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Será que Marte Aceita o Homem (talvez de volta)?

Terça-feira, 11.05.21

“Depois de todo o sacrifício físico e do isolamento mental e forçado de mais de um ano (devido à Pandemia), a Humanidade estará certamente mais preparada do que nunca, para o impacto da existência de alienígenas e até para uma viagem coletiva até Marte.”

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As falhas de Cerberus

(a 15°N do equador de Marte)

 

Mantendo viva ainda hoje a considerada forte possibilidade de um dia habitarmos o corpo celeste mais próximo de nós capaz de nos proporcionar tão excecional usufruto (só podendo ser para além da Lua ─ sendo apenas um satélite ─ os planetas Vénus ou Marte) e simultaneamente e tendo abandonado a Lua há mais de meio século (continuando a razão para além da invocada, a económica, a ser um mistério) continuando o Homem completamente obcecado com a conquista e colonização do planeta mais parecido com a Terra e que um dia até poderá ter partilhado um ecossistema muito semelhante ao nosso e possuindo Vida ─ o Planeta Vermelho (devido à presença de óxido de ferro) ou Marte

Encarando-se com normalidade as sucessivas mensagens encorajadoras para a prossecução de tal importantíssimo empreendimento para o futuro da Humanidade (da sua expansão e desenvolvimento), tanto vindo do setor do estado (EUA/NASA) como da iniciativa privada (ELON MUSK/SPACEX), tanto pela sua expressão teórica como prática (estudo de Marte, construção de naves espaciais): e se a iniciativa privada com a SPACEX e a BLUE ORIGIN procuram equipar-se de veículos que os façam cumprir o seus objetivos, de atingir, aterrar, instalar uma base, criar aí uma colónia e um futuro entreposto espacial (para outras viagens futuras como as Interestelares), já com a NASA e não abdicando do seu projeto próprio (de enviar igualmente astronautas a Marte) investindo para já fortemente num melhor e mais detalhado conhecimento de Marte através do envio de sondas automáticas, veículos terrestres (ROVERS) e agora até pequenos helicópteros experimentais (como o pioneiro INGENUITY).

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Região de Cerberus

(estendendo-se por mais de 50Km)

 

E (ainda) se por um lado os protótipos dos diferentes veículos espaciais vão sendo construídos e testados tendo como objetivo atingir Marte ainda esta década (faltando mesmo muita coisa para tal se concretizar, uma delas sendo as condições de segurança dos astronautas para tão longa viagem, não de dias, mas de meses), evoluindo e permitindo-nos pensar em tal hipótese (como alcançável/credível), por outro lado os cientistas não param de nos surpreender cada dia que passa descobrindo algo mais aproximando cada vez mais este planeta do nosso:

Depois de no seu passado bastante remoto (há mais de 3 biliões de anos) e além de geologicamente bastante ativo, poder tal como a Terra ter estado coberto parcialmente de água (um oceano), ter atmosfera e até possuir alguma forma de Vida (mesmo que básica) e de complementar e atualmente ainda existirem alguns depósitos de água à sua superfície (calotes polares) ou em depósitos em profundidade e pelos vistos e interiormente sinais de movimentos tectónicos/vulcânicos (indicando que geologicamente Marte ainda está vivo), com o desejo por Marte a crescer (um pouco mais) ainda por cima estando nós a passar no presente (e desde há mais de um ano) o que poderia ter sido uma Catástrofe Biológica Apocalíptica ao nível da extinção, não o sendo mas podendo vir a sê-lo (atingindo-nos antes de um eventual asteroide).

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Planeta Marte

(considerado o mais habitável nas proximidades da Terra)

 

Com a sonda orbital MRO a dar-nos uma ajuda de cima (observando as fraturas/e a sua idade, existentes na superfície do planeta) ─ verificando a existência de umas velhas/2biliões a 3 biliões de anos, outras novas/100 mil a 1 milhão de anos e outras mais recentes/50 mil a 200 mil anos ─ e com o módulo marciano INSIGHT uma visão do interior (equipado de um sismógrafo, registando as movimentações geológicas abaixo da superfície) mostrando-nos o “monstro” (bem lá no fundo) estar vivo. Tendo o sismógrafo da INSIGHT já registado um sismo de intensidade M3,0 e com a sonda MRO a já ter detetado material rico num mineral os piroxénios (comum de aparecer em zonas vulcânicas): um importante grupo de 21 inossilicatos de cadeia simples encontrados em múltiplas rochas ígneas e metamórficas, em muitas das quais constituem o grupo mineral dominante. (wikipedia.org)

