Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

19
Set 19

“Vulcão Prestes A Entrar Em Erupção”

 

A próxima grande erupção a ocorrer no Sistema Solar

Não será na TERRA, mas em IO

 

volcano-Loki-Io-Jupiter-voyager1-e1568747773685.jp

Imagem da lua de Júpiter IO, podendo-se observar espalhadas pela sua superfície grandes planícies apresentando caldeiras vulcânicas e lava líquida, fluindo das mesmas – no seu canto inferior/direito surgindo o lago de lava de LOKI PATERA em forma de U, com mais de 200Km de diâmetro e no presente ativo

 

Com a maior depressão vulcânica da lua de Júpiter IO a estar localizada em LOKI PATERA, uma cratera (do vulcão mais ativo e poderoso de todo o Sistema Solar) com mais de 200Km de diâmetro e contendo um “lago de lava ativo”. E com os primeiros registos deste tipo de atividade geológica a reportarem-se a 1979. E pelos vistos (segundo os cientistas observando e estudando esta lua vulcânica e ativa) sendo eventos periódicos. Tendo sido registado o último em Maio de 2018.

 

Enquanto se espera que a próxima grande erupção vulcânica se dê provavelmente na região mais geologicamente ativa da Terra (em sismos e em erupções) ou seja no Círculo de Fogo do Pacífico, os cientistas vêm-nos agora informar da eminente ocorrência de uma grande erupção vulcânica (submarina ou à superfície) não na Terra, mas num dos “Maiores Infernos do Sistema Solar” a lua de Júpiter IO: ao contrário das outras três Luas de Galileu (Calisto, Ganimedes e Titã) não sendo conhecida por poder possuir (no seu subsolo) depósitos de um líquido para nós tão precioso como a Água (ou não estivesse a Terra maioritariamente coberta de Água e não fosse o nosso corpo maioritariamente constituído pelo mesmo composto, H₂O), no seu caso (de IO a 4ª maior lua de Júpiter e de todo o Sistema Solar) sendo por sua vez caraterizada e conhecida como um “Mundo Vulcânico” extremamente violento (e jovem) e coberto por cerca de 400 vulcões (todos ativos) − transformando-a no corpo mais ativo de Mercúrio a Neptuno. Situando-se num dos lugares mais frios do Sistema Solar (dada a sua grande distância relativamente ao Sol) e no entanto, com as suas grandes erupções vulcânicas podendo atingir temperaturas na ordem dos 1700°C (mais elevadas dos que as temperaturas registadas no presente na Terra, talvez semelhantes às temperaturas registadas no seu período inicial).

 

“Io is heated by tidal interactions with Jupiter, which squeeze the moon and heat it up”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

E segundo os especialistas com o Evento a estar previsto

Já para este mês de setembro, entre os dias 15/20

 

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Imagem no campo superior/esquerdo da lua de Júpiter IO, entrepondo-se entre a sonda automática Juno e o planeta Gigante Gasoso – no seu movimento em redor do planeta projetando neste a sua sombra e estando IO tão perto de Júpiter, bloqueando totalmente o Sol − e daí o círculo de sombra completamente negro, sem zona de penumbra

 

Desde 2002 chegando-se à conclusão e confirmação desse fenómeno geológico e regular (periódico) em curso nas proximidades de Júpiter (localizado entre 588/968 milhões de Km da Terra) – neste caso na lua IO – feitos e revistos os cálculos chegando-se a um período de duração (entre erupções mais violentas) de cerca de 500 dias. E em função da última erupção registada, prevendo-se a seguinte para os próximos dias (em princípio até 20 de setembro ou por aí) − só se tendo que fazer as contas desde 05.2018.

 

Com as Luas de Galileu orbitando o Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (só suplantado pela sua estrela de referência o Sol) – JÚPITER para além do Rei-Sol o magnífico e poderoso Farol e uma das nossas últimas Muralhas Defensivas (protegendo a Terra e a Vida, em exclusivo nela existente) – podendo num “Cenário Futuro (a médio-prazo, num período mínimo de uns 50 anos, talvez só no decorrer do próximo século) transformar-se numa das principais bases de implantação de colónias terrestres num outro mundo (que não a Terra, extraterrestres/alienígenas), no caso de trio Calisto/Ganimedes/Titã dadas as suas potências reservas de Água e já no caso de IO e dada a sua intensa atividade vulcânica (fazendo-nos recordar a Terra, no seu início Geológico) podendo no decurso desse processo criar as condições básicas e essenciais para o aparecimento de Vida (seja sob que forma for): desde que a curto-prazo (digamos que entre 2020/30) e tal como prometido antes (com a Apollo 11 tocando a Lua há 50 anos) − aí negativamente não se cumprindo e desistindo (abandonando-se o Programa Apollo há 47 anos) − prometendo-se depois e agora, nova mas efetivamente (desde o início desta 2ª década do séc. XXI) − e então se aplicando e concretizando − a instalação dos Entrepostos Intermédios tanto na Lua como em Marte.

 

(imagens: NASA − swri.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:16

08
Jan 19

Neste Milénio com o Homem já nas luas de Júpiter/Saturno – ou mesmo muito mais além!

(ou então nos arredores como Europa/Ganimedes/Calisto)

 

Apresentando o Mundo mais intenso a nível de Atividade Vulcânica em todo o Sistema Solar (incluindo nele todos os corpos celestes aí se movimentando): uma das 79 luas do maior planeta do nosso Sistema (Júpiter) IO (de dimensão ligeiramente maior que a nossa LUA). Falando um pouco de nós deixando a grande distância (e em termos comparativos) o Anel de Fogo do Pacífico (a região geologicamente mais ativa do nosso planeta a Terra).

 

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1

Pluma vulcânica ejetada da superfície da lua de Júpiter IO

(ao centro/câmara da sonda JUNO/21 de Dezembro de 2018)

 

Uma imagem (1) registada pelas câmaras da sonda JUNO numa das suas várias passagens (previstas) em torno do planeta JÚPITER (orbitando-o a maior ou menos distância e aproximando-se/afastando-se de outros corpos celestes próximos, como as luas do planeta), mostrando-se ao centro uma erupção registada na sua lua IO (no ponto de separação entre a parte iluminada e a de sombra provocada pelo gigante-gasoso). Em dimensão a 3ª.

 

Galileo-Io-volcano-Jan-4-2019-800x450.jpg

2

Erupção vulcânica capturada pela sonda Galileu

(na sua passagem por IO no ano de 1997)

 

Como se pode ver com esta erupção vulcânica devido à sua grande intensidade (e brilho) a ser vista a grande distância no Espaço (do objeto observado), podendo-se com a melhor compreensão deste fenómeno (de ejeção de material da superfície da lua) entender todo o mecanismo envolvendo a influência do planeta Júpiter, não só com IO como com outras das suas muitas luas (como por exemplo EUROPA). Tal como já registado pela Galileu (2).

 

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3

Planícies vulcânicas na proximidade do polo sul de IO

(registado pela VOYAGER 1 no ano de 1979)

 

Aproveitando para referir que nas missões de exploração entretanto tendo vindo a ser desenvolvidas no Sistema Solar (na procura de outros Mundos/que não a Terra, de preferência com alguma forma de vida orgânica), têm sido cada vez mais fortes as evidências não só da evolução registada em Mundos ainda jovens como por exemplo IO (3) – através de fenómenos geológicos – como simultaneamente tem surpreendido o número de (Mundos) potenciais candidatos à existência de Água: esse bem tão precioso para a existência do Homem, como poderá ocorrer no caso de outra lua (de Júpiter) como por exemplo Europa.

 

Construída a Estação Espacial (ou outra plataforma móvel nas proximidades da Terra) e atingida a Lua e Marte (prevendo-se para a década de vinte), com o Homem a estar pronto (ultrapassado o protótipo) para as Viagens Interplanetárias: aí atingindo as luas de Júpiter e de Saturno e abrindo novos caminhos na Exploração Espacial.

 

(imagens: NASA em earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:16
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01
Fev 17

[E neste caso algo mais]

 

Entre todos os planetas conhecidos fazendo parte do Sistema Solar, o maior deles e simultaneamente o que mais satélites naturais possuem (para já 67) é sem dúvida o planeta gigante gasoso JÚPITER.

 

Iosurface_gal.jpg

IO

(NASA – sonda GALILEU – resultado da junção de imagens de 07.09 e 06.11 de 1996)

 

De todos esses satélites tendo quatro deles sido descobertos há mais de 400 anos por GALILEU (1610), tendo sido tal feito e para a época considerado extraordinário utilizando apenas uma LUNETA: a Luneta de Galileu um instrumento ótico inventado anos antes pelo fabricante de lentes holandês (nascido na Alemanha) Hans Lippershey para observação terrestre (comercializado por volta de 1608), adaptado posteriormente por Galileu para a observação astronómica.

 

Com as Luas de Galileu (Europa, Ganimedes, IO e Calisto) a serem os primeiros quatro objetos descobertos no Espaço a girarem não em torno do Sol (como os planetas) nem em torno da Terra (como a Lua) mas à volta de outro corpo celeste – neste caso Júpiter localizado a quase 800.000.000Km de distância do Sol (mais de 5 AU).

 

No caso de IO a terceira maior lua de Júpiter e a quarta do Sistema Solar (ligeiramente maior que a nossa LUA), apresentando-se esta como um Mundo bastante dinâmico e caraterizado pela sua intensa atividade vulcânica. Habitando uma região do Sistema Solar situada para além da Cintura de Asteroides (entre Marte e Júpiter) a cerca de 3-4 AU do Sol.

 

E pertencendo a um Sistema ainda delimitado por uma segunda e terceira fronteira mesmo que virtual (o cinturão de KUIPER a 30-50 AU e a Nuvem de OORT a 50.000-100.000 AU), mas talvez protetora ou servindo apenas de marco: um marco que para o caso da Nuvem de OORT poderia representar (apenas) 25% da distância de uma possível viagem interestelar entre o SOL e a estrela mais próxima PROXIMA CENTAURU – 4 anos-luz (ou seja a distância percorrida pela luz durante 4 anos à velocidade de 300.000Km/s).

 

No Ranking Solar dos maiores satélites naturais com IO estando em 4º lugar logo à frente da nossa LUA (5ª Ranking Solar).

 

STS088-724-66_3.JPG

BLACK KNIGHT

(NASA – STS088-724-66 – 11.12.1998 – 20:17:04 TMG)

 

Com a Estação Espacial Internacional (ISS) a ser de momento o maior satélite artificial da Terra com cerca de 109 metros (equiparado a um estádio de futebol), seguido da MIR com 31 metros (equiparado a uma baleia) e do SKYLAB com pouco mais de 26 metros (equiparado a um dinossauro) – e ainda da VOYAGER 1 (mais de 17 metros) e no fim da tabela com o diminuto SPUTNIK 1 (não atingindo sequer 1 metro).

 

Isto para já não falar de outros satélites artificiais podendo também orbitar a Terra (e pondo de lado todos os outros planetas mais distantes e desconhecidos do nosso Sistema) alternativamente de origem desconhecida mas talvez com indícios de remetente alienígena: como o poderia ser para alguns a nossa própria Lua (o nosso único satélite para além de alguns troianos) ou então esse mais que provável bocado de sucata orbitando há já vários anos a Terra e conhecido como BLACK KNIGHT (e segundo alguns emitindo sinais).

 

No primeiro caso com a Lua (e tal como o cientista e escritor de ficção-científica ISAAC ASIMOV afirmou) a apresentar os parâmetros necessários e exatos (uma coincidência) para a mesma não se escapar da órbita da Terra sendo inevitavelmente puxada para as proximidades do Sol (o que deveria acontecer aplicando a Lei da Gravitação Universal a qual diz que F = G x (M₁ x M₂)/d²) – para além de ser curiosa e  eventualmente mais velha do que a Terra, não possuir campo magnético e apesar disso possuir as suas rochas magnetizadas (no mínimo algo estranho e podendo apontar para uma possível origem externa);

 

Já no segundo caso com um objeto de origem desconhecida, pretensamente artificial e muito provavelmente alienígena (dada a sua idade atual, reportada a 13.000 anos) a levar – segundo alguns teóricos acreditando veementemente na sua existência e suportados unicamente por uma imagem divulgada pela NASA há já quase 20 anos – a afirmar com toda a certeza e convicção tratar-se de um artefacto extraterrestre transmitindo sinais de rádio pelo menos há 50 anos (envolvendo mesmo o grande Nikola Tesla há quase 120 anos atrás como o primeiro a descobrir os sinais vindos deste satélite).

 

Voltando de novo à terceira maior lua de Júpiter e quarta do Sistema Solar (a maior de todas sendo Ganimedes um dos satélites naturais de Júpiter) – IO.

 

PIA14021.jpg

O Outro Lado da Lua

(NASA – LRO – PIA 14021)

 

Conhecida como o corpo celeste mais vulcanicamente ativo de todo o Sistema Solar e no seu registo topográfico preenchido à sua superfície por um terreno bastante acidentado (com montanhas podendo atingir vários Km de altitude), formando aqui e ali planaltos (por sobreposição de camadas) e algumas depressões de origem vulcânica (caldeiras): com a sua superfície preenchida pela maior concentração de vulcões (em todo o Sistema Solar) e apesar das temperaturas (aí registadas) serem mesmo muito baixas (atingindo temperaturas inferiores a 180⁰C negativos), podendo ter temperaturas elevadas na zona desses vulcões (na ordem dos 1700⁰C positivos e mais quentes que os da atual Terra).

 

Dada a sua Evolução (de IO) e em função da sua composição (de todos os elementos e compostos aí produzidos), apresentando-se com um colorido variado semelhante a uma pintura – muito diferente do aspeto da Lua que apesar da sua cor (base) pouco se diferencia do preto-e-branco. E até ejetando material (devido à intensa atividade vulcânica) para muito longe da mesma. Um corpo celeste localizado a quase 630 milhões de Km da Terra, com uma força de gravidade 5.5 X menor que a nossa, vestígios de oxigénio e cheio de SO₂ e com temperaturas médias em torno dos 140⁰C negativos. O que nos deixa a pensar sobre o que se passará na região de transição entre as zonas mais frias e as zonas mais quentes e se por acaso existirá água – ou outra forma de vida qualquer (já que a poção parece pronta).

 

Ontem e hoje com a sonda Cassini a proporcionar-nos (ainda) imagens únicas do planeta Saturno, dos seus múltiplos anéis e das suas dezenas de luas (mais de sessenta como Júpiter) – e de outros corpos celestes passando pela vizinhança – mas com o seu episódio final a estar já traçado para o final do terceiro trimestre deste ano com a sonda automática a entrar na atmosfera do planeta, acabando por se despenhar e desintegrar (em meados de Setembro). Nessa região do Espaço ocupado por esses dois Gigantes Gasosos (Júpiter e Saturno) ficando-se definitivamente órfão dos seus progenitores (as sondas) e dos astrónomos homenageados (Cassini e Huygens). Mas com um seu descendente integrando o programa da NASA Novas Fronteiras e lançado com a finalidade de explorar o nosso Sistema Solar (dele também fazendo parte a sonda New Horizons, tendo já passado o seu encontro com Plutão e dirigindo-se agora para o Cinturão de Kuiper), já em órbita do planeta Júpiter após uma viagem de mais de cinco anos iniciada no distante planeta Terra (Cabo Canaveral): Juno.

 

Dada a dimensão do Sistema Solar e começando-se a conhecer e a compreender cada vez melhor tudo o que ele nos poderá oferecer (agora imagine-se aquilo, de que nem sequer suspeitamos), é evidente que um dia o Homem terá de partir à Descoberta deste Novo Mundo assumindo o seu lugar no mesmo: é que fazendo parte de um sistema dinâmico, se parar morre.

 

Io-eruption-Tvashtar-animation.gif

IO – com a pluma ultrapassando os 300Km de altitude

(New Horizons – Maio 2007 –  vulcão Tvashtar)

 

Para além do objetivo de estudo mais profundo (e indiretamente presencial) do planeta Júpiter, dos seus anéis e das suas luas, simultaneamente mais uma tentativa de utilizando uma sonda automática (operada a partir da Terra) perscrutar lugares colocados a grandes distâncias de nós e desse modo tentar entender melhor as diferenças existentes (no tempo e no espaço) entre diferentes porções do Sistema e até do Universo – tentando perceber de onde evoluiu, como o fez e para onde ainda hoje se desloca.

 

O que a sonda Juno a partir de agora fará certamente, podendo até um dia destes ser o nosso representante (no local) como uma fiel testemunha, enviando-nos imagens de eventos fantásticos e antes nunca vistos – só mesmo imaginados e raramente observados: como foi o caso do impacto do cometa Shoemaker Levy-9 com Júpiter em Julho de 1994. Agora com os cientistas a aproveitarem a boleia proporcionada pela sonda Juno em torno do Gigante Júpiter, para proporem à NASA uma espreitadela a IO para verem os vulcões. Pois tal como afirma Bob King (universetoday.com) por um lado IO poderá ser mesmo especial (sendo um corpo afastado do Sol mas extremamente ativo) e por outro lado as fugas repetidas de Júpiter só fariam bem à sonda Juno (á saúde):

 

“With an estimated 400 volcanoes, many of them still active, Io is the most volcanically active body in the Solar System. In the moon’s low gravity, volcanoes spew sulfur, sulfur dioxide gas and fragments of basaltic rock up to 310 miles (500 km) into space in beautiful, umbrella-shaped plumes.”

 

“Io is the main supplier of particles to Jupiter’s magnetosphere. Some of the same electrons stripped from sulfur and oxygen atoms during an earlier eruption return to strike atoms shot out by later blasts. Round and round they go in a great cycle of microscopic bombardment! The constant flow of high-speed, charged particles in Io’s vicinity make the region a lethal environment not only for humans but also for spacecraft electronics, the reason NASA’s Juno probe gets the heck outta there after each perijove or closest approach to Jupiter.”

 

(dados/texto em inglês: wikipedia.org/universetoday.com – imagens: NASA)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:40

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