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Covid-19 em Subida

Quarta-feira, 09.06.21

Nesta quarta-feira dia 9 de junho, antecipando o feriado do 10 de junho, um fim-de-semana alargado (para os que fazem ponte, não indo trabalhar sexta-feira), as festas do Santo António (em Lisboa) e de seguida as festas de São João (no Porto), a comunicação por parte do Governo de que na próxima segunda-feira dia 14 de junho, 4 concelhos (de um total de 308) não avançarão no Desconfinamento ─ BRAGA, VALE DE CAMBRA, LISBOA e ODEMIRA ─ enquanto outros 10 serão colocados em estado de alerta ─  entre eles e localizados na região do Algarve, ALBUFEIRA e LOULÉ. Face ao atual panorama Pandémico nacional (COVID-19), com as autoridades a decidirem prolongar o ESTADO DE CALAMIDADE para já até 27 de junho.

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Ponto de vista Covid-19

C/ a visão geral do país (incluindo o Algarve) e a evolução do índice R(t), a darem-nos (ainda) ─ cumpra o Estado a sua obrigação, com testagens/vacinação ─ algum réstio de esperança

 

Centrando-se o caso mais significativo na região de Lisboa e Vale do Tejo (só hoje com os 591 novos casos de Infetados, registando 66,4% do total de infeções nacionais) e sendo ainda relevante a situação em Odemira (não atingindo ainda o momento decisivo de regressão): e se em Odemira o motivo é bem claro devido ao movimento/flutuação de parte (certamente importante) da sua população (sendo uma fixa, ma outra móvel) ─ essencialmente no seu setor agrícola, nas estufas (com muitos migrantes, oriundos do continente asiático) ─ no caso de Lisboa ele ainda o é mais (claro, claríssimo) não servindo o argumento dos muitos focos e a impossibilidade de os detetar uma justificação válida ─ isto porque o único motivo para tal estar a acontecer, reside apesar deste já longo processo de testagem e de vacinação e de todos os seus problemas e erros de aplicação (sendo naturais e até servindo para aprender, corrigir e melhorar), num único fator não sendo necessário identificar por ter estado sempre presente movimentando-se bem visíveis à frente de todos (especialista da visão ou não) e que nunca se puderam retirar (nem por um momento que fosse, para a máquina Económica não parar), a massa de jovens estudantes e de trabalhadores movimentando-se em duas das vias principais de comunicação/transporte/transmissão do vírus (Família/Escola e Família/Trabalho), ainda-por-cima (sendo comuns) entrecruzando-se, poucas ou nenhuma vez tendo sido testados (nas empresas, nas escolas, nas ruas), quanto mais por não chamados, nunca tendo sido considerados como prioritários (como o deveriam ter sido considerados desde a 1ª hora) e como tal vacinados ─ e nem lhes pagando por isso, até como forma de agradecimento, merecido. Para quem manda e para casos como este, restando-os dizer apontando o dedo para estes distraídos (certamente achando-se inimputáveis), “só quem não quer ver, é que não vê”.

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Terra Covid-19

Ultrapassados os 175 milhões de Infetados, perto dos 3,8 milhões de Óbitos e c/ as piores referências Mundiais (Infetados/Óbitos) a serem os EUA (1º/1º), a Índia (2º/3º) e o Brasil (3º/2º)

 

Pelo que sabendo-se desde já quem “avança ou não avança” no Desconfinamento (já não existindo pelos vistos e reorganizada/martelada a matriz de risco, recuo possível) sendo fácil de descobrir o que de mais importante (a nível social e económico) distingue, os (1) “avança” dos (2) “não avança”: entre os que mais interessam ao publico em geral e no caso (1), com o horário comercial a voltar ao normal e com os restaurantes/espetáculos a encerrarem às 01:00 (no caso (2) às 10:30), com o nº de pessoas à mesa a aumentarem (no (2) não), com o regresso da prática desportiva com limite de público (no (2) não) e ainda com uma maior flexibilização podendo ser total da lotação dos transportes (no (2) mantendo-se as restrições de limitação). Restando saber se, focando-se de momento o maior problema na região de Lisboa (e arredores), as autoridades responsáveis terão capacidade suficiente para controlar tantas pessoas durante tanto tempo entre tantas variantes de percurso: havendo recursos podendo-se ter aproveitado o Santo António e o São João para se fazer uma Romaria/um Arraial, não de febras na brasa nem de sardinha assada, mas de testes e de vacinas.

