Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

03
Mar 20

Com o início do fim da U.R.S.S. tendo efetivamente como momento decisivo (o 1º sinal do que aí vinha, tendo sido a morte de Leonid Brejnev em 1982) o dia 11 de março de 1985

 

– Data da nomeação de Mikhail Gorbatchov (89 anos de idade)

como Secretário-Geral do P.C.U.S.

 

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O fim da U.R.S.S.

dando origem à Confederação Russa

(fim simbólico/oficial dado a 26 de dezembro de 1991)

 

E com os passos que se lhe seguiram sendo apenas uma consequência natural e lógica de todo um processo socioeconómico (científico, tecnológico, militar e financeiro) levando no final à sua desagregação (c/Gorbatchov inicial e ideologicamente M-L, no início da década de 90 virando social-democrata) − afastado Gorbatchov num Golpe de Estado (1991) pela linha dura do partido e depois de algumas reviravoltas, com outro protagonista a entrar em ação o oposicionista no extinto Soviete Supremo Boris Ieltsin (1931/2007): culminando todo este processo no desaparecimento do mapa de uma das duas Grandes Potências Mundiais surgidas no fim da II Guerra Mundial − uma sendo a U.R.S.S. do TIO JOE a outra os E.U.A. do TIO SAM – numa data de facto sendo assinalada por simbólica a 26 de dezembro de 1991, quando a bandeira soviética foi substituída no Kremlin pela nova bandeira russa (desagregando-se a U.R.S.S. e daí surgindo a Confederação Russa). Já antes tendo ocorrido a Queda do Muro de Berlim (9 de novembro de 1989) para mais tarde e após a renúncia de Ieltsin (último dia de 1999) surgir então Vladimir Putin assumindo legalmente a Presidência (a 7 de maio de 2000).

 

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Ataque de 11 de setembro de 2001

WTC

(originando mais de 85% do total de vítimas mortais, cerca de 3.000)

 

E destruído um dos polos (U.R.S.S.) ficando apenas um deles (E.U.A.), liberto finalmente dos limites assumindo em seu nome (Unilateralmente) o domínio − e obviamente o controlo: total e absoluto e intitulando-se o POLÍCIA do MUNDO. Surgindo então o Evento dos Ataques Terroristas de 11 de setembro de 2001 no interior do território dos E.U.A., entre eles o ataque a Nova Iorque abatendo as Torres Gémeas do WTC (em Manhattan) e provocando perto de 3.000 vítimas mortais: o pretexto final para com total justificação os EUA se assumirem (e se autoproclamarem, secundarizando a UN) como única Potência Global e Defensora do Mundo (“ocidental e católico-romano”, acho eu) e a partir daí … se acharem no direito divino de como excecionais, fazerem o que quiserem. Como matar sem problemas milhões, destruir até as mais básicas infraestruturas (necessárias para a sobrevivência de um povo) e pôr em fuga pela Vida outros tantos milhões, em territórios como o do Afeganistão, do Iraque, da Líbia, da Síria, do Iémen, etc. (e com os resultados desastrosos e criminosos que se sabem), mas simultaneamente cometendo um erro crasso, esquecendo o Crescimento da Rússia do presidente Putin e o Despertar da China (desde 2013) com o presidente Xi Jinping: quando e apesar da histeria em torno do covid-19 (não pelas questões de saúde presentes, mas pelas consequências económicas futuras), o Eixo do Mundo acompanhando a Evolução tenderá sempre a deslocar-se de Ocidente (Washington) para Oriente (Pequim) − e ao período de decadência de um Império (Americano) seguindo-se o erguer de um outro Império (Asiático).

 

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Drones turcos contra instalações do regime sírio

A Síria como um exemplo do confronto entre blocos

(envolvendo EUA/RÚSSIA e c/ os seus intervenientes no terreno Turquia/Irão)

 

No presente com múltiplos conflitos − não só de âmbito militar (envolvendo guerras) como de âmbito económico (envolvendo sansões) – a estenderem-se um pouco por todos os continentes (exceção talvez feita à Oceânia), com guerras intermináveis como as do Afeganistão, do Iémen, da Síria, do Iraque, da Líbia, da Palestina (“um campo de concentração a céu aberto”), da Ucrânia e ainda de vários países africanos (como Nigéria, Camarões, Níger e Chade, entre outros), estes últimos deparando-se com graves crises internos e/ou com a ação de movimentos insurgentes e terroristas (islâmicos) como a do grupo Boko Haram (seguindo as tradições de dois movimentos ligados ao Terrorismo Global, como a Al-Qaeda e o Exército Islâmico): 11 países independentes e soberanos segundo a carta da UN (de 4 continentes e com fronteiras físicas reconhecidas internacionalmente), aqui citados pelos seu conflitos armados sem fim à vista e acompanhados por um nível brutal de destruição e de mortos (“mortos à bala”), infelizmente sendo ainda complementados por outras ações/intervenções noutros países (integrando o plenário da UN), podendo ter consequências em tudo idênticas, como é o caso da Guerra Económica e das respetivas sansões (“mortos à fome”) – como será por exemplo o caso da Venezuela, da Coreia do Norte e do Irão.

 

E tendo todos (Afeganistão, Iémen, Síria, Iraque, Líbia, Palestina, Ucrânia, Nigéria, Camarões, Níger, Chade, Venezuela, Coreia do Norte e Irão, num total de 14) mesmo algo em comum, colocados no meio de um conflito (a eles exterior) entre dois blocos dominadores e com aspirações de Império: de um lado o Bloco Ocidental (EUA/EUROPA) comandante do atual Império (e com sede em Washington) do outro o Bloco Oriental (RÚSSIA/CHINA) aspirante a novo Império (e com sede em Pequim) − mas com o 1º estatisticamente (e até pelo seu tempo de duração, antes de ser descontinuado) a levar imensa vantagem (em destruição e mortes). E levando com as balas aqueles − o “MEXILHÃO” − estando no meio.

