Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Abr 20

[Do Homem aos outros Bichos e passando pelo Micro.]

 

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Com muitos e muitos milhões de pessoas refugiadas em casa (e podendo a muito curto--prazo perdê-la) e com muitos mais outros milhões em fuga − muitos deles dirigindo-se para lado nenhum (se não para o suicídio, individual ou coletivo) − destruindo no decorrer do processo toda a sua vida social,  económica e até espiritual (transformando-a num caminho, único e sem retorno) − não entendendo muito bem porquê nem mesmo por quem − tornando-se incompreensível como perante um Evento podendo provocar a nível global uns 200.000 mortos (0,00026% da população mundial), o nosso Planeta pareça estar mesmo à beira do abismo com todos os nossos “fazedores de opinião” (os papagaios do poder intermédio) cada um deles projetando um cenário ainda mais Catastrófico do que o anterior, a querer impor-nos o seu Fim-do-Mundo (a esmagadora maioria deles apesar de péssimos a matemático, preferindo o Fim-do-Mundo Económico): quando a gripe mata muitos mais do que isso por ano, quando em África milhões são vítimas da fome, da doença e das mais variadas epidemias (mesmo muitos milhões), quando os contingentes de migrantes já se formam e espalham por todo o mundo e até quando, recorrendo às nossas ações do passado (ainda muito recentes) e à nossa memória (fonte de informação e cultura), atiramos para cima da mesa crimes praticados em nosso nome por coincidência pelo mesmo tipo de pessoas (ligadas ao poder), assassinando ainda mais uns milhões e praticando genocídio – de que um bom exemplo é a II Guerra Mundial ou então juntando, todas as outras guerras (e guerrinhas) desde aí e até ao presente levadas sistematicamente a cabo.

 

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E se o Poder (intermédio, podendo ser posto em causa, pelos Ricos que lhes pagam e exigem) hesita entre um lado e o outro não conhecendo ainda bem todos os dados do problema de modo a tomar uma opção levando-o a uma solução (minimamente eficaz e credível, pelo menos sendo digerível, pelos outros os pobres assim como pelos achando-se médios), já os pobres antes da chegada da “vacina” e para muitos outros males já estando vacinado, mesmo perante o “Perigo de Morte” (relativo, mas expondo-se à Pandemia) revoltando-se e erguendo-se e afirmando perentoriamente, preferir trabalhar (com dignidade) a morrer de fome (como um cão): mortas as ideologias e separado o mundo entre os que nada têm e os que tudo têm (já não se tratando apenas de uma Luta de Classes) surgindo cenas antes julgadas incomuns (impossíveis) juntando no mesmo palco e seguindo o mesmo guião, predadores e presas – oferecendo-nos um cenário caótico, alienado de tudo, colocando frente-a-frente de um lado o Mundo e do outro o Outro Mundo (juntando num saco pobres e ainda intermediários − a classe média de que os políticos são o símbolo máximo, agora considerados parasitários − e colocando num outro nível Corporações e milionários, familiares e amigos).

 

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Ainda-por-cima colocando-nos sob uma pesada camada de nervos, não sabendo qual o tipo do vírus (volta ou não volta) nem o que será agora de nós −  entrando-se aí em Depressão não apenas mental como também económica. Só tendo durado uns meses em turmas desdobradas (países seguindo-se a outros) − com bons e maus resultados − e mesmo assim e por isso (numa Europa decadente, estendo à mão ao ainda Império) pondo tudo de pernas para o ar: mas repetindo de novo sendo tudo isto muito estranho, quando tudo está de pé e pronto a funcionar de novo. Será que o bicho é extraterrestre e afetou-nos o cérebro? Só os norte-americanos e ainda no século passado (WW2 já resolvida) com uma única bomba (atómica) mataram muito mais.

 

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Os bichos esses animais sem psique (irracionais), pelos vistos (sem muito terem de se esforçar, tendo um cérebro limitado, respondendo apenas por reflexo) sem parecerem nada condicionados, aproveitam simplesmente a situação com que se deparam no seu dia-a-dia (tal como nós no nosso quotidiano ─ e tendo nós psique ─ repetitivo e de sobrevivência) e se antes não os víamos por cá (nos nossos espaços fechados de cimento e de betão, apontando e erguidos como que em transe religioso até aos céus e implantados sobre toneladas de múltiplos e de bizarros dejetos, produzidos nos pisos superiores e habitando e circulando sob nós) ─ certamente uns por livres e refugiados na floresta (conhecendo-o, protegendo-se do Homem, optando pela Liberdade) e outros por presos e integrados em linhas de produção (confiando nele, sendo enganados pelo Homem, optando pela Segurança) ─ hoje com “os humanos colocados fora-de-circulação” (refugiados e amontoados em “celas” algumas deles climatizadas mas não deixando de ser um inferno) e com todos as suas variedades e intensidades de “poluição completamente ausentes” libertando o espaço, com os bichos graças a toda a sua experiência prática (repetitiva, imitativa, sendo assim que se aprende) a entenderem o significado do cenário agora sendo-lhes apresentado e tranquilamente regressando: e sem a presença nem da Poluição (atmosférica, sonora, visual, percorrendo todos os seus órgãos dos sentidos e entupindo-lhes os neurónios e toldando-lhes a mente, aos sem psique) nem do Homem (o predador dele próprio e de tudo o mais que o rodeia),

