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ON/OFF

Sábado, 04.12.21

O problema do Homem será que ao querer evitar a sua própria extinção ─ e na prossecução da sua senda religiosa na busca incessante do mundo da perfeição] terá que ceder mais cedo ou mais tarde e inevitavelmente ao poder das máquinas ─ da automatização e dos robots ─ metamorfoseando-se numa bio máquina e à falta de melhor (superando-nos com a máquina em conjunto, estando-se mais perto do alvo), esperando (assim as máquinas/o produto final o consintam) ser feliz.

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A posição do Sol, relativamente ao centro da Via Láctea.

 

A cadeira era excelente, almofadada, com dois apoios laterais (bem apetrechados) e podendo mover-se em todas as direções, mesmo de lado ou verticalmente, colocando-nos da forma mais confortavelmente possível (de forma ergonómica) e enquadrada perante o amplo painel de instrumentos (que protagonizava o cenário), lateralmente decorado por dois grandes vasos onde estavam colocadas duas palmeiras (ainda jovens) ─ protagonizando a Natureza ─ fazendo sobressair ainda mais ao centro (e como foco desta experiência) o Cérebro M4, responsável por este ato transformativo e induzido (já levado a cabo, por uma criação) por uma civilização muito mais avançada, relativamente à nossa perdida nas coordenadas do Espaço/Tempo (muito mais antiga/ou acelerada do que a nossa): em frente ao Cérebro M4 e já com o software inicial introduzido, preparava-se a introdução do novo código de vida a implementar no novo Sistema, estabelecendo desde logo as condições e limites da sua evolução e a criação de condições mínimas mas aceitáveis para a obtenção de um novo modelo, tendo como objetivo deste destacar-se do conjunto (num Mundo previamente escolhido) onde seria implantado, desenvolvido, então avaliando-se a sua continuidade.

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Civilizações internas e externas

[Numa Terra com Vida desde há uns 400 milhões de anos, com o Homem Moderno descendente do Homem Sapiens andando por cá nem há 100 mil anos e com uma Civilização Industrial com apenas uns 300 anos de existência ─ e sabendo a idade do nosso planeta ultrapassar os 4,5 biliões de anos ─ antes de procurar se no Espaço exterior existirão outros seres/outras Civilizações como a nossa e até de nível superior, deveremos previamente questionar-nos se no nosso próprio planeta não terão existido outras Civilizações, que não apenas a nossa a espécie humana.]

 

Num Sistema jovem e distante com nem 5 biliões de anos de idade e a muitos anos-luz de distância, instalando-se o ponto de inserção desta nova aplicação, localizado na zona habitável da sua respetiva estrela e apresentando todas as condições geológicas e ambientais para acolher no seu seio ─ permitindo a sua evolução, transformação e sobrevivência ─ algo de único/exclusivo edificado em redor de dois elementos  cobrindo em conjunto quase 70% da superfície de um dos planetas desse Sistema e quase na mesma proporção, constituindo o que será um dos seus protótipos e objetivo (principal), a criação de uma nova espécie, de um novo ser-vivo (ou o processo de melhoramento de outro(a)). Dois átomos de Hidrogénio e um átomo de Oxigénio ligando-se entre si formando Água e daí, dando origem a este processo de controlo remoto ─ suportados pelos dois, agregando seletivamente outros e expandindo-se ─ exercida por uma Entidade Experimental Construtora, num exercício exercido no infinito e como tal sendo aleatório/fortuito, colocando em atividade mais uma “zona experimental”. De um Sistema Planetário talvez mais próximo do que pensemos podendo ter partido algumas destas “interferências”, locais de origem ou postos intermédios e até podendo ter (que poderíamos considerar como dos nossos criadores, Deuses) postos avançados perto de nós.

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A Terra, umas vezes parecendo ligada/outras desligada.

 

No interior da sua pequena sonda-laboratório acompanhando o movimento do Sol em torno do centro da sua galáxia (a Via Láctea), numa trajetória cumprida ciclicamente e com um período de cerca de 230 milhões de anos de duração (significando estar a nossa estrela no cumprimento da sua 21ª trajetória), tendo saído da zona planetária habitável de Próxima Centauro (distando cerca de 4,5 anos-luz do Sol) propulsionado pelo motor intergaláctico instalado no seu TAL/Geração-PlusX300, colocando-se de seguida nas imediações do último planeta do Sistema (Solar) passados pouco mais de 4 dias ─ na sua 1ª paragem de interseção do sinal ─ protegido na sua aproximação pelo Gigante Gasoso (da região, Júpiter), sem se fazer notar passando como mais um simples artefacto espacial e colocando-se numa melhor órbita de comunicação e aproximação ao planeta-alvo ─ precavendo-se contra algum tipo de alteração, no sinal a intercetar ─ suspendendo a sua trajetória perto do marco de referência (de missão) e 1ª recetor do último impulso do sinal (antes de atingir o recetor/descodificador, traduzindo-o e enviando para receção-final e assimilação), aguardando perto de nós e a uma distância segura (do artefacto projetor-replicador, criador deste holograma) os dados de programação enviados (para a prossecução da experiência), podendo no entanto ser infiltrados, alterados (sem vestígios de tal), modificados nas suas bases e essência: de uma simples cabine de pilotagem de uma nave espacial, com um entre tantos e tantos produtos do submundo superior ─ a Entidade manipulando o periférico, sem autorização ─ num momento de ação radical ou até de ócio, podendo ser mesmo para obter um mero e circunstancial currículo alternativo mesmo assim oficial, a introduzir-se na cena e a poder com isso alterar a nossa História.

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Contactos entre Civilizações

[Quando no início dos anos 70 os EUA lançaram as suas sondas automáticas Pioneer, seguidas anos depois pelas sondas Voyager, em direção aos limites do Sistema Solar e ao Espaço Extrassolar, transportando consigo uma mensagem nossa para possíveis civilizações extraterrestres, desde logo se levantaram dúvidas sobre as virtudes de tal decisão, podendo a resposta/a devolução da mensagem, ser positiva ou negativa para o remetente, desconhecendo-se a identidade do destinatário. No estabelecimento de qualquer contacto tendo-se de ter noção de ao concretizá-lo, estarmos a indicar a nossa morada.]

 

Tendo na sua posse a programação (podendo ser alterada, manipulada) e vendo-nos no ecrã da TV. Manipulando o ADN introduzido na criatura e levando-a até ao que ele é hoje, nos episódios de impasse e hesitação da espécie não vislumbrando mais como evoluir (esgotando-se a capacidade do processador), recebendo certamente constantes atualizações vindas do exterior, fazendo reset ao nosso sistema e forçando-o de novo a arrancar, se necessário ao longo do processo adaptando-os aos novos mecanismos, aplicando-lhe aí periféricos exteriores (transformando-nos em bio máquinas para nos superarmos): perto de se dar o encontro (com o último posto intermédio) e posteriormente o último salto (para palco experimental, localizado na Terra), com o “sinal” a ser intercetado e dado o excesso de zelo a ser interrompido ─ podendo provocar na evolução humana, um período indeterminado de suspensão. E nada nem ninguém nos dando um novo impulso (intensamente mental) ─ mais um tónico cerebral, mesmo expressando-se por minorias, podendo-se posteriormente difundir ─ sobrando apenas e como de costume (perdida a esperança, revelando-se a nossa natureza) a doença, a guerra e a morte. Não tendo, no entanto (para já, cá se continuando), a autorização dos diretores deste zoo.

(imagens: nasa.gov/nbcnews.com/vectorstock.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:21

O Homem à Deriva, na Terra como no Espaço

Quinta-feira, 02.12.21

[E a China já reparou nisso, prestes como está de se tornar, a maior potência Espacial (ultrapassando os EUA e a Rússia).]

