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Sem Comer & Sem Beber (e c/ Covid-19) Ter Arma Não Chega

Domingo, 16.01.22

“With the world's most powerful military, a huge economy, and a leading role in international institutions such as the UN and NATO, the USA is a superpower. The rise in power and importance of China and re-emergence of Russia will continue to challenge the global dominance of the USA.” (The USA's international influence/bitesize/bbc.co.uk)

Tentando desvendar o súbito e já tardio interesse dos EUA ─ o 4º país no Mundo em área com quase 9,4 milhões de Km² e o 3º país em população com cerca de 331 milhões de habitantes ─ na China ─ 0 3º país no Mundo em área com cerca de 9,7 milhões de Km² e o 1º país em população com cerca de 1,44 biliões de pessoas ─ ou seja, de um país da América do Norte (EUA) sensivelmente com a mesma área do seu alvo um país da Ásia (China), mas apenas com pouco mais de 20% da população deste último,

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Porta-aviões USS Bonhomme Richard

Marinha dos EUA

Bastando olhar ─ não sendo o caso dos EUA, apresentando sempre como “cartão de apresentação e visita”, a “referência Mundial de troca” a sua moeda o Dólar e por outro lado, o poderio do seu inigualável e planetário “Complexo Industrial-Militar” ─ para o sector da sua Industria Alimentar (da China), tal como ocorrido na generalidade dos setores da sociedade chinesa especialmente desde o início do século XXI (emergindo e tornando-se cada vez mais visível e notório o seu forte desenvolvimento, expandindo-se económica e financeiramente para lá das suas fronteiras e começando progressivamente  a “abraçar o planeta”),

Conquistando a Terra (daí o aparecimento do Imperador Joe Biden, na defesa dos interesses do Imperio Ocidental) e partindo já para a Conquista do Espaço (aí estando o Império já a perder terreno/para o seguinte, começando a ficar irreversivelmente para trás),

E então erguendo bem alto a bandeira do Novo Imperio Oriental (sob a liderança de um novo Imperador) entronizando o novo Imperador Oriental XI Jinping:

Tendo-se de comer e de beber para sobreviver e sendo o ramo da Industria Alimentar, a base e alicerce (o suporte) de qualquer agregado populacional, sociedade ou civilização ─ para além de obviamente, o setor da Energia ─ com a China e como sempre a precaver-se, dominando de tal forma a produção que sendo-lhe em muitos pontos suficiente e até excedendo o solicitado internamente, exportando crescentemente e com o controlo cada vez maior deste ramo/produtos, alimentando o Resto do Mundo e de uma forma indireta (deliberada ou não/consciente ou não), tornando-o dependente, da China.

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A China na Namíbia, África

O novo Poder Mundial, Imperial e Colonial

Algo que jamais o atual império Planetário Ocidental liderado pelos EUA e atualmente tendo como comandante e líder espiritual Joe Biden ─ impondo a sua vontade e a do Hemisfério Norte Ocidental dominante, o mais rico e científico-tecnologicamente avançado ─ permitirá, sabendo-se por trás da China estar outro adversário igual e potencialmente perigoso a Rússia, juntos e como categorizados como representantes do “Eixo do Mal” podendo exceder-se face às suas ambições “imperiais” (já há muito tendo sido atribuídas), destruindo no seu caminho e impiedosamente (como pagãos que são) todos os valores Ocidentais Católico-Romanos, de Liberdade e de Democracia, norte-americana, na sua/nossa defesa.

Querendo os EUA manter o seu Império (a qualquer custo, dos outos) e com os seus súbditos mais leais colocados perante si ajoelhados e a rezar ─ a Europa (perdida, sem líderes) ─ sendo lançadas com “pedras e fisgas” sobre o poderoso “Urso Russo” ─ tentando paralisar e absorver a atenção da Rússia com a Ucrânia desviando a atenção russa de assuntos mis importantes ─ por outro lado (e sendo esse o objetivo norte-americano) permitindo aos EUA concentrarem todas as suas forças de pressão sobre a China,

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A 1ª base externa da China

(Djibouti, África)

Tendo mais tarde ou mais cedo os EUA (mal a Pandemia der tréguas) de assumir o que para já apenas afirma, unicamente atuando mesmo que com chantagem e com coação como prevenção, definitivamente atacando e surpreendendo a Rússia e a China de todas as formas imaginárias e possíveis (existindo muitos a atribuir o papel forçado de “bodes-expiatórios, o dólar sendo infindável e eterno pagando tudo), com os Média a complementarmente (destruindo-se o físico, destruindo-se logo de seguida a mente, num “serviço completo”) terem uma função preponderante (de condicionamento).

E no caso do Ramo Alimentar e dada a possibilidade de um dia os chineses, “matarem o peixe pela boca” ─ um dos mais graúdos e necessitados (dada a sua grande voragem) a serem os EUA ─ estando a China a nível de produção/controlo (dispondo da maior massa de mão-de-obra do planeta Terra, mais de 20% da população do planeta) cada vez mais avançada e absoluta (controlando esses mercados, sendo de longe o maior produtor, dominando a distribuição e os preços) a nível de três alimentos de base como estes,

─ Em meados deste ano de 2022 com a China a controlar quase 70% das reservas de Milho, 60% das reservas de Arroz e mais de 50% das reservas de Trigo ─

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China com 20% da população Mundial

A Maior Economia Agrícola Global

Os EUA com os seus veículos aéreos, terrestres, aquáticos e marinhos, ocupados e utilizados presencialmente ─ colocando de lado drones e mísseis, entre eles e caso a “festa” aqueça (por determinantes) de âmbito nuclear, só necessitando de carregar no botão ON ─ não consentindo a “Inversão” (de Impérios) mas,

Cheios de Covid-19 e sendo obrigados a regressar a casa e ainda-por-cima com os seus stocks alimentares em baixa ─ tal como já se verifica nos EUA e nos seus supermercados, com certos produtos por escassos mesmo sendo essenciais deixando as prateleiras vazias, como consequência das sanções impostas à China (apenas por ser o que é), levando os EUA por tabela ─

Acreditando os chineses que permanecendo os norte-americanos na região ou então optando pela viagem de retorno, poderem em qualquer dos casos, sofrer de restrições alimentares, sofrer de “fome”, em vez de ripostarem à ação provocatória dos EUA respondendo-lhes da mesma forma recorrendo ao armamento “convencional” utilizado nestas situações,

Bombardeando-os, mostrando não só a sua capacidade imediata de resposta caso usasse “armas com balas reais”, mas simultaneamente mostrando a sua grandiosidade e serenidade, tão necessárias nestes cenários pré-sucessão ─ aqui de Impérios, caindo um e erguendo-se outro, naturalmente, como uma serpente mudando de pele ─ com Milho, Arroz e Trigo.

(imagens: bbc.co.uk ─ nytimes.com ─

AFP/Getty Images/theguardian.com ─ millermagazine.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:35

Imperfeição ─ Decisão pela Indecisão

Terça-feira, 14.12.21

Nem se podendo procrastinar (por exemplo, deixar algo que se poderia fazer hoje para amanhã, adiar) ─ umas vezes sendo algo de normal, outras não, dependendo da intensidade (“sendo um tipo relaxado ou tenso-nervoso”) ─ que não sejamos logo acusados de ficarmos com sensação de culpa, de termos vergonha de nós próprios (perante os outros) e de sermos irresponsáveis.

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Em locais isolados e sem alternativa

─ não estando de cordo com o anseio das populações ─

com todas as vias à mão, sendo uma opção válida de fuga.

 

São 13:30 e abro o portal fornecedor de internet (habitualmente frequentado), na sua página de abertura, tentando pôr-me a par das últimas novidades, fossem elas quais fossem, independente da sua origem, mas que me fizessem sentir algo de novo, agora que me começava a ativar, enquanto lá fora, o cenário (céu encoberto/tempo de chuva) escurecia cada vez mais: nesta época baixa do turismo algarvio, visto e utilizado como um produto concentrado (no tempo/utilizando-o parcialmente) e único (no espaço físico/tipo monocultura), sem gente e com prédios cinzentos esperando rápido melhoramento (manutenção/limpeza/pintura), criando em torno dos que aí ainda resistem um sentimento de abandono/isolamento, algum desespero e monotonia (efeitos da grande amplitude turística, numa parte do ano asfixiando-nos com a elevada presença de pessoas, na outra parte quase que não se vendo ninguém ─ presenteando-nos com um intenso choque, tal os extemos (tipo choque térmico) ─ não se tendo escapatória possível para esta “Via Única de Serviços”, todos tendo sido requisitados e absorvidos por uma única área de desenvolvimento e financiamento Económico (sendo-lhe atribuída em exclusivo a “Via Verde”), todos trabalhando para o mesmo e com um só objetivo (a Indústria Turística do Algarve) a ser atingido ─ desde os pedreiros, aos doutores e engenheiros e nunca esquecendo nesta equação (eliminadas as outras equações integrando o sistema, desfalcando o conjunto) os políticos ─ mergulhados neste autêntico buraco (eliminador de culturas e de memórias) progressivamente sendo desprovido “da sua “gente e das suas tradições” (onde estão as laranjeiras, onde estão os algarvios?) ─ e presenciando cenas contraditórias como, aberta a Universidade, fechando-se as  livrarias e os alfarrabistas ou então, observar o fundador de uma instituição do ensino superior, querendo arranjar clientes (estudantes) afirmando (para os interessados) “mais valer um varredor-do-lixo ter um curso superior, do que não o ter” ─ por vezes para podermos sair e nos livrarmos deste colete de forças, não só físico, mas sobretudo mental (sentindo-se intensamente o isolamento sociocultural, obcecados profissionalmente por uma única visão), não existindo alternativa, só mesmo utilizando as autoestradas da Web.

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Com Portugal e seguindo a corrente

─ da monocultura conjugando Construção e Turismo ─

mesmo ali ao lado.

 

Olhando a página de abertura depois de quase meia hora de deslumbramento lateral (apenas usando um pouco o meu cérebro para derivando ligeiramente mas não me perdendo, pensar em algo de lateral, tendo necessariamente a ver com o momento, mas não tendo de estar obrigatoriamente ligado ao mesmo tema), levando de imediato mais uma forte pancada na “cabeça”, surgindo mais uma vez depois de muitas vezes e de muitas outras em diferentes momentos não o tendo sido (porque será?), a imagem de um “saco-de-pancada do costume” permitindo (graças a estes “facilitadores”, estrategicamente colocados nos Média) que todos os outros possam assar sem incómodos, incólumes e até lançando (como se nada tivessem a ver com o assunto, sendo apenas conhecidos) uma bocas e/ou palites: depois de Rendeiro (é extraditado ou não?) chegando agora e de novo Pinho (é preso com a mulher ou não?), surgindo de novo em ação o “Trump-Britânico” ─ BOJO ─ agora embrulhado pelos refugiados morrendo ao atravessar o canal, por novos escândalos envolvendo membros do Governo e pela chegado do Omicron, num conjunto de notícias (estilo salada-russa) acompanhado como sempre por muitas outras desgraças (tornadas notícias), como a subida do preço da eletricidade, o inimigo de Putin, o autarca brasileiro adepto do MMA, dos 30 tornados nos EUA, da agressão a Otamendi, num nunca terminar de situações sem grande conteúdo/sumo continuando pelo futebol, pelos VIP portugueses, por toda esta amalgama de coisas (e de cada vez menos gente, desvalorizando o sujeito) que faz a memória e a cultura de qualquer povo não resistir e desistir, em favor de outros por acaso sempre os mesmos defendendo até à morte, os seus direitos (exclusivos) adquiridos.

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A irresponsabilidade/futilidade transmitida pelas autoridades

─ impondo um mundo c/ crianças/animais fugindo de criaturas diabólicas ─

inserindo-nos na opressão, levando-nos por KO aos medicamentos/indiferença.

 

E cerca de uma hora depois (por volta das 14:30) ainda não tendo largado as parangonas para melhor compreender e interiorizar tudo o que se passava à minha volta nesta terça-feira (14 de dezembro) perdido nos meus inúteis pensamentos ─ não tendo correspondência remuneratória ─ abandonando o portal dedicando-me então a tentar bater em outras portas: ninguém resistindo de manhã até há noite e nos intermináveis dias seguintes (sendo replicados, até cairmos para o lado), estar sempre a ouvir falar da mesma coisa, dita por todos (e ainda por mais alguém), bombardeando-nos por todas as vias possíveis, insistentemente e sem nunca parar ─ tendo que ter alguma intenção, algum objetivo, que não o da manutenção da nossa (já tão instável com a Pandemia) sanidade mental. Buscando então outros sujeitos e objetos, noutras paragens, noutros portais/sites, aí e no entanto, igualmente sem grandes perspetivas (de alternativa a esta monotonia doentia e dirigida), mas por outro lado e não sendo pouco, oferecendo-nos maiores espaços nem sequer limitados a esta Vida a este Planeta: tendo que se possuir um computador, ter acesso à eletricidade e permissão de entrada nas Vias da Web, só estes três fatores sendo um luxo, de resto só se necessitando de ter o nosso próprio processador (o cérebro) ainda ativo e em funcionamento. Já passando das 15:00 agora das 17:30 ─ devido a uma pequena interrupção e seguindo esta história, não se sendo alheio à mesma e não por problemas técnicos ─ visitando entre outros (e antes da minha necessária interrupção) sites vários, mencionando outros temas no fundo sendo sempre os mesmos (nada havendo a fazer, nesta fase do percurso, perdida a companhia dos livros, as nossas maiores testemunhas, tendo em comum a cultura e a memória, como a soberania de um povo) uns e outros mesmo que direitos ou invertidos, mais ou menos afastados da Realidade (ou não), rodeando-nos, iludindo-nos e condicionando-nos, convencendo-nos sermos o Centro do Mundo (não o sendo já a Terra/geocentrismo, nem o Sol/heliocentrismo, seguindo-se o Homem/o homo centrismo) ─ necessitando nós de nos afirmarmos, como Criadores ─ para no fim e infelizmente (os a favor e os contra, trabalhando todos para a mesma Marca, mais cinzenta ou mais para o verde) tudo ficar na mesma. Sendo tantos esses exemplos, que apanhados num ou noutro (desses esquemas), nem queiramos muito deles falar.

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Tal como no Universo com matéria e antimatéria

─ colidindo/aniquilando-se, no entanto, sendo base do berço da existência ─

para se manter o processo, a ter que se manter o equilíbrio e a distância.

 

Num relance (1) um deles (universetoday.com), indicando-nos uma hipótese explicativa para só vermos e experienciamos os efeitos da Matéria e não (e como seria logico, sentindo-se prazer e dor, algo e o seu contrário) igualmente os da Antimatéria, justificando tal poder suceder devido à ação e ingerência das ondas gravitacionais (logo, conclusão de leigo, com tantos corpos circulando no nosso Sistema Solar, devendo ser difícil encontra-la) ─ acrescentando uma pequena imagem de Saturno e seus anéis como visto da órbita da Lua, numa imagem muito parecida com aquelas que eu visionava com o meu pequeno telescópio, mas aí da superfície da Terra (à noite, de Espinho) ─ (2) outro (watchers.news)  levando-nos até à Europa a um lugar não muito afastado de nós talvez nem uns 2.000Km, localizado na Sicília e de nome ETNA, hoje e de novo entrando em atividade explosiva, lançando bastantes cinzas para a atmosfera e colocando o espaço aéreo próximo em “alerta-vermelho” ─ levando-nos logo a recordar o vulcão de La Palma nas Canárias, toda a destruição pelo mesmo provocada e ainda no presente continuando bem ativo (ejetando cinzas para a atmosfera e expelindo lava para a superfície), tendo nós igualmente ilhas de origem vulcânica ─ (3) outro (antiwar.com) deslocando-nos mais para Oriente e colocando-nos numa das potenciais zonas futuras de guerra, mais uma vez com carimbo norte-americano e outros serviços (complementares ou suplementares) prestados no mesmo sentido (e com o mesmo objetivo) por israelitas, tendo como alvo (óbvio) o Irão ─ pelo meio servindo como mais uma provocação (indireta) a russos e chineses (aliados dos iranianos) ─ (4) outro (room.eu) a retomar a teoria já anteriormente difundida de que nos primórdios do nosso Sistema Solar (há uns 4,6 biliões de anos) este poderia ser não tal como ele é hoje só com uma única estrela (o Sol), mas podendo ter sido inicialmente um sistema estelar binário (ao Sol juntando-se uma 2ª estrela, integrando então o começo deste Sistema) ─ nestes quase 5 biliões de anos com algum Evento extremo a ter acontecido (tantos devendo ter ocorrido entretanto, no decorrer desse longo período de formação), podendo essa estrela ter ido expulsa e até (imaginemos) a Cintura de Asteroides ser uma das consequências (no seu lugar, entre as órbitas de marte e de Júpiter, podendo ter existido por ex. um outro planeta),

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Segundo o The Guardian e referindo-se à China

─ sendo estes atualmente, o maior Poder Imperial do Mundo ─

necessitando explicação, sendo a proporção de bases desta p/ com os EUA 1/750.

 

─ (5) Outro (rt.com) focando-se na recente acusação do The Guardian (órgão de comunicação-social inglês, refletindo a opinião geral das suas autoridades) feita à China, acusando-a de no presente (esquecendo-se da Rússia pelos vistos já nada valendo e claro está dos EUA, o atual Imperador do Império presente) ser o único Poder Imperial no Mundo, logo sendo contestado pelos russos afirmando e com razão, “750 em todo o Mundo, ser sem qualquer dúvida muito maior que 1”: a China de momento e no Mundo (que não a terra-mãe) tendo 1 base militar externa instalada, os EUA em comparação tendo umas 750 bases externas, por curiosidade ou por coincidência ou então por pura estratégia (o mais lógico), com muitas delas equipadas de mísseis entre outros apontados à China e como que cercando-a, assustando-a, tentando asfixiá-la (tal como o que acontece com a Rússia e com a Ucrânia), logo à saída das suas fronteiras. O que seria se um dia uma frota armada da Rússia, da China, ou mesmo conjunta, se passeasse pelos lados de Cuba, desse uma voltinha pelo Golfo do México, ou então e aproveitando para uma passagem-surpresa (e de apoio ao regime) visitasse pelo caminho a Venezuela, para no fim dando uma vista de olhos ao outro lado (às virtudes do Ocidente), lançar um olhar (mais curto/mais longo, dependendo aí do guião e dos intervenientes) a Hollywood ─ a Capital do Mundo, o centro desta Sociedade do Espetáculo ─ e ainda (6) outro (photojournal.nasa.gov) pela sua estranheza apesar de cá ser comum, mas aqui surgindo num outro mundo a milhões de Km de distância (atualmente uns 363 milhões de Km) ─ da Terra ─ com a sua textura, cor e apresentação podendo ser facilmente tomadas como terrestres mas não o sendo, levando-nos a suspeitar se entre ambos (Terra e Marte) não terá havido (ao longo do tempo de existência comum, mas em etapas diferentes da sua evolução) nenhum ponto comum de ligação (podendo até Vida ter migrado de um planeta para outro) ─

Para esgotado de mais uma procura não tendo forçosamente de encontrar a solução, mas apenas mais uma das equações deste sistema (ainda muito incompleto) ─ dando-nos algum prazer, alguma dor ─ deixar este caminho também para trás, regressando aos canais habituais e tradicionais, sendo estes (tal como a grande variedade de drogas disponíveis, umas legais outras não) “tantos e tão poucos”. E aí reaparecendo (já pelas 20:30, sete horas depois do início desta história), a vacinação, o Omicron, o futebol, o duo Rendeiro e Pinho, o problema da falta de testes e (para terminar, pois já me doem as costas e assim não vou a lado nenhum) a atribuição da estrela Michelin (não se comendo, só se vendo algo de comer, de referência com uma lente).

(imagens: esquareinfo.com ─ bulutbagci.com ─ semanticscholar.org

─ sciencenotes.org ─ Noel Celis/AFP/Getty Images/ft.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:32

EUA ─ A Guerra Como Única Solução

Terça-feira, 21.09.21

“E tal como com JUDD TRUMP com o seu sucessor JOE BIDEN ou então as entidades representando, o denominado Estado Profundo ─ em vez da diplomacia e do diálogo, a dar primazia ao conflito e ao poder (definitivo por mortal) das armas.”

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EUA

Tentando replicar na vida real uma realidade alternativa,

baseada em Hollywood, casinos e efeitos especiais.

 

Um retrato da tentativa de dominação e de obtenção da Supremacia Global por parte da República Popular da China (liderada por Xi Jinping) sobre o Resto do Mundo encabeçado pelos Estados Unidos da América (do presidente Joe Biden), sinalizando-se muitas das bases militares dos EUA instalados em toda esta região do Índico-Pacífico, curiosamente cercando todo o sul do continente asiático (com mísseis) e tentando obviamente “selar” económica e financeiramente (estrangulando-a comercialmente) ─ na sua geoestratégia de expansão ─ todo este imenso território (com os seus mais de 1,4 biliões de cidadãos) sede de um novo Império em ascensão. Assistindo-se no presente a uma rápida substituição das entidades mundiais aparentemente (julgando-se) ainda no poder, com o Eixo do Mundo a deslocar-se do Hemisfério Norte Ocidental (de Washington) para o Hemisfério Norte Oriental (para Pequim). E com o autodenominado (e replicado) representante do Eixo do Bem, num ato de desespero (e de cada vez maior solidão) e de nítida decadência (até mental) ─ julgando serem ainda as armas, uma ferramenta necessária (e obrigatória) para combater o Eixo do Mal ─ ao comportar-se deste modo, a assinar definitivamente a sua condenação à morte (Fim de um Império) dada esta não ser uma “Guerra Fria” (como a original, com a URSS) e dada a mesma estar (há tanto tempo em andamento, agora até com a China a tornar-se na maior potência Espacial) já “bem quente”. E no meio disto tudo (viradas a costas à Rússia e agora que Merkel se vai) o que será da Europa?

(imagem: Base Nation)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:15

Rota da Seda Recarregada

Terça-feira, 09.03.21

[Uma Matrix Reloaded ─ “SILK ROAD RELOADED” ─ não sendo da “Loja dos 300”/EUA com mais de 300 milhões de habitantes, mas da “Loja dos 1.400”/CHINA com mais de 1.400 milhões de habitantes ─ um nível nitidamente superior (quase 5X).]

 

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Utilizando as Rotas do Norte

(trilhos comerciais)

 

E se não for por baixo sendo por cima (centro da Europa/região do Ártico), com o Império Chinês querendo recuperar momentos passados de glória (recuando-se às origens, a 200 AC), na sua expansão já em curso (iniciada em maio de 2017 pelo presidente chinês Xi Jinping com um investimento de 70 biliões de dólares) e podendo-se já antecipar no presente o futuro (entre eles o nosso), a ressuscitar a ROTA DA SEDA: um desejo já partilhado há mais de 500 anos por Portugal desejando ligar comercialmente a China à Europa (ultrapassando-se pela 1ª vez e com o navegador português Bartolomeu Dias o Cabo das Tormentas em 1488 e aí abrindo-se as portas a Vasco da Gama e à descoberta da Índia em 1500) ─ querendo ligar os continentes por via marítima

 

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Unindo dois Continentes

(Ásia e Europa)

 

Anteriormente tendo sido revisitado por Marco Polo (por terra e com todas as dificuldades inerentes) dando origem ao seu extraordinário relato de viagem à Ásia (“As Viagens de Marco Polo”) e às cortes do imperador mongol  Kublai Khan (entre 1271 e 1295), no presente e face à indiferença do Mundo (esperneando com a crise instalada nos EUA, na credibilidade do Dólar e nos seus aliados Ocidentais) ─ unindo-se à Rússia e formando um bloco alternativo (aos EUA) e igualmente poderoso  ─ com o novo “Império em Ascensão” podendo deslocar num futuro próximo o eixo e o centro do Mundo de EUA/Washington para China/Pequim (e face aos constantes ataques a tudo o que é russo ou chinês), a aproveitar apenas o momento (proporcionado por alguém) regressando ao palco global e demonstrando continuar tudo bem e em andamento.

 

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Ligando Terra e Espaço

(da Terra até Marte)

 

Virando progressivamente ─ China e Rússia (apesar do imenso dinheiro investido pelos mesmos, continuando sob ordens norte-americanas, a Europa persistentemente ao ataque) ─ as costas à Europa. E assim como numa história básica e de desfecho previsível, com a China a atirar-se para a “Polar Silk Road” (“Rede da Seda Polar”) ─ não sendo por baixo (com os adiantamentos avultosos distribuídos pelo Ocidente) sendo por cima (entre amigos partilhando fronteiras) ─ colocando mais uma vez em alerta (terrestre & marítima) o Ocidente e extrapolando o conflito (estrategicamente, pois quando se está a perder, é aproveitar tudo) para uma outra dimensão: antes da vez do Espaço (com sondas russas/chinesas, depois da Lua, a caminho de Marte), lidando-se já com o Ciberespaço.

 

[Enquanto o Globo Terrestre estiver económico-militarmente dividido em três partes distintas ─ o Hemisfério Norte Ocidental (os poderosos dominando), o Hemisfério Norte Oriental (os poderosos querendo dominar) e o Hemisfério Sul (os dominados) nunca teremos sossego: nem os pobres morrendo de fome/doenças/guerras, nem os ricos digladiando-se/matando-se/entre si e no caminho inevitavelmente esmagando-nos. Daí o desprezo pelos independentes ─ uma praga atual ─ tentando colocar-se (estrategicamente/em seu benefício) entre ambos (ricos e pobres).]

 

(imagens: Unsplash.com/Vidar Nordli-Mathisen

- Pixabay.com – Pixabay.com/Gerd Altmann → rt.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:54

A Questão do Mexilhão a Nível Global

Terça-feira, 03.03.20

Com o início do fim da U.R.S.S. tendo efetivamente como momento decisivo (o 1º sinal do que aí vinha, tendo sido a morte de Leonid Brejnev em 1982) o dia 11 de março de 1985

 

– Data da nomeação de Mikhail Gorbatchov (89 anos de idade)

como Secretário-Geral do P.C.U.S.

 

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O fim da U.R.S.S.

dando origem à Confederação Russa

(fim simbólico/oficial dado a 26 de dezembro de 1991)

 

E com os passos que se lhe seguiram sendo apenas uma consequência natural e lógica de todo um processo socioeconómico (científico, tecnológico, militar e financeiro) levando no final à sua desagregação (c/Gorbatchov inicial e ideologicamente M-L, no início da década de 90 virando social-democrata) − afastado Gorbatchov num Golpe de Estado (1991) pela linha dura do partido e depois de algumas reviravoltas, com outro protagonista a entrar em ação o oposicionista no extinto Soviete Supremo Boris Ieltsin (1931/2007): culminando todo este processo no desaparecimento do mapa de uma das duas Grandes Potências Mundiais surgidas no fim da II Guerra Mundial − uma sendo a U.R.S.S. do TIO JOE a outra os E.U.A. do TIO SAM – numa data de facto sendo assinalada por simbólica a 26 de dezembro de 1991, quando a bandeira soviética foi substituída no Kremlin pela nova bandeira russa (desagregando-se a U.R.S.S. e daí surgindo a Confederação Russa). Já antes tendo ocorrido a Queda do Muro de Berlim (9 de novembro de 1989) para mais tarde e após a renúncia de Ieltsin (último dia de 1999) surgir então Vladimir Putin assumindo legalmente a Presidência (a 7 de maio de 2000).

 

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Ataque de 11 de setembro de 2001

WTC

(originando mais de 85% do total de vítimas mortais, cerca de 3.000)

 

E destruído um dos polos (U.R.S.S.) ficando apenas um deles (E.U.A.), liberto finalmente dos limites assumindo em seu nome (Unilateralmente) o domínio − e obviamente o controlo: total e absoluto e intitulando-se o POLÍCIA do MUNDO. Surgindo então o Evento dos Ataques Terroristas de 11 de setembro de 2001 no interior do território dos E.U.A., entre eles o ataque a Nova Iorque abatendo as Torres Gémeas do WTC (em Manhattan) e provocando perto de 3.000 vítimas mortais: o pretexto final para com total justificação os EUA se assumirem (e se autoproclamarem, secundarizando a UN) como única Potência Global e Defensora do Mundo (“ocidental e católico-romano”, acho eu) e a partir daí … se acharem no direito divino de como excecionais, fazerem o que quiserem. Como matar sem problemas milhões, destruir até as mais básicas infraestruturas (necessárias para a sobrevivência de um povo) e pôr em fuga pela Vida outros tantos milhões, em territórios como o do Afeganistão, do Iraque, da Líbia, da Síria, do Iémen, etc. (e com os resultados desastrosos e criminosos que se sabem), mas simultaneamente cometendo um erro crasso, esquecendo o Crescimento da Rússia do presidente Putin e o Despertar da China (desde 2013) com o presidente Xi Jinping: quando e apesar da histeria em torno do covid-19 (não pelas questões de saúde presentes, mas pelas consequências económicas futuras), o Eixo do Mundo acompanhando a Evolução tenderá sempre a deslocar-se de Ocidente (Washington) para Oriente (Pequim) − e ao período de decadência de um Império (Americano) seguindo-se o erguer de um outro Império (Asiático).

 

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Drones turcos contra instalações do regime sírio

A Síria como um exemplo do confronto entre blocos

(envolvendo EUA/RÚSSIA e c/ os seus intervenientes no terreno Turquia/Irão)

 

No presente com múltiplos conflitos − não só de âmbito militar (envolvendo guerras) como de âmbito económico (envolvendo sansões) – a estenderem-se um pouco por todos os continentes (exceção talvez feita à Oceânia), com guerras intermináveis como as do Afeganistão, do Iémen, da Síria, do Iraque, da Líbia, da Palestina (“um campo de concentração a céu aberto”), da Ucrânia e ainda de vários países africanos (como Nigéria, Camarões, Níger e Chade, entre outros), estes últimos deparando-se com graves crises internos e/ou com a ação de movimentos insurgentes e terroristas (islâmicos) como a do grupo Boko Haram (seguindo as tradições de dois movimentos ligados ao Terrorismo Global, como a Al-Qaeda e o Exército Islâmico): 11 países independentes e soberanos segundo a carta da UN (de 4 continentes e com fronteiras físicas reconhecidas internacionalmente), aqui citados pelos seu conflitos armados sem fim à vista e acompanhados por um nível brutal de destruição e de mortos (“mortos à bala”), infelizmente sendo ainda complementados por outras ações/intervenções noutros países (integrando o plenário da UN), podendo ter consequências em tudo idênticas, como é o caso da Guerra Económica e das respetivas sansões (“mortos à fome”) – como será por exemplo o caso da Venezuela, da Coreia do Norte e do Irão.

 

E tendo todos (Afeganistão, Iémen, Síria, Iraque, Líbia, Palestina, Ucrânia, Nigéria, Camarões, Níger, Chade, Venezuela, Coreia do Norte e Irão, num total de 14) mesmo algo em comum, colocados no meio de um conflito (a eles exterior) entre dois blocos dominadores e com aspirações de Império: de um lado o Bloco Ocidental (EUA/EUROPA) comandante do atual Império (e com sede em Washington) do outro o Bloco Oriental (RÚSSIA/CHINA) aspirante a novo Império (e com sede em Pequim) − mas com o 1º estatisticamente (e até pelo seu tempo de duração, antes de ser descontinuado) a levar imensa vantagem (em destruição e mortes). E levando com as balas aqueles − o “MEXILHÃO” − estando no meio.

 

[E ainda hoje (neste mundo de FAKE NEWS e com os SUSPEITOS a serem sempre os do COSTUME) nos questionando sobre qual o verdadeiro papel de Boris Ieltsin na subida de Vladimir Putin ao poder (deixando cair o social-democrata Gorbatchov, derrotando de seguida os “últimos comunistas” e renunciando posteriormente do cargo − e aí escancarando as portas de entrada a Putin), sobre quais os verdadeiros impulsionadores dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA (falando-se em paralelo aos atentados de origem externa − e podendo haver algum tipo de ligação − de uma tentativa interna não convencional de golpe de estado) e já agora e dado o conflito continuar parecendo repercutir consequências (nada positivas) um pouco por todo o Mundo, a verdadeira razão para o continuar de mais este conflito (sabendo-se promovido pelos EUA, sobre um tradicional, fiel e estratégico aliado russo) inútil e sem saída (armada).]

 

(imagens: timetoast.com − History.com/gospelherald.com − AFP Photo/yahoo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:03

O Outro Lado da Terra

Sexta-feira, 18.10.19

[Tal como o “Outro Lado da Lua (ou o “Lado Oculto da Lua”) EXISTINDO, apesar de não se ver (diretamente).]

 

How Asia transformed from the poorest continent in the world

into a global economic powerhouse

 

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By the late 1960s, Asia was the poorest continent in the world …

(e meio século depois)

 

By 2016, as my analysis of UN data shows, it accounted for 30% of world income, 40% of world manufacturing, and over one-third of world trade, while its income per capita converged towards the world average …

 

[E com o Hemisfério Norte Ocidental, em decadência por arrastado pela Queda do Antigo Império (Americano, sediado nos EUA) e em estado de choque (parecendo não estar à espera, pelo menos tão cedo) pelo erguer do seu sucessor – agora localizado no Hemisfério Norte Oriental, o Império Asiático (sediado na CHINA) – a ver o Eixo do Mundo a mudar com a evidente mudança para o “OUTRO LADO”.]

 

(texto/inglês e imagem: heconversation.com/how-asia-transformed-from-the-poorest-continent-in-the-world-into-a-global-economic-powerhouse-123729 e sladkozaponi/Shutterstock)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:02

USA − WORLD WAR 3 Vs. CIVIL WAR 2

Sábado, 03.08.19

Num momento da ainda tão curta “História conjunta da Terra e do Homem” em que poderemos estar em direto e ao vivo a assistir à “Queda de um Império” (tal como anteriormente terá sucedido com o “Império Romano”) − o “Império Norte-Americano” – e ao surgimento de outro − o “Império Chinês” – sendo de considerar ser nestas mudanças de ciclos (antes de se atingir de novo o equilíbrio) que se verificam (tal como com o nosso Astro-Rei o SOL, ao passar de um ciclo para o seguinte) certos Eventos − relevantes e por vezes determinantes: como uma III Guerra Mundial.

 

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Face ao clima extremamente intimidatório (tanto psíquica, como fisicamente) em que no presente se vive nos EUA (no seu interior), afetando igualmente maiorias e minorias, homens e mulheres, nacionais e emigrantes e todos aqueles vistos individual ou coletivamente pondo em causa o sistema Estalinista de partido único vigente (um partido bipolar, pretensamente aberto a Republicanos e Democratas) nos seus 50 Estados e restantes Territórios, sendo necessário acrescentar à previsão do THE NATIONAL INTEREST (revista norte-americana fundada em 1985 e dedicando-se à política internacional) − sobre os 5 locais mais suscetíveis de início da WW3 − uma 6ª hipótese cada vez mais credível, por aparentemente mais próxima (no tempo, conhecido já o espaço) e dada a sucessão de evidências e mesmo factos (com alertas coletivos e sinais individuais): com os locais considerados pela revista The National Interest (nationalinterest.org) a serem, (1) o MAR do SUL da CHINA, (2) a UCRÂNIA, (3) o GOLFO PÉRSICO, (4) a PENÍNSULA da COREIA e “devido à imprevisibilidade” e até como alternativa (falte algum território na hora da partida) outro local como (entre outros sempre disponíveis) (5) a Venezuela – todos pondo em causa os interesses da Rússia e da China, logo sendo um ataque direto e aos mesmos dirigido (provocatório) – aos quais deveríamos obrigatoriamente e sendo honestos (“Qual o Território detentor de todo o Dinheiro e de todas as Armas?”) acrescentar (6) os EUA, dada a possibilidade existente do eclodir de mais uma Guerra Civil podendo tomar contornos (dado os EUA serem a Grande Potência Dominante e Global) de uma III Guerra Mundial.

 

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ÚLTIMA HORA:

(US Civil War)

Multiple people were killed Saturday in a shooting

at a shopping center in El Paso, Texas.

One suspect is in custody.

At least 22 people were injured.

Eleven victims were transported to the Del Sol Medical Center.

Another 11 victims were taken to the University Medical Center of El Paso.

(CNN/cnn.com/03.08.2019)

 

(imagens: nationalinterest.org e cnn.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:48

O Próximo a Cair da Cadeira

Sexta-feira, 17.05.19

“Poderá fazê-lo brevemente, aquando da 3ª Guerra Mundial”

(cada vez mais quente, cada vez mais próxima)

 

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A Última Provocação

Com o envio do porta-aviões USS Lincoln a ser considerada pelos responsáveis iranianos como uma mensagem de guerra (afirmada e divulgada pelo próprio John Bolton) desafiando os russos, os chineses e os terroristas do Hezbollah (e esquecendo a Arábia Saudita e os hard-terroristas da Al-Qaeda e do Exército Islâmico) autores dos atentados vitimando milhares

 

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A resposta do Irão

E como resposta com o Irão face ao sucedido na Coreia (do Norte)

E no agora em curso na Venezuela (asfixiando-a até à morte e entregando-a aos Abutres)

Gritando “Morte à América” e “Estamos Prontos para a Grande Guerra”

Na comemoração de mais um aniversário (35º) da sua Revolução

– E não sendo de admirar face aos ataques (de)

John Bolton, Mike Pompeo e Donald Trump,

Afirmando sem despudor terem

“Todas as opções sobre a Mesa” até a Vida dos Iranianos

(homens, crianças, mulheres, entre novos e velhos,

tudo no mesmo “saco” e com o mesmo papel de embrulho)

 

Para quem (por qualquer motivo) não tem nada que fazer (por estar desempregado, estar doente ou ser excedentário) e ainda dispensa algum tempo (prolongando-se as situações anteriores e antes de ser definitivamente descontinuado) para pensar na situação política nacional (numa visão ao pormenor olhando para o nosso Interior) e internacional (numa visão global expandindo o nosso olhar para o mundo Exterior que nos rodeia) − algo que para quem trabalha se transforma de uma forma progressiva e irreversível numa impossibilidade técnica (absoluta) pretendendo-se resistir (dado o pouco Espaço disponibilizado para a nossa Movimentação e desintoxicação) e Sobreviver (no pouco Tempo disponibilizado para a celebração e absorção da Cultura e da Memória, guilhotinando-nos periódica e sistematicamente entre os ponteiros das horas e dos minutos da Máquina Suprema o Relógio) – poderá a partir da observação das notícias maioritariamente (assim consideradas e editadas por algum motivo ou interesse) publicadas no nosso país, posteriormente complementadas por outras oriundas (depois de filtradas por todas as Agências de Informação Público-Privadas intermédias) de todos os outros Cantos do Mundo (e sem ter que se esforçar/pensar muito)– obviamente e pertencendo nós à parte do HEMISFÉRIO NORTE OCIDENTAL, sendo inequivocamente o QUADRANTE da LIDERANÇA GLOBAL (Cientifica, Tecnológica, Económica, Financeira, Militar) com sede política (atual) em WASHINGTON DC – concluir que, tudo aquilo que se passou antes na nossa vida, poderá já ter completado um dos seus ciclos (ou subciclos), estando-se agora a preparar para o início do seguinte (ciclo/subciclo) provavelmente e sendo uma réplica (do anterior, do mesmo Molde Cíclico Original) em tudo idêntico ao anterior”: e se o fim do CICLO/X-1 teve como Marco Histórico (e decisivo) o Fim da II Guerra Mundial e a estrondosa derrota do Estado então considerado Dominante e Imperial − o Império Nazi, sob a Liderança do Führer ADOLF HITLER, a ALEMANHA – no Presente (meados de 2019) e face a certos Sinais e Manifestações cada vez mais evidentes e preocupantes (e perigosos, extremando-se as posições “dos predadores e das presas”) podendo-se estar já perante o declínio do Império (eliminada no percurso a Concorrência) que se lhe seguiu (em conjunto desde 1945, a solo desde 1991) prevalecendo durante 74 anos: assistindo-se ao Vivo e em Direto (e sobretudo connosco ainda Vivos) a uma Grande Convulsão Mundial com a (eminente) queda de mais um império “O Império Americano (o mais relevante por mais falado desde o Império Romano) com todas as causas e consequências já conhecidas por arroladas a partir de todo o conhecimento adquirido no caso anterior – projetando-se uma Guerra sem Quartel mesmo que regional repercutindo-se a nível Global (mais extensa pela Matéria-Prima preciosa e pelas Fontes de Energia), a sua derrota e o descalabro final (do Imperador e seus Aliados) e a nível imperial a subida do seguinte (na hierarquia por direitos transferidos/adquiridos), pelo que todos vemos (deslocando-se o Eixo do Poder de um quadrante para outro, do Hemisfério Norte Ocidental para o Hemisfério Norte Oriental) o IMPÉRIO do SOL com centro na Ásia e epicentro em Pequim.

 

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EUA − Morto pela Dívida

Não nos tendo entretanto extinguido (ao Homem)

E tal como escrito por Joergen O. Moeller há cerca de um ano (em checkpointasia.net)

Com o Império Norte-Americano a cair não por obra dos Russos nem sequer dos Chineses

Mas pela sua Dívida insuportável e em crescimento brutal (exponencial)

(ao nível dos Triliões e Triliões e não sendo problema, quando muito do Resto do Mundo em crise sem esperança, se depara com milhões quando muito biliões)

 

Não sendo (como consequência) de admirar ver agora as ratazanas a fugir (abandonando o Barco em salva-vidas), enquanto perdidos e desesperados, se vêm os ratos a afogar (como por cá para já entre margens, nos cacilheiros do Tejo).

 

No caso da ponte da Arrábida e parecendo (para alguns “não interessados” por indiferentes e/ou ou “interessados”, que não para os que lá passam todos os dias e fazendo-o por várias vezes) descabido associar tal assunto a outros de um nível Nacional/Internacional muito superior (por referido oficialmente e pelas “forças-vivas-da-terra” − em oposição às “forças-mortas” – consideradas como relevante para o desenvolvimento das Comunidades), com a realidade explicativa e distribuída (e direcionada) a ser para o público em geral (talvez as tais forças-mortas, mentalmente assassinadas por inatividade e sedentarismo) uma justificação esclarecedora para o estado critico e caótico em que todas as estruturas (físicas, morrais, materiais, etc.) se encontram, olhando apenas para as reações (ao sucedido devido à sua aflitiva falta de ação) das Autoridades: tal e qual como no Totobola e como se não passem de meros apostadores (ouvindo todos aqueles ligados ao “mesmo coletivo” à Administração ao poder) propondo-nos uma Tripla (1X2) e a partir daí deixando-nos ainda mais confusos (e sem saber o que fazer) verdadeiramente com “as-calças-na-mão (já a caírem por falta de “cinto/suspensórios” e podendo-se face à visão cada vez mais enublada “tropeçar nelas”) – segundo Eles (os especialistas-certificados, por instituições público ou privadas, curiosamente concessionadas pelos mesmos) nada se passando (1), segundo outros necessitando apenas de manutenção (X) e segundo uns outros (e ainda) podendo ter as estruturas de suporte debilitadas (2). Numa resposta só possível vinda de um Coletivo tendo como símbolo a “Irresponsabilidade e a Incompetência”, dando Eles o exemplo do que devemos fazer como “Novos-Escravos” Interiorizando e Aceitando (o nosso Fado/Destino) e assim “Fazendo Nada”: com um efeito de contágio ultrapassando fronteiras (de Local e à velocidade da luz, tornando-se em segundos Global) ultrapassando de longe o do Ébola e transformando-nos em Zombies (cada vez mais mortos que vivos). Como o poderia ser o caso Berardo (um drama humorístico-dramático), a situação no polo fundamental social (e da manutenção de Soberania) da Saúde e da Educação (dramáticas pelas Vítimas e péssima pela má Formação) − Um Drama-Brutal e sem Solução, transmitido (já) ao longo de sucessivas Temporadas − concluindo-se logo nos Bancos, no topo da Excelência (como o dos Cartões Dourados) e no Branqueamento ou Lavagem (tão bonitos como presentes) dos tão desejados (como necessários no presente, como de “pão para a boca”) Capitais. Com quase todos a Roubarem (em Portugal como no Mundo), sendo presos os sem ambição (pequenos furtos/delitos) e premiando os Grandes Devedores (de tão devedores que são, chantageando “a Fonte” e tendo esses Bancos na mão).

 

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John Bolton Vs. Vladimir Putin

Com as duras (por provocatórias) posições de John Bolton para com a Rússia e a China

− Numa reedição de “Uma Aventura Norte-Americana no Médio-Oriente” antes levada a cabo sem a URSS/com os chineses ainda escondidos (temporada de Caça no Iraque), agora com a Rússia de Putin/com os chineses bem visíveis (temporada de Caça no Irão) e substituindo os norte-americanos a quererem “Chamar a si o Mundo”) –

E sabendo-se da pretensão do mesmo (em nome dos EUA)

Em controlar toda a Energia (sendo agora a vez do que falta a Venezuela e o Irão)

Com os receios de um novo conflito (já bem pesado)

A pairarem no ar e (de repente) ameaçando cair (EUA vs. Bloco Asiático)

 

E Unilateralmente (evitando diálogo/discussões) com um Polícia-Mundial colocado na Manutenção e no Controlo da correta Aplicação (se necessário e sem remorsos, pronto a punir, a sancionar, a asfixiar, a obliterar) atento a qualquer desvio (na implementação da programação) e (em caso de necessidade e para a prossecução normal do projeto) sempre preparado e pronto para a Declaração: de Guerra e de Fim de Percurso, seja para Algo ou para Alguém. Sendo o Polícia norte-americano (Capitão América), parecendo-lhes-bem” incluindo Europeus (comportando-se como vassalos e prostitutos deste espetáculo contraditório/deprimente) e apontando as suas Armas não por o declarar (oficialmente) seu Inimigo, mas por (este) não querer partilhar as suas próprias Reservas (por acaso das maiores reservas Globais) com o Supremo Protetor: e não podendo (pelo menos para já) atacar a RÚSSIA e a CHINA reservando-se para Ele (EUA) o direito de o fazer com a VENEZUELA e (de seguida) com o IRÃO – expectável/certamente e segundo Eles com russos e chineses (todos “cheios de medo”) limitando-se a ser “atropelados, a ver e a engolir”. Para quem quiser acreditar.

 

A nível Internacional e perante toda a acomodação (sinónimo de inatividade e de cobardia) relativamente à considerada, única e todo-poderosa Potência Global Terrestre, os EUA – com a América bem controlada (exceção feita à Venezuela), a África em “Banho-Maria(agora com o BOKO HARAM, como fundamentalistas islâmicos e do tipo terrorista-hardcore, pondo a “panela-a-ferver” tal como o fariam os seus “pais”, a Al-Qaeda e o ISIS/ISIL), a Europa alienada/“bem-entalada (dos seus valores Humanistas/entre o Atlântico/EUA e a Rússia), a Oceânia inexistente por conformismo económico-social, por aliada e obediente (no fundo lutando por integração e garantias de sobrevivência) e o Médio-Oriente alinhado  (sob liderança Saudita) submetendo-se docilmente (mais-ou-menos) ao omnipresente e forte Petrodólar

 

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A América e o seu maior adversário de sempre a China

Colocada a questão (e a dúvida) sobre a possibilidade dos EUA vencerem a sua nova Guerra Fria com a China (a velha e reativada, sendo com a Rússia) com a resposta de Hugh White (Professor de Estudos Estratégicos da Universidade Nacional Australiana) a ser clara e curta: “Não, sem se correr o risco de uma Guerra Nuclear” (em South China Morning Post)

 

Restando apenas a Rússia e o seu vizinho asiático a China (no tal continente em expansão, por grande e populoso, agora considerado perigoso) como podendo representar os Grandes Adversários do presente dos líderes Norte-Americanos (como Potência Dominante) e por desleais e incertos (para com os EUA, sua ideologia e prática), sendo os Alvos a Abater e os Inimigos do Mundo.

 

Com a atual Administração (comandando a Casa Branca) sob controlo Republicano (antes nas duas câmaras, agora só no Senado) e liderança de DONALD TRUMP (desde início de 2017 e surpreendentemente o 45º Presidente Norte-Americano) − como o poderia ser por caminhos aparentemente diferentes (da mesma forma “enviesados”) mas com o mesmo conteúdo e objetivo (ideológico) tendo como líder a Democrata e dupla ex-candidata presidencial (sempre derrotada) Hillary Clinton, ou não fosse igualmente o “soft” Barack Obama nos seus oito anos de mandatos (consecutivos e tendo sido reeleito, dois) para além de autor do fracassado Obamacare (interessando apenas Bancos/Seguradoras), Campeão na Expulsão de Emigrantes (entre eles os Alienígenas oriundos para lá do célebre Muro) e promotor e Rei Absoluto dos Drones (essas máquinas voadoras não sendo precisas na escolha mas à sua volta e como nos tratamentos por prudência ou inevitabilidade exterminando tudo) e mesmo assim coroando-o com um Nobel (da PAZ) e desse modo limpando-lhe (e protegendo-lhe para o Futuro) a Alma apenas a cumprir o mesmo trajeto reinventado e como que iniciado há 18 anos, com o Evento Catastrófico (principalmente para o cidadão comum norte-americano ou não habitando Nova Iorque ou seja os EUA) do 11 de Setembro de 2001, por hipótese (na altura logo transformado em Certeza) interpretado como um ATAQUE à AMÉRICA mas como se verificou e confirmou (pelo menos o que se constata, nem duas décadas depois) mais parecendo uma encomenda enviando com a mesma um pretexto para a exibição (justificação por parte deles/aceitação por nossa parte) de “ALGO +: talvez um GOLPE de ESTADO (apenas para confirmar o poder do C I-M/Complexo Industrial-Militar), conjuntamente com as Armas e o DÓLAR (e as respetivas Impressoras), Fazendo Girar a América (com eixo em Washington) e com ela todo o Mundo (incluindo russos e chineses).

 

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Fake News

(1 de Maio de 2019)

Com o símbolo estampado do Washington Post

Uma notícia de última hora

Sobre a resignação (secreta) de Donald Trump

As celebrações que se lhe seguiram

E o juramento de Mike Pence como novo Presidente

 

Ainda hoje (16.05.2019) para nós (interpretes secundários) e por vezes com os mesmos (interpretes principais), vendo-se o caso flagrante de JOHN BOLTON representante do C I-M − um dos grandes promotores e divulgadores da existência das (nunca descobertas por como se viu inexistentes) Armas de Destruição Maciça (do executado sumariamente Saddam Hussein) – no presente e de novo absorvido e fixado no controlo (para ele estratégico e decisivo) de todas as fontes de ENERGIA (neste caso o Petróleo), se antes conselheiro na que seria a futura Guerra do Iraque (0000 de mortos) depois (agora) conselheiro na que poderá vir a ser a futura Guerra do Irão: talvez não como no Iraque com uma aparente conclusão (pela pobreza do território sem grandes ondas de propagação), mas dadas as “especiais circunstâncias (da subida da Rússia e da China − e em Bloco − ao topo do pódio global) com uma hipotética III Guerra Mundial como continuação e sem conclusão (não sobrando ninguém).

 

E por cá com o novo TOMÁS (Américo Tomás 13º Presidente de Portugal de 1958/1974) a fazer reverência aos chineses (convidando-as a investir e como já não chegasse ainda mais) para simultaneamente o fazer (com descaramento e falta de vergonha, duas das suas características) − como se fosse necessário sabendo-se quem ele é − aos norte-americanos (defendendo o aumento dos laços com os norte-americanos e fazendo o contrário − Portugal ou Europa − “cometendo-se Suicídio”). Marcelo Rebelo de Sousa, na altura cumprindo aquilo que a mãe lhe achava estar destinado (como filho precoce e brilhante e frequentando via paterna os Corredores do Poder) e sendo visto como “afilhado” do Chefe do Governo (de então, tendo sucedido a Salazar, caído acidentalmente da cadeira) como consequência lógica e natural podendo vir a ser o sucessor de Marcello Caetano, não alcançando (aí) tal Cadeira do Poder (1º Ministro ou Presidente para ficar na História no fundo tanto faz) sabendo parar e ter calma, engolir e sobretudo esperar (mas vendo-se/vendo-nos pela TV) − e 42 anos depois sendo eleito PRESIDENTE (e já noutro Regime logo o inverso do anterior). Que dizer dele? Oportuno e Inteligente num Mundo em que quem vai nu (contrariando o que sempre disseram), não é o REI, mas és TU (ainda eu e o resto do Povo).

 

(imagens: viralnewspaper.com e Getty/nytimes.com − checkpointasia.net – Getty/express.co.uk – Craig Stephens/scmp.com − north american political activists/npr.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:27

Felizmente Vejo a Cores e para já sem Fim à Vista

Segunda-feira, 11.03.19

[Apesar do Preto & Branco relevar as Imperfeições e um dia nos Transformarmos sem tempo nem destino.]

 

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Benjamin Netanyahu

Disavowed the idea of the Palestinians ever getting their own state

Israel is not a state of all its citizens

Israel is the state of Jewish people alone

(antiwar.com)

 

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How has the Israel lobby further captured key nodes of U.S. government policymaking?

THE ISRAEL LOBBY & AMERICAN POLICY CONFERENCE 2019

March 22, 2019 at the National Press Club, Washington, DC

(iniciando-se quase que anonimamente dois dias antes da certa e amplamente publicitada reunião do Comité de Assuntos Políticos Israel-Americanos a AIPAC (grupo de lobby pró-israelita)

 

Num momento da História Mundial (supostamente liderada pelos EUA) em que tudo o que se passa ou se mexe (mesmo que aparentemente/senão mesmo estrategicamente) se resume a uma simples (interessada e unilateral/por decidida pelos escrivas do regime)

 

Análise a Preto & Branco:

 

– Desde a influência de Israel na política

(interna/externa)

e nas diversas Administrações norte-americanas;

(Republicanas ou Democratas);

 

− Até à situação crítica

(cercada, sancionada, congelada e asfixiada)

em que se encontra a Venezuela;

(citando apenas dois exemplos mencionados no site ANTIWAR/antiwar.com);

 

− E passando ainda

(e obviamente)

pelo clima político extremado que se verifica

(mais evidente desde Donald Trump se começou a impor surpreendentemente nas primárias de 2016, acabando posteriormente eleito como representante Republicano)

no interior dos próprios EUA

(de que a CNN e a FOX são excelentes exemplos dessa promoção-publicitária e extremamente intrusiva, resumindo tudo a Trumpistas e Antitrumpistas e propagandeando os seus patrocinadores sejam eles REP ou DEM)

colocando Uns de um lado e os Outros do outro lado do MURO

(que não o que separa os EUA do México, mas o que separa a Realidade/que nos cerca da Ficção/que nos impõe);

 

É interessante constatar que tudo o que nos é retratado apenas a Preto & Branco (logicamente depois de tratado), é-o (inevitavelmente e de modo a não pensarmos muito no assunto, já que Tempo é Dinheiro) após ser filtrado e de reduzida a sua (de todos/de tudo) palete de cores.

