Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Abr 21

No dia (hoje, 12 de abril) em que o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS/WHO) declara que a Pandemia de Covid-19 está de novo a crescer exponencialmente ─ dependendo a evolução da mesma não só das decisões e das ações das autoridades (ou seja, políticas dos Governos) como da forma como nos comportamos (em nossa casa e fora dela) ─ em Portugal e no mesmo dia entra-se na semana de decisão sobre as posições a tomar para as próximas semanas de Desconfinamento (com o próximo período a iniciar-se a 19 de abril): falando o Presidente, falando o Governo, falando a AR e no final aprovando-se e aplicando-se ─ de 19 de abril a 3 de maio.

 

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Infetados e R(t) em Portugal

(15 de março a 12 de abril)

 

Distanciamento

Máscara

Ventilação

Testagem

Rastreio

Isolamento

Higiene

Vacinação

 

Neste início da semana que irá definir como serão (terminando este a 18 de abril) os próximos 14 dias de Desconfinamento (19 abril/3 de maio) ─ com o índice de transmissibilidade a continuar a subir e com alguns concelhos a persistirem perto do limite (máximo aconselhável) ou acima dele (com mais de 120 caos de infetados/100.000 pessoas) ─ e sabendo-se da inércia/lentidão do Governo nos testes rápidos/campanha de vacinação, não se percebendo muito bem como será possível (nalguns/muitos casos, ficando-se a aguardar) manter o Desconfinamento quanto mais expandi-lo (por pouco que seja). Na região de turismo do Algarve e apesar do lado positivo de não existir nenhum surto entre profissionais de saúde e entre idosos (residindo em lares), com o índice R(t) a ser o mais elevado do país (hoje Portugal nos 1,04), sentindo-se esse efeito já nas escolas (tendo entrado no circuito mais de 1 milhão de estudantes) e podendo agravar-se ainda mais para a semana com o ingresso de mais uns 400 mil alunos (do secundário);

 

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Óbitos na Europa

(8 de abril a 12 de abril)

 

Para já não falar do “Triângulo das Bermudas” tendo num dos vértices Portimão (onde se situam os estaleiros e por onde circulam os trabalhadores da construção civil) ─ os outros vértices em Albufeira e Silves e com um dos lados do triângulo passando por Lagoa  ─ com Silves recordando-nos ainda existirem um pouco mais acima outros polos de contaminação/infeção (de SARS CoV-2) e até de contacto/comunicação como será o Alentejo (com concentrações de trabalhadores agrícolas/outras áreas desempregados e sendo estrangeiros). E apesar das taxas elevadas de desempregados afetando o Algarve (causada pela sua “monocultura” turística)  ─ só em Albufeira representando cerca de 20% do total, maioritariamente mulheres ─ e do vírus ter alterado alguma coisinha no seu comportamento infetando agora mais crianças e mais profundamente (circulando estas agora livremente entre Família/Escola), mantendo-se o otimismo de alguns responsáveis como o transmitido pelo título apresentado pelo jornal online Sul Informação (segundo ideias de Ana Guerreiro, delegada regional de saúde): «Ainda há tempo» para todos os concelhos algarvios avançarem no desconfinamento”.

 

(dados: dgs.pt e worldometers.info ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

11
Abr 21

Na evolução da doença Covid-19 registada em Portugal nos últimos 14 dias (1º gráfico), concluindo-se pela manutenção da instabilidade do nº de Infetados/dia ainda próximos dos 600/dia. Relativamente ao índice de transmissibilidade R(t), com o mesmo a manter-se numa tendência lenta de crescimento (subindo 0,08) ─ e sendo assim desde há 4 semanas (aí com R(t)=0,83).

 

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Já quanto à situação epidemiológica (vírus SARS CoV-2) que se vive atualmente na Região de Turismo do Algarve (2º gráfico) e com o índice R(t) a subir sendo o mais elevado em Portugal (na última avaliação a 4 de abril, com o índice a variar entre 1,01/1,05), surgindo uma situação embaraçosa com o nº de Infetados num constante sobe e desce ─ talvez por uma falta de testagem programada ─ deixando-nos na dúvida se o problema não será bem pior (ou bem melhor, não se sabendo ainda muito bem qual a razão, apesar de alguns apontarem, tal como o fizeram no caso do Natal, para a Páscoa). E se se adia e não resulta, lá se vai o 2º Verão (consecutivo).