Com cada vez mais evidências a indicarem uma possível ligação Terra/Marte, podendo um destes objetos ser a imagem do outro (dependendo do tempo, em que um poderá ter sido ou vir a ser o outro, em alternativa), aumentando por antecipação e necessidade de alguma ficção (até tecnológico-científica) a crença, de que o futuro do Homem estará com os Astronautas na Conquista dos “Oceanos” do Espaço tal como antes o fizera (com riscos mortais) com os Navegadores (entre eles portugueses) Conquistando os Oceanos da Terra: um dia tendo-se que abandonar este sistema (Solar) e esta galáxia (Via Láctea), já por si (a nossa galáxia) em rota de colisão com uma outra (galáxia de Andromeda) e indo dar origem (por fusão de ambas) a uma terceira. Utilizando uma tecnologia capaz de dobrar a luz, podendo dobrar-se o Universo fazendo-o coincidir (dois pontos distintos) e tornando desse modo as viagens instantâneas.

(imagens: ESA ─ NASA ─ SPACEX)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:31

Terrestres, Marcianos ou Solares

Quarta-feira, 05.05.21

Integrando um espaço e um tempo mais amplo do que aquele de que temos alguma noção ─ o Universo, dito Infinito ─ e partilhando um conjunto mais ou menos extenso, mas denotando em extensão e compreensão características comuns ─ o limitado Sistema Solar, ele próprio um subconjunto de um outro mais vasto, a Via Láctea (e assim sucessivamente, do infinitamente pequeno ao infinitamente grande)

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Marte num passado remoto

(integrando um Sistema Planetário com 4,7 biliões de anos)

 

A Terra e toda a sua História (Geológica, Biológica) terão que ter forçosamente algo de comum com todos os seus parceiros planetários (planetas, cometas, asteroides, etc.), podendo mesmo a Vida ter migrado entre vários Mundos (próximos e em diferentes fases da sua formação) até chegar ao ponto onde hoje se encontra:

Nos seus estimados 4,7 biliões de anos decorridos desde a sua formação (centrado numa estrela da classe espetral G2V, o Sol) e no meio de múltiplos impactos entre diferentes corpos e material movimentando-se no Espaço e definindo progressivamente a disposição da sua futura estrutura (básica e planetária),

Depois da estabilização de certos Mundos podendo-se ter então aberto a porta a outro tipo de evolução (não apenas geológica, preparando o terreno) não tanto a nível de um Mundo Mineral (já preparado para receber algo mais) mas de um outro e como sua consequência (natural sequência) ─ montado e preparado o seu ecossistema ─ o Mundo Orgânico, Biológico, a Vida.

Conjugando o que nos caracteriza e distingue (apesar de ainda não a compreendermos, situarmos) a nossa Alma, com a Matéria e o seu correspondente (espiritual) o Eletromagnetismo.

Num passado já muito longínquo com a Vida a poder ter aparecido numa “Terra agora Estranha” e perdida, entretanto no tempo (e noutra projeção/disposição deste mesmo espaço),

Atravessando Civilizações, ultrapassando Saltos Civilizacionais, podendo-se ter quase extinguido ou não, mas regressando sempre e sendo resiliente subsistindo e replicando-se de novo, sempre sob o mesmo molde (apenas adaptado):

Ainda com a Terra num estado mais atrasado da sua formação debatendo-se com impactos de cometas e de asteroides ─ quase como que com sucessivas vagas de espermatozoides, tentando fecundar a Terra ─ podendo o Homem já existir noutros Mundos migrando periodicamente e conforme as suas necessidades.

