1500 AC). Para tal olhando globalmente para a Europa (ocidental) e analisando as maiores erupções vulcânicas aí registadas desde há uns 10.000 anos ‒ com os territórios mais ativos a distribuírem-se por Itália e Grécia (ainda hoje os mais ativos e incluindo toda a zona marítima Mediterrânica localizada em seu redor) e ainda pela Alemanha (no distrito de Rhineland ativo até ao início do Holoceno), França (no Maciço Central também em atividade até ao início do Holoceno) e Espanha (no campo vulcânico Olot do período Quaternário 13000/10000 AC) ‒ mas nunca deixando de olhar simultaneamente para o outro lado (do Mediterrânico), apesar da não percetível atividade vulcânica aí verificada na atualidade, mas reconhecendo por outro lado a intensa e constante atividade sísmica aí registada (por exemplo nas proximidades de Portugal e no ponto de separação entre a Espanha e o Reino de Marrocos no mar de Alboran e enquadrado/limitado a oeste pelo Arco de Gibraltar).

 

De Itália destacando-se uns 13 vulcões/campos vulcânicos, com a maioria adormecida (8) e poucos em princípio extintos (2) ‒ mas com outros (3) em atividade, de menos a mais intensa: do vulcão de Campo Flegrei (Nápoles), passando pelo Etna (Catânia) e terminando no Stromboli (Ginostra, de momento o mais ativo de todos);

 

De Marrocos e igualmente com a sua história (geológica) a ser já bem conhecida e antiga ‒ como se constata de seguida,

 

2vmxaab.jpg

Vulcão Cumbre Vieja

Localizado nas Canárias e sob constante monitorização podendo a qualquer momento entrar em erupção, correndo o risco (sendo intensa) de entrar em colapso (desmoronando-se no oceano) e dando origem a um Mega Tsunami Global (Atlântico)

 

“Three hundred million years ago, late in the Carboniferous period, the sea disappeared from Morocco. The region rose up and its rocks were bent and crushed by enormous forces inside the Earth. Africa, North America and Europe collided and became welded together. A massive mountain chain came into being, stretching right across the newly formed supercontinent of Pangaea. Apart from the Anti-Atlas, only a few remnants of the former massif are left in Morocco today. The mountains were worn away over the subsequent 100 million years. They collapsed and huge cracks and basins opened up that quickly filled with red debris … Where today the High and Central Atlas tower into the sky, tectonic forces endeavoured to rip apart North Africa and, indeed, the supercontinent of Pangaea. The Atlantic Ocean came into being and also played a part in ripping open the African continent. Enclosed by steep slopes, the tropical ocean washed into a broad gash through the heart of Morocco 1,000km long and 100km wide – the ancient ‘Atlas Gulf’. Ultimately, however, these forces were unable to split North Africa apart.” (Natural wonders of the Maghreb ‒ Morocco/depositsmag.com);

 

“Morocco is located at a triple junction between a continent (Africa), an ocean (the Atlantic) and an active plate collision zone (the Alpine belt system). This results in a rugged topography with a wide range of outcropping terranes spanning from Archean to Cenozoic in age, as well as diverse tectonic systems from sedimentary basins to metamorphic fold belts.” (An Outline of the Geology of Morocco/researchgate.net);

 

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Thera

Com a violenta erupção verificada há 3500 anos atrás e levando à explosão do vulcão localizado na ilha grega de Santorini (em poucos segundos ao explodir provocando efeitos 4/5 X superiores ao registado em 1883 em Krakatoa) a levar à extinção ‒ submetida ainda a Tsunamis extremos ‒ da Civilização Minoica

 

