Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

27
Fev 15

Depois de provocar o Genocídio de uma Civilização Milenar o Homem entretém-se agora a destruir os restos que ainda se mantiveram de pé da sua Cultura e Memória: e nunca descansará enquanto não nos esmagar. Só aí não terá mais nada para fazer. Estará extinto.

 

map-iraq.jpg

Iraque – cercado em terra pelo Kuwait, Arábia Saudita, Síria, Turquia, Irão
(e tendo Bassorá e o porto de Umm Qasr no Golfo Pérsico como seu único acesso ao mar)

 

Depois de já terem feito explodir a BIBLIOTECA PÚBLICA de MOSSUL queimando mais de 10.000 preciosos livros antigos juntamente com outras centenas de insubstituíveis velhos manuscritos contando a sua história, a nossa e a de toda a HUMANIDADE, eis que estes valorosos militantes do ESTADO ISLÂMICO se viraram de novo contra os objectos que segundo eles os seus inimigos servem (ou não será ao contrário?); para de seguida e sem qualquer tipo de clemência o seu objecto de concretização de desejo (ou mais correctamente de poder) se virar contra as estátuas em pedra do MUSEU de MOSSUL, tentando estes na sua fúria incontida desfazê-las em mil bocadinhos tornando-as assim (e eles através delas) totalmente irreconhecíveis – para desse modo e posteriormente não verem a sua imagem animalesca, nas cenas APOCALÍPTICAS da nossa HISTÓRIA.

 

Destroy-Elite-Daily.jpg

Norte do Iraque – Museu de Mossul
(destruição levada a cabo por elementos do proclamado Estado Islâmico)

 

Quando recuamos doze anos na História voltamos a recordar os acontecimentos que na sequência dos atentados de 11 de Setembro de 2001 em Nova Iorque, serviram de pretexto para a invasão, destruição e terraplanagem, de todas as estruturas básicas que sustentavam a sociedade iraquiana: e se o Secretário de Estado da Defesa dos Estados Unidos da América DICK CHENEY se teve que contentar inicialmente com o diminuto e pouco significativo país como o era o Afeganistão, como o vilão designado para o papel de bode expiatório, por outro lado e significativamente o seu trabalho de toupeira nunca se interrompeu, como o demonstra a sua intensa actividade levada a cabo em estreita colaboração com o jornal THE NEW YORK TIMES (deixava escapar informações a que tinha acesso e depois ainda as comentava à sua vontade) e que terminou após diversas peripécias bem típicas das piores séries policiais (em que há sempre um criminoso que se safa) no afastamento do director da CIA GEORGE TENET, o tal que afirmava que não existia nenhuma ligação entre a estrutura de comando da AL-QAEDA e o regime político então vigente no Iraque. Afastada de vez a irrelevante mas impeditiva narrativa oriunda da CIA (que isentava de responsabilidades nos acontecimentos do 9/11 o regime iraquiano), estava aberto o caminho para a implementação definitiva da teoria da existência das tão alegadas armas de destruição maciça (partilhadas pelo EIXO do MAL e do qual faziam parte o Iraque, o Irão e a Coreia do Norte) e invocada a razão fundamental para o ataque e Invasão do Iraque: a defesa dos Estados Unidos da América da acção criminosa de todos aqueles tidos como terroristas.

 

ninewa-museum-e1424971875390.jpg

Norte do Iraque – Museu de Mossul
(destruição levada a cabo por elementos do proclamado Estado Islâmico)

 

E assim o antes Secretário de Estado foi promovido a Vice-Presidente dos EUA, acompanhando a partir daí o seu Presidente BUSH na sua GUERRA do GOLFO: iniciada ilegalmente em 2003 (a ONU foi posta de lado), suportada em bases que nunca se confirmaram (documentos falsos), responsável pela destruição de uma Civilização Milenar (o Iraque divide-se agora em zonas de influência) e concretizada à custa de uma verdadeira carnificina (estimada até hoje em mais de 3.000.000 de MORTOS) que pelos vistos ainda aí está para durar. E como sempre acontece nestes episódios globais que invariavelmente e em compreensão nos ultrapassam a todos (e a qualquer ser racional), o número de vítimas não para de crescer: apesar de todos nós já sabermos quem foram os seus verdadeiros autores e tutores, ainda impunes, todos ricos e poderosos e persistindo em continuar a aplicar as mesmas regras nos seus JOGOS de GUERRA privados, mas TENDO-NOS sempre como seu objectivo principal.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:23

11
Fev 15

Quando se descarta a Memória e a Cultura para assim se poder Refazer a História, as consequências podem ser mortais.