E sendo originário de algum lado podendo ser daqui ou doutro lado, bastando ter-se movimentado (sendo o Homem de base um nómada):

Talvez se tendo sido marciano, no presente terrestre e num futuro próximo regressando e sendo terrestre/marciano ou simplesmente um solar,

Vendo-se aqui Marte tal como poderia ter sido no (seu) passado (remoto), sonhando-se reconstruí-lo (de novo, pelo menos Elon Musk e os seus amigos empresários)

(imagem: Kevin Gill/universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

Em Escarpa, Em Colapso

Quinta-feira, 29.04.21

Ainda mergulhados na Terra aquando da 1ª ida até à Lua (julho de 1969) e com as virtudes do capitalismo norte-americano então no topo da sua grandiosidade (1945/1970), desde há pelo menos meio século que todos nós sabemos (ou suspeitamos) que, para além do nosso único satélite artificial pouco ter a oferecer ao residente comum deste planeta (a caminho de 8 biliões de indivíduos), os restantes corpos celestes até pela sua proximidade “desprotegida” ou pelo seu afastamento “gelado” ─ mesmo aqueles como a Terra, os restantes 7 planetas principais, integrando este Sistema Planetário (centrado no Sol) ─ também se encontram sensivelmente na mesma situação:

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ESCARPA

Sonda MRO ─ Instrumento HiRISE ─ PIA 23611

(Inserida numa depressão com uma extensão de umas centenas de metros,

íngreme e conhecida por expor à sua superfície “água-gelada”)

 

Desde os planetas Interiores como Mercúrio e Vénus (pela sua proximidade, exposição e ausência de proteção, sendo constantemente “bombardeados” pelo Sol), passando ainda por Marte (completamento exposto, sem atmosfera protetora) e estendendo-se aos planetas Exteriores como os Gigantes-Gelados Júpiter e Saturno (não esquecendo Úrano e Neptuno), todos eles não apresentando as condições mínimas para a sobrevivência da nossa espécie.

Para além da exposição a todos os perigos conhecidos ou desconhecidos oriundos do Espaço Exterior (à Terra) e tal como verificado nas diversas visitas à Lua feitas pelo Homem há 50 anos atrás (deixando-se no ar a questão, porque desistimos dela), ao olharmos para a Lua, para Marte ou para outro corpo qualquer integrando o nosso Sistema Solar, não se verificando neles a existência de atmosfera (de oxigénio, necessário para a nossa função respiratório), de água (compondo grande percentagem do nosso Mundo a Terra, assim como do nosso corpo, sendo-nos tal como um “combustível” fundamental), nem de qualquer tipo visível de Vida (mesmo que microscópica, nem sequer um vestígio):

Significando que pelo menos neste Espaço-Tempo poderemos estar (nesta “extremidade” do Universo) momentaneamente ou por desconhecimento, sós.

Até porque poderemos ser uma espécie autóctone desta parte do Universo usufruindo deste canto da pequena e perdida Via Láctea, através de sucessivos Saltos Civilizacionais ocorrendo desde há uns 4,5 biliões de anos, tendo a vir a assumir um papel preponderante na evolução e transformação deste minúsculo, mas único ponto chamado Terra, mas que para sobreviver e continuar terá um dia forçosamente de abandonar esta referência, emigrar e persistir:

Tal como hoje em dia poderemos imaginar sucessivos Saltos Civilizacionais ocorridos ao longo de toda a História Geológica do nosso planeta, desaparecendo/reaparecendo o Homem e até podendo envolver outro planeta próximo (como Vénus, como Marte) neste intercâmbio Temporal (poderemos já ter sido num passado remoto, venusianos e até marcianos), amanhã tendo-se obrigatoriamente de migrar (o Sistema Solar não durará para sempre) podendo a Lua voltar a ser protagonista como ponto intermédio e Marte o nosso futuro como Lar e 1º Grande Entreposto Interestelar.

E talvez seja por isto baseado num passado profundamente encastrado nos nossos testemunhos e genes, que ao olharmos para Marte até pela sua forma, proximidade e aspeto (um ser familiar, talvez com a mesma idade, apenas seguindo caminhos/trajetórias/órbitas diferentes), sintamos nele algo de conhecido de muito familiar, de querer lá estar ou então regressar.

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COLAPSO

Sonda MRO ─ Instrumento HiRISE ─ PIA 24614

(podendo ser uma depressão ou um topo, observada em depósitos superficiais

do polo Sul, mas sendo o 1º caso e como resultado de um colapso)

 

Com o chefe desta ilusão a ser no presente o milionário e ilusionista (e norte-americano, com acesso privilegiado às impressoras e ao subsídio estatal) Elon Musk:

Querendo-nos enviar para Marte.