Na atualidade geológica de toda esta região do Atlântico-Mediterrânico (com zonas de contacto entre placas, originando falhas, sismos e erupções) abrangendo o Arco de Gibraltar e toda a área circundando-o (o arco) em todas as direções, até nas nossas proximidades e fronteiras (de Portugal), já inserido no oceano Atlântico mas ainda se misturando com as águas (diferente em temperatura/salinidade) do mar Mediterrânico, se descobrindo (hoje) recursos minerais marinhos (abrangendo território português) oriundas de estruturas geológicas (antigas) deixando escapar fluídos ricos em Hidrocarbonetos: e tudo partindo da descoberta em 1999 (finais do séc. XX) dos primeiros vulcões de lama no sector marroquino do Golfo de Cádis (posteriormente sendo descobertos 6 em território marítimo nacional, num deles sendo recuperado hidratos de metano), estruturas de origem termogénica polvilhando toda esta zona e podendo ser uma fonte futura e importante de produção de energia ‒ e também sugerindo uma intensa assinatura sismológica e vulcanológica no seu passado, podendo manter-se temporariamente estabilizada, mas podendo regressar ao ativo no futuro (devido a alguma instabilidade à superfície): numa zona ativa (geologicamente) talvez adormecida (na nossa imaginação sonhadora) mas em contínua transformação (talvez com réplicas sendo cíclica). Sugerindo-se no início do Verão uma leitura de férias (englobando a região Mediterrânica) da história de uma epopeia, não a de Ulisses nem a de Camões, mas sim a de Gilgamesh: A Epopeia de Gilgamesh (um manuscrito anterior à Bíblia) já falando no Dilúvio e na Arca de Noé (associado ao povo hebreu) ‒ evidenciando fenómenos naturais extremos ocorrendo na mesma região e podendo estar correlacionados (no tempo).

 

E da Grécia particularmente sobre o Evento de Thera (recorrendo-se à enciclopédia Britannica): “Thera is the remaining eastern half of an exploded volcano. Known as Calliste (“Most Beautiful”) in antiquity, Thera was occupied before 2000 bce. One of the largest volcanic eruptions known occurred on the island. This is thought to have occurred about 1500 bce. Ash and pumice from the eruption have been found as far away as Egypt and Israel, and there has been speculation that the eruption was the source of the legend of Atlantis and of stories in the Old Testament book of Exodus.” (Thera/britannica.com)

 

(imagens: earthporm.com/imgur.com ‒ zores.gov.pt ‒ vidaterra.wordpress.com ‒ ingomar200/youtube.com ‒ volcanodiscovery.com ‒ city-data.com ‒ arpitapatra.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:56

11
Mar 18

Open de Gibraltar

Final

 

Ryan Day (GAL/17ºRM) ‒ 4

Cao Yupeng (CHI/40ºRM) ‒ 0

 

Ryan+Day+Cao+Yupeng+Betfred+com+World+Snooker+qA9i

Cao Yupeng e Ryan Day

(2ª ronda do Campeonato do Mundo de 2012 ganha por Ray por 13-7)

 

A 3 provas (contando para o Ranking Mundial) do fim da época 2017/18 do Circuito Mundial de Snooker ‒ Campeonato Ladbrokes (a decorrer no País de Gales de 19/25 de Março), Open da China (a decorrer de 2/8 de Abril) e Campeonato do Mundo (a decorrer em Inglaterra de 21 de Abril/7 de Maio) ‒ concluiu-se hoje o Open de Gibraltar (tendo decorrido de 7/11 de Março) com a vitória do jogador galês RYAN DAY. No quadro seguinte indicando-se o trajeto dos 2 Finalistas da prova (17ª contando para o RM):

 

Rondas cumpridas pelos 2 Finalistas do Open de Gibraltar

 

Fase

J

N

RM

F

J

N

RM

Fase

Final

Ryan Day

GAL

17

4-0

Cao Yupeng

CHI

40

Final

Fase

J

N

RM

F

J

N

RM

F

1ªR

Xu

Si

CHI

89

4-2

Yuan

Sijun

CHI

99

4-3

2ªR

Oliver

Brown

ING

s/r

4-1

Matthew

Stevens

GAL

51

4-2

3ªR

Martin

O’Donnell

ING

84

4-1

Sam

Craigie

ING

76

4-2

4ªR

Fang

Xiongman

CHI

88

4-1

Yu

Delu

CHI

45

4-1

QF

Joe

Perry

ING

21

4-1

Stuart

Bingham

ING

13

4-0

MF

Scott

Donaldson

ESC

59

4-3

Lee

walker

GAL

68

4-2

(J: Jogador N: Nacionalidade RM: Ranking Mundial F: Frame R: Ronda QF: Quartos-Final MF: Meia-Final)

 

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Ronnie O’Sullivan e Mark Selby

(final do 2016 UK Championship ganha por Selby por 10-7)

 

Concluído o Open de Gibraltar e tendo em atenção o objetivo dos jogadores (mais cotados) de ao concluírem o Open da China (última prova antes do Mundial) se encontrarem no Top 16 (lista do RM) ‒ sabendo-se faltar 2 provas uma c/prémios de 1ªR-10000/QF-15000/MF-30000/F-50000/VF-125000 e outra c/prémios de 1ªR-5000/2ªR-11000/3ªR-18000/QF-27000/MF-45000/F-90000/VF-225000 ‒ com o jogador a aproveitar melhor (a prova e os pontos p/RM) a ser o galês Ryan Day colocando-se agora à porta desse Top 16 (17ºRM).

