Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

03
Ago 19

Num momento da ainda tão curta “História conjunta da Terra e do Homem” em que poderemos estar em direto e ao vivo a assistir à “Queda de um Império” (tal como anteriormente terá sucedido com o “Império Romano”) − o “Império Norte-Americano” – e ao surgimento de outro − o “Império Chinês” – sendo de considerar ser nestas mudanças de ciclos (antes de se atingir de novo o equilíbrio) que se verificam (tal como com o nosso Astro-Rei o SOL, ao passar de um ciclo para o seguinte) certos Eventos − relevantes e por vezes determinantes: como uma III Guerra Mundial.

 

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Face ao clima extremamente intimidatório (tanto psíquica, como fisicamente) em que no presente se vive nos EUA (no seu interior), afetando igualmente maiorias e minorias, homens e mulheres, nacionais e emigrantes e todos aqueles vistos individual ou coletivamente pondo em causa o sistema Estalinista de partido único vigente (um partido bipolar, pretensamente aberto a Republicanos e Democratas) nos seus 50 Estados e restantes Territórios, sendo necessário acrescentar à previsão do THE NATIONAL INTEREST (revista norte-americana fundada em 1985 e dedicando-se à política internacional) − sobre os 5 locais mais suscetíveis de início da WW3 − uma 6ª hipótese cada vez mais credível, por aparentemente mais próxima (no tempo, conhecido já o espaço) e dada a sucessão de evidências e mesmo factos (com alertas coletivos e sinais individuais): com os locais considerados pela revista The National Interest (nationalinterest.org) a serem, (1) o MAR do SUL da CHINA, (2) a UCRÂNIA, (3) o GOLFO PÉRSICO, (4) a PENÍNSULA da COREIA e “devido à imprevisibilidade” e até como alternativa (falte algum território na hora da partida) outro local como (entre outros sempre disponíveis) (5) a Venezuela – todos pondo em causa os interesses da Rússia e da China, logo sendo um ataque direto e aos mesmos dirigido (provocatório) – aos quais deveríamos obrigatoriamente e sendo honestos (“Qual o Território detentor de todo o Dinheiro e de todas as Armas?”) acrescentar (6) os EUA, dada a possibilidade existente do eclodir de mais uma Guerra Civil podendo tomar contornos (dado os EUA serem a Grande Potência Dominante e Global) de uma III Guerra Mundial.

 

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ÚLTIMA HORA:

(US Civil War)

Multiple people were killed Saturday in a shooting

at a shopping center in El Paso, Texas.

One suspect is in custody.

At least 22 people were injured.

Eleven victims were transported to the Del Sol Medical Center.

Another 11 victims were taken to the University Medical Center of El Paso.

(CNN/cnn.com/03.08.2019)

 

(imagens: nationalinterest.org e cnn.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:48

17
Mai 19

“Poderá fazê-lo brevemente, aquando da 3ª Guerra Mundial”

(cada vez mais quente, cada vez mais próxima)

 

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A Última Provocação

Com o envio do porta-aviões USS Lincoln a ser considerada pelos responsáveis iranianos como uma mensagem de guerra (afirmada e divulgada pelo próprio John Bolton) desafiando os russos, os chineses e os terroristas do Hezbollah (e esquecendo a Arábia Saudita e os hard-terroristas da Al-Qaeda e do Exército Islâmico) autores dos atentados vitimando milhares

 

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A resposta do Irão

E como resposta com o Irão face ao sucedido na Coreia (do Norte)

E no agora em curso na Venezuela (asfixiando-a até à morte e entregando-a aos Abutres)

Gritando “Morte à América” e “Estamos Prontos para a Grande Guerra”

Na comemoração de mais um aniversário (35º) da sua Revolução

– E não sendo de admirar face aos ataques (de)

John Bolton, Mike Pompeo e Donald Trump,

Afirmando sem despudor terem

“Todas as opções sobre a Mesa” até a Vida dos Iranianos

(homens, crianças, mulheres, entre novos e velhos,

tudo no mesmo “saco” e com o mesmo papel de embrulho)

 