 

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Regressando os bichos nossos conhecidos e há muito esquecidos (muitos deles nossos companheiros iniciais de viagem) já depois dos mais pequenos e por nós criados (de uma forma consciente/deliberada ou não) por cá terem passado e feito o seu “trabalho de limpeza”. Vendo-se (lá longe) a partir da Índia e como há muito não se via a cordilheira dos Himalaias e o Tibete, conseguindo-se a partir das margens (logo ali) e apenas debruçando-se observar claramente algo de impensável o fundo dos canais de Veneza, qual a justificação para o (nosso) espanto e admiração como que incrédulos observando “extraterrestres”, por vermos as nossas cidades e arredores a começarem a ser invadidas (mas com toda a cautela) por macacos e até por cabras ─ quando até em Portugal se verifica (mesmo que a espaços ou temporariamente) essa migração, em terra com os passarinhos como no mar com os golfinhos. Algo que morto ou adormecido “o bicho-corona” não voltaremos a ver, não aprendendo nada de novo com tudo isto tornaremos a esquecer (aí e para recuperar a economia “tempo será dinheiro”), permitindo de novo e infelizmente (inevitavelmente e pela lobotomia induzida) o regresso dos mesmos ─ intermediários, parasitas e predadores (mas todos ao contrário dos restantes, certificados).

 

(imagens: yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:17

09
Abr 20

[Como existem outros doentes (agora abandonados e morrendo em segredo, em casa ou nos hospitais) para além dos originados por este novo coronavírus – “na moda, na média, na mediana, na bissetriz, etc.”, conforme o desejo dos “matemáticos” (os ditos “especialistas”) e o “interesse” (não tendo mais nada para dizer) da DGS.]

 

Tiny tardigrades might hold the key to the origin of life

(Kazuharu Arakawa − Rowan Hooper/japantimes.co.jp)

 

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Fluorescent staining shows a tardigrade's full stomach

(livescience.com)

 

“Tardigrades can come to a complete stop of metabolism with almost complete loss of water but can still restart life upon rehydration”. By removing all water, the animals can put life on hold. This form of “life pause” is called anhydrobiosis.

“We have no idea how life arose from matter several billion years ago.”

 

By studying tardigrade revival, we can get an idea of how molecules assemble in the spaces between cells in the tardigrade’s body. Before cells and life evolved, organic molecules had to put themselves together without the shelter provided by the cell, so what happens in tardigrades provides a good insight into that.

It seems that when the animals dry out and rehydrate, other bits of DNA can easily slip inside. Rather than cause a problem, tardigrades have embraced the benefits this can bring.

 

[artigo: japantimes.co.jp/news/2018/03/23/national/science-health/tiny-tardigrades-might-hold-key-origin-life/#.Xo8KTHLOUdU]

 

Tagide de Carvalho: Vencedor do prémio internacional de fotografia (aqui utilizando o microscópio) “Global Image of the Year Life Science Light Microscopy Award”.

 

(texto: japantimes.co.jp – imagem: Tagide de Carvalho/Olympus Image of the Year Award/ livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:17

12
Mar 20

Mais uma vez colocados na berlinda agora pelo surto epidémico do Covid-19, com os animais irracionais − e como os Suspeitos do Costume a começarem a ser apontados a dedo (e sem provas) pelos ditos animais c/ psique: na Lulu da Pomerânia causando surpresa, no seu amigo indignação.

 

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Lulu da Pomerânia

(surpreendida c/ os humanos)

 

Depois de morcegos, cobras, camelos e pangolins serem acusados de sendo portadores do novo coronavírus Covid-19 podendo ser um deles o portador-zero − não se tendo ainda descoberto qual o animal sem psique sendo o portador, nem qual o Homem (o animal com psique) podendo ser considerado o paciente-zero, provavelmente ambos de origem chinesaeis que o pânico regressa de novo a esta população (já bastante inquieta e alarmada) exposta a este novo surto epidémico (e mortal) de uma nova estirpe de coronavírus (sabendo-se o que aconteceu em epidemias anteriores como a do MERS e do SARS), agora provocado por um cão: um Zwergspitz ou “Lulu da Pomerânia” (raça splitz-alemão-anão) − com os seus antepassados sendo nativos da região da Pomerânia (região geográfica englobando a Alemanha e a Polónia) e residindo em Hong Kong – tal como nós (o Homem) portador do Covid-19.

 

Hong Kong dog causes panic

– you needn’t worry about pets spreading COVID-19.