 

Top 20 do Ranking Mundial concluído o Open de Gibraltar

 

RM

J

N

£

(X1000)

RM

J

N

£

(X1000)

1

Mark

Selby

ING

1410

11

Allister

Carter

ING

313

2

Ronnie

O’Sullivan

ING

770

12

Luca

Brecel

BEL

306

3

Ding

Junhui

CHI

652

13

Stuart

Bingham

ING

302

4

Judd

Trump

ING

609

14

Neil

Robertson

AUS

301

5

John

Higgins

ESC

588

15

Anthony

McGill

ESC

299

6

Mark

Williams

GAL

434

16

Mark

Allen

NIRL

288

7

Barry

Hawkins

ING

406

17

Ryan

Day

GAL

271

8

Shaun

Murphy

ING

403

18

Stephen

Maguire

ESC

263

9

Marco

Fu

HK

348

19

Liang

Wenbo

CHI

253

10

Kyren

Wilson

ING

314

20

Mark

King

ING

224

(£: Libras)

 

Antes do início da próxima prova de Ranking apenas com 4 jogadores a terem ganho mais do que uma competição, sendo eles o inglês Ronnie O’Sullivan (4X), o escocês John Higgins (2X) e os galeses Mark Williams (2X) e Ryan Day (2X). Podendo-se ainda acrescentar outra prova ganha por Mark Williams (mas não contando para o RM) e o jogador australiano Neil Robertson tendo vencido duas provas mas apenas com uma contando para o RM. Seguindo-se o Masters da Roménia (14/18 Março) não contando para o RM.

 

(imagens: zimbio.com e Mik/yorkpress.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:05

Este domingo dia 11 de Março de 2018 (e com o início da Final a estar marcada para as 20:00) ficando-se a saber ao fim da noite o vencedor do Open de Gibraltar, 17ª prova do Circuito Profissional de Snooker contando para o Ranking Mundial.

 

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Kyren Wilson

ING/23.12.91 (26 anos)

Vencedor em 2015 de uma prova de Ranking (Masters de Xangai)

Vencedor esta época de uma prova por convite (Jogos Mundiais 2017)

 

Concluídas 3 rondas de Qualificação e outras 3 rondas do quadro Final do Open de Gibraltar (17ª prova do Circuito época 2017/18 contando para o Ranking Mundial) inicialmente com 203 jogadores inscritos após estas 6 eliminatórias (a que nem todos os jogadores dispensados da Qualificação se sujeitaram) e depois de concluída a 3ª ronda (antecedendo os Quartos-de-Final) são estes 16 os jogadores sobreviventes e que continuarão (este domingo dia 11 de Março) a disputar o Open:

 

Jogadores apurados para a 4ª Ronda do Open de Gibraltar

 

RM

J

N

RM

J

N

10

Kyren

Wilson

ING

56

Matthew

Selt

ING

13

Stuart Bingham

ING

60

Scott

Donaldson

ESC

15

Anthony

McGill

ESC

68

Alfie

Burden

ING

18

Ryan

Day

GAL

69

Lee

Walker

GAL

21

Joe

Perry

ING

72

Tian

Pengfei

CHI

32

Jack

Lisovski

ING

77

Ken

Doherty

IRL

44

Cao

Yupeng

CHI

88

Fang

Xiongman

CHI

45

Yu

Delu

CHI

93

Zhang

Yong

CHI

(RM: Ranking Mundial J: Jogador N: Nacionalidade)

 

Amanhã e sempre à melhor de 7 frames (ganha o que primeiro ganhar 4) disputando-se a 4ª ronda, os Quartos-de-Final, as Meias-Finais e a Final (atribuindo um prémio de 25000£ ao vencedor, no ano passado ganho pelo inglês Shaun Murphy, mas este ano com o mesmo estando ausente por doença). Entre as não presenças e as não comparências (por exemplo por doença) com o TOP 16 do atual RM a sofrer uma razia e a ficar limitado a apenas 3 jogadores (pouco mais de 18%).