Para quem (por qualquer motivo) não tem nada que fazer (por estar desempregado, estar doente ou ser excedentário) e ainda dispensa algum tempo (prolongando-se as situações anteriores e antes de ser definitivamente descontinuado) para pensar na situação política nacional (numa visão ao pormenor olhando para o nosso Interior) e internacional (numa visão global expandindo o nosso olhar para o mundo Exterior que nos rodeia) − algo que para quem trabalha se transforma de uma forma progressiva e irreversível numa impossibilidade técnica (absoluta) pretendendo-se resistir (dado o pouco Espaço disponibilizado para a nossa Movimentação e desintoxicação) e Sobreviver (no pouco Tempo disponibilizado para a celebração e absorção da Cultura e da Memória, guilhotinando-nos periódica e sistematicamente entre os ponteiros das horas e dos minutos da Máquina Suprema o Relógio) – poderá a partir da observação das notícias maioritariamente (assim consideradas e editadas por algum motivo ou interesse) publicadas no nosso país, posteriormente complementadas por outras oriundas (depois de filtradas por todas as Agências de Informação Público-Privadas intermédias) de todos os outros Cantos do Mundo (e sem ter que se esforçar/pensar muito)– obviamente e pertencendo nós à parte do HEMISFÉRIO NORTE OCIDENTAL, sendo inequivocamente o QUADRANTE da LIDERANÇA GLOBAL (Cientifica, Tecnológica, Económica, Financeira, Militar) com sede política (atual) em WASHINGTON DC – concluir que, tudo aquilo que se passou antes na nossa vida, poderá já ter completado um dos seus ciclos (ou subciclos), estando-se agora a preparar para o início do seguinte (ciclo/subciclo) provavelmente e sendo uma réplica (do anterior, do mesmo Molde Cíclico Original) em tudo idêntico ao anterior”: e se o fim do CICLO/X-1 teve como Marco Histórico (e decisivo) o Fim da II Guerra Mundial e a estrondosa derrota do Estado então considerado Dominante e Imperial − o Império Nazi, sob a Liderança do Führer ADOLF HITLER, a ALEMANHA – no Presente (meados de 2019) e face a certos Sinais e Manifestações cada vez mais evidentes e preocupantes (e perigosos, extremando-se as posições “dos predadores e das presas”) podendo-se estar já perante o declínio do Império (eliminada no percurso a Concorrência) que se lhe seguiu (em conjunto desde 1945, a solo desde 1991) prevalecendo durante 74 anos: assistindo-se ao Vivo e em Direto (e sobretudo connosco ainda Vivos) a uma Grande Convulsão Mundial com a (eminente) queda de mais um império “O Império Americano (o mais relevante por mais falado desde o Império Romano) com todas as causas e consequências já conhecidas por arroladas a partir de todo o conhecimento adquirido no caso anterior – projetando-se uma Guerra sem Quartel mesmo que regional repercutindo-se a nível Global (mais extensa pela Matéria-Prima preciosa e pelas Fontes de Energia), a sua derrota e o descalabro final (do Imperador e seus Aliados) e a nível imperial a subida do seguinte (na hierarquia por direitos transferidos/adquiridos), pelo que todos vemos (deslocando-se o Eixo do Poder de um quadrante para outro, do Hemisfério Norte Ocidental para o Hemisfério Norte Oriental) o IMPÉRIO do SOL com centro na Ásia e epicentro em Pequim.

 

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EUA − Morto pela Dívida

Não nos tendo entretanto extinguido (ao Homem)

E tal como escrito por Joergen O. Moeller há cerca de um ano (em checkpointasia.net)

Com o Império Norte-Americano a cair não por obra dos Russos nem sequer dos Chineses

Mas pela sua Dívida insuportável e em crescimento brutal (exponencial)

(ao nível dos Triliões e Triliões e não sendo problema, quando muito do Resto do Mundo em crise sem esperança, se depara com milhões quando muito biliões)

 

Não sendo (como consequência) de admirar ver agora as ratazanas a fugir (abandonando o Barco em salva-vidas), enquanto perdidos e desesperados, se vêm os ratos a afogar (como por cá para já entre margens, nos cacilheiros do Tejo).

 

No caso da ponte da Arrábida e parecendo (para alguns “não interessados” por indiferentes e/ou ou “interessados”, que não para os que lá passam todos os dias e fazendo-o por várias vezes) descabido associar tal assunto a outros de um nível Nacional/Internacional muito superior (por referido oficialmente e pelas “forças-vivas-da-terra” − em oposição às “forças-mortas” – consideradas como relevante para o desenvolvimento das Comunidades), com a realidade explicativa e distribuída (e direcionada) a ser para o público em geral (talvez as tais forças-mortas, mentalmente assassinadas por inatividade e sedentarismo) uma justificação esclarecedora para o estado critico e caótico em que todas as estruturas (físicas, morrais, materiais, etc.) se encontram, olhando apenas para as reações (ao sucedido devido à sua aflitiva falta de ação) das Autoridades: tal e qual como no Totobola e como se não passem de meros apostadores (ouvindo todos aqueles ligados ao “mesmo coletivo” à Administração ao poder) propondo-nos uma Tripla (1X2) e a partir daí deixando-nos ainda mais confusos (e sem saber o que fazer) verdadeiramente com “as-calças-na-mão (já a caírem por falta de “cinto/suspensórios” e podendo-se face à visão cada vez mais enublada “tropeçar nelas”) – segundo Eles (os especialistas-certificados, por instituições público ou privadas, curiosamente concessionadas pelos mesmos) nada se passando (1), segundo outros necessitando apenas de manutenção (X) e segundo uns outros (e ainda) podendo ter as estruturas de suporte debilitadas (2). Numa resposta só possível vinda de um Coletivo tendo como símbolo a “Irresponsabilidade e a Incompetência”, dando Eles o exemplo do que devemos fazer como “Novos-Escravos” Interiorizando e Aceitando (o nosso Fado/Destino) e assim “Fazendo Nada”: com um efeito de contágio ultrapassando fronteiras (de Local e à velocidade da luz, tornando-se em segundos Global) ultrapassando de longe o do Ébola e transformando-nos em Zombies (cada vez mais mortos que vivos). Como o poderia ser o caso Berardo (um drama humorístico-dramático), a situação no polo fundamental social (e da manutenção de Soberania) da Saúde e da Educação (dramáticas pelas Vítimas e péssima pela má Formação) − Um Drama-Brutal e sem Solução, transmitido (já) ao longo de sucessivas Temporadas − concluindo-se logo nos Bancos, no topo da Excelência (como o dos Cartões Dourados) e no Branqueamento ou Lavagem (tão bonitos como presentes) dos tão desejados (como necessários no presente, como de “pão para a boca”) Capitais. Com quase todos a Roubarem (em Portugal como no Mundo), sendo presos os sem ambição (pequenos furtos/delitos) e premiando os Grandes Devedores (de tão devedores que são, chantageando “a Fonte” e tendo esses Bancos na mão).

