Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Jul 18

 

Breve Nota Introdutória

(devendo ser vista, mas não desvalorizada, como uma leitura de Verão ‒ agora que o tempo por aqui parece estar mesmo a aquecer)

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Trump o Alienígena

Entendido como o Bom

Para além da Intervenção Alienígena (BOA) e do seu declarado e óbvio apoio aos EUA (ou não se declarasse este a maior potência sobre o nosso planeta e não fosse mesmo o destino privilegiado de muitas das mais antigas e famosas visitas como terá sido o caso Roswell em 1947), nunca sendo de desprezar a intrusão de sectores marginais e minoritários derivando pela nossa Galáxia (ao qual pertence o nosso Sistema Solar a Via Láctea), à sua chegada (não declarada e inopinada) inevitavelmente e à falta de intermediários representativos (hierárquica e oficialmente), credíveis (na Política, na Religião, na Ideologia) e como tal maioritários (o cerne da questão e o alvo das democracias totalitárias, objetivamente não nos dando tempo para pensar/trabalhar/criar, mas unicamente para perpetuar/replicar/morrer), obrigatoriamente direcionando-se para o Outro Lado (o Eixo do Mal corporizado na China/hoje pelo seu Presidente Xi e na Rússia/hoje pelo seu Presidente Putin) e simultaneamente para outro tipo (necessariamente e por uma questão de exposição mediática/sobrevivência oposto) de Intervenção Alienígena (MÁ): refletida já no presente pelas contínuas tentativas Russas e sobretudo Chinesas de ultrapassarem os EUA (e os seus súbditos e Aliados Ocidentais) na prossecução do seu objetivo central (e fundamental para a conservação dos Impérios) do controlo e da manutenção da sua Supremacia Global ‒ de um lado (dos euroasiáticos) com incidentes e/ou intrusões (entre outros mais visíveis) na Ucrânia (Crimeia), na Síria (Guerra Civil), na Inglaterra (envenenamentos/assassinatos) e até na Alemanha (impondo novos pipelines e forçando os alemães a dependerem energeticamente do oriente não do ocidente); e do outro lado (aqui 100% asiáticos) com instituições financeiras poderosas e competindo com o original Banco Mundial (com os primeiros sediados nos EUA e os seguintes na China) ‒ reforçando e consolidando todo este Novo Edifício de Poder (em evidente e exponencial ascensão) e baseando-o inicialmente (o alicerce de sempre) no domínio, controlo e supremacia Económica Global. Levando desde já o representante na Terra com BIA (Boa Intervenção Alienígena) a um rápido périplo pela Europa para lhes recordar (intoxicados como estão pelo Mundial ainda por cima entronizando um país Aliado, súbdito e Europeu) quem manda e o mal que sempre advirá da Terra dos MIA (Má Intervenção Alienígena). E como se diz por aqui (na nossa terrinha) Quem Te avisa teu Amigo É”. Só não nos avisando poder ser neste caso um “Amigo da Onça”.

 

[Ou mesmo de Triplo Impacto: Extraterrestre (1 ogiva) e Terrestre (2 ogivas).]

 

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O objeto não identificado

E o incêndio provocado

 

No passado dia 7 de Julho (um sábado) quando em Samara (na Rússia) se disputava um dos jogos dos Quartos-de-Final do Mundial (de Futebol ‒ FIFA Rússia 2018) ‒ entre a seleção da Inglaterra e a seleção da Suécia (que os ingleses venceram por 2-0) ‒ a pouco mais de 120Km de distância perto da localidade de Bostandyk (já situada no Cazaquistão, uma ex-província da extinta URSS) um objeto voador não identificado despenhou-se no solo, explodindo e provocando (em seu redor e como consequência) um pequeno incêndio: um objeto emitindo uma luz brilhante e cintilante, em forma de uma bola (de fogo) e com um diâmetro de cerca de 3 metros, e que ao atingir o solo e ao explodir além de provocar o tal incêndio (destruindo alguma vegetação sobretudo arbustos e ervas secas rasteiras numa área de aproximadamente 100 hectares) colocou as casas nas proximidades todas a tremer, devido aos efeitos provocados pela respetiva (devido ao impacto do objeto com o solo) onda de choque.

 

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A verdadeira questão

Ficando por confirmar a respetiva ligação

 

E com a inserção final do Objeto na atmosfera (terrestre), a sua imediata entrada em combustão (devido ao fortíssimo atrito associado), o seu impacto e explosão (desintegrando-se) e os posteriores efeitos de tal acontecimento ‒ incêndio, onda de choque e queda das comunicações (para os locais tornando o cenário ainda mais assustador, devido a ser uma área remota/pelos vistos com o objeto caindo, muito próximo de uma autoestrada) ‒ com os locais face ao sucedido e ao incêndio então em curso, a deslocarem-se para a área e a aí encontrarem vários fragmentos desse mesmo objeto: e entre eles, um objeto colorido (prateado), parcialmente enterrado, aparentemente selado/fechado (como se fosse uma porta) e até com uma válvula exterior e no seu conjunto parecendo mesmo (de origem) terrestre. Pela descrição do referido evento (e forma do objeto) tudo podendo apontar para um objeto artificial certamente oriundo de cá (da Terra) e sendo os restos de um (qualquer) satélite, mas apesar de tudo não deixando de ser um acontecimento anormal envolvendo alienígenas (nos EUA os Mexicanos) exteriores ao Cazaquistão.