No dia de hoje e como se verifica pelo gráfico (aqui apresentado) ─ talvez confirmando os motivos da “fuga” inglesa e do “temporário não” espanhol ─ com a generalidade dos parâmetros Covid-19 a continuarem (apesar de a um ritmo lento e incerto, subindo/descendo) em crescimento com a exceção do índice R(t) ligeiramente superior a 1, crescendo não só o nº de novos Infetados e a Incidência, como também agora ─ não sendo já oriundos da vaga anterior, mas de “réplicas” começando a “reabastecer de novo os hospitais de doentes/infetados ─ o nº de Internados e de doentes em UCI (estado grave/crítico): ao registarem-se hoje 890 casos de novos Infetados, tendo-se de recuar a 6 de março (mais de 3 meses) para se obter um valor superior (1007); neste período de 14 dias com o nº de Infetados/dia a crescer 55%, o nº de internados 31%, o nº de doentes em UCI 32%, a Incidência 29%, sendo o único a decrescer o índice R(t) 2%. Números sem dúvida preocupantes centrando-se maioritariamente em Lisboa, mas tendo repercussões garantidas um pouco por todo o país, como já se verificou lamentavelmente no Algarve (ainda sonhando com o dia 21 de junho, quando os próprios ingleses no seu próprio território, não estão nada certos disso).

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais e

Yalcin Sonat/Shutterstock/theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:48

Covid-19 PT/07.06

Segunda-feira, 07.06.21

Hoje com a Espanha imitando os ingleses à sua “forma & maneira” fazendo-nos o respetivo e universal manguito, que pelos vistos e segundo os nossos vizinhos, nós tanto apreciamos e agradecemos (porque sempre compreendemos e aceitamos).

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Num dia em que a evolução dos parâmetros Covid-19, parece mais uma vez dar o sinal, de que algo podendo ter consequências ou não, se continua lentamente a desenvolver (mantendo-se ou subindo o valor desses parâmetros, teimando em não diminuir de vez) ─ depois do foco na evolução do nº de Infetados/dia, da taxa de incidência e do índice R(t) ─ eis que passada esta 1ª fase da chegada de novos casos (podendo já não estar ligados à última vaga) e confirmando esse novo acontecimento (passando-se os doentes da sala de espera, para o internamento), parece chegar a vez da 2ª fase (da transferência) com o início do reabastecimento dos Internados e doentes em UCI: numa perspetiva otimista podendo ser apenas um Evento passageiro e circunstancial limitado a uma ou outra região do país, não deixando no entanto de ser algo preocupante apesar de momento se concentrar (o crescimento do nº de infetados/dia) sobretudo na região de Lisboa e Vale do Tejo (hoje, 53% dos casos) e na região Norte (hoje 24% dos casos, com o Algarve a ficar-se nos 8%). Mas podendo não ser um acontecimento fortuito/passageiro pois se antes se verificava uma ligeira instabilidade no nº de infetados/dia (crescendo/descendo) e um ligeiro crescimento na Incidência e R(t) ─ hoje com o índice de transmissibilidade a descer (ainda com R(t)> 1), mas com a Incidência já tendo ultrapassado os 70 (72,2 casos7100.000 habitantes período de 14 dias) ─ como que transposta a porta do hospital entrando nele e verificando-se o estado do doente aí ficando, a ser a vez dos “números internos” começarem a subir como se estivesse aí uma outra (menos intensa) vaga (ou ainda o resto da anterior) a chegar: esta segunda-feira (acontecendo o que não devia) subindo o nº de Internados (9,8% em relação ao dia anterior) e de doentes em UCI (13,5%). Face à evolução destes números e apesar do que eles possam significar, com os portugueses tendo que interiorizar que dado o tempo à Saúde e esgotado o mesmo, não havendo hipótese de recuo e a partir de agora tendo de se sacrificar tudo em nome único e exclusivo (se não quisermos morrer de doença ou então de fome) da Economia. Mesmo que como no caso do Turismo e da Região do Algarve, os ingleses possam já ter destruído irremediavelmente o Verão deste ano de 2021, o segundo consecutivo/uma tragédia, podendo até acabar numa catástrofe.

(dados: dgs.pt imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:59

Covid-19 PT/02.06

Quarta-feira, 02.06.21

Com a generalidade dos parâmetros associados à Covid-19 apesar de baixos, a demonstrarem uma tendência de subida. Traduzidos especialmente nos números de Infetados/Incidência/R(t), significando um atraso nos processos de testagem/vacinação ou em alternativa na presença de focos ainda ativos (ou renovados) do vírus SARS CoV-2 (ou das suas estirpes/variantes). De qualquer modo preocupando, devendo-se manter o alerta, mas estranhando-se ─ sendo um mau exemplo (nas suas atitudes/nos seus atos ou na falta delas/deles) ─ a pose aparentemente despreocupada do Governo.