Concluindo-se que no início da terceira década do século XXI e passados mais de 50 anos (vai fazer 52) sobre a nossa chegada ao 1º Mundo Alienígena (com o astronauta Buzz Aldrin a deixar a sua marca/sola da bota na Lua), por um lado sonhando-se muito com Marte e estendendo-se a busca a anos-luz, mas por outro lado nem sequer se conhecendo toda a amplitude das nossas altitudes, positivas como negativas:

O que se passa por exemplo (nos oceanos) a uns meros 10Km/11Km de profundidade (tendo máquinas capazes de ultrapassar os limites do Sistema Solar, como as sondas Pioneer e Voyager ─ e já com outra a caminho, a sonda automática New Horizons) e com o problema de como travar uma doença provocada por um ser vivo de vida tão curta (se comparada com a do Homem) e microscópico, quando diante de nós já conseguimos ver o infinitamente pequeno (com o microscópio) e o infinitamente grande (com o telescópio) ─ em toda a sua extensão e compreensão, este complexo e ao mesmo simples “Organismo (Universo) Vivo” (montando-se progressivamente na nossa cabeça e formando diante de nós “o modelo”).

Ao chegar-se às proximidades do planeta Marte ─ o 4ª planeta mais distante do Sol e o nosso mais próximo vizinho exterior (à órbita da Terra) ─ para o milionário (subsidiado pelo Estado) Elon Musk o facto central separando-nos da nossa própria extinção (entendendo-se o Homem como a espécie dominante), deparando-nos com algo muito pior do que os mais extremos cenários ambientais terrestres, inserindo-nos neles (para além de um certo ponto) sendo impossível de sobreviver, inseridos na superfície marciana nem sequer sendo possível imaginarmo-nos (milagres só na Terra, com ícones locais e altares) a recuar, estando a meses de viagem (centenas de milhões de Km) do posto de socorro mais próximo:

Sendo Elon Musk mais um exemplar oriundo dum mesmo molde (mesmo tipo de programação, objetivo), quanto muito classificado pelos seus iguais (criando a hierarquia de poder, a pirâmide social) como sendo um génio ou um louco (apesar de adjetivos distintos e extremos, tendo por complementaridade necessária ao bom funcionamento do sistema, consequências iguais) ─ um predador proporcionando às suas presas o destino do costume ou em alternativa única (oferta de EM e sendo-lhe  exclusiva) a fuga em frente ─ tal como o fez com Starman (o seu astronauta-humanoide-manequim) lançando-o em direção ao Planeta Vermelho, ouvindo David Bowie e conduzindo um dos modelos Tesla ─ e acabando se não fossilizado na viagem, então bem calcinado no Inferno.

Por lá (Marte) só mesmo como com os mortos por cá (Terra), bem enterrados.

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:34

A Pegada do Dinossauro 2.0

Domingo, 25.04.21

No início do Salto Civilizacional SC-181 (terrestre) e com o modelo STH-V3 (humano) já há muito suspenso,

Com um dos símbolos icónicos dessa civilização designada como TH-V (Terra/Homem) e agora temporariamente extinta,

A acabar de ser descoberto e de imediato,

─ Pelo seu valor inestimável, sendo único

Sendo exposto:

 

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A 1ª PEGADA DO HOMEM NA LUA

MISSÃO APOLLO 11 ─ BUZZ ALDRIN

(20 JUL 1969)

 

Mesmo sendo um dos símbolos imortais associados ao modelo oriundo de uma segunda cópia (do molde original),

Mas sendo por outro lado esse modelo exclusivo nessa mesma versão,

─ Até sendo catalogado como um dos mais considerados

(adjetivados) e de maior potencial

Por determinados parâmetros ainda não muito bem definidos (internos/externos), não tendo (no entanto) vingado, como o pretendido,

─ Entrando em suspensão protegida, com execução de funções de desenvolvimento e de manutenção (limitadas, mas progressivas),

Para uma nova aplicação futura de nível V4 (humana), próxima da versão definitiva (V5/F).

 

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A LUA C/ A TERRA NO HORIZONTE

MISSÃO APOLLO 11 ─ MAR DE SMITH

(20 JUL 1969)

 

E deixado (o seu símbolo) no único Mundo para além da Terra alguma vez “tocado” pelo Homem, registado no calendário deste com a notação simbólica [JULY 20, 1969],

Com a réplica BA/69 (1ª a pisar um Mundo Estranho) na Terra conhecido como BUZZ, a ser o autor da obra aqui documentada e aqui retratada:

“Como uma pegada de Dinossauro na Terra, aqui uma do Homem Versão 3, na Lua.

