Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Set 19

[Tendo à distância PUTIN, com um controlo remoto na mão e daí comandando o SALMÃO.]

 

Segundo notícia da passada quinta-feira (06.09) do diário inglês online DAILY MAIL (dailymail.co.uk), com os russos utilizando de novo a estratégia da manipulação (preparando uma invasão) neste caso na população marinha mais especificamente nos SALMÕES-ROSADOS, a enviarem em direção à costa do Reino Unido (infiltrando-se posteriormente em rios e até lagos) um grupo numeroso de salmões-rosa (no seu caminho invadindo e colonizando), tendo como objetivo (primordial) da sua missão colocar (telecomandados à distância pelos russos sobre as ordens do ex-KGB PUTIN) os peixes nativos ingleses em eminente risco de vida.

 

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Salmão-Rosado

Segundo os Britânicos um novo agente russo ao soldo de Putin

infestando o mar e infiltrando-se como um invasor

em águas e território soberano do UK

 

E para provar sem qualquer tipo de dúvida esta informação (como tantas outras tendo origem tanto no Governo inglês como nos Média, sistematicamente e de uma forma absurda, atacando a Rússia e/ou Putin) pondo em Alerta e em Risco todos os Peixes-Ingleses (sem exceção, sejam de água doce ou salgada) e o território pelos mesmos ocupado e percorrido – ou seja a Ilha, o Reino Unido, todos os cidadãos britânicos e de restantes nacionalidades – o fornecimento da estatística (pelos vistos num “exclusivo” Daily Mail) referindo-se a 7 salmões-rosa detetados em 2017 contra os já 10 registados este ano (ainda por terminar):

 

Com o Daily Mail numa exposição teórica assumidamente paranoica, ignorante e deprimente, afirmando que, apesar de serem salmões-rosados oriundos do Alasca ou do Canadá (em gerações anteriores) tendo por volta dos anos sessenta (do século passado) aproximado da costa russa, introduzindo-se nos cursos dos seus rios e aí sendo capturados, sujeitando-se a uma lavagem cerebral e a partir daí, sendo agenciados e entrando em modo de ação, de confrontação, de Guerra (contra as forças Aliadas do Ocidente), via Noruega chegando aos UK (os descendentes dos salmões-rosados, mais de 50 anos depois).

 

E de 7 salmões passando a 10 (ainda incompleto, podendo aumentar) num período de dois anos (o tempo do ciclo de vida de um salmão) – um aumento de 43% ou superior − e com 6 detetados em Inglaterra, 3 na Escócia e 1 no País de Gales.

 

The invasion of the Pacific pink salmon!

Influx from Russia to British waters is putting native fish at risk

 

 An invasive breed of salmon, from Russia,

is colonising Britain's rivers and lakes;

Pacific pink salmon have been spotted

in 'unprecedented' numbers in the UK;

And Environment Agency is warning

that yet more will return to the UK to spawn.

(Colin Fernandez/Daily Mail/Setembro,6)

 

[Como informação adicional e final (para além de elucidativa) destacando-se o gosto dos britânicos por este peixe tão apreciado como é salmão, não só o pelos mesmos pescado (no mar) como o em viveiros produzido (de aquacultura): e não estando os rios (como por exemplo o Tamisa) e os lagos britânicos a ser invadidos por enormes contingentes de vorazes salmões − exceção feita aos possíveis fugitivos (dos tanques de aquacultura).]

 

(imagem: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:45

15
Ago 19

A meio do Verão com as máximas a 35 (°C) e sob Índice Ultravioleta UV9 (numa escala de UV1/UV11), no fundo para se estar protegido só ficando mesmo à sombra e de preferência (pela água) em casa.]

 

“Nos EUA e no mês de Setembro, provavelmente com a lotação já esgotada

− Ou então e desde logo, não passando de mais um Flop.

Que se saiba ainda sem a presença dos asteroides Trump e Hillary.”

(para já um Evento com propaganda, publicidade, luzinhas

e como não poderia deixar de ser, russos)

 

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Aproximando-se rapidamente a data da invasão da ÁREA 51 no estado do NEVADA (20 de Setembro) por uma multidão de indivíduos decididos a LIBERTAR definitivamente pretensos ALIENÍGENAS (que não Mexicanos ou afins) retidos numa base militar norte-americana (das mais secretas nas suas competências)

 

– Numa campanha propagando-se rapidamente (e de uma forma viral) na Web e incitando à adesão maciça à iniciativa

 

“STORM AREA 51, THEY CAN’T STOP ALL OF US”

 

Duas notícias sugestivas para quem neste triste e quadrado período da Silly Season (que inevitavelmente muitos de nós têm que obrigatória e anualmente percorrer, querendo ser de novo reconhecido − por exemplo através da apresentação do chamado “bronze” − e a partir daí certificado)

 

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− Em que se tendo o sangue-a-ferver tudo se pensa poder fazer

sem que nada ou ninguém fique no nosso arquivo de memória

(nunca comprovando o nosso usufruto e a nossa existência)

 

Ainda se pretende dedicar a um tema alternativo e situado um pouco mais Além, juntando (de uma forma divertida) o Imaginário ao Real e criando como réplica uma nova Projeção, apresentando-se sob a forma de um holograma “perfeito” não só por estar de acordo com muitos dos trâmites legais (adotados pela Sociedade, como o da Defesa das Minorias) como de se complementar sem se anular com o seu oposto:

 

Tentando revolucionar os campos de experimentação (e comportamento) como por exemplo ultrapassando muros/fronteiras/limites

 

https _s3-us-west-2.amazonaws.com_the-drive-cms-co

 

− Invadindo o Território “Ocupado”

(só depois dos físicos sentindo a pele dor/prazer, os mentais)

 

De modo a revelar detalhes que de uma forma mais passiva nunca alcançaríamos, nunca compreenderíamos e integraríamos (como conhecimento).

 

Como o da existência de OVNI’S e de EXTRATERRESTRES − seja de origem externa (origem fora da Terra), se não mesmo interna (ainda subterrânea/secreta/desconhecida) – e do interesse de muitos sobre tais temas (marginais) aqui expostos em dois acontecimentos (uns os locais/norte-americanos outro os mirones/russos) bons para a promoção e engrandecimento do EVENTO:

 

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Um deles e prévio a estes últimos acontecimentos (levando à decisão da organização do Evento de “Libertação Alienígena” − não numa iniciativa anti russa, mas anti-norte-americana), o envolvimento dos Russos e da sua Força Aérea em missões de espionagem sobre esta região do Nevada onde se localiza a base militar norte-americana denominada como ÁREA 51 (com voos autorizados de observação, a passarem pelo seu espaço aéreo)

 

− Demonstrando bem o interesse (curioso e particular) despertado tanto entre nacionais como entre estrangeiros por um tema em princípio tão vago e tão pouco profundo (mais de jovens aventureiros acreditando ainda na sua Imaginação, do que na Realidade que mais tarde e forçosamente lhe será proposta) como o será a dupla UFO/ALIENS

 

O outro o aparecimento talvez como pré-aviso (aperitivo ou entrada) do que aí virá (na Invasão de Setembro) de luzinhas movimentando-se e iluminando o céu noturno e cada vez mais misterioso rodeando a mítica ÁREA 51:

 

Para muitos (os Desesperados) um prenúncio de que o Evento (certamente mais pessoal) possa mesmo ser real.

 

(imagens: stormarea51.us − Alien Stock − thedrive.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:44

27
Mai 19

[A partir do dia 23 de Maio com a Terra a ser invadida por pequenas luzes brilhantes, atravessando ordeiramente e como que vigilantes a escuridão do nosso Céu Noturno.]

 

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Just short of a day after the launch (SpaceX launched STARLINK, a series of 60 satellites), near 22:55 UT on May 24, this resulted in a spectacular view over NW Europe, when a "train" of bright satellites, all moving close together in a line, moved across the sky (SatTrackCam Leiden)

 

“No final desta segunda década do segundo milénio após o nascimento de Jesus Cristo (o representante na Terra desse DEUS talvez vindo das Estrelas, sendo eventualmente um Astronauta, tendo entretanto partido e como consequência, sido inevitavelmente esquecido), podendo-se estar perante o início de uma Invasão (seguida de Colonização) – se não soubéssemos “a priori”, ser obra de ELON MUSK − com os primeiros batedores abrindo caminho para a imensa Frota Intergaláctica, vindo na nossa direção. E não sendo a Invasão (Extraterrestre) talvez ainda sendo pior (o nosso Cenário Geral e final) bastando para tal imaginar a Terra (a nossa única casa) cercada (só numa 1ª fase) numa iniciativa interna (Terrestre) por 12.000 contentores ou (simplificando) Caixotes-do-Lixo. Expondo a uma nova poluição (visual) toda a observação do Espaço (com tanto lixo interpondo-se).”