 

Na 4ª ronda do Open de Gibraltar de 2018 com os dois (e únicos nesta fase da prova) contingentes de jogadores a serem oriundos da Europa (11) e da Ásia (5), destacando-se a Inglaterra no seu continente (6/11) ‒ apesar de ser uma ilha ‒ e a China no seu continente (5/5) ‒ aqui a 100%.

 

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Brandon Sargeant

ING/28.06.97 (20 anos)

Um dos 24 jogadores (entre mais de 60 sem Ranking Mundial)

Participando na 1ªRonda de Qualificação (e assim sujeitando-se a mais partidas)

Passando 5 eliminatórias e só sendo eliminado na 6ª (na negra e perdendo por 4-3)

 

Com a maior tacada (de 100 pontos ou mais) a estar de momento na posse de 3 jogadores ‒ Bingham, McGill e Donaldson ‒ com todos a fazerem 140 (pontos) e continuando ainda em prova (apurados para a 4ª ronda) e dos 16 jogadores ainda presentes (no Open de Gibraltar) a poderem repetir esta época a vitória numa prova (incluída no Circuito Mundial), a limitarem-se ao reduzido número de apenas 2: Kyren Wilson (vencendo uma prova não contando para o RM) e Ryan Day (vencendo uma provada contando para o RM).

 

[Amanhã com transmissão no canal Eurosport.]

 

(imagens: worldsnooker.com e Dariusz Goral/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:51

06
Mar 17

E no intervalo de tempo até ao Open da China disputando-se em Singapura o Campeonato do Mundo de Snooker Feminino (13 a 19 de Março), contando com a participação de 32 jogadores entre eles duas Campeãs do Mundo – a inglesa Reanne Evans (11X) e chinesa de Hong Kong Ng On Yee (1X) – e uma Vice-Campeã – a também inglesa Maria Catalano (4X).

 

Open de Gibraltar

 

Shaun Murphy (ING) 4-2 Judd Trump (ING)

(0-1/1-1/1-2/2-2/3-2/4-2)

 

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Shaun Murphy

Vencedor do Open de Gibraltar 2017

 

Terminou hoje o Open de Gibraltar com a vitória na final do inglês Shaun Mrurhy sobre o seu compatriota Judd Trump por 4-2. Com o ex-Campeão do Mundo (2005) e duas vezes Vice-Campeão (2009 e 2015) Shaun Murphy (4ºRM) a estrear-se pela 1ªvez este ano numa final e a vencê-la, enquanto o ex-Vice-Campeão (2011) Judd Trump (3ºRM) participava na sua 4ªfinal e perdia pela 3ªvez.

 

Posição

Jogador

Nacionalidade

Posição

Jogador

Nacionalidade

1

Mark Selby

ING

9

Marco

Fu

HK

2

Stuart Bingham

ING

10

Mark

Allen

NIRL

3

Judd Trump

ING

11

Allister Carter

ING

4

Shaun Murphy

ING

12

Liang Wenbo

CHI

5

Ding Junhui

CHI

13

Ronnie O’Sullivan

ING

6

John Higgins

ESC

14

Kyren Wilson

ING

7

Barry Hawkinds

ING

15

Anthony McGill

ESC

8

Neil Robertson

AUS

16

Ryan

Day

GAL

Ranking Mundial

(provisório)

 

Para a época de 2016/17 ficar concluída faltando apenas realizar-se o Campeonato Ladbrokes (contando apenas com 16 jogadores), o Open da China (com a participação de 132 jogadores) e finalmente o Campeonato do Mundo (todos contando para o RM) – que nos indicará quem sucederá ao também inglês Mark Selby como Campeão do Mundo de Snooker de 2017 (marcado para o dia 1º de Maio).

