Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

21
Out 19

Razão pela que muitos de nós

(p/ alguns sendo necessário)

ainda usam o(a) Boneco(a) Insuflável.”

(em vez das modernas e amanhã digitais SEX-DOLLS)

 

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Talvez como o artigo (da RT) sugere devido a HAL – no filme de STANLEY KUBRICK “2001 A SPACE ODYSSEY”, o computador (HAL 9000) controlando a maioria das operações a bordo da nave espacial DISCOVERY (na sua missão a JÚPITER) – assim como à falta de confiança que se tem no HOMEM (assim como na sua criação a MÁQUINA) – com a Máquina a poder servir-se ilegalmente do Homem (não cumprindo a regra número um, protege-lo), assim como o Homem (não o sabendo, mas eventualmente podendo ser “uma verdade”) a poder ultrapassar indevidamente (“viciosamente”) o pedido à mesma solicitado – não e como se esperava para proteção do Homem, mas como salvaguarda suplementar de preservação e de segurança (selo de garantia de integridade) para a Máquina − DAÍ O NOSSO GRANDE ESPANTO − eis que um grupo de Académicos (Anco Peters e Pim Haselager/International Journal of Social Robotics/researchgate.net) solicita às autoridades oficiais de direito (com competências e responsabilidades na área) uma autorização de consentimento (de “utilização”), por parte não do Homem mas vindo do lado da Máquina:

 

“Academics want sex robots

capable of withdrawing consent.

Even our fantasies aren't safe

from the virtue police.”

(rt.com)

 

Partindo da ideia da existência de um conflito futuro (verdadeiramente possível) entre o Homem e a Máquina (vindo de um lado ou vindo do outro, pelos vistos devendo ser equiparados), com estes investigadores (a partir do seu artigo “Designing Virtuous Sex Robots”) nas suas experiências teórico-existenciais (e certamente tendo muito tempo e espaço, para gastar) não reais por refletidas (num Espelho) preferindo em vez de confiar no Homem, prevenir-se defendendo a Máquina (pensando-a como uma “minoria” como tal, a ser protegida). E assim oferecendo às Máquinas, a possibilidade de dizerem não ao Homem:

 

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“Researchers are calling for sex robots

to be programmed with the ability to give and rescind consent,

lest their human 'partners'

become rape-crazed maniacs.”

(rt.com)

 

Levando esta “Cultura do Consenso” a um extremo nunca pensado, colocando agora a Máquina (no mínimo) ao nível de nós, do Homem (como se já não chegasse como sujeitos que somos a nossa desvalorização crescente face aos objetos, agora tornados inteligentes e transformados em ROBÔS) e abrindo ainda mais as portas para a nossa (completa) subjugação (consentida): nem sequer se podendo brincar com objetos (o que naturalmente fazemos, desde a nossa infância, com os chamados brinquedos) apesar de se o poder (fazer) mais tarde ou mais cedo mas com sujeitos e armas (conjugados = Morte). E desse modo mesmo que nunca se recorra a um humano para uma simples prática de sexo − devido a possíveis desentendimentos e diferentes versões futuras −  substituindo-o por um Robô-Sexual (com o(a) Boneco(a) Insuflável tal não acontecendo provavelmente por ser “analógico”) podendo-se mesmo assim ter azar, com o Robô chamando a polícia (por falta de cumprimento do processo de consentimento) e acabando-se na prisão.

 

“Robots face ‘sabotage’

from human co-workers

fearing they will be replaced.

But is that a surprise?”

(rt.com)

 

E continuando as violações entre Humanos (sem fim à vista e em crescendo), optando-se prioritariamente (pelo menos nas suas “particulares” preocupações, de alguns) por proteger não os originais, mas as suas (ou seja, as nossas) próprias cópias (mecânicas), apenas por digitais e com certificado IA (Inteligência Artificial): e mais cedo do que pensávamos com a Raça Dominante a ser (depois do BIOHOMEM ) – inicialmente e num período definido – BIOMECÂNICA, para posteriormente e ao Evoluir se metamorfosear, tornando-se num Entidade qualquer, individual – “negando a Morte” − ou coletiva – “deixando-se levar por ela”.

 

(imagens: Global Look/Lapone/Fotogramma/RT −GIPHY/RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:44

22
Jul 19

[Face a tanta porcaria hoje aceite por tão banal e não apenas poluindo a terra, o mar e o ar – “esqueceram-se da nossa Cabeça?” − mas muito mais perigosa e insidiosamente intoxicando (manipulando e comandando/por nosso cansaço/demissão/entrega), a nossa tão torturada e cada vez alienada mente.]

 

Há 50 anos com o Homem

− ARMSTRONG, ALDRIN e COLLINS

A conseguir fazer aquilo

Que não consegue imitar hoje.