 

Curiosamente coincidindo com o último lançamento na passada quarta-feira, 23 de Maio do foguetão FALCON 9 da Agência Espacial Privada SPACE X − e nada tendo a ver com STARMAN e o seu TESLA ROADSTER (outra das obras de arte do Milionário ELON MUSK) de momento nas cercanias de MARTE (assim se presumindo), nem com qualquer tipo de manobra publicitária (como  o da insistência de que estaremos, na próxima década em Marte) – eis que nos últimos dias e nos nossos Céus (num Evento apenas visível conforme o lugar e a hora, durante espaços limitados do respetivo período noturno) têm sido avistados um número indeterminado de Objetos Voadores Não identificados (igualmente visíveis a partir do nosso Hemisfério Norte), aparecendo surpreendentemente no nosso horizonte visual (noturno, rodeado maioritariamente por escuridão) e despertando-nos de imediato (quase que inconscientemente, como por instinto, inato) o nosso interesse e a nossa mais extrema atenção, deixando-nos inicialmente perplexos e depois como que subjugados (face a todas as hipóteses explicativas, para o que de tão estranho e raro, estaríamos a testemunhar): à vista desarmada ou utilizando um simples instrumento ótico (como auxiliar), tal com antes e ainda no dia de hoje (domingo, 26 de Maio, depois do  anoitecer), no local certo e à hora certa e pelo menos (segundo previsões de entusiastas, não necessitando de ser dos conspirativos) durante os próximos dias, podendo-se observar aparecendo no Céu um grupo de objetos bem iluminados e em fila ordenada, deslocando-se uns seguindo os outros como as carruagens de um comboio, continuando o seu trajeto e rumo até desaparecerem definitivamente (até o início de um novo ciclo) na escuridão mais  profunda e distante

 

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Com a Terra ficando entrelaçada por uma verdadeira rede de alta-velocidade, facilitando ainda mais as Comunicações, mas podendo por outro lado e apertando-se essa rede, transformar-se num instrumento asfixiante e numa armadilha mortal

 

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Um total inicial de 60 satélites para provedores de Internet de alta-velocidade, distribuídos ordenadamente e como que abraçando toda a Terra,

(dos 12.000 já programados) lançados a bordo de um Falcon 9 da Space X

 

“Olhando o Céu noturno com os observadores a serem surpreendidos com a passagem inopinada por nunca vista de um “Comboio-Voador” integrando 60 carruagens, nem um dia passado sobre o lançamento do foguetão Falcon 9 da Space X, segundo o que dizem transportando consigo (e libertando-os de seguida um a um) 60 artefactos (pela generalidade do público não identificados, desconhecidos), podendo ser qualquer coisa mas pelos vistos não passando de comuns satélites: por esta hora (23:00 horas em Portugal) com o “Comboio” da SPACE X (Starlink Group) lançado a 23 de Maio dos EUA, a atravessar (já depois de ter passado no Céu e sobre o Atlântico a noroeste da Península Ibérica) os céus noturnos do continente Europeu − a caminho do Continente Asiático e da Austrália – em mais uma das suas órbitas em torno da Terra, feita a pouco mais de 400Km de distância e em cerca de hora e meia (e ao longo dessas órbitas e do tempo, ascendendo para as suas órbitas pré-programadas a mais de 500Km de distância).”

 

– No Meio do Natural envolvendo o Ecossistema Terrestre e ainda tudo o que o rodeia (protege e integra), face a um Evento (por um lado) tão estranho (de rara/difícil observação) e por outro tão ordenado (sendo o oposto do Caos, necessariamente complementando-o e um ou o outro, justificando organização, inteligência, ou seja presença de Vida), denotando-se alguns traços (por alguma razão de conhecimento profundo mas não ativo, incómodos) podendo ser interpretados como de Artificialidade (simbolizando a presença simultânea no Espaço e no Tempo de um Mundo Artificial) − Inteligência Artificial, seja nossa (da nossa Criação, uma réplica mais ou menos fidedigna do Homem) ou Alienígena (nada tendo a ver com o nosso molde e Criador). Podendo-se assim estar perante uma Manifestação Terrestre (veja-se o caso doa alienas mexicanos, ilegalmente tentando saltar o Muro e invadir os EUA) como até perante a preparação de uma INVASÃO EXTRATERRESTRE, agora que eles sabem − os ALIENAS − que o Presidente do nosso planeta (a nossa única Terra) se prepara para lançar a Contra Ofensiva (num ataque decisivo) com as suas extraordinárias e poderosas (bastando-lhe carregar num botão para o brinquedo funcionar) FORÇAS ARMADAS ESPACIAIS. Segundo os cálculos de muitos observadores interessados no Fenómeno (sejam quais forem os seus pontos de vista) com a “frota” integrando numa 1ª fase (de chegada e de início de intrusão e levada a cabo por “batedores”) cerca de 60 veículos, futuramente (talvez mesmo a curto-prazo) e desenvolvendo-se a respetiva missão (e através de previsões mantidas secretas) podendo atingir a cifra espetacular de 12.000 – segundo as duas alternativas em presença e clamando pela normalidade tratando-se simplesmente de Satélites Artificiais (sendo-o por terem sido cridos não na sua totalidade pela Natureza, mas por apenas uma das partes o Homem), mas por outro lado (talvez já tendo ocorrido noutro Espaço/Tempo semelhante, paralelo, talvez mesmo coincidente) podendo não ser (mesmo que não seja este o caso) obra da nossa intervenção.

 

[Ou alguém ainda se acredita sermos os Únicos Por Cá? Sendo apropriado dizer (tal sucedendo) que seria uma Desgraça.]

 

(imagens: sattrackcam.blogspot.com; Mark Handley/University College London/businessinsider.com; Elon Musk/SpaceX via Twitter/businessinsider.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:23

08
Abr 19

Alerta Geral

Notícia de Última Hora

(transmitida há momentos na TV)

 

A Rússia acaba de Invadir a Estónia

NATO a caminho

 

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Invasão Russa

 

À Moda da Guerra dos Mundos (da autoria via escrita de H. G. Wells e dramatizado via rádio por Orson Wells) num episódio reproduzido pela nossa Imaginação (infinita), mas também utilizado para outros fins (sejam bons ou sejam maus dependendo do critério) − e substituindo-se agora norte-americanos por alemães e alienígenas por russos – num episódio imposto por esta Realidade Virtual (por limitada no Tempo/Espaço) − a reposição 90 anos depois (de 100 em 100 anos regredindo-se na cultura e na memória) de uma nova versão/temporada da referida Guerra dos Mundos (agora com Claus Kleber como escritor e com a ZDF como palco da dramatização), envolvendo apenas terrestres mas mantendo ao mesmo tempo o medo e a propaganda: respondendo-se à G. dos M. 1.0 com a G. dos M. 2.0 e pacientemente esperando-se (á base de incentivos) e almejando-se que cole.

 

“Together with European and German allies,

the US army is currently moving through land, air and sea

to Estonia to expel Russian forces,

which have once again invaded, as in Crimea before.”

(Claus Kleber/apresentador-consagrado

do telejornal do canal alemão ZDF/4 Março)

 

Com milhões de espetadores a verem e a ouvirem ao vivo e pela voz do conhecido (respeitado e credível) locutor/apresentador (o tal Claus Kleber) da estação alemã ZDF (quinta-feira à noite) a notícia de última hora referindo-se ao movimento das tropas russas dirigindo-se e entrando ilegalmente em território estoniano, levando desde logo a uma resposta imediata das forças da NATO e deixando absolutamente surpreendidos, aterrados e em sobressalto todos os alemães como todos os seus (países) vizinhos − pelo menos por uns curtos mas (dadas as circunstâncias e a paralisia de muitos) intermináveis segundos.

 

“There will be a war with Russia,

so you must love NATO.”

(Claus Kleber)

 

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Claus Kleber

 

[Segundo a RT, sendo o verdadeiro objetivo de mais este episódio aparentemente inocente e exemplarmente representando o que são as FAKE NEWS − aproveitando de uma forma oportuna a participação da NATO em manobras na Estónia – uma forma de assustando as pessoas, justificar a existência de uma organização militar como a NATO. Se calhar sendo verdade e de acordo com a propaganda.]

 

Para de seguida mantendo-se sério e profissional nos dizer

 

GOTCHA!

(Apanhei-te!)

 

Mas com outras palavras e sendo acompanhado (como no passado no tempo do outro senhor) pelo moral da história:

 

“Do not worry.

It is not true.

This is just a fantasy scenario – but a realistic one.”

(Claus Kleber)

 

Como se não bastasse o matraquear constante por parte das autoridades ditas oficiais e Ocidentais (ou seja, dependentes dos EUA e da sua força militar adicional a NATO) sobre uma possível Invasão Russa da Europa − deixando muitos de nós num constante sobressalto (mesmo que contido) dada a possibilidade da eclosão de um novo conflito regional, podendo rapidamente e pelas partes envolvidas (a Europa Ocidental velha Aliada dos EUA) evoluir para uma nova guerra (muito mais ampla), a WW3 no presente e aproveitando as agora na moda FAKE NEWS com os mesmos (Políticos/Empresários/Formadores/Etc.) utilizando as suas Marionetas selecionadas e profissionalizadas (ordenadas) para esta Sociedade do Espetáculo (entranhando-se em nós e manipulando-nos, não só por fora(fisicamente como por dentro/mentalmente),  a Gozarem-nos de frente, como por detrás, como por todos os lados: Ameaçando-nos de Morte e de seguida Mijando-se (ou seja no fundo Cagando-se em nós) de tanto rir!

 

Como comportamento da Presa, relativamente ao seu Predador:

 

A esmagadora maioria das vezes com o Povo

(os mais de 99% dos mais de 7,5 biliões)

Ainda-por-cima a aplaudir

(os restantes nem 1% da referida multidão de mais de 7,5 biliões).