 

P

J

N

V

PF

PMF

V

PF

PMF

1

Mark

Selby

ING

3

4

5

-

-

-

2

Anthony McGill

ESC

2

2

2

-

-

-

3

Judd

Trump

ING

1

4

6

-

-

1

4

Bary Hawkinds

ING

1

2

3

-

-

2

5

Ding

Junhui

CHI

1

2

2

1

1

2

6

Allister Carter

ING

1

2

2

-

-

-

7

Stuart Bingham

ING

1

1

5

-

2

2

8

Shaun Murphy

ING

1

1

4

-

-

1

Provas a contar/a não contar para o RM

(V/vitória – PF/presença final – PMF/presença meia-final)

 

Finalizando com uma descrição muito simples e clarificadora do que aconteceu na final do Open de Gibraltar, entre Shaun Murphy e Judd Trump (por Peter Sharland/Eurosport):

 

Trump took the first frame with a 117 that included a break of 59.

Murphy responded to make it 1-1.

But Trump fired in an 84 to take a 2-1 lead.

However three successive half-centuries from Murphy, including 96 in the sixth, saw 'The Magician' take the crucial fourth frame he needed for victory.

 

(imagem: eurosport.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:22

05
Mar 17

Com todos os jogos integrando os Oitavos-de-Final do OPEN de GIBRALTAR já definidos, inicia-se amanhã a fase decisiva da 21ª prova do Circuito Mundial (e contando para o RM):

 

15349676957_1c6ab5b420_o.jpg

Sanderson Lam

 

Domingo dia 5 dia durante o qual se realizarão um total de 15 partidas (8OF+4QF+2MF+1F), até se encontrar o vencedor que sucederá a Marco Fu (atual detentor do troféu). Com a eliminatória que dará acesso aos Quartos-de-Final (oito melhores) a ser a apresentada na tabela:

 

Jogo

 

J

N

RM

J

N

RM

1

Barry

Hawkinds

ING

7

Shaun

Murphy

ING

5

2

Mark

Davis

ING

32

Mark

Williams

GAL

17

3

Alfie

Burden

ING

67

Ricky

Walden

ING

21

4

Igor

Figueiredo

BRA

107

Nigel

Bond

ING

73

5

Mark

Allen

ING

10

Jack Lisowsky

ING

52

6

Judd

Trump

ING

3

Sanderson

Lam

ING

103

7

Ryan

Day

GAL

18

John

Astley

ING

79

8

Neil

Robertson

AUS

8

Jamie

Jones

GAL

35

 

Desde logo com Mark Selby (eliminado na 3ªronda por Ricky Walden, 4-3), Stuart Bingham (ausente da prova), Ding Junhui (eliminado na 2ªronda por David Gilbert, 4-3), John Higgins (eliminado na 2ªronda por Mark Allen, 4-1) e Marco Fu (ausente da prova) afastados da competição e com Judd Trump, Barry Hawkinds e Neil Robertson a serem os principais favoritos à conquista do troféu – até por terem sido os únicos a conquistar uma prova nesta época de 2016/17. E de novo com o brasileiro Igor Figueiredo a integrar pela 3ªvez consecutiva os melhores dezasseis de uma prova a contar para o RM. Com o programa do derradeiro dia do Open de Gibraltar o seguinte (hoje dia 5/domingo):

 

Jogo

 

Hora

Ronda

Jogo

Jogo

9

13:00

QF1

1

2

10

13:00

QF2

3

4

11

13:00

QF3

5

6

12

13:00

QF4

7

8

13

16:00

MF1

9

10

14

16:00

MF2

11

12

15

20:00

F

13

14

 

Uma prova que não deverá provocar grandes alterações nos dez primeiros do RM (tendo com única possibilidade uma troca de posições entre Junhui/Murphy e entre Hawkinds/Robertson), mas que na luta pela entrada no quadro dos 16 melhores dando acesso direto à derradeira prova do circuito o Campeonato do Mundo, terá em Mark Williams/17ºRM um jogador atento (ainda em prova) na sua perseguição a Anthony McGill/16ºRM (já eliminado). E podendo ser acompanhado no canal Eurosport.

 

igor-figueiredo-playing-snooker.jpg

Igor Figueiredo

 

Ainda este mês com a realização do Ladbrokes Players Championship e do Open da China, terminando esta época em Abril com a realização da prova final o tão desejado (pelos jogadores) Campeonato do Mundo de Snooker.

 

(imagens: worldsnooker.com e snookerisland.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:54

03
Mar 17

Entre hoje e amanhã apuram-se os 16 melhores – e depois de amanhã se verá.

