Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Mar 20

MUNDO:

“366.956 Infetados, 16.100 Vítimas Mortais, 101.065 Recuperados.”

(23.03.2020 pelas 17:38 TMG)

 

Segundo dados de hoje (23.03.21020) registados pela DGS e reportados às 11:00 locais (de Portugal):

 

siga-a-confer-ncia-de-imprensa-da-dgs-em-direto-12

Conferência de Imprensa da DGS de 23.03.2020

 

Pandemia Covid-19

Casos

Condições

%

Suspeitos

13.674

Vigilância

11.482

Infetados

2.060

Não Internados

1.789

86,8

Internados

201

9,8

Grave/Crítico

47

2,3

Vítimas Mortais

23

1,1

Recuperados

14

 

Com 2.060 infetados e 23 vítimas mortais − taxa de mortalidade = 1,1% − e dos casos ativos com 47 em estado grave/crítico – 2,3% (dos 2.060) – estando Portugal ainda afastado dos cenários Europeus mais explosivos como (a nível do nº de vítimas mortais, superior a 100) a Itália (5,476), a Espanha (2.206),  a França (674), o Reino Unido (289), a Holanda (213), a Suíça (118) e a Alemanha (115) – e abaixo da centena de mortos surgindo a Bélgica (88): ou seja e sendo uma evidência, com a Europa claramente dividida entre a tragédia em curso na Europa Ocidental e o ambiente bem mais desanuviado da Europa de Leste. Justificação?

 

Com a seguinte curva epidémica (relativa a 21 dias) e distribuição por região (8):

 

curva-epidmica-de-covid.jpeg

↑Casos Confirmados por dia de 2 a 22 de março

 

Dia

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

2

2

2

3

4

8

9

9

2

18

19

Dia

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

34

57

76

86

117

194

143

235

260

320

?

 

Relativamente á evolução dos casos confirmados (neste momento com 2.060 casos e 23 mortos) diariamente (num registo de 21 dias consecutivos), com o seu número continuando ainda a aumentar (nos últimos três dias registando-se +235, +260 e +320 novos casos respetivamente) moderadamente, deixando-nos ainda pensar (e a desejar) que  a exponencial e o topo da curva (de atividade do Covid-19) poderão ter ainda um comportamento aceitável (achatando a Curva e espalhando-a no tempo para dar possibilidade aos equipamentos e descanso aos recursos humanos), no que diz respeito à evolução da nossa saúde e das restantes pessoas: afastando-nos da previsão de Curvas de impacto muito mais violento, tal como acontece (para já e sobretudo) na Itália e na nossa vizinha Espanha (no caso do Algarve e felizmente, com a nossa vizinha Andaluzia sendo das regiões menos atingidas de Espanha) e por outro lado aproximando-nos mais do exemplo da China, Coreia do Sul e Macau (tendo já controlado os efeitos desta Pandemia, estabilizado e preparando-se para o retorno à atividade económica). Um mau sinal seria repentinamente o número de casos confirmados disparar, sendo acompanhado simultaneamente pela subida em flecha (a tal exponencial) do nº de vítimas mortais (na Itália num só dia e batendo todos os recordes globais registando-se quase 800 mortos, o dobro dos dias mais críticos registados no início da epidemia, então com epicentro na China).

 

Pandemia Covid-19

Região

Infetados

Vítimas Mortais

%

%

Norte

1.007

48,9

9

39,1

Centro

238

11,6

5

21,7

Lisboa e V.T.

737

35,8

8

34,8

Alentejo

5

0,3

0

0

Algarve

42

2,0

1

4,4

Madeira

9

0,4

0

0

Açores

11

0,5

0

0

Estrangeiro

11

0,5

0

0

Total

2.060

100,0

23

100,0

 

No que diz respeito à passagem do Covid-19 pelo nosso país e seus efeitos e consequências nas diversas regiões (continente e ilhas), com a grande concentração de casos (confirmados) a localizarem-se − não só no nº de infetados como o nº de mortes − na região Norte (1.007/9)  e na região de Lisboa e Vale do Tejo (737/8), mas igualmente com a região Centro (238/5) a preocupar. Com a outra vítima mortal a ser registada no Algarve (Albufeira) e com o Alentejo e as ilhas ainda sem vítimas mortais. Esperando-se, desejando-se e rezando-se, para que tudo continue assim (ou melhor) − pelo menos com os chineses, a ajudarem-nos.