 

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A Terra, a Lua e o módulo lunar Eagle

(com Armstrong e Aldrin a bordo)

 

Neste registo da autoria de COLLINS

(filmando a aproximação do módulo lunar EAGLE)

Com ARMSTRONG e ALDRIN

(no interior do mesmo módulo)

Acabadinhos de chegar da superfície da LUA:

Aqui na sua aproximação para acoplagem

Com o módulo de comando COLUMBIA.

 

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A Lua e a Terra

Um dos últimos registos da missão Apollo 11

Apresentando-nos dois Mundos distintos

Mas unidos por complementares

(pelo menos no que aos Humanos diz respeito)

Colocando-nos a questão:

O que seria da Terra e do Homem

Se a Lua não lá estivesse?

 

Nunca mais?

 

Por favor leiam e viagem e deixem para trás

(agora que é a Silly Season,

momento em que tudo se desculpa

e desse modo/e contra-a-corrente

mostrando categoricamente

toda a vossa coragem)

a

Fornicação Global Certificatória”.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:52

14
Mai 19

“Com o Homem e o Camarão,

há já 74 anos,

partilhando a mesma Luta.

A Favor da Vida e Contra o Nuclear!”

 

 

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Com toda esta história a começar e a estender-se (intensa e inicialmente) durante um período de 18 anos (1945/1963), com o registo de cerca de 500 testes envolvendo a detonação de Bombas Nucleares (testes maioritariamente norte-americanos e russos, mas contando ainda com a participação inglesa e francesa) – com mais de 75% dessas explosões a decorrerem na Atmosfera – sujeitando todo um Ecossistema local a uma Brutal Agressão (com uma coordenada de espaço e de impacto, mas propagando no tempo e ao longo deste, os seus efeitos como uma onda) e levantando então a questão das consequências para os aí tendo nascido e residido −ou seja (vivendo aí ou nos arredores, mais ou menos distantes) para a Vida e Sobrevivência do Homem: por alguma razão ou pretexto passados 56 anos (desde o seu fim) e já no interior de outro século (XXI), mantendo-se a questão e o problema “Suspenso e ainda no Limbo”, falando-se antes num crustáceo pela aparência “primo” do CAMARÃO (outro animal/local que não o Homem, por acaso sem voz, irracional) e ignorando-se (pelos vistos sendo apontada como vítima colateral) quem que lhe está acima na Cadeia Alimentar, aquele que o Come, o HOMEM.

 

'Bomb Carbon' from Cold War Nuclear Tests Found in the Ocean's Deepest Trenches

(Mindy Weisberger/Live Science/May 13, 2019)

 

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Como a Natureza nos demonstra mais uma vez e tal como sucede com o Homem

 

E como não poderia deixar de ser, acolhendo-o e protegendo-o como uma das partes de um todo e sendo uma das réplicas do molde original,

 

Ser um Organismo Vivo e organizado, capaz de processar (percecionar/sentir) e de arquivar (memorizar)

 

– E desse modo Evoluir, transformando-se e adaptando-se ou seja sobrevivendo (algo de natural de modo a não só nos proteger dos perigos interiores/exteriores, como e igualmente extremamente relevantes para manter o equilíbrio entre as várias espécies) e dessa forma mantenho de todas as formas possíveis e imagináveis (complementadas pelas impossíveis/utópicas mas por algum motivo sendo resilientes) intacto, este único (só conhecemos este) e Maravilhoso Ecossistema (permitindo-nos nele viver e dele usufruir)

 

− Ou não fosse ele o nosso Berço (talvez e completando um Ciclo, num Salto Evolutivo, introduzindo-nos/reintroduzindo-nos), posteriormente o nosso Lar (a nossa Cápsula Protetora) e dado finalmente o Sinal (da necessidade de abandonarmos obrigatoriamente, como nómadas e sobreviventes que somos, a nossa Zona de Conforto), o nosso Novo Desígnio e Ponto de Partida (Evolutivo e se não nos quisermos tornar extintos), depois da Aventura da Descoberta dos Oceanos (Aventura Interior) virando-nos agora para a Extraordinária Aventura no Espaço (Aventura Exterior) −“abrindo-nos ainda mais os olhos, os sentidos, a nossa mente” − e daí originando um novo  e revolucionária composto, incorporando e conjugando nele toda a experiência e conhecimento (de um, do todo) − adquirido, aplicado e sucessivamente replicado (por aceite/não rejeitado) – assente (tendo como Base de Sustentação)

 

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No Mundo Mineral (a nossa Base ou Coluna Vertebral);

No Mundo Orgânico (o que deu Conteúdo/Objetivo a essa Base);

No Mundo Material (assente na Energia, na Matéria e no Movimento);

No Mundo Espiritual (segundo o ponto de vista, mais religioso ou mais científico) incorporando de um lado, forças pela esmagadora maioria nunca vistas (comprovadas) como o Espírito ou a Alma e do outro forças igualmente para muitos invisíveis (não sendo diretamente sentidas) como o será Magnetismo.