(e quem ganhará as 18750£)

 

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Marco Fu (HK – 9ºRM) ... e colegas

Detentor do Open de Gibraltar em 2016

(e ausente do mesmo em 2017)

 

Com a conclusão na passada terça-feira/dia 28 Fevereiro do Coral Shoot-Out (com a vitória do escocês Anthony McGill numa prova contando para o RM) e dois dias depois quinta-feira/dia 2 Março da final da Liga dos Campeões (com a vitória do também escocês John Higgins), decorre já desde a passada quarta-feira/dia 1 Março o Open de Gibraltar.

 

Contando com a presença de 187 jogadores distribuídos por 2 rondas de pré-qualificação (os de menor RM) e com estas a serem seguidas de mais 4 rondas eliminatórias, os quartos-de-final, as meias-finais e a final: ou seja com um jogador pretendendo erguer o troféu relativo ao Open de Gibraltar a ter que no mínimo de vencer 7 partidas (se vier das pré-qualificações 9).

 

P

J

N

£

P

J

N

£

1

Mark Selby

ING

936

9

Marco

Fu

HK

338

2

Stuart Bingham

ING

598

10

Mark

Allen

NIRL

308

3

Judd

Trump

ING

483

11

Joe

Perry

ING

295

4

Ding

Junhui

CHI

448

12

Allister Carter

ING

289

5

Shaun Murphy

ING

441

13

Liang Wenbo

CHI

280

6

John Higgins

ESC

423

14

Ronnie O'Sullivan

ING

270

7

Barry Hawkins

ING

385

15

Kyren Wilson

ING

247

8

Neil Robertson

AUS

376

16

Anthony McGill

ESC

230

Ranking Mundial

Faltando 4 provas contando para o RM

(P: posição J: jogador N: nacionalidade £: milhares de libras)

 

E depois de uma prova do Circuito Mundial decidida num único frame (Coral Shoot-Out) e de uma outra decidida à melhor de 5 frames (Liga dos Campeões), surge agora a 21ªprova com as eliminatórias a decidirem-se sempre à melhor de 7 frames (Open de Gibraltar).

 

Entre o dia de hoje e de amanhã (3 e 4 Março) ficando-se a conhecer os 16 apurados para as derradeiras 4 eliminatórias da prova. Que terá as suas últimas 15 partidas a serem jogadas no próximo domingo/dia 5 de Março em 4 sessões a partir das 10:00 da manhã, no Victoria Stadium na ilha de Gibraltar.

 

P

J

V

PF

PMF

P

J

V

PF

PMF

1

Mark Selby

3

4

5

9

Allister Carter

1

2

2

2

John Higgins

3

4

4

10

Marco

Fu

1

1

4

3

Ding Junhui

2

3

4

11

Neil Robertson

1

1

3

4

Anthony McGill

2

2

2

12

Liang Wenbo

1

1

2

5

Ronnie O’Sullivan

1

4

4

12

Anthony Hamilton

1

1

2

6

Stuart Bingham

1

3

7

14

Mark

King

1

1

1

7

Judd Trump

1

3

6

15

Joe

Perry

0

2

2

8

Barry Hawkins

1

2

5

15

Ryan

Day

0

2

2

Ranking dos jogadores em função dos resultados nas 20 provas já disputadas

Contando ou não para o RM

(V: vitória PF: presença na final PMF: presença na meia-final)

 

E a menos de dois meses de distância da atribuição do título de Campeão do Mundo de 2016/17 (e ainda com três provas por distribuir) notando-se entre outros jogadores a ausência nesta prova de Stuart Bingham (2ºRM), Marco Fu (9ºRM), Allister Carter (12ºRM), Ronnie O’Sullivan (14ºRM), Martin Gold (19ºRM) – só para indicar o top 20 e com o chinês de Hong Kong este ano ausente da prova a ser nem mais nem menos que o atual detentor do troféu (Marco Fu).

 

(imagem: worldsnooker,com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:57

02
Fev 16

Um dia debaixo dos nossos pés a terra tremerá.
E como isso será para todos convém mesmo estar convencido.

 

A nível de manifestações sismológicas de algum relevo (por exemplo tendo registado sismos de magnitude superior a 5) as zonas rodeando a região do Indico/Pacífico têm continuado com a sua habitual e intensa atividade. Não sendo por acaso que por aí se situa o Círculo de Fogo e os seus múltiplos e incansáveis vulcões (acompanhando em conjunto todo o movimento das placas tectónicas e a evolução permanente das suas fraturas). Mas nos últimos dias com maior intensidade e repetidamente é a zona do Mediterrâneo que tem mostrado estar mais ativa: cinco sismos consecutivos de magnitude 5.0/6.3 em pouco menos que duas horas.