("Even in the worst-case scenario of coronavirus being able to replicate in dogs at reasonable levels, it is safe to assume that you are much more likely to be infected by your neighbour than your dog."/11.03.2020/theconversation.com)

 

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Amigo da Lulu

(indignado c/ os humanos)

 

Colocando-se de novo a questão da possibilidade da transmissão desta nova versão (mortal) de coronavírus dos Outros Animais para o Homem, dado o cão ter sido contagiado (não se sabe como, nem por quem) e tal como acontece noutros casos podendo transmitir para outros, irracionais e até (não existindo para já provas disso, ninguém podendo confirmar) racionais. Encontrando-se (ligeiríssimos) vestígios da presença do Covid-19 no animal (em níveis muito baixos, no nariz e na garganta), posteriormente confirmando-se “Positivo”, sendo internado e forçando-o a um período de quarentena. Na realidade com o cão até a poder estar inocente dada a situação em que o colocaram − revelando-se positivo ao covid-19 – dado que se por um lado podendo, apesar de aparentemente portador, nem sequer ser um possível e potencial replicador do vírus (tendo-se contaminado e agora podendo contaminar, mas que se saiba não os humanos), por outro lado até a poder acontecer nada ter a ver diretamente com ele dado ter sido contaminado mas em superfícies (expostas/acessíveis) por exemplo de sua casa.

 

(imagens: aonip/Shutterstock e Galina Kovalenko/Shutterstock

em theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01

24
Fev 20

[Entre Animais & Plantas, Irracionais & Racionais, Partilhando este Maravilhoso e Único Ecossistema – e fazendo parte de Um Organismo Vivo ainda Maior, o Universo.]

 

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Agora que como ocidentais (ainda-por-cima da parte mais civilizada e desenvolvida, a do hemisfério norte) e católico-romanos (adeptos de uma igreja com 2020 anos, seguindo os ensinamentos de Jesus e de Maria e tendo como seu representante atual e 266º iniciando-se com Pedro, o Papa Francisco) festejamos o CARNAVAL (período de tempo antes da preparação da Páscoa a Quaresma, geralmente caindo pelo fim de fevereiro/início de Março e este ano comemorando-se esta terça-feira 25), utilizando sobre a máscara que utilizamos sistemática e ciclicamente durante todo um ano da nossa vida (364 ou 365 dias se o ano for bissexto) e durante um único dia, uma outra máscara bem diferenciada sendo Carnaval ninguém da hierarquia político-religiosa (a dupla que ainda nos domina) levando a mal – revelando de uma forma sem consequências (a parte negativa) mas libertadora (a parte positiva) algo daquilo que desejaríamos ter sido na vida (quando sonhávamos como crianças irresponsáveis) mas por qualquer tipo de motivo (ou mais corretamente, por imposição integradora) nunca o tendo alcançado,

 

Em Albufeira com “o ponto alto do programa a ir para o Carnaval de Paderne de 23/25 de fevereiro − tema “Viajando pelo Mundo” − um dos festejos mais tradicionais do Algarve, este ano celebrando a sua 32ª edição

 

Sendo dentro do que já é habitual e até para não fugirmos muito à monotonia repetitiva que acompanha os nossos gestos e comportamentos quotidianos (ou seja, não nos excedermos, pensando estarmos noutro nível), sermos sujeitos a vários tipos de informação oriundos dos mais diversos pontos do planeta: e com muitos dos seus temas a poderem ser de alguma forma (ou feitio) integrados nestes festejos cristãos, pagãos, da Quadra Carnavalesca. E neste mesmo cenário (de divulgação global e torrente informativa) inserido no ENTRUDO (com os seus carros alegóricos e figurantes), incluindo no cortejo pássaros, peixes, gafanhotos e percevejos, castores (ou primos, não me lembro bem) e até o covid-19 (alternando com estes e se necessário introduzindo seres c/ psique como os “deploráveis”) − colocando-os aí uma questão existencial especialmente para o Homem e para a sua visão do mundo antropocentrista (em que somos o centro e os definidores do conjunto), sobre o limite animal considerado ou não irracional, ou seja, se equiparado connosco por dotado de PSIQUE.

 

(1) Pássaros, (2) peixes, (3) gafanhotos e (4) percevejos, (5) castores (ou primos), (6) covid-19 e até (7) deploráveis, (8) entre outros, tendo ou não essa intenção e talvez mesmo por obrigação (mais uma na integração), passando todos eles por esta Quadra Carnavalesca numa mista organolética Sagrada & Profana.

 

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E num embate de psiques envolvendo todo o “Mundo Mineral & Animal” constituindo e dando forma  − Movimento e Vida − a este Ecossistema Terrestre (que tudo e todos partilhamos) onde agora sobrevivemos, mesmo no discurso do Homem e do seu guia antropocentrista posto perante situações tão simples de explicar e de justificar (comuns em todos os dias), deixando-nos pela falta de lógica das opiniões expostas e aí projetadas e  da total falta de conteúdo (não podendo limitar-se ao “conduto”) da informação nesse espaço então fornecida, com uns certos laivos de dúvida sobre de quem a psique seria mesmo exclusiva: ou seja, quem teria psique (e o demonstrasse) ou não, no mínimo fazendo-o entre os animais (já que até dizem que “as flores e as plantas pensam”) uns ditos racionais (o Homem, dito pelo Homem) e outros denominados irracionais (os restantes animais, assim definidos pelo Homem).