 

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Entrando na atmosfera perto de Samara

Talvez devido à FIFA WORLD CUP

 

Face a este acontecimento, ao seu local de execução e às partes eventualmente envolvidas ‒ diretamente Suécia/Inglaterra e indiretamente Rússia/Croácia ‒ e ao que se lhe sucedeu posteriormente (da conclusão das partidas), levantando-se de novo a suspeita de Doping Russo Efetivo (durante a competição) na obtenção de (bons) resultados, primeiro com o Novochic (o melhor a matar), depois com o amoníaco (o melhor a recuperar) e agora (para amedrontar) até com um UFO (integrando alta tecnologia de leste certamente com intervenção alienígena, diferenciada da norte-americana onde os alienas são mexicanos): “The UFO material does not look like metal. It is soft like fabric (uma testemunha). E como mais que óbvia consequência (ou não fosse Ocidental, pró-norte-americano e deficiente mental ‒ um cidadão de desgaste, descartável e como tal normal) da obsessão atual e respetivas coordenadas ‒ neste momento de Mundial (de Futebol), com todos focados na Rússia e no seu líder Vladimir Putin ‒ sendo esta Tríade Vermelha (Novochic/Amoníaco/Ufo) mais uma vez responsável por ato de Introdução, Manipulação, Doping e Intoxicação. Saindo-lhes mesmo ao lado a fé e a esperança de um duelo RUSSIA (Putin) Vs. ENGLAND (May). Já com outros alienas (como os portugas) em casa ou então mudando dela (como o aliena CR7).

 

“Conspiracy theorists have now started claiming that this spherical object might be an alien expedition craft from outer space. As there were no aliens in the remnants, these theorists argue that this vessel might be an exploration vehicle sent by aliens, in the same way, we sent rovers like Curiosity to Mars.” (Nirmal Narayanan/ibtimes.co.in/08.07.2018)

 

(imagens: scmp.com ‒ mirror.co.uk ‒ youtube.com ‒ unilad.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:50

23
Jun 18

Quando já não existe mais nenhum caminho ou possibilidade para nos reorientarmos no Espaço (onde muitos vegetamos) e no Tempo (para nós como para todos os seres vivos de base orgânica dito limitado) a cada um de nós atribuídos (ou seja aceitando não existir transformação apenas nascimento e morte) ‒ perdida a Esperança caindo-se na Apatia e na Indiferença, recusando-se definitivamente a Realidade ‒ a única réstia de recuperação poderá estar na sobreposição da Imaginação (à Realidade imposta) tentando dela extrair a outra parte perdida (seja ela qual for).

 

Um Meteoroide atingiu no passado dia 91 do ano 8102 a parte superior

(só agora emergindo nas notícias e jamais Imaginada como Realidade ‒ como se existisse alguma diferença entre elas, sendo complementares e dependendo uma da outra)

 

Da Pequena colónia portuguesa do “BOM JESUS”

 

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Local da base PT em Marte

(e do impacto do meteoroide)

Originando um rasto de c=1Km/l=5m e provocando desabamentos de terra

 

[localizada numa base subterrânea em tempos já bastante remotos construída no vizinho e distante planeta Marte por uma civilização desconhecida e entretanto desparecida]

 

Ocupada desde há cerca de 500 anos (início do séc. XVI) por uma raça inteligente (pelos vistos oriunda da Ibéria),

 

Ali colocada (e com milhões de Km de distância separando dois mundos ignorando-se e de costas voltadas)

 

Aquando do desaparecimento (da face da Terra) da nau portuguesa Bom Jesus e quando a mesma se dirigia (em viagem de descobrimento e com objetivos comerciais) a caminho da Índia (na altura e perante o desconhecido) situada no Outro Lado do Mundo (antigo):

 

Antes de dobrar o Cabo da Boa Esperança (ponta sul do continente Africano) ‒ em ORANJEMUND ‒ e assim entrar no oceano Índico,

 

Com a Nau Bom Jesus a ser subitamente atingida por algum tipo de Evento Extremo (ainda em pleno oceano Atlântico) não tendo capacidade nem tempo de reação/recuperação (face ao inesperado impacto) e acabando aparentemente por desaparecer.

 

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Rover Opportunity ‒ SOL 5111

(num momento/Junho 2018 em que o mesmo luta pela sua sobrevivência)

Face a uma Grande Tempestade de poeiras assolando Marte

 

Na realidade com os marinheiros fazendo parte da tripulação da nau portuguesa Bom Jesus, a serem surpreendidos por algum tipo de Fenómeno Estranho e Inexplicável,

 

‒ Certamente contando com alguma forma de interferência Exterior (e talvez com colaboradores inseridos entre a tripulação)

 

Sendo todos os seus tripulantes abduzidos e recolocados em Marte (bem distantes da Terra e sem justificação conhecida) e a sua nau imediatamente destruída (afundada de modo a não deixar rasto, pelo menos e talvez por estratégia, apenas num determinado período).

 

Mais tarde por qualquer motivo ou mera circunstância promovida do interior (da Terra) ou do exterior (de Marte),

 

Com a descoberta da Bom Jesus a ser concretizada já em pleno séc. XXI (primeiros objetos descobertos em 2008) ‒ acrescida de um tesouro avaliado em cerca de 12 milhões de euros (que Portugal declinou/ofereceu e a Namíbia obviamente aceitou) ‒ confirmando-se aí e definitivamente o destino da Nau portuguesa:

 

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Exemplar da nau portuguesa Bom Jesus

(desaparecida quando a caminho da Índia)

Já carregada de tesouros valendo milhões como moedas de ouro/cobre e marfim

 

Estranhamente (e curiosamente) com o destino dos seus tripulantes apenas a ser falado cerca de 10 anos após o impacto (do meteoroide em Marte), mas citando-se apenas o ocorrido (como se fosse irrelevante apesar de retratar um acontecimento espetacular e surpreendente) mas não os presentes no local (talvez por serem portugueses e não norte-americanos).