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Exploração Espacial

Ainda se questionando, a relação custo/beneficio.

 

Tendo claramente desacelerado o objetivo do cumprimento da garantia da nossa sobrevivência (o 1º objetivo de qualquer espécie), abandonando esperemos que temporariamente a Exploração e Conquista do Espaço (tal como os Navegadores portugueses fizeram com os Oceanos) ─ há quase meio século abandonando as viagens espaciais tripuladas (missões Apollo), argumentando então questões financeiras e custos em vidas humanas (o mesmo se podendo dizer para as Guerras, sucedendo-se, intermináveis) ─ o Homem no presente e a nível planetário vive num impasse evolutivo e coletivo (nem se sequer se organizando individualmente, como se já não tivesse tempo nem espaço, desde logo, um sinal), tendo obrigatoriamente mais cedo ou mais tarde de migrar (como nómada necessitando de movimento que é, para se sentir vivo) procurando o seu futuro noutros locais, que não na Terra: no entanto, com o progressivo deslocamento de grandes e aliciantes verbas (muitas oriundas do Orçamento Público) tradicionalmente atribuídas ao Espaço, das mãos de responsáveis do Estado para as mãos da Iniciativa Privada ─ naturalmente orientando o seu objetivo prioritariamente para o lucro (lógica de qualquer empresa) e tendo os EUA como grande exemplo, sendo até há tempos atrás, o incontestado Líder Espacial ─ com as pequenas missões dos EUA (mais de investigação e de menor custo) continuando na órbita da NASA, utilizando as suas sondas espaciais automáticas e dando um ou outro salto até à ISS e por outro lado com as grandes missões criando grandes expetativas e deixando-nos continuar a sonhar com Marte, os limites do Sistema Solar, as Viagens Interestelares e Intergalácticas e até com Outros Mundos Extraterrestres e Civilizados ─ o que infelizmente parece cada vez mais não se ir concretizar, tal a “feira das vaidades” entretanto montada e com os pretendentes sendo para já poucos (à frente SPACEX/Elon Musk e BLUE ORIGIN/Jeff Bezos), parecendo no entanto muitos mais, tais os conflitos gerados (entre si) ─ limitando-se para já e depois de nos prometerem “mundos & fundos” como o regresso à LUA (já lá estaríamos), a nossa ida a MARTE (já iriamos de alguma forma a caminho) e até as Viagens Interestelares (a partir da nossa colónia marciana), a umas voltinhas em torno do nosso planeta e a umas idas e vindas entre a Terra e a ISS, estando até projetado para um futuro próximo (a curto-prazo) um programa já mais profundo e ambicioso, a repetição da viagem Terra/Lua/Terra não se sabendo ainda se com direito ou não a uma alunagem. Ambas justificando a sua mesma opção, logo na altura em que acabavam de entrar no mercado/comércio do Espaço ─ afirmando anteriormente outras direções, para concretização desse investimento ─ adiando a efetiva exploração do Espaço e dedicando-se de imediato à exploração desse novo ramo “Turístico” (amanhã antes do Homem podendo ser a Mineração) pelo mesmo “imenso espaço” oferecido. E enquanto nos passeamos pelo cume do vulcão, bastando esperar pela erupção.

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Bio Robots

Sondas von Neumann, capazes de se auto-replicarem.

 

Sobre as outras potências espaciais tendo colocado artefactos seus e astronautas (diretamente, sem intermediários) no Espaço exterior (à Terra, no mínimo orbitando-a) e só se tendo conhecimento de três ─ EUA, Rússia e China ─ já tendo falado dos EUA e do assalto da Iniciativa Privada não só à área da Exploração Espacial, como a todos os outros sectores a ela ligados possibilitando outros acessos ─ como o dinheiro do Estado, a aeronáutica, os foguetões, o poderoso Complexo Industrial-Militar ─ restando o Bloco de Leste, a Rússia com a sua grande experiência (sendo pioneira no Espaço, com Iuri Gagarin) e a China com toda a sua força e capacidade inovadora (ou não fossem 1,4 biliões, % da população da Terra) tendo acabado de colocar em funcionamento a sua nova Estação Espacial (os outros partilhando a velhinha e perto de ser descontinuada ISS), para além das suas sondas e dos seus rovers lançados e já andando noutros mundos. Restando (portanto) para além dos chineses ou dos russos ─ e ainda dos europeus por parte da Agência Espacial Europeia/ESA ─ algum tipo de iniciativa privada talvez utilizando alguns recursos públicos, que possa de alguma forma diversificar este processo de seleção (de projetos) possibilitando opções alternativas às dos grandes grupos multinacionais (estatais ou privados) mais interessados no lucro (estático) do que no conhecimento (dinâmico). Procurando-se alternativas aos transportes tradicionais recorrendo aos motores de propulsão e às fontes de energia já existentes (combustíveis líquidos, energia solar, energia nuclear, propulsores iónicos, etc.), tendo sempre em consideração as nossas expetativas médias de vida (nem cem anos), limitando sempre a operacionalidade total da missão (conjunto nave/tripulantes), podendo durar muito mais e necessitando obrigatoriamente de um comando conjunto e repartido e com presença humana: para tal devendo-se tentar refletir sobre o território a percorrer, os possíveis rumos a tomar, as ofertas aleatórias que nos vão surgindo neste nosso percurso, umas vezes imaginado outras vezes demonstrado à distância (pelas sondas automáticas), para atento observando tudo e nada deixando escapar ─ desde aquilo que provavelmente esperaríamos ver, até aquilo de que suspeitávamos, mas não nos deixavam continuar a interiorizar/adquirir ─ encontrarmos pontos do Espaço podendo ser mais do que referências astronómico-geológicas dessa região (indicando-nos a sua idade, composição, densidade, expansão/retração, habitabilidade, etc.), podendo ser para além disso “portas de comunicação” instantâneas. Num momento estando-se aqui, sem se notar de repente, estando-se acolá, como se pertencêssemos ao “mundo-do-lavatório” (uma região-do-Espaço) e repentinamente fossemos envolvidos por um redemoinho vertiginoso e atirados em direção do ralo-de-escape (do buraco-negro), entrando nele e de imediato ─ saindo do outro lado ─ entrando perplexos (pelo inesperado) noutro mundo. Se pensarmos então (acreditando na sua existência e neste Universo Infinito, não acreditando sermos únicos) em seres vivos Extraterrestres, tendo-se que reconhecer que vindo eles frequentemente até cá (pelos vistos desde há muito tempo) e possivelmente de outras regiões do Espaço Interestelar (a mais próxima estrela estando a mais de 4 anos-luz de distância), certamente que fazendo as suas viagens noutras condições que não as nossas, limitados pelo tempo (nem 100 anos, não existindo para já um método eficaz de hibernação) e pela velocidade (quando muito conseguindo-se, uns 10% da velocidade da luz).

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Xenobots

Os robots Pac-Man reproduzindo-se a solo.