 

Desde (1) ouvirmos um político português (racional) apesar da construção de um aeroporto sobre uma zona aparentemente protegida e habitado por milhares e milhares de pássaros, afirmar que a segurança dessas aves estaria sempre garantida até por iniciativa das próprias (irracionais) “não sendo estupidas e vendo os aviões, afastando-se da zona e adaptando-se à situação, mudança o seu local de pouso e domicílio habitual”; passando (2) por um responsável e porta-voz do atual presidente do Brasil (racional) numa interpretação feita na presença do mesmo, face a um extenso derrame de petróleo na costa brasileira e nas consequências que tal poluição traria para a vida marinha local, afirmando até para tranquilidade da população pesqueira que “não sendo o peixe (irracional) nada estúpido, facilmente repararia nas manchas na água, reagiria de imediato ao perigo e fugiria”; para já não falar em (3) gafanhotos (irracionais estendendo a sua praga ao Quénia/Tanzânia/Uganda) e (4) percevejos (irracionais invadindo e parasitando as cama de Paris) em duas ações que poderíamos afirmar mostrar aquisição de informação, aplicação e organização de processos (nem que num número limitado, mas nesse espaço/tempo considerado suficiente), suficientes para cumprirem com êxito uma determinada missão, não individual mas coletiva e variando (como acontece em todo o Universo com a Evolução) entre o caos e a ordem, sugerindo presença de psique (racionais); e incluindo, numa mistura um pouco louca e potencialmente explosiva de racionalidade e de irracionalidade (pelos vistos podendo haver ligações estreitas entre ambas, que para já não queremos ver ou não conhecemos), ainda (5) os castores (ou primos), (6) o covid-19 e já agora (7) os deploráveis e (8) os outros – com os castores (ou primos) a estarem ao serviço dos políticos e militares russos, logo tendo estes animais psique, com o covid-19 a ser um produto artificial de origem chinesa transmitido e obtido a partir do morcego e agora secretamente testado pelo Homem no Homem, logo não tendo este psique, e com os “deploráveis (tal como nos poderíamos referir aos outros) − estando entre o ter psique e ser desprovida dela – nem sequer sendo caso de falar mais disso, fazendo-nos logo lembrar Hillary, como ela tratou os norte-americanos e como estes lhe responderam − no final de 2016 em vez dela optando por Trump. Lançando-nos num estado de irracionalidade (cada vez mais brutal e vinda de todos os lados) já durando há 4 anos.

 

No meio do Carnaval, no meio de muitas mais máscaras.

 

(imagens: osabio.com.br −  John Lund/lonelyplanet.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:18

21
Out 19

Razão pela que muitos de nós

(p/ alguns sendo necessário)

ainda usam o(a) Boneco(a) Insuflável.”

(em vez das modernas e amanhã digitais SEX-DOLLS)

 

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Talvez como o artigo (da RT) sugere devido a HAL – no filme de STANLEY KUBRICK “2001 A SPACE ODYSSEY”, o computador (HAL 9000) controlando a maioria das operações a bordo da nave espacial DISCOVERY (na sua missão a JÚPITER) – assim como à falta de confiança que se tem no HOMEM (assim como na sua criação a MÁQUINA) – com a Máquina a poder servir-se ilegalmente do Homem (não cumprindo a regra número um, protege-lo), assim como o Homem (não o sabendo, mas eventualmente podendo ser “uma verdade”) a poder ultrapassar indevidamente (“viciosamente”) o pedido à mesma solicitado – não e como se esperava para proteção do Homem, mas como salvaguarda suplementar de preservação e de segurança (selo de garantia de integridade) para a Máquina − DAÍ O NOSSO GRANDE ESPANTO − eis que um grupo de Académicos (Anco Peters e Pim Haselager/International Journal of Social Robotics/researchgate.net) solicita às autoridades oficiais de direito (com competências e responsabilidades na área) uma autorização de consentimento (de “utilização”), por parte não do Homem mas vindo do lado da Máquina:

 

“Academics want sex robots

capable of withdrawing consent.

Even our fantasies aren't safe

from the virtue police.”

(rt.com)

 

Partindo da ideia da existência de um conflito futuro (verdadeiramente possível) entre o Homem e a Máquina (vindo de um lado ou vindo do outro, pelos vistos devendo ser equiparados), com estes investigadores (a partir do seu artigo “Designing Virtuous Sex Robots”) nas suas experiências teórico-existenciais (e certamente tendo muito tempo e espaço, para gastar) não reais por refletidas (num Espelho) preferindo em vez de confiar no Homem, prevenir-se defendendo a Máquina (pensando-a como uma “minoria” como tal, a ser protegida). E assim oferecendo às Máquinas, a possibilidade de dizerem não ao Homem:

 

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“Researchers are calling for sex robots

to be programmed with the ability to give and rescind consent,

lest their human 'partners'

become rape-crazed maniacs.”