 

(texto/consulta: rt.com − imagens: Getty/express.co.uk e ZDF/zdf.de)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:19

26
Dez 18

FAKE … FAKE … FAKE … = TRUE

 

Com NICOLÁS MADURO (Presidente da Venezuela) e VLADIMIR PUTIN (Presidente da Rússia) no Comando das Operações – mas graças a Deus com DONALD TRUMP (Presidente dos Excecionais, o T-Original) como sempre vigilante e defendendo o VIRA-LATAS DE ESQUINA (e o seu atual Presidente JAIR BOLSONARO aqui o T-Réplica).

 

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Segundo as FAKE NEWS brasileiras com o Eixo do Mal Venezuela/Rússia

Atacando o desprotegido Brasil e logo à Bomba – utilizando desde logo bombardeiros

(mas fugindo face à chegada do poderoso Amigo Norte-Americano)

 

Últimas Notícias oriundas do BRASIL – e sendo apenas divulgadas em plena Quadra Natalícia (interessante …) quando todo o Mundo se encontra (naturalmente) profundamente distraído e absolutamente absorvido (religiosa e gastronomicamente) – vêm-nos agora informar de uma forma emotiva e deveras alarmante (com JAIR BOLSONARO ao leme da sua Arca de Noé, recentemente eleito como próximo Presidente do Brasil) que os céus do BRASIL terão sido INVADIDOS por aviões alienígenas (ou estrangeiros, violando ilegalmente o espaço aéreo brasileiro e sendo de fabrico russo) – bombardeiros TU-160 – eventualmente pilotados por venezuelanos (ou em alternativa por russos os seus fornecedores) certamente com motivações retaliatórias e logicamente agressivas.

 

Felizmente e após o alerta lançado pelo Brasil e suportado pelo seu PRESIDENTE JAIR BOLSONARO – graças às boas relações estabelecidas entre o Trump da América do Norte (o Multimilionário Original) e o Trump da América do Sul (a Remediada Réplica da inicial) – com os EUA a enviarem para a região a sua Frota da Marinha (a 4ª, situada mais por perto) colocando de imediato em fuga os agressores e expulsando os seus aviões. Levando mesmo alguns a sugerir dada a (atual) fraqueza militar deste grande (e supostamente rico) país – “onde estão as Juntas Militares que governaram durante anos e anos com autoridade e firmeza este enorme Brasil” – que outros espiões pró-russos (traidores), terão contribuído para tal cenário (no seu próprio país), quando estiveram no poder (governando o Brasil): sugerindo como não poderia deixar de ser os rivais (de Jair) LULA e DILMA – para o cadafalso – e até aí incluindo o conservador FHC (o 34º Presidente do Brasil, talvez perseguido no presente por também o ter sido no passado, nos Tempos Gloriosos/pelo menos p/Jair das Juntas Militares).

 

Safando-se (para já) MICHEL TEMER (como assim ainda Presidente, pelo menos até à tomada de posse/oficial e a 1 de Janeiro de 2019, do próximo Jair Bolsonaro).

 

Esperando-se que proximamente e assumindo o ocorrido – como vítima (o Brasil), dado o predador (Venezuela e Rússia) estar calado – que o poder brasileiro exija ao poder russo explicações pelo (grave incidente) sucedido com bombardeiros invadindo o Brasil, ameaçando a sua soberania territorial e podendo provocar um conflito (perigoso por regional e não só)! Exceto se for mais um caso de mais uma estratégica FAKE NEWS. Ou não existisse previamente o problema da Venezuela (ou não fosse um país produtor de petróleo ainda com assinaláveis reservas/julgada uma das maiores), com o agravar das sanções (impostas pelos EUA) a atirá-la para outros lados (por exemplo para as mãos dos russos, fornecendo entre outros, os tais aviões TU-160) e como consequência (deliberada) agravando ainda mais a situação na América do Sul e convidando os EUA a mais uma (necessária) intervenção militar.

 

E assim se concluindo como as FAKE NEWS

(tão antigas elas são, que até já se perdeu a patente)

São tão importantes por n/profundas (por s/memória e por s/cultura):

Conseguindo desde eleger um Presidente até iniciar uma Guerra.

 

(a partir de notícia/imagem: sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:45

11
Dez 16

Depois das Primeiras Vagas dos 100 e dos 300 Chineses

(escondidos e disfarçados nas suas lojas)

 

A Rússia prepara-se agora para invadir Portimão e os primeiros sinais já aí estão

(e logo num local sagrado e simbólico da bela e saborosa sardinha do Algarve)

 

Foi ao passar numa das principais vias de acesso localizada nas proximidades do Hospital de Portimão, que algo de inesperado me bateu na cabeça e de imediato abriu o meu cérebro a novas e delirantes perspetivas – que por acaso até estavam a ocorrer nesse preciso momento em Portimão. E assim foi.

 

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Residente observando o pilar mais a ocidente da ponte rodoviária

 

Na passada sexta-feira (dia 9) ao passar junto ao cais localizado bem próximo da ponte velha de Portimão, provavelmente um seu residente completamente absorvido e estático enquanto observava um dos pilares da ponte rodoviária, chamou-me inevitavelmente a atenção para algo de particular e de revelador impresso nesse mesmo pilar.

 

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Pilar mais a ocidente da ponte rodoviária de Portimão

 

O individuo desconhecido ali colocado (como que a meu pedido), completamente imobilizado sobre o seu pedestal (filosófico e existencial) e dirigindo enigmaticamente o seu olhar para o seu lado esquerdo, olhava perturbadoramente o pilar fixando os seus olhos em símbolos muito provavelmente mensagens – certamente alienantes.

 

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Inscrição no pilar da ponte rodoviária localizado mais a ocidente

 

Sendo mesmo muito fácil para um deficiente visual ou para um atrasado mental, ler naquelas simples pedras mais uma ameaça final (naturalmente vinda de Oriente das profundezas da Terra) e a mensagem original do início da invasão: que eles já aí estavam misturados entre nós atacando ideias e minando fundações.

 

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A sardinha algarvia podendo protagonizar o objetivo da invasão

 

Passando-se à fase seguinte da procura de respostas, como o do objetivo da missão destes invasores estrangeiros: tal como simples turista procurando diversão e comida ou então como bandido e ladrão apropriando-se dos símbolos dos outros. Neste caso com os invasores vindos do lado mais frio do continente, certamente querendo roubar a saborosa sardinha algarvia.

 

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Habitação onde se reúnem periodicamente os invasores

 

Segundo círculos de conspiradores e outros teóricos alternativos (cansados com a monotonia ultra repetitiva do seu quotidiano), já com reuniões secretas concretizadas numa determinada habitação (apesar de necessitar de reparações de aspeto agradável e bem ornamentada no topo) aí se discutindo os planos da invasão e a ocupação prioritária do museu (da sardinha).

 

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Menu cruel incluindo pirilau frito decorado com muito feijão

 

Graças à minha experiência e ao facto da minha marginalidade me dar a usufruir momentos da realidade que para os outros nunca passariam de ficção (e no entanto com os leigos como eu nunca me dando crédito nem moral nem científico), com algo ou alguém pondo à minha disponibilidade mesmo sem nada fazer (intromissão de um qualquer periférico) o Menu inicial desta diabólica aplicação (azul na imagem vermelha no objeto): propondo-nos sem intenções que não as meramente gastronómicas (suspeito pelo prazer misericordioso pela vítima) deleitar-nos com um menu percecionado como perfeito mas obviamente e pelas instruções subliminares transmitidas manipulado, adulterado e mal sentido: mesmo provocatório e cruel como o comprova a opção de “pirilau frito c/arroz de feijão”.

 

(imagens: Portimão/08.12.16-15:00/Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:40

21
Out 15

50,75 É Maior Que 38,46
(e a hora muda a 25)

 

Enquanto a contínua barragem de fogo ANTI-COSTA se expande para além das nossas fronteiras (até com o célebre semanário parisiense Charlie Hebdo aparentemente como contra barragem a juntar-se à festa e a atirar para a ribalta o nunca declarado monhé português), Portugal treme de angústia e de medo face à tão propalada e cada vez mais próxima invasão ALIENÍGENA.

 

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O Homem que Evitará a Invasão
(Inoculando os Invasores com o vírus PÀF e digerindo-os de seguida)

 

Como é possível um Presidente ignorar que apenas 38,46% dos cidadãos da sua Republica votaram no seu partido para Governar (nomeando de imediato o seu atual líder partidário para Primeiro-Ministro), pondo de lado como se fosse um ceguinho a opinião contrária visualizada por 50,75% dos seus cidadãos? Até por que é esmagadora a diferença entre as duas coligações, cifrando-se em 658.392 votos (ou 12,29%). Como cidadão privilegio a opinião coletiva do meu grupo (os cidadãos) e nunca a opinião individual de terceiros (os partidos).

 

Coligações/Partidos PSD+CDS PS+BE+CDU PAN
Votos 2.086.165 2.744.557 75.140
Percentagem 38,46 50,75 1,39
Deputados 107 122 1

 (Coligações ou Partidos com representação parlamentar)

 

E enquanto este filme se continua a desenrolar diante dos nossos olhos com o guião do mesmo a poder seguir trajetos bem diferentes e até mesmos opostos em simetria (até hoje invariável e infelizmente com o mesmo destino), sem nada fazermos e prosseguindo pacientemente o nosso quotidiano protegido, monótono e essencialmente de miséria (privilegiando o parâmetro segurança face à secundária liberdade), esperamos que a alternativa mais realista predomine e que alguém (ou algo) então nos venha salvar.

