Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

27
Mar 21

Num raro Evento celeste com uma Bola-de-Fogo (um meteoro) entrando na atmosfera terrestre, atravessando o céu da Grã-Bretanha, explodindo e desintegrando-se: um fenómeno acompanhado por uma forte onda-de-choque-sonora e por um brilho-intenso (acompanhando o trajeto do objeto) vem visível no céu apesar de ser de dia (às 14:50 de 20 de março).

 

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Passagem de um diurno pelos céus da GB

(canto superior-esquerdo)

 

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Dada a onda-de-choque sonora provocada pela explosão do meteoro e dado muitos não terem presenciado o evento, confundindo-se o sucedido com a passagem de jatos militares, não sendo o caso. Pela sua dimensão e intenso brilho (provocado pelo atrito ao entrar na atmosfera) ─ a maior e mais brilhante Bola-de-Fogo ─ sendo denominado um Bólide.

 

(imagens: Jen Deacon/@JenDeaco/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:59

23
Fev 21

Lockdown roadmap:

Is the UK’s exit plan the right one?

(theconversation.com)

 

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Com a Grã-Bretanha a registar ontem (22 fevereiro) 10.641 novos casos de infeção (totalizando mais de 4,1 milhões), +178 vítimas mortais (totalizando mais de 120,5 mil) e quase 2.500 doentes (Covid-19) em estado grave/crítico. Sendo o 5º país Mundial em nº de infetados/nº de novos casos (de infeções) e o 5º país Mundial em nº de vítimas mortais e 10º em novos casos (óbitos) ─ na Europa sendo o 1º ou 2º, exceto no nº de novos óbitos (6º).

 

(imagem: Neil Hall/EPA-EFE/theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:40

11
Dez 19

Num duelo delegado

EUA Vs. RÚSSIA

 

[Realizando-se a 12 de dezembro de 2019 (próxima quinta-feira).]

 

Nas Eleicões Gerais de amanhã (quinta-feira) − no Reino Unido (Inglaterra, Gales, Escócia e Irlanda do Norte) − com a vitória a ser decidida entre os Conservadores de Boris Johnson e os Trabalhistas de Jeremy Corbyn (aqui ao contrário da América, com os Média todos a favor do seu “Trump”) e com o parlamento − para além obviamente dos Liberais (possível  balança) ainda a poder ser decorado com os representantes escoceses e talvez com um ou outro deputado/grupo oriundo dos Brexiteers: mas tudo indicando para uma vitória folgada de Boris Johnson, podendo este mesmo atingirsendo difícil mas possível, ou não fosse ele o verdadeiro BREXITEER, para além do TRUMP EUROPEU (apoiado pelo Trump igualmente louro mas o original) − a maioria absoluta.”

 

boris-johnson-cartoon.jpg

Boris Johnson

Na Rota não da Seda, mas de Trump

O próximo 1ª Ministro do Reino Unido

(na prática talvez o próximo estado/território dos EUA)

 

Quase três anos e meio sobre a realização do referendo sobre a permanência (ou não) da GB na EU levado a cabo pelo ex-Primeiro-Ministro Conservador David Cameron, apologista do SIM, mas praticante do NÃO (no fundo esperando que tudo se mantivesse na mesma) – e desrespeitando o resultado expresso pela maioria dos cidadãos Ingleses, Galeses, Escoceses e Norte-Irlandeses (mais de 46,5 milhões de eleitores) votando não cerca de 52% − ainda-por-cima com a GB claramente dividida em duas partes muito semelhantes (em quantidade de votantes), uma contando com o apoio de 52% (não à Europa)/grande parte da população mais velha e da Grã-Bretanha rural a outra de 48% (sim à Europa) dos cidadãos-eleitores/maioria da população mais jovem do país, incluindo muitos imigrantes e com o centro a focar-se e irradiar a partir de Londres (estendendo-se a outras metrópoles próximas) – depois do reinado de Theresa May (recebendo o nado-morto das mãos de David Cameron o pai, mas não querendo fazer-lhe o funeral) e já no interior do ciclo (infernal como se verá para a GB, caso Boris tenha mãos-livres, com uma possível maioria absoluta) iniciado com Boris Johnson, eis que passadas todas estas semanas de palhaçadas (no Parlamento Britânico como fora dele) ridicularizando e pondo em causa a história e a credibilidade de um país − ainda se considerando ingenuamente (pelo menos sendo essa imagem transmitida ao povo) um Império − mas prosseguindo num declínio de desenvolvimento cada vez mais acentuado assim como (uma consequência) de novas ideias (parecendo quere delegar a sua futura orientação nos EUA, arriscando-se na prática não a ser mais um Estado dos EUA − o 51º − mas apenas mais um seu território como o Havaí, não como entreposto turístico mas comercial), apenas para uma disputa de poder e com a Rainha como sempre nem sequer − deliberada e estrategicamente − a ver (ou um dia no Parlamento atrevendo-se ela a intrometer-se, podendo ver toda através dela, toda Realeza a desaparecer),

 

Eleições na Grã-Bretanha

(Sondagens)

 

Partido

YouGov

(4/10 Dez)

%

Conservador

43

Trabalhista

34

Liberal

12

Escocês

3

Verde

3

Brexit

3

(outros)

2

(Amostra: mais de 100.000 consultados)

 

Cartoon.jpg

Jeremy Corbyn

Vítima de ingerência c/ remetente identificado (EUA),

elogiando o seu candidato e denegrindo o outro:

“Jeremy Corbyn WILL BE SO BAD FOR UK”.