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No mês em que inicia o Verão, época alta do Turismo em Portugal e sendo-o sobretudo no Algarve (pela importância vital do Turismo, para esta região), com os indicadores Covid-19 mostrando-se ainda algo instáveis, dando alguma preocupação e necessidade permanente de atenção (mais valendo sempre prevenir/fazer do que remediar/adiar)

 

Dada a eminente chegada do Verão coincidindo com a época alta do importante setor turístico português ─ o Turismo, um setor cada vez mais importante numa economia maioritariamente dominada pelos serviços, associando-as/agregando-os e incluindo-nos na distribuição de receitas ─ a partir de meados de junho abrindo-se ainda mais o país tanto interna como externamente (permitindo-se/flexibilizando-se mais), com as nossas autoridades baseando-se no ditado popular “quem não arrisca, não petisca” a parecerem querer conceder algum “espaço de liberdade ao vírus” ─ certamente que confiando nele próprio (nas suas ações preventivas, mas quais?), nas testagens (devendo ser maciças, mas não se verificando tal), na eficácia da vacinação e das vacinas (mas como, se atrasada e em falta) e na boa-vontade do mesmo (o coronavírus, aceitando, protegendo-se temporariamente do calor e do Sol) ─ dando agora e declaradamente o protagonismo à Economia.

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Albufeira

Rotunda dos Relógios

24 maio 2021

 

Não podendo haver recuos, se necessário alargando-se os limites dos parâmetros Covid-19 (subalternizando-se obviamente a Saúde), fazendo-se o balanço deste percurso (não exista nenhum despiste, levando à sua suspensão ou anulação/da prova), lá para o fim do Verão. Por sinal tendo-se de seguida dois momentos que poderão ser cruciais, o regresso às aulas e as eleições Autárquicas. Mais uma vez e “não caindo nada a ninguém” tendo-se ainda a opção (sendo português e tratando-se da instituição dirigida pelo Francisco) ─ e nem sequer tendo os extraterrestres a interessarem-se por nós (sendo eles Deuses e/ou Astronautas) ─ de rezar a Nossa Senhora de Fátima.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:20

Pandemia & Permissões ─ Depois dos Ingleses e do Futebol, o S. António e o S. João

Domingo, 30.05.21

Com um Governo apesar de o saber (onde nos está a enfiar),

─ Mas não o querendo assumir, preferindo como faz sempre neste tipo de situações (tendo que decidir) optar por adiar

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Festejos do SCP Campeão

(Lisboa/região com a 1ª maior concentração

populacional/empresas do país)

 

Sendo ainda para tal suportado (como não poderia deixar de ser, como seus assumidos vassalos/súbditos, dependendo do nível hierárquico e respetiva folha de pagamento) por um grupo assalariado de políticos-cientistas, tendo nas suas mãos um país por vezes parecendo completamente à deriva (nesta data confundindo-os ainda com Fátima e esperando deles um milagre) ─ ou seja,

Sem um mínimo de estratégia e de orientação socioeconómica (colocando em causa patrões/trabalhadores/empresas) optando de novo pela solução mais fácil (que afundou anteriormente a Europa ainda mais na crise) entregando a iniciativa aos Bancos e às grandes Empresas (a esmagadora maioria delas deles dependentes) e deixando para trás os antes “elogiados, aclamados, aplaudidos, heróis” mais uma vez “por dever violados e não pagos” (e esquecidos por nós todos),

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Para além da instabilidade no nº de Infetados/dia insistindo em não descer e do aumento/manutenção do índice R(t)>1, agora com o nº de Internados a parecer querer igualmente crescer (mais tarde sendo os UCI), mas acrescidos de novos doentes provavelmente já não oriundos (como resíduos) da última vaga.

 

Vergonhas como as ocorridas neste caso no Futebol (nacional/internacional), sendo simultaneamente acompanhadas (como se estas estivessem de acordo) pela passividade completa e mais que evidente das nossas autoridades (responsáveis, dizendo representar-nos/defender-nos e pagos por nós) ─ procedendo como se o coronavírus tivesse ouvido as preocupações sanitárias do Governo (deles), estando de acordo e fazendo tréguas (para não estragar os esquemas “deles”, que incrivelmente desconhecemos) ─ deviam ser severamente punidas, aparecendo (não os escondendo, por serem do partido no poder) os responsáveis.

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Véspera da final da Liga dos Campeões

Ingleses em massa a invadirem a rua dos bares na Oura/Albufeira, p/ a GNR até às 22:30 c/ os grupos de dúzias de pessoas eventualmente a serem todos compostos por familiares (nada de mal, até se consentindo ajuntamentos sem máscara), mas a partir dessa hora (apanhando-os no meio do álcool, muitos intoxicados) deixando-o de o ser, e não se retirando do local (familiar ou não) com a GNR a tornar-se radical arriscando-se (mesmo por acidente, danos colaterais) a levar-se com uma cacetada.