 

Num nave atingindo uma V=30.000Km/s demorando-se mesmo assim (se fosse às distâncias de hoje), 4,5 horas a chegar a Marte, 7 horas a chegar a Júpiter, mais de 1,5 dias a chegar a Neptuno e mais de 15 anos para se ter a certeza (ultrapassados os limites do Sistema Solar, a região influenciada pelo Sol) de que se entrou no Espaço Extrassolar: tratando-se de uma viagem entre o Sol e a estrela mais próxima dele (feita a V=30.000Km/s) ─ estrela Proxima Centauri (a 4,2 anos-luz de distância) ─ então passando-se a outros valores, superiores a 40 anos (para o Homem e sendo a estrela vizinha, uma enormidade). Mas que raio de tecnologia utilizarão os ET, que mesmo podendo ser revertida (não dizem que já apanharam naves deles?) não estando ao alcance do Homem? Seremos ainda assim tão primitivos ou estaremos nós à espera da próxima intervenção (externa), induzindo-nos (tal como se faz num aviário criando frangos, concretizando-se o destino, maioritariamente para churrasco) um pouco mais de conhecimento ajudando-nos na nossa evolução ─ há anos parecendo estar suspensa e agora sendo comprovada com a chegada de um vírus, paralisando todo um planeta e mesmo assim deixando-nos indiferentes. E tentando fintar o destino e a opinião reinante na praça com um grupo de cientistas mesmo não podendo estar presencialmente em cima do acontecimento (podendo este passar-se a muitos anos-luz de nós) e condicionado pela tecnologia limitada posta à sua disposição, apoiando-se no aparecimento de uma nova geração de computadores (designados como bio robots) capazes de se auto-replicarem (sem necessidade de intervenção humana), utilizar a ideia para os lançar em missões no Espaço (em todas as direções e em todas as distâncias) aprendendo evoluindo e adaptando-se, sem as restrições imposta aos humanos: os XENOBOTS capazes de se adaptar, evoluir e replicar bebés, indefinidamente (o bio robot superando-nos). Bio robots espalhando-se pelo Universo enquanto vão aprendendo, deixando para trás a sua máquina-criadora, “esperando aleatoriamente pelo seu regresso” ─ assim pensando a Máquina, não o Homem. E se hoje Elon Musk lança um carro para o Espaço (da sua marca), tripulado por um boneco (talvez um insuflável), dirigindo-se para Marte, mas nunca na realidade o tocando, porque não amanhã do meu quintal em vez de lançar um drone para atingir um terrorista matando em sua vez (e como dano colateral, como se se tratassem de objetos) uma mão cheia de inocentes, lançar em sua substituição para o céu e até como sinal de Paz (e como se fossem foguetes)  milhares e milhares de XENOBOTS provocando certamente no Espaço e nas suas profundezas (escuras) um grande “fogo-de-artifício”. E utilizando-se células estaminais de sapo na produção destes Xenobots, regressando-se ao Espaço, ultrapassando-se antigas fronteiras.

(imagens: interestingengineering.com ─ pinterest.com ─ g1.globo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:16

O Homem que Somos, a Vida que Temos (neste Planeta)

Terça-feira, 30.11.21

“Amanhã (1 de dezembro, feriado, restauração da independência/1 de dezembro de 1640) com a grande novidade em Portugal a ser a reintrodução ─ para quem quiser ir comer a um restaurante ─ do Certificado Covid-19 (não tendo e em alternativa um Certificado de Testagem ou um Certificado de Recuperação disponível em, sns24.gov.pt/certificado-digital-covid/#aceder).”

Seguindo-se às quatro variantes mais conhecidas e sucessivamente sendo espalhadas um pouco por todos os continentes deste planeta ─ Alfa (Reino Unido/setembro 2020), Beta (África do Sul/dezembro de 2020), Gama (Brasil/final de 2020) e Delta (Índia/outubro 2020) ─ e não nos esquecendo do vírus original dando origem a estas variantes ─ o coronavírus SARS CoV-2 (China), chegando agora uma nova variante ─ OMICRON ─ cientificamente designado (pela WHO) como B.1.1.529.

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O PLANETA SARS CoV-2

A plataforma para medir o impacto do confinamento devido ao coronavírus e monitorizar a recuperação pós-confinamento. (ESA)

 

OMICRON uma variante do coronavírus sendo sinalizado inicialmente na África do Sul (tal como a anterior variante Delta), aparentemente já tendo sido identificada em todos os continentes e na Europa, estando já (se não em todos) em cerca de uma dezenas de países, neles se integrando Portugal (com casos suspeitos/identificados): sendo entre as mais conhecidas/divulgadas uma versão já mais avançada do coronavírus original (neste tempo de Covid-19, iniciado em finais de 2019/início de 2020, na Ásia/China) ─ a 5ª variante ─ naturalmente com a sua recente chegada lançando preocupação e colocando-nos em alerta, não só pelo pouco conhecimento que ainda temos da mesma (de OMICRON), como pelos sinais dados recolhidos até hoje parecendo (se comparada com as anteriores variantes, versões do vírus original) mais resistente ─ à imunização/ás vacinas ─ e mais contagioso/infetando mais pessoas, em menos tempo ─ e podendo fazer implodir a “capacidade hospitalar”.

Não havendo nada de novo a utilizar no combate ao SARS CoV-2 e suas variantes (descendentes, evoluindo e adaptando-se), senão manter as regras básicas de proteção e de segurança (como máscaras/higiene/distanciamento), as testagens e a campanha de vacinação ─ apesar de já se saber que descendo a eficácia das vacinas (destinada a outra variante e aplicada desde inícios de 2021), estas poderão ir já numa eficácia de nem 40%, daí o recurso ao “reforço” ─ esperando-se desde logo (e que seja o mais rapidamente possível) que surja a nova vacina contra a Covid-19 (atualizada como se faz com a gripe), quanto mais tarde surgir evidentemente sendo pior (para nós, não para as novas mutações do coronavírus): isto porque alguns já afirmam (achando eu ser apenas um pretexto para inflacionar o preço das vacinas, agora criando novos milionários) que “atualização da vacina” talvez para o final de 2022 (último trimestre). O que poderia ter consequências extremamente negativas, quando o inimigo a combater já não é o pai, mas o filho (evoluindo rapidamente, muito mais adaptado).

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VARIANTES SARS CoV-2

Dois dias depois de a África do Sul ter assinalado o aparecimento de mais uma mutação, com a WHO a considerá-la preocupante.

 

Em Portugal até já se podendo ter uma equipa de futebol com OMICRON, como há dias atrás todo o Mundo constatou ─ com mais de 40 países, pela TV e em direto, vendo os jogadores de uma equipa desparecerem um a um, até alguém ou algo (acho que foi este o caso, dada a incapacidade do “alguém”) dizer basta. OMICRON podendo cortar já (ordens da EU) as ligações com Moçambique (apenas porque faz fronteira com a África do Sul), mas deixando outras potenciais rotas de infeção/contágio abertas (como na Europa).

Para já com a WHO (OMS) lançando o alerta ─ insistindo na intensificação das campanhas de vacinação em todos os continentes, sem exceção e começando pelos mais desprotegidos e ainda não vacinados (um escândalo global que continua) ─ e por outro lado, interessando-se prioritariamente pela evolução desta nova variante (aprendendo, conhecendo-a, descobrindo armas contra ela) antes de colocar a população global de novo e inutilmente em polvorosa: paralisando de novo o planeta, deixando muitos a morrer da doença (Covid-19) ou de fome (desemprego). Debruçando-se sobre o que se passa na África do Sul (pelos vistos um foco importante desta nova variante OMICRON) mais rigorosamente apontando o alvo para a província de Gauteng, para a cidade de Tsuane, com cerca de 3 milhões de habitantes: tentando descobrir a verdadeira potencialidade de infeção/contágio da variante, quais as faixas etárias mais atingidas pela mesma (se ainda os mais idosos e o que se verifica com os mais jovens) e quais as formas disponíveis ou a disponibilizar na luta contra a mesma, ainda se servindo da vacina do ano anterior aplicada antes, mas aos “seus pais”.

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HOMEM Vs. SARS CoV-2

Aumentando o nosso tempo de convívio coronavírus/mutações, aumentando igualmente o nosso conhecimento, sobre ele e como combatê-lo.