 

O novo grande líder nomeado que não eleito mas oriundo do mesmo “saco-de-gatos” político (os Conservadores) detendo nas suas mãos toda a Engrenagem que interessa (do poder, dos média, do governo), esquecendo tudo o estando para trás (por nunca concretizado apesar de repetidamente afirmado) e ainda contando com a colaboração dos Trabalhistas de Jeremy Corbin (com este enfiado noutro “saco-de-gatos”) marca para antes do nascimento de Jesus e dos festejos de Natal (não vá a quadra natalícia, amolecer os britânicos) novas Eleições Parlamentares: desprezando definitivamente os resultados do referendo do Brexit (passada quase uma legislatura, sendo de 4/5 anos) e sendo qual for a opção final (SIM ou NÃO, quatro anos depois e de uma forma desrespeitosa e enviesada)  mantendo-se por direito no poder. Com as previsões e tal como esperado (por todos) a apontarem como favorito BORIS JOHNSON (vencedor, mais jovem, louro) o TRUMP BRITÂNICO, por mais forte, mais popular, mais apoiado (para além de tosos os canais privados, até pela BBC) face a JEREMY CORBIN (derrotado, mais velho, cinzento) o PUTIN BRITÂNICO e claro está que para a tomada de decisão tendo papel fundamental as FAKE NEWS (sendo apenas entre todas, necessário de escolher as mais “interessantes”, para a concretização do projeto). Reatando-nos apenas acrescentar (e limitando geograficamente as perdas): desgraçados dos britânicos (ao saírem), desgraçados dos europeus (ao deixarem-nos sair).

 

 

4872.jpg

Boris Johnson v Jeremy Corbyn

(Martin Rowson– cartoon)

 

A menos de 24 horas das Eleições Parlamentares no Reino Unido (dia 12) e com os Conservadores a liderarem nas sondagens sobre os Trabalhistas por 42% contra 32% − mas dado o elevado erro habitualmente introduzido nas previsões e o crescimento ao longo dos últimos dias dos Trabalhista, podendo até suceder (mesmo que por margem mínima) o inverso – havendo a hipótese de ao fim do dia (13) se poder deparar com cenários bem diferentes (parlamentares 650/maioria absoluta a 326) e possíveis (incluindo Jeremy, digamos que três): (1) vencendo Boris com maioria absoluta − com BREXIT a 31 de janeiro − (2) vencendo Boris com maioria relativa – obrigando-o a um governo minoritário e adiando de novo o BREXIT − e (3) vencendo Jeremy com Maioria relativa – aí podendo alterar-se tudo ou (o mais provável) manter-se tudo na mesma (tantos os inimigos de Jeremy, no exterior como no interior dos Trabalhistas), com o coma político britânico a manter-se até um novo referendo.

 

E seja qual for o resultado das eleições gerais no Reino Unido, prevendo-se tempos difíceis para todos os cidadãos britânicos − tenham votado SIM ou NÃO no referendo e tendo ou não alterado a sua intenção de voto, para um lado ou para o outro − abandonando a Europa (a sua família, o seu continente e ainda-por-cima sendo uma ilha) no próximo ano (tal como prometido por Boris Johnson caso ganhe as eleições) e não se sabendo ainda bem a quem se irão juntar ou associar por necessário e obrigatório, para a sua sobrevivência como de qualquer outro território ou população, nunca podendo evoluir e persistir vivendo isolado: naturalmente com os EUA (interferindo na política de um país e de um continente que não o seu, ou seja e segundo os norte-americanos, numa ingerência inadmissível) de olhos bem em cima.

 

E o que tem feito o nosso país para prevenir (não remediar) o que aí poderá vir − como consequência (do BREXIT) a nível da nossa Indústria Turística dada a nossa extrema dependência (tradicional, tornada habitual) do mercado britânico: ou não será o Turismo uma área extremamente importante (englobando vários serviços associados ao turismo, num país de prestador de serviços) para Portugal? Mas sendo tanta a hipocrisia e a manipulação reinante − dos dois lados (UK e EU) – que mais vale não mexer muito na porcaria (político/ideológica).

 

(imagens: Barker Illustration/garybarker.co.uk − mirror.co.uk/2015 − Martin Rowson/The Guardian)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:41

17
Mar 18

“A meteorologia é a ciência que estuda a atmosfera terrestre. Seus aspetos mais tradicionais e conhecidos são a previsão do tempo e a climatologia.”