Num Museu perto de si, online, imune e de entrada (para persistir, tudo tendo limitações) algo livre (dados os limites, sendo os que cada um de nós aceitamos).

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:14

Esgotamento

Domingo, 18.04.21

“Just 3% of Earth’s land ecosystems remain intact

– but we can change that.”

(Andrew Plumptre/15.04.2021/theconversation.com)

 

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Como todos os que não querem ser passados a ferro, quando passam as cancelas e atravessam uma linha de comboio ─ obedecendo aos cartazes do “Grande-Irmão” dizendo “Para, Escuta e Olha” ou às ordens do mesmo subliminarmente induzidas pelas “Cores dos Semáforos” ─ facilmente interiorizamos e percebemos, até por termos de sair da nossa zona de conforto (o nosso canto, o nosso castelo) para sobrevivermos, que tudo o que nos rodeia e condiciona, muda um pouco que seja todos os dias: tal como Lavoisier (1743/1794) já dizia no século XVIII (faz por agora uns 232 anos) afirmando que “na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.

 

Não sendo pois de espantar que com a evolução do nosso ecossistema terrestre e a intervenção cada vez mais profunda do Homem sobre a Natureza (até pela riqueza que representa toda a sua matéria-prima, desde a terra aos seres vivos aproveitando tudo, como na tradicional “matança-do-porco) ─ penetrando-a sem respeito, violando-a e destruindo-a ─ possamos estar a assistir à extinção de muitas das espécies (das cada vez menos que sobram, ainda resistindo) fazendo parte da nossa Fauna & Flora local (da Terra), entre elas as aqui referidas as CHITAS como também poderíamos estar a falar de nós próprios o Homem.

 

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E se em estudos iniciais baseados em observações de satélites se chegava a uma determinada conclusão (observação à distância), já efetuando uma observação no terreno e devido ao facto de aí estarmos presentes (em pessoa), observarmos e sentirmos o que nos rodeia (ao Vivo), com os detalhes (os pequenos pormenores, por vezes tão importantes para decifrarmos, a dúvida, o o mistério) a fazerem a diferença: num 1º estudo (satélite/à distância) estimando-se que 20% a 40% do ecossistema poderia estar ainda bem preservado/intacto e já num 2º estudo levado a cabo no local e presencialmente com essa taxa a reduzir-se drasticamente a uns míseros 3%.

 

Sinalizando-nos que para o Homem (ao contrário do que significa para a Natureza) a manutenção da biodiversidade no nosso planeta não é uma prioridade. Neste momento e analisando os últimos 500 anos de “Vida na Terra”, apenas com uma pequeníssima fração dos animais/plantas então existentes a prevalecerem não estando já extintos (mas com muitos deles e incluindo-nos a caminho). Mas segundo os investigadores ainda se podendo recuperar e recuar um pouco neste caminho para a “Catástrofe Anunciada” ─ aproveitando até este pequeno interregno de destruição proporcionada por esta Pandemia (no aspeto da poluição com o decrescimento da atividade humana tendo um impacto positivo, diminuindo ─ como se confirmou, com o regresso de certos animais) ─ recuperando para já uns 20% (c/a “ajuda” do vírus talvez mais).

 

(imagem: A. J. Plumptre/Gustavo Frazão/theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:16

O Futuro Negro dos nossos Espermatozoides

Quinta-feira, 15.04.21

“Até para se perceber o nº reduzido de candidatos chegando à fase final, dos 200/500 milhões à partida ─ na 1ª etapa ─ apenas com 300/500 à chegada. E de seguida partindo para a sua 2ª e última etapa, rumo à vitória ─ de todos o único lugar garantido.”

 

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Espermatozoides

Será que Deus pensa neles?

 

Esta quarta-feira chegando até nós (os homens) a notícia, de que a contagem de espermatozoides atual (ano de 2021), estará reduzida a apenas 50% da registada, no tempo dos nossos avós (reduzindo-se assim a metade, em menos de 40 anos).

 

Significando que continuando esse ritmo, o homem (dada a escassez crescente de espermatozoides) terá uma cada vez mais baixa (ou mesmo nula) capacidade reprodutiva, estimando-se que a partir de 2060 seja mesmo zero.

 

Algo que obviamente nos levará (é só confirmar as contas) à nossa rápida extinção (ainda este século) ─ tal como aconteceu com os Dinossauros há 65 milhões de anos ─ conhecendo-se estudos a apontar para uma descida (do nº de espermatozoides) de 1% a 2% por ano.