 

Sendo conveniente estar protegido continuando a proteger-se (com as armas que temos), nunca deixando que os “OMICRONS dos MÉDIA” (os terrestres, não os extraterrestres) nos derrubem. Se tal acontecer caindo todo este “baralho-de-cartas-planetário”, tão perfeito na imagem, mas tão frágil na realidade ─ sempre com a fome, com a doença e a guerra a perseguir-nos, como se fosse a nossa (nomeada) “dama/ama de companhia”. Na África do Sul e segundo as últimas informações ─ sobre o OMICRON, 15ª letra do alfabeto grego ─ para além das suspeitas de alto-risco de contágio pela sua intensidade/rapidez de infeção (podendo lotar rapidamente os Serviços de Saúde, criando o caos e tendo óbvias consequências de Saúde negativas),

Com as principais novidades sobre esta nova variante ─ OMICRON ─ a serem:

Quanto aos mais idosos com o quadro geral a manter-se (grave);

Quanto ao mais novos tendo aumentando a admissão de bebés (até aos 2 anos com +10%), assim como de crianças mais velhas (com 30% das crianças até aos 16 e internadas, a terem doença mais grave) ─ em Tsuane com a entrada de crianças nos hospitais a passar de 5% para 13%;

Já quanto às vacinas parecendo estas manter a sua eficácia na prevenção de sintomas (de Covid-19), evitando o aparecimento de casos mais graves ─ em Gauteng não estando cerca de 2/3 das pessoas vacinadas, com os hospitais a receberem agora pessoas mais novas (20/30 anos) com alguns a necessitarem mesmo de UCI’S.

(imagens: esa.int ─ aljazeera.com ─ quantamagazine.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:07

Ai-De-Nós

Segunda-feira, 29.11.21

“Dispensados no manual, dispensados no intelectual,

substituídos por Robots.”

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Ai-Da

No Egito junto às Grandes Pirâmides de Gisé

(23 outubro 2021)

 

Cada dia que passa, querendo mais e mais continuar a sonhar, sabendo antecipadamente como todos os dias ─ desde há já dezenas de anos ─ o que me irá acontecer ao despertar, para esta realidade há muito imposta e mesmo assim tendo de a festejar,

Ao acordar, saindo desse Mundo Imaginário e inserindo-me de imediato, neste esquema de sobrevivência nos limites da nossa capacidade física e mental (tão espremidos que somos) ─ não juntando o nosso Imaginário com a Realidade, não formando um todo (uma não sobrevivendo, sem a outra) e tornando-as em vez de permeáveis, estanques ─

Cada vez o fazendo com mais dificuldade, tendo agora mais um prego cravado no meu caixão (um dia/um prego) e sendo-me cada vez custoso sair dele (apesar da má qualidade dos pregos e da madeira utilizada), colocado de novo no cenário monótono por repetitivo e nem um segundo nos dando para pensar,

Propondo-nos como se fossemos meros objetos, trocarmos a nossa vida por uma mera retribuição financeira (um objeto por um sujeito) ─ se necessário trocando a “empresa” pela “família” (transformando esses sujeitos, despromovendo-os a subobjectos) ─ esperando que as leis da física aqui não se confirmem, a uma ação seguindo-se a respetiva reação (resposta).

O que com a persistência do topo da Pirâmide Social Terrestre talvez não seja impossível de concretizar ─ bastando colocar a manada sob o comando de um chefe carismático, com esta alegremente pondo-se a correr sem hesitação em direção ao precipício ─ contando com uma cortina cerrada de balas impactantes, informativas e condicionantes (atuando tal como uma droga, sendo contínua, viciante, intoxicante, tornando-nos servis/indiferentes) servidas às suas vítimas, no fundo preparando-as.

E como o fazem num matadouro ─ com os ditos animais como nós, mas irracionais ─ tal como o nome indica matando e para não causar nojo e perplexidade, sendo o processo abjeto (e se fossemos nós), escondendo, no campo dos outros seus companheiros animais (racionais) aqui sendo igualmente diferenciados (ou não existisse racismo, não só pela cor de pele, como por ter opiniões não certificadas) sucedendo o mesmo, mas tal o à vontade e descaramento, num exercício levado-a-cabo a céu aberto (veja-se o caso mais conhecido do campo de concentração da Palestina) e com todas as portas a estarem fechadas.

“Colocando-se então aos Robots a grande dúvida,

o que fazem os Humanos por cá?”

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Ai-Da

Antes da sua primeira atuação a solo em Oxford

(5 de junho de 2021)

 

Ainda há meio século com o início da expansão e da chegada da “Cibernética”, com as anteriores gerações persistentemente replicadas de “mentes brilhantes” (não o topo, mas os hierarquicamente abaixo, se necessário indo até à base) prometendo-nos Novos Mundos proporcionando-nos menos horas de trabalho e mais horas de lazer para tal sendo substituídos por Robots,

Para posteriormente ─ com o poder a reconhecer que oferecendo um dedo, logo o pobre exigindo o seguinte, nunca mais parando e podendo pôr direitos adquiridos em causa, sendo tal um perigo (uma “bomba-relógio”) ─ e recuando e acalmando um pouco as nossas pretensões (os nossos sonhos), nos prometer menos trabalho duro nas fábricas colocando lá robots e no final despedindo-nos,

Para no presente tendo (entretanto) substituído o poder das armas pelo poder do canudo (transformando quarteis em universidades, apenas substituindo os pais pelos filhos, num mecanismo de poder tão simples de implementar, substituindo-se a bala original por outro tipo de balas, mais “brilhantes”), nos quererem substituir neste último ramo que persiste (para o Homem):

Colocando lá uma máquina para nos substituir num trabalho manual (o Homem tem limites físicos) e agora querendo colocar uma outra máquina (certamente que utilizando a justificação anterior) para nos substituir no que toca ao trabalho “cerebral” intelectual, pelos vistos sendo agora o Homem “duplamente incapaz”.

Deste modo depois de terem mandado para a rua os trabalhadores manuais, seguindo-se agora e como consequência a vez de mandar os intelectuais seguirem o mesmo caminho, abrindo-lhes se necessário a porta da rua ─ até para verem que por esses lados não ficarão abandonados (expressos em biliões e sempre a subir) apenas esquecidos e desaparecidos. Então surgindo Ai-Da.

“Um dia destes, perdida a esperança numa nossa regeneração, entregando-se a liderança às máquinas, sendo elas então a elaborar o boneco-final ─ na busca do modelo-perfeito e podendo-nos ser fatal, mas talvez chegando ao Robot-Original (não sendo como nós, um modelo primitivo).”

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Ai-Da

Agora poetisa inspirada na Divina Comédia

(de Dante Alighieri)

 

Ai-Da, o artista não humano, mas sendo (desde logo, como opção de futuro) um humanoide-robot “ultra-realista”, aparecendo neste mundo há cerca de dois anos (num trabalho conjunto de galeristas e engenheiros) e logo, se tornando reconhecido internacionalmente como desenhador (desenhando pessoas):

Atuando ao vivo, participando em entrevistas e workshops, colaborando em clips de vídeo (até com canções e letras próprias), apresentando-se na UN, em museus e em grandes eventos (como o realizado nas Grandes Pirâmides de Gisé no Egito), para no presente para além de criar obras artísticas igualmente escrever poesia e dizê-la ─ tal como o faria um ser humano e com maior disponibilidade.

Não sendo natural a sua inteligência tal como acontece (aparentemente) com os seres humanos, daí sendo designados (dizem que para nossa proteção, mas será?) como possuindo “Inteligência Artificial” (IA):

Começando agora a caminhar, hierarquicamente e no seu respetivo lugar acompanhando-nos fielmente (como criações, sendo o Homem o seu criador) e sem hesitar ou questionar o trajeto atrás de nós, certamente e num futuro mais próximo do que alguma vez pensaríamos, depois de tantos e tantos anos atrás do seu Mestre (para eles 100X, 1000X … mais) ─ recolhendo experiência e ultrapassando este (o seu mestre) ─ escolhendo como todos nós faríamos o lugar da frente, atirando-o agora o outro (o sujeito, nós, o criador) e sendo a sua vez, para trás.