(física.ufpr.br)

 

A Origem do Extremo

 

uk-snow-forecast-933161.jpg

Os UK sob os efeitos da Besta de Leste 2.0

Sendo submetidos a forte queda de neve e frio intenso

Transportado pelo vento gelado

(sensação de -20⁰C)

 

Como dizem os líderes Britânicos no poder (os Conservadores) nomeando consecutivamente como autor de “Tudo o que de Mal se passa no Mundo” o líder e Presidente Vladimir Putin (não fosse ele um ex-agente dos serviços secretos da ex-URSS o KGB) ‒ desde o que se passa na Síria (uma Guerra Civil tendo de um lado o regime Sírio, a Rússia e o Irão/e grupos terroristas pró-Irão e do outro lado os EUA, os seus Aliados Ocidentais e a Arábia Saudita/e grupos terroristas pró-sauditas bem cotados como a Al-Qaeda e o Exército Islâmico), passando pela ingerência nas eleições norte-americanas (por replicação provavelmente estratégica/oriunda dos EUA profusamente divulgada pelos Media e estendendo-se curiosamente a todo o Mundo Ocidental) e terminando há poucos dias no envenenamento de um ex-agente russo (da sua filha e de um polícia britânico envenenados por um produto químico tóxico de fabrico pretensamente soviético ‒ o Novichok ‒ que os britânicos afirmam ter origem russa/numa fórmula desenvolvida há 47 anos e estes últimos origem mas no ocidente) Meteorologicamente falando e considerando o forte (e duplo) impacto de tal fenómeno (climático) nas Ilhas Britânicas (levando a ocidente com o mau tempo vindo do oceano Atlântico e a leste com o mau tempo oriundo do ártico/Sibéria), a Primeira-Ministra Teresa May e o seu governo Conservador deparam-se agora com um novo e inopinado ataque à soberania e integridade do seu território (a Ilha), muito provavelmente ordenado por Putin (ou a tempestade não se tivesse formado a leste) e fazendo os britânicos sofrerem intensamente (na pele) perante tal Extremo Meteorológico: a Besta de Leste 2.0 (na sequência da Besta de Leste 1.0). Pondo toda a Grã-Bretanha a tremer não por receio de um ataque russo mas devido ao frio extremo.

 

Os Efeitos do Extremo

 

IMG_3857 b.jpg

Albufeira sob chuva intensa e vento forte

Com as previsões a apontarem para um fim-de-semana com chuva

Interrompida 3ª feira e regressando 6ª feira

(mas com menor intensidade)

 

E assim no campo da Meteorologia (como aliás poderemos comprovar facilmente, bastando para tal ver o mau tempo que nas últimas horas tem varrido o Algarve e Albufeira) com os britânicos depois de levarem com duas tempestades quase que simultâneas (e de serem emparedados pelas mesmas) ‒ Tempestade Félix (vinda do Atlântico) e Besta de Leste 1.0 (vinda do Ártico/Sibéria) ‒ e nem sequer dispondo de um tempo (minimamente) aceitável de modo a recuperarem, a verem-se novamente com uma Onda de Ar Frio, com descida nas temperaturas, vento gelado e queda de neve ‒ como se pode ver hoje (na TV) no jogo disputado em Everton (para a Primeira Liga Inglesa) realizado sob um forte nevão. Mais rigorosamente (e deixando para trás a histeria política britânica) com o Mau Tempo registado por esta altura um pouco por toda a Europa (particularmente a leste e a norte) a ser agora originário da Escandinávia (Dinamarca, Suécia e Noruega) e no seu caminho atingindo mais intensamente a Polónia e as Ilhas Britânicas: na Polónia com descida acentuada das temperaturas, vento gelado (com o vento dando uma sensação de uns 20⁰C negativos) e queda de neve (mais de 25cm em Varsóvia) e na Grã-Bretanha registando-se as mesmas condições, prevendo-se durarem mais uns (3/4) dias. No caso de Portugal com as piores condições do tempo (para além da queda de neve em altitude) a terem-se registado hoje (sábado) no Sul (abaixo do rio Tejo), com períodos de chuva intensa e vento forte (e ondulação de 4/6 metros): mau-tempo esse que se estenderá até ao resto do país até à próxima segunda-feira (dia 19). Já quanto a Albufeira com previsão de chuva até ao dia 19 (segunda-feira mas regressando a 23/sexta-feira) e com as temperaturas a variarem entre 5⁰C/17⁰C (mínima/máxima).