 

Levando a que lá por 2045 os casais para poderem ter filhos, tenham de recorrer obrigatoriamente a métodos (alternativos, isto se quiserem ter alguma hipótese de sucesso) de reprodução assistida. Até porque do lado da mulher surgirão outros problemas, como os abortos espontâneos.

 

E com os causadores deste grande imbróglio podendo-nos pôr em causa, a estarem associados ao nosso tipo de vida, quotidiano repetitivo e sedentário, sendo transportados e introduzidos no nosso corpo através do que comemos, do que bebemos, do ar que respiramos, de todos os químicos que “engolimos” (e passamos para a geração seguinte).

 

Contaminando o feto (com produtos químicos adicionais) desde a sua formação. Mas sendo tantos os produtos químicos expostos chamando incessantemente por nós (num massacre publicitário), que não lhes resistindo e sucessivamente os consumindo ─ sendo legais, desde os “bons” (pílula) até aos maus (aditivos) ─ aproximando-nos quase sem querer, cada vez mais do nosso fim.

 

Numa conclusão adicional e podendo ainda associar outras espécies, certamente com estes mesmos problemas a poderem afetar outros animais, esmagadoramente aqueles estando mais tempo perto de nós: entre outros os animais domésticos alimentados com rações.

 

Residindo a nossa única hipótese numa luta sem quartel (talvez sem fim) contra a proliferação da Indústria Química (controlando e invadindo todos os sectores, desde a guerra química ao ramo alimentar), boicotando o preservado/artificial e optando pelo fresco/natural. Se não quisermos ver lixeiras em terra (entrando-nos pelo nariz) e plásticos no mar (entrando-nos pela boca).

 

Caso contrário num tempo e num espaço cada vez mais próximo (no estudo referindo-se ao ano de 2060), com o Homem Moderno a transformar-se num mero objeto de coleção (e de exposição), de um qualquer Museu Interestelar.

 

[theconversation.com/male-fertility-how-everyday-chemicals-are-destroying-sperm-counts-in-humans-and-animals-158097]

 

(alguns dados obtidos: Alex Ford/14.04.2021/theconversation.com ─

imagem: Komsan Loonprom/Shutterstock/theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:54

Num Mundo de Parceiros

Sexta-feira, 26.02.21

[O meu parceiro e o dele.]

 

“Melhor que ter um conhecido ou amigo,

só mesmo tendo um parceiro:

que o digam nesta história, o HOMEM e o CORVO.”

 

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I suffer with my mental health

but looking after him takes up all my time,

not giving my brain time to overthink things.

(Lee Calbert)

 

Uns (1/2) bem definidos (social/economicamente) e com necessidade de troca (conhecidos ou amigos, dependendo da graduação), outros (3) aleatórios (entre marginais, assim como entre integrados) e sem demonstrarem necessidade (parceiros). Evidentemente que se escolhendo ─ com “um arrepio de alegria na espinha”, até pelo impacto da sua graciosidade e beleza (figurativa e gestual do conjunto) (3) o parceiro. Questionando-nos como entre espécies e ainda por que razão, será isto mesmo assim, estabelecendo-se tantas parcerias (Homem/Cão, Homem/Gato, Homem/Corvo, etc.) e entre o Homem não. Vejamos então esta parceria (tão bem-sucedida) HOMEM/CORVO.

    

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Uma parceria fortuita por não planeada ocorrida no ano 2020 em plena Pandemia Covid-19 nos EUA (o país mais atingido do mundo pelo vírus SARS CoV-2, perto de atingir os 30 milhões de infetados e ultrapassando já o meio milhão de mortes) ─ no estado de Massachusetts, município de Weymouth, cidade de Dorset ─ colocando acidentalmente no mesmo ponto “de espaço e de tempo” e forçando à junção (futura parceria), duas vidas distintas seguindo o seu próprio caminho aqui cruzando-se e como tal coincidindo (nos seus destinos):

 

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Um homem certamente introvertido e solitário tentando no seu caminho (de Vida) precaver-se de algum problema de saúde mental (como acontece, mais superficial ou profundamente a todos nós), recorrendo se possível mesmo que inconscientemente (estando completamente aberto) a um qualquer apoio (ajuda/salvação) ─ Lee Calbert de 46 anos ─ e um corvo (animais dotados de um aparato cognitivo capaz de lhes propiciar diversas ações que podem ser compreendidas como sinais de inteligência) ainda novo/desajeitado e que  tendo caído de uma árvore (permanecendo nos seus ninhos 20/40 dias) sobre um pavimento colocado na rota do seu passeio (do homem), procurava perdido e aflito que um acaso o reintroduzisse na sua rota e o salvasse ─ o recém-nascido corvo Russell.