 

Há dez anos atrás descobrindo-se a Nau (Bom Jesus) e pela mesma altura dando-se o impacto do meteoroide (com a Base PT Bom Jesus em Marte): coincidência ou resposta?

 

Levando-nos Cem Anos no Passado até ao Milagre do Sol (Outubro de 1917) ainda em Tempo de Guerra (I Guerra Mundial) mas perto da sua conclusão (Paz em 1918), como se esse tivesse sido um Momento de Comunicação (testemunhado ao vivo por mais de 70.000 pessoas) e a altura precisa de (algum tipo de) troca de informação (mesmo que sob a forma de Sujeito):

 

Com Seres Desconhecidos movimentando-se em Máquinas Voadoras Brilhantes e Cintilantes e irradiando imenso calor (chegando mesmo a queimar), a induzirem uma multidão já em si em alerta físico (devido a todas as provações da I Guerra onde Portugal era parte) e perante o grandioso e nunca visto espetáculo (atingindo o estatuto de Religioso) entrando em delírio psíquico e eminente colapso emocional,

 

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Milagre do Sol ou fenómeno atmosférico

(ocorrido em 13.10.1917 na Cova da Iria e perante mais de 70.000 pessoas)

Atribuído á intervenção Divina mas podendo não passar de um prenúncio de um logro

 

‒ Deixando-a com uma grande Pedrada ‒

 

Proporcionando no meio do caos certo e propositadamente instalado (durante a efetivação do Milagre), uma oportunidade de troca e de intercâmbio unilateral:

 

Levando consigo a Quarta Vidente (Carolina Carreira) ou então para além desta os outros três videntes presentes (e mais conhecidos como Lúcia, Francisco e Jacinta) ‒ e talvez do meio do povo com mais alguns ajudantes ‒ deixando-nos por aqui umas réplicas para entretanto nos entretermos, delas fazendo estátuas e mantendo a Adoração.

 

Restando-nos prestar mais atenção a tudo o que exista e que mexa (sinónimo de que ainda está vivo), mesma que aparentemente esteja fora (apenas por mera definição) dos nossos órgãos de perceção.

 

(imagens: 1/2 nasa.gov ‒ 3 cnn.com ‒ 4 L. A. Marzulli/youtube.com)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:24

12
Jun 18

[Um asteroide observado pela 1ª vez a 2 de Junho de 2018, com as suas características orbitais definidas a 5 de Junho e com impacto com a Terra previsto para 7 a 8 horas depois ‒ no fundo o Tempo de Preparação até à sua chegada.]

 

Numa aparição felizmente pequena (em dimensão) e com impacto previsto num prazo de 8 horas (e com muitos deles só sendo descobertos depois), um objeto com 2 metros e em trajetória de colisão com a Terra, entrou no início deste mês na atmosfera terrestre, explodindo e desintegrando-se de seguida: surgindo a uma V = 17Km/s e atravessando sob a forma de uma bola luminosa ‒ uma Bola de Fogo ‒ o céu do Botswana (iluminando-o por breves segundos à sua passagem).

 

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2018 LA

(ilustração)

 

Designado como o asteroide 2018 LA (descoberto pela NASA a 2 de Junho) sendo observado pela 1ª vez quando se encontrava a uma distância muito próxima da distância Terra/Lua (384 400Km) e após análise dos dados ao mesmo referente e entretanto recolhidos, sendo-lhe atribuída uma órbita colidindo com o nosso planeta num prazo de poucas horas (300000: 17: 60: 60 = 6,28 horas): mas dada a sua reduzida dimensão e dado ir desintegrar-se na atmosfera, sendo inofensivo não sendo dado o alerta.

 

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Asteroide 2018 LA

(a 2 de Junho de 2018)

 

Um objeto que pelas suas dimensões reduzidas até poderia ter sido criado numa outra colisão registada há pouco tempo e nas nossas proximidades (do planeta Terra), com um outro objeto (o original em princípio de maior dimensão) impactando um planeta por exemplo Marte e enviando na direção da Terra pequenos fragmentos rochosos: um objeto que sendo maior mas estando mais bem escondido (antes pequeno e estando escondido pela pequena Lua), poderia surgir vindo do Lado de Lá (do Sol) e aqui chegar em apenas 50 a 100 dias ‒ o tempo para nos prepararmos.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:39

02
Abr 18

A cerca de 30 minutos da reentrada da Estação Espacial chinesa TIANGONG-1 na atmosfera terrestre (sobre um determinado território marítimo ou terrestre), a última atualização da SATVIEW e da USstratcom sobre as coordenadas desse ponto de referência (de reentrada):

 

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Ilustração da reentrada prevista da Tiangong-1

(segundo a SATVIEW e a USstratcom)

 

Nesta atualização (feita às 23:11 em Portugal) e no que diz respeito à SATVIEW com a estação Tiangong-1 a reentrar na atmosfera terrestre na segunda-feira à 01:25 (de Portugal) sobre o oceano Pacífico; e quanto à USstratcom à 01:49 (de Portugal) sobre o oceano Atlântico.

 

(imagem: satview.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:57

11
Jan 18

Faltando-se saber apenas, quem primeiro entrará em ação (pela Negativa)

O Homem ou O Asteroide.