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:19

No início desta Pandemia (1ª vaga) e ainda não se tendo registado oficialmente a 1ª morte por Covid-19 (verificada a 16 de março do ano passado),

 

Já aproximadamente três semanas antes (a 26 de fevereiro de 2020) o índice de transmissibilidade R(t) atingia o seu pico máximo:

 

R(t)=2,11.

 

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A meio da semana que vem ─ 12 a 18 de abril ─

com Marcelo e Costa a terem que se pronunciar

sobre o próximo período de desconfinamento a iniciar-se a 19 de abril

 

Sendo a variação do índice R(t) crescendo e subindo acima de 1 ─ o 1º sinal de alarme.

 

Alcançando o maior nº de infetados/dia a 10 de abril de 2020 (1.726 pessoas) e o maior nº de óbitos/dia entre os dias 3 e 23 de abril de 2020 (pico máximo a 3 de abril).

 

Ou seja, uma sequência clara, interligada e crescente, entre estes parâmetros Covid-19:

 

R(t) → Infetados → Óbitos.

 

E crescendo o primeiro (mais cedo ou mais tarde), crescendo o 2º e o 3º.

 

Em Portugal e ultrapassada a última vaga (crescendo rapidamente no nº de infetados em finais de dezembro e atingindo o seu pico máximo um mês depois) e com o índice de transmissibilidade a atingir um mínimo de sempre (11 de fevereiro)

 

R(t)=0,61

 

─ Observando-se a partir daí e progressivamente (lentamente) a uma subida desse importante índice.

 

Um índice sistematicamente a crescer (com alguns intervalos de repouso) nos últimos dois meses (de fevereiro a março) tendo passado de R(t)=0,61 até R(t)=1,02 ─ mais de 65%.

 

(imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:29

10
Abr 21

Continuando a ver o nº de Infetados a subir/descer (mais de 2,5X o nº registado há 26 dias) e o índice de transmissibilidade em lenta mas constante subida (subindo no mesmo período mais de 20%), tendo conhecimento (limitando-me ao sector da Educação, vanguarda assumida pelo Governo na luta contra a Covid-19) de novos casos de infeção começando a surgir em diversas escolas como é o caso de duas escolas básicas/1ºciclo/jardim de infância do Montenegro (colocando 300 alunos em isolamento), sabendo nunca se ter concretizado a testagem e vacinação maciça e prévia (como prometido) de toda a comunidade escolar (e não só) envolvida e finalmente mantendo-me atualizado sobre o que se passa sobre este assunto por toda a Europa (de este a oeste)

 

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Evolução Covid-19 em Portugal

15 de março a 9 de abril

(2021)

 

Com o vírus a manter-se e a ressurgir (como se vê pelo nº de óbitos/dia registados) traduzido pelo nº de infetados/índice R(t) e pela manutenção de um elevado nº de mortes (hoje Polónia/768 mortes, Itália/718 e Ucrânia/419) ─ para qualquer pessoa leiga mas no mínimo com “dois dedos na testa” e tendo noção da incapacidade de iniciativa (quanto mais de inovação ou mesmo improvisação) do nosso Governo ─ só sendo capaz de criar “Task Force’s” demorando semanas para se constituírem/reunirem e entrando em ação, concluindo não terem os recursos materiais/testes e vacinas e humanos/profissionais de saúde necessários para tal ─ tendo esta e claramente de se preocupar (ter receio) sendo no seu quotidiano obrigada a entrar/sair (de casa) e a entrar várias vezes em contacto (com objetos/pessoas, mais ou menos próximas).

 

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Evolução Covid-19 na Europa

8 e 9 de abril

(2021)

 

E para agravar isto tudo e já tendo lançado na rua mais de 1 milhão, dentro de 10 dias com o Ministro da Educação ─ um dos Ministros do Governo mais permeável à pressão, como o é do poderoso lóbi da Educação ─ a atirar para o meio desta grande confusão mais 400.000 alunos (que poderão ser o dobro aderindo o Superior), podendo totalizar a 19 de abril quase 2 milhões (em circulação com os seus habituais apêndices): questionando-nos se continuando estes parâmetros Covid-19 a subir (Infetados e R(t)) e nada de relevante (de prevenção, da nossa parte) se tenha passado entretanto, se a situação se agravar e ao lançarmos mais jovens para a rua (alargando a via de transmissão Família/Escola e cruzando-a com a via Família/Trabalho),  o que sucederá? No próximo dia 19 de abril Marcelo e Costa poderão pôr em causa o nosso destino: podendo-nos sair um “cheque-em-branco” sem cobertura.