 

[E ainda hoje (neste mundo de FAKE NEWS e com os SUSPEITOS a serem sempre os do COSTUME) nos questionando sobre qual o verdadeiro papel de Boris Ieltsin na subida de Vladimir Putin ao poder (deixando cair o social-democrata Gorbatchov, derrotando de seguida os “últimos comunistas” e renunciando posteriormente do cargo − e aí escancarando as portas de entrada a Putin), sobre quais os verdadeiros impulsionadores dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA (falando-se em paralelo aos atentados de origem externa − e podendo haver algum tipo de ligação − de uma tentativa interna não convencional de golpe de estado) e já agora e dado o conflito continuar parecendo repercutir consequências (nada positivas) um pouco por todo o Mundo, a verdadeira razão para o continuar de mais este conflito (sabendo-se promovido pelos EUA, sobre um tradicional, fiel e estratégico aliado russo) inútil e sem saída (armada).]

 

(imagens: timetoast.com − History.com/gospelherald.com − AFP Photo/yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:03

21
Jan 20

Com o Presidente dos EUA Donald Trump (a primeira figura na hierarquia do poder) informando os norte-americanos e os restantes cidadãos do Mundo (entre eles os europeus) ter autorizado a execução sumária (assassinato, à moda terrorista) do general iraniano Qassem Soleimani (referido como a segunda figura na hierarquia de poder do regime iraniano), não pelas suas ações (passadas/presentes/futuras) mas pelas “coisas más” que ele dizia:

 

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Trump num comício em Milwaukee

(estado do Wisconsin em 14.01.2020)

Celebrando c/ os seus fans o assassinato de Soleimani

 

Trump tells GOP donors that Soleimani was 'saying bad things' before strike

"How much of this shit do we have to listen to?

How much are we going to listen to?"

"He was supposed to be invincible."

(Tal Axelrod/thehill.com)

 

Mantendo-se e como sempre este cenário (de Intervenção Norte-Americana, na defesa dos seus interesses) com a Europa quieta e caladinha, não se apercebendo esta que num fogo, se primeiro vão os próximos (do outro lado do Mundo), não se prevenindo mas remediando, seguindo-se (invariavelmente) os mais afastados (já rondando a nossa casa). Para já não falar da substituição, do Diálogo (diplomacia) pela Violência (guerra).

 

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Líder Supremo do Irão Ayatollah Ali Khamenei

Pelas “coisas feias” que diz sobre a América (e seu presidente)

Na mira do próximo drone de Trump

 

“American clowns”

Trump warns Iran's supreme leader to be 'careful with his words'

“The so-called ‘Supreme Leader’ of Iran, who has not been so Supreme lately, had some nasty things to say about the United States and Europe. Their economy is crashing, and their people are suffering. He should be very careful with his words!”

(Morgan Chalfant/thehill.com)

 

Num ataque com um drone (à saída do aeroporto internacional de Bagdade, capital do Iraque) num trajeto pré-conhecido matando logo duas unidades de peso do regime (para além de Soleimani, o comandante militar Abu Mahdi al-Muhandis) − como resposta a um suposto assassinato de um “contracor (empreiteiro e/ou mercenário) norte-americano (aparentemente levado a cabo por milícias xiitas iraquianas) e ao ataque à embaixada dos EUA em Bagdade (por manifestantes iraquianos, provável e maioritariamente pró-xiitas), num país de maioria xiita (minoria sunita) – e agora sendo derivado para a primeira figura do regime do Irão, o líder supremo (espiritual/religioso/político) – no fundo o seu presidente – o Ayatollah Ali Khamenei: continuando a dizer “coisas feias” podendo ter o mesmo destino do seu compatriota e colega Qassem Soleimani, levando em cima com um drone.

 

(imagens: Saul Loeb/Getty Images/HuffPost/yahoo.com − Fars News/Reuters/newsweek.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:21

26
Jun 19

“Any attack by Iran on anything American will be met with great and overwhelming force.

In some areas, overwhelming will mean

OBLITERATION.”

(Donald J. Trump/@realDonaldTrump)

 

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WW3

Jogos de Guerra

(de Virtuais a Reais)

Com o Presidente dos EUA a ameaçar

OBLITERAR o Irão

 

Face à “não compreensão” por parte da liderança do Irão das “palavras bonitas e expressas com compaixão por parte dos EUA”, a ameaça feita por Donald Trump – pondo de lado acordos e diálogos e recorrendo à Força (das Armas) e ao Poder (do Dólar) − de “fazer avançar de imediato o seu fabuloso investimento (feito nestes últimos dois anos) de 1,5 Triliões de Dólares (na sua Poderosa Força Militar)”. Depois de Barack Obama com Donald Trump a arriscar-se a ser reeleito (para um 2º mandato Presidencial) e talvez mesmo (porque não, se até Obama o conseguiu) a ganhar o prémio Nobel da Paz.

 

Então sim deixando os Falcões (como John Bolton) − ligando o Estado Profundo à Administração da Casa Branca, através do Complexo Industrial-Militar − de mãos-livres e prontos a entrar em ação: podendo terraplanar o Irão, cometer mais (um Genocídio) um Crime de Guerra e partir definitivamente para a (de momento com o arranque temporariamente suspenso) WW3.

 

(imagem: conflictnations.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:49

26
Mai 19

“Atacado por todos e por tudo e por nada, sendo no mínimo um pouco estranho, ainda (1) não ter sido morto ou (2) no mínimo detido. Qual será então a VIA (3), mantendo-o (pelos vistos e para já com aparente sucesso)

Vivo e no Ativo?”

 

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GOP Ex-Lawmaker Demands

Impeachment Of Donald Trump,

Resignation Of Mike Pence

(huffingtonpost.com)

 

Tal como nos ensinaram os nossos avós (com as suas “continhas de mercearia” sempre certas) sendo necessária e preciosa uma “pequena Vigarice (vista aqui como um Conforto) para mais facilmente despacharmos (vendermos/impingirmos) a nossa mercadoria: e quem mais sabendo de todos esses truques (e muitos mais que nós nunca imaginaremos) dado que para −além de ser Presidente já era Milionário − daí e para os Democratas uma ideia para uma nova tentativa de IMPEACHMENT ou Impugnação de Mandato (do Presidente), não entregando este “a pedido, voluntariamente e a tempo-e-horas” a sua “declaração de IRS” – do que “o Rei-do-Imobiliário, dos Casinos, do Espetáculo e da Influência, o Homem-de-Sucesso e Sonho-de-Qualquer-Norte-Americano (ou Norte-Americana)  o agora modelo republicano (e pelos vistos geracional) DONALD TRUMP − inspirando à Candidatura a Presidente dos Estados Unidos da América (Campanha de 2020) de outros Milionários como ele (para serem originais e terem hipóteses, afirmando-se desde logo ANTITRUMPISTAS), contra todas as expetativas, desejos e Esperança (dos seus eleitores maioritariamente pertencendo à classe média/baixa, pobres e minorias) e dada toda a oposição sistemática à liderança política de Donald Trump (e a tudo o que ele representa), em mais uma ação suicida apoiada e patrocinada pelos Democratas conduzindo mais uma vez o partido à derrota (não esperada, mas anunciada).