 

Se analisarmos os maiores impactos com a Terra registados nos últimos (digamos) 600 000 anos e tentarmos calcular uma periodicidade para a concretização de tais Eventos (envolvendo sobretudo cometas/asteroides), verificamos que tomando em consideração este período (mais recente e cerca de 0,01% da História da Terra) o nosso planeta já deveria ter sido sujeito a um novo impacto (deste nível de intensidade) ou então estar prestes a sê-lo: com o período a ter-se iniciado há uns 15 milhões de anos (e não se tendo conhecimento da sua confirmação) podendo estar prestes a ocorrer ‒ talvez mesmo amanhã, talvez dentro de uns anos ou no máximo de mais uns 15 milhões (não muito quando já somos biliões).

 

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Se tendo os dois primeiros impactos relevantes sido registados há quase 2 biliões de anos (cratera de Vredefort/África do Sul de raio 190Km e Bacia de Sudbury/Canadá de raio 65Km), já com os seguintes a serem assinalados e referidos (aproximadamente) há cerca de 600, 350 e 200 milhões de anos atrás (já com um período mais curto). E com a passagem dos anos desde a formação da Terra e simultaneamente por todos os impactos ocorridos (os mais recentes e aqui assinalados) com os períodos a encurtarem-se passando de biliões a milhões e de imediato de milhões a milhares (sugerindo-nos como consequência da Evolução períodos ainda mais curtos, talvez como na Fundação do Sistema Solar ‒ expansão seguida de contração subordinada às mesmas leis do eletromagnetismo deste Universo Vivo e Elétrico). Nos últimos 100 milhões de anos com Eventos há 70, 65, 36 e 35 milhões (valores aproximados) encurtando a Periodicidade e aumentando os Casos: como parece indicar o contínuo aumento do número de objetos circulando no Espaço em nosso redor e aproximando-se (alguns de grandes dimensões) ou atingindo a Terra (felizmente e para já de reduzidas dimensões/densidade/velocidade/ângulo de entrada e desintegrando-se rapidamente na atmosfera) parecendo mesmo exponencial (o crescimento) e não oferecendo garantias (com alguns impossíveis de prever e garantir a nossa imprescindível segurança) ‒ com muitos (asteroides) a serem descobertos à Passagem ou depois (sendo nós todos apanhados ao Vivo e em Direto).

 

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Mas apesar de existir sempre o perigo de tal como no Passado a Terra vir a ser atingida no Futuro (no presente a atmosfera do nosso planeta é diariamente atravessada por provavelmente milhares de fragmentos, de maior ou menor dimensão, naturais ou artificiais) sendo o caso mais famoso de previsão de um possível e próximo impacto com a Terra o asteroide Apophis (período orbital menor que 1 ano terrestre), com a sua próxima aproximação (ao nosso planeta) a estar marcada para o ano 2029 (daqui a apenas 11 anos) ‒ indicado para 13 de Abril ‒ e segundo cálculos da NASA (sempre relativos devido às diferentes condições do DUO Espaço/Objeto na sua movimentação no interior do Sistema Solar) passando a apenas 30 000Km da Terra (0,76 LD) a uma velocidade perto dos 30Km/s: inicialmente (aquando da sua descoberta) com uma possibilidade de impacto (em 2029) de quase 3% (atingindo um nível elevado na escala de Turim/Nível 4 ‒ probabilidade de colisão/destruição) para acabar despromovido até ao nível mais baixo (zero) ‒ mas não desprezando os cálculos e possíveis novos erros (ao longo do seu percurso sendo introduzidos faltando ainda uns anos) tendo em atenção 2029 e a sua próxima (e maior) aproximação agora em 2036.

 

(imagens: wordpress.com e celestiamotherlode.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:04

08
Jan 18

Tsunami? Não.

Ação conjugada das marés com a Lua e/ou com o Sol.

(duplo impacto)

 

Há já uns anos atrás não me recordando bem quando (talvez perto da mudança anual de semestre) ‒ e observando de uma das margens do Arade o rio a deslocar-se (no que deveria ser correndo da terra para o mar) ‒ vendo o movimento das águas a deslocar-se em sentido contrário: em princípio provocado por um (pequeno) deslocamento de terras (submarino) ocorrido algures no mar e provocando a recessão (de águas) como resultado de um sismo ou então uma conjugação de mais uma maré-baixa mas aí interagindo com a Lua e/ou mesmo com o Sol, quando a Terra e o Lua se encontram no seu perigeu (a Lua relativamente à Terra e a Terra relativamente ao Sol).

 

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Equador ‒ Costa do Pacífico

Santa Rosa ‒ 5 de Janeiro 2018

 

Numa localidade situada na América do Sul na costa oeste do Equador (fazendo frente ao oceano Pacífico) ‒ SANTA ROSA ‒ no dia 5 de Janeiro (deste ano) os seus habitantes (vivendo numa vila piscatória e como tal tirando a sua subsistência do mar) viram-se confrontados com um fenómeno raro e como tal preocupante (com muitos não o conhecendo e compreendendo e logo despertando medo e receio) ‒ envolvendo o seu local de trabalho o MAR ‒ que pelas suas caraterísticas seria um TSUNAMI: com as águas (do oceano Pacífico) a retrocederem mais de uma centena de metros, deixando o leito do mar à vista e os barcos dependurados.