 

Com Cavaco a apresentar a solução à hora habitual do jantar. Depois é só ir dormir e de manhã trabalhar.

 

(imagem: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:54

04
Mar 14

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

(Invasões Estrangeiras e Movimentos Populares)

 

O aglomerado de naves alienígenas registadas no radar era deveras impressionante: mas afinal de contas o que motivara a resposta inopinada destes seres estrangeiros e intrometidos no nosso planeta? Ou não saberiam ainda – apesar do seu grande avanço tecnológico – que ”entre marido e mulher nunca se deve meter a colher”?

 

A Terra sob ataque Alienígena

 

A casa não se encontrava iluminada e das suas portas e janelas nenhuma luz escoava para o seu exterior. Estava silenciosa no silêncio da noite e nela não se registava qualquer tipo de movimento ou de actividade. Toda ela parecia fechada e vazia no interior. Mas o barbeiro achava que o telefonema existira e ali ou noutro sítio qualquer a idosa poderia estar em perigo: pegou numa pedra e atirou-a contra a janela. Ouviram então os vidros da janela a quebrarem-se, seguido de vários tiros de origem indefinida e cujo troar se prolongou na escuridão profunda da noite. Do meio das árvores ainda viram os seus companheiros a chegarem em seu socorro, com alguns seus conhecidos caçadores a passarem por eles em corrida, ajoelharem-se mais à frente e como numa guerra começarem a disparar. Antes que parassem de disparar já tinham rebentado com toda a fachada da casa. Mas alguns deles ainda conseguiram divisar por escassas décimas de segundo um ser de baixa estatura a esconder-se entre os arbustos das traseiras da casa desaparecendo de seguida. Então a parede da frente da casa como que explodiu, saindo do seu interior disparada como um míssil a botija de gás, anteriormente atingida por algumas das balas: o azar tivera-o o Felício, ao acender o cigarro provocando a explosão – uma parte do corpo e da face queimadas e no mínimo três costelas e o nariz partido. Descontrolados com o sucedido e com os ferimentos provocados no seu companheiro, muitos deles colocaram-se na perseguição do ser desconhecido que antes tinham visto de relance e que muitos deles consideravam como sendo um dos extraterrestres das notícias que estavam ali para os atacar e matar, provocando todos aqueles danos em torno da casa. A perseguição não foi interrompida enquanto não encurralaram o ser misterioso e face à sua resistência e constantes ataques, o abateram. Cautelosamente contornaram a moita onde julgavam que este estivesse e caído no chão coberto de sangue lá estava o enorme javali, ainda quente e com um estranho aparelho colocado à volta do seu pescoço: e com uma luz intermitente a acender e a apagar.

 

Não tendo encontrado mais ninguém vivo por aqueles lados o grupo deslocou-se então na direcção das minas de volfrâmio. Mas antes de aí chegarem sensivelmente a meio do caminho ainda foram surpreendidos por uma aparição que deixou muitos dos homens aterrorizados colocando-os em fuga – com os tipos dos motociclistas na vanguarda dos fugitivos – inicialmente parecendo apenas um ponto luminoso bem lá ao fundo na estrada, mas com o decorrer do tempo aumentando de volume e parecendo associado à imagem dum monstro corpulento e movimentando-se de uma forma ameaçadora – ainda por cima aparentando ter quatro pernas e vários braços ou tentáculos. Da carrinha de caixa aberta soaram dois tiros provavelmente dirigidos para o vulto. Mais três tiros vieram do lado esquerdo, obrigando o chefe de bombeiros a ordenar a todos os elementos ainda ali presentes que parassem de pronto com o tiroteio, já que nem sabiam contra o que estavam a disparar. E foi o que fizeram de melhor: poucos segundos depois passava por eles a desaparecida avó do mecânico, montada na sua velha burra que assustada com os tiros marchava duma forma um pouco descontrolada mas no entanto acelerada, enquanto em cima dela a sua dona esbracejava furiosa brandindo no ar o seu cajado, manifestando a sua revolta pela recepção prestada por aqueles malandros que em vez de trabalharem para o sustento das suas famílias, andavam por ali armados em caçadores e pistoleiros. Com um grito bem audível “malditos bandidos e cabrões, que os céus vos caiam em cima e que sejam todos encornados”, lá acabou a velha com a sua burra por passar por todos e desaparecer na escuridão da noite, deixando-os de novo sozinhos e amedrontados no meio daquela estrada perdida: bonito seria quando esta chegando a casa e visse o estado em que a tinham deixado. Ainda pararam um pouco para reflectir mas a resolução há muito que estava tomada: verificaram o estado de todos os presentes, recalcularam as suas forças – alguns tinham fugido definitivamente – e lançaram-se de novo ao caminho.

 

Na última etapa da viagem até às minas de volfrâmio os telemóveis não paravam de tocar.  As últimas novidades tinham chegado à aldeia com o regresso dos elementos em fuga e no café as mulheres preocupadas – acompanhadas por alguns dos seus filhos extremamente curiosos e entusiasmados com o mistério que envolvia a aldeia e os seus pais – lotavam já todo o espaço que rodeava o café e o mercado, provocando um sobressalto na restante população da aldeia que alarmada com a sua segurança e com a dos seus, não encontrava disposição e tranquilidade para ir para casa dormir: noutro dia qualquer depois das dez horas da noite já muita gente estaria há muito deitada. Na estrada a ordem foi para desligarem os telemóveis: dentro em breve estariam às portas da mina e não poderiam nunca deitar a perder a sua principal vantagem no terreno, o factor de surpresa.

 

Ainda não eram onze da noite quando chegaram aos portões exteriores, que protegiam o terreno onde a mina estava implantada. O céu estava quase todo estrelado, mas com algumas nuvens ameaçadoras vindas do lado do mar e que aos poucos o iam escurecendo, sugerindo uma possível chegada da chuva nas próximas horas durante a madrugada. Decidiram que apenas um pequeno grupo se dirigiria ao edifício central e se necessário ao interior da mina. Os restantes permaneceriam vigilantes junto dos portões sempre atentos às suas instruções e nunca actuando por iniciativa própria – só mesmo em caso de força maior e postos perante uma situação limite, em que vissem a sua vida e a do grupo mais avançado em perigo. O pequeno grupo de quatro elementos dirigiu-se então pelo caminho de acesso até à zona onde se encontrava o edifício. E foi aí quando se preparavam para entrar que o inesperado aconteceu: não que não o esperassem, mas porque na realidade não acreditavam naquilo que pensavam que pudesse acontecer. No fundo não tinham conhecimento de casos semelhantes anteriormente ocorridos e se mesmo assim se falasse às escondidas de casos similares, tal nunca passara de mera conversa, tal e qual como o das Bruxas de Queiriga.

 

O primeiro sinal veio do céu com um raio luminoso a atravessar a escuridão da noite e a concentrar o seu foco mesmo à frente deles: era de tal forma intenso que tiveram que virar-se de costas. Quando se voltaram de novo foram surpreendidos pela presença de três seres brilhantes parecendo flutuar sobre o solo e que de certeza que não eram humanos. Estando o jovem sacristão presente o Sr. Silva ainda o ouviu gritar, “nossa senhora santíssima parecem os três pastorinhos” antes de desmaiar de emoção e cair desamparado, enquanto os restantes elementos paralisados pelo medo viam quase sem respirar o avançar das três aparições. Pararam a um metro deles. Apresentaram-se como Lucy, Frank e Jacy – com a pequena Jacy a parecer a mais nova – intitulando-se como os verdadeiros e únicos representantes do Anjo de Portugal: estavam ali para trazerem a Paz e anunciar mais uma vez ao Mundo o poder do Amor e da Fé. Nessa altura um novo raio atravessou a grande velocidade o céu, indo incidir directamente no ponto de acesso aos espaços subterrâneos da mina: enquanto essa zona à superfície se iluminava, também no céu nocturno era agora bem visível a aproximação dum objecto voador desconhecido e que parecia vir na direcção deles. Uns segundos antes de aterrarem ainda ouviram um tiroteio intenso vindo do local onde tinham ficado os restantes elementos do grupo, mas que rapidamente terminou, nada mais se ouvindo senão o ruído provocado pela nave extraterrestre. O barbeiro sempre tinha razão e poderiam estar de caras perante a primeira vaga de invasores: a evocação de Fátima pelo sacristão só poderia ser mesmo um caso típico de manipulação da mente, aplicada através dum método de sugestão de cenários pretensamente reais, mas aqui apenas modelados e replicados. Tinham de ter cuidado com o trio e ver aquelas três entidades como meras projecções dependentes introduzidas no cenário e movimentando-se sempre à ordem de operadores (externos).