 

"It's so freaking sad to hear people saying we should "kill Jews" or "Kill Palestinians". As if that's going to solve anything.
(Barakat – texto do jovem assassinado)

 

3 Members Of Muslim Family Shot Dead In Chapel Hill

 

n-MUSLIM-FAMILY-MURDERED-large.jpg

Barakat (23 anos), Yosur (21 anos) e Razan (19 anos)

 

It was execution style, a bullet in every head.
(pai das duas jovens assassinadas)

 

My cousin, his wife and sister in law were murdered for being muslim. Someone tell me racism/hate crimes don't exist. Muslim Lives Matter.
(prima do jovem assassinado)

 

Os três jovens estudantes foram mortos (ontem) cada um deles com um tiro na cabeça e a justificação até agora apresentada/sugerida pela polícia, assenta em problemas de estacionamento e de ruído, de que o assassino se tinha vindo a queixar há já algum tempo: pelos vistos a morte dos três jovens muçulmanos (a tiro), foi a sua resposta ao problema (de estacionamento).

 

Por acaso a generalidade dos meios de comunicação norte-americanos (regionais ou nacionais) preferiram ignorar o trágico e mortal incidente, como referiram elementos locais – família, amigos e respectiva comunidade. Para os responsáveis (sejam eles quem forem) tratava-se de um caso muito delicado! Mais valia não falar (prevenir) e ver o que iria acontecer (e então remediar).

 

(texto/negrito e imagem – huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:59

20
Mar 14

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

(Mecanismos Cognitivos Terrestres na Construção de Situações Equívocas)

Projecção Experimental em Meio Indígena

 

“A verdade anda por aí mas não é para todos – especialmente se formos susceptíveis à acção de uma bala”

 

Base militar dos EUA situada em pleno oceano Índico no atol de Diego Garcia

 

7

Na base de Diego Garcia o Boeing 777 terminava ainda no interior do hangar os preparativos para a sua viagem, com todos os técnicos responsáveis rodeando a aeronave e analisando-a pormenorizadamente, certificando-se a 100% de que nenhum aspecto seria descurado, fosse ele a nível tecnológico de modo a evitar qualquer tipo de falhas no decorrer da operação, fosse ele na apresentação geral da aeronave – interior e exterior – a qual teria que reflectir fielmente e sem qualquer tipo de falhas o modelo que iria replicar. O momento da partida tinha sido esticado até ao seu limite máximo, enquanto aguardavam ordens vindas da base de Manas no Quirguistão: a situação na zona do Índico estava ainda muito confusa, com movimentos constantes de barcos e aviões de várias nacionalidades e origens – militares e civis – procurando ainda o desaparecido voo MH 370. Teriam forçosamente de aproveitar o período da noite para lançarem o avião e completarem desse modo o cenário planeado, ou arriscavam-se a criar um buraco no seu enredo e a darem cabo do guião: já tinha passado mais de uma semana sobre o desaparecimento do avião malaio e os buracos na história poderiam aumentar de tal maneira que tudo ainda podia rebentar nas suas mãos – o que seria inaceitável e teria fortes repercussões nos órgãos de direcção e comando desta intervenção militar sob orientação civil. Perto da hora de jantar chegou a autorização vinda da base situada na Ásia Central para o início do processo de descolagem, a aeronave foi retirada do hangar, os inspectores fizeram uma última inspecção ao interior do avião, retirando-se pouco depois e dando ordens para o fecho das suas portas: enquanto todos abandonavam finalmente a pista e todo o processo de preparação era concluído a ordem final foi dada, acabando o Boeing por levantar voo rumando logo para o sul do oceano Índico. O voo era não tripulado, dirigia-se paralelo ao corredor sul utilizado pela aviação comercial e a carga era um segredo proibido e impossível de ser divulgado.

