Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

09
Mar 14

“Quando uma ilegalidade atinge um estatuto legal de que é que poderemos estar à espera? Certas coisas nem dão para acreditar só mesmo em sociedades subvertidas.”

 

Governo quer discutir corte nas indemnizações dos despedimentos ilegais

(ou seja recompensar a ilegalidade e o crime)

 

Nojo de quem nos governa actuando em nosso nome e baseando todos os seus actos em crimes e mentiras como uma associação criminosa

 

Quando para se manter a legalidade democrática – a liberdade e igualdade de direitos e deveres para todos, rigorosa, implacável e especialmente dirigida para quem nos jurou representar – se introduz como uma das suas componentes legais uma outra extraordinária e inacreditável por exterior e ilegal – contra a qual lutamos uma vida inteira, acreditando na justiça igual para todos – está tudo dito: a quadrilha perdeu definitivamente a já pouca-vergonha que ainda tinha e a incomodava – gritando agora entusiasmada e em delírio com as suas perspectivas pessoais futuras – contando ainda com o apoio garantido dos predadores económicos e das suas teorias parasitárias: e com a sua estratégia dirigida e suportada pela morte.

 

E já agora tenham pena:

- Dos ladrões;

- Dos assassinos;

- Dos pedófilos;

- Dos traficantes;

- Dos nazis;

- Dos aldrabões;

- Dos vigaristas;

- E de todos os outros sujeitos brilhantes, superiores, queridos e incompreendidos, agora tão atacados apenas por nos quererem transformar a todos em objectos ocos, sem movimento, acéfalos.

 

No fundo parece que temos de compreender que só quando escolhermos os maus, teremos algumas hipóteses de nos salvar. É que os ditos bons são os tiranos que os escolhem, deles fazendo a história que mais tarde engolimos. Já nem para limpar o cu deles servimos!

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

12
Jul 12

1

Como nós, o cão também tinha nome e chamava-se Lennox. Mas tratado abaixo de cão por entidades humanas de inteligência superior, mesmo depois de morto, não foi autorizada a entrega do seu corpo aos seus donos, para estes efetuarem a sua tão desejada despedida (que eu saiba o cão não era nada a Bin Laden, que dizem ter sido atirado ao mar, para ninguém o reclamar).

 

2

Sempre existiram diferentes tipos de criminosos, sendo os mais porcos e nojentos, os pretensos defensores da lei, da ordem e da moral, que sempre nos disseram defender e representar, geralmente sem dó nem piedade e no estreito cumprimento das ideias de alguns, confirmadas pelos próprios como deles. O que não se compreende é que com a nossa idade, ainda permitamos atos criminosos e a existência de tais anormais.

 

Morto por ser preto?

 

Não – apenas por “ter focinho de Pit-bull ilegal”

(até parece o meu cão, atingido numa vista à pedrada, por um tipo de uma certa raça e com focinho de ilegal – ainda não tenho notícia, do tipo ter sido abatido)

 

3

Apesar de nunca ter feito nada de mal a ninguém, teve o azar de ser apanhado numa ilegalidade qualquer e de ter cara de Pit-bull. Foi condenado à morte num país Europeu e nem a opinião pública, nem mesmo o pedido do Primeiro-Ministro, o consegui salvar. Já se foi!

 

4

E assim caminha o nosso continente de regresso à selvajaria e barbárie do passado, que julgávamos ultrapassada, com a repetida impossibilidade de regressarmos atrás no tempo. Onde está o nosso poder de indignação, face a esta generalizada e doentia indiferença?

 

(Belfast – Irlanda do Norte)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:35

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