 

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John Bolton Vs. Vladimir Putin

Com as duras (por provocatórias) posições de John Bolton para com a Rússia e a China

− Numa reedição de “Uma Aventura Norte-Americana no Médio-Oriente” antes levada a cabo sem a URSS/com os chineses ainda escondidos (temporada de Caça no Iraque), agora com a Rússia de Putin/com os chineses bem visíveis (temporada de Caça no Irão) e substituindo os norte-americanos a quererem “Chamar a si o Mundo”) –

E sabendo-se da pretensão do mesmo (em nome dos EUA)

Em controlar toda a Energia (sendo agora a vez do que falta a Venezuela e o Irão)

Com os receios de um novo conflito (já bem pesado)

A pairarem no ar e (de repente) ameaçando cair (EUA vs. Bloco Asiático)

 

E Unilateralmente (evitando diálogo/discussões) com um Polícia-Mundial colocado na Manutenção e no Controlo da correta Aplicação (se necessário e sem remorsos, pronto a punir, a sancionar, a asfixiar, a obliterar) atento a qualquer desvio (na implementação da programação) e (em caso de necessidade e para a prossecução normal do projeto) sempre preparado e pronto para a Declaração: de Guerra e de Fim de Percurso, seja para Algo ou para Alguém. Sendo o Polícia norte-americano (Capitão América), parecendo-lhes-bem” incluindo Europeus (comportando-se como vassalos e prostitutos deste espetáculo contraditório/deprimente) e apontando as suas Armas não por o declarar (oficialmente) seu Inimigo, mas por (este) não querer partilhar as suas próprias Reservas (por acaso das maiores reservas Globais) com o Supremo Protetor: e não podendo (pelo menos para já) atacar a RÚSSIA e a CHINA reservando-se para Ele (EUA) o direito de o fazer com a VENEZUELA e (de seguida) com o IRÃO – expectável/certamente e segundo Eles com russos e chineses (todos “cheios de medo”) limitando-se a ser “atropelados, a ver e a engolir”. Para quem quiser acreditar.

 

A nível Internacional e perante toda a acomodação (sinónimo de inatividade e de cobardia) relativamente à considerada, única e todo-poderosa Potência Global Terrestre, os EUA – com a América bem controlada (exceção feita à Venezuela), a África em “Banho-Maria(agora com o BOKO HARAM, como fundamentalistas islâmicos e do tipo terrorista-hardcore, pondo a “panela-a-ferver” tal como o fariam os seus “pais”, a Al-Qaeda e o ISIS/ISIL), a Europa alienada/“bem-entalada (dos seus valores Humanistas/entre o Atlântico/EUA e a Rússia), a Oceânia inexistente por conformismo económico-social, por aliada e obediente (no fundo lutando por integração e garantias de sobrevivência) e o Médio-Oriente alinhado  (sob liderança Saudita) submetendo-se docilmente (mais-ou-menos) ao omnipresente e forte Petrodólar

 

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A América e o seu maior adversário de sempre a China

Colocada a questão (e a dúvida) sobre a possibilidade dos EUA vencerem a sua nova Guerra Fria com a China (a velha e reativada, sendo com a Rússia) com a resposta de Hugh White (Professor de Estudos Estratégicos da Universidade Nacional Australiana) a ser clara e curta: “Não, sem se correr o risco de uma Guerra Nuclear” (em South China Morning Post)

 

Restando apenas a Rússia e o seu vizinho asiático a China (no tal continente em expansão, por grande e populoso, agora considerado perigoso) como podendo representar os Grandes Adversários do presente dos líderes Norte-Americanos (como Potência Dominante) e por desleais e incertos (para com os EUA, sua ideologia e prática), sendo os Alvos a Abater e os Inimigos do Mundo.