 

TWORLD.24hours.jpg

Mundo – últimas 24 horas

 

Registo dos últimos dez sismos de magnitude˃5.0
(Global)

 

Região Localização
(Norte/Sul)
Data Profundidade
(km)
Magnitude
ILHAS KERMADEC N
Nova Zelândia
01.02 382 6.2
ILHAS BALLENY S
Nova Zelândia
31.01 10 6.0
PENÍNSULA KAMCHATKA S
Rússia
30.01 159 7.2
NOVA IRLANDA N
Papua Nova Guine
26.01 44 6.0
ESTREITO GIBRALTAR N
Marrocos
25.01 10 5.0
ESTREITO GIBRALTAR N
Marrocos
25.01 15 5.2
ESTREITO GIBRALTAR N
Marrocos
25.01 10 5.3
ESTREITO GIBRALTAR N
Marrocos
25.01 10 5.0
ESTREITO GIBRALTAR N
Marrocos
25.01 10 6.3
SUL ALASKA N
Estados Unidos
24.01 128 7.1

 

Como se pode facilmente constatar esses dez sismos concentraram-se sobretudo na região do Mar Mediterrânico compreendida entre o norte de Marrocos e o sul de Espanha (metade deles), enquanto os restantes (a outra metade) se concentraram na região do Índico/Pacífico (com exceção do registado no Sul do Alasca). No caso dos fortes sismos registados no Estreito de Gibraltar uma situação que deve preocupar as populações vivendo à sua volta como é o caso da Península Ibérica: ou seja Espanha e Portugal. Que o digam os marroquinos habitando na costa mediterrânica (como foi o caso das cidades de AL-Hoceima e Melilla) a serem os mais atingidos, felizmente só com danos materiais.

 

TEUROMED.2weeks.jpg

Euro-Mediterrâneo – últimas 24 horas

 

Registo dos últimos cinco sismos de magnitude˃2.0
(Portugal)

 

Região Localização
(Norte/Sul)
Data Profundidade
(km)
Magnitude
Cabo S. Vicente S 01.02 30 2.1
Porto Santo (Madeira) N 30.01 5 2.0
Faro S 25.01 15 2.5
Cabo S. Vicente S 25.01 11 2.8
Cabo S. Vicente S 23.01 31 3.9

 


Para já sem grandes motivos de alarme para Portugal. Mas nunca deixando de estar atentos a qualquer alteração visível (especialmente próxima) no comportamento geológico registado à superfície do território onde vivemos e que possamos considerar um forte aviso de que algo estará aí a surgir (pelo menos estando minimamente preparados): no caso de Portugal por proximidade ao Estreito de Gibraltar e a toda a zona do mar Mediterrâneo que se lhe segue, como a zonas marítima em constante atividade sísmica de Alboran (entalada entre a costa sul de Espanha e a norte de Marrocos). E tendo também em atenção toda a atividade sísmica para lá do Cabo de S. Vicente (com o penúltimo registo a atingir quase magnitude 4).

 

Entretanto já se registaram os seguintes sismos:

 

Região Localização
(Norte/Sul)
Data Profundidade
(km)
Magnitude Global (G)
Portugal (P)
NORTH ISLAND
(costa leste)
N
N. Zelândia
01.02 191 5.7 G
HONSHU
(costa leste)
N
Japão
02.02 20 5.6 G
TAIWAN (nordeste) N
Taiwan
02.02 6 5.2 G

 

Com a certeza absoluta de que outros sismos se seguirão – o que poderá significar que está tudo normal (sismos registados até às 20:00 de Lisboa).

 

(dados: emsc-csem.org e ipma.pt – imagens: emsc-csem.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:50

23
Abr 11

     

New subduction zone may increase quake risk in the Mediterranean, expert says

 

The Mediterranean Sea stretches eastward from the Strait of Gibraltar in a 1994 astronaut photograph.

 

Europe may be starting to dive under Africa, creating a new subduction zone and potentially increasing the earthquake risk in the western Mediterranean Sea, scientists report.

 

Subduction zones form where tectonic plates collide, with one plate diving beneath the other and into Earth's mantle. Sometimes these collisions are gradual, but often they occur in big lurches that can trigger quakes.