 

[Mas para tal suceder

Só mesmo largando Thomas Edison

Adotando NIKOLA TESLA]

 

E com esta história bio nuclear prosseguindo por meados de 2019 (Maio, com o artigo publicado) − e como sempre e estrategicamente concluindo-se “De Momento” – com uma notícia envolvendo cientistas e investigadores trabalhando na Fossa das Marianas, tendo detetado níveis elevados de carbono radiativo numa determinada espécie marinha (de crustáceos), as Hirondellea gigas (um Amphipoda) um “parente” do Camarão: entre umas 7.000 espécies conhecidas tendo de 5/17cm (dimensão), vivendo a uns 10.000 metros da superfície (do nível médio do mar) e alimentando-se de plantas marinhas (de elementos delas obtido como o “sunken”).

 

Crustaceans that live in the deepest part of the ocean carry radioactive carbon in their bodies, a legacy of nuclear tests performed during the Cold War.

(Mindy Weisberger/Live Science)

 

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No caso das Hirondellas (gigas pelo seu tamanho), com estas criaturas marinhas vivendo no oceano Pacífico (no seu lado Ocidental) para lá dos 10.000 metros pelas bandas da Fossa das Marianas (região chegando a atingir mais de 11.000 metros de profundidade), a apresentarem níveis elevados e anormais de radiocarbono (no seu corpo), claramente como consequência – e “LEGADO” − dos testes nucleares aí realizados durante o período da Guerra Fria (de 1945 fim da II Guerra Mundial a 1991 fim da URSS): através da transmissão entre sucessivas gerações destas criaturas “sem concha e semelhantes a um camarão”, devido à ingestão de alimentos provenientes da superfície e carregados do isótopo carbono 14 – “Bomba-de-Carbono” – com estes animais marinhos a levarem consigo a assinatura da presença de Radioatividade no seu Corpo (e tal como no presente com os Plásticos, invadindo/poluindo ainda mais os Oceanos). Como se tal fosse necessário (o estudo, a investigação, a conclusão) postos frente-a-frente a Hiroshima e Nagasaki (mais de 250.000 mortos de imediato/curto-prazo, fora os incontáveis/indefiníveis de médio/longo prazo que se lhe seguiram) aqui envolvendo a Espécie Dominante – na Terra e na atualidade o Homem − e ainda hoje vitimando esta (por acaso a nossa espécie). Coisas de cientistas talvez mesmo preocupados, num presente (antecedendo um futuro provavelmente idêntico, com primeiras e segundas linhas − hierárquicas/de prioridade − e com o Homem ocupando a segunda) onde para além da recordação de milhares e milhares de pessoas “Instantaneamente” mortas (entre civis, mulheres, velhos, crianças e restantes inocentes e como tal, apanhados completamente de surpresa, num Genocídio “mais que criminoso por inútil” e levado a cabo sem Punição) ainda no presente (2019, a fazer 74 anos sobre o lançamento das bombas atómicas, Little Boy/Hiroshima e Fatman/Nagasaki) trazendo grande sofrimento aos que sobreviveram (alguns deles ainda vivos) e às gerações (filhos, netos e por aí fora) que até hoje se lhes seguiram:

 

As consequências das bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki foram desastrosas. O poder consumidor das bombas foi além da destruição de lugares e pessoas, atingindo a área da genética. Os efeitos causados fizeram com que os seus sobreviventes transmitissem as lesões para as próximas gerações. Até hoje, crianças nascem com problemas genéticos causados pela radiação das bombas.

(Recortes/Rejane Borges/obviousmag.org)

 

(imagens que n/pela ordem: Daiju Azuma U.S. Department of Energy/Talkuku Blog/talkutalku.com.ng − Los Alamos Daily Post/ladailypost.com − USA TODAY/usatoday.com − general-fmv/Andrei Marincas/Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:40

12
Mai 19

“Step towards light-based, brain-like computing chip”

(University of Münster − May 8, 2019/sciencedaily.com)

 

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Scientists have succeeded in developing a piece of hardware which could pave the way for creating computers resembling the human brain.

