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A Merda (seja de que cor for) Vem Sempre ao de Cima

Segunda-feira, 01.11.21

Falando não se sabe bem para quem ─ se para os que se encontravam no interior da sala (os mandantes e seus representantes, os adjudicadores) ou no exterior da mesma (os comandados e seus sucedâneos, os adjudicados) ─ na 26ª Conferência da UN sobre Alterações Climáticas (COP26 de 31/10 a 12/11 em Glasgow/Escócia),

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Depois de chegarem com os seus jatos (privados e bem carbonizados), instalando-se num bunker em Glasgow (como medida de proteção, faltando saber-se de quem/de quê).

According to reports, more than 400 private planes carrying business leaders and politicians to this week's conference will spew out 13,000 tons of CO2. Ironically, these bigwigs and their private jets' emissions will exceed the average annual emissions of roughly 1,600 Scots.

(wionews.com)

 

Eis que o Secretário-Geral da UN o português António Guterres acrescenta mais uma vez ao seu já intenso currículo mais um conjunto de frases e ideias feitas (no “bom” sentido), mas sem contexto que as torne minimamente praticáveis (suscetíveis de imediata execução), inicialmente levando-nos por caridade e compaixão (as únicas coisas inúteis e contraproducentes que nos restam) a ser solidário com ele, mas posteriormente pensando melhor e analisando mais profundamente a plateia presente ao qual este mesmo se dirige (presencialmente ou online) ─ os únicos que o escutam, os outros não por os primeiros nada fazerem e os segundos tendo de lutar diariamente pela sobrevivência ─ levando-nos já com nojo de ver muitos deles a ignorá-los, tão grande é a sua “hipocrisia política” (por dinheiro vendendo tudo, todos nós e até sendo boa a proposta, a “própria mãe”):

Ontem à frente da empresa PETRO-X, hoje à frente da empresa ECO-X e amanhã líder incontestável, da revolucionária e avançada PETRO-ECO-TRIPLO-X, sugerindo-nos (esta tática enganadora e suicida) que com os seus originais, híbridos, biológicos ou automatizados, com carbono ou descarbonizados, com problemas existenciais (obrigando a pensar/refletir, a optar entre muitos por um tipo de vida) ou mais modestamente com as dúvidas de identidade (hoje sendo homem, amanhã podendo ser mulher e assim sucessivamente) ─ e tendo estes factos como causa ─ o Mundo continuará a ser comandado pelos mesmos (passando de “pais para filhos”), infeliz e inevitavelmente nunca mais mudará, um dia (nada mudando entretanto) sendo o da nossa extinção. Sendo capazes de nos autodestruirmos (juntamente com algumas/muitas das espécies terrestres) ─ bastando para tal usar o nosso arsenal nuclear ─ mas julgando-nos mais do que somos, pensando ainda e como Deuses (criadores) sermos capazes de (sendo apenas poucos biliões, entre triliões e triliões de seres vivos) destruir o planeta.

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Mas qual será o motivo da ausência da jovem ativista climática Greta Thunberg da COP26,

há pouco sendo considerada um ícone da juventude, pelos mesmos que agora a ignoram.

We say no more blah blah blah, no more exploitation of people, of nature and the planet. No more whatever the fuck they’re doing inside there. We are sick and tired of it and we’re going to make the change, whether they like it or not. This has been going on for too long.

(Greta Thunberg/standard.co.uk)

 

Quando a participação do Homem nas Alterações Climáticas face por exemplo à Evolução Geológica da Terra e à sua influência em toda a sua transformação ao longo dos seus já 4,5 biliões de anos de História, é significativamente “insignificante”:

O Homem quando muito e levando o seu poder ao extremo, podendo isso sim por sua iniciativa (tal como uma vela) extinguir-se ─ não significando no entanto que tal como ela (a vela) e ainda existindo, algo ou alguém a leve a reacender-se, ressuscitando o Homem e por Saltos, originando novas Civilizações (afinal de contas a Terra tem 4,5 biliões de anos, o Homem existindo há muito menos e nem durando sequer 100 anos, menos que um número infinito de calhaus (minerais, sendo o Mundo Mineral e a nível físico a nossa coluna vertebral).

Tendo obrigatoriamente de haver algo de comum (de ligação umbilical a nível não apenas material/física) entre o nosso Espírito, a nossa Alma, a nossa Mente e o Eletromagnetismo ─ a “Alma das Coisas” ─ ligando tudo isto e dando-nos um mínimo de conforto, credibilidade, nem que seja para o Futuro (pensando como um contabilista e acreditando em bruxas ou magia, podendo ainda tirar dividendos).