 

Because subduction zones are generally on seabeds, earthquakes in these zones can set off tsunamis, like the killer wave that devastated Japan last month.

 

For millions of years the African plate, which contains part of the Mediterranean seabed, has been moving northward toward the Eurasian Plate at a rate of about an inch every 2.5 years (a centimeter a year).

 

Now studies of recent earthquakes in the region indicate that a new subduction zone may be forming where the plates are colliding along the coasts of Algeria and northern Sicily (see a map of the region).

 

"Formation of a new subduction zone is very rare," said study leader Rinus Wortel, a geophysicist at Utrecht University in the Netherlands.

 

Europe and Africa Switching Geologic Roles

 

 

You can see from this picture of the earth plates that the largest plates are under Africa and Europe

 

According to Wortel, the opposite situation existed about 30 million years ago, when the African plate was diving under the Eurasian plate along a sizable subduction zone in the western Mediterranean.

 

There, the dense rocks of the African seabed were being thrust beneath the European plate.

 

Over millions of years, Africa moved so far north that none of the plate's seabed was left in the western Mediterranean. All that remained were the rocks of the continent itself, which were lighter than the seabed and wouldn't subduct, Wortel said.

 

But the two plates have continued to converge, building up tectonic stresses. Part of this stress was taken up by the buckling of the Eurasian plate into the Alps, Caucasus, and Zagros mountain ranges. (Related: "Alps Glaciers Gone by 2050, Expert Says.")

 

Now, based on the locations and motions of recent earthquakes along the plate borders, Wortel and colleagues think subduction is starting up again—but this time with Europe being thrust under Africa.

 

The new subduction zone, announced at a recent meeting of the European Geosciences Union in Vienna, is an exciting find, Wortel said, because such regions tend to exist for long time periods, geologically speaking.

 

Earthquake Risk Underestimated in the Med?

 

Last 24h: Euro-Med earthquakes

 

Other scientists are intrigued by the possible subduction zone—but they remain cautious.

 

"I didn't hear the talk, but it's perfectly plausible," Seth Stein, a geophysics professor at Northwestern University in Evanston, Illinois, said in an email. For instance, other parts of the Mediterranean region—such as mainland Italy—have seen tectonic changes in the past two million years, he said.

 

Still, deciphering these changes is a very complex process, said Chris Goldfinger, director of the Active Tectonics and Seafloor Mapping Laboratory at Oregon State University in Corvallis.

 

"I'd have to spend a week with the data to have any opinion that was worth anything," he said by email.

 

Study leader Wortel added that the formation of a subduction zone is a slow process: "These processes happen at the time scale of several million years," he said.

 

For example, he said, most established subduction zones are marked by giant undersea trenches. A similar trench should eventually form in the Mediterranean—but certainly not overnight.

 

Wortel does believe that the new data may mean the earthquake risk in the western Mediterranean has been underestimated—and may be increasing. (See related pictures of the aftermath of a magnitude 6 earthquake in Italy in 2009.)

 

"It is usually not considered to be a region of enormous seismic activity—not of the giant magnitude we experienced in Japan last month," Wortel said.

 

That may simply be due to historical complacency. "Even though something has not occurred in a hundred years, it does not mean there is no risk."

 

In fact, he noted, 70,000 people were killed in Messina, Italy, in 1908 when a magnitude 7.1 earthquake produced a tsunami with waves reported at 40 feet (12 meters) high.

 

And one of the most devastating earthquakes in European history occurred somewhere west of the Strait of Gibraltar in 1755, sending a giant wave into Lisbon, Portugal, and killing—by some estimates—as many as a hundred thousand people.

 

Portugal

 

1755 Lisbon earthquake

 

The estimated magnitude of 8.7 makes the 1755 earthquake 20 times stronger than the 1906 San Francisco earthquake.

 

It generated a 5- to 10-meter-high (16- to 33-foot-high) tsunami wave, which swept across the coasts of Spain, southern Portugal and Morocco, devastating most of the ports and dragging people and debris out to sea.

 

Shaking was felt in France, Italy, and North Africa. The quake was reported to have lasted for as long as ten minutes.

 

The disaster was a setback to a powerful trading nation—Lisbon may have been the richest city in Europe at the time—and caused an important shift in the balance of power of the era.

 

Text – National Geographic

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:38

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