 

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Equador ‒ Costa do Pacífico

Baía de Caráquez em Manabé ‒ 4 de Janeiro de 2018

 

Já mais a norte ainda sobre o Pacífico e localizado na região da baía de Caraquéz (por estrada a cerca de 450Km a norte de Santa Rosa) ‒ ao contrário de Santa Rosa uma terra de pescadores, com a Baía de Caráquez a ser um destino turístico ‒ com a localidade costeira da província (equatoriana) de MANABÍ a ser afetado por um fenómeno semelhante (pela data o mesmo) com as águas a recuarem (para mais tarde regressarem) deixando o extenso areal a descoberto: aqui mais depressa interpretado (e reconhecido) como um fenómeno habitual (neste espaço) apesar de menor vezes observado e como tal conhecido (no tempo) “Un fenómeno tan natural, ahí si la gente tiene miedo, pero para la maldad, no hay ni el mínimo de temor.” (Kevin Arteaga/@ArteagaKevin/twitter.com)

 

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Ainda no ano de 2017 com outros países a assistirem a fenómenos semelhantes

Com a água do mar (temporariamente) a desaparecer (do areal)

 

Mas nunca esquecendo (mesmo no anterior fenómeno) a interferência do Homem

E a sua contribuição para o Aquecimento Global e para as Alterações Climáticas.

(triplo impacto)

 

Felizmente com uma Instituição Governamental fazendo o devido esclarecimento (Instituto Oceanográfico da Armada Equatoriana ou INOCAR) explicando a razão do fenómeno e assim afastando medos, mitos e possíveis conspirações: “Aguaje máximo y factores océano atmosféricos causaron recogimiento del mar”: o que por vezes não acontece noutros países pela sua postura moral e poder militar efetivo (infelizmente interligados) com muitas mais obrigações e responsabilidades de defesa dos seus próprios cidadãos (caso exemplar os momentosa que se seguiram ao furacão Katrina com todos os esforços em princípio dedicados á salvação de vidas civis ‒ como disse George W. Bush da cidade de Pecadores de Nova Orleães ‒ a serem desviados para a assistência imediata às plataformas petrolíferas, enquanto centenas de cadáveres flutuavam à superfície de vastas zonas urbanas invadidas pela água dos rios saltando e submergindo rapidamente as suas margens).

 

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Além das alterações climáticas (marés mais extremas, degelo nos polos)

Com todo o Hemisfério Norte a ficar congelado (Nova Iorque ‒ Rio Hudson)

 

Nem mesmo em países como Portugal recordando o caso recente dos Incêndios provocando grande destruição e um elevado número de vítimas (mais de uma centena) ‒ algo de impensável para todos aqueles que ainda valorizam o estatuto do Homem e do seu Direito à Vida, jamais aceitando a banalização da violência e da morte (como algo de natural apesar da sua origem imposta e artificial) e a substituição do que nos define como Sujeito transformando-nos agora num mero (e cada vez mais desprezível) subobjecto. Mas no caso do Equador (um país talvez mais discreto mas não menos sofrido no panorama geral e dramático da História da América do Sul) com os seus serviços a funcionarem divulgando explicações bem cuidadas, verificadas na difusão dos avisos como salvaguarda da segurança e proteção (1º) dos seus cidadãos e (2º) seus bens: falando-nos das marés, da atração gravitacional, do Sol e da Lua, da Lua Cheia e da Lua Nova, do nível da água do mar, do apogeu e perigeu … e até de como por vezes tudo isto se conjuga dando origem à ocorrência destes fenómenos parecendo tsunamis mas sendo apenas variações (extremas) de marés. Excelente pela oportunidade e pela atitude pedagógica.

 

(imagens: David Lainez@lainezch/twitter.com ‒ Noticiero 24 Horas/@24Horas/GYE/twitter.com ‒ ufosightingshotspot.blogspot.pt ‒ brasil247.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:44

28
Dez 17

Não contando com todos aqueles objetos que tal como as pessoas aparecem em cima da hora ou mesmo depois do acontecimento se ter concluído (e com a grande evolução tecnológica cada vez mais se detetando casos idênticos), a Passagem de Ano de 2017/2018 será tranquila e sem a presença imprevista de qualquer tipo de intrusos (aqui sendo celestes). De qualquer forma e por conforto podendo-se também rezar.

 

Dos objetos circulando pelo interior do Sistema Solar ‒ muitos deles oriundos de aglomerados de diferentes materiais localizados para além da órbita de Marte (com o seu periélio/afélio a variar entre 200/250 milhões de Km) ‒ agora que o ano de 2017 está a terminar e a um velho ano sucederá um Ano Novo, poderemos destacar (aproveitando para relevar o número crescente deste tipo de objetos circulando nas proximidades da Terra) três PHA (asteroides potencialmente perigosos), dois sendo os últimos a passarem este ano (2017 QL33 e 2017 YU 1) e o outro o primeiro a passar em 2018 (2017 YD).

 

Asteroide (designação)

Data (dia/mês/ano)

Distância

(Km)

Velocidade (Km/s)

Diâmetro

(m)

2017 QL33

30/12/2017

5 112 533

8,2

195

2017 YU 1

30/12/2017

3 778 328

7,6

20

2017 YD

01/01/2018

9 252 069

4,1

30

Antes e depois da Passagem de Ano de 2017/18

(os 3 asteroides passando mais perto da Terra)

 

Sendo um dos nossos últimos e mais próximos visitantes o asteroide 2017 QL33 (período orbital = 2,5 anos), por sinal e de longe o de maior dimensão (em torno dos 200 metros) ‒ e tendo passado o seu periélio no fim da 1ª semana de Dezembro a mais de 140 milhões de Km do Sol ‒ e sem dúvida o mais perigoso (dos três) pensando num possível impacto com a Terra (mas nas próximas décadas sem previsões para tal); no mesmo dia sendo seguido pelo asteroide 2017 YU1 (o menor dos 3 objetos com um período orbital de quase 2 anos) passando ainda mais próximo do nosso planeta ‒ ainda a caminho do seu periélio a ocorrer no início da 4ª semana de Janeiro (já de 2018) a uma distância sensivelmente igual à do asteroide anterior. A 2017 QL33 sendo-lhe atribuído o Código 4 e a 2017 YU1 (com maior aproximação à Terra) o Código 7 (numa escala de 0 a 9 indicando o grau de incerteza no cálculo das suas órbitas).