 

Com a chegada do mês de junho aproximando-nos do Verão e da época alta do turismo nacional e Algarvio, setor tão importante como fundamental (servindo para ligar outras áreas de investimento) para a nossa balança comercial (entendendo-se obtenção de lucro ou mais-valia/ componente económica, não de melhores condições sanitárias, incluídas as do trabalhador/componente social), esquecendo-se (ou querendo que nós esqueçamos, subalternizando-a) que a Pandemia Covid-19 ainda anda por aí provocando todos os dias infetados/internados e até vítimas mortais (tal como aconteceu no Verão passado, ninguém ligando/por valores baixos e vendo-se depois as consequências), de um momento para o outro e dando-lhe pretextos podendo mesmo “fora-de-horas” ressurgir: veja-se o caso da Brasil com o seu presidente e acompanhantes extremistas (o Povo gosta por vezes de ser castigado, várias vezes e de formas variadas, tal a educação/ou falta dela dada por parte do Estado) ─ aqui (em Portugal) escondidos, mas também existindo em quase todas as fileiras partidárias ─ conseguindo que o coronavírus atravessasse todo o Inverno, todo o Verão (como o Sol e o calor “não o matando”) e estivesse prestes a entrar no segundo Inverno ainda cheio de força.

Deixando-nos como única opção passados estes ”Extraordinários Eventos” proporcionados nestes Tempos Covid-19 pelos nossos fabulosos (não existindo argumentos, existindo adjetivos) politico-cientistas-eruditos, profissionais e iluminados (quem poderá duvidar de tal currículo, ainda-por-cima não conhecendo o seu CV oculto, para eles naturalmente o mais precioso, “as bestas” consentindo-o e “fundidas” sendo nós) ─ e por estes seres “brilhantes” (como se autodenominam, tanto de noite como de dia e como o repetem os seus assalariados/rastejantes) sugeridos ─ de passarmos mais uma vez pela barraca para ver se estamos ou não contaminados. E se o não fizerem até pelas consequências?

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Final da Liga dos Campeões

(Porto/região com a 2ª maior concentração

populacional/empresas do país)

 

E nunca esquecendo virem aí “os festejos populares do Santo António e do São João”, a parir do sucedido em Lisboa (limitado a território nacional) repetido agora noutra escala no Porto (agora a nível internacional, podendo ter repercussões internas/contágios e externas/turismo), não existindo argumento que resista mesmo sendo uma diretiva obrigatória e Governamental (impondo, se necessário, agredindo), para impedirem algo de certamente mais civilizado (tradicional, conhecendo-se o conteúdo/a história) do que o de ontem alimentado exclusivamente pela industria em acelerado crescimento (importante segundo o respetivo Ministro, seja ele qual for, para  nossa Economia) do  álcool.

Nos últimos 14 dias de Pandemia Covid-19 em Portugal (observando os parâmetros Infetados/dia, Internados, UCI e R(t)) e analisando a evolução do nº Infetados/dia e R(t) ─ os parâmetros que nos poderão informar com mais rigor qual o nível de atividade atual do vírus SARS CoV-2, responsável pela doença (infeciosa, podendo ser mortal) Covid-19, estando a diminuir ou não ─ não só com o nº de Infetados/dia e o índice R(t) a subirem, como agora (parecendo estar-se a fazer uma renovação, chegando infetados, talvez de uma “nova fornada”) acontecendo o mesmo com o nº de internados, deixando-nos (pela falta de explicação e de medidas extras visíveis) inquietados. Não se prevenindo e não sendo possível de remediar, podendo acabar-se num desastre (suspeitando-se que sem responsáveis, a não ser o vírus).

(dados: dgs.pt ─ imagens: André Luís Alves/Global/tsf.pt

─ Produções Anormais ─ regiao-sul.pt─ jn.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:44

Pensamento Político Covid-19 ─ Quem Não Arrisca Não Petisca

Sábado, 29.05.21

No dia de mais uma reunião no Infarmed (tendo a Pandemia Covid-19 como tema),

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Evolução de Infetados/dia, Internados, UCI e R(t) em Portugal

(15/28 maio 2021)

 

─ Com a existência de alguns interessados (como não poderia deixar de ser, os apoiantes de “produzir até morrer”) em mudar a “matriz de risco” (certamente “alargando-a”, não vá o seu concelho recuar no Desconfinamento)

E em que notícias vindas do Reino Unido nos informam (nós, os portugueses) de uma subida no R(T) dos britânicos (apesar de em grande %, já estarem vacinados),

─ Agora que eles começaram a chegar em maior nº a Portugal (e ao Algarve), reforçados nestes últimos dias pela final europeia de futebol a decorrer no Porto (envolvendo duas equipas inglesas)

Torna-se cada vez mais preocupante face a esta nova via adicional de comunicação/transporte agora reaberta (abrindo as portas do nosso país ao exterior), a situação que já se vive por cá e que ainda poderá vir (com esta nova via/porta escancarada aos britânicos) a agravar-se:

Com o nosso Governo para já a demonstrar (talvez para nos tranquilizar, afinal de contas vindo aí o Verão e pelos vistos o coronavírus dando-se “mal com o calor”) alguma despreocupação, apesar da evolução Infetados/dia e R(T) não os (nos) ajudar nada (nesse sentido).