 

8

Duas semanas após o seu desaparecimento o mundo tinha finalmente conhecimento do sucedido ao voo das Linhas Aéreas da Malásia: vasos de guerra norte-americanos acabavam de descobrir alguns destroços comprovadamente pertencentes ao avião malaio, confirmando de vez a opinião inicial e maioritariamente divulgada pelos principais responsáveis e especialistas em aviação de que o avião teria sido desviado da sua rota inicial em direcção a Pequim invertendo a sua marcha e dirigindo-se de seguida para o meio do oceano Índico onde teria caído, acabando por se desintegrar ao chocar violentamente no oceano e posteriormente desaparecendo na escuridão das suas profundezas. E ninguém com poder de interrogação e de intervenção se atreveu a questionar, desmentir ou contestar a versão apresentada: descoberto o culpado desse momento o mundo perdera o interesse no assunto, virando-se agora para a Ucrânia e para um novo conflito prestes a rebentar.

 

A tecnologia já nos ultrapassa – e como acéfalos nem nos apercebemos do seu poder

 

9

No entanto uma história nunca é facilmente aceite se inesperadamente acabar a meio. E particularmente os chineses não estavam para aí virados, começando a orientar muitos dos seus satélites para a área em questão. Com a colaboração da Rússia e de outros países amigos na região a primeira opção dos chineses foi a de orientar as suas investigações em direcção às principais bases dos seus adversários norte-americanos instaladas nesta zona específica do oceano Índico. As suas suspeitas eram direccionadas a norte para as bases dos EUA situadas na Ásia Central e a sul para a grande base de Diego Garcia: não era por acaso que entre as muitas notícias relacionadas com este desaparecimento, essa base era frequentemente mencionada como destino do avião aparentemente sequestrado, após análise pormenorizada do novo rumo projectado pelo avião – escolhendo o corredor sul com a base norte-americana bem colocada no seu horizonte – a partir de dados entretanto recolhidos confirmando essa possibilidade. O desaparecimento puro e duro do voo MH 370 sem nenhum indício que comprovasse essa teoria – nem mesmo um mínimo destroço ou uma simples comunicação – deixava os chineses num lume brando mas que a qualquer momento poderia explodir. Uma potência mundial como a China ainda por cima com 2/3 dos passageiros do avião malaio entre os mais de duzentos desaparecidos, nunca poderia consentir que este caso dramático e violento terminasse no esquecimento e sem se apurarem quais os seus verdadeiros responsáveis: tornando-se o caso mais delicado e com consequências futuras muito mais graves pelo conhecimento que os chineses tinham sobre a composição de todos aqueles que viajavam no interior do avião – desde individualidades de importância notória no meio empresarial e tecnológico chinês, até à presença de técnicos de empresas norte-americanas na importante e fulcral área dos semi-condutores, essenciais para o desenvolvimento científico e tecnológico da China como grande potência da zona e do mundo (e podendo mesmo passar pelo transporte de componentes fundamentais, agregados à sua carga secretamente e sem conhecimento prévio por parte dos norte-americanos) – e que segundo eles poderia representar uma provocação e um incitamento à violência contra a sua nação. E então quando os EUA se deram ao luxo de reclamarem para si a proeza da descoberta dos destroços do avião, tentando complementarmente e mais uma vez impor a sua versão do sequestro e suicídio por parte do piloto provocando a queda do Boeing e a morte de todos os seus ocupantes – atitude tão incompreensível e inacreditável tomada pelo piloto ou pelo co-piloto e pelos vistos sem nenhum tipo de resistência vinda do interior da aeronave, nem mesmo uma única transmissão de um simples telemóvel pessoal – a paciência atingiu o limite, com a China a exigir a sua presença no local indicado pelos norte-americanos para a queda do avião e o acesso a todos os dados que estes possuíssem sobre o incidente que vitimara os seus concidadãos. Questionando-os também sobre movimentos suspeitos observados em torno das suas bases asiáticas, tanto as situadas a norte como as do sul – como a de Diego Garcia.

 