(Step towards light-based, brain-like computing chip/University of Münster/sciencedaily.com)

 

Desde que o HOMEM apareceu sobre a superfície da TERRA e tomou consciência da totalidade do MUNDO em que estava inserido, certamente que um dos seus principais desejos em diversas situações mais problemáticas (de difícil resolução) pelo mesmo vividas, seria o de facilitar as suas respetivas intervenções (solucionando os problemas surgidos), não só sob a perspetiva da sua Proteção e Segurança (de si e da sua espécie) mas simultaneamente como uma medida Facilitadora (de adaptação, evolução e sobrevivência) neste (oferecido para seu usufruto) Ecossistema Terrestre:

 

Se possível tentando partilhar tarefas se não com os Sujeitos seus semelhantes (tendo o contra de sobrecarregar estes, contrariando o objetivo geral) pelo menos com outros animais (irracionais/domesticados), ou então tentando criar outras alternativas não incluindo nenhum tipo de SER VIVO mas algo de palpável e Objetivo que o possa substituir – por exemplo um artefacto fazendo de Ferramenta e de Máquina, substituindo temporalmente o Homem (o Original) e alguma das suas funções (no Espaço), talvez num curto-prazo e surpreendentemente não só capaz de Andar, mas também e tal como o Molde de Evoluir e Pensar, numa Réplica do Humano.

 

The human brain is way ahead of even the most modern computers because it processes and stores information in the same place -- in the synapses, or connections between neurons, of which there are a million-billion in the brain.

(Step towards light-based, brain-like computing chip/University of Münster/sciencedaily.com)

 

Podendo algo correr mal (durante a substituição de Homem para Máquina) mas eventualmente sendo um Passo (necessário/fundamental), para a descoberta da solução de muitas das maleitas (de funcionamento/saúde) sempre perseguindo o Homem:

 

Implementando um CHIP (no cérebro) talvez recuperando defeitos (em princípio definitivos) bastante problemáticos (em consequência de um AVC, afetando a Memória), substituindo circuitos biológicos por outros biomecânicos (e assim estabelecendo pontes entre margens separadas).

 

Como?

 

The scientists managed to produce a chip containing a network of artificial neurons that works with light and can imitate the behaviour of neurons and their synapses.

(Step towards light-based, brain-like computing chip/University of Münster/sciencedaily.com)

 

Instalando um CHIP revolucionário (agora capaz de não só processar, mas também de arquivar), de origem artificial (uma parte trabalho do Homem, outra parte trabalho da Máquina), aplicado (inicialmente) em Máquinas e imitando os Humanos (como uma Réplica), agora em reviravolta e como cura no Próprio Homem, resolvendo um dos maiores dramas (de Saúde) consequência das doenças modernas, como será certamente o caso da perda de Memória (apagando-nos parte da Vida):

 

Num só local processando/arquivando e assim acelerando as Máquinas (tornando-as mais humanas, sejam boas ou más) para já no caso do Homem e sendo suscetível ao processo (aceitando-o), substituir os NEURÓNIOS (afetados) por CHIPS (produzidos como seus semelhantes) reestabelecendo funções, pontes e comunicações (deixando “tudo” − CULTURA e MEMÓRIA − mais ou menos como dantes, já que esse “tudo” também evoluiu).

 

(imagem: Petrovich 12/Adobe Stock/sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:55

17
Abr 19

No passado ainda recente da 1ª Revolução Industrial (passagem da produção utilizando o Homem como mão-de-obra, para a produção através da utilização de Máquinas) – com o seu início correspondendo ao período compreendido entre meados do séc. XVIII e meados do séc. XIXdando-se o 1º Assalto das Máquinas, com estas substituindo parcialmente o Homem, em muitas das suas funções (aí e maioritariamente consideradas as mais duras);

 

Engineers tap DNA to create 'lifelike' machines

(Cornell University)

 

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Cornell professor of biological and environmental engineering Dan Luo

And research associate Shogo Hamada

Have created a DNA material capable of metabolism,

In addition to self-assembly and organization.

(John Munson/Cornell University)

 

Prosseguindo ainda com mais afinco na 2ª Revolução Industrial (com a invenção da Máquina a Vapor e da Máquina de Combustão Interna, esta última substituindo o Carvão pelo Petróleo) com as Máquinas a ocuparem ainda mais lugares anteriormente ocupados pelo Homem (dado facilitarem ainda mais o processo de produção) − e originando aí o grande êxodo rural e o aumento da população urbana;

 

Tapping into the unique nature of DNA, engineers have created simple machines constructed of biomaterials with properties of living things.

 

Using what they call DASH (DNA-based Assembly and Synthesis of Hierarchical) materials, engineers constructed a DNA material with capabilities of metabolism, in addition to self-assembly and organization – three key traits of life.

 

Para finalmente entre 1950/70 início da  3ª Revolução Industrial ou Revolução Digital se traçar definitivamente o destino do Homem (como se já não se soubesse antes), passando tudo o que era de analógico a digital e dessa forma transformando a produção antes mais limitada, numa Produção em Massa, elevando ainda mais o estatuto (de produtividade face ao Homem) das Máquinas (originando naturalmente ainda mais desempregados) − e até criando novas formas (Revolucionárias) de Comunicação/Transporte como o é o caso da Web.