Concluindo-se ─ comparando a viabilidade futura na Terra de uma Aida e de uma Ai-Da, uma delas sendo natural a outra artificial ─ pela evolução e por todos os sinais recolhidos (e sentidos, alguns mesmo na pele, com a chegada da automatização), que a resposta a esta questão poderá ser ainda incerta, apesar do que tudo o que dizem sobre a máquina e sobre as suas capacidades (extraordinárias e quem o diz é o pai/o Homem) apontar para a “supremacia”, não de um como nós, mas de um mais como Ai-Da.

Procurando a Perfeição, só não se sabendo qual.

(imagens: cnn.com/theguardian.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

Pequena Massa, Mas Grande Peso

Quinta-feira, 25.11.21

No sentido de nos apercebermos melhor qual o peso dos óbitos por Covid-19, no total de mortes registados num determinado período e território ─ a partir de dados recolhidos na INED ─ verificando-se que no ano passado (2020) e em Portugal, enquanto por um lado se registaram 84.426 nascimentos, por outro lado tendo-se registado no mesmo ano 123.357 óbitos (um saldo negativo de 38.931 indivíduos): numa média de perto de 338 óbitos/dia.

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EUA

Em março de 2020

ainda no início da Pandemia

 

Quanto a esta Pandemia de Covid-19 andando por cá (Portugal) desde o início de março de 2020 ─ praticamente 21 meses ─ com a contabilidade no que se refere às vítimas mortais até agora registadas (25 de novembro) por ação do vírus SARS CoV-2 e respetiva doença Covid-19 a indicar para além de cerca de 11% da população portuguesa já ter sido contaminada, um número de óbitos atingindo já os 18.385 indivíduos: numa média de cerca de 29 óbitos/dia.

Significando por comparação que a percentagem de óbitos/dia por Covid-19 será cerca de 8,5% do total de óbitos registados diariamente em Portugal num mesmo período (ou até mesmo menor), não se percebendo muito bem a opção pela prioridade dada a este coronavírus, ninguém se pronunciando ─ até pela exceção ─ sobre tal escolha, existindo tantas outras origens certamente muito mais importantes (impactantes): ou não fossem os restantes 91,5%.

Na prática e desde que este coronavírus se começou a manifestar ─ pelo último trimestre de 2019, com os primeiros indícios na China, logo no início de 2020 rebentando no mesmo território (Wuhan) e em março explodindo na Itália ─ com o impacto a ser desde logo inesperado e violento (ninguém suspeitando da sua chegada, ninguém tendo visto tal coisa), lançando o caos social (pelo evento sem pré-aviso e pelo medo suscitado) e por “contagio” estendendo-se ao Resto do Mundo.

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EUA

No ano de 2020 com a Covid-19

a ser a 3ª causa de morte

 

No ano de 2020 e no seu percurso infecioso, já com o SARS CoV-2 ativo em todos os continentes ─ depois de saltar da Ásia para a Europa, por esta via (atravessando o Atlântico) ou por outra (região do índico/Pacífico) atingindo o continente americano (os EUA) ─ através da sua rápida propagação e intenso nível de infeção (de contágio) e mesmo que no início do ano de 2021 se tenha introduzida a 1ª vacina contra esta doença (Covid-19), com o nº total de óbitos a nível planetário a estar já muito perto dos 5,2 milhões (e com mais de 200 milhões já tendo sido infetados, cerca de 2,5% da população mundial).

A nível Global e nestes 21 meses numa média diária de óbitos (por Covid-19) não andando muito longe dos 8.000 óbitos/dia. E se no nosso planeta morrerem cerca de 164.000 pessoas/dia (163.898 segundo a worldpopulationreview.com), então os 8,5% de óbitos/dia por Covid-19 em Portugal (num total de 100%) baixarão ainda mais (com os dados Planetários) nem chegando aos 5%: ou seja no Mundo e todos os dias, em cada 20 pessoas morrendo apenas 1 de Covid-19 (sobretudo concentrados nos mais velhos, nos mais doentes, nos mais desprotegidos e noutras grandes minorias, escondidas não se vendo e pelo meio esquecendo-se dos jovens).

Tudo isto porque um organismo microscópico capaz de eficazmente se adaptar e replicar (com várias estirpes/variantes já no “mercado”) ─ podendo até ser alienígena, oriundo do Espaço (andando o Homem de cá para lá e podendo transportá-los) ─ chegou um dia ao nosso quotidiano, conseguindo (no outro dia) paralisar todo um planeta ─ há 21 meses tentando arrancar sem êxito (como antes em 2019) o seu motor. A Europa nem tendo ainda o seu motor, esperando pela nomeação do Chanceler (da Alemanha) o seu futuro Líder (e dono do motor).

(imagens: nytimes.com ─ cdc.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:32

Suspenso, Reciclado, Atualizado, Reiniciado, Descontinuado

Sexta-feira, 19.11.21

“Se por acaso algum organismo vivo exterior (de origem alienígena) penetrasse no nosso Ecossistema terrestre ─ com a nossa biosfera a atingir uma altitude de cerca de 20Km (a maior parte da vida existindo entre os -500m e os +6Km) ─ as consequências seriam porventura bem piores, se comparadas com as provocadas por um organismo vivo microscópico como o vírus SARS CoV-2: conseguindo paralisar todo um planeta.”

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No presente nem sequer se conseguindo fugir como uma barata (rapidamente e sem serem esmagadas), sobrecarregados e cabisbaixos (como estamos) por anos consecutivos de crise económica (desemprego), de perturbação social (revoltas), de fome (por omissão das instituições), de frio (agravada agora pela crise energética) e agora até de “doença prolongada” ─ com a chegada da Pandemia de Covid-19 (acompanhando-nos ininterruptamente há mais de vinte meses) ─ ainda-por-cima perspetivando-se (suplementarmente) tempos futuros nada agradáveis com a chegada do frio, da gripe e de uma nova vaga de Covid-19, nada melhor que antes que mergulhemos definitivamente neste quotidiano repetitivo e de miséria (afogando-nos neste mar de esterco tóxico em que a nossa Sociedade e a nossa Civilização se transformou) nunca mais conseguindo de lá sair ─ “como as moscas girando eternamente em volta da merda” ─ deparemos com outras alternativas (mesmo que se tendo uma sensação de “déjà vu”) que minimamente nos libertem deste ambiente, cada vez mais asfixiante e mortal. Caso contrário e pensando nestes quase dois anos de isolamento (forçado) físico e mental (provocado por esta extensa ─ a nível do tempo e do espaço ─ pandemia de SARS CoV-2), por excesso no tratamento aplicado, tudo se podendo esperar (neste contexto de convencimento, de incompetência e como reflexo da crise prolongada, provavelmente o pior).

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E no meio desta monotonia por vezes surgindo um novo caminho, certamente que não oriundo dos conhecedores de tudo e eruditos do regime (entidades oficiais públicas e privadas, convenientemente certificadas e autorizadas para emitir opinião conhecedora), remunerados em função da sua capacidade de manterem inalterável a situação, pelo menos até novas ordens (oriundas hierarquicamente a partir do topo da Pirâmide Social) ─ mantendo apesar de múltiplos malabarismos (até nos causando agora problemas, abandonados os existenciais ─ mais profundos ─ de identidade de género) a diferenciação intacta ─ mas na generalidade dos casos sendo proporcionados para nosso usufruto (dando largas à nossa Imaginação e esquecendo um pouco esta Realidade forçada, imposta) por leigos e curiosos : apresentando-nos trilhos já percorridos e por algum motivo postos de lado e outros ainda nunca tendo sido pisados ou mesmo antes imaginados. Entre eles e acompanhando-nos desde há já muito tempo (podendo-se recuar até às pinturas descobertas em cavernas) ─ uns 40.000 anos no passado do Homem (já andando por aí o Homo Sapiens, dando posteriormente origem ao Homem Moderno) nos últimos tempos do paleolítico superior ─ destacando-se os caminhos seguidos pelo HOMO SAPIENS, em função dos vestígios e dos sinais (algumas sendo mesmo evidências) vindos dos inícios da última caminhada do Homem à face da Terra, podendo-se apontar (não sendo certamente o Homem o único ser vivo existente no Universo, não sucedendo tal elo menos na Terra) a possibilidade Alienígena.