 

(imagens: express.co.uk e PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:42

19
Fev 18

British Open

(Final)

 

Reanne Evans ‒ 4 Nutcharat Wongharuthai ‒ 0

 

Estando presente nas 4 Finais das 4 provas até agora realizadas (contando para o Ranking Mundial) e das 4 Vencendo 2 (as outras 2 ganhas pela natural de Hong Kong Ng On Yee), a inglesa REANNE EVANS tornou-se na jogadora com melhor aproveitamento nesta época de 2017/18. Justificando mais uma vez a razão de ter sido 11X Campeã do Mundo (10X consecutivas entre 2005/13) e de ainda se manter como Líder do RM (prestes a perde-lo para Ng On Yee/HK logo agora que ganha o Open da Grã-Bretanha).

 

Evolução das duas Finalistas:

(do British Open)

 

Evans4001.jpgNutcharut-Wongharuthai_snooker.jpg

Reanne Evans/ING e Nutcharat Wongharuthai/TAI

 

Final

Reanne

Evans

ING

1

4-0

Nutcharat Wongharuthai

TAI

60

18.02

(2018)

Fase

(anterior)

Jogador

N

RM

F

Jogador

N

RM

F

G/1ªJ

-

-

-

-

Yvette

Greenway

ING

59

3-0

G/2ªJ

-

-

-

-

Rebecca

Kenna

ING

4

1-2

1ªR

Suzie

Opacic

ING

7

3-0

Maria

Catalano

ING

3

3-0

QF

Laura Evans

GAL

5

3-0

Wan Ka

Kai

HK

6

3-1

MF

Rebecca

Kenna

ING

4

4-1

Ng On

Yee

HK

2

4-2

(N: Nacionalidade RM: Ranking Mundial F: Frame G: Grupo J: Jornada R: Ronda QF: Quartos-Final MF: Meia-Final)

 

Nas 4 provas de Ranking (para Amadores) disputadas por NUTCHARAT nos anos de 2017/18, tendo vencido o Campeonato do Mundo Sub-18 de Snooker de 2017 (batendo na final a também tailandesa Siripaporn Nuanthakhamjan por 3-2), o Campeonato do Mundo de Sub-21 (batendo na final a chinesa Yuying Xia por 5-3), os Jogos Asiáticos/6-Reds (batendo na final a sua compatriota Waratthanun Sukritthanes por 4-0) e atingido a meia-final do Campeonato do Mundo (perdendo para W. Sukritthanes por 4-0).

 

Aproveitamento após 4 provas disputadas contando para o RM:

(com jogadoras presentes no mínimo numa MF)

 

OnYee400.jpgBex400.jpg

Ng On Yee/HK e Rebecca Kenna/ING

 

P

J

N

RM

V

F

MF

QF

Reanne

Evans

ING

2

2

-

-

Ng On

Yee

HK

2

1

1

-

Nutcharat

Wongharuthai

TAI

-

1

-

-

 

Rebecca

Kenna

ING

-

-

3

1

 

Maria

Catalano

ING

-

-

2

1

Katrina

Wan

HK

-

-

1

2

(P: Posição)

 

Seguindo-se agora a nível do Snooker Feminino Profissional (época 2017/18) a prova Rainha da modalidade: o Campeonato do Mundo de Snooker Profissional Feminino a disputar de 11/17 de Março em Malta, onde Ng On Yee (HK) tentará reerguer o Troféu (reconquistado o ano passado depois de o ter ganho em 2015) e Reanne Evans erguê-lo pela 12ª vez ‒ naturalmente se as outras jogadoras presentes estiverem de acordo (algo em que não se acredita).

 

Snooker no Masculino

 

E já agora iniciando-se hoje o Grande Prémio Mundial (Ladbrokes) ‒ Masculino ‒ contando para o Ranking Mundial, com a presença de 32 jogadores e disputando-se de 19/25 Fevereiro (com transmissão na Eurosport a partir das 19:00). Com Mark Selby/ING Líder do RM e com Ronnie O’Sullivan/ING Líder do Ranking da época (2017/18).

 

(imagens: WLBS)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:32

16
Fev 18

Open da Grã-Bretanha

17/18 Fevereiro 2018

Instituto de Stourbridge

 

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Aproveitando o interregno que decorre de 12 a 18 de Fevereiro no Campeonato do Mundo de Snooker Masculino (Época 2017/18) ‒ e já com 14 provas disputadas (contando para o Ranking Mundial/RM) ‒ decorre este fim-de-semana (sábado/17 e domingo/18) o WOMENS BRITISH OPEN 4ª prova do circuito a contar para o Campeonato do Mundo Feminino (e para o RM). Com o panorama da época 2017/18 (após 3 provas realizadas) a ser o seguinte (1ª: Paul Hunter Women’s Classic 2ª: LITEtask UK Women's Championship 3ª: Eden Women's Masters):

 

Snooker/Feminino ‒ Após 3 provas realizadas

 

P

J

N

RM

Ng On

Yee

HK

2

F

V

V

Reanne

Evans

ING

1

V

F

F

 

Maria

Catalano

ING

3

QF

MF

MF

-

Rebecca Kenna

ING

4

MF

QF

MF

Katrina

Wan

HK

(s/RM)

QF

MF

QF

So Man

YaN

HK

10

MF

-

-

 