 

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Defying Congress,

Trump sets $8 billion-plus

in weapons sales to Saudi Arabia, UAE

(reuters.com)

 

E em vez de pensarem nisso e nas suas potenciais consequências (para os democratas, para a América e para o Mundo) − “isolando-se o Presidente, isolando-se este do Mundo” podendo ser graves tanto a nível interno como externo os efeitos provocados (a nível Global, em cadeia) − voltando de novo às FAKE para atacar o seu atual Presidente: só por Donald Trump ter fabricado não uma FAKE NEWS MAS uma “FAKE EMERGENCY”, com o único e patriótico intuito de não perder um excelente Negócio para o seu querido país (de venda de armas aos Sauditas para se defenderem do Irão por mais um acréscimo de 8 biliões). Deixando os Democratas invejosos (por não serem eles a fazerem-no) e os norte-americanos (se crentes) a rezar, prevendo não haver solução (no Sistema Político Bicéfalo/na Ação não o Parecendo, Norte-Americano) e poder vir a sofrer (mais uma vez, face à crise e caso a Guerra se confirme).

 

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The Saudi Crown Prince

Is Pledging Aid to Yemen

Even as He Hits It With Airstrikes

(time.com)

 

Para já com os EUA a continuarem a apoiar a carnificina em curso no IÉMEN, apoiando a Arábia Saudita e apetrechando-a de todo o material e equipamento militar necessário (em troca do controlo total do Petróleo Saudita e dos demais Estados do Golfo) para o início de uma Guerra: que por vontade dos EUA terminaria no (e com) o IRÃO. E no interior desta grande potência ainda considerada como um Grande Império (pelos Sinais em sobressalto, senão mesmo em decadência) − sucedendo ao Império Romano, talvez antecedendo o Império do Sol – parecendo ser o único objetivo (político-partidário e de todos os Média e  Oposição) fazer-lhe o mesmo que (como um verdadeiro ”animal” sendo violento, andando com eles em contramão, sem revelar hesitação nem remorso e levando tudo à frente) a Saddam, a Laden ou a Gadafi (não sendo como sabemos um bom exemplo).

 

(imagens: change.org − Kevin Dietsch/AP/theintercept.com − Mohammed Huwais/AFP/Getty Images/time.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:52

17
Mai 18

Uma questão (elucidativa na resposta) dirigida pelo diário Times of Israel a um alto-dirigente político israelita (Avi Dichter), ao ser colocado perante a situação de conflito (desde já com mais de 60 mortos e mais de 2000 feridos registados num só dia) provocada pelas manifestações de protesto de cidadãos palestinianos próximo da fronteira entre Israel e Palestina.

 

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Israel Vs. Palestina

Com a filha de Donald Trump cerca de 1hora de um lado

E com 60 mortos e 2000 feridos durante 24 horas do outro

Maio 2018

 

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Faixa de Gaza

Segundo a definição e a lei internacional sob um tipo de apartheid

Bombardeamente nos arredores de Tuffah

Julho 2014

 

Times of Israel:

(Referindo-se à tentativa dos palestinianos

De passar a fronteira entre Palestina e Israel)

 

Aren´t you worried about

A possible border breach on Monday?

(Não está preocupado com o possível aparecimento

De mais uma brecha na fronteira?)

 

Avi Dichter:

(Explicando como Israel resolveria o problema

Dessa passagem não autorizada de palestinianos)

 

No.

We have enough ammunition for everyone.

(Não.

Temos munições suficientes para todos.)

 

[Ou: “De como os Políticos postos a nu se revelam como visceralmente criminosos ‒ habitando um Mundo de Cegos e pelos mesmos Projetado ‒ sendo nas suas ações inapelável e irreversivelmente um Nojo.”]

 

Desde que no ano de 1947 após o fim da II Guerra Mundial e sob direção dos Vencedores ‒ desse período Catastrófico da História da Europa bem demonstrador de tudo o que de mais tenebroso o Homem é capaz de fazer a si e à sua própria espécie ‒ os líderes políticos de então sujeitos aos mais diversos tipos de pressão (social, económica e financeira dada a destruição da Europa e o caos instalado no Mundo, ainda visto e partilhado sob uma perspetiva colonial) decidiram resolver o problema de um dos principais contingentes de vítimas (os Judeus) desse Grande Conflito da Humanidade tendo durado 6 anos (1939/1945),

 

‒ Com antecedentes (sinais/avisos) bem claros e sucessivos avisando do que aí vinha (como terá sido o caso da Guerra Civil de Espanha travada de 1936 a 1939) e posteriormente ‒ ultrapassado este período de tragédia Humana ‒ concluindo-se não ter o mesmo (período experimental) servido minimamente de lição (e aprendizagem) continuando a replicar-se indiferentemente (como nada se tivesse passado) no tempo (com a ocorrência de conflitos como a Guerra da Indochina, a Guerra do Vietname, as Guerras do Golfo)

 

Um povo inteiro desde o tempo do Império Romano habitando uma região do Médio-Oriente denominada (pelos mesmos romanos) como Palestina e então localizada entre o mar Mediterrânico e o que é hoje a fronteira terrestre com a Arábia Saudita e o Iraque, viu-se forçado por entidades exteriores à sua (própria e tradicional) evolução territorial e geracional ‒ na defesa do seu território e da sua integridade e soberania ‒ a partilhar as suas terras, memórias e culturas (ancestrais) com outro povo completamente estranho (numa terra para os mesmos antes bem distante ou desconhecida e como tal igualmente estranha),

 

‒ Aproveitando-se a ocasião (a ocasião faz o ladrão) para definir politico-geograficamente uma região (por parte dos países ocidentais, coloniais e vencedores da II Grande Guerra para com as suas colónias) partindo-a em 3 e distribuindo-as pelo que é hoje a Jordânia, Israel e pelo que deveria ser a Palestina (Faixa de Gaza e Cisjordânia)

 

Acabando de imediato (no ano seguinte de 1948) perseguido, pondo-se em fuga e quase que sendo pulverizado (para não utilizar o termo bem conhecido pelos judeus exterminados).