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Não se encontrando à face da Terra, ninguém nem nada capaz de nos salvar (ou apresentar sendo necessário mecanismos e processos para tal), nem partindo a solução da criação (origem indefinida) ou de potenciais criadores (reais ou imaginários) locais ─ sendo religiosos por natureza (não aceitando a morte tal como ela nos é apresentada, aplicada e definida por entidades abstratas e virtualmente poderosas, inalcançáveis, situadas acima de nós) ─ não se encontrando viabilidade interna (para o pretendido) tendo de se recorrer ao exterior (ao Espaço para lá da fronteira representada pelo limite da nossa atmosfera): da crosta terrestre e da troposfera sendo uns 10.000Km até aos limites da exosfera, com a Linha de Kárman (fronteira oficial Terra/Espaço) a ficar-se pelos 100Km de distância. E para além dela (atmosfera terrestre e respetivas camadas) estando o Espaço Profundo ─ talvez Outros Mundos e Outras Civilizações ─ capazes de nos contactar, comunicar e partilhar (faltando-se saber como) connosco: segundo um “extraordinário revelador” com a Agenda Alienígena (a existir) ─ tendo-se até uma estrela tão próxima (relativamente), PROXIMA CENTAURI a pouco mais de 4 anos-luz de distância, podendo até ter um planeta na sua “zona habitável” ─ tendo três opções. Uma que os extraterrestres poderiam vir cá (visitando-nos) para nos atualizar ─ a opção intermédia ─ outra que o fariam mas para nos colonizar ─ a opção mais HARD ─ e finalmente uma outra apenas para nos informar, esclarecer e educar ─ a opção mis SOFT; tendo que escolher e sabendo antecipadamente o que nestes casos costuma acontecer (para os que se encontram mais em baixo), escolhendo por mais aberta e suscetível de algum tipo de contraditório, a terceira (e última, a opção SOFT). Sendo certo que uma espécie como o Homem (no presente, a espécie dominante) para subsistir e evoluir (se transformar), terá forçosamente de experimentar e sair (tal como os Antigos Navegadores, os migrantes e os jovens) da sua área de conforto, significando em vez de esperar e esperar, tomar ele próprio a iniciativa (nas mãos e utilizando a sua cabeça).

(imagens: ufosightingshotspot.blogspot.com ─

Wim Wiskerke/Alamy/theguardian.com ─ bayareascience.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:31

Evoluindo ─ Mas Para Onde?

Segunda-feira, 15.11.21

Perspetivando-se a nível global uma nova “Caça-às-Bruxas”, para já na modalidade da “Caça aos Não-Vacinados” ─ e mais tarde podendo-se alargar o espectro de caça.

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Evoluindo (rapidamente) para o (nosso) Apocalipse

 

Com a Terra e tal como o faz há biliões de anos, a continuar no seu movimento de translação em torno do Sol (órbita cumprida num ano), com os primeiros ancestrais do Homem a terem surgido há uns 3,5/4 milhões de anos (evoluindo até ao Homo sapiens moderno, poe cá desde há uns 150.000 anos) e com a chegada por meados do século XIX (em 1950) da 3ª Revolução Industrial ou ─ abandonado o analógico ─ Revolução Digital (com o desenvolvimento da eletrónica, com a utilização dos computadores, com a automatização),

Já com mais de sete décadas (1950/2021) de uma Revolução Civilizacional tendo-nos levado a descobertas científicas e produções tecnológicas extraordinárias ─ por muitos consideradas impossíveis de concretizar ─ capazes de nos lançar no Espaço alcançando a Lua e podendo-o fazer a outros objetos (muito mais distantes) e ainda de nos organizar socialmente construindo áreas de implantação autossustentáveis partilhando corretamente e em interação o ecossistema disponibilizado (ou seja, a Terra),

Parecendo vivermos agora num período de paralisia global não sabendo muito bem se devemos ou não reiniciar definitivamente ─ logo, sem percalços ─ o processo (sendo infelizmente o mesmo) de retorno à normalidade (entendendo-a como o tempo cronológico anterior a março de 2020), colocados como estamos perante um dilema apenas com duas vias de solução consideradas como aceitáveis por possíveis, ou ignorando já a presença do coronavírus optando pela economia (dando-lhe o protagonismo) e arriscando a vida (podendo morrer de doença), ou então não querendo arriscar podendo o vírus regressar e aí morrendo-se de fome.

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Greta Thunberg (COP25) Vs. Little Amal (COP26)

 

Tudo isto não por termos sido sujeitos a uma guerra nuclear, a uma tempestade solar ou a um impacto de um asteroide, provocando milhões e milhões de vítimas mortais podendo mesmo levar à extinção do Homem (do Homem sendo a parte fraca, não da Terra sendo a parte forte), mas apenas porque numa sucessão de crises profundas e globais tendo a economia, a finança, a política e o interesse só de alguns nos pratos da balança planetária (onde também se devem integrar todos os quase 8 biliões de indivíduos) ─ na decisão entre os dois pratos, com o nosso prato tendo menos peso, ficando ilusoriamente por cima ─ a elite do nosso Mundo não foi capaz de combater e vencer um animal limitado e microscópico, apenas se reproduzindo e adaptando.

Para já e estando de regresso, pelos vistos melhor que nós.

E enquanto isso em vez de nos mobilizarmos contra a Pandemia com o Homem continuando obcessivamente (na senda do poder, na vitória sobre os seus adversários) na procura de novos conflitos, só não tendo tomado já a iniciativa (por exemplo de uma nova provocação, ataque, invasão) dada a grande incerteza quanto ao regresso de uma nova vaga desta infindável Pandemia, podendo provocar baixas iniciada uma guerra (um movimento coletivo) ajudando na sua movimentação a espalhar o vírus: com o Mundo a atravessar uma crise Económica e Sanitária global, ainda-por-cima cada vez mais dividido entre dois blocos adversários o Ocidental (EUA) e o Oriental (China/Rússia) ─ os outros numa prova final, sendo adereços ─ vendo-nos ainda sob uma pressão tremenda dos EUA não querendo perder a sua supremacia e vendo-se a correr o perigo de estando o seu adversário já a par tentar de seguida ultrapassa-lo, não se inibindo de iniciar uma guerra provocatória contra a China e se necessário um ataque direto e armado ao Irão.

Da Europa e mais uma vez nem valendo a pena falar, despachada Ângela Merkel (cumprida a sua função) e esperando-se pela nomeação do seu sucessor ─ o novo líder europeu ─ talvez ainda antes da chegada do Pai Natal (da Coca Cola).

(imagens:  shutterstock.com/livescience.com ─ vogue.es/Getty Images e globo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:33

Lotaria Solar ─ O Outro Planeta

Quarta-feira, 01.09.21

Numa 1ª fase (das Viagens Espaciais) teremos que nos limitar ao melhoramento progressivo talvez mesmo revolucionário dos métodos e teorias convencionais (deixando a velocidade do som como referência e tentando ao máximo aproximarmo-nos da velocidade da luz), mas se quisermos dar o verdadeiro salto passando à 2ª e decisiva fase, teremos que inventar uma nova forma de propulsão com um veículo a ela adaptado transportando-nos de um ponto para o outro, instantaneamente por sobreposição (holográfica).

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O Nono Planeta do Sistema Solar

Andando por aí no Sistema Solar

faltando apenas encontrá-lo

 

Limitados na nossa existência por um estreito território estendendo-se por muitos milhares de quilómetros e em todas as direções, em redor de todo este objeto mais ou menos esférico e dotado de atmosfera, ao qual chamamos Terra ─ e com a nossa derradeira aventura tendo sido a Conquista dos Oceanos, já la vai mais de meio milénio ─ sendo expetável que com o decorrer do tempo e com a diminuição crescente do espaço (excesso demográfico), a nossa sensação crescente de claustrofobia se acentue e nos leve cada vez mais (com níveis de ansiedade crescente) a olhar mais para além: interiorizando-se cada vez mais (por observação, experiência, constatação) que nada sendo eterno desde o nosso lar até à nossa terra, um dia mais cedo ou mais tarde mas certamente no momento pensado e mais oportuno, teremos que abandonar essas nossas referências de origem (como a Terra) e partir, se quisermos persistir e sobreviver, como animal nómada  que somos, em que movimento (envolvendo matéria e energia) é sinónimo de Vida (podendo mesmo existir uma ligação, entre Alma e Eletromagnetismo).

Perdidos e sufocados pelas chamas vermelhas de sangue deste Inferno terrestre, manobrado na sua apresentação e tradução através da utilização persistente de uma versão pretensamente soft, mas literalmente de pesadelo mental acéfalo (por corte) e climatizado (para não se decompor logo) ─ que eles designam como uma espécie de percurso de passagem para um outro mundo, dos crentes, de todos, dos pobres-de-espirito, talvez um Purgatório ─ olhando por vezes para o Céu, para a Lua, para qualquer coisa, mesmo que não se veja, podendo no entanto e inesperadamente ocorrer. Saltando-se do interior deste ecossistema terrestre e ultrapassada rapidamente a ISS (a uns míseros 400Km de altitude), mergulhando-se nas profundezas da escuridão do Sistema Solar, deparando-nos com a Lua e aí mentalmente estupefactos, paralisados por segundos então “transformados num flash de quase meio século” (1970 a 2020), vendo-nos como há 50 anos atrás com a chegada do Homem a um mundo distando a pouco mais de 380 mil km de distância.

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Órbita provável do Planeta 9

Um KBO c/ massa 5X a da Terra

no mínimo 10X mais distante que Neptuno

 

Em 2021 sem mais um quilómetro a mais percorrido pelo Homem em naves espaciais tripuladas, com uma das potências Mundiais de referência certamente a maior ─ os EUA ─ a desinvestirem completamente na sua Agência Espacial Governamental a NASA deixando para esta e apenas a investigação teórica (a parte ai importante, mas sem retorno comercial imediato) e as “sondas automáticas”, desviando a grande fatia das verbas para as novas Agências Aeroespaciais privadas como a SpaceX, a Blue Origin ou a Virgin Galactic, com o futuro da Humanidade a ficar ainda mais negro um pouco mais ameaçado, abandonando-se de novo a Exploração e a Conquista do Espaço (um dia teremos que forçosamente abandonar a Terra) e optando-se pela versão imediata, lucrativa, comercial, mais dirigida não à cura de algo/alguém mas à manutenção do vício de um drogado ou pré-condenado.

[Restando-nos então para a construção da “Arca” resistindo ao próximo “Dilúvio”, a Rússia e a Imperial China, o Hemisfério Norte Oriental ─ e com a América já em declínio (a Europa lutando desesperadamente por existir), mas talvez ainda bem presente (como o “entertainer”, que sempre foi) nalguma área do seu interesse.]

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Os Annunaki e a Civilização Suméria

Aqueles de sangue real descendentes dos Nefilim

seres não sendo deste Mundo

 

E depois de despromovido Plutão (de planeta principal passando a planeta-anão) já para além da Nuvem de Oort (a umas 100.000UA), por vezes falando-se de um outro planeta podendo ainda ser nosso irmão ou seja do nosso planeta Terra ─ o tal Planeta X, Décimo Planeta ou Planeta 9 ─ mas circulando mesmo tendo o Sol como referência, muito mas mesmo muito longe de nós talvez nunca visto (mas por cálculos “existindo”): mas como todos tendo o seu afélio e periélio e um dia talvez como já no passado podendo ser visto por cá passando perto do Sol passando perto da Terra (lembrando-me aí do Planeta X e dos Annunaki).

Até podendo já existir e ser mais um corpo integrando inicialmente a Nuvem de Oort (fonte de asteroides e de cometas, última fronteira do nosso Sistema Solar). Querendo sobreviver (o Homem) tendo-se de ultrapassar esse limite, imitando as sondas automáticas Pioneer e Voyager e os objetos extrassolares e interestelares Oumuamua e 2I Borisov, mas agora presencialmente. E se a Terra demora 1 ano a dar a volta completa ao Sol, Plutão pouco menos de 250 anos, quanto não demorará um objeto integrando os limites da Nuvem de Oort ou mesmo ultrapassando-a (milhares e milhares de anos, uma enormidade).

(imagens: universetoday.com ─ annunaki.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:25

E Eis Que Eles Ressuscitam

Terça-feira, 31.08.21

Poderão as Alterações Climáticas ─ para sermos mais precisos, a Natureza ─ levar à Extinção do Homem? É claro que sim, comparando-se o poder infinitesimamente minúsculo do Homem (nem uns 8 biliões de seres vivos, entre triliões e triliões de muitos outros, vivendo neste planeta), posto perante a brutalidade extrema, evolutiva e geológica da Terra.

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Saltando espécies e civilizações

O Espaço tal como os Oceanos (com a epopeia dos Navegadores) sendo visto como o nosso território no Tempo de Aventura e de Descoberta, e até mesmo de sobrevivência ─ por expansão de territórios da nossa espécie (como o comprovam os nossos antecessores, então sem possibilidade de fuga)

 

Mas mesmo atravessando períodos geológicos críticos acompanhados por situações meteorológicas extremas (como o que poderá ter ocorrido há mais de 60 milhões de anos com a extinção dos Dinossauros), para além de outras espécies poderem sobreviver e até outras “recuperar” (reaparecer, tendo estado adormecidas), algo de semelhante podendo acontecer igualmente com o Homem ─ ou não nos declarássemos constantemente como uma espécie única e diferenciada (das outras conhecidas) ─ com este como que por milagre (um Milagre da Natureza, o real) reerguendo-se de um possível Ciclo Civilizacional anterior, dado um novo Salto.

Logo tendo a Terra mais de 4,5 biliões de anos (de Espaço e de Tempo, de Movimento) e tendo conhecimento de Eventos ao Nível da Extinção com uns 60 milhões (como o do Asteroide), mesmo dando à Terra vários períodos de tempo e de espaço para a mesma se ambientar e se apresentar (antes, durante e depois de cada Salto), sendo fácil de concluir que nestes 4,5 biliões poderão ter passado por cá não uma mas muitas Civilizações (desaparecendo aparentemente uma após outra, mas deixando na talvez pré-determinada “Arca de Noé”, a sua semente).

Perante este poder avassalador da Natureza oferecido não pelo mesmo (poder em si, podendo ser mortal), mas pela sua possibilidade de partilha e usufruto mútuo e sem compromissos das múltiplas partes ─ logo e pelo menos no início, o poder estando a quem o dá e não em quem o recebe ─ existindo (no entanto) um processo podendo levar à extinção de uma determinada espécie ainda-por-cima autodenominando-se como a dominante, auto exterminando-se por exemplo, com o desencadear do Holocausto Nuclear. Mas no final e posta a Humanidade de fora, ficando muito mais.