    

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Com Russell a ser recolhido por Calbert, salvando-se, recuperando-se e crescendo (num processo cuidadoso/demorado/trabalhoso desenvolvido por Calbert) e a caminho de um ano estabelecendo-se entre eles um elo (extraordinário e profundo) ─ com o corvo Russell como que a tomar o comando (da casa da vida de Calbert) ─ dando origem num relâmpago a (mais) esta parceria: talvez de longa duração (esta agora coligação), sabendo-se que um corvo tem um tempo médio de vida estimado em 20 anos (em vida selvagem uns 30) e que em cativeiro um chegou quase aos 60.

 

(imagens: SWNS/24.02.2021/flipboard.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:20

Coisas com Consequências

Quinta-feira, 25.02.21

[Porque somos Objetos, apesar de sermos Sujeitos.]

 

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Sapo em Campo de Golfe

(GB)

 

Como de duas consequências da intervenção do Homem, uns aproveitam (os irracionais/inconscientes) ─ exemplo disso (1) os batráquios outros não (os racionais/inexperientes) ─ exemplo disso (2) os humanos.

 

Os primeiros (1) adaptando-se às condições (artificiais) de um campo de golfe (terreno terraplanado e depois comercialmente adaptado) ─ com imensos pontos negativos agregados (alterando o ambiente natural e poluindo o ecossistema)

 

Os segundos (2) apanhados desprevenidos por delegação de competências (como as autoridades/responsáveis/políticos) ─ e acreditando fanaticamente nos seus líderes (depois de formatados/condicionados) ─ abandonados, colapsando.

 

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Texas em Blackout

(EUA)

 

Num duelo terrestre (e adaptado) entre RACIONAIS & IRRACIONAIS (disputado numa faixa bem estreita, de uma bolha fechada) e sabendo-se em antecipação das condições de sobrevivência (básicas, às mesmas inerentes) de cada uma das espécies …

 

Partilhando este ínfimo e para nós (raça dita dominante) belo Ponto-Azul celeste, não contra todas as certezas ─ sendo o Homem a autointitulada Raça Superior (cientifico-tecnológica-espiritualmente) ─ mas confirmando todas as evidências (Alterações Climáticas/Aquecimento Global), afetando todas as outras espécies (não dominantes/inferioras),

 

Perdendo (mais uma vez) o HOMEM e triunfando (como é seu hábito prevenindo-se/evoluindo/adaptando-se) o IRRACIONAL: uns (1) vivendo um dos seus melhores momentos (nada melhor) os outros (2) um dos seus piores (ainda-por-cima podendo repetir-se).

 

(imagens: Erni/Shutterstock e Ricardo B. Brazziell/

American-Statesman/USA TODAY/Sipa em theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:45

Terra & Alienígenas ─ Em Tempos de Covidário

Segunda-feira, 01.02.21

Talvez um dia os alienígenas, nos ofereçam o antídoto.

 

Demonstrando a sua inteligência avançada e cumprindo respeitosamente a regra dos três parâmetros (R-3P) ─ “distanciamento, máscara e mãos” ─ eis que os nossos alienígenas (por ser nossa criação) socorrendo-se da sua tecnologia revolucionária (pelo menos aplicada às viagens), provam mais uma vez ─ por uma razão qualquer, por mais estranha que seja ─ continuarem interessados em nós. Seja por necessidade ou por acaso  (deles, como poderia ser de nós, podendo haver contactos) passando a curta ou média distância (de nós). Ainda hoje pela parte deles (alienígenas, cumprindo na integra a R-3P) sem provas irrefutáveis (credíveis para os 8 biliões de terrestres) da sua existência.

