Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

24
Abr 19

“In 2018, we consumed more oil than any prior year in history

– about 99.3 million barrels per day on a global basis.

This number is projected to rise again in 2019 to 100.8 million barrels per day.”

(Tyler Durden/zerohedge.com)

 

Um mapa das “Reservas do Mundo Petrolífero” atravessando os 5 continentes, onde é por demais evidente (para além da Oceânia) a “secura” da Europa Ocidental − com a exceção de duas ilhas mais a noroeste, o Reino Unido (2,6 BBP) e a Noruega (6,6 BBP) – se posta em contraste com o continente africano, o americano e o asiático: respetivamente mais de 130, de 540 e de 930 BPP. E sem dúvida com esta última − a Ásia − a poder ser nomeado a Rainha do Petróleo. (BPP: Biliões de Barris de Petróleo)

 

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Mapa das Reservas de Petróleo no Mundo

Dando de caras com os Campeões do Futuro

De um lado com a Venezuela

E do outro com a Arábia Saudita

 

Olhando para as três grandes potências mundiais que atualmente disputam entre si a supremacia e liderança tanto Militar como Económico-Financeira Global – tendo de um lado os EUA (no presente ainda a sede do Império Americano) e do outro a Rússia e a China (para já independentes, lutando lado a lado, conjugando interesses vitais e apresentando-se a curto-prazo, como alternativa ao Dólar talvez como o Império do Sol) a Rússia com 80, os EUA com 36,5 e a China com 25,6 BPP – e tomando em consideração as necessidades crescentes de cada um desses países na obtenção de matéria-prima para produção de Energia (algo de fundamental para o desenvolvimento destas Sociedades científico-tecnologicamente avançadas), concluindo-se da necessidade estratégica destas três grandes potências em aumentar as suas reservas energéticas, ou produzindo (mais) ou “adquirindo”.

 

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Tabela das Potenciais Reservas de Petróleo

Lideradas por territórios tão cobiçados

(como o demonstram bem os norte-americanos)

Como os da Venezuela e do Irão

 

Não se podendo ignorar e como única potência reinando na Terra desde o colapso final da URSS − escancarando todas as portas (e restantes aberturas) das principais fontes energéticas e territórios correspondentes, ao avanço, conquista e sua exploração por parte da única grande potência sobrevivente os EUA (mesmo que destruindo sociedades/civilizações como o Iraque e a Líbia) – a política avassaladora dos EUA especialmente em relação ao Petróleo, não só dominando no presente e a nível de comercialização todo o planeta (com a força do dólar, subindo e descendo o preço do crude à sua vontade, mesmo não sendo um grande produtor) como querendo controlar as que ainda lhes faltam (com grandes reservas): o Irão (a 4ª reserva) e claro está a Venezuela (de longe e só com os sauditas próximos a 1ª reserva em todo o planeta). E então o que ficaria para a Rússia e para a China − para já não falarmos dos outros como a emergente (futura grande potência) Índia: afinal norte-americanos sendo uns 330.000.000 e russos/chineses/indianos uns 2.600.000.000 – numa proporção de 1 para 8.

 

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Tabela dos Custos de Produção de Petróleo

Contrastando o alto custo de produção

Num total também elevado (UK, Canadá)

Com os mínimos de países do Médio-Oriente (Iraque/Irão/Arábia Saudita)

 

Dedicando-nos mais às tabelas onde os EUA surgem apenas como possuindo as 11ª maiores reservas de Petróleo do Mundo (Rússia 8ª e China 13ª), com o mesmo equilibrando e superando a escassez do mesmo controlando todos os outros mercados, com poucas outras redes (produzindo/comercializando petróleo) lhes escapando “se não pagando ou se afiliando”: salvo e como é óbvio (olhando apenas para o Top 10 das reservas) a Rússia e agora os grandes inimigos o Irão (4ª maior reserva de petróleo e pronta para o ataque) e a Venezuela (a Maior, a 1ª, logo ali abaixo e preparada para a invasão). E na 1ª Divisão Petrolífera integrando 10 equipas, de momento com 7 a 3 (Venezuela/Irão/Rússia), mas com os desejos (do árbitro norte-americano) no 9 a 1 (de um lado só ficando/isolada a Rússia).

 

Entre os Maiores Exportadores de Petróleo Mundiais (de 2018) com os únicos países a ultrapassarem os 100 biliões de dólares a serem a (1º) Arábia Saudita (182,5 biliões e quase 16% do mercado) e a (2º) Rússia (129,0) com o (3º) Iraque (91,1) a completar o pódio; surgindo logo os (7º) EUA (47,2) seguido pelo (8º) Irão (45,7). Com o maior exportador europeu a ser a (12º) Noruega (33,3 biliões) e com a (15º) Venezuela a cair na crise e nos biliões (26,4). E no meio de tudo isto com Portugal a assistir (e a pagar como sempre), quando devendo descer o petróleo (o seu preço) e por causa dos norte-americanos (virados para a Venezuela e Irão), sucede precisamente o oposto e o mesmo continua a subir: “se nada nem ninguém o parar, talvez até ao Mundo terminar.”

 

Já quanto à tabela dos Custos de Produção de Petróleo, salientando-se o elevado custo de produção face aos gastos totais (já por si elevados para a produção obtida) por parte de países como o Reino Unido (39%) e o Canadá (43%) e do lado oposto com os países do Médio-Oriente −  como o Irão, o Iraque e a Arábia Saudita − a serem os mais poupados.

 

(dados/imagens: Tyler Durden/Mapping The Countries With The Most Oil Reserves/04/22/2019/zerohedge.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:03

25
Jun 18

[2ª Jornada]

 

Concluída a 2ª jornada do Mundial de Futebol e em função dos resultados registados nos 8 grupos integrando as 32 equipas em competição, é este o Ranking atual das Equipas (ao fim do dia 24 de Junho):

 

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Seleção da Rússia

Ao fim da 2ª jornada a equipa com melhor performance

(dois jogos, duas vitórias, oito golos marcados e 1 golo sofrido)

 