 

Unilateralmente com o Estado de Israel a declarar a sua Independência (com a cumplicidade passiva dos EUA e das potências aliados ocidentais) e a originar de imediato e como resposta (já prevista) o eclodir de um violento conflito militar com todos os restantes países árabes da região (Guerra entre Israel e árabes de 1948/49),

 

Egito, Síria, Iraque, Jordânia, Líbano e Arábia Saudita (com Israel o vencedor)

 

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Refugiados palestinianos

Em fuga das suas terras devido à declaração unilateral de Independência de Israel

Originando a 1ª Guerra Israelo-Árabe

Palestina ‒ 1948

 

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Yasser Arafat

Fundador da Fatah (em 1959)

Posteriormente líder da OLP (desde 1969)

Damasco ‒ Síria ‒ 1970

 

E já depois de desrespeitar a resolução da ONU de 1947 que lhe atribuía direitos (um país Israel) mas também deveres (respeitando o país do outro a Palestina) ‒ a chamar a si a outra parte (do território antes partilhado entre judeus e palestinos) fazendo a partir daí sempre o que quis, expropriando, expulsando e não tendo outra hipótese final e definitiva (pelo menos para já) encostando, concentrando, degradando e destruindo (matando):

 

Em pleno século XXI com a maior prisão a céu aberto e sem qualquer tipo de obrigação (individual ou coletiva) na manutenção das condições mínimas de sobrevivência das pessoas aí detidas (criminosos ou inocentes, homens, mulheres e crianças),

 

‒ Por excedentárias sendo retiradas da sua anterior categoria de sujeitos e recolocadas na prateleira dos subobjectos ‒

 

A estar localizada na Palestina na Faixa de Gaza. Segundo notícias recentes com uma revolta a ocorrer na Prisão (Faixa de Gaza) obrigando as autoridades policiais (os israelitas) a intervirem e com o balanço (entre os detidos os palestinos) a cifrar-se em cerca de 60 mortos e uns 2000 feridos (segundo as autoridades apenas usando fumo e balas/explosivas? de borracha) ‒ e em uníssono com os EUA e Israel a culparem os mortos e os feridos (dado o escândalo e Crime de Guerra até com franceses e ingleses a afastarem-se) chegando a acusar o Governo (da Palestina) de oferecer uns 500 (dólares) a todos os seus cidadãos que na manifestação tenham com uma bala israelita no corpo (mesmo podendo morrer ou ficar amputado).

 

Mas afinal quem dispara, logo com balas explosivas e para criar amputados?

 

Enquanto no mesmo momento e em Jerusalém,

 

‒ Segundo a resolução da ONU de 1947 declarado território Internacional e com Telavive até aos dias de hoje sendo considerada a capital de Israel

 

O eterno mediador do conflito israelo-palestiniano (os norte-americanos) agora sob a presidência e tutela de Donald Trump (e dos seus Militares apontando em alternativa para o Irão), tomava para si uma das partes (a maior) desligando-se (da condução do processo) por não querer saber da outra (a parte menor):

 

Mandando para a Cerimónia a filha (de cera) sendo acompanhada pelo genro (de barro), ambos sendo básicos e compatíveis com o amigo israelita (segurando na mão o rastilho) e com o homem do botão (fornecedor da pólvora decisiva) para a construção do artefacto tornando o ambiente incendiário-explosivo. E a ser mais que óbvio o material indicado para incinerar (os pelos líderes israelitas considerados como sub-humanos).

 

Por último com os principais grupos ou movimentos de resistência palestinianos (certamente todos armados),

 

‒ Tendo origem no movimento de protesto e de revolta do povo árabe (expulso das suas terras) e congregando os grupos de resistência clandestinos de então (antes dispersos) em torno de uma grande organização a OLP (fundada em 1964) liderada pelo já lendário Yasser Arafat (nascido em 1929 no Cairo ‒ segundo o próprio em Jerusalém ‒ e tendo falecido em 2004 em Paris, suspeito de vítima de envenenamento pelos Serviços secretos Israelitas a conhecida Mossad ‒ uma espécie de GESTAPO, PIDE, CIA ou KGB)

 

Como a Al-Fatah (início dos Anos 50), a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP/desde 1967), a Frente Democrática para a Libertação da Palestina (FDLP/desde 1969), a Jihad Islâmica (Palestiniana/79 a 81) e o Hamas (desde 1987),

 

Na sua altura e como o é agora o Hamas e a Al-Fatah a serem considerados Efetivamente & Combatendo-os como grupos Terroristas (governando atualmente a Palestina);

 

10 Dos Maiores Ataques Terroristas Registados No Século XXI

(iniciando-se pelo 11 de Setembro)

 

Ano

 

Atentado

Autor

Alvo

Mortos

2001

Ataque 11 Setembro

Al-Qaeda (sauditas)

EUA

2996

2004

Tomada reféns escola Beslan

Separatistas chechenos (apoiados p’ Al-Qaeda)

Rússia

385

2004

Atentado estação ferroviária Madrid

Al-Qaeda

Espanha

192

2007

Bombardeamento comunidade Yazidi

Al-Qaeda (e sauditas)

Iraque

Mais de 796

2014

Massacre Campo Speicher (Tikrit)

Estado Islâmico (e sauditas)

Iraque

Mais de 1576

2015

Atentado

Paris

Estado Islâmico

França

137

2016

Atentado

Nice

Estado Islâmico

França

87

2017

Bombardeamento Mogadishu

Grupo ligado Al-Qaeda

Somália

587

2017

Ataque

Sinai

Estado Islâmico

Egito

311

2017

Ataque

Kabul

Taliban

Afeganistão

Mais de 150

Com a esmagadora maioria destes brutais atentados a terem origem nos terroristas bons

‒ Como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, terroristas mas apoiados pelos EUA/Sauditas ‒

E não pelos terroristas maus como os palestinianos do Hamas (da Al-Fatah ou da OLP) ou os iranianos do Hezbollah apoiados pelos Russos (e talvez pelos Chineses)

 

E no entanto não englobando nesse grupo dadas as mesmas senão piores consequências (mortais), grupos como os dos terroristas da Al-Qaeda e até do Exército Islâmico apesar das palavras (e assim mantendo as aparências) Efetivamente Financiando-os (e até do Hezbollah umas vezes aliado outras vezes inimigo, agora do lado de lá pela sua ligação ao Irão).