 

"We are introducing a brand-new, lifelike material concept powered by its very own artificial metabolism. We are not making something that's alive, but we are creating materials that are much more lifelike than have ever been seen before," said Dan Luo, professor of biological and environmental engineering.

 

Hoje perto do final da segunda década do séc. XXI (ou seja 2020) e com a Terra a disparar na direção dos 8 biliões de habitantes, questionando-nos o que se seguirá no futuro (para os lados do Homem) agora que os cientistas se debruçam sobre o nosso DNA, tentando-o replicar e transformando uma simples Máquina numa Máquina-Quase-Homem (ou seja numa Bio Máquina): seremos mesmo necessários (os tais 8 biliões) ou então excedentários?

 

"The designs are still primitive, but they showed a new route to create dynamic machines from biomolecules. We are at a first step of building lifelike robots by artificial metabolism," said Shogo Hamada, lecturer and research associate in the Luo lab, and lead and co-corresponding author of the paper. "Even from a simple design, we were able to create sophisticated behaviors like racing. Artificial metabolism could open a new frontier in robotics."

 

(texto/inglês e imagem: Cornell University/April 11, 2019/sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:15

14
Abr 19

Uma imagem com dois possíveis coloridos (o primeiro sendo o editado e o segundo ainda mais manipulado) remetida do planeta Marte – pela sonda automática InSight − e posta à disposição do destinatário (final mas aqui por oferta) pelos canais de distribuição da NASA: apresentando-nos um cenário seco e desértico (como se tivesse sido desidratado), sem qualquer tipo de movimento à vista (exceto aquando das tempestades de areia), como que tendo sido calcinado (por uma brutal explosão/tempestade solar), posteriormente e ao longo do tempo sendo descascado (durante os seus cerca de 4,5 milhões de anos de existência) e que agora mesmo apresentando-se aparentemente sem nada tendo a oferecer (à Terra e aos seus aí residentes), se torna num novo Paradigma para a Humanidade Objetivo Marte transformando-se no primeiro Mundo Extraterrestre a poder ser habitado (no futuro, a curto-prazo e com a sua chegada projetada para meados de 2030/40) pelo Homem.

 

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Marte

InSight

9 de Dezembro de 2018

SOL 14

Perspetiva de 290°

 

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E tal como no registo enviado pela sonda automática (norte-americana) utilizando os seus canais próprios e normais de comunicação Espacial (mas no entanto e infelizmente não tripulada) − e apesar dos outros invejosos (Rússia e China) que sempre rodeiam os excecionais − com os EUA tanto a nível Governamental como da Iniciativa Privada, a serem os únicos − suficientemente irresponsáveis e loucos − capazes de concretizarem tal ato de extremismo suicida: propor ao Homem em Marte a possibilidade de Viver num verdadeiro Inferno (tóxico/mortal) ou então e em alternativa fazer como o avestruz e enterrarmo-nos num buraco de Marte (e como sempre ficando à espera estático da morte).

 

Quando sabemos haver Água (e onde há Água há Vida) noutras partes do Sistema (Solar). Quanto mais no Universo dito intemporal/infinito.

 

(imagem: InSight/SOL14/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:09

26
Mar 19

[Enquanto não decidirmos partir (algo que nos persegue desde o nosso nascimento e nos acompanhará até à morte) arranjaremos sempre entraves como desculpa (para o não fazermos).]

 

"The Great Silence"

Why aliens haven't contacted us

Exploring one possibility known as the

"zoo hypothesis."

(tema de um debate levado a cabo por um grupo de investigadores e organizado pelo METI/organização dedicada à criação e envio de mensagens interestelares tendo com destinatário seres inteligentes extraterrestres, ou seja, ET’s)

 

Et-si-les-extraterrestres-ne-voulaient-pas-repondr

 

Numa história já por várias vezes repetida (e em diversas versões escutada) introduzindo as únicas características (parecendo inatas e geracionais) que nos têm permitido até hoje distinguir o Bem do Mal (pelo menos invocando Deuses/Religiões/Ideologias) −  introduzindo o pecado (como um dos limites e punição) e a virtude social (como o outro dos limites e glorificação) e definindo o nosso raio de ação e fronteiras – constatamos mais uma vez que parecendo um pouco limitado no desenvolvimento e evolução (características das espécies organizadas e inteligentes) das suas capacidades e perspetivas futuras (não se deixando levar pelo contraponto da Realidade/exterior a nossa Imaginação/interior), o Homem recorre de novo (como se não houvesse outro caminho ou alternativa, ou tivesse sido repentinamente atacado por uma crise extrema de cegueira/nenhuma das hipóteses muito credível) à tática da Replicação (tentando preservar a Matriz Sagrada): esperando em mais esta projeção condições de palco ideais e sobretudo propícias à perpetuação do holograma pré-definido, acreditando na ainda completa funcionalidade do Molde (dito original) e simultaneamente na necessidade da sua reutilização (pondo-se de joelhos e em posição de submissão/reverência face ao potencial Criador),  e com tudo isto reafirmando a nossa necessidade de reorientação (ou de formação/especialização como no presente fazemos para entretermos e ganharmos algo com os inferiores) tornando ainda mais premente o aparecimento urgente de um Protagonista para colorir o Espetáculo pelos vistos da Criação.