R

Equipa

Pontos

Golos

R

Equipa

Pontos

Golos

1

Rússia

6

8-1

-

Alemanha

3

2-2

2

Inglaterra

6

8-2

-

Suécia

3

2-2

-

Bélgica

6

8-2

-

Nigéria

3

2-2

4

Croácia

6

5-0

20

Irão

3

1-1

5

França

6

3-1

21

Austrália

1

2-3

-

México

6

3-1

22

Islândia

1

1-3

7

Uruguai

6

2-0

23

Argentina

1

1-4

8

Brasil

4

3-1

24

C. do Sul

0

1-3

9

PORTUGAL

4

4-3

25

Marrocos

0

0-2

-

Japão

4

4-3

-

Peru

0

0-2

-

Senegal

4

4-3

27

Egito

0

1-4

-

Espanha

4

4-3

28

C. Rica

0

0-3

13

Suíça

4

3-2

29

Tunísia

0

3-7

14

Dinamarca

4

2-1

30

Polónia

0

1-5

15

Colômbia

3

4-2

31

Arábia

0

0-6

16

Sérvia

3

2-2

32

Panamá

0

1-9

 (do 24º ao 32º do Ranking com todos esses 9 países já eliminados da 2ª fase do Mundial ‒ e a negrito os países já apurados)

 

Com Portugal ocupando o 9º lugar (ao fim da 1ª jornada o 14º lugar) conjuntamente com Japão/Senegal/Espanha (todos com 4-3 em golos marcados/sofridos) contando mais uma vez com a preciosa colaboração do seu avançado Cristiano Ronaldo marcando o único golo da vitória (difícil) de Portugal sobre a seleção de Marrocos (por 1-0). Deixando no entanto de liderar isolado a tabela de melhores marcadores ultrapassado por Keane (ING) e igualado por Lukalu (BEL):

 

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Harry Kane (5), Cristiano Ronaldo (4) e Romelu Lukalu (4)

Ao fim da 2ª jornada os três melhores marcadores

(autores de mais de 15% dos golos até agora marcados)

 

R

Jogador

Equipa

Golos

1

Harry Kane

ING

5

2

CRISTIANO RONALDO

POR

4

-

Romelu Lukaku

BEL

4

4

Denis Cheryshev

RUS

3

-

Diego Costa

ESP

3

6

Artem Dzyuba

RUS

2

-

Ahmed Musa

NIG

2

-

Mile Jedinak

AUS

2

-

Luka Modric

CRO

2

-

Philippe Coutinho

BRA

2

-

Eden Hazard

BEL

2

-

John Stones

ING

2

 

Tendo como conclusões a tirar no final da 2ª jornada do Mundial FIFA 2018 (em disputa na Rússia) a nível de equipas (e destacando-se),

 

Pela positiva o sexteto já apurado para a 2ª fase (a eliminar) ‒ Rússia, Inglaterra, Bélgica, Croácia, França e Uruguai (para além do México igualmente com 2 vitórias em dois jogos mas ainda não apurado) ‒ talvez aí adicionando as (meias) surpresas Japão e Senegal,

 

E pela negativa ‒ para além do extermínio normal entre países não Europeus ou não Sul-Americanos (como africanos e asiáticos) a Polónia, a Argentina e a Alemanha, com a primeira já eliminada, a segunda muito próxima de o ser e com os germânicos a ainda terem boas hipóteses (depois de vencerem a Suécia mesmo sob o apito final por 2-1).

 

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Seleção do Irão

A uma vitória da sua presença inédita na 2ª fase de um Mundial

(caso aconteça à custa de Portugal, mas a este último bastando empatar)

 

A nível de jogadores e avançados e falando do trio Ronaldo/Messi/Neymar com Ronaldo a marcar mais um golo (passando a 4), com Messi ainda em branco (após 2 jogos e 1penalty falhado) e com Neymar a estrear-se marcando face à Costa Rica (o 2º golo). Mas a ser o inglês Harry Kane a liderar (ao fim da 2ª jornada) a lista de melhores marcadores deste Mundial de Futebol (FIFA/Rússia/2018) com 5 golos (2+3).

 

Grupo B ‒ 3ª Jornada

25 Junho ‒ 19:00

Irão (3 pontos/1-1) Vs. Portugal (4 pontos/4-3)

 

Amanhã iniciando-se a 3ª jornada do Mundial de Futebol Rússia FIFA 2018, concluindo-se o Grupo A (início dos jogos às 15;00) e o Grupo B (início dos jogos às 19:00): e neste segundo grupo integrando-se o jogo (decisivo) Irão Vs. Portugal com um deles (certamente) a ficar pelo caminho (maior probabilidade teoricamente para o Irão de Carlos Queiroz).

 

(imagens: soccer.ru ‒ fifa.com ‒ championix.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:10

11
Jun 18

Agora que o gabinete de Donald Trump (o 45º e atual Presidente dos EUA) assumiu as rédeas da condução da Política Externa (a mais importante área política para a manutenção da Supremacia Global em todo o planeta) de acordo com os objetivos a alcançar (e necessitando urgentemente de um novo impulso) pelas grandes Corporações ligadas ao sector Industrial-Militar norte-americano,

 

‒ O tal sector Industrial temido pelo 34º Presidente dos EUA (o também Republicano) Dwight D. Eisenhower

 

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Dwight D. Eisenhower

No seu discurso de despedida e falando do perigo do Complexo Industrial-Militar

 

“Until the latest of our world conflicts, the United States had no armaments industry. American makers of plowshares could, with time and as required, make swords as well. But now we can no longer risk emergency improvisation of national defense; we have been compelled to create a permanent armaments industry of vast proportions. Added to this, three and a half million men and women are directly engaged in the defense establishment. We annually spend on military security more than the net income of all United States corporations.” (Dwight D. Eisenhower/1961)

 

A imagem entretanto projetada para os próximos tempos e a curto-prazo (dada a contínua indefinição de Donald Trump) pelas Caras Fortes da atual Administração da Casa Branca,

 

‒ Como Mike Pompeo (Secretário de Estado dos Estrangeiros), John Bolton (Conselheiro de Segurança Nacional) e Gina Haspel (Diretora da CIA)

 

Propondo-nos os seus cenários para a nova temporada (no cumprimento de um guião suscitando o arrastar da crise mundial e o aparecimento de mais uma qualquer Bolha Económica),

 

Suscitando-nos (como consequência) pelos indícios (e pelo passado destes três protagonistas) a preparação e implementação (pelos norte-americanos) de uma 1ª fase de aparente conflito (não militar mas económico),

 

Mas (e aí desde logo demonstrando ser esse o Alvo a Atingir mas num Segundo Paso) com sucessivos períodos de intermitência (e de estratégico esquecimento) prolongando-o deliberadamente no tempo para a todos entreter, apanhar, distrair (e logo após) e se necessário coagir,

 

‒ Mesmo os seus mais fiéis Aliados (& subordinados) e oferecendo-lhes para entretinimento e prémios (como o Nobel da Paz) espetáculos de circo e desproporcionados entre David e Golias mas agora com novos artistas (Kim & Donald);

 

Para numa 2ª fase e sempre a curto-prazo,

 

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Irão ou Venezuela?

Arábia Saudita até pelos milhões USD em armamento certamente que não!

 

‒ Ou não estivesse o 1º mandato presidencial a meio (terminando no final de 2020), ou não estivessem todos os presidentes deste século (ou tocando-o) dois mandatos seguidos (Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama), ou não fosse necessária uma Intervenção Externa de Impacto Global para reforçar a imagem/presidencial

 

Apontar o seu verdadeiro Alvo Estratégico,

 

‒ De conquista e de controlo de todos os centros de exploração de energia e de todos os territórios detentores das matérias-primas consideradas essenciais ‒

 

Para Antigos Amigos (do Xá) /Novos Inimigos (do Aiatola) detentores de Grandes Riquezas como o é agora o Irão:

 

Dos 10 países com maiores reservas de petróleo já comprovadas, sendo o Irão conjuntamente com a Venezuela e a Rússia os únicos a ainda não estarem sob domínio norte-americano ‒ e daí se compreendendo os constantes conflitos, as constantes sanções e no fim do curso (e do estado de loucura) a Intervenção Militar não o sendo na Rússia, restando a Venezuela e o Irão (depois do Verão?).

 

Com 30.000 homens lá instalados (em bases na Coreia do Sul) e biliões de armamento a vender (além da proteção a pagar), não sendo certamente a Coreia o território a perturbar (atacar).

 

[Após a cimeira de 12 entre os líderes Donald e Kim, ficando-se assim a aguardar pelo Pico do Cato Donaldo: Irão ou Venezuela?]

 

(imagens: RAWW/youtube.com e geopoliticsalert.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:32

19
Mai 18

Abandonado pela Sociedade Civil (num processo típico do macartismo aqui patrocinado pelos Média) e com os Militares de braços abertos prontos para o acolher (dado o contra Democrata e as hesitações Republicanas no entreposto político norte-americano), Donald Trump optou por se entregar de Corpo & Alma (não a quem o elegeu mas como sempre aconteceu) ao Poder (pelos vistos decisivo) do Complexo Industrial-Militar: tal como Kim ou Hassan nos seus respetivos territórios (e seus colegas de conflito) como seu Líder Espiritual Supremo nos desígnios da Paz e da Guerra (mas com um aspeto fundamental fazendo a diferença total: por definição não sendo exclusivo mas sendo o único Excecional).

 

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Kim Jong-UN, Donald Trump e Hassan Rohani

(três Líderes Supremos sendo um deles Excecional)

Apesar dos pedidos de última hora dos seus Aliados Europeus

Com Donald Trump separando claramente as águas do oceano Atlântico

(na defesa exclusiva dos interesses norte-americanos)

Pegando no Acordo Nuclear Iraniano

Assinado pelo Conselho Permanente da ONU (c/EUA) e o Irão

E rasgando-o unilateralmente deixando a Europa a abanar

Abandonada e lançando o olhar para o Oriente

(para a Rússia e mais além para a China)

 

Passados 484 dias (em 18 de Maio/6ª feira) sob a tomada de posse (a 20 de Janeiro de 2017) do 45º Presidente dos EUA ‒ o milionário, ex-admirador-amigo dos Clinton (Democratas) e atual (por estratégia política e de poder pessoal) Republicano DONALD TRUMP ‒ e como consequência do seu cada maior isolamento político tanto a nível interno (perseguido sem descanso desde a sua tomada de posse pela esmagadora dos Média Norte-Americanos ‒ para ser mais rigoroso inicialmente atacado pelos outros candidatos Republicanos, logo que este se candidatou às primárias começando surpreendentemente a ganhá-las) como externo (perdida a Guerra Interna e mantendo a mesma estratégia, invocando o seu poderio sobre os outros, abandonando unilateralmente os acordos, ameaçando e avançando com sansões e Isolando-se igualmente do Resto do Mundo incluindo dos seus tradicionais e mais fieis Aliados), a Maior Potência do Mundo assim considerada e definida por controlar e exercer o seu Poder e a sua Supremacia (Virtualmente indiscutível) sobre todos os territórios e povos do planeta Terra ‒ apoiada nos dois Pilares Fundamentais que permitem aos EUA a manutenção e a replicação indefinida da Projeção do que eles consideram ser o Modelo Básico do Mundo Moderno, ou seja, o par de Duplo Impacto Armas & Dólar ‒ decidiu abandonar de novo o lema político-ideológico e hipócrita dos seus antecessores Democratas ‒ de que apesar de tudo “As Aparências Iludem (na prática nada fazendo e não existindo evolução) ‒ e abandonando o diálogo (pelo menos tendo a virtude de evitar mais guerras e mais mortos), virar-se para a confrontação, criando novos cenários de expansão, de conquista e de neocolonização (como se o Homem evoluísse repetindo indefinida e exaustivamente sempre os mesmos cenários/sempre a mesma aula, já que segundo alguns esta terá resultado dispensando assim as seguintes):

 

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Um Capitalismo de Estado

(Único por Monopolista)

Que faria inveja

À Rússia Soviética de Estaline

Com os verdadeiros representantes dos EUA (o denominado Estado Profundo) a retomarem por direito adquirido (dada a importância fulcral do Complexo Industrial-Militar para a sua sobrevivência como Império) os seus lugares nas cadeiras do Poder (apenas um periférico para informar as massas do próximo espetáculo previsto ‒ transformando-os em Oráculos), tendo agora Donald Trump como o seu novo formando para as funções de MMC (Mordomo Multiopcional de Cerimónias)

 

Com Donald Trump a configurar através da sua imagem e pessoa o verdadeiro poder dos Políticos na Sociedade Civil Norte-Americana (com mais de 300 milhões de almas por aí circulando entre brancos, negros, uma mão vazia de índios e montes crescentes de alienígenas sobretudo mexicanos) demonstrando como o seu Poder (dos Políticos) é Nulo ‒ bastando um único boneco para os representar (instalado na Casa Branca) ‒ e assim entregando o Poder a quem verdadeiramente manda os Representantes do Grande Complexo Científico-Tecnológico e Industrial-Militar. Com os mesmos que há uns vinte anos atrás atiraram o Mundo para outra guerra e genocídio baseado em pressupostos que antecipadamente sabiam ser falsos (passados todos estes anos com o Afeganistão destruído, o Iraque destruído, a Líbia destruída, a Síria destruída, o Iémen destruído e já com planos para o Irão) ‒ entretanto sem culpados (que se saiba), com muitos deles bem arrumados e premiados e sempre prontos para (recauchutados) voltar ao serviço ‒ tendo morrido milhões de inocentes e ficado muitos mais estropiados ‒ tal como os MORTOS-VIVOS a regressarem agora até com um reforço de género (feminino, talvez pela questão da paridade) perita em Tortura e especializado em Tortura com Água (tal como o nome indica sendo considerada tortura e como tal internacionalmente considerada um crime e como tal ilegal). E já agora aproveitando para recordar aos que mesmo tendo responsabilidades odeiam a Cultura e a Memória subvalorizando ou manipulando (entre outros) a História (e já agora envolvendo mas do lado contrário cidadãos Norte-Americanos) que finda a II Guerra Mundial todos os soldados japoneses acusados deste tipo de tortura (com a utilização de água) contra soldados norte-americanos, foram simplesmente e sem hipótese (de recurso) fuzilados ‒ tudo porque os EUA consideravam isso como tortura (crime/ilegal) e como tal um Crime de Guerra: sujeito a uma pena neste caso a morte por fuzilamento.

 

(imagens: washingtonpost.com ‒ mgtow.com/AFP)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:48

10
Mai 18

Com a Ucrânia nem sequer passando de um sucedâneo (de reserva) da estratégia (atual) de supremacia global norte-americana (Até que ponto é que a Europa valerá algo/Até que ponto os europeus se quererão matar uns aos outros?), depois do fiasco na Síria após a intervenção russa (apoiando legalmente o regime de Assad) os EUA viram-se de novo para o seu verdadeiro objetivo: o controlo de todos os poços de petróleo daquela região (do Médio-Oriente) nele integrando o Irão, um dos maiores produtores.

 

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Ao mesmo tempo que o Presidente dos EUA Donald Trump se retirava esta terça-feira (dia 8 de Maio) do Acordo Nuclear Iraniano estabelecido e assinado no ano de 2015 em Lausanne (Suíça) ‒ tendo de um lado os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (China, EUA, França, Reino Unido e Rússia) e do outro lado o Irão ‒ subscrito como se pôde constatar (na altura) por seis das maiores potências do Mundo e pelo então Presidente dos EUA Barack Obama (com a Administração Norte-Americana de então a ser um dos seus principais impulsionadores desse processo),

 

‒ Não deixando desde já de invetivar o Irão (e o regime iraniano atualmente no poder), acusando-o de continuar a mentir (ao Mundo) e avisando-o estarem os EUA preparados para se estrategicamente necessário (pondo em causa certamente o petróleo) dar a resposta imediata e apropriada (mais Bombas outra Guerra)

 

O mesmo anunciava desde já o recrudescimento das sanções a tomar dirigidas contra o Irão, certamente esperando que outros se lhe seguissem (no apoio à decisão dos EUA) ou não fossem seus Aliados ‒ certamente com a embaixadora dos EUA na ONU Nikky Haley a pegar no seu bloco de apontamentos e a registar aí (para memória futura) o nome dos (desleais) opositores.

 

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Com a tomada de posição do Presidente dos EUA (passados 3 anos depois de Barack Obama sendo agora Donald Trump) a ter respostas diferenciadas conforme a parte do Globo à qual ia chegando a informação, mas dada a real essência do problema (o amor ao Petróleo e o ódio ao Irão) e tomando em consideração a total ausência de justificação para tal atitude tão inopinada (como se oriunda de uma criança) como extrema (só mesmo assumindo a atitude confrangedora e extrema da dupla britânica May/Boris, optando pelo “quase que de certeza é verdade” em vez de simplesmente optar pela “verdade”),

 

Levando os restantes 4 signatários do Acordo Nuclear Iraniano a manterem o seu compromisso (assumido e dito vir a ser respeitado e nada havendo contra, não existindo razão óbvia para ser descontinuado) reiterando-o de novo conjuntamente com o Irão ‒ enquanto os EUA denunciavam unilateralmente o acordo que os próprios tinham promovido e assegurado respeitar, desrespeitando os outros (signatários), isolando-se mais um pouco (do Mundo tal como no caso do problema Ambiental) e talvez preparando-se para a sua única escapatória ‒ perdido interna e externamente ‒ se quiser resistir (até ao fim do seu mandato) e ainda poder voltar a ser eleito (para um 2º mandato): da série Os Militares e a Guerra (destruído o Afeganistão, o Iraque, a Líbia, a Síria e o Iémen e regressados os Excecionais ‒ os mesmos que levaram todo o Mundo atrás das Armas de Destruição Maciça ‒ seguindo-se agora o cenário para um novo palco o Irão) numa Nova Temporada.

 

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E com o Mundo preocupado (caso do Continente Europeu), com outros a festejarem (Israel e Arábia Saudita) e com um outro à espera (o Irão para já sossegado) ‒ e com os ditos terroristas (sempre preparados para agir) apenas à espera das ordens oriundas do Irão (Hezbollah/os terroristas referidos como maus) ou então da Arábia Saudita (Al-Qaeda e Exército Islâmico/os terroristas referidos como bons). E até com a Boeing a sair agora prejudicada (depois das declarações de Trump) sendo mesmo obrigada a cancelar o seu negócio (de muitos milhões) de venda de aviões (de carreira) ao Irão. E com os Europeus com receio (avisando os EUA para não tentarem de qualquer fórmula bloquear ou destruir o acordo), com os Países do Golfo jubilantes (aliados da Arábia Saudita e logo tendo como grande inimigo o Irão), com Israel a aproveitar (a ocasião proporcionada por Trump) para atacar mais uma vez a Síria (Damasco) e lá ao fundo ainda quietinho e sem se manifestar o Irão, assegurando aos restantes países a manutenção pela sua parte do Acordo de 2015.

 

E no meio de tudo isto com o maior perigo a vir de Israel e da Arábia Saudita (com os seus poderosos e bem-equipados ‒ direta/indiretamente pelos EUA ‒ mercenários da Al-Qaeda e ISIS/ISIL), querendo tal como os EUA a destruição do Irão. Tentando de uma forma ou de outra uma intervenção direta por parte dos EUA (difícil de momento de acreditar) reeditando a Guerra do Golfo, mas agora tendo como objetivo o único país ainda intacto naquela tão martirizada (por submetida a terraplanagem e genocídio) região (destruídos Iraque e Síria) o Irão.

 

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Restando ao Mundo aguardar a evolução do guião desta série televisiva ‒ de muita ação e de guerra ‒ de origem norte-americana e numa reedição de anteriores (de sucesso para uma Indústria), nesta nova temporada (da Administração da Casa Branca) mudando um pouco o cenário (de base semelhante) mas mantendo o mesmo elenco (terroristas/mercenários), alterando radicalmente com a sua reorientação (obviamente e como sempre o Irão) o ambiente exterior de mais esta penetração: proporcionando na pior das hipóteses ao Irão o estatuto dos demais (territórios intervencionados pelos EUA). E com uma Nova Ordem Mundial (NWO) surgindo da aplicação da teoria (da Evolução) via Terra Queimada.

 

(imagens: moddb.com/dailycaller.com/demotivation.me/israeltoday.co.il)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20

[No caminho de uma Nova Ordem (Mundial) Tutelada ‒ mas por quem?]

 

Para um leigo minimamente informado sobre o problema norte-coreano e iraniano, o principal perigo que esta nova situação poderá originar ‒ dada a fórmula de resolução parecer ser a mesma anteriormente aplicada à Coreia do Norte (sanções e mais sanções) levando-a a isolar-se ainda mais e a ter hoje um arsenal nuclear como pretexto para se defender, negociar e no fundo existir ‒ reside no facto de os EUA ao romperem unilateralmente o Acordo Nuclear Iraniano acordado em 2015, poderem estar a contribuir (se calhar deliberadamente e no final podendo fazer implodir todo o Médio-Oriente/e os seus poços de petróleo) para no futuro (a curto-prazo) o Irão se tornar num clone do que é hoje a Coreia do Norte: efetivamente uma potência nuclear.

 

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Playing with Fire:

Trump’s Iran policy risks cloning North Korea

(James M. Dorsey/globalvillagespace.com/03.08.2017)

 

Com o Mundo de momento a balançar entre a Coreia do Norte e o Irão ‒ e com o proprietário e manipulador da balança a ser o Excecional (Centro do Mundo Científico, Tecnológico, Económico e Financeiro) e Dono do Mundo (Supremacia Militar Global esmagadora) Estados Unidos da América ‒ será interessante tentar compreender o motivo pelo qual a atual Administração da Casa Branca (sob a liderança do Republicano e 45ª Presidente dos EUA Donald Trump) tomando nas suas mãos o Futuro do planeta (como Polícia do Mundo) e perante os 4 países constituindo o Eixo do Mal (China, Rússia, Coreia do Norte e Irão), decide surpreendentemente chamar para negociações de Paz um deles (logo dos dois e no presente o mais perigoso, igualmente o mais mal comportado e o nuclearmente já armado) ‒ a Coreia do Norte ‒ enquanto inopinadamente vai desde já ameaçando um outro (rasgando unilateralmente um acordo englobando outros signatários e como tal desrespeitando-os) com mais sansões, bombas e Guerra ‒ o Irão. Será por causa do Petróleo?

 

PAÍS

EUA

(Estados

Unidos

da

América)

IRÃO

(Republica Islâmica

do

Irão)

COREIA NORTE

(Republica Popular

Democrática Coreia)

Países com fronteira terrestre

comum

(2)

Canadá e México

(7)

Iraque, Turquia, Arménia, Azerbaijão, Turquemenistão, Afeganistão e Paquistão

(3)

Coreia do Sul, Rússia e China

Principais

Aliados

&

Inimigos

Europa Ocidental, Canadá, Coreia Sul, Austrália, México, Israel, Japão, Filipinas, Arábia Saudita, Emiratos Árabes Unidos, Marrocos

&

China, Rússia, Irão, Coreia Norte

Rússia, Índia, Líbano, Síria

(e terroristas do Hezbollah)

&

EUA, Arábia Saudita, Israel

(e terroristas do Exército Islâmico e Al-Qaeda)

China, Rússia, Bulgária, Benim, R.D. Congo e Madagáscar

&

EUA

Presidente

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 Donald Trump

(71 anos)

250px-Hassan_Rouhani.jpg

 Hassan Rouhani

(69 anos)

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 Kim Jong-un

(34 anos)

Capital

 

Washington

Teerão

Pyongyang

População

 

324.500.000

78.200.000

24.900.000

Área

 

9.860.000Km²

1.648.000Km²

120.500Km²

GDP

19.400.000

(milhões USD)

400.000

(milhões USD)

15.000

(milhões USD)

Balança Comercial

-860.000

(milhões USD)

+ 45.000

(milhões USD)

-2.000

(milhões USD)

Principal produto Exportação

Serviços:

360

(biliões USD)

Aviões/Automóveis/Máquinas:

290

(biliões USD)

Petróleo/Derivados/Farmacêutico:

160

(biliões USD)

Petróleo:

22

(biliões USD)

Carvão:

1000

(milhões USD)

Vestuário:

550

(milhões USD)

Petróleo

 

3º Produtor

Petróleo

(líder Arábia Saudita)

 

10º Em Reservas

(líder Venezuela)

5º Produtor Petróleo

 

 

4º Em Reservas

 

-

 

-

Armas Nucleares

7.200

0

10

(mínimo)

Orçamento Militar

554,0

(biliões USD)

12,3

(biliões USD)

15.0

(biliões USD)

Militares (A+R)

 

2.100.000

2.350.000

1.800.000

Artilharia

 

3.300

5.400

13.000

Tanques

 

57.000

5.700

19.500

Aviação

 

20.000

1.490

2.350

Tabela Comparativa ‒ EUA, Irão e Coreia do Norte

Valores aproximados

(A: No ativo R: Na reserva)

 

Flag-Pins-Iran-North-Korea.jpg

The North Korea-Iran Link

Will Test Trump

(Lt. Colonel James G. Zumwalt ‒ USMC (Ret.)/aim.org/28.02.2017)

 

Com a tabela anterior a poder dar uma pequeníssima contribuição para o esclarecimento deste grande Mistério (num caso com piruetas impossíveis de imaginar e muito menos de executar/Coreia Norte e no outro com muito mais adrenalina, dando saltos pretensamente planeados/seguros em direção ao abismo/Irão), envolvendo dois (dos 4) países integrando o Eixo do Mal, não os mais fortes sim os mais fracos, mas aliados (segundo os países integrando o Eixo do Bem) e sem dúvida representando por incorporação tradicional (e atualizada) o Mal (podendo agora numa nova temporada ‒ saltando para fora a Coreia do Norte ‒ ver a sua constituição ‒ do Eixo do Mal ‒ descontinuada e redefinida). Aparentemente com os EUA sob a liderança de Donald Trump (acompanhado pelos representantes na sua Administração do Complexo Industrial-Militar e contando ainda com o regresso de alguns dos falcões e estrategas das duas Guerras do Golfo) ‒ numa atitude dúplice (característico de alguém com dupla personalidade) deixando o Mundo confuso e extremamente preocupado (pela destruição brutal já registada nessa zona do globo terrestre originando contingentes infindáveis de migrantes em fuga da guerra e da morte) ‒ a optarem por uma estratégia de contenção na região envolvendo a Península da Coreia (sem interesse comercial no norte, dispondo este de arsenal nuclear e tendo como vizinhos a China e a Rússia) e de rutura, ameaça e provocação no que diz respeito ao Irão (rico em petróleo, sem arsenal nuclear/mas se forçado pelos norte-americanos podendo replicar o sucedido ‒ com impulso dos EUA ‒ na Coreia do Norte, não fazendo fronteira com a China/Rússia só com ex-repúblicas da URSS, mas tendo muitas portas de entrada/penetração para grupos terroristas).

 

(imagens: globalvillagespace.com/wikipedia.org/aim.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:01

08
Mai 18

 

Última Hora

“President Trump declared on Tuesday that he was pulling out of the Iran nuclear deal, unraveling the signature foreign policy achievement of his predecessor, Barack Obama, and isolating the United States among its Western allies.”

(nytimes.com/08.05.2018)

snapshot DT.jpg

Donald Trump e a sua conferência de imprensa de 8 de Maio em que anunciou a sua retirada do acordo nuclear iraniano, aproveitando a ocasião (contrastando com a sua atitude face à Coreia do Norte) ‒ A Ocasião Faz o Ladrão ‒ para atacar o Irão.

E dando Uma no Cravo e Outra na Ferradura ‒ “não se comprometendo, utilizando argumentos dúbios, defendendo ambos os lados de uma contenda” (dicionárionet.com) ‒ o atual Líder dos Estados Unidos da América (45º Presidente e Republicano), simultaneamente ainda milionário do ramo Imobiliário, da Restauração, dos Concursos de Beleza e dos Casinos ‒ o nova-iorquino de 71 anos Donald Trump ‒ depois se oferecer inesperadamente à Coreia do Norte e ao seu líder (o ditador Kim Jong-un) para dialogar ‒ tendo anteriormente prometido Fogo & Fúria ‒ vem agora denunciar (esta terça-feira 8 de Maio) o acordo nuclear iraniano assinado pelo seu antecessor Barack Obama (estabelecido em 27 de Setembro de 2013 e acordado/concluído em 14 de Julho de 2015 com a assinatura dos EUA e do Irão e das nações integrando o P5+1 ‒ China, EUA, França, Reino Unido, Rússia e ainda o Irão) ameaçando desde já o Irão e prometendo-lhe se necessário uma resposta à base de bombas. E depois de outros acordos quebrados unilateralmente pela Administração da Casa Branca (Ambientais e Económicos) abrindo-se agora um novo e preocupante Cenário ‒ de Guerra (para os EUA e para o Resto do Mundo) ‒ dado o Irão ter Petróleo (ao contrário da Síria e da Coreia do Norte). Faltando-se apenas saber o que pensam a Rússia e a China (entalados como estão França e Reino Unido) ‒ e já agora da ONU ‒ da chantagem de Donald Trump (prometendo mais sansões) aos países não apoiantes.

 

“Trump deserves Nobel Prize if he solves Iran, Korea crises, says Boris Johnson.

UK foreign secretary is trying to persuade Trump not to scrap the Iran deal.”

(politico.eu/08.05.2018)

 

“Obama got Nobel before he did anything.”

(Boris Johnson/sky.co/06.05.2018)

 

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Benjamin Netanyahu

A prova irrefutável das mentiras iranianas

(proferidas pelos mesmos que afirmando terem os iraquianos Armas de Destruição Maciça ‒  Químicas e Nucleares ‒  terraplanaram o Iraque e praticaram genocídio)

 

“Will Trump pull out from Iran deal? The world will know today.”

(oneindia.com/08.05.2018)

 

Enquanto no nosso planeta e observando-o apenas segundo uma perspetiva Geográfico-Natural as maiores concentrações demográficas e simultaneamente as sociedades atualmente mais desenvolvidas se encontram esmagadoramente localizadas no Hemisfério Norte ‒ ou seja acima da linha do Equador ‒ se lhe acrescentarem na sua análise um outro parâmetro artificial por estritamente político-ideológico (separando Religiosamente o Bem do Mal segundo as diretivas Católico-Romanas e as leis do Capitalismo Ocidental), poderemos para sermos mais rigorosos e para nossa salvaguarda (e do o Mundo Ocidental) dividir a Terra não em 2 Hemisférios (Norte e Sul) mas em 4 Quadrantes: para nós Ocidentais com o 1º Quadrante a ser o Líder Mundial (englobando os Excecionais EUA e os seus Aliados Europeus) e o representante do Eixo do Bem, com o 2º Quadrante (localizado a leste) dominado pela Rússia e pela China (assim como pelo Irão) a ser o Inimigo Público Nº1 do Ocidente e o representante do Eixo do Mal e com os 3º/4º Quadrantes dada a grande potencialidade dos quadrantes anteriores (1º/2ºQ) e ao seu significativo atraso cientifico-tecnológico face aos primeiros (do 3º/4ºQ), a serem certamente a futura reserva de mão-de-obra (ou se preferirem e face à automatização, de escravos) para os tempos incertos que aí vêm: não sendo por acaso o controlo quase total dos EUA sobre o Continente Americano (América do Norte e do Sul) ‒ com exceções como Cuba e a Venezuela a sentirem as consequências da sua desobediência ‒ e o assalto de norte-americanos (com armas) e de chineses (com bens) ao Continente Africano tentando aí exercer o seu domínio e a sua supremacia. E com o Eixo Económico-Financeiro Mundial a deslocar-se progressiva e irreversivelmente para a Ásia (face à grave e pelos vistos irreversível Crise Económica, Financeira, Cultural e Moral atravessando todo o Continente) deixando a Europa descalça e de mãos estendidas (aos dinheiros e negócios Russos e Chineses) além de ajoelhada (frente ao poder do Dólar e Militar Norte-Americano) ‒ e humilhada pela atuação do Novo Dançarino francês: depois de Sarkosy seguindo-se Macron.

 

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2 Ditaduras (Coreia Norte e Irão) e a teoria dos 2 pesos e das 2 medidas

& An Olive Branch for North Korea, but Bombs for Iran (a tal teoria de novo)

U.S. Secretary of State Mike Pompeo is greeted by Saudi Foreign Minister Adel al-Jubeir in Riyadh, Saudi Arabia, on April 28, 2018.

 

“No reward for North Korea without irreversible denuclearization.”

(Secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo/Reuters.com/12.04.2018)

 

Ultrapassado mais um fim-de-semana neste 1º Quadrante da Terra (englobando os EUA, a Europa Ocidental e já agora a sua principal instituição a NATO) no qual poderemos integrar Portugal (por direito geográfico, católico-romano, europeu e ocidental), destacando-se alguns Eventos mais passados ou presentes com maior ou menor impacto (suponhamos que os ocorridos entre 1/terça-feira e 7 de Maio/segunda-feira): em países limítrofes como Portugal ultima e prioritariamente direcionados para a Indústria Hoteleira e Turística (e afins como o da Construção e do Imobiliário) e para os omnipresentes Serviços (numa Monocultura levando ao afunilamento da área e à estagnação das restantes) ‒ oferecendo às novas gerações um único destino e uma única opção (de miséria) mas de mais rápida absorção (ou tempo não fosse dinheiro) ‒ com nada de relevante a suceder a não ser a constatação (não surpreendente pelo poder da Cultura Intrusiva Estatal e pela contínua manipulação da Memória distorcendo sistematicamente a História) do poder ainda intacto da Tríade Fado/Futebol/Fátima (44 anos depois da Revolução ou Golpe de Estado de 25 de Abril) ‒ com o festival da Eurovisão da Canção a caminho (dando desde já uns quantos milhões de prejuízo à RTP), com o Campeão de Futebol decidido (do Porto ficando as migalhas para Lisboa) e ainda com os Peregrinos na estrada dirigindo-se para o Santuário de Fátima (para as Comemorações do 13 de Maio na Cova da Iria, recordando o Milagre aí ocorrido há cerca de 100 anos) ‒ enquanto no Mundo Ocidental domiciliado no 1º Quadrante e sob orientação Norte-Americana, com as notícias merecedoras de tal definição (depois de filtradas e como sempre condicionadas à estratégia das FAKE NEWS) a poderem ter factualmente e pela sua profunda difusão fontes centradas (mesmo que não localizadas) nos EUA (simultaneamente sede do Crime Organizado e da Polícia do Mundo), na Coreia do Norte (associada à China), na Síria e no Irão (associados à Rússia) e na Venezuela (associada a Cuba) ‒ e com a Ucrânia de reserva (e a sua Guerra Civil temporariamente suspensa) agora que se aproxima o Mundial de Futebol (a iniciar-se já em Junho) na Rússia (antecipada e desportivamente dopada apesar de nesta época ser a 6ºRM atrás dos EUA medalhado com Bronze) de Vladimir Putin. Segundo a lógica atual (norte-americana e inglesa) ‒ e podendo ter como declarante anedótico/perigoso o chefe da diplomacia britânica Boris Johnson ‒ sendo igualmente a razão (tendo o Povo todo Dopado) da recente reeleição de PUTIN.

 

(imagens: reuters.com e marchonpentagon.com/01.05.2018 c/legenda em inglês)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

11
Dez 17

No Presente com o Mundo ainda num impasse ‒ entre o Poder e Submissão ao Império Norte-Americano (o Passado) e a reverência a um Velho Império em Vertiginosa Ascensão a CHINA (o Futuro) ‒ o Resto como que num estado comatoso permanece no limbo, não se apercebendo que no entretanto, o mesmo (Mundo) já há muito tempo que mudou: com o novo Eixo Económico e Financeiro Mundial a transferir-se gradual e tranquilamente para a Ásia e com a China a médio prazo a substituir os EUA como maior potência Global (se as coisas continuarem assim).

 

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Teerão e Riyadh

 

Olhando para esta foto colocando lado a lado as capitais dos dois países árabes mais poderosos da região do Médio Oriente ‒ Teerão capital do IRÃO e Riyadh capital da ARÁBIA SAUDITA ‒ a primeira coisa que nos vem à cabeça transporta-nos para um outro conflito terminado há 29 anos (1980/1988) a Guerra Irão/Iraque, tendo de um lado o Irão pós-revolucionário e do outro o Iraque de Saddam Hussein: a nada levando senão a perdas claramente ultrapassando os 1000 biliões de dólares e a um número de vítimas civis e militares ultrapassando um milhão ‒ e no sentido contrário impulsionando ainda mais a Revolução Iraniana (transformando o Irão na grande potencia regional que é hoje) e transformando o exército do Iraque num dos mais experientes e poderosos da zona (levando em 1991 Saddam Hussein a invadir o Kuwait aí se iniciando a 1ª Guerra do Golfo).

 

E a segunda coisa também tão importante como a primeira é tentar compreender a razão pela qual o envolvimento direto ou indireto das forças dinamizadoras deste processo, sendo no essencial as mesmas e representando o mesmo género de blocos (políticos e/ou religiosos sendo opostos), insistem no mesmo tipo de intervenção (mais clara agora com Donald Trump no interesse exclusive da América apoiando os sauditas/militarmente e demonizando os iranianos/como terroristas) não se coibindo de colocar em palco e num cenário pretendido de autodestruição duas das sociedades mais desenvolvidas do Médio Oriente: e de novo tal como em todos os outros conflitos ocorridos na mesma região do nosso (único) planeta ‒  Rica em Petróleo (e em Grandes Negócios) ‒ assistindo-se mais uma vez a um insuflar artificial do mesmo, que como se pode ver desde já (na Guerra Civil no Iémen) não tem levado os Sauditas a lado nenhum.

 

irans-hassan-rouhani-donald-trump.jpg1512818825saudi-prince-MBS.jpg

Hassan Rouhani e Mohammed bin Salman

 

A não ser a continuação de todos os conflitos instalados nessa já tão martirizada região ‒ já com dois países dos mais ocidentalizados no passado como o Iraque e a Síria completamente destruídos ‒ a troca infernal entre EUA/Arábia Saudita de Armamento/Petróleo e a garantia da completa desestabilização futura de toda esta região (ficando a lucrar os EUA e talvez ‒ se sobreviver ‒ Israel). E no sentido de se evitar tal trajeto suicidário entendendo-se melhor as últimas afirmações oriundas do Irão (proferidas pelo Presidente do Irão Hassan Rouhani): "If Saudi Arabia, as a neighboring country, stops the bombing of Yemen from tomorrow, stops bowing to Israel and stands straight and relies on its own people and the region, then we will have no problems with them."

 

(imagens: rt.com/ibtimes.co.uk/asiatoday.in)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:41

17
Nov 17

“The outer rigid surface of the Earth is divided into chunks known as tectonic plates. These plates move around at the rate of a few centimeters per year – by coincidence, the same rate at which your fingernails grow. The Arabian Peninsula and Iran are on separate adjacent plates in this region.”

(theconversation.com/16.11.2017)

 

Com esta imagem relativa ao sismo ocorrido a 12 de Novembro (deste ano) na zona de fronteira entre o Iraque e o Irão (perto da cidade iraquiana de Halabjha localizada a nordeste de Bagdade) ‒ registada a 8 de Setembro deste mesmo ano pela agência espacial norte-americana NASA (satélite EOS/instrumento ASTER) ‒ pode-se ver o local do epicentro deste sismo devastador de M7.3 (indicado com uma estrela amarela).