No Paraíso, Purgatório ou Inferno, tudo suites do mesmo todo ou nada, seja lá o que isso for (tão limitados nos obrigam a ser, que desprezando nos, optando sempre por obter ajuda de uma máquina).

(imagens: @MatthewPFirth/twitter.com ─ PA/standard.co.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43

Uma Aventura na ONU

Quarta-feira, 22.03.17

Nem três meses passados sobre a sua eleição, o novo Secretário-Geral da ONU começa a mostrar o seu poder (por opção igual a zero): ou seja, tal como os outros a dar o dito por não dito e logicamente (como todos os outros que por lá passaram) apoiando os que na realidade possuem (e o possuem) e mandam (até nele). Dando razão a Donald Trump (ainda-por-cima um dos que possuem e mandam) sobre a inutilidade da ONU (e das palavras se ocas do seu Secretário-Geral).

 

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António Guterres

Ex-Alto-Comissário da ONU para os Refugiados (onde brilhou)

Atual Secretário-Geral da ONU (onde parece começar a perder o brilho)

 

Tendo tomado posse a 1 de Janeiro de 2017 como Secretário-Geral da ONU com o apoio entre outros estados dos representantes da Rússia (embaixador Vitaly Churkin) e dos EUA (embaixatriz Samantha Powell),

 

Com um dos mais entusiastas na nomeação de António Guterres tendo sido o embaixador russo na ONU, entretanto falecido em condições um pouco estranhas (ataque cardíaco para quem antes nunca demonstrara tal problemas de saúde),

 

E por sinal na sequência da morte de outros diplomatas russos em circunstâncias muito idênticas,

 

Vitaly Churkin tal como os outros diplomatas estariam envolvidos na resolução de conflitos como o da Guerra Civil na Síria (luta contra o terrorismo global), envolvendo interesses também norte-americanos, turcos e de muitos outros participantes e intervenientes (já agora para esclarecimento não sendo obra ou ajuste de contas da parte de Vladimir Putin dado Vitaly Churkin ser um dos seus representantes preferido e pelo Presidente russo mais elogiado),

 

O português António Guterres eleito pela maioria da Assembleia para o exercício de tal cargo (até pela sua passagem pela mesma ONU como Alto-Comissário para os Refugiados e pelo seu trabalho desenvolvido na defesa dos mais desprotegidos e desfavorecidos deste Mundo)

 

Vem pela primeira vez demonstrar (pelo menos para quem ainda não compreende os mecanismos do poder e os seus exercícios eleitorais) que para lá do que o Secretário-Geral pensa e diz, existe muita mais vida e pessoas para além dele, que falam, manipulam e jogam muito mais alto: batendo-o na parada, invertendo-lhe as ideias e isolando-o logo no início,

 

E naturalmente iniciando a destruição da sua equipa (com o seu consentimento).

 

Num trajeto eleitoral iniciado no final de 2015 quando António Guterres deixou o seu cargo de Alto-Comissário para os Refugiados na ONU, perfilhando-se de imediato como um dos potenciais candidatos à sucessão do sul-coreano Ban Ki-Moon como Secretário-Geral da ONU;

 

Apesar da oposição de alguns países integrando a ONU (grandes potências ou países satélites) como o terá sido a Alemanha (com Ângela Merkel à cabeça apoiando uma candidata búlgara), acabando por atingir o seu objetivo não propriamente pelo seu currículo conhecido, mas certamente pela situação de indefinição que então se vivia no Mundo (e que ainda hoje se vive desde a eleição de Donald Trump como Presidente dos EUA);

 

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O israelita Benjamin Netanyahu e a jordana Rima Khalaf

1ºMinistro de Israel (origem da pressão)

ex-Subsecretária-Geral da ONU (a vítima da contradição)

 

Ainda antes da sua tomada de posse e pelo seu posto ocupado nestes últimos 10 anos ao serviço dos mais desprotegidos (na ONU desde 2005 e ao serviço dos refugiados), deixando muitos dos povos dos mais martirizados do mundo como o da Palestina (sem terra, sem soberania, sem liberdade, sem existência reconhecida, sem os mínimos direitos e sempre acusado e assassinado em nome dos seus/e dos outros políticos) esperançados e ansiosos pela chegada (finalmente) do há tanto sonhado momento de mudança;

 

E no entanto na sua primeira e mais notória intervenção como Secretário-geral desde que tomou posse (menos de 3 meses) num conflito envolvendo atualmente mais de 11 milhões de pessoas e que já se arrasta há mais de 100 anos (e pelos vistos continuando sem fim à vista)

 

Numa primeira indicação negativa (por situacionista) do que poderá suceder com outros dos vários conflitos (violentos) também a decorrerem

 

Deixando-se levar (por uma das suas secretárias), sendo chamado à atenção (pelos EUA e Israel), tentando inverter a opção (mandando sentar a secretária) e sendo necessário (para salvar a sua face) aceitando a demissão (da tal secretária) e justificando esta atitude por falha de comunicação (não é que não tivesse razão mas não tendo autorização).

