Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

25
Dez 18

Tal como no caso da INDONÉSIA com o seu vulcão ANAK KRAKATAU, localizados nós (PORTUGAL) aqui perto de um mesmo problema (aqui o espanhol vulcão CUMBRE VIEJA), só temos mesmo que nos preocupar prevenindo/não remediando: tão perto como estamos (tal como os indonésios) da confluência de placas tectónicas – e tendo já no currículo o ano de 1755 (com o terramoto seguido de TSUNAMI caindo sobre o sul do país e Lisboa).

 

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Nuvens escuras de vapor e de cinzas

Resultantes da erupção do vulcão Anak Krakatau

(observadas a 23 de Dezembro ainda no início da erupção)

 

Com o TSUNAMI ocorrido no passado dia 22 de Dezembro de 2018 (sábado) – na ilha indonésia de ANAK KRAKATAU (formada há 91 anos) – originado numa violenta erupção vulcânica e no subsequente deslocamento de terras (submarinas) integrando (e sendo adjacentes) a essa ilha e vulcão (em intensa atividade geológica), concluímos que estes mesmos fenómenos de deslocação de enormes volumes e massas de água integrando os nossos oceanos (cobrindo mais de 70% da superfície do nosso planeta e com uma profundidade média menor que 4Km), podem ter como rastilho (para a concretização do EVENTO) não só a ocorrência de grandes sismos com epicentro no MAR – como o foi o SISMO seguido de TSUNAMI de 26 de Dezembro de 2004 com um sismo de magnitude M9.1 e ocorrido no mar, originando um TSUNAMI e provocando mais de 200.000 vítimas mortais entre residentes e turistas – mas igualmente a ocorrência de Grandes ERUPÇÕES (explosivas) originando intensas movimentações nas estruturas geológicas suportando o vulcão (à vista ou debaixo de água), refletindo-se na criação de uma ONDA de CHOQUE (uma Muralha de Água) deslocando-se centenas de quilómetros e invariavelmente atingindo (fortemente) todas as zonas litorais (localizadas no seu caminho de propagação) – como o terá sido a ERUPÇÃO seguida de TSUNAMI de 22 de Dezembro de 2018, com uma violenta erupção (e explosão) ocorrida na ilha e no vulcão ANA KRAKATAU (o filho do vulcão KRAKATOA) a exprimir-se com um novo Tsunami: não SÍSMICO mas VULCÂNICO (origem), igualmente mortal.

 

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Destruição em Sumur/Indonésia

Provocada pela erupção de Anak Krakatau

(observada em 25.12 já depois da passagem do tsunami originada no vulcão)

 

Curiosamente com estes dois acontecimentos (TSUNAMIS) a ocorrerem na mesma região do Globo Terrestre (Índico/Pacífico), deixando-nos no entanto no ar a dúvida se tais acontecimentos poderão ocorrer ou não noutros lugares do nosso planeta (a TERRA): por exemplo tendo como protagonista o Oceano Atlântico banhando entre outros países o nosso Portugal (continental e insular). Haverá então algo de COMUM entre o sucedido na INDONÉSIA e o que poderá ocorrer algum um dia (se já não tiver ocorrido antes) no nosso PORTUGAL? E sabendo-se estarem ambos (INDONÉSIA e PORTUGAL) muito próximos da confluência de 2 ou mais PLACAS TECTÓNICAS, para tal fenómeno ocorrer (tsunami) faltando apenas o VULCÃO existir e aparecer: na Indonésia com ANA KRAKATAU em Portugal (e nas margens do Atlântico) com o CUMBRE VIEJA. No historial de TSUNAMIS (e MEGATSUNAMIS) ocorridos no nosso planeta desde a Pré-História (como consequência de impactos e/ou deslocamento de terras) – e destacando-se entre outros (e como um dos primeiros) o asteroide que exterminou os Dinossauros (há mais de 60 milhões de anos) e (como um dos derradeiros) o deslocamento de terras ocorrido no Monte ETNA como consequência de uma violenta erupção no vulcão com o mesmo nome (há uns 8.000 anos atrás) – podendo-se a eles juntar o provocado pelo vulcão KRAKATOA (ocorrido no PASSADO) como (já agora e passado Anak Krakatau) o anunciado e desde há muito previsto TSUNAMI das CANÁRIAS (a ocorrer no Futuro) apontado para o vulcão CUMBRE VIEJA.