 

“It's possible that extraterrestrials are actively isolating us from contact for our own good, because interacting with aliens would be "culturally disruptive" for Earth.”

(Jen-Pierre Rospars/INRA)

 

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E desse modo insistindo na versão (mais nossa do que de outros) de sermos animais num zoo (tal como fazemos com os outros ditos animais irracionais) observado por extraterrestres (os profissionais do zoológico) e controlando-nos (para sua e nossa segurança e como de grades se tratassem) à distância. Confirmando-se tal versão (de estarmos cativos num zoo controlado por extraterrestres), retificando-se a afirmação (e a resposta prévia à questão) agora tornada cenário por vários investigadores (e já agora imagem tratar-se de um Aviário): “Are Aliens Ignoring Us? Maybe We're Already Their Captives in a 'Galactic Zoo'” (Mindy Weisberger/livescience.com/25.03.2019.

 

"When we try to better understand the universe, the question of whether we are alone is unavoidable."

(Florence Raulin-Cerceau/Paris-Match)

 

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E sem resposta a dar pela esmagadora maioria (dos mais de 7,5 biliões de indivíduos habitando este espaço) – os tais do zoo/aviário − esperando-se para breve algo de extremamente intrusivo e já agora para compor, verdadeiramente espetacular: não vindo do Lado de Lá mas oriundo das Cobaias (talvez uma nova guerra ou então outra doença e sendo induzida pelos próprios) e na pratica experimental (esperada) retratando a nossa fase (ainda muito inicial ou então decadente) – esperando-se que em princípio ainda muito Primitiva, mas já com total capacidade de se auto extinguir, E querendo-se sobreviver então, só socorrendo-se de (potenciais, os ET) observadores, podendo-se ao olhar o espelho (retratando o objeto) “aí vermos os frangos (de aviário) dirigindo-se para a Guia (e seus múltiplos grelhadores)”.

 

(imagens: KTSDESIGN / SCIENCE PHOTO LIBRARY / KTS / SCIENCE PHOTO LIBRARY / AFP – Linda Bucklin/Shutterstock −© Arecibo Observatory/NSF)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:40

12
Mar 19

Enquanto um fotografo sul-africano (Rainer Schimpf) se encontrava em atividade de mergulho (ao longo da costa da África do Sul) filmando um cardume de sardinhas (passeando-se ao largo do porto de PORT ELISABETH) − colocando-se no meio delas − sem que nada o fizesse prever ou alguém o tivesse alertado de tal (pelos vistos com todos os presentes a serem apanhados de surpresa) uma baleia de cerca de 15 toneladas no seu movimento de perseguição ao cardume de sardinhas (de modo a dele se poder alimentar) – e fazendo-o de boca bem aberta − surpreendeu no seu percurso o mergulhador-fotógrafo, engolindo-o (ou parecendo fazê-lo) e colocando em grande risco a vida deste: não que houvesse o risco da Baleia engolir o Homem (já que a dimensão da garganta desta não o permitiria), mas sim o perigo de ela mergulhar levando consigo o fotografo.

 

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Homem quase engolido por uma Baleia

 

Felizmente com a baleia (Baleia-de-Bryde − nos mares da África do Sul podendo atingir os 13/14 metros) a não apreciar a comida que lhe foi ter â boca (o Homem), libertando-se de imediato dela e prosseguindo na sua pescaria − acompanhada no mar por grupos de golfinhos e no ar por centena de gaivotas (ou não fossem as sardinhas − caso das algarvias pequeninas e quando no ponto − um petisco). E com o fotografo-mergulhador Rainer Schimpf a safar-se (ileso) o que não aconteceria se fosse outra espécie: por exemplo um outro mamífero (para além do homem, da baleia e do golfinho) o tubarão. Podendo-se a partir deste episódio (de fim feliz) tirar desde logo a conclusão (pelo menos para RS) de que perante uma situação (semelhante) de perigo (potencial), o melhor será sempre manter uma distância (mínima) de prevenção e segurança.