Laura

Evans

GAL

5

-

QF

QF

-

Suzie

Opacic

ING

7

-

QF

QF

 

Shannon

Metcalf

ING

15

-

-

QF

-

 

Paula

Judge

IRL

21

-

QF

-

-

 

Diana

Stateczny

GER

23

QF

-

-

-

Fong Mei

Mei

HK

32

QF

-

-

(P: Posição J: Jogador N: Nacionalidade RM: Ranking Mundial F: Final V: Vitória MF: Meia-Final QF: Quartos-Final)

 

Nesta 4ª prova do Mundial Feminino estando inscritas 25 jogadoras, com 23 distribuídas por 7 grupos (de 3/4 jogadoras) das quais se apurarão as 2 primeiras (no total 14) juntando-se então na fase a eliminar às 2 primeiras do Ranking Mundial: e a partir daí com as 16 jogadoras apuradas (das 25) disputando uma 1ª ronda, seguindo-se os QF, as MF e a Final. Por curiosidade no ano passado e por esta altura (18.02) com a inglesa Maria Catalano a vencer na final do Troféu em Memória de Connie Gough a sua compatriota Rebecca Granger por 4-2.

 

Open da Grã-Bretanha ‒ Jogadoras inscritas

 

O

J

N

RM

O

J

N

RM

O

J

N

RM

1

Reanne Evans

ING

1

10

Jaique Ip Wan In

HK

12

19

Pui Ying Mini Chu

HK

34

2

Ng On

Yee

HK

2

11

Sharon Kaur

ING

13

20

Sharon

Lewis

GAL

52

3

Maria

Catalano

ING

3

12

Aimee Benn

ING

14

21

Yvette Greenway

ING

59

4

Bex Kenna

ING

4

13

Shannon Metcalf

ING

15

22

Nutcharut Wongharuthai

TAI

60

5

Laura

Evans

GAL

5

14

Stephanie Daughtery

ING

16

23

Chrissy Allwood

ING

61

6

Wan Ka Kai

HK

6

15

Jodie

Allen

ING

18

24

Jackie

Ellis

IRL

82

7

Suzie

Opacic

ING

7

16

Claire Edginton

ING

19

25

Connie Stephens

ING

S/RM

8

Diana Schuler

ALE

8

17

Emma Parker

ING

22

-

-

-

-

9

Jenny

Poulter

ING

11

18

Chloe

White

ING

31

-

-

-

-

(O: Ordenação por RM)

 

Concluída esta prova ficando por disputar (das 6 provas programadas para a época de 2017/18) o Campeonato do Mundo Feminino a realizar-se entre 14 e 17 de Março em Malta e finalmente o LITEtask Festival of Women’s Snooker a realizar-se entre 13 e 17 de Abril em Leeds (Inglaterra) ‒ esta última prova acompanhando no tempo as Qualificações do Campeonato do Mundo Masculino (a decorrer em Sheffield de 11/18 Abril) e antecedendo a prova Rainha do Snooker o Campeonato do Mundo Betfred (Masculino). A realizar-se no Crucible Theatre.

 

(imagem: WLBS)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:30

07
Fev 18

[Em 06.02.2018]

 

Cumpridas 20 das provas incluídas no Circuito Mundial de Snooker época 2017/18 (13 individuais contando para o Ranking Mundial/RM, 5 individuais não contando para o RM e 2 por equipas), faltam-se ainda cumprir mais 8 provas (6 contando para o RM e 2 não contando para o RM) até se chegar a 21 de Abril data do início da prova final (da temporada): aquela que consagrará o novo Campeão do Mundo de Snooker (o Betfred World Championship).

 

Com a próxima prova a ser o Coral Shoot-Out (de 8/11 Fevereiro) contando para o RM.

 

DingLiang.jpg

China

Campeã do Mundo por Equipas

(com Ding Junhui e Liang Wenbo)

 

Coletivamente com a China a conquistar a Little Swan World Cup (um Campeonato do Mundo de Snooker coletivo/por países) ‒ com a sua equipa a ser formada por Ding Junhui e Liang Wenbo vencendo na Final a Inglaterra (com Judd Trump e Barry Hawkins) por 4-3; e com a Grã-Bretanha (Ronnie O´Sullivan, Mark Williams, Graeme Dott, Michael Holt e Joe Perry) a bater a China (com Ding Junhui, Liang Wenbo, Yan Bingtao, Zhao Xintong e Zhou Yuelong) e no CG CVB Snooker Challenge (um duelo a 2 entre os 2 principais blocos GB/China) por 26-9.