 

[Avi Dichter - responsável do comité de Negócios Estrangeiros e Defesa de Israel)]

 

(dados da tabela: wikipedia.org ‒ imagens: nytimes.com/independent.co.uk/wikipedia.org/wordpress.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:03

15
Abr 18

From

“Yes We Can”

To

“Catch Me If You Can”

 

Vivendo-se um momento Histórico de um dos Máximos de Hipocrisia Humana, substituindo-se o Verdadeiro e o Falso pelo Praticamente Verdadeiro e pelo Praticamente Falso: dispensando desde logo provas e defensores (parasitas e intermediários) e deixando a decisão na mão dos acusadores (os oráculos oficiais).

 

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Catch Me If You Can

(um filme de Steven Spielberg com Leonardo DiCaprio)

 

Com a população do planeta Terra (entre 257 países e territórios) estimada em mais de 7,6 mil milhões de seres humanos (e com 192 estados-membros integrando a maior organização intergovernamental Mundial a ONU, ou seja, quase 75% do total), três Estados representando apenas 6% da População Mundial (mas por outro lado representando mais de 42% do investimento global em armamento) – EUA, Reino Unido e França – decidiram mais uma vez e unilateralmente (com a liderança a ser assumida pelos EUA, apenas acompanhado pelo Entreposto e pelo novo Dançarino) fazer Justiça pelas próprias mãos, desrespeitando simultaneamente toda a Comunidade Internacional e utilizando as agora na moda Fake News: de uma forma rápida e simplificada colocando todo o Mundo à beira de uma nova Guerra Mundial não Convencional (sendo convencional com feridos e mortos) mas Nuclear (não sendo convencional com mortos a prazos variáveis), baseando a construção de todo este cenário de Guerra e de Ataque Eminente aos seus próprios países – e como tal (e segundo as suas Profecias) ao Resto do Mundo – numa mistura de ingredientes nunca julgados possíveis de se juntarem e de se interligarem (e até de se fundirem, criando uma nova Ideologia dirigida ao objeto, entretanto e no decorrer do processo já com o sujeito transformado num subobjecto) formando um composto sólido e para a esmagadora maioria aparentemente credível. Juntando apenas Mentiras (Fake News) com muita Hipocrisia (“Faz o que eu digo mas não faças o que eu faço”). E assim no dia 13 de Abril (ainda sexta-feira dia de azar, mas só para os lados de Washington) – já sábado (dia 14 de madrugada) na capital da Síria (Damasco) – com a Tríade liderada pelos Excecionais apoiada esmagadoramente pelos Média e Senhores da Guerra e pelas estratégicas, sucessivas e implantadas Fake News (sem dúvida excecionais nos resultados obtidos a curto-prazo), invocando mais um pretenso Ataque Químico do regime de Bashar al-Assad sobre a população Síria (depois de um outro russo sobre a população inglesa) a responder durante uns quinze minutos com mísseis e bombardeamentos (dizem que com o dobro do impacto do de há um ano atrás também como resposta a um Ataque Químico do regime mas nunca confirmado) de novo sobre o já tão martirizado povo da Síria, pelos vistos podendo ainda ser sujeito à prossecução do genocídio. E com três pessoas nada recomendáveis como TRUMP, MAY e MACRON – acusando, julgando e condenando – a decidirem o futuro do Mundo como se não existissem muitos outros (7,15 mil milhões) com os mesmos direitos à existência. Um caminho minado e extremamente perigoso – até para o líder da Tríade (os EUA) quanto mais para os acompanhantes (Reino Unido e França) – numa ameaça e insulto a outras grandes potências (estando ao lado de quem estiverem sendo todos perigosos): como a China, a Índia, a Rússia, o Japão e a Alemanha entre outros (e a estes se juntando os outros países nucleares como o Paquistão, a Coreia do Norte e Israel). E com qualquer um dos Blocos EUA-RÚSSIA-CHINA com todas as suas ogivas nucleares (num total global aproximado de umas 14.900 mais de 14.000) a poder ser o detentor da agora inequívoca e válida Quase Verdade (cada um logicamente com a sua) e como justificação a poder destruir muitas outras terras e em conjunto toda a Terra (e num Evento ao Nível da Extinção exterminando o Homem, a raça dominante habitando o planeta, dita racional e inteligente).

 

(imagem: dreamworksanimation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:26

14
Abr 18

[E de Força-Bruta vinda de todas as direções, cometendo genocídio e terraplanando o planeta – impunemente e com o selo de garantia mortal da ONU!]

 

Com Theresa a exigir um Ataque Rápido, com Trump a desejar um Ataque Duro e com Macron simplesmente a Dançar (recordando-nos Sarkosy o dançarino de Merkel).

 

Última Hora 1

Facto

O Ataque da Grande Coligação Ocidental

US/UK/França

Sábado dia 14 de Abril pela hora do jantar (em Washington) e ainda de madrugada em Lisboa (antes do nascer-do-sol em Damasco) o Presidente dos EUA com o apoio do Governo do Reino Unido e do Presidente da França ordenou um ataque à Síria: pretensamente tendo como objetivo locais associados ao estudo, desenvolvimento, produção e armazenamento do arsenal químico sírio (em princípio um projeto há muito encerrado e confirmado oficialmente por entidades internacionais especializadas e creditadas), com um deles localizado precisamente no meio de Damasco numa zona densamente povoada e na qual nem uma “intervenção cirúrgica salvará os aí residentes. Estando programado para hoje (pelo menos antes do ataque) a partida dos inspetores de armas químicas (do OPCW) para Duma na Síria.

 

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Um míssil sobrevoando a capital da Síria Damasco

14 Abril 2018

(onde se encontram mutos refugiados da Guerra Civil Síria)

 

Num cenário de luta sem quartel entre duas fações Militares (trabalhando ambas para o mesmo Complexo Industrial-Militar) atualmente ainda em confronto (mas com a aparentemente mais moderada a perder terreno muito rapidamente) no interior da Administração Norte-Americana,

 

– De forma a tomarem nas suas próprias mãos o controlo total da (atual e real) Política Externa (assente na sua larga supremacia militar) dos EUA, por delegação do Presidente nesses seus fiéis apoiantes (afastando-se dos civis, refugiando-se nos militares)

 

Continua simultaneamente a desenvolver-se (de momento e erradamente parecendo suspensa) uma nova crise em torno do Conflito Sírio (quando menos se esperava agora que a Guerra Civil Síria parecia aproximar-se do fim com a derrota do Estado Islâmico e a vitória das tropas leais ao regime sírio),

 

Com os EUA a ameaçarem a atacar a Síria (desde a Guerra ilegal do Iraque sob o pretexto repetitivo, já cansativo e nunca confirmado da utilização de armas químicas),

 

E a Rússia em tipo de resposta a avisar para então terem cuidado:

 

Ou seja num ato de extrema loucura política por nunca vista (superior à de David Cameron ao propor o plebiscito sobre o Brexit) e num processo de construção inquisitorial (e de molde diabólico) de um culpado nunca imaginado (nem mesmo por George Orwell) mas materializado por projetado (nos Média),

 

– Com a líder da Ilha Theresa May (depois de sucessivos pontapés no Continente) a clamar por uma Guerra contra Putin (chamando hipocritamente a si os 27 dos ex-28) colocando à disposição de Trump um submarino e comportando-se como um Boneco (descontrolado e nas mãos de alguém)

 

E prevendo-se como mencionado anteriormente a vitória (na Casa Branca e ao lado de Trump) da estratégia da Intervenção Militar (dos Falcões, os mais duros e intervencionistas),

 

Sobre a do diálogo, do compromisso e da Diplomacia (como Política Externa)

 

Última Hora 2

Questão

E no meio desta Guerra

Onde está a Europa?

Com a estação de TV estatal a relatar o início do ataque aéreo levado a cabo pelos EUA/UK/França à capital Damasco, podendo-se observar no céu noturno rastos luminosos provavelmente da aviação, misseis e antimísseis (com a defesa antiaérea Síria a afirmar ter abatido uma dúzia desses misseis) e com as forças comandadas pelos EUA (à distância provavelmente do Mediterrânico) a afirmarem ser uma missão de punição e de aviso (à Síria como subentendendo-se à Rússia e ao Irão) mas de apenas um dia. Mas para evitar confusões avisando-se antecipadamente (e de novo) os russos, ficando-se a gora a aguardar a reação (ao ataque) dos mesmos. O verdadeiro objetivo de israelitas (ensaiando) e de norte-americanos (concretizando).

 

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Donald Trump de costas voltadas a Síria

Para Duma e para o Mundo

(mantendo por tempo indeterminado a guerra e a morte)

 

Sendo previsível que entre as duas propostas (limite) colocadas em cima da mesa, uma delas seja a Verdadeira e a outra (talvez antes escolhida) a revogada: colocando-se a escolha entre uma Repetição (tendo como Alvo aparente a Síria) ou uma Provocação (tendo como Alvo real a Rússia).

 

Depois do afastamento de Rex Tillerson “o mole” (Secretário de Estado) e da chegada de John Bolton “o duro” (aparentemente como Conselheiro de Segurança de Donald Trump),

 

– Tendo nós um pouco de cultura e de memória um dos cérebros na Administração Bush de toda a orquestração que levou ao engodo e tragédia da Guerra do Iraque

 

Com a opção de Ataque Cirúrgico de aviso e de castigo (como ocorrido há cerca de um ano e pretensamente pelos mesmos motivos igualmente nunca provados) a perder irremediavelmente terreno (cada hora que passa),

 

E com os Militares apoiados por John Bolton (mesmo com o mais moderado James Mattis ainda presente e sendo a única voz a prever o pior cenário),

 

Querendo premiar Donald Trump (levando-o à ação e ao palco da Política Externa subindo a popularidade) e arrancar no processo (e fartos de esperar pelo Pentágono),

 

Propondo algo muito mais profundo como a destruição de todas as infraestruturas governamentais (que ainda restam de pé na Síria) destruindo definitivamente o Estado (repartindo o território) e sendo necessário levando tudo à frente (ou seja sírios, iranianos e russos).

 

Numa Via bem Aberta tendo a direção do Irão e com os norte-americanos a sugerirem a não existência da Rússia assim como não ingerência da China (para já não falar do Outro Mundo transformado na ONU num vazio).

 

(imagens: abc.net.au e nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 05:05

12
Abr 18

“Russia vows to shoot down any and all missiles fired at Syria.

Get ready Russia, because they will be coming, nice and new and “smart!”

You shouldn’t be partners with a Gas Killing Animal

Who kills his people and enjoys it!”

(Donlald J. Trump/@realDonaldTrump/twitter.com)

 

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A horas de mais uma possível (com Donald Trump e o seu Twitter tudo sendo imprevisível) intervenção militar dos Estados Unidos da América (no Médio-Oriente) a pedido da Administração da Casa Branca (como aparente resposta à preocupação do seu mais fiel Entreposto localizado numa ilha da Europa e liderado por Theresa May, o Reino Unido) – e com o Presidente Donald Trump procurando proteção nas mãos do poderoso Complexo Militar-Industrial Norte-Americano (Política Externa), queimado como tem sido pela esmagadora maioria dos Média e por muitos dos seus opositores (Democratas como Republicanos) desde que foi eleito em Novembro de 2016 como o 45º Presidente dos EUA (Política Interna),

 

– Tudo sendo justificado para a generalidade da opinião pública (de um dos lados, a dita Ocidental) como sendo uma resposta obrigatória e adequada (e Democrática) ao crime horrendo perpetrado no Reino Unido (em qualquer dos casos e dadas as vítimas questionando-se qual?) e de seguida na Síria (havendo provas sendo interessante saber com que objetivo?) pelos adeptos da utilização de instrumentos de guerra primitivos, ultrapassados e ilegais (por proibidos) e com o selo (pelos vistos de Garantia) inequívoco da Rússia (dirigida por um ex-Agente do KGB e potencial homem violento de nome Vladimir Putin) como o são os Agentes Químicos, Tóxicos e Mortais

 

E a poucas horas do fim do prazo dado por Donald Trump (24 a 48 horas) para a Rússia pensar melhor no assunto (Sírio) e refletir com maior profundidade nas consequências de desafiar os EUA e observando-se desde já o novo bailarino francês (digno sucessor de Sarkosy) a entrar em ação (mais Humanista apesar de ser do género Masculino) e a nova Dama inglesa agora de Betão gritando contra o novo ditador e nazi Vladimir Putin (muito mais violenta apesar da diferença de género),

 

“UK reportedly orders subs towards Syria

For possible missile strikes.”

(cnbc.com)

 

“After Syria Strikes, Israel Expects Proxy War With Iran.

Officials, analysts predict 'showdown' in Syrian territory.”

(antiwar.com)

 

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– Com o par de bailarinos Sarkosy/Kadafi (o Líbio) a ser substituído pelo novo par Macron/Salman (o Saudita) e com Theresa May tal como Donald Trump (isolados internamente) a tentarem salvar-se no seu território (Política Interna) distraindo o seu eleitorado da grave situação social e económica interna e recorrendo à possibilidade de uma potencial Guerra mas vinda do exterior e necessitando de pré-proteção (Política Externa)

 

Com o nosso maior espanto e incredibilidade a não ser pelos vistos suficiente para cairmos fulminados e cilindrados (com a nossa elite não reagindo, continuando estrategicamente ausente e delegando responsabilidades em/segundo eles inferiores/mas úteis) dada a completa indiferença dos nossos políticos, colocados perante mais um Cenário de Morte e de Guerra (criadas as raízes da intolerância, cada vez mais próximo, intrusivo e irreversível) deixando assim e mais uma vez o Comboio passar (sem reação da Alemanha e como tal da EU) mesmo que à frente do mesmo esteja há muito bem definido o fim dessa mesma linha: uma III Guerra Mundial confirmando o Fim da Europa.

 

Com os EUA (utilizando o pretexto da Síria) ameaçando a Rússia, ou seja, com as mais de 7500 armas nucleares norte-americanas (48%) a ameaçarem as 7100 armas nucleares russas (46%),

 

– Os outros (França, China, UK, Paquistão, Índia, Israel e Coreia do Norte) talvez tendo umas 1000 (6%)

 

“Russia will shoot down US missiles fired at Syria

And retaliate against launch sites, says ambassador.”

(independent.co.uk)

 

"Smart missiles should fly towards terrorists,

Not towards the legitimate Syrian government."

(Russia's Foreign Ministry spokesperson Maria Zakharova's/nhk.org.jp)

 

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E assim (simplificando tudo ao máximo) traduzindo tudo isto em miúdos (o que para nós os pobres e leigos mais interessa), divulgando e informando (e não manipulando) todos nós e todo o Resto do Mundo (fazendo parte de um bolo de mais de 7,5 biliões) de modo a todos compreenderem e interiorizarem (se quiserem manter-se ilesos psíquico e/ou fisicamente) do que realmente aqui está em causa: dado todo o seu poder Nuclear como Maior Potência Militar Global, com os EUA a ter a capacidade de pelo menos destruir 75X o planeta Terra enquanto a Rússia (menos poderosa) limitando-se a apenas a poder destruir umas 70X. De momento esperando-se pelo ataque (em princípio dos EUA à Síria mas com o Alvo além da Rússia a apontar para outro grande e apetitoso produtor de petróleo o Irão) e pela resposta (da Rússia e dos seus Aliados Orientais) para verificar qual deles terá o maio botão.

 

(imagens: onlinebreakingnews.info/patriotpowerednews.com/charitynavigator.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:15

24
Jan 18

“Para o correto funcionamento do capitalismo é necessário a divisão da sociedade em castas, como  fizeram os hindus tantos séculos atrás.”

(eticahoje.wordpress.com)

 

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A Cadeia Alimentar & Social

 

A melhor forma de se controlar um indivíduo (com cada um deles sendo um caso particular, necessário de se integrar num coletivo, apesar de sujeito a constantes oscilações na estratégia de intervenção) de modo a se controlar o seu grupo (impondo-lhe um caminho de sobrevivência de acordo com um único objetivo definido) ‒ tentando a integração passiva do indivíduo (função primordial do Estado e da Igreja) no mecanismo de reprodução (nesta fase inicial de replicação) coletiva do Sistema (fortemente hierarquizado da base até ao topo e com este último protegido por uma Névoa-Degrau, na pratica definida/protegida pelos seus parâmetros/dimensões Inacessíveis) ‒ será sempre o de ter sob a sua dependência (direta por representação/indireta por financiamento) a Comunicação Social e todos os Canais (oficiais e alternativos) dando-lhe acesso e uma capacidade profunda (no caso de introdução de casos aparentemente extremos com um eficácia próxima dos 100%) de intrusão: influenciando de tal forma os nossos Movimentos e Momentos quotidianos (que nos definem como seres vivos e inteligentes) ‒ se necessário levando-nos à prática de extremos, que nos poderão levar à extinção, como é o caso da Guerra ‒ tornando-os capazes de nos induzir e direcionar (sem pensarmos deixando-o para o coletivo) para o horizonte (tão belo, tão longínquo) para além da falésia (do precipício/sacrifício).

 

Desta relação entre a base desta Pirâmide Alimentar (refletindo um ato necessário e básico de transformação e de sobrevivência) e o seu Topo escondido para lá das Nuvens, sobressaindo a Natureza da Coisa (tal como o seu nome indica e analisado ao nível de consciência/orgânica, algo de abstrato, virtual, intrusivo, dominador, capaz de rápida e eficazmente nos banalizar e substituir ‒ como temos feito com o nosso Criador) pretensamente criada pelo Sujeito (para o servir), posteriormente melhorada pelo mesmo (dando mais espaço ao objeto de modo ao sujeito ter mais tempo) para no final dispensando a presença da Balança (mantendo o prato relativo ao Sujeito sempre mais pesado, valorizando-o face ao objeto) ‒ de modo a assim se manter o Equilíbrio Universal ‒ surgir o novo Símbolo (de Devoção e Sacrifício) com aspeto Humano e sob a forma de Objeto: no início com o Homem a Construi-lo (sem cérebro e á sua imagem), de seguida a adorá-lo (dando-lhe forma/aspeto humano com santinhos e bonecos) para no fim promovê-lo (a nosso substituto) dando-lhe crédito e valorizando-o ‒ criando o cenário necessário para o substituir (o Sujeito pelo Objeto) atribuindo Algo de Mais ao Objeto (extrapolando o processador biológico do Sujeito e processando-o como réplica no Objeto) transformando-o numa Entidade capaz de imitar, aprender, replicar e até substituir (não tendo o problema da morte e da crise existencial).