(rt.com)

 

Levando esta “Cultura do Consenso” a um extremo nunca pensado, colocando agora a Máquina (no mínimo) ao nível de nós, do Homem (como se já não chegasse como sujeitos que somos a nossa desvalorização crescente face aos objetos, agora tornados inteligentes e transformados em ROBÔS) e abrindo ainda mais as portas para a nossa (completa) subjugação (consentida): nem sequer se podendo brincar com objetos (o que naturalmente fazemos, desde a nossa infância, com os chamados brinquedos) apesar de se o poder (fazer) mais tarde ou mais cedo mas com sujeitos e armas (conjugados = Morte). E desse modo mesmo que nunca se recorra a um humano para uma simples prática de sexo − devido a possíveis desentendimentos e diferentes versões futuras −  substituindo-o por um Robô-Sexual (com o(a) Boneco(a) Insuflável tal não acontecendo provavelmente por ser “analógico”) podendo-se mesmo assim ter azar, com o Robô chamando a polícia (por falta de cumprimento do processo de consentimento) e acabando-se na prisão.

 

“Robots face ‘sabotage’

from human co-workers

fearing they will be replaced.

But is that a surprise?”

(rt.com)

 

E continuando as violações entre Humanos (sem fim à vista e em crescendo), optando-se prioritariamente (pelo menos nas suas “particulares” preocupações, de alguns) por proteger não os originais, mas as suas (ou seja, as nossas) próprias cópias (mecânicas), apenas por digitais e com certificado IA (Inteligência Artificial): e mais cedo do que pensávamos com a Raça Dominante a ser (depois do BIOHOMEM ) – inicialmente e num período definido – BIOMECÂNICA, para posteriormente e ao Evoluir se metamorfosear, tornando-se num Entidade qualquer, individual – “negando a Morte” − ou coletiva – “deixando-se levar por ela”.

 

(imagens: Global Look/Lapone/Fotogramma/RT −GIPHY/RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:44

22
Jul 19

[Face a tanta porcaria hoje aceite por tão banal e não apenas poluindo a terra, o mar e o ar – “esqueceram-se da nossa Cabeça?” − mas muito mais perigosa e insidiosamente intoxicando (manipulando e comandando/por nosso cansaço/demissão/entrega), a nossa tão torturada e cada vez alienada mente.]

 

Há 50 anos com o Homem

− ARMSTRONG, ALDRIN e COLLINS

A conseguir fazer aquilo

Que não consegue imitar hoje.

 

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A Terra, a Lua e o módulo lunar Eagle

(com Armstrong e Aldrin a bordo)

 

Neste registo da autoria de COLLINS

(filmando a aproximação do módulo lunar EAGLE)

Com ARMSTRONG e ALDRIN

(no interior do mesmo módulo)

Acabadinhos de chegar da superfície da LUA:

Aqui na sua aproximação para acoplagem

Com o módulo de comando COLUMBIA.

 

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A Lua e a Terra

Um dos últimos registos da missão Apollo 11

Apresentando-nos dois Mundos distintos

Mas unidos por complementares

(pelo menos no que aos Humanos diz respeito)

Colocando-nos a questão:

O que seria da Terra e do Homem

Se a Lua não lá estivesse?

 

Nunca mais?

 

Por favor leiam e viagem e deixem para trás

(agora que é a Silly Season,

momento em que tudo se desculpa

e desse modo/e contra-a-corrente

mostrando categoricamente

toda a vossa coragem)

a

Fornicação Global Certificatória”.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:52

14
Mai 19

“Com o Homem e o Camarão,

há já 74 anos,

partilhando a mesma Luta.

A Favor da Vida e Contra o Nuclear!”

 

 

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Com toda esta história a começar e a estender-se (intensa e inicialmente) durante um período de 18 anos (1945/1963), com o registo de cerca de 500 testes envolvendo a detonação de Bombas Nucleares (testes maioritariamente norte-americanos e russos, mas contando ainda com a participação inglesa e francesa) – com mais de 75% dessas explosões a decorrerem na Atmosfera – sujeitando todo um Ecossistema local a uma Brutal Agressão (com uma coordenada de espaço e de impacto, mas propagando no tempo e ao longo deste, os seus efeitos como uma onda) e levantando então a questão das consequências para os aí tendo nascido e residido −ou seja (vivendo aí ou nos arredores, mais ou menos distantes) para a Vida e Sobrevivência do Homem: por alguma razão ou pretexto passados 56 anos (desde o seu fim) e já no interior de outro século (XXI), mantendo-se a questão e o problema “Suspenso e ainda no Limbo”, falando-se antes num crustáceo pela aparência “primo” do CAMARÃO (outro animal/local que não o Homem, por acaso sem voz, irracional) e ignorando-se (pelos vistos sendo apontada como vítima colateral) quem que lhe está acima na Cadeia Alimentar, aquele que o Come, o HOMEM.