 

Individualmente e disputadas 18 provas (com 13 delas contando para o RM) com a performance dos jogadores (oito melhores) a ser a seguinte ‒ e indicando a fase atingida (Vitória/V, Final/F ou Meia-Final/MF):

 

J

N

RM

V

(13+5)

F

(13+5)

MF

(13+5)

Ronnie O’Sullivan

ING

2

3+0

0+2

-

Mark

Williams

GAL

7

2+1

-

1+0

Judd

Trump

ING

3

1+0

1+0

2+2

John

Higgins

ESC

5

1+0

-

2+2

Luca

Brecel

BEL

15

1+0

-

1+1

Ryan

Day

GAL

17

1+0

-

1+0

Neil

Robertson

AUS

13

1+1

-

-

Mark

Selby

ING

1

1+0

-

-

(J: Jogador N: Nacionalidade)

 

474023_1.jpg

Ronnie O’Sullivan/Mark Selby

Vice-Líder do RM e Líder da época/Campeão do Mundo e Líder do RM

(respetivamente)

 

Com as restantes 5 vitórias a serem distribuídas por (contando para o RM) Michael White (GAL) e Ding Junhui (CHI) e (não contando para o RM) Shaun Murphy (ING), Kyren Wilson (ING) e Mark Allen (NIRL). E com os jogadores com melhor aproveitamento (vitórias) a serem Ronnie O´Sullivan e Mark Williams/17%, seguidos de Neil Robertson/11%. De momento com a tabela indicando o Top 16 do Ranking Mundial a ser o indicado na tabela (seguinte):

 

RM

J

N

£ (X1000)

RM

J

N

£ (X1000)

1

Mark

Selby

ING

1419

9

Mark

Allen

NIRL

400

2

Ronnie O’Sullivan

ING

722

10

Marco

Fu

HK

373

3

Judd

Trump

ING

704

11

Stuart

Bingham

ING

328

4

Ding

Junhui

CHI

653

12

Allister

Carter

ING

328

5

John

Higgins

ESC

537

13

Neil

Robertson

AUS

322

6

Shaun

Murphy

ING

516

14

Kyren

Wilson

ING

314

7

Mark

Williams

GAL

430

15

Luca

Brecel

BEL

309

8

Barry

Hawkins

ING

402

16

Anthony

McGill

ESC

283

(£: Libras)

 

Neste mês de Fevereiro ainda se realizando 2 provas contando para o RM (14ª/15ª) e iniciando-se uma terceira (16ª igualmente contando p/RM), com Anthony McGill (14ª/Coral Shoot-Out), Barry Hawkins (15ª/GP Mundial) e Stuart Bingham (16ª/Open do País de Gales) a defenderem o respetivo troféu (conquistado em 2017).

 

(imagens: PA e WPBSA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:45

21
Jun 17

Qual é a Função do Jornalismo/Jornalista?

 

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The Times

(20.06.2017)

 

Ao ler a primeira página do diário inglês THE TIMES (de 20 de Junho de 2017) pode-se verificar imediatamente como o jornalismo nos dias de hoje abandonou a única função (objetiva) para o qual foi inicialmente criado ‒ INFORMAR ‒ para contra toda a deontologia moral e profissional do setor se transformar (trocando a sua sobrevivência financeira por contrapartidas aos seus acionistas) num mero agente intermédio (e subliminar) tendo como único objetivo MANIPULAR. Uma VERGONHA para o JORNALISMO e ainda maior para os JORNALISTAS ‒ que se pensam que o são mesmo que certificados, estão completamente enganados e crescentemente descredibilizados (é o que dá encostar-se aos políticos).

 

Senão vejamos dois títulos como sempre encomendados e mais uma vez dirigidos, um aos RUSSOS (ignorando fronteiras) e outro aos MUÇULMANOS (desprezando religiões):

 

RUSSIA threatens RAF and US air force Jets in Syrian stand-off

 

Jobless “lone wolf” held over attack on mosque

(Father of four had suffered mental health problems, say family)

 

No primeiro caso com um jato da Confederação Russa a fazer uma rasante a um avião de espionagem dos EUA (segundo fontes norte-americanas passando a uns escassos 1,5 metros de distância um do outro) ou não estivesse o avião norte-americano apesar de circular em águas internacionais a passar apenas a 40Km de Kaliningrado um enclave russo (também nas costas do Báltico) localizado entre a Polónia e a Lituânia (com os russos a afirmarem terem sido provocados antes). Deixando-nos a pensar como reagiriam os EUA se a Confederação Russa resolvesse fazer voos do mesmo tipo, a uns insignificantes 40Km da costa do seu país. Aqui transformando a ameaça oriunda do exterior e dirigida a um território próximo (assim me sentiria se visse desconhecidos a rondar a minha casa) no elemento Ameaçado e por outro lado considerando os residentes, por receio e como procedimento natural de defesa, o elemento Ameaçador.

 

No meu caso e como experiência real e pessoal tendo já interiorizado que se não marcarmos presença seremos sempre espoliados ‒ e sendo tudo uma replicação (do maior para o mais pequeno), ignorando a ação de vizinhos e a indiferença de muitos outros, sendo roubado tipo Ground Zero, só ficando mesmo com a casa e por ainda estar agarrada (paredes e tetos).