 

Screenshot_2020-03-23 Covid-19 Mais de 460 mortos

Espanha − de 22 p/ 23 de março c/ +4.500 infetados e +460 mortos

 

Já a nível Global – com mais de 350.000 infetados e mais de 15.000 mortos (taxa de mortalidade = 4,4%) − envolvendo todos os Continentes e pondo de lado a Europa − agora a receber ajuda chinesa, cubana e russa, numa tentativa de evitar o colapso e o caos social, nada interessante devido à suas trocas comerciais, especialmente para os asiáticos – com o panorama geral a não ser nada um bom sinal, com o coronavírus depois de atacar a Ásia e a Europa, a dirigir-se em força para o continente Americano (mais intenso para já a norte) − veja-se o caso dos EUA (já perto dos 500 mortos) podendo imitar a Espanha ou a Itália − estando já a infiltrar-se em África (para já com a África do Sul a ter o maior nº de infetados/402, sem vítimas mortais e o Egito o maior nº de mortos/14 e 327 infetados). Estando “com o credo na boca” a ITÁLIA (5.476 I/3.000 Graves-Críticos), a ESPANHA (2.206 I/2.355 G-C), o IRÃO (1.812 I/sem dados de G-C), a FRANÇA (674 I/1.746 G-C), os EUA (483I /1.040 G-C) e o REINO UNIDO (3.35 I/20 G-C) − e preparados como suplentes na Europa a HOLANDA (213 I/435 G-C) e na América do Sul o BRASIL (25 I/18 G-C), este último (é certo que eleito pelos brasileiros, mas graças ao louco/criminoso Presidente Bolsonaro) com números superiores ao de Portugal.

 

(imagens: Dgs-Covid-19-Coronavírus/headtopics.com

− anmsp.pt − EPA/MARISCAL/24.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:47

04
Mar 20

Agora que o número de novos casos parece começar a diminuir e conhecendo-se o nível etário mais suscetível ao contágio/infeção (os mais frágeis) por este novo coronavírus: doentes e idosos.

 

virus_1581733996.jpg

Covid-19

O novo coronavírus ao microscópio

 

Com o percurso do novo coronavírus (COVID-19) a seguir o caminho de outros vírus seus semelhantes (como o INFLUENZA, o MERS e o SARS) – contagiando e infetando (I: Infetados) os indivíduos, para de seguida os mesmos recuperarem (R: Recuperados) ou não (VT: Vítimas Mortais) – sendo importante de recordar que se o vírus Influenza origina centenas de milhares de mortos todos os anos, vírus associados e tendo já provocado outros surtos epidémicos graves como o MERS, atingiram taxas de mortalidade bem mais preocupantes na ordem dos 10% (em cerca de 80.000 infetados, vitimando mortalmente uns  8.000):

 

Screenshot_2020-03-04 Coronavirus 2019-nCov Statis

Evolução ao longo do tempo do nº total de casos

e do nº de casos reportados por dia

 

Quando a taxa de mortalidade global do Covid-19 anda de momento nos 3,4% (ou seja, cerca de 1/3) e com tendência (dado o nº de infetados estar a diminuir consistentemente nos últimos dias, de milhares passando a centenas)  para descer. Taxas de mortalidade calculadas num determinado universo referido a um determinado e bem limitado intervalo de tempo, não significando que um cálculo referido a um desses espaço/tempo se possa extrapolar para toda a população de um qualquer território (mais extenso): exemplificando e supondo, que no tempo da presença ativa de um vírus 100.000 pessoas (de uma localidade/país) eram infetadas e 300 morriam − equivalente a uma taxa de mortalidade de 3% − isso não significaria (dada ser uma conclusão errada) que atingindo um país como Portugal (se essa localidade lhe pertencesse) − com cerca de 10.000.000 de habitantes − teríamos 30.000 vítimas mortais. Então a China com as suas mais de 1,5 biliões de almas e no presente com uma taxa de mortalidade na ordem dos 3% (hoje ainda superior) registaria no fim deste novo surto epidémico (então seria sem dúvida uma pandemia) mais de 45.000.000 – quando nem atingimos ainda os 100.000 (3.000X menos).