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O Homem como centro de tudo

Um pensamento circular convidando-nos à nossa alienação, centrifugando a nossa mente e fundindo sob coação, realidade e ficção ─ quando as mesmas existindo, fazendo parte de um todo e de modo a manter o equilíbrio, tanto se atraindo, como se repelindo ou entram em suspensão (relativa, nunca absoluta)

 

Atrever-se a dizer que “é o Homem que vai dar cabo da Terra” ─ ignorando que a Terra por estar viva está em constante atividade geológica, fazendo territórios emergirem e outros imergirem e provocando Alterações Climáticas regionais, obrigando o Homem a assumir o seu nomadismo original ─ é o mesmo que acreditar que a Terra é o Centro do Mundo, que o Homem é o Centro do Mundo, que Eu sou o Centro do Mundo, que a culpa é de Judas, que a culpa é do Diabo, que a culpa é do Covid-19. Como o avestruz face a uma situação potencialmente perigosa, enfiando a cabeça num buraco.

Certamente com a ação do Homem (deixando-se levar e a aceitar) a poder influenciar o caminho e as consequências (já visíveis) que as Alterações Climáticas estão a seguir e a provocar, mas decisivamente não tendo sido o Homem a iniciar este caminho ─ ocupando apenas umas quantas carruagens, de um bem extenso comboio ─ num projeto natural desde há talvez milhares senão milhões de anos já em andamento de cruzeiro.

Por isso a escolha entre estares a favor ou a estares contra, cada um dos lados a puxar a corda enrolada em torno do teu pescoço, esperando pela destes (colocados à esquerda ou à direita da extremidade da corda) tão desejada resposta: que será? Mas não valendo muito a pena preocupar-nos para já com estas coisinhas deprimentes (só se for mesmo por caridade e por compaixão, sentimentos “must” ambos de regresso), ainda hoje é “Silly Season” (31 de agosto) e sabendo-se por experiência (pratica adquirida ao longo de muitos anos) que de uma forma ou de outra eles nos tratarão eficientemente da saúde (física e mental) ─ a especialidade deles.

(imagens: Getty Images/livescience.com ─ spacebattles.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:17

O Último Bacalhau com Natas

Quarta-feira, 25.08.21

Procurando para além daqueles que conhecemos (os territórios terrestres) outros lugares semelhantes (e exteriores) onde possamos minimamente persistir − como tantos e tão diferentes (lugares) existentes neste planeta que nos acolheu e adotou (ao Homem) –

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Natas sem bacalhau, num parto difícil

Das sustâncias consideradas necessárias e obrigatórias para que o nosso ciclo de vida se cumpra convidando-nos a neles (esses lugares) nos fixarmos − por nos garantirem as condições mínimas de satisfação e de reprodução (replicando e mantendo viva a espécie) –

A Água é sem dúvida a sustância essencial por estrutural e fundamental (desde o Mundo Orgânico, ao Mundo Mineral), tal como na produção do cimento (na construção de um edifício, na elaboração de um Corpo) ligando tudo e dando origem a um todo (edificado, seguindo um código):

Ou não fosse a marca e o símbolo não só da Terra como do próprio Homem a molécula composta por dois átomos de Hidrogénio e um átomo de Oxigénio − conhecida como H₂O – compondo curiosamente e quase na mesma proporção (uns 60%/70%) a Mãe (a Terra), os filhos e o seu Filho Pródigo (o Homem).

Para uns acreditando em bruxas ou em eruditos sendo apenas uma coincidência, mas não existindo ou acreditando em tal e sendo o mecanismo de Vida mais simples do que se pensa, tendo forçosamente de existir um elemento comum de ligação (até para cada uma das partes existir e ter uma mínima justificação para tal, dependendo/reagindo coma outra) entre a TERRA (o Mundo Mineral) e o Homem (o Mundo Orgânico),

Um podendo ser interpretado como o Esqueleto da Vida, o outro como o corpo físico dando-lhe forma (nesta fase) envolvendo-o e permitindo-lhe, num outro Ciclo Evolutivo, libertando-se numa outra dimensão, o atingir de um outro nível por imposição aparentemente não existente mas até pela evidência de tudo o que nos rodeia, tendo que ter continuação.

Como se estivéssemos a atravessar um conjunto em extensão e com a experimentação, progressivamente adquirindo o conhecimento necessário para ao Saltarmos, não sermos apanhados de surpresa na transição revelando detalhes, em vez de nos fixarmos no novo cenário:

Ou não fosse a força que dirige este Universo invisível mas sentindo-se fortemente a sua presença, ligando a nossa Alma ao Eletromagnetismo Cósmico.

Seja Zero, Um ou o Infinito o Mundo não poderá acabar ou ser interrompido com a nossa morte (a nossa ou de qualquer seu elemento Vivo), um podendo anular o Outro e daí nada se transformar não existindo Evolução:

Uma ação originando sempre uma reação e antes de se espalhar (em ondas, influenciando tudo e influenciando-se) tendo que se replicar mantendo o seu molde original.

Sendo o mesmo apesar de diferente, para nós neste ciclo (incomunicável com o seguinte) de difícil ou mesmo impossível interpretação.

E se deste lado do Espelho vejo a minha imagem, do outro lado dessa imagem podendo estar é certo que de outra forma talvez mesmo com diferente conteúdo, o outro eu, refletindo em nós (o original) uma mesma imagem.

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Tratando dos calos, aguardando as natas

Nada impedindo que do outro lado do desconhecido e pertencendo nós a um todo como vemos bem diferenciado (só em humanos sendo cerca de 8 biliões, sempre em renovação), algo ou alguém tal como aquando da 1ª vez nos espere.

Tendo tudo que existir e a explicação sendo a parte inútil:

Quem não vive sem saber nem compreender como tanta coisa funciona, nem mesmo como essa sabedoria chegou até nós.

E se tudo não passar de um holograma porque não sendo hoje um mero espetador amanhã não poderemos ser um ator, um produtor, um realizador.

Para já e como numa viagem de juventude, à Aventura e à Descoberta, num ritmo de aprendizagem e coleção de experiências “interiores”, antes de espreitarmos pela janela ou sairmos pela porta (em direção a uma outra Terra Prometida, mais comprometida, talvez menos material), experimentando, desmontando, destruindo tudo o que nos vem à mão e assim abrindo a cabeça.

Algo tendo de existir (a nossa limitação podendo ser uma defesa, uma separação necessária) não sendo nada Finito:

Mesmo apagando-se a luz com o Homem rapidamente a adaptar-se à escuridão, até porque interrompendo-se a Vida interrompendo-se algo podendo-se mesmo e por indução ou reflexo parar tudo, uma contradição insolúvel dado tudo depender do “Movimento” que como se sabe é eterno, movendo-se tanto no vazio como no atrito.

Tudo se cruzando e como tal tendo que ter um ponto comum e de contacto.

Hoje tendo água por cá (na Terra, em Marte), amanhã noutro objeto qualquer (em Europa em Enceladus) e depois de amanhã já nem sequer se necessitando dela.

Evoluindo tudo, se o Homem quiser (estando disposto, não se arvorando logo a Deus, ao centro do Universo) e se os Deuses assim o permitirem.

Provavelmente ao nosso lado (e não a milhões de anos Luz) estando o nosso Espaço, o nosso Tempo, sendo este apenas mais um ponto de passagem (tal e qual um armário uns podendo ter portas outros não e mesmo nesses, podendo estar o que pensamos ser o abismo, mas de facto a nossa Bendita Perdição.

(imagens: receitasemenus.net/purepeople.com.br)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:10