 

(imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:34

09
Abr 21

“Entretidos com a vacina AstraZeneca,

enquanto o SARS CoV-2 ainda anda por aí

─ preparando-se e equipando-se,

para o lançamento de uma nova vaga.”

 

Numa visita rápida pelos dois gráficos 1/2, a constatação da descida do nº de Infetados e do nº de óbitos ao longo dos primeiros 98 dias de 2021 (registado em 7 períodos de 14 dias cada) e a confirmação da subida do índice de transmissibilidade R(t).

 

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1

 

No registo de Infetados/dia (gráfico 1) verificando-se ainda alguma instabilidade na evolução dos seus números ─ um dia podendo indicar 150/300, no outro 300/600 ─ enquanto no nível R(t) (gráfico 2) mantendo-se a tendência de subida.

 

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2

 

Nos últimos 25 dias com o R(t) tendo crescido quase 22% (mais de 0,8%/dia). Pela análise conjunta INFETADOS/R(t) Covid-19, mantendo-se hoje (09.04) a preocupação sobre a evolução desta vaga, parecendo não ter ainda terminado e podendo estar ligada a uma outra.

 

 

(imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:25

05
Abr 21

“Repentinamente e no mínimo

(a partir das 00:00 de 5 de abril)

com mais de 1 Milhão de pessoas nas ruas.”

(50% potenciais transmissores, 50% potenciais infetados)

 

No 1º dia do início da 2ª fase de Desconfinamento (05.04.2021) valendo durante duas semanas (até 18.04.2021) e sendo revisto terminado esse prazo (19.04.2021) ─ com a entrada em vigor nessa data (tudo tendo corrido bem, até aí) da 3ª fase de desconfinamento ─ eis que como que parecendo um fenómeno típico (comum) de ação-reação (e não se sabendo bem qual a racionalidade das duas iniciativas, podendo estar dos dois lados, num dos lados ou em nenhum) expressa como tipo de resposta ao Homem, o Vírus aumenta o índice de intensidade das suas (já) poderosas baterias: reforçando-se com outras estirpes/variantes (mais e melhor apetrechadas até pelas experiências/vagas anteriores) e num instante atingindo/ultrapassando o seu inimigo (melhor, objetivo),  colocando-o em estado de alerta do nível R(t) = 1 (podendo até ─ como acontece em muita zonas ─ ser superior).

 

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Devido ao seu crescimento com o índice de transmissibilidade R(t)

a ser o mais preocupante; e com o nº de Infetados/dia mesmo descendo

mostrando ainda alguma instabilidade (↑↓)

 

Num 1º dia do início da 2ª fase de um determinado Desconfinamento (sendo o alvo Portugal) em que o coronavírus parece querer regressar de novo (sobretudo) um pouco por toda a Europa e ainda pela América ─ territórios/países estando neste processo (de evolução do vírus) em fase mais avançada (se comparados com Portugal) ─ atingindo oficialmente e no continente o limite (a unidade ou 1, nuns sítios superior noutros inferior e no final, dando a média): em contraciclo aparente com o da Europa e com o do Vírus, abrindo alegremente um pouco mais “a porta” e lançando mais de 500.000 jovens para a rua (dirigindo-se para as suas diferentes escolas) aumentando a densidade de circulação em várias vias (de comunicação, transporte e contágio/infeção) e obviamente aumentando o perigo de contágio ─ sendo os jovens mais resistentes, mas excelentes veículos de transporte e de contacto com outros (incluindo os mais idosos e/ou os mais doentes). Com a morte a poder chegar a casa e a ser entregue, “por encomenda registada”.

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:55

04
Abr 21

Olhando para o gráfico (1) apresentando-nos a curva epidemiológica de infeção por SARS CoV-2 na Região do Algarve (do início da Pandemia a 29 de março deste ano), verificando-se desde aproximadamente o início de março (01.03) uma manutenção seguida em meados do mês de uma subida (15.03) ─ ligeira, mas contínua ─ do nº de Infetados.

 

Screenshot_2021-04-04 Report_covid19_02_04_2021 pd

(1)

Evolução da incidência do vírus desde o início da Pandemia

(com o máximo a ser atingido em finais de janeiro de 2021)

 

Um parâmetro indicando através do nº de Infetados (dia/100.000 pessoas) qual o grau de incidência do coronavírus numa determinada população (menos de 120 sendo aceitável, mais de 240 já não o sendo), crescendo só podendo ter um significado: não tendo sido esta vaga completamente ultrapassada podendo regressar de novo (e até com mais força), aliás como o tem feito desde o início (sendo uma só vaga com várias fases, conhecendo-se o seu início, mas não o seu fim). Sendo o Covid-19 uma doença infeciosa crónica (provocada por um vírus respiratório), sendo importante conhecer a sua periodicidade (até pelas vacinas e necessidade ─ de modo a manterem-se eficazes ─ da sua atualização).

 

Screenshot_2021-04-04 Report_covid19_02_04_2021 pd

(2)

Evolução do nível R(t) de agosto/2020 a março/2021

(ultrapassando o índice 1 há cerca de três semanas)

 

No gráfico (2) visualizando-se outro parâmetro bem importante nesta fase de evolução desta Vaga Covid-19 (seja só uma ou sejam várias vagas/fases), para além da evolução do nº de Infetados/dia, tendo-se que ter simultaneamente em consideração o índice de transmissibilidade do vírus (responsável pelo aparecimento da doença): sendo o valor desse índice R(t) aceitável se igual ou inferior a 1 (1 unidade), caso contrário (sendo superior a 1) indicando existir um potencial foco de contaminação (podendo contaminar conforme o índice, 1,2,3 etc. pessoas). Na região do Algarve e segundo dados do INSA já sendo superior a 1 (um) desde medos de março (15.03), subindo durante a 3ª semana (até mais de 1,25) e estando agora (pelo menos até 29.03, já lá vão seis dias) em descida (veremos) mas ainda acima de 1 (por volta de 1,1).

 

Screenshot_2021-04-04 Report_covid19_02_04_2021 pd

(3)

Algarve

Em 5º (casos/dia, últimos 5 dias), em 2º (incidência cumulativa

a 14 dias/100 mil habitantes) e em 2º (R(t) média de 5 dias)

 

Mesmo assim (adicionando a talela 3) e juntando-se a todas as outras (como se estivessem todas no mesmo nível, de possível contágio) com as escolas do 2º/3º Ciclo dos concelhos de Portimão (mais de 240 casos/100.000 pessoas), Lagoa, Albufeira e Vila do Bispo (entre 120/240 casos) ─ certamente com todas a apresentarem R(t) > 1 ─ a abrirem “com todos os cuidados” (não se sabendo, quais mais, nada tendo sido feito entretanto) sem exceção pelo menos durante 15 dias (duas semanas, a 19 de março veremos): à altura da abertura (amanhã) sem reorganização das escolas, sem testes e sem vacinas. “Perfeito”, certamente que dirá o vírus.

 

(dados/imagens: insa.min-saude.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:36

Dois gráficos revelando-nos a evolução da Pandemia de Covid-19 na Região do Algarve, no gráfico (1) a evolução do nº de Infetados/dia desde o início do ano 2021 e no gráfico (2) a distribuição do nº de Infetados e do nº de Óbitos por concelho (16 no total) desde o início desta Pandemia (já lá vai mais de um ano). De observar e usar o cérebro para pensar.

 

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Gráfico 1

[Algarve ─ 2,5% do total nacional de Infetados]

(20.557 infetados em 823.142)

 

No gráfico (1) e depois de um prolongado e contínuo decrescimento do nº de Infetados/dia, com a sua evolução a demonstrar agora alguma instabilidade, descendo e subindo alternadamente e parecendo revelar uma (para já) muito ligeira tendência de subida. Um pouco preocupante (assistindo-se ao que se passa, um pouco por toda a Europa).

 

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Gráfico 2

[Algarve ─ 2% do total nacional de Óbitos]

(347 óbitos em 16.875)

 

No gráfico (2) deparando-nos em números com os efeitos da passagem desta Pandemia por esta região do sul de Portugal ─ total de Infetados e de Óbitos, por concelho ─ com os concelhos mais castigados a serem os de Loulé (63 mortes/18% do total), Faro (51/15%) e Albufeira (44/13%) ─ seguido por Portimão (30/9%). Com o total de mortes Covid-19 nos 347.

 

Residindo em Albufeira (há 37 anos), sendo surpreendido como muitos pela introdução deste concelho entre os mais preocupantes (risco elevado) ─ 120 a 240 casos/100 mil habitantes ─ e procurando uma explicação (para o sucedido), deparando-me com o “Triângulo das Bermudas” (Covid-19): indo de Portimão (1º vértice) a Albufeira (2º vértice) ─ passando por Lagoa (num dos lados do triângulo) ─ tocando em Silves (3º vértice) e sendo suportado por “estaleiros” (da construção civil).

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

02
Abr 21

“Em Portugal numa recente declaração do nosso 1º Ministro, com o mesmo a afirmar existirem no presente 19 concelhos acima do limiar de risco (detetados mais de 120 casos/100.000 pessoas): 4 deles estando localizados no Algarve e sendo, Portimão (mais de 240 casos) e Albufeira, Lagoa e Vila do Bispo (entre 120/240 casos). Região do Algarve tendo registado hoje +35 Infetados (6,4% do total nacional) e +1 Óbito (11,1% do total nacional).”

 

Portimão3-990x742.jpg

Com Portimão a ser o concelho algarvio

em maior risco neste Desconfinamento

(com 120/240 novos casos em 100.000 pessoas, correndo o risco de Confinar)

 

Esta segunda-feira 5 de abril iniciando-se uma nova fase do Desconfinamento, com as medidas mais visíveis para o público em geral a serem, o regresso dos alunos do 2º/3º Ciclo às escolas ─ uns 600.000 (2ª fase) depois de outros 600.000 (1ª fase) aproximadamente ─ a abertura dos cafés/restaurantes com esplanada e ainda a reabertura de mais lojas comerciais (ainda com restrições). Significando um aumento significativo de circulação de pessoas no espaço comum exterior ─ só nas escolas com as pessoas agregadas podendo ser +1 milhão ─ exigindo-se maior cautela e prevenção por parte de todos nós, como com a higiene das mãos, o uso de máscara, o distanciamento e claro está a vacina. Por sinal e no caso da Educação (responsabilidade e incompetência do Ministro) ─ e que se saiba ─ com mais este grupo de mais de 0,5 milhões de jovens a regressar de novo à escola (tal como todo o pessoal docente e não docente) sem um teste (rápido) quanto mais uma vacina.

 

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Evolução Covid-19

(nos últimos 14 dias)

Com o índice de transmissibilidade lentamente a caminho de R(t)=1

(segundo eles o limite a partir do qual, deveremos começar a ficar nervosos)

 

Uma abertura feita em contraciclo com o que aparentemente começa a acontecer  um pouco por toda a Europa, com países como a Alemanha, a Itália e agora a França (entre outros) a aumentarem as restrições de desconfinamento (tentando recuar, mas enfrentando o protesto crescente da população) de modo a travarem um novo crescimento registado no número de infetados e no índice de transmissibilidade: regredindo agora no Desconfinamento, tendo uns bons dias de avanço sobre nós (tendo começado primeiro este última vaga). No nosso país caminhando-se, portanto, em sentido contrário ao da Alemanha (apenas o motor e líder europeu), imitando-se os nossos aliados europeus o Reino Unido (nem sequer integrando a EU), mesmo não dispondo das mesmas ferramentas, nem vacinas. Num momento em que em vez de aprendermos com o que se está a passar por ex. na Alemanha (que se irá passar provavelmente dentro de dias, por cá) ─ observando, tendo cuidado ─ e apesar da instabilidade no nº de infetados (↑↓) e da subida do nível R(t), começaremos a 5 a “marchar contra os canhões” enfrentando as baterias de Covid-19: enfraquecidas ou não.

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: jornaldoalgarve.pt ─ Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:44

31
Mar 21

Olhando para a evolução nos últimos 14 dias da Pandemia COVID-19, reafirmando-se a preocupação (crescente) pela evolução do parâmetro INFETADOS/dia e do índice da transmissibilidade R(t). Quanto aos parâmetros Internados e UCI (continuando em descida), ainda sendo resquícios da vaga anterior (não preocupantes). Recordando mais uma vez que (aquilo que já ouvimos muitas vezes e que esquecemos tantas vezes) “mais vale prevenir do que remediar”.

 

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Relativamente ao que nos preocupa ─ Infetados/dia e R(t) ─ com a evolução dos respetivos parâmetros a poderem até ser meramente conjunturais, como podendo ser um indicador de que uma nova vaga poderá estar aí a chegar (mais fraca/idêntica/mais forte) e que poderemos mesmo estar (como alguns dizem) em contraciclo: em vez de nos contermos na abertura (como a Alemanha) ─ provando ter-se aprendido algo com o Natal ─ estando impacientes e contando os dias até tal suceder (como a GB, mas essa dispondo de vacinas).

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:51

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