 

Screenshot_2020-03-04 COVID-19 compared.png

Comparação de parâmetros de outros surtos epidémicos

entre eles SARS e MERS com os do Covid-19

 

Hoje quarta-feira 4 de março (pelas 10:00 da manhã) com o nº de casos do novo coronavírus COVID-19 a serem os seguintes: 93.455 infetados, 3.198 vítimas mortais (3,4%) e 50.743 recuperados (54,3%); com os países mais atingidos para além da China a serem (de longe) a COREIA DO SUL (5621 I/28 VM), a ITÁLIA (2.502 I/79 VM) e o IRÃO (2.336 I/77 VM); e com os recuperados a terem uma taxa (ao contrário do total e da China, superiores a 50%) extremamente baixa (sendo grave) no trio de países constituídos por Coreia do Sul/Itália/Irão andando entre nem 1% na Coreia do Sul e 13% no Irão (6,5% na Itália). Felizmente com alguns parâmetros a darem sinais de um desacelerar acentuado dos casos de contágio/infeção, sugerindo o vírus poder ter atingido o seu pico máximo de atividade e a partir de agora ser “sempre a descer” até desaparecer (ou adormecer). Em Portugal e segundo dados fornecidos pelo site da responsabilidade do Johns Hopkins CSSE (gisanddata.maps.arcgis.com) com 4 (segundo o sapo.pt sendo já 5) infetados hospitalizados (sendo acompanhados e em tratamento) e sem vítimas mortais registadas (nem recuperados).

 

(imagens: nst.com.my − virusncov.com − businessinsider.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:45

02
Mar 20

No ano em que um novo vírus ataca no continente asiático (com epicentro na cidade de Wuhan, localizada na China) provocando até ao momento − e a nível Global – mais de 87.500 infetados e quase 3.000 vítimas mortais (taxa de mortalidade hoje nos 3,4%, atingido o pico máximo de contágio, tendo tendência para descer),

 

270220koontz.jpg

Dean Koontz e a sua novela-previsão

(prevendo em 1981 uma pandemia global

provocada artificialmente pelo Homem

e com centro em Wuhan)

 

Surgindo no pandemónio informativo (com as mais diversas intenções, desde áreas ligadas à saúde, como à área política)  global rodeando este surto epidémico (ainda não considerado uma pandemia), algumas notícias alternativas que habitual e facilmente (nestes casos extremos e por necessidade de integração) todos nós (pelo menos um pouco) consumimos: aqui com a presença de 2 Videntes prevendo um Evento Viral a nível de uma Pandemia Global, um profetizado para  WUHAN (o de Dean Koontz) o outro para o ano 2020 (o de Sylvia Browne).

 

No caso do profeta Dean Koontz (74 anos de idade) num livro seu publicado em 1981 (39 anos antes) The Eyes of Darkness – no caso do profeta Sylvia Browne (1936/2013) num seu livro publicado em  2008 (12 anos antes) −  End Of Days: Predictions And Prophecies About The End Of The World. Um deles,

 

An American author

His novels are billed as suspense thrillers, but frequently incorporate

elements of horror, fantasy, science fiction, mystery, and satire.

(wikipedia.org)

 

O outro,

 

An American author

Who claimed to be a medium

with psychic abilities.

(wikipedia.org)

 

No Evento previsto por Koontz e descrito na sua novela (de 1981) com um vírus com origem em Wuhan − o Wuhan-400 (inicialmente Gorky-400, mais tarde alterado), muito mais mortífero que o Covid-19 − a provocar uma pandemia global, como resultado da produção e experimentação de uma Arma Biológica − com o objetivo (militar) de “limpar do mapa” uma cidade ou mesmo um país: opção explicativa igualmente escolhida para esta nova versão do coronavírus por um influente político norte-americano, o senador republicano pelo estado do Arkansas, Tom Cotton.