 

Já no segundo caso e desde que o referendo sobre a permanência da Grã-Bretanha na Comunidade Económica Europeia fora realizado (em 23 de Junho de 2016 e com a resposta a apontar para a Não permanência), num cenário talvez nunca esperado (mesmo pelos Conservadores), com o abandono estratégico de David Cameron (o primeiro responsável pela derrota) e a chegada da Ex subordinada e inexperiente Theresa May (não caberia na cabeça de ninguém estas eleições antecipadas), atirando pelo menos temporariamente o clima social, económico e político da Grã-Bretanha para um impasse perigoso por indefinido, podendo ter consequências imprevisíveis e agravando ainda mais a situação interna do país (e a sua imagem internacional, parecendo querer fazer companhia ao seu aliado norte-americano). Neste cenário agravando as contradições e podendo levar a extremos: como o de acusar como responsáveis pelo desemprego entre os britânicos a presença de muçulmanos no país e assim justificando como esperado (para não dizer natural) o ataque a uma mesquita.

 

Percebendo o jornalismo de hoje não como oriundo de um conjunto de indivíduos dedicados (como numa MISSÃO) a informar-nos de tudo o que viam e com os seus órgãos dos sentidos aí presentes experienciavam ‒ e logo aí se nos dirigindo, atingindo-nos diretamente como em vasos comunicantes, sem possibilidade de recuo e sem qualquer tipo de intermediário (no princípio, no meio ou no fim da linha) ‒ mas como mais uma função, cumprida por indivíduos certificados, apenas para servirem uns poucos. E enganando todos os outros a troco duma contribuição tal e qual um MERCENÁRIO.

 

“O Governo é liderado por um robot falante, apelidado ‘Maybot’, que de alguma forma conseguiu visitar a torre ardida na zona oeste de Londres [torre Grenfell] sem falar com um único sobrevivente ou trabalhador voluntário.”

(Jornal Económico/Christian Zaschke)

 

(imagem: thetimes.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:38

09
Jun 17

Tentando reforçar a sua maioria no parlamento britânico de 330 lugares (em 650 maioria a 326) Theresa May desejou antecipar as eleições (não ligando às preocupações dos seus eleitores) e o resultado foi uma estrondosa derrota: perdendo a maioria e 31 lugares e mesmo assim (e ao contrário de David Cameron) não querendo demitir-se. Entreabrindo a porta nº 10 e deixando desde já Jeremy Corbin à espreita (sendo necessário para entrar apenas empurrar a porta) tal o caos estratégico do partido Conservador (completamente à deriva desde que David Cameron como um “verdadeiro comandante” foi o 1º a abandonar o barco).

 

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Jeremy Corbin (Trabalhistas/Sindicalista/68 anos) ‒ 40,0%

Theresa May (Conservadores/Banco de Inglaterra/60 anos) ‒ 42,5%

 

Com os resultados das Eleições no Reino Unido já conhecidos, a primeira conclusão a tirar (até porque estas eleições antecipadas foram promovidas pelos Conservadores de modo a reforçarem a sua liderança) é que o partido no poder sofreu uma considerável derrota (o 2º grande erro Conservador neste caso da autoria de Theresa May): dos 330 lugares que lhe davam uma maioria no parlamento britânico passando a 318 e apesar de continuar a ser o maior partido, perdendo a sua margem de manobra e ficando dependente de alianças com terceiros (e menores partidos). E colocados perante as negociações associados ao Brexit (o 1º grande erro Conservador neste caso da autoria de David Cameron), não se percebendo até ao momento como querendo prosseguir o seu caminho (como se nada se tivesse entretanto passado) Theresa May irá resolver a embrulhada em que se enfiou ‒ para já falando-se de uma aliança (não de Governo) com os Democratic Unionist (da Irlanda do Norte) atingindo assim a maioria com 328 lugares (maioria com 326), mas por outro com os Trabalhistas a oferecerem-se também para um possível Governo por si liderado (minoritário) apoiado por outras forças com lugares no parlamento Britânico e mais próximos do centro-esquerda. E desse modo com o partido Trabalhista do tão contestado Jeremy Corbin (interna e externamente) a ser o grande vencedor destas eleições de 8 de Junho, não só pela sua grande subida de lugares no parlamento (+31 lugares), como da subida espetacular no número de votantes (perigosamente próximo dos Conservadores) ‒ colocando-o hoje numa posição de força no parlamento britânico e talvez iniciando aí (e agora) o seu caminho para ser o próximo Primeiro-Ministro agora que a ameaça de novas eleições começa cada vez mais a pairar no ar.