 

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E no dia 1 de Janeiro de 2018 a Terra terá o seu PHA

(passando por perto sem problema)

 

E para o início do próximo ano e com encontro já programado para o 1º Dia de 2018 (logo uma segunda-feira habitualmente início de mais uma semana de trabalho) chegando o asteroide 2017 YD (tendo passado o seu periélio antes do dia de Natal a cerca de 150 milhões de Km do Sol) com um período orbital de 1,75 anos e (nesta passagem de 2017 para 2018) anunciando o ANO NOVO (tranquilo no que nos toca com o objeto passando a quase 10 milhões de Km de distância); de qualquer forma sendo-lhe atribuído o Código 8 (o de maior incerteza orbital). Anunciando-se desde já a passagem de um asteroide bem maior já no início de Fevereiro (de 2018) passando a pouco mais de 5 milhões de Km da Terra (à velocidade de 34Km/s bem maior que os outros três) e de diâmetro muito próximo dos 700 metros (período = 1,6 anos). Como se pode constatar com nenhum destes objetos a constituírem perigo para a Terra, deixando-nos assim tranquilos para mais uma Passagem de Ano deste século XXI.

 

(imagem: express.co.uk/GETTY)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:35

28
Nov 17

Um asteroide como o 3200 PHAETHON ao embater na Terra provocaria uma explosão com uma energia cinética equivalente a 10 milhões de megatoneladas de TNT, uma cratera podendo atingir 100Km de diâmetro, quedas de material resultante do impacto podendo atingir os 1100Km de distância, um impacto regional ainda muito mais vasto (nuns 5000Km de raio), sismos/furacões/tsunamis a nível global, tudo num cenário generalizado de grande catástrofe complementada pelos efeitos imediatos (e extremamente nocivos) nos céus/na atmosfera/na camada de ozono, podendo provocar um dramático efeito de estufa e levar à extinção de plantas e de animais (e logicamente até do Homem).

 

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O asteroide 3200 Phaethon cruzando as órbitas de Mercúrio, Vénus, Terra e Marte

 

Mais um asteroide de enormes dimensões (um monstro de mais de 5Km de diâmetro) passará no próximo dia 17 de Dezembro (um Domingo) a cerca de 10 milhões de Km da Terra: um asteroide observado pela 1ª vez há mais de 40 anos (o seu período é de cerca de 40,29 anos) e conhecido como 3200 PHAETHON (1983TV). Um asteroide Apollo cruzando as órbitas de planetas como Mercúrio, Vénus, Terra e Marte.

 

Dadas as suas dimensões (o que significaria um impacto de um calhau deste tamanho com a Terra) e a sua passagem nas proximidades da Terra (depois da Lua o corpo celeste a 17 de Dezembro circulando mais perto do nosso planeta) ‒ e sabendo-se que numa das aproximações que se seguem (lá para 2093) passará a apenas uns 3 milhões de Km da Terra ‒ suscitando alguns receios pela sua presença e passagem (perto de nós).

 

Um asteroide já anteriormente considerado um cometa (com a observação de poeiras acompanhando o corpo celeste), eventualmente emitindo um brilho suficiente para ser visto da Terra utilizando um pequeno telescópio e no seu periélio (ponto de maior aproximação à nossa estrela) localizando-se a quase 21 milhões de Km do Sol (e deslocando-se a uma velocidade média de 20Km/s).

 

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Com Zeus a ter que intervir para salvar a Terra do semideus Phaethon

 

Com Sites como o ufosighthingshotspot.blogsopt.pt a associar (entendendo-se a ligação) a passagem do asteroide (anteriormente possível cometa) com o nome ao mesmo atribuído ‒ PHAETHON ‒ um semideus grego que tendo pedido emprestado a Carruagem do Sol ao seu pai o Deus HELIOS, não conseguindo controlar os cavalos (puxando a carruagem) e quase incendiando a Terra (à sua passagem descontrolada), obrigou ZEUS a matá-lo de modo a salvar o planeta.

 

E no entanto com Sites como o spaceweather.com na sua seção de NEAR ERTH ASTEROIDS (associado ao JPL/nasa.gov) ‒ especializados na deteção de objetos circulando nas proximidades da Terra ‒ a não darem nenhum relevo particular à passagem do asteroide 3200 PHAETHON, ignorando-o na tabela (publicada em spaceweather.com) e apenas mencionando (para 17) o objeto 2017 VT14 (de d=105m e passando a menos de 1500 milhões de Km da Terra).