 

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Com dois dos quatro indonésios membros da banda Seventeen

A morrerem durante o Tsunami do passado fim-de-semana

(na Indonésia durante um concerto de praia)

 

Nas previsões dos especialistas (com a zona mantendo-se ainda aparente e geologicamente estável) podendo ocorrer um TSUNAMI mas num período ainda bem largo estendendo-se por uns 10.000 anos (ou seja entre o ano 2019 e o ano 12.019). Talvez com repercussões (materiais e/ou humanas) apenas regionais (afetando sobretudo a zona das CANÁRIAS) mas ao mesmo tempo podendo tornar-se num fenómeno mais vasto e afetando regiões em seu redor como as costas de África e da Europa e até do mais distante continente Americano; com um MEGATSUNAMI a poder já ter ocorrido na zona e no passado (há muitos e muitos milhares/milhões de anos atrás) como o demonstram vestígios encontrados 40/200 metros (na altura deste Evento) acima do nível da água do mar. O que aconteceria então, chegando à costa portuguesa (ocidental e sul) uma onda podendo atingir uns 100 metros de altura (ou algo a caminho desses valores mesmo que menores que 50)? Talvez se descobrindo um pouco, lendo o Público de 2011 (Luís Francisco/Cumbre Vieja, O Apocalipse tem um nome/07.11.2011):

 

“A recente crise vulcânica nas Canárias (Setembro de 2011) passou sem deixar grande mossa mas o arquipélago espanhol no Atlântico está referenciado como epicentro de um potencial desastre de consequências catastróficas: (como) a derrocada do flanco do vulcão Cumbre Vieja (um vulcão ativo) o cenário mais plausível de um MEGATSUNAMI (no Atlântico). (Só que) o problema é que os cientistas chegaram à conclusão de que o cone vulcânico é particularmente instável e (que) existe a possibilidade de, num cenário de erupção ou (de) sismo, uma enorme porção da montanha deslizar para o mar (c/consequências catastróficas). (Com os modelos matemáticos a apontarem que) o arquipélago da Madeira poderia ser atingido por paredes de água com mais de 40 metros de altura (e que) qualquer coisa à volta de três horas depois do colapso, o território continental português veria chegar poderosas ondas de dez metros (num cenário de devastação).”

 

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Localizado numa região geologicamente, não tão perigosa como a da Indonésia

Portugal jamais deverá esquecer não ser igualmente virgem, neste tipo de fenómenos (bastando para tal lembrar o Sismo/Tsunami de 1755)

 

Última Hora

 

[E pelas 22:30 (hora de Portugal) do dia 25 de Dezembro, com o número de mortos a caminho dos 500 e com o número de feridos a caminho dos 2.000 (isto para não falar como complemento, dos para já ainda considerados como desaparecidos). E com o vulcão Anak Krakatau a manter-se em atividade, registando-se ainda mais explosões/erupções. Por curiosidade na mesma altura em que na Itália o ETNA – igualmente próximo de centros populacionais – reforça a sua atividade.]

 

(imagens: volcanodiscovery.com – whittierdailynews.com – WEB/YOUTUBE – Smithsonian Channel/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:21

24
Dez 18

[Filme de 1969 dirigido por Bernard Kowalski e baseado na erupção do Karakatoa de 1883: Krakatoa a Leste de Java.]

 

Tal como há muito já se previa até pelo seu passado recente (última grande erupção registada em 1883, destruindo completamente a ilha vulcânica, para a mesma reaparecer 44 anos depois em 1927) e pelo tipo de vulcão de que se tratava (na confluência de duas placas tectónicas)

 

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Erupção do Anak-krakatau

(ouvindo na costa de Java a cerca de 50Km de distância)

 

– O vulcão KRAKATOA localizado entre as ilhas indonésias de JAVA e de SUMATRA –

 

Com o mesmo aparecendo e desaparecendo durante o seu percursode vida

(com a primeira menção a ser reportada a um mapa de 1611)

E sendo acompanhado de acontecimentos eruptivos extremamente violentos e capazes de aparentemente o CRIAR ou DESTRUIR

(vendo-se à superfície ou desaparecendo debaixo dela mas nunca perdendo as suas raízes vulcânicas)

 

E relembrando mais uma vez na história do mesmo vulcão e das suas erupções mais relevantes, o Evento Catastrófico de 26 de Agosto de 1883

 

– A 6ª Maior Erupção conhecida e a 2ª Causando mais Vítimas Mortais de sempre – (desaparecendo a ilha, provocando mais de 36.000 mortos e ainda um poderoso tsunami)

 

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Anak-Krakatou

(outro descendente violento do vulcão Krakatoa)

 

Não nos deixando nada surpreendidos o ocorrido no passado (e ainda muito próximo) dia 22 de Dezembro, com um TSUNAMI a varrer zonas costeiras do Estreito de SUNDA, localizadas a pouco mais de uma centena de quilómetros do novo Krakatoa (nova ilha denominada ANAK KRAKATAU) e provocando mais de duas centenas de mortos, mais de 800 feridos e uma trintena de desaparecidos:

 

Um fenómeno despoletado por violentas explosões ocorridas no novo KRAKATOA (ao longo de 24 horas), expelindo grandes quantidades de lava e simultaneamente provocando desabamentos/deslocações de terras submarinas e a partir daí dando origem ao aparecimento de grandes deslocações de massas/volumes de água como o são os TSUNAMIS.

 

Em mais uma Grande Catástrofe ocorrida na mesma região do Globo e pela mesma altura da tragédia de 2004 (pela época do Natal com um sismo seguido de tsunami a provocar mais de 230.000 mortos), aí (há 14 anos atrás) com o Tsunami a ocorrer na madrugada do dia 26 de Dezembro como consequência de uma grande deslocação de terras (submarinas) provocadas pelo sismo pouco tempo antes registado (numa das regiões que como todos nós sabemos é uma das mais ativas geologicamente falando do Mundo) – sismo com epicentro no Índico, a 30Km de profundidade e com amplitude M9,1: então utilizando-se boias (o que se fez apenas depois) podendo-se ter evitado a tragédia.

 

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Com duas ondas do Tsunami a entrarem em terra sem aviso

(segundo testemunhas com a 2ª onda sendo maior que a 1ª)

 

Só que mesmo utilizando boias ou outro tipo de sistemas (de sinalização de tsunamis associados a sismos) tal nunca resultaria no caso do TSUNAMI

 

– Como AVISO da sua chegada –

 

Do dia 22 de DEZEMBRO (sábado):

 

Porque a origem da deteção teria que estar não no SISMO, mas na explosão do VULCÃO (provocando deslocação de terras, vagas e o tsunami).

 

E não existindo equipamentos desses (que se saiba) para a deteção de tais fenómenos (associadas não a sismos mas a vulcões/erupções), não havendo mesmo nada e de novo a fazer. De quem a responsabilidade? Até ao próximo Natal?

 

(imagens: @OysteinLAnderse/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 04:16

22
Jun 18

What I say

Anak Krakatau starting to eruption

(Aris Yanto/facebook.com)

 

Imortalizado através do filme realizado em 1968 pelo cineasta norte-americano Bernard Louis Kowalski ‒ “Krakatoa East of Java ‒ o renovado vulcão da Indonésia (localizado no estreito de Sunda entre a ilha de Java e a ilha de Sumatra) parece confirmar o seu retorno à atividade (depois da última erupção de 19 de Fevereiro de 2017) com uma nova erupção registada (para já de pequena intensidade) no passado dia 19 de Junho (esta terça-feira): emitindo cinzas para a atmosfera atingindo algumas centenas de metros (de altitude antes de se dissiparem), mas para já sendo ainda muto cedo para se poder afirmar ser apenas um sobressalto (voltando o vulcão a acalmar-se) ou em alternativa o primeiro sinal para uma fase seguinte mais eruptiva e intensa. Com um dia se terá passado no (já distante) ano de 1883.

 

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Vulcão Krakatau

19 Junho 2018

(foto:Juhdi Black)

 

Nesse sentido com os especialistas a informarem (desde já) da possível continuação da agitação registada no vulcão Krakatau, segundo as suas previsões com uma nova erupção (mais intensa) a poder ocorrer a curto-prazo (dentro de semanas/meses): para já e apesar dos níveis de radiação (térmica) se manterem baixos a moderados (mas em crescimento desde Março deste ano de 2018) ‒ sugerindo que o magma se encontra perto da superfície ‒ com um caso muito semelhante a ter ocorrido (como referido anteriormente) há pouco mais de um ano (Fevereiro de 2017) com uma forte radiação térmica a ser registada seguida dias depois (dois) por uma intensa erupção estromboliana (três anos depois da de 2014 de categoria VEI1 ‒ estromboliana, moderada e emitindo cinzas de 100m/1Km de altitude).

 

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Krakatoa o Inferno de Java

(imagens: filmow.com)

 

Sendo este renovado vulcão (da Indonésia) denominado por Krakatau herdeiro de um longínquo vulcão localizado nas mesmas coordenadas (e com alguns locais ainda preservados como Verlaten e Ilhas Land), mais tarde substituído por outros três vulcões entretanto formados ‒ Rakata, Danan e Perbuwatrn ‒ e finalmente dando origem à Ilha de Krakatoa (e com o colapso do antigo Krakatoa a formar uma caldeira com cerca de 7Km). No ano de 1883 e num cenário retratado pelo filme “Krakatoa a Leste de Java” com a 2ª maior erupção de sempre registada em toda a Indonésia a levar à implosão da ilha de Krakatoa, com todos os seus vulcões a entrarem em violenta erupção (dando-se o colapso da imensa caldeira) terminando (estes, as suas encostas) por se desmoronar no mar provocando Tsunamis devastadores (e ficando uns restos do vulcão Rakata): provocando mais de 36.000 mortos não só entre os locais (da ilha atingida) mas sobretudo devido aos Tsunamis (que se lhe sucederam).

 

E passado mais de um século (135 anos) no seu lugar agora estando o Filho de Krakatoa com o cone de Anak Krakatau ‒ parecendo querer acordar e seguir os passos dos seus antepassados (localizado como está no Anel de Fogo do Pacífico).

 

(dados: watchers.news)

 

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:24

06
Abr 18

Instalado no Monte SINABUNG,

 

– Localizado no planalto de Karo (ilha de Sumatra/Indonésia)

 

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Vulcão do Monte Sinabung

(Figura 1 e 2 – erupção de 06-04-2018)

 

Encontramos um vulcão do período QUATERNÁRIO,

 

– Cronologicamente iniciado há aproximadamente 2,6 milhões de anos atrás –

 

Ainda em plena atividade:

 

- Como se vê (pela sua idade) entrando em ação quando na Terra ainda se movimentava um género de primata não humano/não hominídeo (há 25 milhões de anos atrás e denominado PROCONSUL) – na sua fase final de existência sobre o planeta – posteriormente aparecendo o primeiro Hominídeo (substituindo o anterior exemplar há 1,5 milhões de anos atrás) denominado HOMO ERECTUS.

 

Nesse período surgindo o vulcão Sinabung – atravessando o tempo (até os dias de hoje) e várias gerações de Homo Erectus (o mais Primitivo), Neandartais, Homem do Paleolítico (há uns 200.000 anos), Homem do Mesolítico (há uns 20.000 anos) e terminando no Homo Sapiens ou Homem Moderno – e iniciando-se a sua (como se pode ver relevante) atividade geológica:

 

- Tratando-se de um estrato vulcão (atingindo a sua forma atual através de erupções sucessivas e a partir da acumulação do magma em seu redor adquirindo a forma de um cone) com lava escorrendo lateralmente e formando as suas encostas (os flancos do vulcão) atualmente orientadas na direção N-S e dando-lhe um aspeto alongado – e com a última cratera surgida (cónica) a atingir quase os 2500 metros.

 

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Sinabung

(Figura 3 – Abril 2018)

 

E recuando (digamos) cerca de dois séculos (logo a acontecimentos recentes ocorridos depois do ano 1817) com as primeiras manifestações (vulcânicas) assinaladas a serem reportadas a uma eventual erupção (não confirmada) ocorrida em 1881 e ao aparecimento de Fumarolas emitindo vapor de água e gases tóxicos (em 1912) e as mais recentes (pelo menos sendo notícia por associadas a grandes erupções) a terem ocorrido uma em 2010 e a outra em 2013: no 1º caso (2010),

 

– Com o vulcão inativo e com a erupção mais forte a ter-se registado há mais de 400 anos –

 

Com o mesmo surpreendendo tudo e todos a voltar a acordar (levantando cinzas a mais de 1,5Km de altura e expelindo lava), obrigando à evacuação de cerca de 18.000 pessoas mas felizmente sói provocando 1 vítima mortal (indireta por problemas respiratórios); já na erupção ocorrida 3 anos depois (2013) e num processo muito semelhante ao anterior, igualmente com milhares de pessoas a terem que ser evacuadas, mas infelizmente na sequência da sua atividade (continuando ativo) causando 16 vítimas mortais em Fevereiro de 2014 (seis meses passados) numa nova erupção.

 

Hoje dia 6 de Abril de 2018 pelas 09:00 horas UTC com uma nova e grande erupção a ocorrer no vulcão SINABUNG (uma outra tendo ocorrido há dois meses/Fevereiro), originando rios de lava com mais de 3Km, lançando cinzas até quase 15 Km de altitude e colocando o tráfego aéreo em Alerta Vermelho.

 

(imagens: [2/3] sumutpos.co e [1] Фобос/Phobos/Катаклизмы и катастрофы природы youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:17

29
Nov 17

O vulcão AGUNG localizado na ilha de BALI na INDONÉSIA depois de ter entrado em erupção no passado dia 21 (há uma semana) e lançado material para a atmosfera,

 

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1

(foto: Kriss Sieniawski)

 

Voltou de novo a entrar em erupção no dia 25 (sábado) agora com maior intensidade e com o topo da coluna de cinzas a atingir uma altitude de cerca de 6Km (20000 pés).

 

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2-3

(fotos: Sutopo Purwo Nugroho e Shérine)

 

Horas depois da ocorrência desta 2ª e violenta erupção (ainda no dia 25) com o vulcão a entrar na sua fase magmática começando a expelir lava para o exterior e com a mesma a começar a escorrer pela montanha ‒ figura 7/água contendo cinzas vulcânicas e lama (subindo de imediato o nível de alerta):

 

A nível turístico (a principal fonte de receitas da ilha) com a consequência imediata a ser a suspensão de todos os voos (com o topo da coluna de cinzas a ultrapassar já os 9Km ou 30000 pés);

 

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4

(foto: Sutopo Purwo Nugroho)

 

E a nível interno com este fenómeno vulcânico a afetar todo o quotidiano da ilha (num raio de 8/10Km a partir da cratera) e forçando à evacuação milhares de pessoas estimadas em 100000.

 

Numa área localizada em torno do vulcão Agung e tendo estado (vulcanicamente) tranquila desde há 53 anos (com a última erupção a referir-se a 1963/64), com as pessoas resistindo à partida (muitas delas nunca tendo visto uma tal erupção) deixando para trás a sua casa, as suas terras, os eus animais e a sua vida.

 

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5-6

(foto: Shérine e Dr Janine Krippner)

 

Para já não sendo possível prever o fim deste violento surto vulcânico (no vulcão Agung) apesar de na sua última grande erupção o mesmo ter estado longo tempo em atividade (até acalmar) causando nesse período umas 1600 vítimas mortais.

 

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7

(foto: Reuters/straitstimes.com)

 

Num momento dramático para todos os habitantes da ilha de BALI (locais e turistas), num fenómeno geológico por muitos nunca visto (e experienciado ao vivo) há mais de 50 anos e podendo provocar a deslocação de 100000 pessoas e o isolamento parcial deste território da Indonésia ‒ já com o seu aeroporto encerrado. Num destino turístico que só no 1º semestre de 2017 terá recebido a visita de cerca de 4,5 milhões de indivíduos (oriundos de todo o mundo).

 

(fonte e imagens: watchers.news ‒ última imagem: striaststimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:01

03
Jun 15

Mais uma vez e talvez agora de uma forma muito mais violenta, o vulcão indonésio SINABUNG ameaça entrar em erupção a qualquer momento: sem aviso e provocando desde já a fuga de milhares.

 

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Indonésia – Vulcão do Monte Sinabung

 

Enquanto sismólogos e vulcanólogos espalhados por todo o mundo continuam bastante activos nas suas observações e registos diários dos mais relevantes eventos envolvendo alterações geológicas como terramotos e vulcões, no oceano Pacífico e para não destoar do estado actual de desenvolvimento dos movimentos da crosta terrestre (e do seu interior), a actividade sísmica e vulcânica no Círculo de Fogo têm-se mantido em níveis elevados e preocupantes.

 

Depois do mais recente sismo de magnitude 8.5 registado nas costas do Japão (com epicentro localizado a quase 900km de Tóquio a cerca de 600km de profundidade), eis que agora é o vulcão do monte Sinabung a colocar uma região da Indonésia em estado de alerta, obrigando à evacuação de mais de 6.000 pessoas.

 

Com o crescimento da quantidade de lava produzida nos últimos dias pelo vulcão e por motivos óbvios de segurança, procedeu-se à evacuação de toda a área em redor do vulcão num raio de 7km.

 

No entanto os especialistas temem que com este recrudescimento de actividade do vulcão Sinabung (e devido ao efeito das fortes pressões exercidas pela circulação da lava), aliado à fragilidade das encostas que o mesmo já apresenta, o seu cume possa em qualquer instante entrar em colapso e dar origem ao aparecimento de uma perigosíssima nuvem piroclástica.

 

(imagem – Janine Krippner/@janinekripper)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43

21
Fev 14

Vulcão Kelut – 14.02.14

 

Depois da erupção registada este mês no vulcão do Monte Kelut situado na Indonésia e que levou à evacuação de milhares de pessoas aí residentes, outro problema adicional está agora a surgir.

 

Poluição provocada pela queda de cinzas vulcânicas

 

Durante a sua erupção iniciada este mês o vulcão Kelut terá lançado sobre a superfície situada em seu redor perto de 50 milhões de m³ de depósitos.

 

Kali Code – Yogyakarta – 200Km do vulcão

 

Registando-se na zona do vulcão uma elevada precipitação e com os rios a começarem a transportar consigo material piroclástico e outras rochas e detritos, a água do rio começa agora a transformar-se numa espécie de lama, ameaçando as suas margens e as aldeias aí situadas.