10

Nenhum corpo foi encontrado no local nem qualquer tipo de sinal foi registado que pudesse indicar a presença da caixa negra do avião. Observadores persistiam no entanto na sua desconfiança e incredibilidade em aceitarem a tese constantemente repetida pelas autoridades da Malásia de suicídio do piloto ou co-piloto – promovida essencialmente pelos norte-americanos e seus aliados na região, ao mesmo tempo que as suas forças aéreas e navais procuravam manter-se afastadas do centro da crise como se nada tivessem a ver com o caso – até porque nada indicava até agora que tivesse existido uma falha técnica grave a bordo do Boeing 777, que mesmo tendo-se desviado da sua rota inicial invertendo o seu rumo, nunca tentara de que forma fosse contactar com o exterior com um pedido de socorro, utilizando um método moderno e sofisticado ou mais arcaico. O cenário mais credível e que estaria de acordo com toda a movimentação civil e militar na região – uma das zonas do mundo mais activas em espionagem e na troca legal ou ilegal de tecnologia avançada circulando em todas as direcções e sob patrocínio de poderosas corporações multi-nacionais e impossíveis de penetrar – apontava para o sequestro do voo MH 370 por parte de aviões militares utilizando tecnologia AWCS (mais provavelmente norte-americanos do que pertencendo a outro país como a Rússia) e seu posterior desvio para uma base sua situada a norte ou sul da Malásia. Isto enquanto certos sectores ligados à espionagem realizada no sul da Ásia e em bases situadas na região ou mais a sul no oceano Índico continuavam paralelamente aos canais de comunicação oficial e à sua permanente intoxicação da opinião pública mundial – que os familiares começavam já a não aguentar mais pelas investigações oficiais não registarem nenhum tipo de avanço, parecendo mesmo essa atitude ser propositada como se estivessem a preparar um novo cenário final e aceitável –  a insistir que recolhidos todos os dados conhecidos e feitas todas as simulações apropriadas a única opção válida seria o de sequestro do avião e sua posterior aterragem numa pista não identificada duma qualquer base militar, mais provavelmente situada em redor do corredor sul. No meio de toda esta catástrofe envolvendo a vida de mais de duas centenas de pessoas – 2 em 3 pessoas eram chinesas, existindo a bordo muitos especialistas em tecnologia e electrónica e mesmo contando com a presença dum engenheiro de voo – uma informação vinda provavelmente do Afeganistão e envolvendo grupos extremistas e oposicionistas ao governo pró-norte-americano ainda tornava tudo mais obscuro (mas por outro lado mais claro): “deveriam perguntar aos serviços secretos norte-americanos o que tinha acontecido com o avião e usando mais a inteligência pensar em que pistas do mundo este avião poderia ser forçado a aterrar sem que o mundo civil dele tivesse conhecimento”; “e se não estranhavam a posição assumida pelas grandes potências presentes na zona – Rússia, EUA e sobretudo China (dado 2/3 dos passageiros serem chineses) – e porque não tinham conhecimento (não informando desse modo o mundo) de trocas comerciais suspeitas realizadas nessa zona do globo e envolvendo pela mesma altura bases militares nas Seychelles contando com o envolvimento de sectores ligados à espionagem internacional (chineses e norte-americanos) e contando já com a morte suspeita de alguns militares seus protagonistas. E porque não relatavam a ida de especialistas das duas nações protagonistas na área – EUA e China – em direcção à grande base de Diego Garcia? Afinal de contas como era possível no Afeganistão terem acesso a tanta informação, enquanto o mundo se perdia em tentativas falhadas de atravessar becos sem saída?”

 

Era inevitável que um avião destas dimensões tivesse alguma testemunha

(nem que fosse o promotor do seu desaparecimento)

 

11

Os Estrangeiros continuavam a observar e a analisar o procedimento e evolução dos Terrestres desde que lhes tinham sido fornecidas algumas informações e tecnologia que estes poderiam adaptar e desenvolver em seu interesse e benefício. Constatavam que a mentalidade ainda muito primitiva desta espécie particular e dominante não lhes dava para já muitas hipóteses de largarem a sua visão egocentrista e violenta, orientada exclusivamente no sentido de preservar o seu poder subjugando de qualquer modo e sem critério visível outras raças ou espécies: era a lei da sobrevivência do mais forte a ser levado até ao seu extremo neste caso negativamente, já que até o indivíduo mais débil, incapaz e perigoso poderia pegar numa arma e matar todos os restantes elementos considerados inimigos por serem diferentes dele ou seja saudáveis de mente, corpo e alma.