 

No caso dos EUA (considerada a maior potência Global e sendo a única capaz de matar num instante um recorde de biliões) com os últimos episódios após a eleição do seu 45º Presidente a serem um exemplo flagrante de como a nossa degeneração (da espécie Humana) parece cada vez mais evidente e inexorável, inacreditavelmente bastando criar um Boneco (à imagem do sujeito e estando este disponível) e inventar histórias à sua volta (tendo-se acesso a papel/de preferência a todos e aos respetivos escribas/remunerados para tal): analisando o espectro da Comunicação Social norte-americana e apontando apenas alguns canais e cadeias (com maior acesso do povo sejam jornais ou TV), sendo óbvio o resultado apenas por esmagador ‒ e considerados uns doze sendo claro o resultado (DEM-12 REP-1; ou em 13 azar para os REP): de um lado (Conservadores) contando com a FOX e do outro (Liberais) com os restantes ‒ WSJ, NBC, CNN, MSNBC, CBS, ABC, USA TODAY, WP, HP, NYT, Economist ‒ num campo bem inclinado. Mas com a maior Tragédia (pondo de lado a política, ideologia e partidos nos EUA como no Mundo) sendo a devastação moral e falta de ética de muitos profissionais (neste caso do talvez já há muito defunto jornalismo) face às ameaças proferidas (e ignoradas por não relevadas) preferindo manter o emprego. E assim pelo menos enquanto vivermos neste Nada Admirável Mundo Novo (o seguinte e em perspetiva poderá ser ainda bem pior) e necessitando-se de dinheiro para sobreviver, limitando-nos a ter emprego (trabalho é bem diferente) e em troca receber (miseravelmente e pior que uma prostituta seja homem/mulher).

 

(imagem: dreamstime.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:47

20
Jan 18

Um Passo Em Frente dos Mais Fortes

(do Complexo Industrial-Militar sobre a Sociedade Civil norte-americana)

 

Quando em 17 de Janeiro de 1961 (já lá vão mais de 57 anos) no seu discurso de despedida como 34º Presidente dos EUA (1953/1961) o Republicano Dwight David Eisenhower destacou a crescente influência do Complexo Industrial-Militar na sociedade norte-americana (podendo no futuro dominar toda a cena política),

 

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Dwight David Eisenhower

(REP)

 

Mal sabia ele que num tempo mais próximo do que ele imaginava (com marco inicial a ser a Guerra do Vietname decorrendo de 1965/1973) e graças ao extraordinário desenvolvimento tecnológico da Industria Militar dos EUA (aproveitando a elite científica nazi e em vez de a prender e julgar, reciclando-a e integrando-a na sua sociedade) o seu país se tornaria (de longe) na maior Potência Militar â superfície do planeta Terra.

 

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John Fitzgerald Kennedy

(DEM)

 

Sucedendo-lhe o Democrata John Fitzgerald Kennedy (35º Presidente dos EUA) igualmente se apresentando como um forte opositor ao preocupante crescimento e poder exercido pelos militares sobre a sociedade civil norte-americana e que como todos nós sabemos nos seus curtos anos de exercício da sua presidência (1961/1963) se distingui (entre outros momentos) por ter que se haver com a Invasão da Baía dos Porcos (1961), por anunciar a Ida do Homem à Lua (1962) e finalmente por ser assassinado (1963).

 

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Henry Kissinger

(REP)

 

Sendo a Sociedade Civil a delegar todo o seu poder nos Militares

(mais uma vez por interesse pessoal, de sobrevivência e estratégico)

 

E morto John F. Kennedy a meio do seu mandato presidencial (1961/1965) sucedendo-lhe o seu Vice Lyndon Baines Johnson como 36º Presidente dos EUA (1963/1969), talvez com medo (dado o sucedido com o seu antecessor) de ter o mesmo destino, apoiando os Militares (na sua estratégia de Desenvolvimento e Intervenção) e dando início (no seu mandato Democrata) à Guerra do Vietname. Atingindo um máximo (de poderio militar) com a I Guerra do Golfo (1990/1991) e sobretudo a partir (tornando-se a sua supremacia mais que evidente) da Queda da URSS (1991): com o clã Bush (George H. W. Bush e George W. Bush) a ser a Imagem Civil do Homem do Leme (do Complexo Industrial-Militar).

 

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Donald Trump

(REP)

 

Em 20 de Janeiro de 2018 um ano após a tomada de posse do 45º Presidente dos EUA o Republicano e milionário Donald Trump (2018/2021) e sobre a perseguição incessante aplicada ao mesmo pelos Democratas (e mesmo por outros quadrantes políticos e pela esmagadora maioria dos média) – agora tentando-o caraterizar como Doente Mentalatiçado e perseguido a nível interno e não existindo um grande empenhamento (e compromisso) por parte do seu próprio partido (a sociedade civil), sendo aceite de braços abertos pelo Poder Militar: e com Donald Trump em jeito de agradecimento mas sobretudo de esclarecimento (não se conseguindo impor internamente, fazendo-o externamente) a despromover da sua Lista (de principais inimigos) o tema Terrorismo (Global), substituindo-o por dois países a Rússia e a China. Convidando todos a rearmar-se (com armas norte-americanas), a aliar-se aos EUA (e à sua moeda o dólar) e a combater essas duas ameaças (integrando o Eixo do Mal conjuntamente com a Coreia do Norte e o Irão) para a Estabilidade e Segurança do Mundo.

 

(imagens: wordpress.com/nasa.gov/pinterest.com/uitvconnect.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:59

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