 

(imagens: wikipedia.org e dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:24

15
Nov 17

Sendo o 47º asteroide a passar a menos de 1 LD (384 401 Km) do nosso planeta (a Terra) desde o início deste ano (de 2017) ‒ uma média ligeiramente superior a 1 asteroide/semana ‒ o corpo celeste 2017 VL2 (um asteroide do grupo Apollo) passou no passado dia 9 de Novembro a pouco mais de 118 000Km (0,31 LD) da Terra:

 

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Figura 1

O asteroide 2017 VL2 ainda a 330 000Km da Terra

(descoberta no dia anterior à sua passagem próximo da Terra)

 

Tendo este asteroide a particularidade (além de ser um dos maiores ‒ 16/32 metros ‒ passando a menos de 1 LD) de só ter sido descoberto no dia anterior ao da sua passagem/dia 8 (no ponto de maior aproximação ao nosso planeta) e de em caso de um possível impacto, nem sequer haver tempo suficiente para qualquer tipo de reação (eficaz).

 

E sabendo-se como alguns destes asteroides têm sido descobertos no próprio dia ou mesmo após a sua passagem (devido entre outros aspetos a surgirem inesperadamente do outro lado do Sol, à sua reduzida dimensão ou à falta de equipamentos apropriados para a sua deteção) e ainda conhecendo-se os efeitos que um outro asteroide menor provocou (meteoro de Cheliabinsk com cerca de 17 metros no ano de 2013) ao entrar na atmosfera terrestre (1200 feridos devido à onda de choque que se seguiu à sua explosão/desintegração), tendo-se que concluir que a manter-se o atual cenário de previsão/prevenção deste tipo de Eventos (englobando todos os objetos movimentando-se perto da Terra ‒ ou não) um dia tal como Obélix temia “O Céu poderá cair sobre as nossas Cabeças”.

 

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Figura 2

Eastern Intelligence Space & Survival CO

(eissco.co.uk)

 

Mantendo-se a média (até ao final deste ano) ainda podendo aparecer (no mínimo) uns outros 7 asteroides (detetados a tempo ou não) ‒ dando naturalmente que pensar: já que há cerca de 2 000 anos anunciando o nascimento de Jesus, um Evento (dirigindo os três reis Magos até ao berço do Menino) ocorreu no Céu, com o aparecimento da Estrela de Belém (dirigindo os três reis Magos até ao berço) sobre a região de Belém na Judeia.

 

Podendo ser um cometa (porque não um pequeno asteroide entrando na atmosfera), o aparecimento de uma Supernova ou até uma conjugação de astros, dando no Céu uma ilusão (momentânea) de estarmos perante uma estrela ‒ mas nada de comparável (felizmente) com um cenário extremo como a que levou à Extinção dos Dinossauros.

 

Mas felizmente sem nada previsto (para já), senão e como sempre (falando dos tempos recentes) a chegada do Pai Natal.

 

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Figura 3

JPL Solar System Dynamics

(nasa.gov)

 

[Na informação recentemente fornecida pela NASA (JPL Small-Body Database Browser) com o asteroide 2017 VL2 a ser observado pela 1ª vez a 10 de Novembro (um dia depois e não um dia antes como inicialmente anunciado) e com a sua órbita a ser definida apenas a 13 de Novembro ‒ e assim com o mesmo a passar no seu ponto de maior aproximação (à Terra) antes das duas datas anteriores a 9 de Novembro.]

 

[Na Figura 2 cada mês é referido a um par de letras (cada um delas representando uma quinzena); por exemplo com o 1º mês/Janeiro referido a A/B, o 2º mês/Fevereiro a C/D, etc.]

 

(imagens: The Watchers ‒ nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:09

07
Nov 17

“Though too small to earn the distinction of "planet", asteroids and comets loom large in literature and folklore. The reason is clear: one of the chunky rocks or icy mud balls will eventually slam into Earth and change the planet irreversibly. Such an impact 65 million years ago is widely believed to have killed off the dinosaurs.” (nationalgeographic.com)

 

Com a Terra a ser diariamente circundada por pequenos, médios e grandes objetos atravessando o Sistema Solar e fazendo a sua visita cerimonial e periódica ao Sol (ou não fosse a nossa estrela a principal referência deste Sistema Planetário), uma das principais preocupações induzidas pela sua passagem no caso (sempre possível) de interferirem com as condições atuais do nosso Ecossistema (Terrestre), reside no facto de se saber o que fazer quando chegar o dia em que se certificar (com toda a certeza) a concretização de um próximo impacto com o nosso planeta: sabendo nós o que sucedeu com os Dinossauros (a espécie então dominante, na atualidade podendo-se comparar ao Homem) quando um desses objetos colidiu com a Terra (há uns 60 milhões de anos) provocando um Evento Global ao Nível da Extinção ‒ e como tal extinguindo a Espécie Dominante os Dinossauros. E até com um menor impacto (mas servindo de aviso e de alerta para outras circunstâncias e consequências mais gravosas) com o recente caso do Meteoro de Cheliavinsk, um objeto com menos de 20 metros de diâmetro que ao entrar na atmosfera terrestre (sobre a Rússia, numa trajetória baixa e a mais de 100.000Km/h) acabou por explodir (e desintegrar-se a cerca de 30/50Km de altitude) originando uma violenta onda de choque atingindo o solo e provocando 1200 feridos e muitos danos material.