 

Com a atual Administração (comandando a Casa Branca) sob controlo Republicano (antes nas duas câmaras, agora só no Senado) e liderança de DONALD TRUMP (desde início de 2017 e surpreendentemente o 45º Presidente Norte-Americano) − como o poderia ser por caminhos aparentemente diferentes (da mesma forma “enviesados”) mas com o mesmo conteúdo e objetivo (ideológico) tendo como líder a Democrata e dupla ex-candidata presidencial (sempre derrotada) Hillary Clinton, ou não fosse igualmente o “soft” Barack Obama nos seus oito anos de mandatos (consecutivos e tendo sido reeleito, dois) para além de autor do fracassado Obamacare (interessando apenas Bancos/Seguradoras), Campeão na Expulsão de Emigrantes (entre eles os Alienígenas oriundos para lá do célebre Muro) e promotor e Rei Absoluto dos Drones (essas máquinas voadoras não sendo precisas na escolha mas à sua volta e como nos tratamentos por prudência ou inevitabilidade exterminando tudo) e mesmo assim coroando-o com um Nobel (da PAZ) e desse modo limpando-lhe (e protegendo-lhe para o Futuro) a Alma apenas a cumprir o mesmo trajeto reinventado e como que iniciado há 18 anos, com o Evento Catastrófico (principalmente para o cidadão comum norte-americano ou não habitando Nova Iorque ou seja os EUA) do 11 de Setembro de 2001, por hipótese (na altura logo transformado em Certeza) interpretado como um ATAQUE à AMÉRICA mas como se verificou e confirmou (pelo menos o que se constata, nem duas décadas depois) mais parecendo uma encomenda enviando com a mesma um pretexto para a exibição (justificação por parte deles/aceitação por nossa parte) de “ALGO +: talvez um GOLPE de ESTADO (apenas para confirmar o poder do C I-M/Complexo Industrial-Militar), conjuntamente com as Armas e o DÓLAR (e as respetivas Impressoras), Fazendo Girar a América (com eixo em Washington) e com ela todo o Mundo (incluindo russos e chineses).

 

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Fake News

(1 de Maio de 2019)

Com o símbolo estampado do Washington Post

Uma notícia de última hora

Sobre a resignação (secreta) de Donald Trump

As celebrações que se lhe seguiram

E o juramento de Mike Pence como novo Presidente

 

Ainda hoje (16.05.2019) para nós (interpretes secundários) e por vezes com os mesmos (interpretes principais), vendo-se o caso flagrante de JOHN BOLTON representante do C I-M − um dos grandes promotores e divulgadores da existência das (nunca descobertas por como se viu inexistentes) Armas de Destruição Maciça (do executado sumariamente Saddam Hussein) – no presente e de novo absorvido e fixado no controlo (para ele estratégico e decisivo) de todas as fontes de ENERGIA (neste caso o Petróleo), se antes conselheiro na que seria a futura Guerra do Iraque (0000 de mortos) depois (agora) conselheiro na que poderá vir a ser a futura Guerra do Irão: talvez não como no Iraque com uma aparente conclusão (pela pobreza do território sem grandes ondas de propagação), mas dadas as “especiais circunstâncias (da subida da Rússia e da China − e em Bloco − ao topo do pódio global) com uma hipotética III Guerra Mundial como continuação e sem conclusão (não sobrando ninguém).

 

E por cá com o novo TOMÁS (Américo Tomás 13º Presidente de Portugal de 1958/1974) a fazer reverência aos chineses (convidando-as a investir e como já não chegasse ainda mais) para simultaneamente o fazer (com descaramento e falta de vergonha, duas das suas características) − como se fosse necessário sabendo-se quem ele é − aos norte-americanos (defendendo o aumento dos laços com os norte-americanos e fazendo o contrário − Portugal ou Europa − “cometendo-se Suicídio”). Marcelo Rebelo de Sousa, na altura cumprindo aquilo que a mãe lhe achava estar destinado (como filho precoce e brilhante e frequentando via paterna os Corredores do Poder) e sendo visto como “afilhado” do Chefe do Governo (de então, tendo sucedido a Salazar, caído acidentalmente da cadeira) como consequência lógica e natural podendo vir a ser o sucessor de Marcello Caetano, não alcançando (aí) tal Cadeira do Poder (1º Ministro ou Presidente para ficar na História no fundo tanto faz) sabendo parar e ter calma, engolir e sobretudo esperar (mas vendo-se/vendo-nos pela TV) − e 42 anos depois sendo eleito PRESIDENTE (e já noutro Regime logo o inverso do anterior). Que dizer dele? Oportuno e Inteligente num Mundo em que quem vai nu (contrariando o que sempre disseram), não é o REI, mas és TU (ainda eu e o resto do Povo).

 

(imagens: viralnewspaper.com e Getty/nytimes.com − checkpointasia.net – Getty/express.co.uk – Craig Stephens/scmp.com − north american political activists/npr.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:27

11
Mar 19

[Apesar do Preto & Branco relevar as Imperfeições e um dia nos Transformarmos sem tempo nem destino.]

 

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Benjamin Netanyahu

Disavowed the idea of the Palestinians ever getting their own state

Israel is not a state of all its citizens

Israel is the state of Jewish people alone

(antiwar.com)

 

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How has the Israel lobby further captured key nodes of U.S. government policymaking?

THE ISRAEL LOBBY & AMERICAN POLICY CONFERENCE 2019

March 22, 2019 at the National Press Club, Washington, DC

(iniciando-se quase que anonimamente dois dias antes da certa e amplamente publicitada reunião do Comité de Assuntos Políticos Israel-Americanos a AIPAC (grupo de lobby pró-israelita)

 

Num momento da História Mundial (supostamente liderada pelos EUA) em que tudo o que se passa ou se mexe (mesmo que aparentemente/senão mesmo estrategicamente) se resume a uma simples (interessada e unilateral/por decidida pelos escrivas do regime)

 

Análise a Preto & Branco:

 

– Desde a influência de Israel na política

(interna/externa)

e nas diversas Administrações norte-americanas;

(Republicanas ou Democratas);

 

− Até à situação crítica

(cercada, sancionada, congelada e asfixiada)

em que se encontra a Venezuela;

(citando apenas dois exemplos mencionados no site ANTIWAR/antiwar.com);

 

− E passando ainda

(e obviamente)

pelo clima político extremado que se verifica

(mais evidente desde Donald Trump se começou a impor surpreendentemente nas primárias de 2016, acabando posteriormente eleito como representante Republicano)

no interior dos próprios EUA

(de que a CNN e a FOX são excelentes exemplos dessa promoção-publicitária e extremamente intrusiva, resumindo tudo a Trumpistas e Antitrumpistas e propagandeando os seus patrocinadores sejam eles REP ou DEM)

colocando Uns de um lado e os Outros do outro lado do MURO

(que não o que separa os EUA do México, mas o que separa a Realidade/que nos cerca da Ficção/que nos impõe);

 

É interessante constatar que tudo o que nos é retratado apenas a Preto & Branco (logicamente depois de tratado), é-o (inevitavelmente e de modo a não pensarmos muito no assunto, já que Tempo é Dinheiro) após ser filtrado e de reduzida a sua (de todos/de tudo) palete de cores.

 

Não sendo algo que já não se esperasse (muitas vezes a Esperança Futura mata a Realidade Presente), mas que anteriormente não tendo sido notícia (reflexo) ou tempo de análise da mesma (não existindo suporte cultural e memória), posterior e dificilmente teriam eco quando tudo se tornasse irresolúvel:

 

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Ponte fronteiriça Venezuela/Colômbia

 

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Com os camiões de ajuda humanitária a serem incendiados (com cocktails Molotov e do lado colombiano da fronteira) por opositores internos (apoiantes de Guaidó) e externos (EUA e Colômbia à cabeça) ao regime de Maduro

 

Uma conclusão natural a que todos chegaremos (os mais de 7,5 biliões de pessoas habitando a Terra) vivendo num Mundo em que 1% (um deles sendo o Presidente da maior potência do Mundo, não um político/em risco de ser dispensado, mas um Milionário/o Dispensador) detêm um poder idêntico ao de 99%

 

− No decurso e na vigência do atual Império Norte-Americano, um regime suportado por Armas & Dólares

 

Mas que espantosamente (pelo menos para os que ainda acreditam no Homem) e apesar da distribuição (desequilibrada) de todas as poderosas forças em presença, ainda consegue furar (a membrana orwelliana), expondo a realidade e se necessário a (sua/nossa) tradução.

 

Nos (1) EUA como poderia ser em (2) Israel ou na (3) Venezuela (no Afeganistão, no Iraque, na Líbia, na Síria, no Iémen, a curto-prazo no Irão) com os factos (após manipulação/reorientação) a ultrapassarem a realidade e a serem traduzidos, conforme a sua origem, os interesses da mesma e as cobaias a serem instrumentalizadas

 

  • Impedido o Presidente de se impor internamente (perseguido implacavelmente pelos Media e agora pela Câmara dos Representantes) mantendo-se a sua política de pressão/intervenção sancionatória/agressiva (mesmo contra a opinião dos seus Aliados Ocidentais) sobre todas as áreas geográficas do globo terrestre onde o problema dos recursos energéticos (apropriação/exploração) se coloque – como é evidente com a questão iraquiana/no passado, venezuelana/no presente e iraniana/no futuro – mesmo que contra todas as promessas não intervencionistas (em princípio mais protecionistas) do novo Presidente Norte-Americano (desejando o regresso das tropas a casa, atuando nos diversos conflitos);
  • Na confusão do panorama político norte-americano surgido das eleições intermédias de 2018 – com a Assembleia de Representantes virando de REP Para DEM, pressionando ainda mais Donald Trump (com todos os impeachments possíveis/impossíveis e imaginários) e com os novos contingentes Democratas a distribuírem-se desde o centro aos socialistas até à extrema-esquerda – com Israel a manter a sua presença e pressão e poder de persuasão (face a REP e a DEM): como entreposto prioritário (dos EUA) no Médio-Oriente, no presente em período eleitoral e a nível geográfico-estratégico protagonista e  mesmo vital (no controlo de armas/energia);
  • E já na Venezuela (maior reserva petrolífera do mundo) depois de anos e anos de cerco, de sansões, de congelamento de contas, de tentativas de intrusão, de ameaças de intervenção militar e de asfixia económico-financeira e social total (devido ao bloqueio ao país nem sequer se deixando aí chegar o básico em alimentação e medicamentos), com a história do Chile (e de toda a América Latina) a parecer querer repetir-se, com a eliminação de um regime − agora o Venezuelano (orientado no seu processo exatamente pelos mesmos golpistas externos de então) − para lá voltar a colocar os mesmos do antigo regime (que tanta miséria provocaram aos venezuelanos apropriando-se das receitas do petróleo) agora enquadrados por Guaidó (aqui o Agente-Provocador).

 

Mas sempre com a Rússia e a China à espreita do erguer do novo Império (e da Queda do Antigo), pelos indícios do oriente (cada vez mais evidentes para a própria Angela Merkel) o inevitável Império Chinês (nós por cá já tendo o Mexia).

 

(imagens: Gali Tibbon/Reuters e israellobbyandamericanpolicy.org − @USAenEspanol/Twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:54

26
Jan 19

[Com o Deutsche Bank (umas das maiores instituições financeiras mundiais) já falido e com o Baralho a Desfazer-se (veja-se o Brexit).]

 

A China à Conquista da Europa e do Mundo

 

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Na concretização de um projeto do seu Presidente Xi-Jinping

(num caminho iniciado em 2013)

Repondo a Rota da Seda e pré-declarando a chegada do Novo Império

(substituindo o anterior)

 

Sendo certo que neste ano de 2019 (talvez com um apêndice em 2020, antes das Presidenciais Norte-Americanas) algo terá que suceder (de verdadeiramente relevante) de modo aos EUA surpreenderem (todo o Mundo) – confirmando-se como Imperio Reinante – mantendo por mais um pouco (pelo menos umas temporadas) o suspense Global sobre o Líder: vendo-se aí e então (face aos dois blocos em presença) qual a Força das Armas (neste início do ano já com o dólar sob ataque) – se as do Bem ou do Mal.

 

Sob a batuta virtual de Xi-Jinping (China) – e do seu país a caminho dos 1.400 milhões de habitantes/sendo o 3º em área – e de Vladimir Putin (Rússia) – e do seu país a caminho dos 147 milhões de habitantes/sendo o 1º em área, muito bem acompanhados por territórios estratégica e igualmente extensos (e ricos) como a Índia – a caminho dos 1.280 milhões de habitantes /7º em área – a Turquia – a caminho dos 77 milhões de habitantes/36º em área – e o Irão – a caminho dos 79 milhões de habitantes/17º em área – ou seja e considerando apenas estes 5 países cerca de 40% da população Mundial, o último Eixo do Mundo tendo como centro do mesmo o Atlântico e as suas margens a América e a Europa – assim decretado desde meados do século XIX, oficializado com a criação da NATO, já lá indo mais de 70 anos – mostra claramente que a deslocação desse Eixo (do poder Económico/Financeiro Global) se dirigiu ainda mais (talvez já irreversivelmente) para leste (tendo a Europa/o nosso continente como referência) tendo o Índico-Pacífico como ponto central e a América e a Ásia como fronteiras: deslocando-se (longitudinalmente) de Washington e centrando-se em Pequim e colocando nas mãos da China (e dos seus aliados como a Rússia) o Futuro do nosso Mundo (Sociedade/Civilização), antes (por nós) centrado na Europa, de seguida na América (do norte) e agora no Império da Ásia. E confirmando-se tal facto pela desagregação da Europa (com a economia a abrandar e nova Bolha a caminho) e pelo seu isolamento crescente (desta Europa bipolar, agora e depois do Brexit, nas mãos da dupla Merkel/Macron) face aos aparentemente desinteressados EUA (com Trump isolado internamente, a ter que optar até 2020 por algo espetacular a nível externo): com os EUA deixando cair (lentamente) a Europa, com a Rússia de costas voltadas para ela (virada para a sua parte asiática) e com as multidões de migrantes (entre elas africanas) a espalharem-se por todo o lado.

 

(imagem: agenziacomunica.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:09

09
Mai 18

China and Russia to SHOOT DOWN US missiles in shock war warning to Trump.

US missiles are set to be blasted out of the sky

In a terrifying war warning by China and Russia.

(dailystar.co.uk/18.11.2017)

 

Com o Mundo efetivamente dividido em 3 Blocos poderosos,

 

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EUA, China e Rússia

(A um Império seguindo-se inevitavelmente Outro)

 

1 ‒ O Norte-Americano (de longe o Maior) apoiado por Israel e pela Arábia Saudita (controlando o petróleo), seguido pelos Aliados Ocidentais (como o Reino Unido, a França e a Alemanha) e pelo contingente restante de outros territórios (menores) igualmente submetidos ao dólar,

 

2 ‒ O Russo (o Menor) liderado por Vladimir Putin (tentando recolocar-se no panorama Internacional como grande potência Global), tentando diversificar os mercados (e áreas a investir), mantendo relações privilegiadas com a Alemanha (dependendo energeticamente da Rússia devido ao fornecimento de gaz) e uma aliança estratégica e cada vez mais reforçada com a China (sendo necessário facilmente virando costas à Europa),

 

3 ‒ E o Chinês (o Próximo Império) liderado pele seu Chefe Supremo o Presidente Xi Jinping (tendo como 1º Ministro Li Keqiang) e pelo politburo do Partido Comunista (no poder), englobando um território (já incluindo Hong Kong e Macau e faltando apenas Taiwan) de quase 9,4 milhões de Km² de área (só suplantada pela Rússia com mais de 16 milhões de Km² de área) e uma população de mais de 1400 milhões de indivíduos ‒ juntamente com um dos seus mais poderosos parceiros e aliados (estratégicos e sobretudo económicos) no continente (Asiático) ‒ a Índia ‒ perfazendo um número perto dos 2800 milhões de indivíduos (aproximadamente 37% da população mundial). Num país dando prioridade ao Mercado e ao Comércio (não ao forte investimento Militar), podendo a curto-prazo tornar-se na maior Potência Económica Global (se já não o é, mesmo que numa etapa inicial) e necessitando apenas para se impor de resolver alguns problemas tecnológicos e sobretudo de desigualdade (se quiser impor-se como modelo no Mundo, destacando-se decisivamente do modelo anterior),

 

‒ Podendo-se transformar no entanto num Farol da Humanidade ou então num Vulcão Apocalíptico

 

É de fácil conclusão que o próximo Centro do Mundo (e do Império do Sol que virá) terá como localização geográfica o continente Asiático (com as ilhas do sul incluídas) e com o respetivo Motor sediado na Grande China:

 

Hoje já a caminho de se tornar a maior Potência Económica Global, detentora (em concorrência com o Banco Mundial sediado nos EUA) do seu próprio Banco Mundial (o AIIB),

 

Ranking

País

%

Ranking

País

%

1

China

31,0

7

França

3,5

2

Índia

8,7

8

Indonésia

3,5

3

Rússia

6,8

9

Reino Unido

3,2

4

Alemanha

4,7

10

Turquia

2,7

5

Coreia do Sul

3,9

11

Arábia Saud.

2.7

6

Austrália

3,8

12

Itália

2,7

Asian Infrastructure Investment Bank

(cerca de 77% do total de investimentos no Banco AIIB rondando os 100 mil milhões de USD)

 

‒ Com cerca de 64 países regionais ou não regionais associados (um dos não regionais sendo Portugal com um investimento de 65 milhões de dólares ou seja de 0,0677%) e outros 22 países em perspetiva ‒

 

E conjuntamente com a Rússia (esta em menor percentagem) detendo em vez de papel impresso (o dólar), ouro, prata e outros metais (objetos) cada vez mais raros e crescentemente preciosos ‒ e como tal compatíveis (de utilização) no mercado básico de troca (de matéria-prima por outra).

 

[Curiosamente (e não se vislumbrando na lista de investidores os EUA) com o Trio Europeu Alemanha/França/Reino Unido a entrarem logo (no AIIB) com 11,4%, tornando-se mesmo que virtualmente (e em conjunto) no 2º maior Investidor; e Portugal lá com os seus (preciosos) 0,0677%.]

 

(dados/tabela: aiib.org e imagem: Getty/dailystar.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:04

08
Jul 15

“Salve, César! Aqueles que vão morrer te saúdam.”

 

60.gladiatorial_combat.jpg

 

Construído há quase 2.000 anos pelo imperado VESPASIANO (em homenagem ao seu antecessor NERO) e desactivado cerca de 400 anos depois (pelo imperador HONÓRIO), o COLISEU de ROMA foi um dos principais símbolos do então todo-poderoso Império Romano. Neste grande anfiteatro com capacidade para receber cerca de 50.000 pessoas eram proporcionados aos presentes espectáculos extraordinários e sem precedentes na altura, que deixavam sempre todas as bancadas em total delírio e estado extremo de loucura, especialmente quando no palco central se juntavam os GLADIADORES e os ANIMAIS FEROZES (por lá terão passado centenas e centenas de gladiadores e milhares e milhares de feras). Da sua TRIBUNA colocada num ponto privilegiado do anfiteatro e bem perto do centro da ARENA, os convidados oriundos das camadas mais poderosas e de maior rendimento (da população romana e alguns estrangeiros) podiam assistir na companhia do seu IMPERADOR ao grandioso espectáculo (com a MORTE como limite) e às decisões definitivas do mesmo (em que a decisão final da colocação do dedo do Imperador deixava tudo em suspenso, provocava fortes arrepios na espinha, terminando num apocalipse de loucura generalizada). Na ARENA e durante o seu período de maior actividade terão morrido mais de 10.000 pessoas, lutando entre si ou lutando contra as feras: inicialmente contando com a presença dos gladiadores (que lutavam entre si até à morte), mais tarde com o recrutamento das vítimas a ser feito entre os criminosos, os escravos e até os prisioneiros de guerra (lutando contra as feras e na qual a História inclui os CRISTÃOS). Nunca esquecendo as FERAS (principalmente LEÕES) retirados do seu meio ambiente natural (trazidos dos territórios ocupados em ÁFRICA) e atirados para um cenário de MORTE e degradação HUMANA (e animal).