 

12

Todo o método adoptado era no entanto muito estranho e incompreensível para os Estrangeiros. O Mundo dos Terrestres vivia um momento de incerteza no seu processo evolutivo, sendo agora o seu processo organizativo e societário posto em causa apenas porque os processos produtivos poderiam estar em perigo: o número excedentário de indivíduos, a consciencialização por parte destes das suas condições miseráveis e do seu quotidiano monótono e sem perspectivas de melhoria, a formação de grupos minoritários contestando as opções da hierarquia liderante e especializada e sobretudo a revolta cada vez mais generalizada dos indivíduos anónimos e sem poder contra o esmagamento proporcionado pela pirâmide social, tornavam o ambiente geral cada vez mais tóxico e claustrofóbico para o normal desenvolvimento das estruturas ancestrais e hereditárias de poder. Este factor tornara-se cada vez mais difícil de resolução e o rápido alastramento das zonas esgotadas e não recuperáveis para investimento, lançara o Mundo numa nova época de loucura e de violência generalizada, poluindo duma forma irrecuperável e sem retorno muitas regiões do seu planeta: e a única solução protagonizada pelas suas elites resumira-se a um acelerar constante deste processo de exploração desenfreada, sabendo esta desde o início que com este método iria por um lado concentrar nas suas mãos todos os recursos do planeta, enquanto que ao mesmo tempo ia eliminando da superfície da Terra milhões de seres excedentários que apenas existiam para destruir recursos e por contágio pôr em causa o futuro da restante espécie dominante. Com este processo selectivo a elite apenas estaria a salvar o planeta, criando novas perspectivas de desenvolvimento num contexto ais restrito e que iria contribuir decisivamente para a despoluição da Terra e para a reconstrução dum novo, mais aberto e mais saudável planeta: e segundo eles era Deus que os acompanhava e inspirava nas suas decisões Iluminadas, as quais iriam contribuir duma forma desinteressada e Divina para a reconstrução do Paraíso prometido e original. E se restassem algumas dúvidas sobre a orientação das minorias detentoras do poder, todo o cenário espectacular montado e organizado em torno deste episódio particular e em princípio não significativo do desaparecimento do voo em questão, apenas explicava mesmo a quem não queria entender como as minorias eram tão poderosas (e secretas) e como as minorias eram para os primeiros tão desprezíveis (e declaradas): um sinal evidente do fim dum ciclo e do fim duma civilização. Como diria Nietzsche: "O homem procura um princípio em nome do qual possa desprezar o homem. Inventa outro mundo para poder caluniar e sujar este; de facto só capta o nada e faz desse nada um Deus, uma verdade, chamados a julgar e condenar esta existência."

 

Do Espaço os Estrangeiros observavam a parte final desta Espécie de espectáculo revelador e localizado, interpretando-o como um retrato global do momento desta Espécie e como um marco separador dum plano mais vasto e redentor – o cenário estava montado: a única dúvida residia no problema de que a reconstrução dum Novo Mundo a partir dos escombros do anterior, poderia levar à extinção da então raça dominante e à criação de algo de novo, nunca visto e talvez mesmo perfeito, mas ao qual jamais pertenceríamos por falta de comparência.

 

Fim da 2.ª parte de 2

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:40

04
Jan 12

Uma história com um final feliz, que também se poderia ter passado connosco. Passou-se com um companheiro, o que torna tudo isto mais belo.

 

“Gatos como nós”

 

Andreia

 

Este gato do estado americano de Utah sobreviveu a duas tentativas de eutanásia numa câmara de gás de um abrigo de animais abandonados, já que durante os trinta dias estipulados por lei, ninguém apareceu para o adoptar.

 

Da primeira vez que o colocaram na câmara de gás, o gato sobreviveu. Na segunda tentativa e como o gato não apresentava sinais vitais, consideraram que o gato já estava morto, enfiaram-no num saco de plástico e colocaram-no numa arca frigorífica.

 

Mais tarde e quando foram verificar o saco onde tinham colocado o gato, viram que o animal tinha vomitado, se encontrava em hipotermia, mas ainda estava vivo. Aí decidiram terminar com as suas tentativas de o matar.

 

Andreia é um gato peludo de cor preta com algumas riscas brancas e olhos de cor verde. Além de se safar de duas tentativas de eutanásia por gaseamento, ainda conseguiu escapar a uma última tentativa de eutanásia por injecção letal.

 

Assim e sem recorrerem à utilização de seringas, os responsáveis resolveram dar mais uma hipótese a este gato tão agarrado à vida, que acabou por ser adoptado por uma família e que hoje vive tranquilamente integrado.

 

Como curiosidade final, ninguém ainda compreendeu como o gato sobreviveu a duas tentativas de eutanásia por gaseamento, quando todos os outros gatos sujeitos ao mesmo processo morreram.

 

(a partir de uma notícia do Huffington Post)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:41

Julho 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
13

15

22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO