Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Nov 19

[Quase-Tangentes (ou rasantes) esperando-se que apenas passando (não parando, nem tocando), Tangentes pouco tocando e apenas o fazendo num ponto (esperando-se o melhor, se possível não alastrando), ou Secantes penetrando o Plano e transformando (deformando) o Espaço − onde na sua trajetória (este último) irá encontrar a Terra.]

 

Estando o asteroide 2019 UN3 incluído nos 61 objetos seus semelhantes passando perto da Terra − a uma distância menor que a da Terra/Lua (384.400Km) e desde o início do ano de 2019 − no global do nº de asteroides do ano de 2019 (até ao momento pouco mais de 60, passando a < 1 LD) podendo a vir a ser muito semelhante ao do ano de 2018 (77): pelo que a preocupação não resultará do possível aumento do número de “passagens próximas (que não tem sucedido) mas no aumento da capacidade técnica da deteção destes objetos se possível, descobrindo-os “muito e muito antes” e sem deixar passar nada no “filtro”. Mas o ideal, aconteça ou não aconteça, c/ um grande ou c/ um pequeno (e até podendo ser um Cometa) − e tal como sempre acontece em terra (na Terra) c/ o Homem para se prevenir, em vez de remediar, um dia (talvez para se salvar) a ter de partir (p/ o Espaço).

 

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Asteroide Florence, um dos maiores NEA − com cerca de 4Km (e passando relativamente perto, ainda a uns milhões de Km e até pela sua dimensão, podendo ser considerado um PHA) − felizmente sem previsão de impacto (tal como mais de 90% dos PHA)

 

Inesperadamente com o Objeto surgindo e sendo descoberto no “Horizonte Celeste” (às 14:45 UTC de 31.10.2019), poucas horas antes da sua passagem, neste dia (e felizmente) “sem paragem”. E se tivesse parado por cá como Estação (levando com um Grande calhau) ou como Apeadeiro (levando com um mais pequeno)?

 

No passado dia 1 de Novembro “Dia de Todos os Santos ou Dia dos Fiéis Defuntos (para os “Sagrados”) seguindo-se à noite de “Halloween” de 31 de Outubro (para os “Profanos”) – juntando “Morte” com “Doçuras & Travessuras− eis que mais um objeto vindo das profundezas da escuridão do Espaço faz mais “uma quase-tangente ao nosso planeta”, passando no seu ponto de maior aproximação à Terra a apenas (pouco mais de) 12.500Km de distância: e para demonstrar tratar-se de uma “distância menor (Objeto/Terra), sendo sensivelmente 30X menor que a distância Terra/Lua e aproximadamente igual ao diâmetro da Terra.

 

Com o asteroide 2019 UN3 passando pelo início da tarde de 31 de outubro sobre o continente Africano, depois da sua passagem a uma distância (de nós) de um “diâmetro da Terra”, caminhando de novo para o seu ponto mais afastado da sua trajetória ou afélio (passando por perto e influenciado entre outros pelo Sol e pela Terra) localizado no Cinturão de Asteroides. Apesar da distância (de passagem relativamente ao nosso planeta) sendo-lhe atribuído − dada a sua órbita e trajetória incerta (logo, o perigo de impacto) − o Código 7 (numa escala 0-9). Nos registos existentes sendo o segundo asteroide a passar tão perto da Terra, só sendo ultrapassado por um outro (por pouco) tendo por cá passado em 2011 (2011 CQ1). E estando já marcado um recorde para 2095 (asteroide 2010 RF12) com uma “quase-tangente, tangente ou secante” à Terra e com 6% de hipóteses de existir, colisão.

 

Felizmente tratando-se de um objeto menor de uns 1m/2m de dimensão e que impactando não teria grandes consequências para a Terra (evento menor), mas que no entanto e num contexto diferente (por exemplo de trajetória e/ou de dimensão do objeto) poderia ter graves consequências para o nosso planeta caso, em vez de lhe fazer uma quase-tangente fazendo-lhe uma tangente ou secante (tendo maior dimensão e/ou maior velocidade e/ou diferente ângulo de entrada, etc.) e impactando (parcial ou totalmente): não sendo por acaso que passando tão perto de nós a uma velocidade de quase 13m/s, o objeto 2019 UN13 com um trajetória tão próxima da Terra e pela sua aproximação do duo Terra/Sol de órbita tão incerta, seja definido como (relacionando-o com a possibilidade de impacto) de Código 7 (numa escala de 0/9).

 

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Asteroide 2019 MO (grupo Alinda) de cerca de 5m de dimensão, entrando na atmosfera terrestre e posteriormente explodindo sobre o Mar das Caraíbas a 22.06.2019 (apenas 12h depois de ser descoberto) provocando ondas de choque registadas nas Bermudas

 

Com este objeto − um asteroide do grupo ATON normalmente circulando no interior da órbita da Terra e com um período inferior a 1 ano − vindo do Espaço (exterior à Terra e por desconhecido, potencialmente perigoso) apanhando-nos completamente desprevenidos e só sendo descoberto (no momento por “quase ninguém”) poucas horas antes do seu aparecimento − e em caso de necessidade “prevendo-se o pior (a Tangente ou Secante) sendo impossível de alguma ação preventiva e de segurança (para a Terra, para a Vida, para o Homem) − fazendo parte entre muitos outros do grupo de asteroides que passando mais ou menos perto de nós (na sua aproximação ao Sol, contornando-o) o fazem com AVISO ou SEM AVISO, no caso dos primeiros ainda se podendo fazer algo, mas tal já não sucedendo com os segundos. Talvez mesmo nem sequer dando tempo para pensar, apenas olhar e rezar.

 

Asteroides que tal como os Cometas e apesar de terem origens diferentes sempre têm preocupado e posto em alerta o Homem aquando das suas passagens por perto (da nosso planeta), uns tendo como remetente o Cinturão  de Asteroides (localizado a 330/480 milhões de Km do Sol) ou até mais distante o Cinturão de Kuiper (localizado a 4.500/7.500 milhões de Km do sol) − os ASTEROIDES – e os outros tendo como fornecedores a distante Nuvem de Oort (localizada entre um mínimo de 2000/5000 UA e um máximo de 50.000 UA, 100.000 UA ou até 200.000 UA) − os COMETAS. Para já não falar dos objetos INTERESTELARES como OUMUAMUA e BORISOV, oriundos de um outro Sistema, logo de outra(s) Estrela(s): e não sendo do Sol denominados como, Extrassolares – alguns mesmo atribuindo-lhes (até pela sua raridade) além do título de Alienígenas o de Artificiais (enviados p/ Algo ou Alguém).

 

Ainda uns dias antes (29 out) com outro NEA (2019 UB8 com 6 metros) a passar relativamente perto de nós (pouco mais de 190.000Km) para já na altura do 2019 UN13 (31 out) outros dois o acompanharem (um de 8 m a pouco mais de 750.000Km e outro de 20m a pouco mais de 1.500.000Km) e para finalmente passarem outros dois (a 1 e 2 de Novembro) a pouco mais de 190.000Km/17m e de 115.000Km/7m. Sabendo-se de antemão das características dos já descobertos (registados e definidos) NEA (Near Earth Asteriods) e podendo-se prever até como futuros e possíveis PHA (Potentially Hazardous Asteroids) as suas futuras aproximações (com alguns já apontados como potencialmente perigosos), mas por outro lado nunca se podendo vir a saber nada (ou garantir minimamente algo de positivo, de sobrevivência) sobre aqueles que sem aviso, repentinamente e sem que possamos fazer algo (para o impedir ou nos prepararmos) – com maiores parâmetros “destrutivos” que 2019 UN13 (descoberto e passando a 31 e definido apenas a 1, felizmente passando ao lado e sendo pequeno) de um momento para o outro aparecem à nossa frente e em possível rota de colisão com a Terra: muitos deles sendo descobertos já após a sua passagem (perto de nós), confirmando-se aí e apenas, não termos sido atingidos.

 

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Comparação do nº de asteroides passando a menos de 1 DL (distância lunar = LD = 384.401Km) no ano de 2018 e de 2019, globalmente (nível anual) muito semelhantes; justificando a preocupação não ser a quantidade, mas a qualidade na sua deteção (antecipada)

 

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Num momento em que o SOL ainda se “afunda mais” na sua aproximação a um “Mínimo de Atividade Solar” assinalando a passagem do seu 24º Ciclo Solar (2008/2019?) para o 25º Ciclo Solar (2019?/2030?) − em ciclos aproximados de 11 anos – diminuindo a sua intensidade de ação, entre elas a dos seus “Raios Solares (dirigindo-se e incidindo sobre a Terra) e assim abrindo ou mesmo “escancarando as portas” a outros raios exteriores (ocupando o espaço livre deixado pelos raios oriundos do Sol) potencialmente mais perigosos (para a Terra, para a Vida, para o Homem) pelo menos enquanto esta atividade mínima solar se mantiver, sem Manchas Solares e sem CME’S: os “Raios Cósmicos (afetando ainda mais − que os Solares − todo o Ecossistema Terrestre); e num momento em que até se verificou (para além do asteroide e do ciclo solar) uma “tripla conjunção” – Lua, Júpiter, Ganímedes (1 das mais de 80 luas de Júpiter, 1 das 4 Luas de GALILEU) − visível a olho nu, no céu, ao anoitecer. Quando cada vez mais são anunciadas passagens próximas de objetos vindos do Espaço (como por exemplo os asteroides), não sendo preocupação única e tendo como aspeto negativo a sua quantidade (de registos, podendo estar a crescer como a manter-se na “média”) como e acima de tudo e para alguns (que poderão equipara-se a muitos, nas suas consequências) a sua grande imprevisibilidade − podendo de um momento aparecer não se tendo mais nada a fazer senão ver (num ponto da Terra sendo tangente, ou em todos sendo secante).

 

Num Sistema Planetário com cerca de (previsão) 150 milhões destes objetos (até ao presente quase 840 mil detetados) a circularem – “apenas considerando os mais visíveis, passíveis de deteção e com mais de 100m” − em trajetórias definidas mas podendo tornar-se (p/ diversas circunstâncias) algo instáveis (muitos deles orbitando entre Marte e Júpiter) – e apresentando dimensões variando entre 1m e 500Km – com as 4 principais preocupações a residirem na sua trajetória, na sua dimensão e no crescimento de aparecimentos (deste tipo de objetos), mas também e como seria lógico e do mais necessário, obrigatório e imediato conhecimento, a dependerem da maior antecipação possível das descobertas, cálculos e previsões destes episódios, não se evitando e/ou prevenindo, podendo ter consequências negativas. Sendo apenas necessário dinheiro (ou seja, investimento).

 

Mas mesmo assim (não havendo fortes investimento nestas áreas de observações, registos, cálculos, previsões e até futuras explorações) desqualificando-se a importância de tal assunto envolvendo a evolução diária do “Tempo no Espaço”, quando e persistindo neste mesmo termo conjugando “Momento e Consenso” − e segundo estudos recentes dos Média dos EUA tendencialmente (se não esmagadoramente) DEM – os norte-americanos se dividem entre dois grandes perigos talvez ao Nível da Extinção (pondo de lado o COMETA & HILLARY, agora na oposição) de ser impactado por um  ASTEROIDE ou então sê-lo por TRUMP.

 

[1UA = 150.000.000Km]

 

(imagens: NASA – Frankie Lucena/watchers.news – watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:09

09
Out 19

[Assim como a Solução.]

 

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Ilustração do asteroide (de mais de 80Km) que com o seu impacto com a Terra (equivalente a 10 biliões de bombas atómicas e ocorrida no que é agora o México) levou à extinção dos Dinossauros (então a raça dominante) e à eliminação (com esse Evento) de 75% de toda a vida no planeta

 

Num prazo de 6 dias − 8 a 13 de outubro – com um total de 19 asteroides passando nas proximidades (relativa) da Terra − entre 500.000Km e 7.400.000Km de distância de nós – com as suas dimensões variando entre cerca de 10m e pouco mais de 80m (velocidades aproximadas entre 3Km/s e 22Km/s). Pelos vistos criando alguma preocupação.

 

Com apenas 3 desses asteroides a passarem a menos de 580.000Km (aliás perto disso) de distância da Terra, logo e em princípio não se correndo o perigo de impacto. Sendo o maior deles 2019 SX5 com cera de 83m, mas passando a mais de 6.800.000Km da Terra; e o menor 2019 TW1 com apenas 10m e passando aos tais 580.000Km de distância.

 

Mas com a nossa preocupação não se devendo limitar a estes objetos (passando nas proximidades da Terra) com as suas órbitas e trajetórias já bem definidas − sabendo-se por antecipação as datas em que passarão mais próximos ou poderão impactar (para já nem notícias de que tal possa suceder no futuro próximo) e “vendo-se bem de onde vêm”,

 

Se comparda com todos os outros (objetos) que aparecendo de repente e apanhando-nos completamente desprevenidos (não havendo no presente instrumentos para os detetar), sem Aviso ou possibilidade de Alerta e atravessando subitamente os Céus, podendo ou não impactar: só sendo detetados no “preciso momento”, nem permitindo sequer “pensar como prevenir e muitas vezes “não se vendo bem de onde vêm(talvez oriundos e como tal passando despercebidos, do lado do Sol).

 

(imagem: Don DavIs/NASA; sobre uma “preocupação” RT/rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:25

01
Set 19

[Ou o Objeto (Calhau) ou o Sujeito (Sr. ou Sra.) que se segue.]

 

“Apesar de, de um momento para o outro poder surgir no Espaço um Objeto deslocando-se na nossa direção (da TERRA) – provavelmente de menor dimensão (em caso de impacto, com efeitos menos intensos, locais) ou então inicialmente “escondido” oriundo de trás do Sol (aqui podendo ser uma “surpresa”, com consequências desconhecidas) – sendo certo que só daqui a 166 anos (segundo os últimos dados da NASA) o problema se poderá colocar: com o asteroide FD 2009 (se não for antes APOPHIS, BENNU ou outro “Calhau” qualquer).”

 

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Asteroide 99942 APOPHIS

(modelo DAMIT – Database of Asteroid Models from Inversion Techniques)

 

Numa notícia publicada a 29 de Agosto de 2019 (em pplware.sapo.pt/ciência) e tal como todas as notícias não políticas, sendo por sistema (ou por “hábito e déficit cultural”) ignorada pelos nossos especialistas da Comunicação Social (se antes muitos deles tendo sido simples leigos/práticos/contadores de histórias, hoje sendo todos reconhecidos como eruditos/teóricos/certificadores deste quotidiano) – e fundamentalmente originada por “deficiência cultural e de memória – a informação e o esclarecimento por parte da NASA (mais uma vez) certamente para nossa tranquilidade e equilíbrio (mental, face a tudo o que se passa no interior do nosso Ecossistema Terrestre) de que “nenhum Asteroide registado irá colidir com a Terra no próximo século.

 

Sendo por um lado uma declaração tranquilizante, mas por outro lado sendo de natureza artificial (por incompleta na análise da realidade apresentada, não sendo esta compatível com a limitação a “registado”) − como se tivesse sido projetada e injetada, por um dardo (mental e extremamente intrusivo) lançado por Algo (em nome coletivo) ou por Alguém (em nome individual) – impondo uma certeza mas apenas para o previsível, para o visível e para o atualmente (física e mentalmente)  viável: e daí a introdução na frase (e no conteúdo temático) da palavra “registado (referindo-se aos asteroides) provocando-nos de imediato (colocando-nos em sobressalto) o aparecimento de “um nó cada vez mais apertado na garganta − à medida da absorção e melhor compreensão da notícia.

 

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Asteroide 101955 BENNU

(OSIRIS-REx)

 

Deixando-nos parcialmente tranquilizados pelo menos (segundo a notícia) para os próximos 166 anos (até 2175) − mas ressalvando entre os passando pelas proximidades da Terra (e nem sequer mencionando os outros, aparecendo sem aviso, para já só pequeninos e geralmente sem impacto) um já há muito conhecido e extremamente falado (não só entre a Comunidade Astronómica como entre os Teóricos da Conspiração) não só pela sua dimensão (310/340m) como pela sua passagem no futuro a pouca distância de nós (além da proximidade das datas mais sensíveis, uma marcada para 2029 a outra para 2036): a de 2029 passando entre 30.000Km (segundo o artigo)/500.000Km (segundo o “ssd.jpl.nasa.gov”) da Terra. De uma forma ou de outra a uma distância menor ou sensivelmente parecida com a distância Terra/Lua (pouco mais de 380 mil Km), mas certamente e confirmando-se a 1ª distância referida no artigo (podendo passar por uma “fenda de ressonância gravitacional” e mudar a sua trajetória) − para além da contribuição da sua dimensão (massa/densidade/velocidade/ângulo de deslocação referente à Terra) – até podendo num caso extremo impactar.

 

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Asteroide 2009 FD

(ESO/VLT)

 

E sucedendo tal Evento podendo o mesmo ser ao Nível da Extinção (de muitas das espécies terrestres − se não de todas − o Homem sendo o primeiro incluído): segundo [pplware.sapo.pt/express.co.uk], com a NASA mantendo-se sempre preparada para um possível evento com o asteroide APOPHIS ou “DEUS do CAOS (dada a possibilidade de alguma alteração na sua trajetória, aumentando o risco de colisão com o nosso planeta), prevenindo-se desde já com dois outros, o asteroide FD 2009 (em 2185) e o asteroide BENNU (abrangendo o período 2175/2195): o primeiro (e segundo o mesmo artigo) com uma probabilidade de impacto de 1/714 e o segundo com uma probabilidade de impacto de 1/1700 (e já sob observação da sonda OSIRIS-Rex – “A missão consiste em estudar e coletar amostras do asteroide 101955 Bennu”/wikipedia.org). Numa altura em que a Terra se debate com múltiplos problemas internos sejam eles Naturais (seguindo a Evolução da Natureza, do Ecossistema Terrestre) ou em alternativa Artificiais (introduzindo como parâmetro adicional, a ação direta e/ou indireta do Homem) − não se preocupando com o resto (em “Partir e Proteger-se”) e aparentemente só pensando em matar, destruir-se (selecionando-nos para tal “por raças”).

 

“Pelo que se o Impacto não for de origem externa (simplesmente funcional ou de origem alienígena) − um impacto de um Calhau ou então uma Invasão − sendo-o se não natural, de origem artificial e interna (um Evento sismo-vulcânico ou de intervenção direta do Homem). De qualquer forma (ou feitio), um péssimo cenário (de se ver): seja TRUMP seja APOPHIS (os primeiros pretendentes) para o título IMPACTANTE. Mas ficando-se sempre ensanduichado (entre dois e podendo ser grandes Calhaus).”

 

(texto: apoiado em “NASA afirma que nenhum asteroide registado vai colidir com a Terra nos próximos 100 anos”/pplware.sapo.pt/ciência – imagens: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:33

18
Ago 19

[Um caso recentemente verificado no Sistema Solar, com um dos seus membros (um cometa) cometendo suicídio, na presença e em contacto com o seu ASTRO-REI (o Sol). Nas imagens seguintes de 1 a 4 (pequeno traço brilhante no centro-direito-inferior das imagens).]

 

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1

Mais um fragmento de um antigo e maior cometa

(já falecido muitos séculos antes no passado)

 

Neste Mundo Infinito de Transformações Eletromagnéticas (para nós com início num BIG BANG local, dando origem “a tudo o que somos e que nos rodeia”) onde as METAMORFOSES estão constantemente presentes

 

– Dando-lhe (ao Mundo delas) um novo aspeto e conteúdo

 

Muitas delas (Metamorfoses = Processo Evolutivo) por nós ainda IMPOSSÍVEIS de compreender

 

− Como será o caso do limite a nós imposto (habitando aparentemente num Mundo Ilimitado) incorporando no nosso trajeto de Vida dois poderosos e (para já) inultrapassáveis marcos biológicos,

como o “NASCIMENTO” e sobretudo como a “MORTE”

 

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2

Em mais uma das suas aproximações ao seu periélio

(ponto de “viagem orbital” mais perto da estrela)

 

A visualização enquanto em “ponto-morto” (sentados, absorvidos, mas ainda a ver algo) de um Evento em tudo semelhante e pela sua dimensão e impacto deveras Celestial (ao nosso destino, ao desígnio do Homem),

 

Apresentando ao Protagonista após todo um usufruto de Tempo e de Espaço Universal

 

– De uma forma previsível, simples, até bela, no entanto absoluta –

 

A sua própria Morte:

 

Talvez apenas mineral (ou transportando consigo água e/ou vida orgânica)

 

– Tratando-se de um COMETA nos seus últimos momentos –

 

Mas como TUDO relevante.

 

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3

Colocando-se na sua trajetória a tão pouca distância do Sol

(e transformando-se num Cometa Rasante)

 

Definitivamente tendo-se ainda de compreender e conseguir integrar (no Homem, tanto física como psiquicamente, numa missão praticamente impossível) a convicção de Lavoisier para nós

 

− MUNDO ORGÂNICO –

 

Ainda não totalmente esclarecida e integrada, de que

 

Na Natureza Nada se Cria (Nasce?),

Nada se Perde (Morre?),

Tudo se Transforma (Perdura?)”.

 

Nada que apoquente (que se saiba) o Mundo Mineral.

 

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4

E acabando mesmo por impactar não reaparecendo

(saindo do outro lado do Sol)

 

E provavelmente entre este (o Mineral, mas já ELECTROMAGNÉTICO) e o Nosso (o Orgânico e envolvendo o Mineral) encontrando-se um dia a ALMA: Algo imensamente para lá − “talvez localizada numa Galáxia bem distante” − da nossa ainda estreita e extremamente controlada Imaginação.

 

Procurando-se ainda explicações.

 

[Na passada quinta-feira dia 15 de agosto sob observação do telescópio solar SOHO, com o mesmo a registar através das suas câmaras de vídeo um exemplo de um ponto máximo de atividade cometária (de um cometa da família Kreutz, “chegada a sua vez suicidando-se”): o encontro personalizado e direto com a sua referência orbital (o foco da sua trajetória), aqui tornado espetacular devido ao impacto (com o Sol) e a toda a sequência final de viagem (do cometa): dirigindo-se para o Sol e contornando-o, não resistindo à sua atração, impactando e como tal “à saída” não surgindo do outro lado.]

 

(imagens: soho.nascom.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:17

12
Ago 19

[Com a distância atual entre o planeta TERRA e o planeta JÚPITER, a ser aproximadamente de 711,9 milhões de Km – e aumentando até final deste ano.]

 

'Totally breathtaking’

 Meteor EXPLOSION on Jupiter captured in rare footage.

(RT/rt.com)

 

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1

Júpiter a partir da composição de 4 imagens recentes

(obtidas a 29.05 pela sonda JUNO e posteriormente editada numa só)

Num registo obtido a uma distância de apenas 8600Km/18600Km do Gigante

(imaginando-se o “sofrimento” da sonda circulando sob o poderosíssimo Campo Magnético)

 

Com o ESPAÇO a ser uma VIA de COMUNICAÇÃO no nosso caso integrando “Pontos, Planos e Dimensões” constituindo o nosso SISTEMA PLANETÁRIO (Sistema Solar) − onde naturalmente existem Veículos aparentemente Estáticos (parados) e outros mais ou menos Dinâmicos (em movimento), mas na Realidade com “todos eles mexendo-se, demonstrando pertencerem a um mesmo Conjunto e estarem VIVOS” – centrado numa estrela particular e Extraordinária (o SOL) assim considerada (e relevada) por nela integrar um Mundo (até agora único e exclusivo por nele aparecer Vida e entre ela o HOMEM) não só Mineral como simultaneamente ORGÂNICO (com algo de semelhante ainda não tendo sido encontrado neste sistema e até na galáxia que o alberga, a VIA LÁCTEA), torna-se sempre interessante não só pelo mistério que o envolve como pelo conhecimento que desses fenómenos poderemos obter (usufruir e desenvolver) – ainda por cima para quem a partir da Terra observa o Espaço que a envolve (em constante transformação desde a sua formação, ocorrida há biliões de anos), parecendo parado face à referência por nós ocupada (um ponto) e ao movimento dos outros Corpos Celestes (um conjunto) – quando um Veículo no seu trajeto habitual e cumprindo-o como sempre sem incidentes de assinalar, um dia é impactado por um outro veículo em passagem (um Viajante interno ou externo ao nosso Sistema, talvez sendo mesmo Intergaláctico) criando desde aí um elo de ligação (forte) entre ambos: integrando-se um no outro e neste caso com o maior (JÚPITER) a engolir e deglutir o mais pequeno (eventualmente um Asteroide).

 

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2

Impacto de um meteoro, com a atmosfera de Júpiter

(cerca das 04:07 UTC de 07.08.2019)

 

Segundo notícia RT (rt.com) baseada numa observação de um astrónomo-fotógrafo amador do TEXAS (EUA) − Ethan Chappel – com este “Observador de Estrelas” norte-americano na passada quarta-feira (7 de Agosto) e após um registo de vídeo tendo como protagonista o maior planeta do nosso Sistema o GIGANTE GASOSO JÚPITER, a constatar mais um Impacto de um objeto (asteroide/cometa) com o protagonista do registo: com um meteoro a impactar Júpiter, a explodir de imediato aquando do encontro (com a sua atmosfera e cobertura de nuvens) e a fragmentar-se, perdendo-se de seguida na densa, poderosa e turbulenta atmosfera do Gigante. Num caso em tudo semelhante ao registado em JULHO de 1994 (sendo tudo instantâneo, comprovando a semelhança do tempo de vida de uma mosca e de um Homem, já lá vão não o parecendo no espaço, 25 anos) quando o cometa SHOEMAKER-LEVY 9 no seu trajeto orbital e após se partir aos pedaços (em vários fragmentos menores), movimentando-se na direção de Júpiter acabou por o encontrar e impactar: oferecendo-nos aí as primeiras imagens por nós observadas e registadas (pelo HOMEM) de um impacto direto e ao vivo entre dois corpos (extraterrestres) pertencentes ao Sistema Solar.

 

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3

Júpiter com uma das suas 79 luas Europa, à esquerda

(a 07.08.2019 meia-hora após o impacto do meteoro com Júpiter)

 

“Cálculos mostraram que o cometa passou o LIMITE de ROCHE de Júpiter em julho de 1992, e as FORÇAS da MARÉ do planeta fizeram com que ele fosse fragmentado em vários pedaços de até 2 KM de DIÂMETRO. Esses fragmentos colidiram no HEMISFÉRIO SUL de Júpiter entre 16 de JULHO e 22 de JULHO de 1994, a uma velocidade de 60 KM/S. As manchas que o impacto causou foram mais fáceis de visualizar do que a GRANDE MANCHA VERMELHA e ficaram visíveis durante meses.”

(wikipedia.org)

 

Um registo de ETHAN CHAPPEL apontando para a parte sul da cintura equatorial do planeta, pelo Tempo/Espaço escolhido acidentalmente (aleatoriamente, talvez por predestinação), mostrando-nos um espetáculo astronómico raro de se ver, mais entre nós (na Terra) do que “lá longe−  com a taxa de impactos em Júpiter se comparada com a da Terra a ser 2000X a 8000X superior (muito maior), razão pela qual poderemos considerar o nosso GIGANTE como o nosso 1º Defensor, a nossa grande Muralha de Proteção contra possíveis invasores e seus ataques (a nossa “Muralha da China”) e talvez o verdadeiro motivo pelo qual ainda hoje existimos, considerando o TRIO FANTÁSTICO composto pela TERRA, a VIDA e o HOMEM. E para lá do registo do astrónomo norte-americano Chappel, aguardando-se agora os possíveis dados e imagens recolhidas pela sonda JUNO: a única sonda ainda no ativo (para lá das ainda e para sempre em viagem como as sondas VOYAGER ou “as já estacionadas ou suicidadas” como a sonda CASSINI) naquelas regiões distantes do nosso Sistema Solar. E ainda sem tripulantes no Local (nem na LUA e muito menos em MARTE) exceto na única estação (de Partida) – a ISS (Estação Espacial Internacional) − há muito concluída e já em decadência: sem carris visíveis nem apeadeiros entretanto construídos (nem sequer pensados).

 

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4

Mapa do céu a 11 de Agosto de 2019

Mostrando-nos a localização de 2019 OU1

(com a sua maior aproximação à Terra para 28 do mesmo mês)

 

[E já agora, depois da passagem recente de dois NEO (Objetos Passando nas Proximidades da Terra) não sendo PHA (Objetos Potencialmente Perigosos) – dada a sua dimensão menor que 100m (22m e 38m) − muito próximos de nós (pouco mais de 2X a distância Terra/Lua) e ainda de um outro “monstro(de 339m) mas passando já bem afastado ( a 7,5 milhões de Km), a notícia de que um outro objeto (com 90m/160m) além de NEO sendo-o igualmente PDA, passando a uma V= 13/18 Km/s e a apenas 1 milhão de Km de nós: curiosamente observado pela 1ª vez há pouco mais de 15 dias e considerado de código 8 – numa escala de 0 a 9 indicando-nos tratar-se de um objeto com um órbita bastante incerta (podendo-se desviar do trajeto inicialmente previsto e até no limite impactar), aparentemente apenas definida hoje (dia 11). Como se vê com tudo sendo feito à “Última da Hora” com o Impacto a poder “tocar o joelho” e provocar uma reação reflexa instantânea (sem possibilidade de resposta/reação) de consequências tão inesperadas como trágicas.]

 

(imagens: (1) Juno/Kevin M. Gill/nasa.gov − (2/3) Ethan Chappel/Chappel Astro@ChappelAstro/twitter.com − (4) theskylive.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:26

24
Jul 19

[Tal com temia Obélix.]

 

Enquanto no dia de hoje (quarta-feira 24 de junho) é esperada a passagem de três asteroides (PHA) nas proximidades do nosso planeta

 

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– Dois de cerca de 70 metros de diâmetro e um terceiro “The Grat Pyramid Size Asteroide” com cerca de 30 metros – passando cada um deles a uma distância da Terra de (ordem decrescente) 4.700.000 Km (2015HM 10 a uma v=9,5Km/s), de 1.000.000 Km (2019OE a uma v=9Km/s) e de menos de 350.000 Km (2019OD a uma v=19Km/s) − uma distância menor que a distância Terra/Lua (384.400 Km) –

 

Algo que nos deveria preocupar bastante dado que se por um lado muitos desses objetos podem ser antecipadamente detetados (pela sua dimensão), outros menores, com constituições diferenciadas (mais ou menos densos) e deslocando-se a grandes velocidades, não o são, senão aquando da sua passagem ou mesmo após a concretização da mesma − e aí, existindo um possível Impacto, nada havendo a fazer senão assistir

 

Em Washington centro de todo o poder científico, tecnológico, económico, financeiro e militar terrestre, umas Bolinhas de Fogo continuam a estalar (como pipocas agora até de micro-ondas) tendo ainda como tema a “Interferência Russa nas Eleições de 2016”, agora tentando executar Muller, chegar ainda ao Presidente (desde sempre o objetivo) e assim promover mais uma “Chuva de Estrelas” infelizmente para os norte-americanos (e para o restante Mundo) de “Estrelas Cadentes”.

 

(imagem: Pixabay/rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:38

01
Jun 19

Com a “Chuva-de-Estrelas (meteoritos) das TÁURIDAS (parecendo ter origem na constelação do Touro) ainda a caminho da Terra e só cá chegando, no Hemisfério Norte em pleno Outono (20.10 a 10.12 e com o pico a 12.11) e no Hemisfério Sul no fim do Inverno (10.09 a 20.11 e com o pico a 10.10),

 

– No Hemisfério Norte originada em fragmentos do asteroide 2004 TG10

e no Hemisfério Sul em fragmentos do cometa ENCKE

 

Antecipando-se à sua chegada e focando-nos num episódio recentemente ocorrido no Hemisfério Sul nas proximidades da costa da AUSTRÁLIA, eis que reaparecem de novo os receios de um Impacto (de um desses fragmentos com a Terra) conforme a sua dimensão/constituição podendo ter consequências catastróficas:

 

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Com uma Bola-de-Fogo do tamanho de um automóvel

A iluminar por momentos os céus noturnos da Austrália − e desaparecendo

(imagem: SA Health/Facebook/geek.com)

 

No passado dia 21 de Maio com um meteoro a entrar na atmosfera terrestre a uma V = 11,5Km/s, iluminando todo o Céu à sua passagem, explodindo no ar com uma energia semelhante a uma Bomba Atómica e finalmente fragmentando-se e despenhando-se nas águas do oceano Índico (na Grande Bacia Australiana) a uns 300Km da costa (do sul da Austrália).

 

A 'hypersonic' fireball

Just hit Australia

With the power of a NUCLEAR bomb

(express.co.uk/26.05.2019)

 

Levantando logo de imediato − tão próxima a presença e passagem deste meteoro, passando perto de terra e de zonas habitadas − a hipótese de Impacto (principalmente para aqueles considerando esta “Chuva das Táuridas”, como uma das fontes principais destes objetos passando perto da Terra e colidindo com a mesma, podendo ser perigosos), na semana passada (dia 1) com o seu Protagonismo a desenrolar-se no Ar (a mais de 30Km de altitude por essa razão não provocando danos) e acabando no Mar, mas certo dia (no caso australiano a partir de 10 de Setembro, mas ainda faltando mais de três meses) podendo desenrolar-se no Ar mas concluindo-se em Terra (aí já sólida).

 

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Apanhado por câmaras CCTV a imagem de uma bola-de-fogo brilhante

atravessando os céus australianos e explodindo − pouco antes da meia-noite

(imagens: Tic Toc by Bloomberg/youtube.com/yahoo.com)

 

Potential risk of Taurid meteor swarm

'Harbinger?'

Rogue Fireball near-missed Coast of Australia!

(ufosightingshotspot.blogspot.com/29.05.2019)

 

Um caso por ocorrido sobre o mar e a grande altitude, felizmente não editando agora (mas no Hemisfério Sul) o meteoro de Chelyabinsk (ocorrido na Rússia), mas tal acontecendo em terra e sobre áreas habitadas, podendo ter consequências muito mais graves da ocorrida (e atrás referida) em 2013: provocando destruição material e cerca de 1200 feridos essencialmente devido aos efeitos provocados pela ONDA de CHOQUE (criada na atmosfera ao explodir o objeto).

 

Mas no caso da Austrália, certamente nada tendo a ver com a esta “Chuva-de-Estrelas das Táuridas (com tanto tempo de avanço). E com o especialista (Engenheiro Aeroespacial Steve Chesley) na rádio (ABC Radio) afirmando − até para fazer descansar os locais (australianos):

 

“You wouldn’t want it to land on your head but these wouldn’t really do any damage on the ground. What the folks there along the coast of South Australia saw was a spectacular light show, probably a very loud sonic boom that would rattle the windows, this wasn’t big enough to break windows I expect, and then just small pebbles falling to the Earth and not at hypersonic velocities, they slow down very quickly.” (Steve Chesley/express.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01

29
Mai 19

Em

ISIDIS PLANITIA

 

“É uma planície situada dentro de uma bacia de impacto gigante em Marte, sendo a terceira maior estrutura de impacto (aproximadamente 1500 quilômetros de diâmetro) no planeta (após as bacias de Hellas e de Argyre). Provavelmente Isidis foi a última grande bacia a se formar em Marte, tendo aparecido a cerca de 3,9 bilhões de anos atrás.”

(wikipedia.org)

 

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Uma Representação Geológica segundo os cientistas

Sendo o resultado de uma Antiga Explosão Vulcânica em Marte

 

Inicialmente tendo para os cientistas uma origem duvidosa, podendo ir desde ser o resultado de uma Intervenção Interna ou em alternativa de uma Intervenção Externa – para os não crentes (“não acreditando sermos os Únicos no Universo”) por ação de algum tipo de Civilização Marciana num passado já muito distante aí existente e por ação de uma outra Civilização Alienígena Invasora, ou então para os crentes (“acreditando sermos os Únicos no Universo”) por algum tipo de fenómeno geológico aí ocorrido (por exemplo vulcânico) e por algum tipo de cataclismo tendo origem no Espaço, envolvente e atingindo Marte (por exemplo sendo atingido por um grande asteroide) – a estranha apresentação visível na superfície do Planeta Vermelho como que sugerindo ser a obra e a criação (Transformação) de “Algo ou de Alguém  (dada a ausência do Homem no local, Natural se for obra de um Objeto, Artificial se for obra de um Sujeito − visto como um organismo vivo alienígena) não passará de um depósito mineral (de Olivina) mais comum de se encontrar no interior dos planetas (e outros corpos celestes semelhantes) há muitos e muitos anos (talvez biliões de anos, dada a idade do nosso Sistema Planetário) e devido a uma erupção vulcânica (explosiva) sendo libertado para o exterior − e adquirindo este aspeto de Obra de Arte Universal. Localizada em NILI FOSSAE na região de SYRTIS MAJOR no planeta MARTE – situada muito próximo de ISIDIS PLANITIA uma extensa planície no interior de uma bacia de impacto (com muitos minerais por lá como é o caso da OLIVINA, por acaso o 1ª componente do manto terrestre).

 

(imagem: universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:29

06
Mai 19

A Killer Asteroid Is Coming

(livescience.com)

 

Recentemente com BILL NYE ex-apresentador do programa SCIENCE GUY e atual CEO da SOCIEDADE PLANETÁRIA, a avisar-nos para um futuro e catastrófico IMPACTO (talvez mesmo a curto-prazo) de um ASTEROIDE com a TERRA: podendo levar tal como sucedido há cerca de 66 milhões de anos com os DINOSSAUROS (a espécie então Dominante), à EXTINÇÃO (desta vez) do HOMEM (a espécie agora dita prevalecendo sobre as restantes).

 

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Um Asteroide sobre Nova Iorque

Projeção da entrada de um asteroide de cerca de 300 metros de dimensão na atmosfera terrestre e a uma velocidade de 12Km/s, dada a impossibilidade de o intercetar acabando por colidir com a Terra sobre a cidade de Nova Iorque fazendo-a desaparecer do mapa

(numa simulação NASA)

 

"The Earth is going to get hit with another [big] asteroid"

(Bill Nye/Sociedade Planetária/02.05.2019)

 

Com um “Inconveniente Suplementar” aumentando ainda mais os Perigos e as Consequências de tal Impacto, a ser devido ao desconhecimento (para já total) da data prevista para tal Evento (muito possivelmente) Apocalíptico, para já (e como se vê) não se sabendo QUANDO (?), talvez com poucas hipóteses de ocorrer no nosso tempo (enquanto por aqui andarmos), mas certamente ocorrendo (tal como anteriormente).

 

"The problem is, we don't know when. It's a very low probability in anyone's lifetime, but it's a very high-consequence event. If it happens, it would be like control-alt-delete for everything."

(Bill Nye)

 

E ao contrário dos DINOSSAUROS (segundo Mike Wall em livescience.com) − não podendo fazer mais nada, senão esperar a ocorrência do Impacto e observar e sentir os efeitos (e consequências) do mesmo Acontecimento (pela sua natureza e potência, verdadeiramente Extraordinário) – esperando-se que o HOMEM recorrendo a todo o seu conhecimento CIENTÍFICO-TECNOLÓGICO faça Algo e se vá começando a preparar: para o que “der e vier”.

 

Tendo-se logo e como primeiro passo a necessidade absoluta de se descobrir (com a maior brevidade e antecipação possível) esse referido Asteroide potencialmente podendo provocar na Terra (ao impactar) um terrível Evento ao Nível da Extinção (nossa e das restantes Espécies), com os cientistas confiantes (na concretização desse objetivo) agora que já conseguem detetar (e assim descobrir, segundo eles) os mais perigosos: no mínimo com 1km e não se detetando até hoje (vindo na nossa direção) nenhum.

 

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A Extinção dos Dinossauros

Há 66 milhões de anos no passado (período da extinção do Cretáceo-Paleógeno) e com os Dinossauros a dominarem o planeta Terra dando-se um Evento ao Nível de Extinção Maciça (E.L.E./Extintion Level Event) com cerca de 3/4 das espécies (animais e plantas) a desaparecerem de vez incluindo os Dinossauros

 

“Unlike the dinosaurs, however, we don't just have to sit around and wait for doom to rain down on us. We can do something about the asteroid threat — and we should start prepping for it now.”

(Bill Nye)

 

Chelyabinsk Meteor: A Wake-Up Call for Earth

The Chelyabinsk meteor was a small asteroid — about the size of a six-story building — that broke up over the city of Chelyabinsk, Russia. The blast was stronger than a nuclear explosion. The shock wave it generated shattered glass and injured about 1,200 people.

(Elizabeth Howell/space.com)

 

Mas de um momento para o outro podendo-se ser surpreendido pela chegada de um objeto (passando nas proximidades da Terra e podendo fazer uma tangente ou secante) apanhando-nos desprevenidos (por exemplo) vindo do lado do Sol (e encoberto pelo mesmo e pelo brilho intenso dos seus raios), por mais pequeno, menor densidade, velocidade e ângulo de entrada na atmosfera que apresente, podendo não Destruir o Planeta (destruição global) mas mesmo assim podendo obliterar por ex. um Estado (destruição regional).

 

Faltando apenas descobrir alguma forma de tendo um objeto destes a caminho e podendo-nos atingir, antes de tal ocorrer o possamos destruir ou no mínimo desviar: falando-se de um Raio-Trator-Gravitacional, da Detonação de uma Arma Nuclear ou da utilização de Raios-Laser. Mas com a certeza (no Tempo e no Espaço) de que mais cedo ou mais tarde o Impacto sucederá (hoje mesmo ou amanhã):

 

“There are catastrophic impacts in our future if we don't do something about them. It's not a matter of if; it's only a matter of when.”

(Jim Green/NASA)

 

(texto: a partir de Live Science − imagens: dailymail.co.uk/earthspacecircle.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:02

19
Abr 19

No próximo dia 25 de Maio (daqui a pouco mais de 5 semanas) com o asteroide binário (composto por dois asteroides) de mais de um quilómetro de diâmetro (1,5Km/1,8Km) e denominado como 66391 – de afélio a mais de 160.000.000Km do Sol e periélio a 30.000.000Km do Sol – a passar a uma velocidade próxima dos 22Km/s a pouco mais de 5.000.000Km da Terra (e nesse momento a pouco mais de 150.000.000Km do Sol).

 

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66391 como visto vai fazer 18 anos

A menos de 5.000.000Km da Terra

Pelo radar do telescópio Goldstone

Com um pequeno objeto (uma lua) orbitando o maior

(imagem: Steven Ostro/nasa.gov)

 

Um asteroide com um período orbital de pouco mais de meio ano (188 dias para cumprir a sua trajetória em volta do Sol), com uma pequena lua (300m/400m) orbitando o mesmo (a cada 16 horas) e acompanhando-o na sua translação, considerado como do tipo S e como tal de composição mineralógica rica em sílica.

 

Pela sua proximidade ao nosso planeta, pela curta periodicidade da sua passagem (cada meio ano) e pelos limites mínimos de distância do asteroide (podendo-se ficar pelos 2.000.000 Km) para com o nosso planeta a Terra − em Maio de 2036 estando previsto passar a cerca de 2.300.000Km – sendo considerado um PHA

 

(“um asteroide próximo da Terra ou um cometa com uma órbita de tal forma que ele tem o potencial para fazer aproximações ao planeta Terra e possui um tamanho grande o suficiente para causar danos regionais significativos no caso de um impacto”/wikipedia.org)

 

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Asteroide 1999 KW4 Alpha ou 66391

Com o mais pequeno no seu movimento de rotação

Acompanhando o maior no seu movimento de translação

Relativamente à referência de ambos o Sol

(imagem: iawn.net)

 

Podendo ser num futuro próximo potencialmente perigoso.

 

Para já não falar da sua constituição (metálicos/níquel e ferro, além de ferro/magnésio/silicatos) e sobretudo da sua dimensão: de pelo menos uns 1500m/1800m, 75X a 90X a dimensão do meteoro de Chelyabinsk (com cerca de 20 metros) – e com este último danificando (a 15.02.2013) mais de 7.000 edifícios e ferindo quase 1.500 pessoas, apenas devido à sua explosão (na atmosfera desintegrando-se) e à onda de choque provocada (sem impacto de fragmentos e sem consequências relevante).

 

Mas não estando previsto (pelos astrónomos) nenhum impacto (do Monstro) nos próximos 1000 anos.

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:44

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