 

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Três impactos (brilhantes) na Lua

 

Something Huge Appears Next To the Sun - Helioview

E enorme objeto (passando) perto do Sol

 

Visitando o Sol e a Terra (entre outros corpos celestes) como provavelmente o fazem desde que nos conhecemos (nos tornamos conscientes) ─ mesmo antes, tendo a Terra mais de 4 biliões de anos ─ saltando na sua observação histórica (Terra/Homem) diversos ciclos civilizacionais (réplicas temporais) onde o Homem predominaria e nos múltiplos trajetos pelos mesmos (alienígenas) estabelecidos, acompanhando a evolução do sistema (o Sistema Solar de hoje, não será igual ao da sua origem) e o desenvolvimento do Homem (e da Vida). Neste início de século (XXI, segundo a cronologia terrestre) passando por cá amiúde, neste contexto espácio-temporal em “tempos de covidário”.

 

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Objetos não identificados, um voando

 

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O outro voando e mergulhando no oceano

 

Surgido a partir de uma mera singularidade ─ conjugando Espaço/Tempo, Matéria/Eletromagnetismo ─ o Universo e os seus triliões de galáxias datados de quase 14 biliões de anos (a Terra terá aparecido 10 biliões de anos depois), continuam no presente no seu processo contínuo de expansão ─ talvez no seu estado inicial (diâmetro do Universo superior a 90 biliões de anos-luz). Na prática, respeitando a coexistência e a distribuição em diferentes regiões do espaço (e sua evolução, expansão) dos Mundos Mineral e Orgânico (unidos pelo eletromagnetismo, a Alma Universal) ─ em fases diferenciadas do processo, uns (em termos relativos e na sua viagem) mais velhos (+distantes) outros mais novos (+próximos) ─ com a situação a sugerir a existência no Universo de diferentes civilizações, umas vistas (tal e qual como na Terra) como avançadas (deuses) outras muito mais atrasadas (primitivas). Pelo que se estes visitantes não forem terrestres (pertencendo por ex. a um anterior salto civilizacional), poderão certamente ser oriundos de muitas outras paragens ─ bastando para tal ter um veículo, capaz de manipular (torcendo-o, expulsando um deles) o Espaço e o Tempo.

 

(imagens: ufosightingshotspot.blogspot.com)

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Estrela Errante

Domingo, 31.01.21

About 70,000 years ago,

when the human species was already on Earth,

a small reddish star approached our solar system

and gravitationally disturbed comets and asteroids.

(Enrique Sacristán/agenciasinc.es)

 

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O Homem

 

Em mais um dos muitos episódios (iniciados há 4,5 biliões de anos com a formação do nosso planeta) tendo como tema central “a História da Terra e a Evolução do Homem”, a possibilidade de há cerca de 70.000 anos a passagem de uma estrela errante nas proximidades (a menos de um ano-luz de distância) do Sistema Solar ─ Sistema Planetário onde a Terra se integra ─ tenha provocado algumas anomalias e disrupções no funcionamento no mesmo: originando uma chuva de cometas e asteroides (passando perto dos limites exteriores da Nuvem de Oort) e atingindo a Terra quase ao nível da extinção, entre outros do Homem de então.

 

Screenshot_2021-01-31 Discourses on an Alien Sky #

A Deusa-Mãe

 

Estrela pretensamente oriunda da direção da constelação Gémeos e catalogada como extrassolar, tal como o recente visitante (esse entrando no nosso Sistema) Oumuamua (um objeto interestelar oriundo da direção da constelação de Lira).

 

Encaminhando-nos para uma nova história (reinventada todos os anos) ─ mesmo que não de imediato definida tendo um mesmo protagonista (alterado/replicado) ─ readaptando memórias de outros tempos (figuras, espaços) e dando-lhe conteúdo (contexto/estrutura): como o Planeta X, como uma estrela nómada ou como outro objeto qualquer, físico ou (levando-nos a Tesla) eletromagnético.

 

Screenshot_2021-01-30 Discourses on an Alien Sky #

A Configuração Polar

 

No meio da História do Homem, pondo de lado outra presença (alienígena) e desejando-nos como os escolhidos (a única espécie conhecida inteligente e organizada), observando obrigatoriamente mais além (o céu, o espaço) na procura de sinais e respostas: e inserindo-se o Homem e a sua civilização na história da evolução de um objeto (a Terra) já com vários biliões de anos, podendo-se igualmente supor uma História feita aos Saltos (sobrepostos por camadas) introduzindo-nos em ciclos.

 

(consulta: The Thunderbolts Project/thunderbolts.info

─ imagens: José A. Peñas/SINC/agenciasinc.es e rumble.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:41