 

E assim, depois de Israel exigir a retirada de um relatório para si aparentemente comprometedor, o secretário (o Geral) assim fez, pondo logo em polvorosa o outro lado do conflito, sentindo-se enganado por um seu antigo amigo, visitante assíduo e defensor:

 

Criticando a retirada do relatório (como se tal não fosse o mais natural desde as declarações deste sobre Jerusalém atribuindo aos judeus a origem do Monte do Templo – uma das mais duras provocações a ser feita a um palestiniano)

 

E provocando nos seus antigos amigos palestinianos uma demonstração de grande repulsa pela sua atitude de deixar cair a sua colega e eliminar o relatório.

 

Mal começando Guterres ao virar as costas logo à primeira, àqueles que disse representar e defender durante esta última década – razão que o levou ao lugar que hoje ocupa.

 

Será que chegamos ao momento da reedição (agora a nível internacional) do tempo em que António Guterres era 1ºMinistro de Portugal – celebrizado pela sua afirmação inicialmente reflexiva, logo tornada definitiva “é só fazer a conta”?

 

(imagens: uol.com.br/globo.com/Yahoo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

Portugueses no Mundo

Terça-feira, 13.12.16

Recordando o dia em que Sousa Lara tentou eliminar Saramago

(quando vetou um livro deste ao Prémio Literário Europeu)

 

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O Secretário de Estado da Cultura

(dum Governo de Cavaco)

Que vetou um Prémio Nobel

 

Em Portugal o único fato de registo ocorrido no dia 12 de Dezembro de 2016 resume-se no que diz respeito ao comum dos portugueses (na realidade todos nós) a dois episódios noticiosos (por ordem de relevância):

 

1º A declaração de Cristiano Ronaldo como vencedor da Bola de Ouro de 2016, numa iniciativa levada a cabo todos os anos pela revista francesa France Football;

 

2º A parte inicial da cerimónia de tomada de posse de António Guterres como Secretário-Geral da ONU (juramento) para a 1 de Janeiro de 2017 o ser na prática iniciando funções.

 

Deixando ao cargo de quem o pretenda e o deseje assumir (tipo ocupação dos tempos livres) toda a disponibilidade e querer tão característica dos portugueses (todos) de que sempre que seja possível (e melhor altura do que esta não há) e haja disposição, assumamos o protagonismo e deitemos tudo abaixo.

 

Como assim (eles) são como nós. E (nós) poderemos ser como Sousa Lara. Quem veta?

 

(imagem: blogoval.blogs.sapo.pt )

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:21

A ONU de Guterres

Sexta-feira, 14.10.16

“Afirmar que António Guterres foi o escolhido para a ONU apenas porque negociou com os mais poderosos (países com direito de veto) – como se fosse um defeito nunca antes observado – é a mesma coisa que dizer que um doente ficou curado apenas porque se socorreu dos melhores profissionais (neste caso da saúde). Salvaguardando as devidas distâncias (nestes dois casos) ainda não descortinei o problema (para desde já o atacarem).”

 

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Esperando que o primeiro mandato do português António Guterres (2017/2021)

Nada tenha a ver com os dois mandatos do sul-coreano Ban-Ki-moon (2007/2016)

 

Numa primeira intervenção perante a comunicação social, concretizada logo após a sua confirmação como secretário-geral da ONU (tomada de posse a 1 de Janeiro), o português António Guterres deu a entender que a reconciliação entre os EUA e a Rússia seria um dos seus principais objetivos a alcançar. Considerando tanto os norte-americanos como os russos como dois parceiros essenciais para em conjunto lutarem pela manutenção da Paz no Mundo e simultaneamente aproveitando o momento para se congratular com as notícias sobre uma possível retoma das negociações EUA/Rússia tendo como tema a Guerra na Síria. Antecipadamente e como homem inteligente que é convidando desde já todos os envolvidos neste conflito, a sentarem-se à mesma mesa e a dialogarem: nomeadamente Governo e Terroristas (em confronto direto no terreno), russos e norte-americanos (respetivamente apoiando Governo e Terroristas) e iranianos e sauditas (respetivamente em armas e milícias ao lado de Governo/Rússia e Terroristas/EUA).