 

(notícia: livesdince.com − imagem: Barcroft Animals)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43

23
Out 18

Num país – a ÍNDIA – com quase 1.300 milhões de seres humanos e cerca de 50 milhões de macacos

 

– Ou seja 26 seres humanos por cada macaco –

 

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Onde numa área mais de 35X a de Portugal 1.000 pessoas são diariamente mordidas por estes nossos primos afastados (pertencendo ambos ao mesmo Reino/Animal, Classe/Mamíferos e Ordem/Primatas),

 

Chegam-nos este mês notícias da ocorrência de atos criminosos e mortais levados a cabo (na passada semana) por um grupo aparentemente organizado de MACACOS e conduzindo à morte (não acidental) de um ser humano:

 

Na sequência de outros ataques (semelhantes) levados a cabo por Macacos contra HUMANOS

 

Como o ataque mortal de um grupo de macacos (ação coletiva) a um vereador de Deli (depois de Bombaim a 2ª maior e mais importante cidade da Índia) e o rapto levado a cabo por um outro macaco (ação individual) levando consigo um bebé (entrando numa casa e roubando-o) posteriormente encontrado morto afogado num poço –

 

Com um outro grupo numeroso destes primatas (neste caso Macacos RHESUS) a atacarem no passado dia 18 de Outubro no estado indiano de UTTAR PRADESH (um estado densamente povoado pelos vistos não só por Homens como simultaneamente por macacos) um residente local de cerca de 72 anos,

 

Deixando-o após um brutal e definitivo ataque praticamente morto (levado ainda ao hospital mas nunca recuperando do seu estado).

 

Numa ação concertada com um Grupo de Macacos Rhesus a surpreender Dharampal Singh (o tal septuagenário indiano) enquanto recolhia madeira numa floresta próxima (para uma cerimónia/ritual Hindu necessitando da presença de fogo),

 

Atirando-lhe tijolos recolhidos nas ruínas de uma casa (próxima) a partir de uma árvore aí posicionada:

 

E fazendo-o até o deixar prostrado, inanimado e às Portas da Morte.

 

(dados e imagem: Paul Seaburn e thestatesman.com/snopes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:36

27
Jun 18

Natural ability to know about things before other people or to know things that other people do not know

(collinsdictionary.com)

 

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Antes da Tempestade

Marte ‒ Cratera Gale

(local de perfuração Duluth)

CURIOSITY ROVER ‒ SOL 2058

(21 Maio 2018)

 

Como todos nós intuitivamente e por experiência direta (como qualquer tipo de ser vivo e inteligente capaz de se Movimentar fisicamente, transformando Energia e colocando-nos psiquicamente num estado de Alma Evolutivo) constatamos,

 

- Durante todo o nosso percurso presencial e físico neste Mundo Fantástico e Nunca visto (noutra parte deste nosso Conjunto Virtual por nós Idealizado e Edificado),

 

‒ Numa atitude normal de proteção e de preservação de uma Espécie, declarando-se Dominante e tendo necessidade absoluta de definir o seu Centro de Gravidade ‒

 

- E de modo a manter o equilíbrio necessário à solidificação da Estrutura e à Manutenção do seu Sistema (deixando funcionar tranquilamente a Máquina Divina, criada à imagem do Homem),

 

‒ Respeitando todos os dogmas necessários e devidos ao respeito pela Autoridade Político-Religiosa-Ideológica ‒

 

A obsessão pela Centralização Socioeconómica da nossa Sociedade tem sido um dos focos prioritários e orientadores da nossa Civilização (tal como o Comunismo Soviético nos demonstrou no século passado, aplicando-o e levando-o até ao fim/ao seu colapso),

 

‒ Comunista ou Capitalista, Crente ou Não-Crente (mais ou menos Idealista/Materialista)

 

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Donald Trump e a sua Space Force

Inspirada na série Star Wars

(do cineasta norte-americano George Lucas)

E destinada a defender os interesses dos EUA no Espaço

(contra qualquer ataque não sendo exclusivo a Space Aliens)

 

Essencialmente (sendo a partir daí definida, executada e oficializada),

 

- Desde os Tempos Fundadores do Geocentrismo (tendo a Terra como Centro do Universo),

 

- Passando pelo Heliocentrismo (posta em causa a Terra e o Homem como Elementos Centrais e substituindo-os por um outro Elemento Exterior mas Próximo e sobretudo Poderoso ‒ o Sol)

 

- E situando-se nos dias de hoje (Presente e perspetivando Um Futuro) numa situação incerta e caótica (transversal a todas as ideologias/comuns à presença do Homem):

 

Navegando à deriva quanto muito à bolina (como as Caravelas Portuguesas) entre a Defesa in deflectível do Sujeito (sujeito a desgaste mas insubstituível) e a Projeção (em sua substituição, para já dita irrelevante por apenas parcial) Icónica do Objeto (sujeito a desgaste mas podendo ser reciclado /substituído).