 

Partido

 

Lugares

Evolução

Votos

(%)

Conservative

 

318

-12

13,650,918

42.45

Labour

 

261

31

12,858,644

39.99

Scottish National

35

-19

977,568

3.04

Liberal Democrat

12

3

2,367,038

7.36

Democratic Unionist

10

2

292,316

0.91

Sinn

Féin

7

3

238,915

0.74

Plaid

Cymru

4

1

164,466

0.51

Green

 

1

0

524,604

1.63

Ind

 

1

-4

144,884

0.45

Ulster

Unionist

0

-2

83,280

0.26

Soc. - Dem. and Labour

0

-3

95,419

0.3

Ukip

 

0

0

593,852

1.85

Other

 

0

0

166,336

0.52

Resultados das Eleições Gerais na Grã-Bretanha de 8 de Junho

(um lugar por definir de um total de 650 ‒ maioria 326)

 

Indo-se agora viver no Reino Unido mais um período de grande indefinição política, com os Conservadores a continuarem a lutar pelo Brexit (e sejamos sinceros forçados a seguir essa opção) ao mesmo tempo que uma maioria cada vez mais significativa (e declaradamente contra os resultados do referendo do Brexit) continuando a sua luta pela permanência ‒ enquanto mesmo ao lado da Ilha e face à confusão instalada, o Continente mesmo sob uma grande crise sorri com a situação do filho há muito tresmalhado, mas (antes) oficialmente não declarado. De resto e observando o cenário eleitoral resultado de 8 de Junho com o parido Escocês a sofrer uma significativa descida (perdendo 19 dos seus 54 lugares distribuídos entre Conservadores/Trabalhistas), com o UKIP a desaparecer não do parlamento mas da vida política inglesa (apoiantes do Brexit) e com outros pequenos partidos (Liberais e pequenos partidos de Gales e da Irlanda do Norte) a manterem/subirem ligeiramente a sua representação. E do meio desta confusão indo muito provavelmente surgir um Governo com data de fim marcado (Conservador, minoritário e apoiado no parlamento) preparando-se para dentro de meses levar a cabo mais um ato eleitoral: com a América em guerra interna (os derrotados não aceitam os resultados), com a Europa completamente à deriva (à espera que os vitoriosos na América consigam emergir), com a guerra a poder explodir e alastrar a todo o Médio Oriente (agora que Trump armou os sauditas até aos dentes de modo a levar a sua avante, mesmo eliminando grandes aliados na proliferação do terrorismo como o Qatar) e agora como se já não bastasse e por completa incompetência e excesso de arrogância dos Conservadores criando o caos na Grã-Bretanha e adiando mais uma vez o país. Afinal de contas saindo ou reentrando?

 

(dados da tabela: theguardian.com ‒ imagens: politico.eu/Getty Images)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:21

12
Set 15

A Grã-Bretanha tem um novo líder Trabalhista

 

O Partido Trabalhista acaba de eleger como seu líder JEREMY CORBYN, um militante veterano com 66 anos de idade, representando a ala mais à esquerda do maior partido da oposição na Grã-Bretanha.

 

JeremyCorbynLabourleader12Sep15_large.jpg

Jeremy Corbyn

 

Eleito com cerca de 60% dos votos expressos pelos seus apoiantes trabalhistas, o novo líder esquerdista inglês sucede na liderança do seu partido a Ed Miliband, inesperada e estrondosamente derrotado nas últimas eleições realizadas há meses (232T/331C em 650 parlamentares eleitos).

 

O que aconteceria se a Grã-Bretanha virasse à esquerda?

 

“Jeremy Corbyn Is Following Bernie Sanders' Campaign With Great Interest”
(huffingtonpost.com)

 

Enquanto isso nos EUA o senador Democrata de tendência socialista Bernie Sanders candidata-se à Casabranca como Independente (tentando assim penetrar na embrulhada de candidatos que ainda se digladia na antecâmara presidencial de 2016), sabendo-se de antemão apenas poderem ser nomeados oficialmente e com credibilidade (vencedora), ou um indivíduo como candidato Democrata (neste momento com Hillary à frente nas sondagens) ou um outro como candidato Republicano (neste momento com Trump à frente nas sondagens).

 

Bernie-Sanders-327x253.jpg

Bernie Sanders

 

Imaginemos um ano de 2016 com a Europa em reflexão profunda (sobre a sua grave e prolongada crise económica), com a invasão crescente dos surtos migratórios vindos de sul e de leste (fugindo da guerra e do caos aí reinantes), com o conflito da Ucrânia em hibernação mas sempre presente (as eleições norte-americanas vêm a caminho) e com a crise bolsista chinesa como pano de fundo, tendo como complemento toda a Europa de leste a virar à direita (com a europa ex-comunista a liderar), todo o ocidente a virar à esquerda (Grécia, Portugal, Espanha, etc.) e ainda com a Grã-Bretanha a apresentar um potencial candidato a futuro Primeiro-Ministro Inglês situado bem à esquerda, muito atento à campanha de um outro importante esquerdista mas neste caso candidato à presidência dos EUA.

 

Devia ser muito interessante assistir a uma luta continental HILLARY/TRUMP/SAUNDERS, com o ilhéu CORBYN a assistir.

 

(imagens – WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:13

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