Screenshot_2021-05-29 OMS Procura pelas origens do

OMS: Procura pelas origens do vírus

"está a ser envenenada pela política"

(MacroMedia/LUSA/24.sapo.pt)

 

E então pensando-se nos jovens (dentro de pouco semanas de férias) e no expetável grande fluxo de turistas ainda por chegarem (britânicos, alemães, holandeses, franceses, etc.),

Podendo-se de um momento para o outro formar-se “um cocktail de massas”, não se sabendo muito bem com que tipo de consequências.

“Os mesmos que negaram o papel dos mais jovens na transmissão do coronavírus (sendo essa uma evidência), os mesmos que colocaram os diabéticos fora dos grupos de riscos (sabendo ser o maior grupo de doentes, superando mesmo os doentes oncológicos, logo dando mais despesa), são ainda os mesmos que apesar de toda a sua incompetência e irresponsabilidade e pendurando-se/orientando-se em seu próprio benefício (profissional/pessoal) nos profissionais da saúde (explorando-os), declaram agora querer salvar os “centros urbanos” colocando os trabalhadores a trabalhar (testados/ou não, vacinados/ou não) mesmo que sucumbindo (como “heróis”, deles) ao fazê-lo (ideia base da nossa Ministra da Saúde, subalternizando a sua Saúde à da Economia). Para tal não sendo necessário o Ministério da Saúde, devendo ser agregado e estar na dependência do Ministério da Economia.”

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Evolução do índice R(t) na região de Lisboa e Vale do Tejo

(08/2020 a 05/2021)

 

Esta sexta-feira (28 maio) saído o relatório diário da nossa situação epidemiológica E sendo acompanhado pelo relatório (semanal) elaborado/publicado pelo INSA, persistindo a instabilidade no nº de Infetados/dia (parecendo em subida lenta) e o índice de transmissibilidade em subida, de momento em R(T)=1,07.

Numa análise comparativa da evolução da Pandemia entre as sete regiões do país (conforme divisão da DGS), com a pior situação a registar-se (até pela sua densidade populacional/concentração de empregos) na região de Lisboa e Vale do Tejo (mais de 40% das infeções) seguido da região Norte (em redor dos 30%).

Com o índice R(T) na região do Algarve a ser o menor do país em torno de R(T)=0,92 e com o do Alentejo (tal como Lisboa) a ser igualmente elevado nos R(T)=1,16 ─ e mais preocupante o sendo se não se soubesse a sua origem, a escravidão agrícola estabelecida a sul de Portugal (proliferação de estufas) no Alentejo e no Algarve.

Pela negativa e na região do Algarve destacando-se no presente dois concelhos. Tavira (139) e sobretudo Vila do Bispo (272), ambos superando os 120 Infetados/100.000 habitantes:

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Situação epidemiológica em Portugal é de intensidade moderada,

mas com tendência ligeiramente crescente

(jornaleconomico.sapo.pt)

 

Arriscando-se a manterem-se ou recuarem no seu nível de desconfinamento.

Pela positiva tendo-se obviamente de mencionar Albufeira, antes rodeando os 120 casos/100.000 habitantes (a 14 dias, maior/menor) e hoje já nos 43, uma prova da eficácia das testagens e das vacinas desde que lavadas a sério e a cabo.

Mas nunca esquecendo que um problema num concelho poderá ter uma grave repercussão nacional, havendo problemas numa região e ela sendo (por exemplo) Lisboa, dando certamente cabo e num instante do importante e fulcral (para Portugal), setor do Turismo.

Tendo um Governo que a ter um lema esse seria, “quem não arrisca não petisca”, esperando-se que a soberba britânica não nos saia ao contrário:

Podendo ser os britânicos “se não a nossa morte, o nosso maior pesadelo”.