 

Os extraterrestres e os seus objectos voadores circulares e brilhantes

 

A nave tinha a forma dum chapéu de cor cinzenta. Não se viam nenhumas aberturas nem qualquer tipo de janelas: tal e qual como um disco voador. E no acesso à mina registava-se agora movimento. Uma máquina operada do exterior transportava um pequeno artefacto em direcção ao objecto voador que se encontrava na frente deles, enquanto as três aparições pareciam paralisadas num êxtase de pura observação, como se tivessem posto um gravador na posição de pausa, para mais facilmente se dedicarem à operação agora considerada prioritária. Chegada ao disco voador a máquina parou e abriu-se uma pequena porta na sua superfície lisa e cinzenta: vindo do interior um feixe de raios luminosos incidiu sobre o artefacto, fazendo com que este desaparecesse de imediato – tal como a porta do objecto voador. Por essa altura ouviram uns ruídos vindos do caminho pelo qual ali tinham chegado e olhando para o lado viram alguns dos seus companheiros escondidos no meio da paisagem que os rodeava, fazendo-lhes sinais contínuos e apontando para as suas armas, enquanto olhavam de boca aberta e assustados, para o cenário que os seus colegas (provavelmente em perigo de vida) também ocupavam. Num único segundo muito aconteceu:

- Da retaguarda vieram os primeiros tiros que fizeram com que o barbeiro e os restantes elementos avançados se atirassem instintivamente para o solo; logo de seguida e enquanto caíam sobre a terra, ainda puderam ver as aparições a desvanecerem-se e a evaporarem-se – como se nunca lá tivessem estado – no ar; instantaneamente o disco voador disparou e desapareceu na escuridão da noite, ficando apenas à entrada da mina o ser ou máquina que anteriormente operara o transporte do artefacto, entre a mesma e o aparelho. Um novo raio dirigido do céu acabou por finalizar o encontro, caindo todo o local numa profunda escuridão: o choque visual luz-escuridão quase que os cegara, deixando-os por momentos inoperacionais. E quando conseguiram ver de novo o espaço, estavam sozinhos na mina de volfrâmio.

 

Era exactamente meia-noite quando o chefe de bombeiros olhou para o relógio. Dos mais de trinta voluntários restavam pouco mais duma dezena: os restantes já tinham regressado há muito à aldeia. Depois duma rápida vistoria e de nada de assinalável ter sido encontrado, decidiram finalmente regressar a casa e enfrentarem as suas mulheres. Assim à uma hora do dia seguinte viraram as costas à mina e dirigiram-se no sentido contrário. Já na vizinhança da casa da avó do mecânico – que aparecia cabisbaixa e abatida à entrada destruída de sua casa, enquanto o burro já mais tranquila descansava debaixo do alpendre meio tombado – viram vindo de trás um grande clarão, que iluminou por momentos toda a paisagem em seu redor tal e qual como se fosse de dia e de imediato desapareceu, escurecendo tudo e deixando-nos de novo cegos. O que mais se queixou foi o Aurélio, na altura do clarão virado para trás, mas por sorte procurando ao nível do solo a chave do carro que deixara cair. Restabelecidos do choque e já sem forças nem paciência para mais coisas estranhas, extraordinárias, incompreensíveis e talvez mesmo irreais por imaginadas, instalaram convenientemente a avó, prometeram assistência imediata no dia seguinte (pedindo desculpas) e lá se foram. Chegaram à terra já todos se tinham ido deitar, reduzidos à carrinha de caixa aberta, dois motociclos e apenas dez homens dos iniciais: o outro – o Aurélio – ficara a prestar apoio à velhota, até para repousar do choque anteriormente sofrido. Na cama as mulheres já de sono ferrado pouco se mexeram. Pouco antes do amanhecer um relâmpago iluminou a aldeia: mas só os animais vadios e selvagens o viram. Quanto ao pastor com a espera da noite anterior bebera um pouco mais e deixara-se dormir.

 

Quando o Aurélio chegou ao café do mercado na companhia da nossa Avó, já a manhã ia a meio. O movimento era o de um dia normal de semana e até no café – ao contrário do que estava à espera – parecia estar um ambiente mesmo muito tranquilo, não extravasando para o seu exterior nenhum tipo de som ou de conversa perceptível. Nem sequer via ninguém conhecido. Por mais que fosse um recém-chegado àquela aldeia da Beira Alta, o jovem Aurélio como responsável contabilístico e financeiro da Cooperativa do Alto Paiva, já conhecia muito bem muita gente da aldeia e da região: não fora por acaso aceite na aventura da noite anterior – com acontecimentos aos quais nunca sonhara na vida assistir – e não ficara por acaso encarregue da velhota. Mas a realidade é que ninguém o esperava no café: e quando o Sr. Silva lhe deu os bons dias do interior da barbearia e lhe perguntou fazendo uma cara de espanto e de crítica o que fazia ali com a velhota – apresentavam os dois uma aparência cansada e desleixada – apenas pensou que “só o poderiam estar a gozar”.

 

E então foi a confusão total no mercado com o Aurélio aos gritos para o interior da barbearia com a velhota cansada e aparentemente mal tratada a seu lado, enquanto o povo se juntava à sua volta e alguém ia chamar as autoridades e pessoas mais importantes da aldeia. E já lá estavam todos quando o Aurélio se voltou para a multidão e vislumbrando no meio deste os seus colegas da noite anterior espantados e de olhos muito abertos a olhar para ele, abriu a boca dirigindo-lhes de modo a que todos os vissem as suas claras e duras palavras: “Mas de que é que estão à espera para nos ajudar seus cabrões ou acham que não têm nada a ver com o que se passou na noite anterior? Quase que matavam a velhota! E já se esqueceram dos extraterrestres ou têm medo das vossas mulheres? Não acreditam? Obriguem estes cobardes a regressarem à mina de volfrâmio”! Juntamente com o elemento da GNR e a colaboração de algumas pessoas presentes lá conseguiram imobilizar o pobre do Aurélio – desaparecido desde a noite anterior – e com a ajuda do enfermeiro residente aplicar-lhe um calmante pondo-o logo a dormir. À avó levaram-na para casa duma vizinha, tentando recuperar a velhota e descobrir o sucedido: de certeza que ela diria algo de esclarecedor apesar de momento só falar em tiros, demónios e luzes no céu. Coitados: “tinham ficado os dois apanhados da cabeça, como se fosse obra do demónio” – pensava a beata da vizinha.

 

Nunca existira nas proximidades da aldeia – num círculo de raio superior a 50 quilómetros – qualquer mina de volfrâmio ou de outro tipo de minério conhecido. Ninguém tinha abandonado naquela noite a aldeia, a não ser o Aurélio e para destino desconhecido. E o psiquiatra descrevera o paciente como “estando a viver num cenário fictício por ele projectado e baseado numa pretensa realidade por ele próprio simulada, mas duma forma distorcida”, aconselhando do cimo da sua erudição e superioridade mental, internamento e descanso profundo e imediato. E na sua cabeça o Aurélio lá ia contando os segundos que faltavam até que os alienígenas voltassem de novo, enquanto a Avó do mecânico ligava para a sua imobiliária em Viseu, informando-lhes dum excelente terreno que tinha na sua posse pronto a comercializar. E de Paris veio o comprador.

 

A Invasão tinha sido suspensa até novas ordens: os métodos a adoptar no futuro seriam outros, imprevistos e irreversíveis.

 

Fim da 2.ª parte de 2

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:33

18
Dez 13

"A imaginação é positivamente aparentada com o infinito."

(Baudelaire)

 

Ficheiros Secretos – Albufeira

O Meu Alambique – Destilando o Espaço com outros colegas

 

 

Naquele dia a maré-cheia tinha ultrapassado os máximos até aí atingidos, inundando toda a marginal e tornando imperceptível a fronteira entre a terra e o mar. O areal tinha desaparecido sob as águas tranquilas do Atlântico, enquanto os bancos da praia parcialmente mergulhados sob as águas do mar observavam estáticos o horizonte carregado de nuvens: nem um único vulto se divisava no cenário que agora nos era apresentado, com as vagas sonolentas correndo ao lado dos pés dos miradouros electrificados e o solitário farol do Pau da Bandeira vigiando os eventos marítimos – carregado de milhares de alienígenas dispondo das mais avançadas e intrusivas câmaras digitais, disparando consecutivamente a objectiva na sua direcção, com o diafragma arfando entre diferentes e violentas aberturas propensas a inolvidáveis penetrações, impreterível e exclusivamente utilizadas para registar o mesmo espaço na respectiva imagem reflectida (ou holograma).

 

 

Tudo isto tinha começado na planície alentejana nas proximidades da barragem do Alqueva, quando após um repasto substancial e um descanso correspondente à sombra dum grande e velho Chaparro, um grupo de indivíduos incluindo alguns alentejanos não identificados e outros tantos cientistas de reconhecida competência, se tinham deparado surpreendentemente com uma visão no mínimo alucinante duma planície eclecticamente limpa e deserta, povoada de dezenas de antenas parabólicas perscrutando o infinito desconhecido. Ainda sonolentos e parcialmente absorvidos pelos vapores inebriantes e sedutores proporcionados pelos ambientes carregados de álcool, a surpreendente e inopinada visão deixou o grupo numa posição expositiva e hipnótica, tornando mesmo confrangedora a sua reacção imediata e instintiva face a um fenómeno não habitual, mas marcante e penetrante apesar de provisório e temporário.

 

 

A barragem apresentava-se com um força que lhe advinha da sua construção exterior e artificial, violando sem remorso nem regressão toda a paisagem que a criara e rodeava e impondo-lhe todo o seu poder estranho e invasivo, estritamente baseado em forças extraordinárias e superiores que conseguiam sem o percurso normal impor o seu espaço exigido, reocupando-o. Através duma fenda encontrada entre duas rochas parecendo estranhas ao enquadramento esperado e reconhecido, alguns dos elementos do grupo deixaram levar-se pela sua curiosidade infantil, deixando-se levar como crianças embaladas e sonhadoras pelos efeitos tóxicos do álcool e pela derivação irresponsável dos seus jovens e rebeldes cérebros. Sob o paredão principal da barragem que suportava o imenso volume de água que agora ocupava a superfície alentejana – como se de um dilúvio a mesma tivesse sido vítima – foram encontrar um quadro um pouco incomum e com algumas características exotéricas, eróticas e exóticas, com um homem de linhas perfeitas e perfeitamente hirto fazendo face a um dispositivo electromagnético molecular, capaz de reproduzir instantaneamente o momento zero de criação do mundo através de simples reprodução celular: do zero surge o infinito por interacção de pontos neutros dotados de energia que adicionados de movimento dão origem ao aparecimento de matéria e /ou antimatéria, dependendo da excitação provocada e dos diferentes planos concorrenciais e paralelos em presença.