 

PIA22112.jpg

1

PIA 22112

Iran-Iraq Border Quake Region Imaged by NASA Satellite

 

Um sismo sentido no Iraque e no Irão e noutros países (mais ou menos) próximos (como o Kuwait, a Turquia e Israel), provocando enorme destruição (como danos materiais em casas, edifícios e outras infraestruturas) e entre 500/600 vítimas mortais (sobretudo na zona indicada a amarelo) ‒ segundo os especialistas ocorrendo num local já com um passado histórico de sismos violentos e particularmente mortais (e localizado nas imediações dos limites da Placa Tectónica Arábia e Euroasiática).

 

Iran-Iraq Earthquake Kills More Than 500

(nytimes.com)

 

14iran-1-superJumbo.jpg

2

Cidade iraniana de Pol-e-Zahab uma das mais atingidas

(pelo sismo M7.3 de 12 de Novembro)

 

Finalmente com a imagem (produzida pela JPL) a indicar-nos, a Vermelho-Vivo locais de campos e de culturas (terrenos agrícolas), a Vermelho-Pálido encostas de montes cobertas de arbustos e de árvores, a Cinzento-Escuro áreas recentemente queimadas e a Cinza/Acastanhado diferentes tipos de rochas. Utilizando assim o satélite EOS e o instrumento (ótico) ASTER não só para o estudo destes fenómenos sismológicos (associados à deslocação das Placas Tectónicas) como igualmente para observar a deslocação dos glaciares (avanços e recuos), a atividade vulcânica, culturas e colheitas (agrícolas) e muitos outros parâmetros influenciando o Ambiente e todo o nosso Ecossistema (terrestre) ‒ segundo o artigo da NASA.

 

[Um sismo M7.3 com o número de vítimas mortais a caminharem rapidamente para as 600, talvez com uns 10.000 feridos e ainda uns 100.000 desalojados (agora sem casa).]

 

(imagens: (1) + legenda/dados/nasa.gov (2) nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:12

19
Jun 17

Iran Fires Mid-Range Missiles at ISIS in Eastern Syria

(Hana Levi Julian - 19.06.2017)

 

Irans-Emad-ballistic-missile.jpg

Míssil balístico de médio-alcance utilizado pelo Irão

(supondo-se terem lançado 6)

 

Numa mensagem simultaneamente dirigida aos EUA e a todos os países da região colocados sob a sua proteção (Arábia Saudita, restantes Países do Golfo ‒ eventualmente excluindo o Qatar ‒ e Israel), informando-os do seu poder e do respeito que todos deviam ter para com a defesa da soberania do seu território (e dos seus interesses económicos) como potência regional que já é.

 

Como resposta ao ataque dos terroristas do ISIS/Estado Islâmico levado a cabo no passado dia 7 de Junho na capital do Irão ‒ com dois atentados no mesmo dia um no Parlamento Iraniano e outro no Santuário sagrado de Imam Khomeini (ambos em Teerão) a provocarem 18 mortos e 52 feridos (sendo um deles um Parlamentar) ‒ os responsáveis militares iranianos informaram terem lançado ontem de uma base situada na parte ocidental do Irão vários mísseis na direção de instalações dos terroristas do ISIS situadas no leste Síria (e transitando entre os conflitos no Iraque e na Síria), segundo os mesmos aí instalada (na cidade de Deir ez-Zour) como um posto de Comando Central dos terroristas e desempenhando entre outras funções a preparação de veículos para ataques suicidas.

 

Pela distância a percorrer entre o Irão e a Síria (passando sobre o Iraque) tratando-se de um míssil balístico com alcance em torno dos 500Km e nesse caso podendo-se estar perante um dos seus mísseis considerados operacionais como será o caso do modelo Shahab 2 (com o Irão a possuir mísseis balísticos com um alcance máximo de cerca de 2.500Km ‒ o míssil cruzeiro Soumar considerado também operacional); no entanto e segundo o site iransview.com podendo-se tratar na realidade de mísseis do tipo Zulfiqar com um alcance de 750Km. Uma operação militar que terá tido sucesso com todos os mísseis a atingirem o alvo e a destruírem a base dos terroristas do Estado Islâmico (segundo as autoridades iranianas): um ponto estratégico nas vias de comunicação entre os dois países em Guerra Civil (Iraque e Síria) e envolvidos numa luta sem quartel contra os militantes do ISIS/ISIL (responsáveis pela perpetuação do caos na região e continuando a ser financiados pelo seu maior apoiante a Arábia Saudita), agora destruído pela coligação pró-regime Síria/Rússia/Irão/Turquia contra os desejos óbvios de toda a oposição ao regime sírio (ainda no poder) apoiada pela Arábia Saudita/EUA/Israel/ISIS.

 

snapshot iran.jpg

Um dos mísseis iranianos atingindo em cheio instalações do ISIS

(localizadas na cidade síria de Deir-ez Zour)

 

Deixando-nos aqui a pensar quais serão os planos mesmo a curto-prazo de um qualquer tipo de intervenção a ser lavada a cabo por parte dos EUA na região do Golfo Pérsico (não diretamente), sabendo-se de antemão que o seu grande aliado é a Arábia Saudita (agora a rebentar de armas graças a contratos de biliões) e o seu principal inimigo o Irão (apoiado pela Rússia). Uma nova Guerra do Golfo pondo todo o leste da Europa em polvorosa (próxima como está da Turquia), talvez alastrando para zonas Mediterrânicas do norte de África (como já acontece no Iémen podendo alastrar a vizinhos), colocando em sentido a Rússia (um dos vizinhos mais próximos e sujeita a atentados) e deixando a China surpresa (já que só pensa em dinheiro) e a UN mais uma vez inativa (com Guterres a cumprir com a tradição).

 

Com os EUA na poltrona a vender e também a receber (como única super potência global baseada na moeda e na bala) ‒ mas obviamente com os outros a não serem melhores e sendo preferível estarmos bem preparados.

 

[Ainda há poucas horas a ser a comunidade muçulmana em Londres a ser envolvida num incidente talvez sem significado político (andam por aí muitos malucos alguns deles diagnosticados) fazendo rejubilar os extremistas (da direita inglesa) e também os terroristas (do Estado Islâmico) ‒ e provocando 1 morto e 10 feridos, mesmo não sendo um ato terrorista.]

 

(imagem e dados: ali javid YouTube/iransview.com e jewishpress.com/csis.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:31

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