 

Não sendo algo que já não se esperasse (muitas vezes a Esperança Futura mata a Realidade Presente), mas que anteriormente não tendo sido notícia (reflexo) ou tempo de análise da mesma (não existindo suporte cultural e memória), posterior e dificilmente teriam eco quando tudo se tornasse irresolúvel:

 

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Ponte fronteiriça Venezuela/Colômbia

 

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Com os camiões de ajuda humanitária a serem incendiados (com cocktails Molotov e do lado colombiano da fronteira) por opositores internos (apoiantes de Guaidó) e externos (EUA e Colômbia à cabeça) ao regime de Maduro

 

Uma conclusão natural a que todos chegaremos (os mais de 7,5 biliões de pessoas habitando a Terra) vivendo num Mundo em que 1% (um deles sendo o Presidente da maior potência do Mundo, não um político/em risco de ser dispensado, mas um Milionário/o Dispensador) detêm um poder idêntico ao de 99%

 

− No decurso e na vigência do atual Império Norte-Americano, um regime suportado por Armas & Dólares

 

Mas que espantosamente (pelo menos para os que ainda acreditam no Homem) e apesar da distribuição (desequilibrada) de todas as poderosas forças em presença, ainda consegue furar (a membrana orwelliana), expondo a realidade e se necessário a (sua/nossa) tradução.

 

Nos (1) EUA como poderia ser em (2) Israel ou na (3) Venezuela (no Afeganistão, no Iraque, na Líbia, na Síria, no Iémen, a curto-prazo no Irão) com os factos (após manipulação/reorientação) a ultrapassarem a realidade e a serem traduzidos, conforme a sua origem, os interesses da mesma e as cobaias a serem instrumentalizadas

 

  • Impedido o Presidente de se impor internamente (perseguido implacavelmente pelos Media e agora pela Câmara dos Representantes) mantendo-se a sua política de pressão/intervenção sancionatória/agressiva (mesmo contra a opinião dos seus Aliados Ocidentais) sobre todas as áreas geográficas do globo terrestre onde o problema dos recursos energéticos (apropriação/exploração) se coloque – como é evidente com a questão iraquiana/no passado, venezuelana/no presente e iraniana/no futuro – mesmo que contra todas as promessas não intervencionistas (em princípio mais protecionistas) do novo Presidente Norte-Americano (desejando o regresso das tropas a casa, atuando nos diversos conflitos);
  • Na confusão do panorama político norte-americano surgido das eleições intermédias de 2018 – com a Assembleia de Representantes virando de REP Para DEM, pressionando ainda mais Donald Trump (com todos os impeachments possíveis/impossíveis e imaginários) e com os novos contingentes Democratas a distribuírem-se desde o centro aos socialistas até à extrema-esquerda – com Israel a manter a sua presença e pressão e poder de persuasão (face a REP e a DEM): como entreposto prioritário (dos EUA) no Médio-Oriente, no presente em período eleitoral e a nível geográfico-estratégico protagonista e  mesmo vital (no controlo de armas/energia);
  • E já na Venezuela (maior reserva petrolífera do mundo) depois de anos e anos de cerco, de sansões, de congelamento de contas, de tentativas de intrusão, de ameaças de intervenção militar e de asfixia económico-financeira e social total (devido ao bloqueio ao país nem sequer se deixando aí chegar o básico em alimentação e medicamentos), com a história do Chile (e de toda a América Latina) a parecer querer repetir-se, com a eliminação de um regime − agora o Venezuelano (orientado no seu processo exatamente pelos mesmos golpistas externos de então) − para lá voltar a colocar os mesmos do antigo regime (que tanta miséria provocaram aos venezuelanos apropriando-se das receitas do petróleo) agora enquadrados por Guaidó (aqui o Agente-Provocador).

 

Mas sempre com a Rússia e a China à espreita do erguer do novo Império (e da Queda do Antigo), pelos indícios do oriente (cada vez mais evidentes para a própria Angela Merkel) o inevitável Império Chinês (nós por cá já tendo o Mexia).

 

(imagens: Gali Tibbon/Reuters e israellobbyandamericanpolicy.org − @USAenEspanol/Twitter.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:54

Qual Será o Joker da Europa?

Sábado, 26.01.19

[Com o Deutsche Bank (umas das maiores instituições financeiras mundiais) já falido e com o Baralho a Desfazer-se (veja-se o Brexit).]

 

A China à Conquista da Europa e do Mundo

 

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Na concretização de um projeto do seu Presidente Xi-Jinping

(num caminho iniciado em 2013)

Repondo a Rota da Seda e pré-declarando a chegada do Novo Império

(substituindo o anterior)

 

Sendo certo que neste ano de 2019 (talvez com um apêndice em 2020, antes das Presidenciais Norte-Americanas) algo terá que suceder (de verdadeiramente relevante) de modo aos EUA surpreenderem (todo o Mundo) – confirmando-se como Imperio Reinante – mantendo por mais um pouco (pelo menos umas temporadas) o suspense Global sobre o Líder: vendo-se aí e então (face aos dois blocos em presença) qual a Força das Armas (neste início do ano já com o dólar sob ataque) – se as do Bem ou do Mal.

 

Sob a batuta virtual de Xi-Jinping (China) – e do seu país a caminho dos 1.400 milhões de habitantes/sendo o 3º em área – e de Vladimir Putin (Rússia) – e do seu país a caminho dos 147 milhões de habitantes/sendo o 1º em área, muito bem acompanhados por territórios estratégica e igualmente extensos (e ricos) como a Índia – a caminho dos 1.280 milhões de habitantes /7º em área – a Turquia – a caminho dos 77 milhões de habitantes/36º em área – e o Irão – a caminho dos 79 milhões de habitantes/17º em área – ou seja e considerando apenas estes 5 países cerca de 40% da população Mundial, o último Eixo do Mundo tendo como centro do mesmo o Atlântico e as suas margens a América e a Europa – assim decretado desde meados do século XIX, oficializado com a criação da NATO, já lá indo mais de 70 anos – mostra claramente que a deslocação desse Eixo (do poder Económico/Financeiro Global) se dirigiu ainda mais (talvez já irreversivelmente) para leste (tendo a Europa/o nosso continente como referência) tendo o Índico-Pacífico como ponto central e a América e a Ásia como fronteiras: deslocando-se (longitudinalmente) de Washington e centrando-se em Pequim e colocando nas mãos da China (e dos seus aliados como a Rússia) o Futuro do nosso Mundo (Sociedade/Civilização), antes (por nós) centrado na Europa, de seguida na América (do norte) e agora no Império da Ásia. E confirmando-se tal facto pela desagregação da Europa (com a economia a abrandar e nova Bolha a caminho) e pelo seu isolamento crescente (desta Europa bipolar, agora e depois do Brexit, nas mãos da dupla Merkel/Macron) face aos aparentemente desinteressados EUA (com Trump isolado internamente, a ter que optar até 2020 por algo espetacular a nível externo): com os EUA deixando cair (lentamente) a Europa, com a Rússia de costas voltadas para ela (virada para a sua parte asiática) e com as multidões de migrantes (entre elas africanas) a espalharem-se por todo o lado.

 

(imagem: agenziacomunica.net)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:09