 

'Bomb Carbon' from Cold War Nuclear Tests Found in the Ocean's Deepest Trenches

(Mindy Weisberger/Live Science/May 13, 2019)

 

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Como a Natureza nos demonstra mais uma vez e tal como sucede com o Homem

 

E como não poderia deixar de ser, acolhendo-o e protegendo-o como uma das partes de um todo e sendo uma das réplicas do molde original,

 

Ser um Organismo Vivo e organizado, capaz de processar (percecionar/sentir) e de arquivar (memorizar)

 

– E desse modo Evoluir, transformando-se e adaptando-se ou seja sobrevivendo (algo de natural de modo a não só nos proteger dos perigos interiores/exteriores, como e igualmente extremamente relevantes para manter o equilíbrio entre as várias espécies) e dessa forma mantenho de todas as formas possíveis e imagináveis (complementadas pelas impossíveis/utópicas mas por algum motivo sendo resilientes) intacto, este único (só conhecemos este) e Maravilhoso Ecossistema (permitindo-nos nele viver e dele usufruir)

 

− Ou não fosse ele o nosso Berço (talvez e completando um Ciclo, num Salto Evolutivo, introduzindo-nos/reintroduzindo-nos), posteriormente o nosso Lar (a nossa Cápsula Protetora) e dado finalmente o Sinal (da necessidade de abandonarmos obrigatoriamente, como nómadas e sobreviventes que somos, a nossa Zona de Conforto), o nosso Novo Desígnio e Ponto de Partida (Evolutivo e se não nos quisermos tornar extintos), depois da Aventura da Descoberta dos Oceanos (Aventura Interior) virando-nos agora para a Extraordinária Aventura no Espaço (Aventura Exterior) −“abrindo-nos ainda mais os olhos, os sentidos, a nossa mente” − e daí originando um novo  e revolucionária composto, incorporando e conjugando nele toda a experiência e conhecimento (de um, do todo) − adquirido, aplicado e sucessivamente replicado (por aceite/não rejeitado) – assente (tendo como Base de Sustentação)

 

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No Mundo Mineral (a nossa Base ou Coluna Vertebral);

No Mundo Orgânico (o que deu Conteúdo/Objetivo a essa Base);

No Mundo Material (assente na Energia, na Matéria e no Movimento);

No Mundo Espiritual (segundo o ponto de vista, mais religioso ou mais científico) incorporando de um lado, forças pela esmagadora maioria nunca vistas (comprovadas) como o Espírito ou a Alma e do outro forças igualmente para muitos invisíveis (não sendo diretamente sentidas) como o será Magnetismo.

 

[Mas para tal suceder

Só mesmo largando Thomas Edison

Adotando NIKOLA TESLA]

 

E com esta história bio nuclear prosseguindo por meados de 2019 (Maio, com o artigo publicado) − e como sempre e estrategicamente concluindo-se “De Momento” – com uma notícia envolvendo cientistas e investigadores trabalhando na Fossa das Marianas, tendo detetado níveis elevados de carbono radiativo numa determinada espécie marinha (de crustáceos), as Hirondellea gigas (um Amphipoda) um “parente” do Camarão: entre umas 7.000 espécies conhecidas tendo de 5/17cm (dimensão), vivendo a uns 10.000 metros da superfície (do nível médio do mar) e alimentando-se de plantas marinhas (de elementos delas obtido como o “sunken”).

 

Crustaceans that live in the deepest part of the ocean carry radioactive carbon in their bodies, a legacy of nuclear tests performed during the Cold War.

(Mindy Weisberger/Live Science)

 

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No caso das Hirondellas (gigas pelo seu tamanho), com estas criaturas marinhas vivendo no oceano Pacífico (no seu lado Ocidental) para lá dos 10.000 metros pelas bandas da Fossa das Marianas (região chegando a atingir mais de 11.000 metros de profundidade), a apresentarem níveis elevados e anormais de radiocarbono (no seu corpo), claramente como consequência – e “LEGADO” − dos testes nucleares aí realizados durante o período da Guerra Fria (de 1945 fim da II Guerra Mundial a 1991 fim da URSS): através da transmissão entre sucessivas gerações destas criaturas “sem concha e semelhantes a um camarão”, devido à ingestão de alimentos provenientes da superfície e carregados do isótopo carbono 14 – “Bomba-de-Carbono” – com estes animais marinhos a levarem consigo a assinatura da presença de Radioatividade no seu Corpo (e tal como no presente com os Plásticos, invadindo/poluindo ainda mais os Oceanos). Como se tal fosse necessário (o estudo, a investigação, a conclusão) postos frente-a-frente a Hiroshima e Nagasaki (mais de 250.000 mortos de imediato/curto-prazo, fora os incontáveis/indefiníveis de médio/longo prazo que se lhe seguiram) aqui envolvendo a Espécie Dominante – na Terra e na atualidade o Homem − e ainda hoje vitimando esta (por acaso a nossa espécie). Coisas de cientistas talvez mesmo preocupados, num presente (antecedendo um futuro provavelmente idêntico, com primeiras e segundas linhas − hierárquicas/de prioridade − e com o Homem ocupando a segunda) onde para além da recordação de milhares e milhares de pessoas “Instantaneamente” mortas (entre civis, mulheres, velhos, crianças e restantes inocentes e como tal, apanhados completamente de surpresa, num Genocídio “mais que criminoso por inútil” e levado a cabo sem Punição) ainda no presente (2019, a fazer 74 anos sobre o lançamento das bombas atómicas, Little Boy/Hiroshima e Fatman/Nagasaki) trazendo grande sofrimento aos que sobreviveram (alguns deles ainda vivos) e às gerações (filhos, netos e por aí fora) que até hoje se lhes seguiram:

 

As consequências das bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki foram desastrosas. O poder consumidor das bombas foi além da destruição de lugares e pessoas, atingindo a área da genética. Os efeitos causados fizeram com que os seus sobreviventes transmitissem as lesões para as próximas gerações. Até hoje, crianças nascem com problemas genéticos causados pela radiação das bombas.

(Recortes/Rejane Borges/obviousmag.org)

 

(imagens que n/pela ordem: Daiju Azuma U.S. Department of Energy/Talkuku Blog/talkutalku.com.ng − Los Alamos Daily Post/ladailypost.com − USA TODAY/usatoday.com − general-fmv/Andrei Marincas/Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:40

12
Mai 19

“Step towards light-based, brain-like computing chip”

(University of Münster − May 8, 2019/sciencedaily.com)

 

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Scientists have succeeded in developing a piece of hardware which could pave the way for creating computers resembling the human brain.

(Step towards light-based, brain-like computing chip/University of Münster/sciencedaily.com)

 

Desde que o HOMEM apareceu sobre a superfície da TERRA e tomou consciência da totalidade do MUNDO em que estava inserido, certamente que um dos seus principais desejos em diversas situações mais problemáticas (de difícil resolução) pelo mesmo vividas, seria o de facilitar as suas respetivas intervenções (solucionando os problemas surgidos), não só sob a perspetiva da sua Proteção e Segurança (de si e da sua espécie) mas simultaneamente como uma medida Facilitadora (de adaptação, evolução e sobrevivência) neste (oferecido para seu usufruto) Ecossistema Terrestre:

 

Se possível tentando partilhar tarefas se não com os Sujeitos seus semelhantes (tendo o contra de sobrecarregar estes, contrariando o objetivo geral) pelo menos com outros animais (irracionais/domesticados), ou então tentando criar outras alternativas não incluindo nenhum tipo de SER VIVO mas algo de palpável e Objetivo que o possa substituir – por exemplo um artefacto fazendo de Ferramenta e de Máquina, substituindo temporalmente o Homem (o Original) e alguma das suas funções (no Espaço), talvez num curto-prazo e surpreendentemente não só capaz de Andar, mas também e tal como o Molde de Evoluir e Pensar, numa Réplica do Humano.

 

The human brain is way ahead of even the most modern computers because it processes and stores information in the same place -- in the synapses, or connections between neurons, of which there are a million-billion in the brain.

(Step towards light-based, brain-like computing chip/University of Münster/sciencedaily.com)

 

Podendo algo correr mal (durante a substituição de Homem para Máquina) mas eventualmente sendo um Passo (necessário/fundamental), para a descoberta da solução de muitas das maleitas (de funcionamento/saúde) sempre perseguindo o Homem:

 

Implementando um CHIP (no cérebro) talvez recuperando defeitos (em princípio definitivos) bastante problemáticos (em consequência de um AVC, afetando a Memória), substituindo circuitos biológicos por outros biomecânicos (e assim estabelecendo pontes entre margens separadas).

 

Como?

 

The scientists managed to produce a chip containing a network of artificial neurons that works with light and can imitate the behaviour of neurons and their synapses.

(Step towards light-based, brain-like computing chip/University of Münster/sciencedaily.com)

 

Instalando um CHIP revolucionário (agora capaz de não só processar, mas também de arquivar), de origem artificial (uma parte trabalho do Homem, outra parte trabalho da Máquina), aplicado (inicialmente) em Máquinas e imitando os Humanos (como uma Réplica), agora em reviravolta e como cura no Próprio Homem, resolvendo um dos maiores dramas (de Saúde) consequência das doenças modernas, como será certamente o caso da perda de Memória (apagando-nos parte da Vida):

 

Num só local processando/arquivando e assim acelerando as Máquinas (tornando-as mais humanas, sejam boas ou más) para já no caso do Homem e sendo suscetível ao processo (aceitando-o), substituir os NEURÓNIOS (afetados) por CHIPS (produzidos como seus semelhantes) reestabelecendo funções, pontes e comunicações (deixando “tudo” − CULTURA e MEMÓRIA − mais ou menos como dantes, já que esse “tudo” também evoluiu).