 

Com a maior potência Global a nível Económico, Financeiro e sobretudo Militar (os Estados Unidos da América) no presente liderada pelo multimilionário e Republicano Donald Trump (45º Presidente dos EUA) a prosseguir (como seria sempre previsível) sem qualquer tipo de interrogação ou recuo (mesmo que moral) no caminho pré-definido (e inevitável) de consolidação virtual do seu Poder:

 

Tendo como único objetivo a Edificação do Sonho Soviético (adaptado ao Sonho Americano) com uma única Corporação/Conglomerado a dominar/controlar (no caso da URSS representado por uma Empresa Totalitária Estatal) todas as Áreas Terrestres,

 

Mas no caso destes autoproclamados Excecionais (os EUA) com esse poder a ser exercido por uma Empresa Totalitária mas Privada (não sendo Governamental, para os Liberais sendo Democrática).

 

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Durante a Tempestade

Marte ‒ Cratera Gale

(local de perfuração Duluth)

CURIOSITY ROVER ‒ SOL 2084

(17 Junho 2018)

 

E com exemplos bastantes (e variados) tanto a nível Global (hierarquicamente superior e contando) como a nível meramente local e institucional (nível intermédio e inferior),

 

‒ Com os Norte-Americanos a ameaçarem os seus Aliados com sansões/efeito Global e com o presidente destituído do SCP (não querendo deixar de ser Presidente) a desrespeitar tudo (mesmo a Lei) e todos (mesmo os sócios tendo-o eleito anteriormente) /efeito local

 

Justificando em conjunto e em conteúdo prático a conclusão (sentida por muitos mas nunca concretizada) de que para lá dos óbvios Cinco Sentidos haverá um outro Órgão:

 

Talvez relacionando o que a nossa Epiderme (o maior órgão humano) sente (em conjunto com um outro órgão presente mas nunca materializado ‒ o Terceiro Olho) com uma outra Realidade existente (interior, verificada e mesmo com o corpo aparentemente em repouso ‒ não estática ‒ integrando todo o processo),

 

Mas (por algum motivo que não a inevitabilidade) nunca sendo projetada com eficácia dado ser um produto da nossa (pelos vistos Pobre e Desnecessária) Imaginação. Um Sexto Sentido perdido e pelos vistos nunca mais replicado (por defeito ou pelo contrário por evolução modular).

 

No caso do planeta Marte e aproveitando a Grande Tempestade Atmosférica (incluindo areias e poeiras) engolindo toda a superfície do planeta,

 

‒ Tornando turva e quase opaca a sua atmosfera e não deixando penetrar minimamente os raios solares (afetando entre outros instrumentos os painéis solares geradores de energia instalados nas sondas Opportunity e Curiosity)

 

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The dividing line between past, present, and future is an illusion.

Reality is merely an illusion, albeit a very persistent one.

(Albert Einstein)

What one man calls God, another calls the laws of physics.

(Nikola Tesla)

 

Com a Grandiosidade da mesma (sendo Global) aproximando-a de um Extremo (ao nível de um Evento), podendo em certas circunstâncias e tendo em vista determinados objetivos,

 

‒ Por deficiência de interpretação ou incidentes na transmissão ‒

 

Transportar-nos para cenários não correspondentes (como diríamos Reais) mas no entanto (e por outro lado) podendo não rejeitar a nossa doação (como alguns diriam Imaginária):

 

Tal como nos Sonhos e de acordo com o nosso Quotidiano de Miséria há muito normalizado (pelo mínimo) não sendo compatível com o mundo material em que hoje vivemos, apesar da presença sentida de algo de Espiritual (ocupando um determinado recetáculo), faltando saber se sob a forma de Código de Produto ou de algo só por vezes a ela (a dita Coisa) inerente (na execução de uma aplicação só conhecida na Terra).

 

Aí podendo ser considerada não apenas a Coisa (um simples objeto), mas um seu superior manipulando a anterior (sem Alma) e impondo-lhe com uma força interior (talvez do género eletromagnética) o dono da Coisa o Sujeito.

 

No caso do Planeta Vermelho e como consequência da Grande Tempestade com as amostras visuais oriundas da sua superfície a evidenciarem mais uma vez que a cor de Marte se relaciona com muitos e diversificados fatores, podendo ser mais castanhas ou mais vermelhas dependendo da variação de múltiplos parâmetros:

 

Mostrando-nos uma ou outra Realidade (mesmo que muito semelhante) nem que seja por simples variação de cor. Se fosse de forma ou de conteúdo, podendo como que representar (ser) uma Realidade Paralela (talvez mesmo) coincidente (em parte ou no todo) com o nosso Centro do Mundo.

 

Mas ficando por se saber, qual deles surgiu primeiro (tal como com o Ovo e com a Galinha): se o Mundo Mineral ou o Mundo Orgânico.

 

(imagens: nasa.gov ‒ filme Star Wars I ‒ chatdem.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:48

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