 

2268c192cb20a64a4bcf1c7b75fe81eb.jpg

Senador REP Tom Cotton

(afirmando categoricamente em 2020 sobre o vírus Covid-19

ter sido criado em laboratórios biológicos governamentais

com objetivos estritamente militares)

 

Já no Evento previsto por Browne e descrito no seu livro (de 2008), com um tipo de pneumonia (numa versão extremamente mortal) a varrer literalmente todo o Mundo (como afirmado no livro):

 

In around 2020

a severe pneumonia-like illness will spread throughout the globe

 attacking the lungs and the bronchial tubes

and resisting all known treatments.

Almost more baffling than the illness itself

will be the fact that it will suddenly vanish as quickly as it arrived,

attack again 10 years later, and then disappear completely.

(Sylvia Browne/End Of Days: Predictions And Prophecies About The End Of The World/summit.news)

 

Tal como com as máscaras (esgotadas apesar de não servirem para nada) aproveitando a ocasião (“a ocasião neste mundo liberal permite e faz o ladrão”), recuperando duas obras e com elas dois autores esquecidos e certamente que aumentando, as (deles) respetivas tiragens. E apenas servindo − no que deveria ser encarado, como uma epidemia vulgar − para a instalação de um maior caos e uma grande confusão (entre os potenciais infetados). Pelo menos dando e adquirindo experiência (com tudo isto) e sem necessidade de recorrer a “temporariamente iluminados” para aprender.

 

(imagens: summit.news − yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:12

16
Fev 20

[Numa tentativa de travar a infeção provocada pelo novo coronavírus (Covid-19) – “utilizando o sangue (plasma) de pessoas anteriormente infetadas e tendo, entretanto, recuperado” − tendo até ao momento colocado de quarentena mais de 60 milhões (sobretudo em Wuhan/Hubei), afetado mais de 60 mil (atingindo já os 68.000) e vitimado mortalmente mais de 1,5 milhares de pessoas (a caminho dos 1.700 esmagadoramente chineses continentais da província de Hubei, onde situa o epicentro do contágio a cidade de Wuhan).]

 

Blood from cured coronavirus patients

could help treat infection

 

P4D3tknWN32GsPgvsxakC6-970-80.jpg

This scanning electron microscope image

shows the new coronavirus (yellow)

among human cells (blue, pink and purple)

1

 

On Thursday (Feb. 13), a Chinese senior health official called on people who had recovered from the new coronavirus to donate blood plasma, because it might contain valuable proteins that could be used to treat sick patients, according to The New York Times.

 

The call for plasma came after an announcement by the state-owned company, China National Biotec Group, that these antibodies helped treat 10 critically ill patients, reducing their inflammation within 12 to 24 hours, according to the Times.

 

But is this a good idea? The approach is a logical and promising way to treat critically ill coronavirus patients, experts told Live Science. But because coronavirus has a low mortality rate, bypassing the normal drug testing process doesn't necessarily make sense, and doctors should be on high alert for possible side effects, they said …

 

2

 

"I think these theoretic[al] treatments are good ideas, but nothing about this virus or these infections makes me want to skip the normal process we use to make sure that a treatment is safe and effective before subjecting people to it,"  Dr. Eric Cioe-Peña, the director of global health at Northwell Health in New York who was not involved with the study, told Live Science in an email. "I think we should allow the scientific process to continue and attempt to study these proposed treatments before enacting them, especially in a virus that has such a low mortality."

 

3

 

Plasma infusions are just one of many treatment options experts are considering to treat COVID-19, which has now sickened nearly 65,000 people and led to 1,384 deaths. Others include repurposing antivirals or looking for brand-new molecules that can block the binding of the virus into cells.

 

[Segundo o site CGTN (cgtn.com) – “China Global Television Network” canal de TV internacional estatal chinês − desde o fim do mês de dezembro de 2019 (dia 31) com o surto do novo coronavírus COVID-19 (2/14 dias de incubação, média 3) a ter provocado até 15 de fevereiro (18:35) 64.472 infetados (63.866 na China), 1.384 vítimas mortais (1.381 na China ou seja 99,8%) e 7.182 recuperações. Com a Organização Mundial de Saúde a apontar para uma taxa de mortalidade de 2% e com a taxa de recuperação a ficar pelos 11%.]

 

(excerto/legenda/inglês e imagem:

Blood from cured coronavirus patients could help treat infection

/Yasemin Saplakoglu/14.02.2020/livescience.com e NIAID-RML)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:56

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