 

(imagem: Petrovich 12/Adobe Stock/sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:55

17
Abr 19

No passado ainda recente da 1ª Revolução Industrial (passagem da produção utilizando o Homem como mão-de-obra, para a produção através da utilização de Máquinas) – com o seu início correspondendo ao período compreendido entre meados do séc. XVIII e meados do séc. XIXdando-se o 1º Assalto das Máquinas, com estas substituindo parcialmente o Homem, em muitas das suas funções (aí e maioritariamente consideradas as mais duras);

 

Engineers tap DNA to create 'lifelike' machines

(Cornell University)

 

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Cornell professor of biological and environmental engineering Dan Luo

And research associate Shogo Hamada

Have created a DNA material capable of metabolism,

In addition to self-assembly and organization.

(John Munson/Cornell University)

 

Prosseguindo ainda com mais afinco na 2ª Revolução Industrial (com a invenção da Máquina a Vapor e da Máquina de Combustão Interna, esta última substituindo o Carvão pelo Petróleo) com as Máquinas a ocuparem ainda mais lugares anteriormente ocupados pelo Homem (dado facilitarem ainda mais o processo de produção) − e originando aí o grande êxodo rural e o aumento da população urbana;

 

Tapping into the unique nature of DNA, engineers have created simple machines constructed of biomaterials with properties of living things.

 

Using what they call DASH (DNA-based Assembly and Synthesis of Hierarchical) materials, engineers constructed a DNA material with capabilities of metabolism, in addition to self-assembly and organization – three key traits of life.

 

Para finalmente entre 1950/70 início da  3ª Revolução Industrial ou Revolução Digital se traçar definitivamente o destino do Homem (como se já não se soubesse antes), passando tudo o que era de analógico a digital e dessa forma transformando a produção antes mais limitada, numa Produção em Massa, elevando ainda mais o estatuto (de produtividade face ao Homem) das Máquinas (originando naturalmente ainda mais desempregados) − e até criando novas formas (Revolucionárias) de Comunicação/Transporte como o é o caso da Web.

 

"We are introducing a brand-new, lifelike material concept powered by its very own artificial metabolism. We are not making something that's alive, but we are creating materials that are much more lifelike than have ever been seen before," said Dan Luo, professor of biological and environmental engineering.

 

Hoje perto do final da segunda década do séc. XXI (ou seja 2020) e com a Terra a disparar na direção dos 8 biliões de habitantes, questionando-nos o que se seguirá no futuro (para os lados do Homem) agora que os cientistas se debruçam sobre o nosso DNA, tentando-o replicar e transformando uma simples Máquina numa Máquina-Quase-Homem (ou seja numa Bio Máquina): seremos mesmo necessários (os tais 8 biliões) ou então excedentários?

 

"The designs are still primitive, but they showed a new route to create dynamic machines from biomolecules. We are at a first step of building lifelike robots by artificial metabolism," said Shogo Hamada, lecturer and research associate in the Luo lab, and lead and co-corresponding author of the paper. "Even from a simple design, we were able to create sophisticated behaviors like racing. Artificial metabolism could open a new frontier in robotics."

 

(texto/inglês e imagem: Cornell University/April 11, 2019/sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:15

14
Abr 19

Uma imagem com dois possíveis coloridos (o primeiro sendo o editado e o segundo ainda mais manipulado) remetida do planeta Marte – pela sonda automática InSight − e posta à disposição do destinatário (final mas aqui por oferta) pelos canais de distribuição da NASA: apresentando-nos um cenário seco e desértico (como se tivesse sido desidratado), sem qualquer tipo de movimento à vista (exceto aquando das tempestades de areia), como que tendo sido calcinado (por uma brutal explosão/tempestade solar), posteriormente e ao longo do tempo sendo descascado (durante os seus cerca de 4,5 milhões de anos de existência) e que agora mesmo apresentando-se aparentemente sem nada tendo a oferecer (à Terra e aos seus aí residentes), se torna num novo Paradigma para a Humanidade Objetivo Marte transformando-se no primeiro Mundo Extraterrestre a poder ser habitado (no futuro, a curto-prazo e com a sua chegada projetada para meados de 2030/40) pelo Homem.

 

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Marte

InSight

9 de Dezembro de 2018

SOL 14

Perspetiva de 290°

 

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E tal como no registo enviado pela sonda automática (norte-americana) utilizando os seus canais próprios e normais de comunicação Espacial (mas no entanto e infelizmente não tripulada) − e apesar dos outros invejosos (Rússia e China) que sempre rodeiam os excecionais − com os EUA tanto a nível Governamental como da Iniciativa Privada, a serem os únicos − suficientemente irresponsáveis e loucos − capazes de concretizarem tal ato de extremismo suicida: propor ao Homem em Marte a possibilidade de Viver num verdadeiro Inferno (tóxico/mortal) ou então e em alternativa fazer como o avestruz e enterrarmo-nos num buraco de Marte (e como sempre ficando à espera estático da morte).

 

Quando sabemos haver Água (e onde há Água há Vida) noutras partes do Sistema (Solar). Quanto mais no Universo dito intemporal/infinito.

 

(imagem: InSight/SOL14/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:09

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