Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

09
Ago 19

Oferecido pelo telescópio espacial HUBBLE,

(mais) uma imagem do 5º e maior planeta do SISTEMA SOLAR,

localizado para lá da Cintura de Asteroides.

 

– O Gigante Gasoso JÚPITER

(cerca de 11X o diâmetro da Terra)

 

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Júpiter como visto pelo Hubble a cerca de 644 milhões de Km da Terra

 

Obtida a 27 de Junho de 2019:

 

Apresentando-nos mais uma vez a sua

 

GRANDE MANCHA VERMELHA,

 

Com a sua (de Júpiter) espessa e turbulenta camada de nuvens formando a sua densa atmosfera e rodeando todo o planeta, escondendo o núcleo central deste Planeta Gigante, possuidor de um Campo Magnético poderosíssimo.

 

Segundo os cientistas com a palete de cores apresentadas pelo planeta a dever-se a características apresentadas por elementos constituindo a sua atmosfera (onde se desenrolam violentíssimas tempestades)

 

− Dando-lhe a cor e a forma –

 

Como será o caso das nuvens de gelo de amónia, podendo ser mais ou menos altas e finas e acabando por dar origem ao aparecimento de bandas (na atmosfera e diferentemente coloridas), de coloração conforme o seu movimento, direção (de deslocação) e latitude

 

– E aí surgindo a pressão atmosférica jupiteriana (e as diferentes pressões registadas) e as diferentes formas e cores (e manchas), tal como em ponto pequeno (em termos de semelhança) sucede no nosso e único planeta Terra.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:02

15
Set 12

Júpiter o Protetor?

 

Júpiter deve ter alguma função universal protetora associada ao nosso Sistema Solar, especialmente se nos referirmos ao planeta Terra que habitamos, único astro conhecido nas imediações, com existência confirmada de vida a sua superfície.

 

  À esquerda na imagem – impacto de possível asteroide

 

Quem não se recorda ainda das imagens fantásticas da colisão entre o cometa Shoemaker-Levy 9 e o planeta Júpiter, talvez a primeira colisão entre astros registada até hoje?

                                                                               

No passado dia dez deste mês um objeto atingiu o planeta Júpiter – talvez um cometa, um asteroide ou outro corpo celeste não detetado – provocando uma explosão visível mesmo a partir de observatórios instalados no nosso planeta. A ocorrência deste facto tem sido recorrente com este gigante do Sistema Solar, do qual só apercebemos visualmente a sua parte exterior, constituída por uma densa e profunda camada de nuvens nos níveis mais altas da sua atmosfera. Os cientistas aguardam agora a possibilidade do aparecimento de algum ponto preto à superfície do planeta, fenómeno característico de acontecer aquando de anteriores impactos em Júpiter. Impactos normais na história deste planeta situado para lá da cintura de asteroides, tal a sua grandeza – a de Júpiter – e a curta distância que os separa – dos asteroides. 

 

(dados e imagem – earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

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