(imagens: MadreMedia/Lusa/24.sapo.pt ─ Produções Anormais ─ José Sena Goulão/Lusa/jornaleconomico.sapo.pt ─ INSA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:34

Covid-19 PT/26.05

Quarta-feira, 26.05.21

No dia em que Portugal regista +594 Infetados (só inferior ao nº registado a 22 de abril ─ há 34 dias ─ com +633 Infetados) ─ no Algarve +18 Infetados e um índice de transmissibilidade R(t)=1,07 (o mais elevado neste período de 73 dias),

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Portugal

Covid-19 2021

Evolução Infetados/dia e R(t)

 

E sabendo-se o índice R(t) ser inferior no Algarve (um dos memores a nível nacional) apenas ultrapassando R(t)=1 devido à região de Lisboa e Vale do Tejo ─ muitos indicando a causa de tal, os festejos em Lisboa doo adeptos do SCP

Questionando-nos dada a evolução destes dois importantes parâmetros de identificação/evolução da atividade do vírus SARS CoV-2 (responsável pela Covid-19), qual será o cenário da “Covid-19 em Portugal” daqui a umas semanas (poucas).

Tendo (pelo lado do coronavírus) o índice R(t) crescido neste período de mais de 10 semanas quase 15% (1,07-0,93=0,14) e simultaneamente (pelo lado do Homem) com a testagem meio lenta a ser de novo acelerada (no Algarve, como em Lisboa),

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Albufeira

Covid-19 2021

E se regredisse no Desconfinamento?

 

Mas mantendo-se ainda alguma confusão sobre que grupos vacinar primeiro (jovens/Algarve, trabalhadores/Lisboa): tendo-se que intensificar as testagens (nem sequer se ouvindo falar das testagens a iniciar nesta quinta-feira 27 ─ sendo a véspera ─ nas secundárias),

Como obviamente até pelas férias dos jovens e do aumento do fluxo no setor do turismo (com mais vias de comunicação/transporte a cruzarem-se), acelerar a vacinação (dos grupos de estudantes/trabalhadores mais jovens).

Globalmente com os EUA, o Brasil (este no Hemisfério Sul, seguindo-se daqui a poucas semanas o Inverno) e a Índia a liderarem em todas as tabelas Covid-19 (negativas), pelas 21:25 TMG (de 26.05) e globalmente registando-se 168.976.769 Infetados e 3.509.771 Óbitos.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:17

Covid-19 PT/25.05 ─ Preocupante ─ R(T) a Subir

Terça-feira, 25.05.21

Entre o 1º e o 14º dia deste último período (de 12/25 maio) com o nº de Infetados/dia a registar uma variação de 485/375 (-23%) e com o índice de transmissibilidade R(T) a subir de 0,93/1,06 (+14%). Com o nº de Infetados/dia (apesar de baixo) a continuar instável (subindo/descendo) e mantendo-se simultaneamente a tendência de subida do índice R(T),

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Esta terça-feira 25 de maio de 2021 pelas 17:00 de Lisboa, tendo-se já ultrapassado globalmente os 168 milhões de Infetados (2% da população mundial) e estando-se perto dos 3,5 milhões de vítimas mortais (taxa de mortalidade sobre a amostra de 2%), sendo os maiores contribuidores para estes números os EUA, o Brasil e a Índia (só estes três registando, entre mais de 220 estados/territórios, 2/5 das vítimas mortais globais).

─ Não descendo há 18 dias (desde 7 maio) e hoje estando em R(T)=1,06 (tendo-se de recuar a 15 abril para ter um valor igual)

Mantendo-se a preocupação e o alerta não só para Portugal como para toda a região do Algarve, iniciado o regresso dos turistas e sendo agora impensável recuar (com um novo recuo, podendo significar o fim deste importante setor económico).

Nada se fazendo, entretanto,

─ Ou seja, ignorando as promessas repetidas de testagens maciças (só para inglês ver como o sucedido nas escolas, fazendo-se uma vez e de seguida nunca mais aparecendo) ou nem sequer as iniciando/impondo (veja-se os casos das estufas e dos estaleiros) e utilizando um plano de vacinação feito à pressa e em cima do joelho (não tendo culpa quem por solicitação hierárquica, tomou conta dele) responsabilizando por tal não um profissional da Saúde mas um Militar (colocando-o no comando de um operação tão delicada como necessária)

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Prestes a entrar no mês em que se inicia a época alta turística na região do Algarve ─ a 21 de junho, iniciando-se a estação do Verão ─ a considerada capital turística desta região a cidade de Albufeira ─ tendo como capital da região Faro ─ como centro da maioria do investimento algarvio (no mínimo 40/50%), encontra-se desde já preparada (como na questão da segurança/dos serviços) para receber todos os viajantes.

E com os responsáveis da Saúde continuando a não definir claramente (sendo da sua inteira responsabilidade/decisão) quem vacinar primeiro (conforme as idades, conforme os sectores, conforme o grupo/estado de saúde, etc.), deixando-se arrastar no tempo (inativo) por “opiniões vindas de fora, por vezes contrárias” (veja-se o caso do uso da máscara),

Questionando-nos como ainda há tantas pessoas por vacinar em determinados setores da nossa atividade económica (mais expostos), não sendo poucos nem tão pouco influentes assim, pelo contrário (na propagação da doença, com jovens e trabalhadores constantemente a circular), agora ainda acrescidos dos turistas por cá passando.