 

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Asteroide 2012 TC4 passando a cerca de 50.000Km da Terra

(a 12 de Outubro de 2017)

 

E com tantos objetos atravessando o Sistema Solar oriundos do seu Interior, das suas Periferias ou mesmo para lá das últimas e ainda não muito bem definidas Fronteiras (deste Sistema visto como uma Célula, integrando um Organismo Vivo e Eletromagnético), sendo natural a preocupação do Homem com o movimento destes Viajantes (muitos deles conhecidos outros surpreendendo), uns passando bem longe, outros a meio caminho e outros mais curiosos (os mais perigosos) dando a voltinha junto ao Sol e aproveitando para espreitar o Espaço em seu redor: por vezes sendo tal o interesse e a proximidade que o Choque é inevitável (dando-se aí o Impacto). Com as consequências de um tipo de impacto como o atrás referido (Terra/Objeto) a dependerem de diversos fatores, desde a dimensão do mesmo, à sua densidade, velocidade, ângulo de entrada e até local de impacto (no mar ou em terra, numa zona deserta ou habitada). Sendo os mais conhecidos (entre outros) as Estrelas Cadentes (que tantas vezes vemos nos céus limpos e noturnos de Verão), os Meteoros, os Asteroides e os Cometas. Hoje dia 5 de Novembro de 2017 estando prevista a passagem de mais 4 asteroides nas proximidades da Terra (passando entre 1.700.000Km/6.500.000Km do nosso planeta) já depois de um outro ter passado a cerca de 230.000Km (a 30 de Outubro) e de a 25 de Outubro termos sido visitados por um cometa. No dia 17 de Novembro estando ainda prevista a passagem de um maior asteroide (neste mês até essa data) o 444854, tendo mais de 300 metros de diâmetro e passando a 6.000.000Km da Terra.

 

E se quanto aos asteroides não se prevê que nos anos mais próximos nenhum deles venha a colidir com a Terra (pelo menos os de grande ou média dimensão mais facilmente detetáveis), existem algumas exceções que deveremos tomar sempre em consideração: sendo o caso dos objetos de mais pequenas dimensões ou daqueles que nos possam surpreender vindo do lado de lá do Sol (aí temporariamente escondidos) ‒ muitos deles sendo apenas detetados pouco tempo antes da sua passagem (no ponto de maior aproximação ao nosso planeta), ou ainda pior no próprio momento, ou mesmo depois (existindo um impacto só tendo conhecimento no Momento). Algo que tem sucedido cada vez com maior frequência e que inevitavelmente levará os interessados a elaborarem (obrigatoriamente) outras estratégias de intervenção imediata e eficaz (que poderão ser para o Homem de sobrevivência). Quanto ao Cometa aproveitando para falar dele como um dos viajantes/visitantes induzindo ao Homem mais medo e mais receio (desde há muitos séculos no passado) ‒ e tal como os Asteroides sugerindo Apocalipses, Fins-do-Mundo e Extinção. No caso do Asteroide orientando a nossa atenção (do Homem) para os planos da NASA para nos proteger destes objetos (e à Terra) ‒ utilizando o asteroide 2012 TC4 ‒ e no caso do cometa aproveitando uma nova visita do cometa 96P.

 

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O cometa 96P na sua trajetória de aproximação em torno do Sol

(a 25 de Outubro de 2017)

 

No caso do asteroide 2012 TC4 (com um período orbital de 5,05 anos) um pequeno objeto de cerca de 15 metros de dimensão e tendo passado a 12 de Outubro deste ano a pouco mais de 50.000Km da Terra, com a NASA a utilizar o mesmo para testar a hipótese, perigo e possível impacto de um objeto similar (ou maior) com a Terra, de modo a utilizando tecnologia inovadora, diversificada e rapidamente acessível, tentar dar uma resposta imediata e eficaz à ocorrência de um Evento deste tipo, previsível de ocorrer num curto/médio prazo (de um mês, de um ano, de uma década, ou pouco mais). E tal como o mencionado no artigo da RT (Divert, intercept, destroy: 4 ways NASA plans to save us from Earth-bound asteroids/rt.com) procurando todas as soluções possíveis para evitar (decisivamente) a chegada do dia em que sucederemos aos Dinossauros ‒ hoje com o Homem a ter acesso a tecnologia nunca acessível aos nossos Antepassados: como o Raio Trator de Gravidade ou o Raio Laser, ou então com um Impacto Cinético ou então Nuclear.

 

Já no que concerne ao cometa 96P (descoberto há 31 anos pelo astrónomo amador Donald Machholz) sendo nestes últimos dias notícia (nos Meios Científicos Internacionais) dada a sua recente visita ao Sol (periélio a 27 de Outubro) num trajeto observado e registado pelas câmaras da missão SOHO (um observatório solar): no dia 25 de Outubro deste ano entrando no seu campo de observação (das câmaras SOHO), após o cumprimento por parte do cometa 96P de mais um trajeto orbital em torno do Sol, executado num período de tempo de 5,28 anos por um calhau (com núcleo, cabeleira e cauda) com uma dimensão estimada de quase 6,5Km ‒ pela sua composição muito previsível e originalmente oriundo do Espaço Extrassolar (e posteriormente cumprindo um trajeto orbital em torno do Sol, apresentando como periélio um ponto no interior da órbita de Mercúrio e como afélio um ponto exterior à orbita de Júpiter). Depois da última passagem de 96P em 2012, repetindo-se o acontecimento em 2017 e correndo tudo como de costume reaparecendo em 2022 ‒ ou não fosse um dos cometas mais observado até pela sua menor distância (alcançada no seu periélio com uns 18,5 milhões de Km) ao Sol e obviamente à Terra. E entre Asteroides e Cometas e outros Viajantes do Espaço (incluindo neles a Terra) tendo que estar sempre atento (mais vale prevenir do que remediar) até para uma possível Visita (de um Objeto ou de um Sujeito), Invasão ou Redireccionamento (tal como aqui já acontece).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:27

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