 

 

A programação estava a decorrer de acordo com o planeado não tendo sido necessário até ao momento a intervenção de qualquer tipo de operador. No monitor a acção enquadrava-se dentro dos parâmetros esperados e os seres vivos presentes e sob análise detalhada e preferencial não fugiam aos parâmetros inicialmente exigidos. Nenhuma aplicação extraordinária tinha sido sugerida ou adicionada posteriormente e a execução do software de correcção e normalização nem sequer tinha sido ainda introduzido, como medida complementar de confirmação e segurança. Quanto ao hardware utilizado pelos técnicos associados ao projecto internacional da barragem do Alqueva, uma experiência de décadas e de décadas de projectos, planeamentos e implementações parciais mas frutuosas, produtivas e sequenciais na edificação e consolidação de estruturas, tinham permitido a conclusão com grande sucesso do processo de fixação e aprofundamento subterrâneo deste paradigma, subsidiado maioritariamente a fundos perdidos pela CEE e tornados secretos através da colaboração de Entidades Extraterrestres ligadas a interesses norte-americanos, inimigos do euro como moeda referencia do mercado.

 

 

Enquanto estes acontecimentos se desenrolavam sem grandes incidentes em plena planície alentejana, nas grandes cidades os nossos filhos estavam ocupados em casa a combater comodamente instalados e sentados o inimigo, adquirindo conhecimentos fundamentais para a sua convivência e sobrevivência em simuladores de guerra que os preparavam para os dias futuros que se avizinhavam, ensinando-os a combater os seus verdadeiros inimigos através da repetição até à náusea de certos gestos, que tornados eficazes os tornavam preponderantes e eficazes, proporcionando-lhes o acesso a outros níveis (hierárquicos). Neste caso a acção violenta de resposta e de defesa registada por esta altura, verificou-se em pleno centro antigo da cidade de Albufeira, com elementos especializados em luta anti-terrorista informática tornada objectiva em cenários extremos de realidade efectiva e sujeita a transformação, a combaterem grupos não identificados de invasores vindos do norte de África e que terão abandonado furtivamente e sem conhecimento das Autoridades do Submundo, o interior de fracturas e fendas originadas através da deslocação de placas tectónicas que terão surgido recentemente à superfície.

 

 

A situação acabou por ser monitorizada e controlada pelo responsável nomeado para a Península Ibérica, que verificando atentamente o evoluir da situação e de todas as implicações possíveis e previsíveis para a região e o seu ambiente natural, decidiu isolar toda a região a possíveis intrusões não desejadas, transformando-a provisoriamente numa zona aparentemente com propensão agrícola e potencialmente com grande apetência para implantação de zonas verdes apetrechadas com campos de golfe: uma excelente estratégia para manter em segredo a localização dos nossos bunkers e desse modo manter a esperança da manutenção da soberania do nosso país, aquando do ataque final e definitivo dos alienígenas vindos de exterior. Sob a barragem do Alqueva estará assim sediado um grupo de resistência clandestina, que se oporá com todas as suas forças aos invasores vindos do lado da lá, grupos esses que apenas pretendem opor-se à colonização da região e à escravização dos seus naturais – tal e qual como aconteceu no Algarve com a invasão, conquista e destruição de toda uma região e cultura por parte duma raça estrangeira oriunda do planeta Camo, conhecidos como Camones – e contando como sempre por outros primatas traidores.

 

 

Já a caminho do Malhão as nuvens começaram a levantar-se e o céu começou a abrir-se em toda a sua beleza nocturna, com as estrelas a começarem a polvilhar o céu cada vez com mais pontinhos cintilantes, enquanto alguns planetas se iam deslocando estáticos e sem tremer, quase como se não se quisessem fazer notar. À esquerda a Lua quase nova não ajudava em nada, cobrindo duma penumbra intensa todos os vales e planícies e deixando todos os animais protegidos pela escuridão. No litoral as informações indicavam que a situação tinha voltado ao normal com os turistas de novo a afluírem em massa aos extensos areais, sem se preocuparem com possíveis efeitos secundários de uma realidade propalada como efectiva mas certamente fictícia, que até poderia proporcionar em qualquer momento e apesar de tudo, um tempo único e extraordinário como o do terramoto de 1755 e seu respectivo tsunami. No cimo do Malhão e antes de arrancarmos para Albufeira via Loulé, ainda tivemos tempo de nos despedir dos nossos amigos estrangeiros e na companhia de budistas tibetanos alternativos que aí se encontravam de passagem, comermos um espectacular queijo fresco e um não menos delicioso presunto de porco preto, tudo acompanhado por um bom copo de tinto ou um bom cálice de medronho: com a noite já avançada despedimo-nos do mundo etéreo e descendo a serra algarvia, vimos ainda os nossos brilhantes amigos a erguerem-se da terra ziguezagueando como crianças entre as estrelas do céu.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:12

10
Out 13

Ficheiros da Desintegração

As Necessidades Extraordinárias do Gato Tobias

(sob critério SMALL)

 

Recolha de indícios, de lacunas e de outras descompensações, entre os mundos imaginados e a realidade dos humanos.

 

Manuscrito

“A Epopeia de Gilgamesh” e a descrição do Dilúvio

 

E aí o Albino aproveitou a ocasião para se referir a uma das primeiras civilizações conhecidas (e por ele uma das mais admiradas) e que se tinha destacado das restantes na sua organização social, invocando como fonte e testemunha o insuspeito rei Assurbanipal e o seu trabalho de recolha de lendas e tradições antigas, reunidos na magnifica obra literária intitulada “A Epopeia de Gilgamesh”. Mas teriam os humanos compreendido, a verdadeira (e subliminar) mensagem presente na Epopeia de Gilgamesh? Segundo o Albino, Entidades Extraterrestres teriam criado uma réplica perfeita e muito próxima de Gilgamesh, de modo a que com a sua colaboração pudessem controlar a sociedade em que o original replicado reinava e assim poderem participar na evolução da mesma. Com o que não tinham contado fora com a evolução inesperada da réplica no seu trajecto conjunto com o seu original, dado que no decorrer da respectiva viagem partilhada, este tinha alterado completamente os parâmetros de análise que lhe tinham sido impostos pelos extraterrestres, assumindo definitivamente o seu objecto e partilhando com ele o objectivo de ambos – desobedecendo aos extraterrestres e chegando mesmo a desafiá-los. E a reacção destes tinha sido imediata: matando a réplica de Gilgamesh – matando a imagem, eliminariam o objecto – e enviando à Terra um seu agente vingativo e ameaçador – e posterior herói do Dilúvio – que simplesmente lhe diria, negando-lhe a Imortalidade: "A vida que você procura nunca encontrará. Quando os deuses criaram o homem, reservaram-lhe a morte, porém mantiveram a vida para sua própria posse." (A Epopeia de Gilgamesh). “Herói” esse responsável pelo próprio Dilúvio, quando transmitindo aos seus senhores a rebeldia de Gilgamesh, teve como resposta imediata destes os efeitos catastróficos provocados em toda a Terra, por acção duma inversão provocada dos pólos magnéticos terrestres.

 

Interrompendo de seguida as suas reflexões, o Albino continuou a contar a sua história:

- Mas fora durante o último período que o mais importante sucedera: e então a partir do início do calendário cristão tudo se tornara mais evidente, não só pelas constantes intervenções vindas do exterior e contando já com a colaboração de grupos escolhidos e restritos de terrestres, mas fundamentalmente pelo assassínio brutal e injustificado de um dos seus enviados oficiais ao planeta, apenas por querer difundir a sua Mensagem. A partir daí a intervenção exterior tornara-se mais dura e intrusiva, tornando-se em contrapartida mais diluída e mesmo indetectável, com os sucessivos acontecimentos sangrentos que se seguiram e que esconderam e fizeram esquecer a identidade dos seus verdadeiros provocadores: agentes exteriores actuando em perfeita sintonia, com os seus aliados secretos integrados na estrutura interna do poder. E com a construção de bases secretas no interior do próprio planeta, esta raça de alienígenas iniciara o seu processo de colonização final, que só terminaria com a sua vitória ou por acção duma outra espécie muito mais poderosa. Quanto a isso ninguém oriundo do exterior se tinha interessado até hoje com este canto imperceptível do Universo, razão pela qual os alienígenas não previam que surgisse algo que os demovesse do objectivo de concretização das suas superiores intenções. Exemplos dessa estratégia de intervenção prepotente e descarada eram muitos: só nos últimos cem anos as duas Grandes Guerras Mundiais, coroadas com uma cereja em cima do bolo com a explosão das duas bombas atómicas sobre o Japão; a injustificada Guerra do Vietname, levando a ferocidade dos combates até ao extremo e servindo mesmo para promover a utilização de drogas no dia a dia monótono mas infernal dos soldados; e até se fossem mais para trás a importante participação dos extraterrestres/alienígenas/estrangeiros/exteriores na própria criação e fundação dos Estados Unidos da América – iniciada com a declaração de independência em 1776 e confirmada com a elaboração da sua constituição actual doze anos depois – hoje em dia e duma forma incontestável considerada uma das maiores (senão a maior) potência à face da Terra; e se fossemos mais para a frente os assassinatos premeditados e sem constituição de culpados envolvendo John Kennedy e Martin Luther King, o fim estranho e nunca verdadeiramente esclarecido das missões tripuladas Apollo à Lua (ou a outro sítio qualquer) e até o horrível atentado do 09/11 provocando milhares de mortos, com todo o mundo (ou submundo?) a assistir à queda registada em directo e em vídeo das duas torres gémeas, tal como se estivesse a ver a estreia universal do último êxito de Hollywood numa sala privativa, isto tudo acontecendo sem qualquer tipo de interrogação ou dúvida oficial, apesar de muitos sectores da sociedade americana não aceitarem as explicações apresentadas por não corresponderem à realidade dos factos. Mais tarde seriam de novo mimados e instrumentalizados com a continuação da Saga Bush: e espalhados por todo o mundo (mesmo num buraco como Bin Laden) todos os seres humanos assistiriam à hora do jantar, confortavelmente instalados no sofá, com uma bebida na mão e à hora programada no guia televisivo, o bombardeamento em directo da capital do Iraque Bagdad e o início duma carnificina e a destruição duma sociedade.


As enormes e perfeitas pedras de Baalbek

Mistério envolvendo uma super-civilização desaparecida que terá atingido o seu ponto mais alto de desenvolvimento em plena Pré-História

 

Muito faltava ainda para dizer. Mas infelizmente o Albino tinha plena noção do curto espaço de tempo de que ainda dispunha para poder continuar a sua exposição. Além disso ainda tinha que ajudar o Tobias a transpor a ultima fase do seu percurso subterrâneo. Essa a razão porque acelerou na sua exposição, eliminando alguns detalhes que desejaria aprofundar e limitando-se aqueles que mais imediatamente poderiam afectar o Tobias, os seus amigos e até os habitantes da região. Começou então o sua última intervenção, sem antes comunicar algo através do seu intercomunicador e que me transmitiu logo de seguida: o Dog já tinha chegado a casa e tudo estava bem com ele. E para finalizar acrescentou:

- O Albino começou por afirmar pertencer tal como os outros seres humanos habitando a superfície a um ramo comum de seres vivos descendentes dos primeiros organismos, que se foram adaptando, agrupando e evoluindo durante a última etapa de formação do planeta Terra: uns teriam optado por continuar a viver na “sopa original” que mais tarde tinha dado origem ao aparecimento dos oceanos, outros ter-se-iam lançado para fora desse “prato de fabrico original” invadindo progressivamente a terra e introduzindo-se nela cada vez mais profundamente, enquanto os restantes se tinham lançado à conquista dos ares, desenvolvendo um corpo aerodinâmico sustentado por dois membros adaptados ao voo e à sua sustentação. Pertencendo ao segundo grupo – tal como os outros seres humanos – a raça de Albinos acabara por encontrar protecção no subsolo da Terra, adaptando a sua vida às condições que esta lhe oferecia e vivendo em extensas galerias subterrâneas inicial e maioritariamente de origem natural, mas posteriormente complementadas com a construção de novas e modernas instalações subterrâneas, tal e qual como as edificadas à superfície: o nível de organização e de estruturas sociais e económicas era muito semelhante aos existentes à superfície, mas apesar do contexto onde estavam inseridos – uma reunião de diversos conjuntos limitados/fechados ao contrário da superfície, uma intersecção de conjuntos ilimitados/abertos – tinham-se tornado numa sociedade mais avançada tecnologicamente comparando-a com a outra. Talvez o ambiente fechado onde viviam tivesse suscitado por um lado um maior recolhimento e isolamento pessoal transformando-os em seres extremamente introspectivos, mas por outro lado essa sua característica solitária e filosófica, levara-os a dirigirem a sua investigação para lá dos seus próprios limites físicos e ambientais, pondo-os a explorar o espaço para lá da Terra, mesmo não o vendo mas sabendo da sua existência e da existência de outros seres e civilizações exteriores à deles – ao contrário dos seus irmãos da superfície, que absorvidos pelo seu quotidiano extrovertido mas cronometrado, viravam todos os dias as costas ao Céu, ignorando mesmo à noite a beleza oferecida e exposta à vista desarmada, do nosso Universo sem fim. O maior desenvolvimento tecnológico desde sempre assumido e amplamente concretizado por esta civilização de Albinos, estaria ligado ao desenvolvimento na área das Telecomunicações, sector onde tinham investido muito do seu conhecimento e experimentação na tentativa de contacto com outras civilizações exteriores, semelhantes ou que assumissem o mesmo desígnio da deles: já que para os Albinos a manutenção da sua segurança era fundamental. Assim tinham criado um sistema sofisticado mas simples de telecomunicações quase instantâneas – fosse qual fosse a distância pretendida e o meio material que tivessem que atravessar – introduzindo-se aleatoriamente em feixes electromagnéticos já existentes e em constante trânsito no interior do Universo a velocidades que esmagavam a velocidade da luz e que ainda por cima seriam indetectáveis – excepto para os seus operadores-remetentes e se assim o desejassem para o seu operador-destinatário – dada a infinidade de sinais naturais ou mesmo artificiais lançados constantemente no espaço. Teria sido dessa forma que num dia já há muito perdido no seu passado distante, a civilização de Albinos teria comunicado pela primeira vez com os seus “semelhantes e irmãos” Teros – uma raça alienígena incompatibilizada com aqueles que vindos do exterior procuravam exercer a sua predominância e poder ditatorial sobre o planeta, desrespeitando completamente a autonomia das suas populações indígenas e a ajuda solidária dos seus irmãos de armas Deros, mais impulsivos e totalmente obcecados pela conquista do poder – construindo e reforçando a partir desse momento uma aliança mágica, duradoura e respeitosa que ainda se estendia aos dias de hoje.


Mamute

 

Acrescentou ainda que a opção tomada e assumida pela sua civilização em viver no interior da própria Terra, tinha como base três razões fundamentais:

- Os primeiros tempos de formação do planeta Terra – ocorrida há quase 5.000 milhões de anos – foram a nível da sua evolução e constante adaptação geológica bastante violentos, tendo mesmo durante um período de quase 1.000 milhões de anos sido frequentemente atingida pelo impacto dum número incontável de meteoritos. Como consequência deste mundo inicial onde imperava a violência e ocorriam constantes e brutais alterações na própria estrutura geral do planeta, o primeiro sinal de vida aparece apenas 2.000 milhões de anos após a sua formação com o aparecimento da primeira bactéria. Mas só há menos de 2 milhões de anos é que se deu início à evolução final do Homem, com o seu corpo a assumir a sua anatomia moderna a partir da altura que abandona o seu continente original espalhando-se por todo o mundo – há cerca de 200 mil anos – ao mesmo tempo que o seu comportamento e atitudes tomadas se começam a tornar cada vez mais semelhantes com as actuais – há 50 mil anos. O mesmo se terá passado em paralelo e com um processo básico semelhante com a criação da civilização de seres Albinos, que se terá adaptado definitivamente ao seu ambiente fechado e subterrâneo, não só devido à sua personalidade genética extremamente fechada e introspectiva, elaborada e consolidada ao longo duma vida solitária mas também de muito esforço de agregação e de consolidação colectiva, como ao receio permanente de possíveis impactos futuros doutros meteoritos com a superfície da Terra e das trágicas consequências que os mesmos poderiam provocar. À superfície esse era o principal perigo que os humanos corriam ao contrário deles os albinos, profundamente enterrados no interior da Terra em bolsas consolidadas e bem afastadas das principais zonas de risco. Assegurada essa protecção fundamental, a sociedade poderia assegurar a sobrevivência da sua civilização e o estabelecimento das condições propícias para a sua evolução;

- Sendo uma raça diferenciada das restantes, os Albinos tinham chegado àquele ponto da sua evolução por necessidade de adaptação ao meio envolvente com que se tinha deparado aquando da sua criação e formação, mas também por vontade própria de assumirem este combate como forma de se fortalecerem física e mentalmente, face a um ambiente duro e exigente, mas construtor de personalidades – como as suas extremamente fechadas sobre as suas reflexões, mas sempre abertas a experiências vindas do exterior. Por esse motivo os Albinos julgavam-se mais fortes e motivados para o mundo, comparando-se com os seus próprios irmãos vivendo à superfície ou com aqueles seres vivos que tinham escolhido o mar ou o ar para edificarem o seu mundo: os primeiros tinham escolhido uma vida de espera e de expectativa, olhando sobranceiramente e duma forma prepotente (e induzida) o Universo que os rodeava e sustentava solidariamente – numa partilha absoluta, incondicional e sem qualquer tipo de exigências e contrapartidas (e como tal ingénua) – e dispondo-se (mesmo assim) face ao poder dos seus amos (num contexto geral de subserviência) e ao seu comportamento materialista e egocêntrico, a sujeitarem-se ao momento sagrado da espera e da sua correlacionada e respectiva compensação, acabando no final e num momento de consumação e de consagração oficial, por se acomodar como um santo às exigências do poder; quanto aos segundos e terceiros tinham escolhido o caminho mais fácil de percorrer, uns ficando no conforto do seu lar original, materno, aquático e sem necessidade de migração e os outros usufruindo duma prerrogativa anatómica capaz de fortalecer a sua capacidade de visionar e de se aperceber da totalidade do mundo perceptível, utilizando a sua capacidade de voar, planar e analisar. A estrutura mental dos Albinos era definida pela sua luta constante em favor da vida e do indivíduo – sempre em nome do sujeito e utilizando ou manipulando o objecto – e na melhoria das suas condições de vida: a solidão provocava a Iluminação, tal como a especialização (sem controlo), provocava a degradação do conhecimento;

