Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

15
Set 19

Numa nova imagem obtida na passagem de 9 p/ 10 de Setembro

Com o cometa BORISOV apresentando Núcleo, Cabeleira e Cauda.

 

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Descobriram um Borisov mas este ao contrário do outro era um Cometa

À falta de Seres Vivos Alienígenas − ou seja de Sujeitos − recorrendo-se como sempre e para nosso conforto aos Objetos, como o fazemos com os Santinhos (de madeira)

 

Tendo já ultrapassado a fronteira do SISTEMA SOLAR (onde a estrela de referência é o SOL) e na sua trajetória (maioritariamente extrassolar e tendo como referência uma outra estrela que não o Sol) − extremamente hiperbólica (uma curva bem aberta) e realizada a grande velocidade (mais de 90Km/s) – caminhando veloz e rapidamente para o seu periélio (relativamente ao Sol e marcado lá para o início de Dezembro), um segundo Objeto de Origem Alienígena (depois de OUMUAMUA) é detetado a introduzir-se sem pré-aviso ou outro qualquer tipo de sinal informativo e preventivo (num simples mecanismo de conhecimento e autorização) no NOSSO PEQUENO e EXCLUSIVO (devido à existência da TERRA e nela da VIDA) MUNDO (tendo centro no SOL e estendendo-se até e para lá da NUVEM de OORT), aproximando-se da Terra e de Nós apenas e felizmente como um turista acidental (temporário e sem impacto no meio envolvente) e passando a cerca de 300.000.000Km de distância (em datas diferentes da Terra e do Sol): tratando-se de um fenómeno natural (99,99% das certezas) ou em alternativa e “Imaginando-se” podendo tornar-se num fenómeno mas artificial (controlado por algum tipo de Entidade desconhecida), não sendo em princípio agressivo (por exemplo perturbando ou impactando) e segundo os cientistas − estudando este OBJETO INTERESTELAR − para além de não “chocar com nada” e dada a sua excentricidade e velocidade, nunca podendo ser capturado pelo Sol. Em caso afirmativo e contrário e como consequência, tornando suscetível o nosso Sistema (Solar) a um desequilíbrio e a um período de instabilidade (sempre perigosa devido à proliferação de eventos) por intrusão. Entrando, aproximando-se de nós e chegado ao intervalo entre Júpiter e Marte – “fazendo-se notar como estrangeiro, unicamente com a sua presença” − afastando-se e dirigindo-se então (como previsto para estes objetos) numa Viagem Interestelar para as suas próprias origens, localizada numa outra estrela (ou sistema de estrelas) bem distante, a anos-luz.

 

(imagem: Gemini Observatory/gemini.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:05

13
Set 19

Enquanto OUMUAMUA não passando de um Asteroide,

agora com BORISOV confirmando-se como um Cometa:

tendo algo de comum, mas remetentes distintos e sendo ambos estrangeiros,

tal como Objetos Interestelares (que são).

 

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Ao centro o cometa Borisov

(apresentando cauda e cabeleira)

 

Mysterious comet of interstellar origin spotted zooming toward Earth

(Natalie O’Neill/nypost.com/12.09.2019)

 

Na sequência da primeira observação registada (pelo Homem) da intrusão de um COMETA (para muitos um ASTEROIDE) EXTRASSOLAR no nosso SISTEMA PLANETÁRIO (tendo o SOL como centro)

 

– O Objeto Interestelar A/2017 U1 ou OUMUAMUA (de forma cilíndrica e com um comprimento compreendido entre 100m/800m) descoberto em 19 de Outubro de 2017 (possuindo uma trajetória extremamente hiperbólica) quando se encontrava a mais de 30 milhões de Km da TERRA

 

Cometa Borisov

Em função dos poucos dados conhecidos sobre este objeto interestelar

acabado de entrar no nosso Sistema

(tal como antes o fizera, o asteroide OUMUAMUA),

sabendo-se hoje poder tratar-se de um cometa

(tendo núcleo e aparentemente cabeleira e cauda),

não originário como é comum da Nuvem de Oort

(fonte de cometas localizada nos limites do Sistema Solar e fazendo parte dele)

mas vindo do Espaço exterior (cometa denominado BORISOV).

(PA/13.09.2019)

“Young stellar systems, some of them many light years away, resemble the early Solar System by showing the hallmarks of being surrounded by a vast number of comets that we are now able to detect. These comets orbiting other stars, referred to as exocomets, give us the important foundation for which to make a comparison with the comets in our Solar System and allow us put their composition in perspective. Exocomets also provide us with information valuable for understanding the composition of exoplanet atmospheres and may help us understand the early chemistry of Earth.” (exocomets.org)

 

Entrando e saindo do conjunto associado à nossa estrela (no Sistema Solar), oriundo de uma outra estrela (mais próxima de nós sendo PROXIMA CENTAURI a mais de 4,2 anos-luz de distância) e no seu percurso interno fazendo-o sem provocar incidentes no seu caminho (conhecidos/relevantes),

 

Eis que um novo Objeto Interestelar o COMETA BORISOV (C/2019 Q4) se introduz no Sistema Solar, estando no presente a cerca de 420 milhões de Km do Sol e atingindo o seu periélio pelos finais do ano (mês de Dezembro) quando estiver a cerca de 300 milhões de Km.

 

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A orbita hiperbólica do cometa Borisov

(um objeto Interestelar)

 

E devido à sua trajetória extremamente elíptica e à sua elevada velocidade de deslocação (150.000Km/h, ou seja, quase 42Km/s) confirmando a sua origem (exterior ao Sistema Solar) e a sua Viagem Interestelar (tendo outra estrela que não o Sol, como referência) − e simultaneamente evitando a sua captura pelas intensas forças gravitacionais tendo origem no Sol.

 

Segundo os cientistas a partir das suas observações astronómicas até agora realizadas ao cometa (observado pela 1ª vez a 30 de Agosto por um astrónomo amador ucraniano de nome Borisov), com o mesmo apresentando um núcleo variando entre 2Km e 16Km – e como cometa mostrando-se completo para além do núcleo, tendo a sua respetiva “cabeleira e a cauda”.

 

Asteroide Oumuamua

Did an Alien Light Sail just Visit the Solar System?