 

Num momento delicado da História Mundial onde para além da grave crise económica e financeira que a todos tem atingido (sobretudo o Mundo Ocidental e o seu estilo de vida) o Eixo do Poder já se deslocou definitivamente para Oriente, com a China a chamar a si todo o protagonismo (nos mais variados sectores como o da Eletrónica e do Espaço), sendo já considerada a maior potência económica global e podendo desde já contrapor ao poderio monetário global (baseado no Banco Mundial e no dólar) o seu banco mundial e a sua “moeda” de troca (ou base de apoio): o Banco AIIB e o Ouro (um metal precioso e não de papel como o dólar). Algo que os EUA não parecem querer aceitar a qualquer preço (ainda-por-cima feitos sem pedidos de autorização ou de contrapartidas válidas para eles), pensando por outro lado que desestabilizando a Rússia desestabilizariam indiretamente os seus grandes parceiros económicos neste caso a China. O que não surpreendendo nesta luta contínua pela supremacia nos coloca a questão: e qual tem sido nos últimos anos o nosso papel (da Europa)?

 

Considerando que, se como comissário da ONU para os refugiados António Guterres se destacou (constatava a miséria deste mundo, relatava-a, intervinha, mas pouco mais podia fazer) tanto pela sua intervenção dedicada no terreno como pela sua generosidade intelectual mesmo estando em minoria (no fundo um cargo não executivo com o direito a ser escutado mas não seguido) – como assim lidava-se com todos os abandonados, desprotegidos e sem qualquer forma de intervenção no Mundo (certamente expressos em biliões) – já no caso da sua nomeação como próximo secretário-geral da ONU e apear de estarmos perante um cargo aparentemente cada vez mais esvaziado de poder (de atuação pratica no terreno seja através das palavras ou das armas) – e dadas todas as peças em jogo e o objetivo de cada uma delas individual e coletivamente – a tarefa apresenta-se claramente difícil de aplicar quanto mais de se cumprir. Até porque o direito de veto continua a ser consagrado só para alguns (uma vergonha) enquanto por outro lado as guerras são cada vez mais (colecionando-se, destruição, vítimas e genocídios): sem as vítimas por alguma vez saberem por onde anda a ONU.

 

Enquanto o nosso mundo continua a girar em torno da obtenção de matéria-prima e da exploração de mão-de-obra. Com os grandes detentores e comercializadores da matéria-prima a serem os países ricos e mais desenvolvidos tecnologicamente e com os exploradores de mão-de-obra a servirem-se dos países pobres e menos desenvolvidos para os espremerem, aumentando a margem de lucro se possível até ao Infinito (regressando-se à Escravatura). Explorando todos os continentes, querendo pôr (agora) a Europa de lado (como se pudéssemos hibernar sem paralisar e morrer) e dirigindo-se estrategicamente para onde existe matéria-prima (como o petróleo) e mão-de-obra barata (como a Ásia). Tão simples como isso. Daí o conflito eterno (enquanto durar) em torno dos poços de petróleo – Iraque, Síria e Líbia (e com o Iémen a levar por proximidade e tabela) – e a tensão constante e crescente no Mar da China entre duas grandes potências: a China residindo na zona e os EUA circulando por lá. Com António Guterres a ser certamente eleito após várias negociações, de forma a sobrepor-se a possíveis (e como tal impeditivos) vetos: restando-nos esperar e ver a força (verdade) dele.

 

(imagem: Reuters)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:24

A Ponte da Feijoada

Sexta-feira, 12.04.13

“A Feijoada com direito ao Guinness World Records”

 

Ponte Vasco da Gama

 

Inaugurada em 29.03.1998

(Primeiro-Ministro – António Guterres)

Extensão de 17,2 km

Custo de 897,8 milhões de euros

 

Pelo menos com estes indivíduos irresponsáveis e apesar de todas as dívidas por eles criadas – tal como o faz a grande potência económica e militar que os nossos líderes tanto adoram os EUA com uma dívida essa sim monstruosa mas que ninguém pelos vistos quer ver (por isso a Europa estar a pagar a dívida deles) – ainda construíamos belos e grandiosos monumentos, como o fizeram os nossos heróicos e gloriosos antepassados.

Só podemos mesmo fazer desaparecer o criador e os seus monstros agora amestrados ainda agrupados em pequenos bandos dispersos mas vingativos, uivando anos após a passagem do cortejo fúnebre de um povo e do enriquecimento imoral das suas ditas elites, apenas porque a vida já não é igual, aquela de que tanto desfrutaram anos atrás. Se queremos sobreviver não poderemos continuar à espera que do céu caia uma estrela: quando muito cairá um asteróide e aí será igual para todos – legal e com passagem assegurada no Tribunal Constitucional.

 

“Estes agora comem toda a feijoada e no fim para festejar ainda nos viram o rabo”

 

(imagem – retirada da Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:10