Ficando-se (preocupados e na expetativa) a aguardar que finalmente (antes que seja tarde demais) o “Governo reaja", já que o R(T) não para (de subir) nem para tal consulta o Governo.

Dentro de cerca de 4 semanas, iniciando-se em todo o Hemisfério Norte a estação do Verão.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:45

Covid-19 PT/22.05

Domingo, 23.05.21

Um incidente por mais insignificante que o consideremos (sendo o oposto para os nossos adversários, aproveitando a ocasião para transformar, “uma formiga num elefante”) mas levando os parâmetros Covid-19 a voltarem a subir (mesmo que por um curto prazo), poderá num “estalar de dedos” destruir todo o Verão (uma tragédia, sendo o 2º verão consecutivo).

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Desde o início deste período de 14 dias (contados até hoje sábado, dia 22 de maio) com o nº de Infetados/dia a subir de 324 para 523 (+ 199), com o nº de Internados a descer de 268 para 210 (-58), com o nº de doentes em UCI a descer de 74 para 59 (-15) e com o índice de transmissibilidade R(t) a subir de 0,92 para 1,03, mantendo-se alguma preocupação pela instabilidade do 1º parâmetro e sobretudo pela subida do último (crescendo 12%): mantendo-se esta evolução do índice R(t) e a instabilidade do nº de Infetados/dia (levando a um crescimento de casos de Infetados/100.000 habitantes) dentro de um mês (ou um pouco mais) podendo-se estar à porta de um novo período de Confinamento, ou seja, coincidindo com a estação (a nível turístico, época alta) do Verão (liquidando-o e talvez ao Algarve, como região turística).

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Conhecendo-se a origem dos focos (de Covid-19) ─ em vez de os ignorar, temendo prejudicar outros setores (como o agrícola), mas sendo impraticável a sua coexistência tão próxima (e descurada/desresponsabilizada) com outros setores (como o da população, como o do turismo) ─ sendo apenas necessário isolá-los, tratá-los e só depois (testados e vacinados) com regras, direitos e deveres reinseri-los (aos trabalhadores).

Pelo que a partir da próxima segunda-feira (24 de maio) e com os países europeus a começarem a abrir o seu espaço aéreo a “viagens de turismo” (mesmo não integrando a lista “verde” do Reino Unido), com a concorrência pelos clientes deste mercado a começarem progressivamente a alargar-se (a outros países sobretudo do sul Mediterrânico) e não tendo Portugal nenhuma estratégia já pensada (tendo tido muito tempo para isso) de manutenção deste tráfego aéreo inicial e privilegiado (em direção ao nosso país) espalhando-se pelas nossas diversas regiões turísticas ─ sendo a do Algarve a maior e Albufeira a sua capital ─ os efeitos poderão começar a sentir-se com um desacelerar das reservas e das viagens (optando pelos destinos do costume, que não Portugal). E com todo o futuro de um país podendo estar apenas nas mãos de uma minoria temporária ─ tal como aquilo que se passa com os estaleiros (de obras), com as estufas (agrícolas) e até com os fanáticos do futebol (todos eles, dos de baixo, aos de cima): sabendo-se hoje que uma das causas da subida de casos de Infetados na região de Lisboa assim como noutras zonas do país (até no Norte), se fica a dever aos festejos do título de campeão nacional de futebol, por parte do SCP.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:21

Covid-19 PT/21.05 (e Algarve)

Sexta-feira, 21.05.21

Ao fim do 5º dia desde a abertura do nosso espaço aéreo aos “viajantes turísticos” (maioritariamente ingleses) e com a época alta do Verão aí a bater à porta (falta um mês), tendo-se que dedicar e a nível externo uma especial atenção a esta nova abertura acrescentando mais uma Via de Comunicação (não só aos indivíduos que vão chegando, como àquilo que “os mesmos transportam”), assim como e simultaneamente a nível interno controlar os estaleiros, as estufas e as diversas migrações de mão-de-obra (incluindo obviamente a turística). No que diz respeito ao Algarve e dada a sua “monocultura turística” (por quase única e intensiva) uns ─ estaleiros/estufas/migrações internas ─ podendo fazer implodir o outro, o sector do Turismo. Nem vale a pena pensar o que seria, sem dúvida uma tragédia, dado estar muito em jogo (e em suspenso há mais de um ano).