(Tony Philips/spaceweather.com/04.11.2018)

Could Solar radiation pressure explain “Oumuamua peculiar acceleration?

(Shmuel Bialy e Abraham Loeb/Harvard Smithsonian Center for Astrophysics/arxiv.org)

5.Summary and Discussion

(excertos)

If radiation pressure is the acceler-ating force, then ‘Oumuamua represents a new class of thininterstellar material, either produced naturally,through a yetunknown process in the ISM or in proto-planetary disks, or ofan artificial origin.

Considering an artificial origin, one possibility is that‘Oumuamua is a lightsail, floating in interstellar space as ade-bris from an advanced technological equipment.

Alternatively, a more exotic scenario is that ‘Oumuamuamay be a fully operational probe sentintentionallyto Earthvicinity by an alien civilization.

(Shmuel Bialy e Abraham Loeb/arxiv.org)

 

E mesmo passando (o cometa Borisov) no interior (do Sistema Solar) para lá da órbita de Marte, não havendo para já notícias (apesar da sua definição orbital, ser apenas de ontem, dia 12) de algum possível incidente (fazendo este uma tangente ou então uma secante).

 

Nem duas semanas desde a sua descoberta (a sua 1ª observação) e sabendo-se Extraterrestre (o cometa), não existindo para já menções a, “não sendo natural, podendo ser artificial” até “podendo ser dirigido, sendo-o por seres alienígenas” − tal como proposto antes para o asteroide Oumuamua (mas nunca confirmado, não passando de um Calhau).

 

(imagens: Borisov/ centauri-dreams.org – ESA/nypost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:53

11
Dez 18

Com as velhinhas sondas automáticas (Voyager 1 e Voyager 2) e quando muitos de nós ainda Sonhavam (com a Aventura como Fonte de Experiência e com a Descoberta de Outros Mundos como modo de nos Conhecermos).

 

Relembrando que há mais de 41 anos atrás (1977) dois artefactos espaciais de criação artificial

 

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Com a Voyager 1 e a Voyager 2

Tendo já ultrapassado a Héliosfera

 

– Numa missão levada a cabo pela única espécie inteligente (e conhecida) existente no planeta do Sistema Solar denominado como Terra –

 

Partiram desse mesmo planeta tendo como seu objetivo final atingir e ultrapassar os limites do Sistema Solar

 

– A VOYAGER 1 (lançada a 5 de Setembro) e a VOYAGER 2 (lançada um pouco antes a 20 de Agosto) –

 

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Voyager 1

 

A NASA vem-nos (nesta quadra natalícia) presentear com algumas ilustrações (aqui duas) associadas a este programa (Voyager) agora que a 2ª sonda automática (não natural e de origem terrestre) ultrapassou a Fronteira:

 

Depois da Voyager 1 já o ter feito (em Agosto de 2012) com a VOYAGER 2 a fazê-lo este ano (em Novembro de 2018).

 

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Com a sonda Voyager 2

Entrando no Espaço Interestelar

 

E atravessada a HÉLIOESFERA e ultrapassado o seu limite a HÉLIOPAUSA (com a Terra a 1 UA/150 milhões de Km de distância do Sol e Neptuno a 30 UA da mesma estrela) com as duas velhas sondas dirigindo-se mais para além (desse mesmo limite) em direção à NUVEM de OORT:

 

Para muitos sendo definida como a Verdadeira Fronteira do Sistema Solar.

 

Uma extensa região do Espaço fonte dos conhecidos COMETAS, estendendo-se entre 1.000 UA até 100.000 UA de distância do Sol e de momento com as sondas a caminho, mas ainda muito distantes:

 

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Voyager 2

 

Caso da VOYAGER 2 agora localizada a umas 119 UA do Sol, cronologicamente e não havendo incidentes atingindo a Nuvem de Oort daqui a 300 anos e demorando uns 30.000 anos a atravessá-la – e a partir daí (talvez daqui a uns 40.000 anos) já fora da influência do SOL deixando-se levar por outra estrela.

 

Segundo os cientistas a estrela ROSS 248: uma pequena estrela da galáxia ANDROMEDA (localizada a 1,7 anos-luz do Sol/Terra) por coincidência em rota de colisão com a nossa VIA LÁCTEA.

 

Mas talvez já em 2318 e com todos os avanços (científicos e tecnológicos) que o Mundo da SCI-FI nos proporciona (com comprovativos anteriores e reais como o das antecipações de Júlio Verne), podendo um dos nossos descendentes assistir à passagem (na sua rota rumo à Nuvem) de uma das sondas VOYAGER.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:49

20
Dez 17

Para já com OUMUAMUA a limitar-se a ser um Calhau de origem Extrassolar (Natural apesar da sua forma pouco usual) e que por mero acaso passou pelo nosso Sistema (Solar) provavelmente com o Homem a nunca mais o voltar a ver (nas suas diversas e sucessivas gerações). Não havendo nenhuma indicação da presença de algum tipo de ser vivo alienígena no objeto interestelar para além da presença de algumas moléculas orgânicas (como o metano) formando as Tolinas (quando expostas a radiações ultravioletas).

 

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Com o alienígena Oumuamua a poder ser uma nave perdida no Espaço

 

Descoberto em Outubro (pelo telescópio Pan-STARRSA-1) e inicialmente designado como um cometa, posteriormente observado pelo Observatório Europeu (ESO) e dada a sua estranha forma sendo designado como um asteroide (alongado e com cerca de 400 metros de comprimento), o objeto Interestelar OUMUAMUA tal como a sua designação indica originário de uma outra estrela (que não o Sol) e de um outro Sistema (que não o Solar), despertou desde a sua primeira observação (anunciada a 19 de Outubro) a atenção de toda a Comunidade Científica (assim como de outros eruditos e leigos) dado ser o 1ºObjeto Extrassolar/Interestelar a ser registado pelo Homem a entrar no Domínio do SOL: introduzindo-se no interior do nosso Sistema Solar, fazendo a sua aproximação ao Sol e atingindo o seu periélio (relativamente a esta estrela e numa trajetória curva bem aberta) para de novo se começar a afastar (do Sol e da Terra) deslocando-se para as fronteiras do nosso Sistema Planetário, atravessando-a e finalmente alcançando o Outro Lado do Espaço ‒ nunca antes percorrido pelo Homem (exceto no que toca e de uma forma indireta às sondas automáticas PIONEER e VOYAGER) e segundo alguns (entre especialistas, curiosos e especuladores) deslocando-se para VEGA (a 25 anos-luz de distância) a estrela mais brilhante da constelação LIRA.

 

Esta semana de Dezembro (hoje dia 20) antecedendo o Natal e a Passagem de Ano (e com a observação de OUMUAMUA a ter-se iniciado já no fim de Novembro) com os responsáveis pela observação deste corpo celeste de origem INTERESTELAR a fornecerem-nos as primeiras informações sobre o mesmo (atualizando os dados já conhecidos sobre este estranho cometa ou asteroide), indicando-nos tratar-se certamente de um objeto de origem Natural (não produzido por algo/alguém logo não sendo artificial) e não transmitindo a partir do mesmo nenhum tipo de comunicações utilizando diferentes ondas (e frequências) de rádio ‒ e como tal (em princípio e não existindo dados Futuros apontando em sentido contrário) não envolvendo ET’S. Um objeto interestelar agora e de novo referenciado como um cometa (cometa → asteroide → cometa mas estranho), sob os efeitos da luz (visível) revelando uma tonalidade avermelhada e sob luz infravermelha um tom mais acinzentado (o expetável de ser detetado num cometa constituído por gelo e por poeiras e exposto à ação dos raios cósmicos) mas que sendo designado como um COMETA não deixa de ter um comportamento não habitual como aquando da sua recente aproximação ao Sol: não sendo visível aquando da sua passagem no periélio (relativamente ao Sol e concretizado no seu ponto de maior aproximação) nenhuma cauda no cometa nem sinais de sublimação. No caso de Oumuamua com o fenómeno a ser explicado através de uma maior e inesperada presença de material especialmente rico em carbono (a falta de cauda/de sublimação), dando-lhe uma tonalidade diferente para o avermelhado (segundo os especialistas uma das caraterísticas para objetos localizados para lá de Neptuno) e até nomeando os seus responsáveis: as TOLINAS.

 

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Telescópio de GREEN BANK associado à observação de Oumuamua

 

“Tolina é uma molécula formada pela ação de radiação ultravioleta solar em compostos orgânicos simples como metano e etano. Tolinas têm cor vermelha ou marrom e não são achadas naturalmente na Terra atual, mas são abundantes em corpos gelados no Sistema Solar externo, como Titã. Acredita-se também que elas são um dos precursores químicos da vida na Terra.” (wikipedia.org)

 

Assim de momento e em conclusão (passados estes primeiros dias de observação do objeto Interestelar Oumuamua) com os esforços da organização Breakthrough Listen a serem todos em vão, não conseguindo receber qualquer tipo de comunicações (via rádio) oriundas de Oumuamua: com as observações levadas a cabo pelo telescópio de Green Bank (e outros observatórios em colaboração) a não detetarem nenhum sinal mantendo-se o estatuto do objeto (sendo asteroide ou cometa) de origem Natural. Negando-se portanto a versão de ter origem artificial e até ligações a ET’s (porque será que nada dizem?) e de ser apenas um (simples) calhau viajando pelo Universo (local). Não deixando no entanto a sua passagem por cá e o seu estudo mais profundo de ser deveras interessante (e importante), podendo-se aprender com Oumuamua muito do nosso Universo (e da sua Evolução) e até do que poderá existir para lá da nossa Membrana (de limite imaginário e talvez de proteção real) ‒ As Fronteiras do Sistema Solar. Mas (por outro lado) desiludindo muitos, por mais uma facada na sua (já tão mal tratada) Esperança (mesmo que louca ou delirante): “Oumuamua might be a massive cylinder-shaped generation ship or some alien space probe sent to communicate with the whales! I guess first contact – and hence, proof we are NOT alone in the Universe – is something we’ll have to wait a little longer for.” (Mat Williams/universetoday.com)

 

(imagens: GETTY+NASA e GETTY em express.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:41

18
Dez 17

Comemorando a Chegada do Menino Jesus

E sabendo que inevitavelmente Outros se lhe seguirão

(caso contrário seremos únicos e Deus não existirá)

 

“Quando atravessamos o mês de Dezembro a Caminho da época Natalícia (focada a 25) regressa mais uma vez a figura do Menino Jesus (podendo ser filho de um ET), da sua mãe ainda Virgem (podendo ter sido impregnada por outro ET) e do pai que nada sabendo (seguramente o agente do ET na Terra), mesmo assim soube assumir o seu esperado papel (pai nomeado para adoção). E se acreditamos nessa história (podendo logicamente ser falsa ou verdadeira) porque não pensarmos um pouco (mais) em outros Extraterrestres”?

 

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UFO ataca a Coreia do Norte

(num evento pelos vistos registado a partir da ISS)

 

Na prossecução do que muitos Teóricos da Conspiração (certa e esmagadoramente norte-americanos) vêm afirmando repetidamente desde há várias dezenas de anos (podendo-se tomar como um desses focos de referência o caso ROSWELL ocorrido nos EUA em 1947), existirá mesmo algum tipo de Elo de Ligação Privilegiado entre a Maior Potência Global (como um exemplo de Excecionalidade) ‒ os EUA representando os TERRESTRES ‒ e outras Entidades Inteligentes e Superiores (Científica, Tecnológica e Espiritualmente) oriundas do Exterior do Sistema Solar e desconhecidas para a maioria dos 7,5 biliões (de habitantes neste ponto azul e minúsculo do Universo) ‒ os EXTRATERRESTRES.

 

Uma colaboração que como se vê já poderá durar há pelo menos 70 anos (e que muitos outros conspiradores/investigadores recuam até aos tempos em que Adolfo Hitler comandava a Alemanha Nazi preparando-a para a II Guerra Mundial ‒ ou seja desde 1934 há uns 83 anos) e que pelos vistos terá dado uma contribuição preciosa para o desenvolvimento meteórico dos Estados Unidos da América (tornando este país com apenas 4% da população no mais poderoso do planeta), inicialmente um território dito abandonado e entregue aos Índios (a população original), onde posteriormente seriam descarregados criminosos e marginais muitos oriundos e expulsos da Europa (muitos deles embarcando no Reino Unido), onde entre Genocídios e Guerras Civis Índios e Negros seriam perseguidos (os primeiros quase extintos) e que mais tarde já num período de consolidação de uma NOVA ESTRUTURA DE PODER aproveitando os PERÍODOS mais prolongados de GUERRA (especialmente a II GUERRA MUNDIAL) soube (Certamente com o Conselho de Alguém sendo-lhe Exterior) escolher o Caminho Certo para o Sucesso.

 

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O objeto de cor branca pretensamente observado a partir da ISS

(sobrevoando a grande altitude território da Coreia do Norte)

 

Não sendo por acaso a enorme coincidência existente entre o início da II Guerra Mundial (em 1939) e o ponto fulcral de viragem na Política Interna/Externa dos EUA (pela mesma altura), transformando um país nessa época da sua História em claro desenvolvimento Económico e nos primórdios das grandes Descobertas Científicas (quando há dinheiro e interesse existirá sempre investimento) repentinamente e como por Geração Espontânea no Mais Poderoso da Terra ‒ anos depois terminada a II Guerra Mundial e aproveitando todo o conhecimento armazenado pela Máquina de Guerra Nazi (veja-se o caso simbólico e gritante de Wernher von Braun no regime de Hitler, sendo nomeado diretor da famosa base alemã de PEENEMÜNDE e aí ajudando a criar o Míssil V-2 para bombardear/matar indiscriminadamente a população civil de Londres e no entanto mais tarde juntamente com certos elementos da elite então no poder na Alemanha e com fortíssimas ligações aos Nazis, sendo extraditado, de alguma forma protegido e até recrutado ‒ no seu caso para o Exército e até para a NASA): sendo já o 1º nos anos 70 (Ida à Lua, Alunagem e volta à Terra) e sem dúvida o maior após o fim da URSS nos anos 90 (deixando de ter oposição) ‒ ficando-se à espera da China (por deslocação do Eixo Económico-Financeiro Mundial) entre 2010/20.

 

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Possível Nave Interestelar Alienígena

(avistada pela 2ªvez na nebulosa M42 ORION)

 

E voltando a esta possível relação TERRESTRE/EXTRATERRESTRE e da sua escolha privilegiada por interlocutores norte-americanos, falando-se aqui de 2 episódios, um exemplificando essa escolha (com os alienígenas a apoiarem no planeta Terra os EUA) o outro algo de um pouco diferente (passado muito mais longe, numa distante nebulosa e envolvendo um artefacto, ainda por esclarecer): num episódio com um objeto voador não identificado a sobrevoar a Coreia do Norte e aparentemente a atacar o seu território (sem resposta visível do seu Grande líder) ‒ tomando claramente partido pelos EUA e pelo seu atual Presidente Donald Trump ‒ e no outro episódio com o que poderá ser uma nave desconhecida de enormes proporções (fazendo-nos lembrar mas em tamanho muito maior o asteroide Oumuamua) a voltar a ser de novo avistada na nebulosa M42 ORION.

 

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Aproximação de enorme objeto cilíndrico não identificado ‒ à esquerda

(à nebulosa M42 Orion ‒ à direita)

 

No episódio reportando-nos para a Coreia do Norte e para o seu Grande Líder Kim Jung-un (não o sendo para os norte-americanos e para os seus potenciais aliados os alienígenas) e sob registo operativo (de observação e de controlo) por parte da Estação Espacial Internacional/ISS em órbita ao redor Terra (apenas a uns 400Km do solo) ‒ não deixando de ser estranho a partilha dessa informação por astronautas (de várias nacionalidades) a bordo da ISS e não sendo todos norte-americanos, adensando ainda mais o mistério ou então aumentando (exponencialmente) a dúvida ‒ com a notícia (publicada no express.co.uk) a não deixar de nos transmitir que “UFO over NORTH KOREA? Hunters in frenzy after spotting ‘ALIEN CRAFT’ over rogue state (CONSPIRACY theorists have been sent into a frenzy after what appeared to be a UFO was spotted flying over the rogue nation of North Korea) ” indicando-nos adicionalmente que o mesmo UFO (podendo ser um avião talvez num processo de testes) teria disparado sobre esse território (norte-coreano) como se colaborando com a estratégia regional (Asiática) norte-americana. Ou (num outro limite extremo) não seria (apenas) um simples reflexo do sol?

 

Já no outro caso levando-nos muito mais longe (não apenas a 400Km de distância da Terra) até à nebulosa M42 ORION (a cerca de 1500/1800 anos-luz de distância do Sistema Solar) com um objeto cilíndrico (colocado sobre um fundo escuro do Espaço, mesmo em coordenadas diferentes e comparando-o com os outros pontos luminosos presentes, sendo enorme) e de origem desconhecida a reaparecer precisamente na mesma região (relativa a essa mesma Nebulosa e depois de 12 de Dezembro surgindo de novo a 29 do mesmo mês) deixando toda a comunidade intrigada não só pela sua presença como pela sua movimentação em torno de um ponto localizado (precisamente) em M42 Orion.

 

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Uma visão para o próximo século do que poderá ser uma Nave Interplanetária

(viajando entre planetas, utilizando energia nuclear e inspirado em 2001 Uma Odisseia no Espaço)

 

Um objeto à distância de uma viagem interestelar só sendo possível de concretização (por parte da Humanidade) integrando um aparentemente inalcançável megaprojeto de exploração espacial (para o Homem a nível Cósmico) ‒ e sendo capaz de manter durante todo esse trajeto e consecutivamente umas 50/60 gerações ‒ no mesmo sentido e limitados pela pequenez (ainda juvenil) da nossa Imaginação não sendo capaz de ser por nós visionado (apesar de nos apresentarem imagens credíveis) devido às restrições previamente a nós impostas (como pretensos limites como os orçamentais) e no entanto com esta confirmação (da sua visualização) atirando-nos como por reflexo para o nosso ASTEROIDE INTERESTELAR OUMUAMUA (agora a ser observado e sendo asteroide ou artefacto, podendo ser artificial e de origem alienígena) e pensando um pouco mais (profundamente) até ao extraordinário Arthur C. Clarke e às suas capacidades de Premonição: ainda no século passado e antecipando-se a tudo e todos, visionando a sua nave interestelar por ele denominada RAMA. Sobretudo na sua forma, fazendo lembrar Oumuamua e cilindro de M42 ORION.

 

Divagando (um pouco mais)

 

Recordando que as conversas sobre a possibilidade da existência de Vida Extraterrestre (seres vivos que nos terão já visitado por diversas vezes desde tempos muito Antigos) desde há muito que atravessam (e acompanham) o nosso Espaço /Tempo terrestre, com menções (Históricas e Registadas) ao seu aparecimento no Passado (em livros antigos de referência), com a apresentação (através de esboços, pinturas e outros desenhos) das suas Naves Espaciais (como poderá ter sido mais recentemente com o Milagre de Fátima/1917 com um OVNI a surgir/confundindo-se com o Sol e mostrando um dos seus tripulantes/referido o alienígena como a Virgem-Maria) e até com a apresentação de determinados factos que por mais estranhos que nos pareçam (envolvendo UFO, ALIENS, ABDUÇÕES, ETC.), sugerem ser uma possibilidade de explicação para a Supremacia Global exibida nas últimas décadas pelos norte-americanos (em termos de excelência pelo controlo total dos 7,5 biliões) uma Secreta Aliança com uma outra Entidade (obrigatoriamente Externa à Terra) ainda mais Poderosa que todas as nações do nosso planeta juntas (incluindo os EUA).

 

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Conceito artístico de uma Nave Alienígena

(atingindo um destes dias o planeta Terra para sua exploração/colonização)

 

Assim se entendendo minimamente a justificação (recente) de que os EUA estariam a prepara-se antecipadamente para uma Futura Guerra mas agora Espacial, afirmando estes que com o início da Exploração Espacial aos Limites do nosso Sistema (Solar) e a passagem subsequente a Viagens Interestelares (a outras Estrelas, a outras Galáxias) seria natural precaver-se (prevenir-se e assegurar-se) contra possíveis intrusões podendo por em causa o nosso planeta a Terra; no entanto realizada com afirmações não muito convincentes (invocando uma possível ameaça Extraterrestre quando os mesmos sempre a desmentiram, gozando mesmo todos os testemunhos dos que nisso acreditavam/ALIENS&UFO’S) e sobretudo sabendo-se da Natureza do Homem quando o seu maior Inimigo é na esmagadora maioria dos casos o próprio Homem. Sendo o Alvo propriamente não Extraterrestre (seres externos ao nosso Ecossistema) mas indubitavelmente Terrestres (mas de uma raça/espécie inimiga) habitando logicamente a Terra (partilhando o mesmo espaço que outros ‒ inaceitável ‒ como todos aqueles seguindo, o Amigo do Sonho Americano).

 

Na Realidade com uma Poderosa Máquina de Guerra dominando todo o Planeta (de longe e sem dúvida a Norte-Americana) e pretendendo a curto-prazo ter todas as suas Armas apontadas não para o Outro Lado (como se aconselha quem compra uma arma, nunca a apontando para as pessoas) mas para o foco de combate e dominação presente precisamente hoje em dia e como sempre a Terra: Extraterrestres até agora nem vê-los (o que não significa que não existem, pois muitos dizem vê-los) mesmo que passando por cá (e podendo fazer Alianças) e com as vítimas das armas (interiores/exteriores) a continuarem a ser os Terrestres ‒ e talvez sendo essa a razão para a distância (dos ET) sempre mantida.

 

(imagens: Getty/express.co.uk ‒ ufosightingshotspot.blogspot.pt ‒ deviantart.com ‒ peaks-about-space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:23

14
Dez 17

Um Estranho Numa Terra Estranha

 

“If this object is natural in origin, there should be many more like it in the solar system… and even if most of them are natural, perhaps one of them will be found to be of artificial origin, some space device or junk from an alien civilisation.”

(Stephen Hawking)

 

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Oumuamua

 

Com todos aqueles que acreditam que existe Vida para Além da Terra (no interior do seu Ecossistema) e de que qualquer sinal ou vestígio de Vida Inteligente (por mais estranho e deslocado que nos pareça) deve ser sempre investigado, a passagem de um corpo celeste pelo interior do Sistema Solar (como o objeto OUMUAMUA) nas proximidades da nossa estrela (e como tal da Terra), vêm-nos proporcionar um período de tempo (ainda apreciável) para enquanto o mesmo estiver no seu interior/limites/ou proximidade (tendo ultrapassado as fronteiras do Sistema Solar a sonda VOYAGER 1 encontava-se em Novembro a 21 biliões de Km/140UA do Sol) o explorar, o estudar e o tentar identificar: com o corpo celeste OUMUAMUA a ser identificado como um objeto INTERESTELAR (oriundo de outra Estrela que alguns sugerem ser VEGA), o primeiro a ser registado vindo do Espaço Extrassolar (como tal um Pioneiro) e orbitando na sua trajetória o Sol (atravessando o nosso Sistema), para finalmente regressar às suas origens e se perder para lá da NUVEM de OORT. Um objeto inicialmente identificado (até pela sua forma) como sendo um cometa, mas posteriormente até pela falta de alguns elementos característicos do mesmo (ao aproximar-se do Sol não aumentando significativamente o seu brilho nem produzindo a sua típica e extensa cauda) sendo designado como um Asteroide (A 2017 UI/OUMUAMUA/I1/2017 U1) com forma cilíndrica, cerca de 400 metros de comprimento e deslocando-se a uma velocidade ultrapassando V=320000KM/h ‒ e tendo em atenção o remetente (Extrassolar) e o destinatário (a Terra) podendo-se afirmar ser de origem EXTRATERRESTRE. Só faltando saber se de origem Natural (confirmando-se o Asteroide) ou se de origem Artificial (confirmando-se o Artefacto).

 

“The more I study this object, the more unusual it appears, making me wonder whether it might be an artificially made probe which was sent by an alien civilisation.”

(Stephen Hawking)

 

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Rama

 

Ontem quarta-feira dia 13 de Dezembro de 2017 com o apoio do físico inglês Stephen Hawking (liderando cientificamente o projeto) e o financiamento do milionário russo Yuri Milner (entrando com perto de 100 milhões de dólares) iniciando-se o período de observação do asteroide OUMUAMUA (a partir de telescópios terrestres), procurando-se através da utilização de radio-observatórios (como o telescópio de GREEN BANK instalado no estado norte-americano da Virgínia) algum tipo de sinal oriundo do objeto que possa significar e traduzir a sua origem natural ou então artificial: apontando-se apenas um microfone em direção ao trajeto percorrido pelo asteroide (no seu caminho de regresso ao Espaço Extrassolar) e por processos paralelos de comunicação interagindo com o mesmo, esperando (vindo) do outro lado por uma resposta clara e decisiva. Tendo passado pela órbita de Marte no início de Novembro (2017), passando pela de Júpiter em Maio (2018) ‒ Neptuno (o mais distante planeta do Sistema Solar) lá para 2022 ‒ e ainda por muitos anos podendo ser acompanhado dentro e fora do Sistema (em 2034 Oumuamua estará a cerca de 100UA de distância). E sabendo-se da importância que a visita de seres alienígenas (à Terra) poderia ter para a Evolução da nossa Civilização (até ao presente unicamente assente na existência do Homem e centrada no mesmo) não deixando de recordar afirmações anteriores (tornando o tema mais credível) do físico inglês (Stephen Hawking) sobre esse mesmo tema:

 

“Such advanced aliens would perhaps become nomads, looking to conquer and colonize whatever planets they could reach. If so, it makes sense for them to exploit each new planet for material to build more spaceships so they could move on. Who knows what the limits would be? We don't know much about aliens, but we know about humans. If you look at history, contact between humans and less intelligent organisms have often been disastrous from their point of view, and encounters between civilizations with advanced versus primitive technologies have gone badly for the less advanced. A civilization reading one of our messages could be billions of years ahead of us. If so, they will be vastly more powerful, and may not see us as any more valuable than we see bacteria.” (Stephen Hawking/Discovery Channel TV)

 

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Ondas Sonoras

 

Com a observação nas mais diversas frequências de radio a terem-se efetivamente iniciado a 23 de Novembro deste ano (com o Instituto SETI a utilizar o telescópio ATA localizado na Califórnia) ‒ já com mais de 60 horas de registos ‒ e posteriormente prosseguindo com a colaboração do Breakthrough Listen (um grupo de iniciativas inovadoras, neste caso ligado ao Espaço) a partir de 13 de Dezembro (e utilizando o telescópio de Green Bank instalado na Virgínia). O mais certo sendo escutarmos (apenas) Silêncio, oriundo do misterioso (e estranho) Oumuamua (apesar de toda a matéria ter a sua própria assinatura sonora).

 

(imagens: nasa.gov/pintrest.pt/wonderopolis.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:53

05
Dez 17

A Sonda Interestelar

 

“A set of thrusters aboard the Voyager 1 spacecraft successfully fired up Wednesday after 37 years without use. Since 2014, engineers have noticed that the thrusters Voyager 1 has been using to orient the spacecraft, called "attitude control thrusters," have been degrading.”

(NASA/JPL)

 

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Trajetória das 4 sondas Interestelares

(Pioneer 10 e 11 e Voyager 1 e 2)

 

Lançada em 5 de Setembro de 1977 (há 40 anos) pela Agência Espacial Norte-Americana (NASA) tendo como objetivo JÚPITER, SATURNO e finalmente o ESPAÇO INTERESTELAR (localizado para lá do nosso SISTEMA SOLAR), a sonda VOYAGER 1 (sendo a 1ª a atravessar os limites do nosso Sistema Planetário num facto confirmado em Setembro de 2013) ‒ tendo ainda visitado ÚRANO e NEPTUNO ‒ passados 37 anos sobre a última operação semelhante (registada no ano de 1980) e continuando (por ainda ativa) a ser operada a partir da Terra (atualmente a mais de 141 UA de distância), voltou de novo a ativar os seus PROPULSORES numa operação bem-sucedida (executada na passada 3ªfeira) ajudando na reorientação da sonda e no prolongamento da vida da mesma.

 

E sabendo-se antecipadamente que o sistema se tinha vindo progressivamente a degradar (ligado aos propulsores de controlo de altitude da sonda) e que era fundamental para a continuação da missão (agora Interestelar) fazer a reorientação da VOYGER 1 (antes propulsionada entre outros pelo planeta gigante Júpiter), sendo com enorme satisfação que os responsáveis pela mesma cerca de 19 horas e 35 minutos depois (já na 4ªfeira) receberam a confirmação da ignição (dos propulsores) transformando este último episódio (dos 40 anos de vida da Voyager 1) num Sucesso absoluto: para além da continuação da comunicação de dados entre a sonda e o nosso planeta (nunca interrompida) ficando-se agora com a certeza que mesmo a mais de 20 biliões de Km de distância da Terra e 4 décadas passadas sobre a sua partida de Cabo Canaveral, ainda é possível interagir e ter uma resposta da mesma (pensando na tecnologia de há 40 anos um acontecimento apenas Fantástico e uma confirmação das grandes e ilimitadas capacidades do Homem) ‒ já agora aplicando-o à VOYAGER 2.

 

Convertendo Dados em Música

 

“A ideia da dupla (convertendo os dados da Voyager 1 em música), assim como Kepler tinha em mente, é fazer com que possamos entender melhor como funciona o cosmos de maneiras pouco convencionais. Dessa forma, a viagem cósmica proporcionada pela bela trilha descreve o trajeto da Voyager 1, incluindo o épico momento dramático de sua aproximação a Júpiter e Saturno e a entrada no espaço interestelar.”

(Claudio Yuge/tecmundo.com.br)

 

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Transformando dados recolhidos durante 40 anos pela Voyager 1

(Em música a 4 instrumentos)

 

Como tudo tem a ver com tudo e algo ligado à VOYAGER 1 poderá ainda ter a ver com algo conhecido (mas ainda não correlacionado) ou então desconhecido (por ainda não observado), nestes últimos dias de protagonismo (dado à sonda norte-americana) e com a mesma na ribalta (ativando os propulsores colocando o Homem no pódio), com um grupo de cientistas convertendo os dados (recebidos da sonda) em música (segundo eles) Espacial e Incrível: e a partir dos dados transmitidos durante 40 anos (1977/2017) entre a VOYAGER 1 e a TERRA criando a sua Música (Domenico Vicinanza/GÉANT e Genevieve Williams/Universidade de Exeter), espelhada numa faixa de 3 minutos e utilizando (para a sua transformação) 4 tipo de instrumentos ‒ violino, flauta, trompa e percussão de Glockenspiel (podendo ser escutada em Digital Trends/Music created using data measurements sent from the Voyager 1 spacecraft/soundcloud.com).

 

Numa missão levando a sonda VOYAGER 1 (tal como com as outras 3 sondas interestelares) a lugares do Espaço onde o Homem nunca esteve, atravessando os limites (extremos) do Sistema Solar (a sua zona fronteiriça) ‒  local onde a influência do Sol diminui drasticamente (face à presença dos raios cósmicos) justificado pela influência do Espaço Infinito que o rodeia ‒ e levando esta e outras sondas automáticas a distâncias para além dos 84UA/Voyager 2 e 94 UA/Voyager 1. Um Sistema Planetário (onde a Terra se integra) rodeando uma estrela (o Sol) e pertencendo a uma galáxia (Via Láctea) com mais de 200 milhões de estrelas, provavelmente com muitas delas estando rodeadas por planetas mas devido à pequenez destes e à distância a que se encontram (e não sendo brilhantes como as estrelas) não sendo detetados e passando despercebidos ‒ e até podendo possuir algum tipo de Vida e situar-se numa zona habitável relativamente à posição da sua respetiva estrela.

 

Talvez um dia quando o Homem assumir de vez a sua necessidade imperiosa de partir (se quiser sobreviver e persistir, pois a Terra não é eterna) e ultrapassar os Limites do Sistema Solar, possa finalmente utilizando as suas naves interplanetárias, interestelares e intergalácticas (e por aí fora, viajando no Espaço/Tempo) descobrir Outros Mundos e aí se estabelecer ‒ talvez com outras espécies talvez mesmo semelhantes ao Homem. Só faltando ao Homem (decidir e) partir como o fazem todas as espécies na Terra.

 

(imagens: nasa.gov e tecmundo.com.br)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:03

21
Nov 17

Da Constelação Lira para o Sistema Solar

 

From Vega with love: Pegasus interstellar asteroid's next stop

Out-of-shape ‘Oumuamua only looks like a starship, right?

(Richard Chirgwin/theregister.co.uk)

 

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Asteroide Interestelar 1I/2017 U1

 

No passado dia 19 de Outubro (há pouco mais de um mês) o telescópio PAN-STARRS-1 instalado no Hawaii (EUA) detetou a passagem nas proximidades do Sol (e logicamente da Terra) de um estranho asteroide (inicialmente pensando-se tratar-se de um cometa) ‒ o 1I/2017 U1 (aka.Òumuamua): confirmando-se posteriormente através de dados complementares recolhidos pelo VLT (um outro telescópio localizado no Chile) e por estudos realizados no Instituto de Astronomia do Hawaii (pelo Dr. Karen Meech) não se tratar este corpo celeste de um cometa mas sim de um asteroide, ser de origem exterior ao nosso Sistema Solar (Interestelar) e ao contrário da esmagadora maioria (dos asteroides) ter uma forma deveras estranha (alongada) ‒ sendo bastante comprido (uns 400 metros) e estreito. E baseando-se em cálculos entretanto efetuados descobrindo-se que o asteroide (no cumprimento do seu trajeto) já teria passado o seu ponto de maior aproximação ao Sol (no decorrer do mês de Setembro), girando em torno do seu eixo em pouco mais de 7 horas e devido a esse mesmo movimento e à sua forma bastante alongada (do objeto) variando muitíssimo de brilho.

 

This unusually large variation in brightness means that the object is highly elongated: about ten times as long as it is wide, with a complex, convoluted shape. We also found that it has a dark red colour, similar to objects in the outer Solar System, and confirmed that it is completely inert, without the faintest hint of dust around it.

(Dr. Karen Meech)

 

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Passagem do asteroide pelo Sistema Solar

 

Um asteroide rochoso e denso (contendo uma grande quantidade de metal) com poucos vestígios de água (à sua superfície e sob a forma de gelo) e de uma cor escura/avermelhada: não tendo como seu ponto de referência (foco) a estrela do nosso Sistema, não se deixando apanhar (entrando/saindo) na sua passagem (mais próxima) pela força gravitacional do Sol e como consequência regressando de novo à sua origem (e remetente) o Espaço Interestelar (e para além do Sistema Solar). Talvez oriundo de VEGA (a estrela mais brilhante a norte da constelação LYRA), circulando a uma velocidade de quase 100.000Km/h e segundo alguns cálculos tendo abandonado esse Sistema (rodeando a estrela VEJA) há uns 300 000 anos (e vagueando pela Via Láctea talvez desde há uns milhões de anos podendo até ter outra origem qualquer). Na sua viagem de regresso ao Espaço Extrassolar e já depois de ter passado perto do Sol (em 9 de Setembro), estando prevista a sua passagem por Júpiter (o Gigante Gasoso) em Maio do próximo ano e em Saturno em Janeiro de 2019.

 

(imagens: eso.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

12
Nov 17

Tal como acontece no nosso MICROCOSMO TERRESTRE (uns partem outros ficam) um dia alguns de nós terão que partir se desejarmos (todos) sobreviver ‒ já que por cá (na Terra) nada é eterno (por limitado no Espaço e no Tempo) exceto no Multiverso (oferecendo-nos o Infinito) onde Deus residirá (num Outro Nível Evolutivo e talvez com um Humano presente).

 

ESPAÇO

 

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Terra ‒ Satélite GOES-8

(1994)

 

Se tivéssemos que escolher umas quantas notícias interessantes (e recentes) tendo como pano de fundo o ESPAÇO e a sua EXPLORAÇÃO (e consultando um Site como ROOM The Space Journal/room.eu.com), facilmente obteríamos uma mão cheia delas: desde a descoberta de outros Sistemas Planetários (1), passando pelo apoio da Arábia Saudita à VIRGIN (2) e pela luta na Corrida Espacial entre a SPACE-X e a BLUE ORIGIN (3), incluindo ainda notícias recentes sobre a VOYAGER 1 (4) e finalmente terminando com a lua de Saturno ENCELADUS (5). Cinco casos diferentes todos interligados e tendo como ponto comum a Conquista do Espaço (talvez menos o (2) com limites mais locais e restritos).