- Finalmente a questão do isolamento dos Albinos e da sua necessidade de disporem de tempo e de espaço, de reflexão e de análise – uma das explicações que o Albino esteve prestes a esquecer e a deixar para trás, não justificando a sua tentativa de negação através das informações anteriormente prestadas, mas assim procedendo unicamente porque esse relato iria colidir com o seu passado temporário e caótico, mas necessário e violento: tal como os seus irmãos humanos vivendo à superfície, os Albinos tinham lutado contra outras espécies candidatas à supremacia e à dominação dos espaços, para desse modo poderem invocar e conquistar o seu território e nele instalarem os seus grupos e aliados – o problema é que tinham travado um duelo brutal de vida ou de morte com outra espécie subterrânea, que ainda hoje não estava completamente resolvida. E que tinha dado origem à proliferação dos mais diversificados e estranhos relatos e histórias envolvendo essas bizarras criaturas, os zombies. Assim como as histórias à volta dos seus principais inimigos – as Titanis – aves carnívoras de porte médio e totalmente imunes a qualquer tipo de contágio proveniente dessas criaturas.


TITANIS – As Aves do terror

 

Quando os Albinos começaram a colonizar o interior do planeta Terra, já muitos outros animais tinham ocupado esse mesmo território. Muitos deles representavam ramos paralelos das espécies irmãs vivendo à superfície, que tinham nascido e vivido desde sempre no subsolo do planeta – em locais mais ou menos profundos – ou que teriam migrado para esse território porque se encontravam em fuga da superfície, ou à procura de um novo mundo e duma nova esperança. Aí chegados e enquanto foram evoluindo e adaptando-se ao seu novo meio envolvente, nada de assinalável se passou que pudesse interferir no seu acondicionamento e fixação, mantendo todos os animais que aí habitavam uma postura não intrusiva e tolerante e respeitando tacitamente um nível mínimo de distância entre eles e os outros, de modo a não existirem qualquer tipo de contactos ou ideias de invasão: cada um dos animais observava as movimentações dos restantes grupos aí inseridos e compartilhando o mesmo espaço, não só para a manutenção da sua protecção e segurança, como para informar os outros animais de que estavam atentos e que as fronteiras mesmo que virtuais eram para respeitar. Apenas dois grupos demonstravam alguns níveis elevados e preocupantes de intolerância, a que não era estranha a sua mais elevada capacidade de raciocínio e o seu bem evidente poder físico e muscular: os Índis e os Alis. Os primeiros representavam os seres vivos originais deste Mundo Subterrâneo, enquanto que os segundos representavam uma espécie invasora que inicialmente tinha sido tolerada pelos Índis – pois os Alis sempre se tinham mostrado aparentemente receosos, fugindo e escondendo-se em segundos quando se viam frente a frente com a outra raça mais activa e corpulenta – mas que com o decorrer do tempo e do seu rápido processo de assimilação e adaptação ao meio interior, se tinham revelado cada vez mais imprevisíveis, adoptando atitudes irracionais e extremamente violentas. Nos primeiros tempos os conflitos ainda foram passando despercebidos (por esporádicos) à comunidade crescente de Albinos, mas a pressão que esta civilização organizada começou a exercer sobre os outros grupos de seres vivos que por ali também viviam, começou a incomodar duma forma profunda e perigosa os instintos de domínio e de expansão natural dos Alis, levando-os a tomarem atitudes de arrogância e de desprezo absoluto para com as outras espécies e que atingiram o seu pico máximo tempos atrás com a tentativa de extermínio definitivo dos Índis, acusando-os de subserviência para com os Albinos e de estarem aliados a eles apenas para se sobreporem aos Alis – que se consideravam superiores em tudo – e os destruírem com a sua colaboração. O inaceitável aconteceu quando um grupo numeroso da Alis em perseguição a outro grupo de jovens Índis irrequietos, não respeitou os limites considerados mínimos para os Albinos, ultrapassando a linha vermelha e causando muitos danos e feridos entre a comunidade de Albinos durante a sua abrupta passagem: desrespeitando todas as regras de convivência e de partilha e tendo atingido um estado de loucura irreversível pelo controlo total dos outros seres inferiores, o conflito tornou-se inevitável colocando dum lado os Albinos e os Índis e do outro os Alis. O conflito terminaria no entanto num relativo e curto espaço de tempo dada a disparidade das forças em presença, com a civilização Albina a esmagar completamente qualquer pretensão abusiva dos Alis. Acabariam desterrados para zonas mais profundas no interior do planeta Terra, zonas essas isoladas por razões de segurança por camadas de terra e de rochas que permitissem a manutenção dos Alis em locais controlados e fechados e sem acesso possível a sectores habitados situados a outros níveis ou até mesmo à superfície. No início foi grande a violência provocada (e suportada) pelos Alis, acabando estes por ceder e por recuar de vez para os seus esconderijos e labirintos; em cima ficaram os Índis excelentes trabalhadores e companheiros que rapidamente se inseriram na civilização Albina e tomaram em mãos a preservação da fauna e da flora subterrânea e o importantíssimo sector dos alimentos e da agricultura.

 

Mas tudo se alterou com o passar do tempo, tornando-se a situação muito mais grave com a chegada dos primeiros Deros – tal como os Alis impulsivos e violentos, mas solidários com os seus irmãos Teros.

 

Os primeiros textos referindo-se à chegada dos extraterrestres à Terra tinham pouco mais de cinco mil anos, coincidindo o seu aparecimento com o início da utilização intensiva da escrita documental em suporte material (de fácil transporte), de modo a que mais regularmente os seus generais e diligentes representante pudessem com a maior das clarezas e rapidez, começar a divulgar as ideias dos seus reis poderosos e dos seus deuses invencíveis. Utilizando pequenas naves ultra-rápidas oriundas duma base situada a alguns anos-luz da Terra na constelação de Canis Major – nas proximidades da estrela Sirius a quase nove anos-luz da Terra – as primeiras missões enviadas ao planeta tinham sido de pura observação e de simples registo, tendo-se evitado na esmagadora maioria dos casos qualquer espécie de contacto ou outro tipo qualquer de intromissão indesejada. No entanto nem todas as visitas vindas do exterior poderiam ser controladas por não previstas e desconhecidas, pois o Universo era imenso “e cada vez maior”, tal como as raças que o habitavam, muitas delas ainda desconhecidas e não catalogadas. Uma dessas raças de ET’s ocuparia mais tarde um lugar privilegiado nas relações com um grupo restrito e poderoso de seres humanos habitando um dos continentes mais desenvolvidos da Terra, estabelecendo desde o seu primeiro contacto uma aliança exclusiva e secreta com esse poderoso grupo de humanos e cedendo-lhe alguma da sua tecnologia revolucionária mas menos agressiva. Teriam sido esses os instigadores da luta brutal e sem quartel entre os Alis e os Índis – acabando também por envolver os Teros – que os transportariam a um final trágico de espectáculo, com o episódio da morte deplorável e criminosa de milhares de indivíduos nos dois campos de batalha e afectando particularmente os Alis, quase os levando à extinção: experiências realizadas por sugestão dessa raça intrusiva de ET´s e contando com a colaboração dos Teros – verdadeiros guerreiros, mas incapazes de mínima reflexão e compreensão – acabaria por afectar profundamente e duma forma acelerada a estrutura de ADN dos Alis, desacelerando drasticamente o seu metabolismo e tornando-os mais susceptíveis da pratica de actos oportunistas, violentos e bestiais, chegando ao extremo do canibalismo indiscriminado. Um vírus transformativo e reorientador da cadeia de ADN tinha sido introduzido no corpo dos Alis com a intenção pontual de os fortalecer – tornando-os muito mais eficazes em combate – mas o resultado tinha sido uma verdadeira catástrofe, transformando-os em verdadeiros zombies sem noção de tempo, estratégia ou memória. O que se passava agora e que se reflectia temporariamente na segurança e acessibilidade do túnel, estaria ainda ligado ao problema surgido com os grupos ainda dispersos de Alias, que por vezes se escapavam em grupos mais ou menos numerosos das galerias profundas ode se encontravam retidos, invadindo zonas proibidas e no entanto consideradas neutras, mas que por outro lado se abriam a outros canais de comunicação, muitos deles não identificados nas cartas conhecidas, mas podendo-se ligar a níveis superiores com acesso reservado. O que nunca deveria ocorrer ou originar-se-iam casos graves e de difícil resolução, como os verificados com este troço de túnel: os zombies tinham-se introduzido recentemente e sem que ninguém o esperasse nesta secção subterrânea que ligava Paderne a Albufeira e se não fosse a rápida intervenção do responsável por esta zona em colaboração estreita com o ser humano que o Tobias vira nas instalações subterrâneas onde ainda se encontrava, as consequências poderiam ter sido muito graves.

 

Fim da 4.ª parte de 8

 

(imagens – WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:00

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