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Fig. 1

 

Nos gráficos elaborados através de dados fornecidos pela DGS/INSA, verificando-se (Fig. 1) a continuação da instabilidade na evolução do nº de Infetados/dia (subindo, descendo e assim sucessivamente), uma situação começando a ser preocupante (incomodando) dada a coincidência com a subida desde há alguns dias do índice de transmissibilidade, situado a nível nacional já acima de 1, hoje com R(T)=1,03 (subindo de 0,92 em 11 de maio para 1,03 em 21 de maio, uns 12%). Podendo significar nada ou talvez não, mas confiando-se (sobretudo) nas testagens e nas vacinas ─ apesar da maior parte da gente nova, talvez agora a maior transmissora mesmo aparentemente não desenvolvendo a doença/ou sendo assintomática, não tendo sido vacinada. Um caso ainda mais agravado no Algarve tendo (aí residindo ou em visita) muita gente jovem.

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Fig. 2

 

Neste último gráfico (Fig. 2) apresentando-se os vinte concelhos de Portugal com maior incidência de infetados por cada 100.000 habitantes (um índice importante, mas nas condições em que se efetua com conclusões/decisões muito discutíveis ─ uma estufa/um estaleiro. um caso limitado e pontual, podendo fechar uma localidade) com os casos mais importantes e problemáticos (no continente) a localizarem-se em Montalegre (a norte, distrito de Vila Real) e Odemira (a sul, litoral alentejano), mas com quatro concelhos do Algarve a terem que se precaver (se não quiserem recuar no Desconfinamento): Vila do Bispo, Lagoa, Albufeira e Tavira (assinalados na fig. 2 a vermelho). Não sendo muito difícil de adivinhar as consequências que daí adviriam (encerrando-se muitos espaços e serviços), se por exemplo o concelho de Albufeira recuasse.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:59

A Pandemia no Mundo

Terça-feira, 11.05.21

A nível Global tendo-se ultrapassado os 160 milhões de infetados e os 3,3 milhões de óbitos (em cerca de 7,7 biliões de habitantes) e com as curvas de Infetados/dia e de óbitos/dia agora e de novo em tendência decrescente (depois de em fevereiro/março e seguindo até aí uma tendência de baixa, voltar de novo a subir), como se comprova a seguir:

Continente

Infetados

Óbitos

Europa

-17%

-17%

América N

-17%

-11%

Ásia

-1%

+8%

América S

-1%

-9%

África

-7%

0%

Oceânia

+54%

-42%

(Mundo)

(-5%)

(-4%)

Infetos/Óbitos Covid-19 por continente

(N: Norte S: Sul)

 

Com as responsabilidades das taxas positivas registadas na Ásia ─ no nº de Óbitos ─ e na Oceânia ─ no nº de Infetados ─ a ficarem a dever-se no caso do continente asiático à Índia ─ com mais de 250.000 mortos (ainda hoje quase +320 mil infetados e +3600 mortos) tornando-a de momento o centro desta Pandemia (de Covid-19) ─ e no caso da Oceânia à Papua Nova-Guiné com uma subida de 96% (passando de 427 para 824 de infetados, nas últimas duas semanas).

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Evolução Covid-19

(abril/maio de 2021)

 

Com o trio EUA (1º/1º), Brasil (3º/2º) e Índia (2º/3º) a continuarem a registar o maior nº de infetados e o maior nº de óbitos, tendo agora a Índia (infelizmente até pela sua população, mais de 1,4 biliões de pessoas, cerca de 18% da população mundial) como a principal contribuidora. Felizmente devendo já ter ultrapassado o período de maior atividade do vírus SARS CoV-2 (uma das suas variantes, pelos vistos mais perigosa), tendo transposto o máximo de infetados e o pico máximo de óbitos e como tal, já estando em descida: tal como previsto antes devendo-se ver “livre” do coronavírus, lá para início/meados de junho

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Resultado de incêndios em concelhos vizinhos

(Albufeira 08.08.2018)

 

E com o exemplo de excelência até pela sua dimensão (no combate contra esta Pandemia de Covid-19 iniciada há mais de um ano) a vir de duas ilhas da Oceânia (talvez por isso, estando completamente isoladas pelo mar) localizadas em pleno oceano Índico/Pacífico, a Nova Zelândia (2.643 infetados/26 óbitos em 4,8 milhões de habitantes) e a Austrália (29.938 infetados/910 óbitos em 25,5 milhões de habitantes). Sendo territórios quanto ao Covid-19 extremamente rigorosos ─ nas “entradas” ─ e dirigidos um por um homem, o outro por uma mulher, podendo ambos invocar terem (em conjunto com a sua população) derrotado (para já) o vírus ─ na Nova Zelândia com duas mulheres no comando, Patsy Reddy com Governador-Geral e Jacinda Ardern como 1º Ministro (sob a direção da Rainha Elisabete II).

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:00