 

Monte Kelut – Tempestade atmosférica

 

A erupção não afectou no entanto todas as zonas em seu redor: certas zonas a sul do vulcão não foram afectadas, ao contrário do que aconteceu a norte onde se situam as zonas mais atingidas como Puncu e Pandan Sari.

 

(dados e imagens – The Watchers)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51

19
Fev 14

As imagens referem-se ao vulcão Sinabung particularmente activo desde o início deste ano de 2014. Situado na Indonésia o vulcão tem estado num nível máximo de actividade, tendo já provocado diversas vítimas, levado à evacuação das populações situadas nas suas proximidades e destruído todas as culturas agrícolas em seu redor: a paisagem aparece agora com uma tonalidade acinzentada, resultante da queda da cinza vulcânica existente na atmosfera – originada pelas fortes e constantes erupções do Sinabung – e pela sua posterior queda na superfície da Terra – cobrindo os campos, os telhados das habitações e todos aqueles que se atrevam a circular.

 

        

Evolução num período aproximado de dez anos: 19 Maio 2003 e 7 de Junho de 2013

(verde/verde)

 

Este vulcão despertou subitamente em Agosto de 2010, sem apresentar nenhum registo histórico anterior: ele era o centro duma rica e tranquila região agrícola, que o rodeava e guardava como um simples vulcão adormecido e desde que o conheciam inactivo. Por essa altura e estendendo-se pelo mês de Setembro o seu despertar violento obrigou à evacuação de 30.000 habitantes vivendo na sua periferia. No entanto acabou por ir diminuindo a sua actividade acabando por adormecer de novo, o que levou ao regresso de todos os seus habitantes anteriormente em fuga. Apesar de tudo e como se pode ver nas duas imagens anteriores a paisagem pouco se modificou na sua globalidade durante dez anos (2003/2013).

 

        

Evolução num período inferior a um ano: 7 Junho 2013 e 6 Fevereiro de 2014

(verde/cinzento)

 

Mas tal como nós acordamos e adormecemos todos os dias, no caso do vulcão Sinabung uma situação semelhante acontecera no ano de 2010. Melhor: este dera um sinal claro do que aí viria três anos depois, com uma sucessão de erupções vulcânicas que de novo acordaram o vulcão em Junho de 2013, pondo em causa as culturas e o povo que delas vivia. Não foi pois de espantar que a 1 de Fevereiro de 2014 o vulcão entrasse de novo em erupção duma forma bastante violenta, acabando por vitimar quinze pessoas e pôr muitas outras em fuga: a erupção provocou o aparecimento dum nuvem piroclástica que atingiu na sua progressão uma distância de quase 5km, acabando os detritos transportados pela mesma por ser depositados sobre a superfície, transformando-a de cor verde e viva em cor cinzenta e moribunda.

 

(imagens – The Watchers/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:48

02
Fev 14

Grande erupção vulcânica provoca mais de 14 mortos na Indonésia

(Janeiro 2014)

 

Fugindo do vulcão Sinabung

 

Enquanto o vulcão do monte Sinabung explode numa violenta erupção e emissão de materiais piroclásticos, uma aldeã foge em passo acelerado dum local situado nas suas proximidades, antes de ser atingida pela sua (do vulcão) poderosa onda de choque. A onda de choque provocado pela explosão, pode ter consequências dramáticas.

 

Corpo de uma das suas vítimas

 

Situado no norte da ilha indonésia de Sumatra – localizada no oceano Índico – o vulcão Sinabung já provocou diversas vitimas desde que entrou de novo em erupção, como é o caso da imagem anterior que retrata o corpo dum aldeão local vítima das cinzas vulcânicas transportadas a altas temperaturas pela nuvem piroclástica: morto por asfixia.

 

(imagens – nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:18

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