 

Mas como a EUROPA nunca dorme recuperando no entanto e invariavelmente os nossos maiores pesadelos (o que é estranho pois se não sonha não deveria ter também pesadelos), o cenário de GUERRA como solução radical para os nossos problemas internos, parece estar de novo de volta à mesa de negociações do nosso CONTINENTE: passado pouco mais de meio século sobre a II Guerra Mundial iniciada na Europa e tendo como protagonista fundamental deste GENOCÍDIO global a ALEMANHA de HITLER (contando para que se registe e para memória futura com a complacência oportunista de países europeus e estrategicamente dos EUA), temos de novo a Alemanha diante de nós como uma MURALHA intransponível mas agora servindo-se da sua arma ECONÓMICA e FINANCEIRA de modo a interpor-se entre a EUROPA e o seu DESENVOLVIMENTO e assim ditar as nossas novas regras de vida e de conduta. E se antes todos se acovardaram face ao poderio da máquina de guerra NAZI, é ver de novo todos os nossos oportunistas e hipócritas representantes Europeu, a uivarem em coro e em conjunto com a Nova Alemanha e a força do seu BCE (no entanto sob controlo do Banco Mundial) e como animais ferozes e famintos que são, a exigirem para SACRIFÍCIO e seu REPASTO o CORPO de um deles: a GRÉCIA e os seus mais de 10 milhões de habitantes. Esquecendo o que nos contam todas as histórias que lemos ou escutamos até hoje e que nos dizem que depois de comermos a galinha número um (e se nada mais fizermos ou tentarmos fazer em alternativa) seguir-se-á a galinha número dois. E depois das GALINHAS vão-se os OVOS.

 

606x340_309533.jpg

 

Isto tudo por causa daquilo que hoje se passou e consumou no Parlamento Europeu, em princípio um local de encontro e de diálogo de toda a EUROPA Civilizada e Ocidental.

 

“TSIPRAS recebido no Parlamento Europeu com vaias e aplausos.”
(Económico)

 

Que me fez logo lembrar o Coliseu de Roma (com a presença de poderosos/temporários como os 17 e de fracos/definitivos como a Grécia). Com as duas maiores famílias políticas europeias (o PPE/Partido Popular Europeu de direita e o S&D/Socialistas Europeus de esquerda) sendo vistas pela esmagadora maioria dos cidadãos europeus (tenham votado nelas ou não) como as principais responsáveis pela situação caótica (económica e financeira) em que se encontra todo o seu Continente (não só com o conflito permanente no interior da UE, como com o novo conflito criado na UCRÂNIA) e no entanto conseguindo juntar as suas últimas forças e unindo-se momentaneamente como predadores (que sempre foram) às suas vítimas (apenas para comer uma delas) ainda conseguem dar este espectáculo deprimente e acima de tudo e incompreensivelmente serem notícia. Nunca se esqueçam que apesar de EXCEDENTÁRIOS ainda dispomos dos nossos órgãos dos sentidos, tendo acesso a sensações e percepcionando eventos. E que até os Impérios (as COISAS) se Abatem pela força da EVOLUÇÃO (dos POVOS).

 

(imagens: the-romans.co.uk/euronews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:37

31
Dez 11

“Salazar foi muito mais rápido a lá chegar e a de lá partir – quem dirigia, tinha que mandar!”

 

Salazar – o pai ainda a preto-e-branco

Ministro das Finanças após o 28 de Maio de 1926

(aos 37 anos)

 

Portugal dos Pequenitos

 

Parque temático construído durante o Estado Novo, com o único objectivo de mostrar às crianças, diversos aspectos da arquitectura e da história do Império Português. Numa primeira fase de construção com as casas típicas, em seguida com os monumentos representativos e finalmente com todo o mundo português, incluindo naturalmente as províncias ultramarinas.

 

“As palavras – de inépcia e de inacção – do Salazarinho sem dinheiro: taxar e receber!”

 

Salazarinho – o filho já a cores

Ministro das Finanças após o 21 de Junho de 2011

(aos 51 anos)

 

Portugal dos Pequenitos

 

Ainda pensei que Salazar tivera uma espécie de premonição do que iria acontecer a Portugal num futuro próximo. Mas afinal esta obra tinha sido criada com uma certeza absoluta do que nos iria acontecer, face a uma avalanche populacional de velhos e novos analfabetos, ainda por cima completamente submissos; e para usufruto único e exclusivo do seu filho Salazarinho, nas suas experiências financeiras com as próximas gerações – a dimensão do parque temático, teria que ser alargado ao país!

 

Extra CM:

 

Salazarinho – as conversas privadas e as dores nas costas

 

Entre conversas privadas e nas costas do ministro das Finanças, Vítor Gaspar é conhecido por alguns dos seus colegas como o novo 'Salazarinho', escreve o Correio da Manhã.

O Correio da Manhã explica que esta alcunha nasceu do alegado perfil de «sovina», do percurso político e dos discursos de austeridade, que surgem como semelhanças entre este ministro das Finanças e Salazar quando teve a mesma pasta.  

Ambos foram professores universitários e ambos têm origens rurais e beirãs - Salazar nasceu em Santa Comba Dão e o pai de Vítor Gaspar é original de Manteigas, escreve o CM.

Salazar exigiu controlo absoluto sobre as despesas e receitas de todos os ministérios durante o mandato nas Finanças, «tal como Vítor Gaspar tem feito desde que se tornou ministro», diz o Correio da Manhã, reforçando que o actual ministro conseguiu impor uma «ditadura financeira» a que todos, «até o primeiro-ministro», se têm de submeter. Tal como Salazar.

                                                                                                                                                       

(consulta: WEB, CM e Wikipédia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:29

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