 

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Cabo Canaveral ‒ Vaivém Discovery

(2009)

 

SISTEMAS PLANETÁRIOS/1.1

 

Relativamente aos Sistemas Planetários (1) sendo notícia a descoberta de mais um Sistema integrando 6 planetas e movimentando-se em redor de uma estrela tipo-Sol (localizado a quase 147 anos-luz) ‒ a estrela HD 34445 ‒ mais velha, quente e maciça que o SOL, sendo acompanhada por 6 planetas com períodos compreendidos entre 49 (mínimo) a 5700 dias (máximo) todos inferiores ao de Júpiter (mais de 11.800 dias). E com massas entre 0,05 (mínimo) e 0,63 (máximo) a de JÚPITER (a massa de Júpiter é cerca de 318X a da Terra). Tal como TRAPPIST-1 um Sistema Planetário (fazendo-nos lembrar o nosso), talvez mesmo com água, mas neste caso sem Zona Habitável (e sem existência de Vida).

 

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Constelação Cisne ‒ Sistema Kepler-186/a 500 anos-luz (e Sistema Solar)

(2014)

 

SISTEMAS PLANETÁRIOS/1.2

 

E se no Sistema Planetário TRAPPIST-1 tal como no HD 34445 a distância dos mesmos para o nosso (SISTEMA SOLAR) era significativa (tal como para a TERRA), já no caso da estrela mais próxima de nós PROXIMA CENTAURI (localizada a pouco mais de 4 anos-luz) a descoberta de um anel de poeira (talvez com a temperatura no Cinturão de KUIPER uns 230⁰C negativos) estendendo-se por centenas de milhões de Km em torno dessa mesma estrela, sugere a forte possibilidade de o mesmo poder incluir planetas constituindo mais um Sistema (talvez semelhante ao nosso incorporando água e Vida): falando do Espaço (Extrassolar) talvez ficando mais próximo do Alvo da Humanidade e da Descoberta de outra Entidade.

 

VIRGIN, SPACE-X e BLUE ORIGIN

 

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A caminho da ISS ‒ Nave de carga Dragon (Space-X)

(2016)

 

Num Espaço mais Comercial e como consequência mais Mediático (2/3) ‒ até pela demonstração de todo o nosso avanço Tecnológico e da desmedida ambição da Humanidade ‒ podendo relevarem-se o investimento (mais limitado no espaço e na ambição) efetuado pela VIRGIN (com um bilião de dólares vindo das ARÁBIAS) nas suas viagens no Espaço sobretudo locais, próximas e de transporte ligeiro (de passageiros e de pequena carga) e com outro desígnio e destino que não e apenas o do lucro imediato (daí se recorrer a Privados com excesso de dinheiro e sem saber como o aplicar, como é o caso de muitos países árabes ricos em PETRÓLEO) o grande investimento da SPACE-X e da BLUE ORIGIN lutando por ocupar o primeiro lugar e o de PIONEIROS, na CONQUISTA DO ESPAÇO e no retorno dos VOOS TRIPULADOS: e assim ocupando o lugar da NASA abandonado há quase meio século (com o último voo APOLLO à LUA).

 

VOYAGER 1

 

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Espaço Interestelar (onde se encontra a sonda) ‒ Voyager 1

(2013)

 

E voltando às sondas automáticas (4) do presente (comandadas a partir de um cubículo na Terra) que um dia substituíram as naves tripuladas do passado (comandadas pelo Homem no Momento e no Local), com as LENDÁRIAS e ainda vivas (parcialmente) sondas VOYAGER lançadas da Terra há já 40 anos a localizarem-se atualmente a quase 141 UA (Voyager 1) e a mais de 116 UA (Voyager 2) de distância (de nós), deslocando-se a uma velocidade entre 55000/60000Km/h: com a Voyager 2 na Heliosfera e a VOYAGER 1 já no Espaço INTERESTRELAR. E no caso desta última sonda ainda transmitindo (cada 5 minutos) apesar do tempo e da distância já percorrida, com as últimas particularidades a adicionar ao seu diário de viagem a dirigirem-se para o HIDROGÉNIO e por outro lado para a LUZ: constatando-se através de dados transmitidos pela sonda Voyager 1 a partir do espaço Interestelar (a mais de 21.000 milhões de Km), a presença em maior número do que o esperado de moléculas de Hidrogénio e ainda uma luminosidade exterior maior que o previsto. Significando que à nossa volta e do nosso Sistema (Solar) o Espaço nunca estará Vazio (e a Antimatéria?) e que a Luz que tudo ilumina não virá de um único lugar, mas de um número Infinito de Fontes (conjugando matéria, eletricidade e magnetismo) destinadas a Ver e a Descobrir.

 

ENCELADUS

 

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Enceladus ‒ Sonda Cassini-Huygens

(2007)

 

Restando-nos na nossa viagem (espacial) falar de ENCELADUS (5) o 6º maior satélite (natural) de SATURNO e que pelos vistos terá um Oceano: uma das luas do Gigante Gasoso SATURNO, observada de perto e muito atentamente (durante vários anos) pela sonda automática CASSINI (entretanto desaparecida após o seu Grande Final ou suicídio) e exibindo para as câmaras da sonda uma lua gelada e ativa, muito mais interessante do que o inicialmente previsto. Segundo os cientistas com esta lua a possuir a poucos Km de profundidade um grande oceano (líquido e salgado e localizado no seu polo sul), por vezes perfurando a crosta superficial de Enceladus (talvez devido a uma intensa atividade hidrotermal em profundidade) e dando origem ao aparecimento de jatos de material (como se tratasse de uma poderosa erupção vulcânica) atingindo grandes altitudes: talvez com esse mecanismo de formação (desses Jatos gasosos) a dever-se de uma forma esmagadora à tremenda força exercida pelo campo magnético do gigante planeta Saturno (o maior planeta do Sistema depois de Júpiter) sobre Enceladus (a lua), deformando no movimento de ambos a lua e dando origem a estas erupções (jatos). Num caso muito semelhante ao da lua IO (uma das 4 maiores luas de Júpiter): talvez podendo ter Água e até mesmo Vida.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32

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