Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Out 18

Sobre a GMV de Júpiter

 

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Júpiter

(JunoCam – NASA)

 

A study (led by Agustín Sánchez-Lavega of University of the Basque Country, Spain) determines that although the size of the GRS (Great Red Spot) has changed dramatically over the last 140 years, the winds have changed only modestly since 1979, when the Voyager missions visited Jupiter. The authors suggest that a “deeply rooted dynamical circulation” maintains these wind speeds. Further, they suggest that the rich morphologies in the top of the GRS reflect the dynamics at the cloud tops.

 

The MWR (Microwave Radiometer – a Juno instrument designed to study the hidden structure beneath Jupiter’s morphologically stunning cloud tops) should be able to probe the Jovian atmosphere to a depth of 550 km. It has already revealed that some atmospheric features visible on the surface actually extend to a depth of at least 300 km.

 

(JunoCam Wows Us Again With Detailed Images of the Great Red Spot/universetoday.com/27.09.2018)

 

Sobre a lua Titã

 

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Titã

(ilustração – NASA)

 

A great deal of attention was focused on Saturn’s largest moon Titan, which has many surprising Earth-like characteristics. These include its nitrogen-rich atmosphere, the presence of liquid bodies on its surface, a dynamic climate, organic molecules, and active prebiotic chemistry. And in the latest revelation to come from the Cassini orbiter, it appears that Titan also experiences periodic dust storms. This puts it in a class that has so far been reserved for only Earth and Mars.

 

Aside from being the only other celestial object in the Solar System with a substantial nitrogen atmosphere, it is also the only other Solar body where stable bodies of liquid still exist on its surface. And like on Earth, this liquid cycles between the atmosphere and the surface. But whereas on Earth, this cycle consists of water evaporating, forming clouds, and raining back down onto the surface (i.e. the hydrological cycle); on Titan, the entire process involves methane and ethane.

 

(Titan First-Ever Detected Dust Storms Proves the Moon to be More Earth-like than Ever/universetoday.com/27.09.2018)

 

(fonte: universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:08

31
Jul 18

Recordando a defunta e mundialmente conhecida (dupla) sonda CASSINI-HUYGENS, entre outras das suas inestimáveis proezas sendo a responsável (e a Pioneira):

 

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Saturno – Anéis e 5 Luas

(Sonda Cassini – PIA 12797)

 

- Pelo primeiro contacto estabelecido (não presencial mas concretizado indiretamente e à distância) com a superfície da maior lua do planeta SATURNO (e 2ª maior de todo o SISTEMA SOLAR),

 

TITÃ –

(com o seu módulo HUYGENS a aterrar sobre esta lua entre as mais de 60 já confirmadas do planeta)

 

- Assim como pelo seu estudo bastante extensivo do mais próximo de nós (da Terra) e seu vizinho (de Saturno) planeta JÚPITER – e das suas quase 80 luas (levado a cabo pelo módulo CASSINI),

 

– Sendo estes (Júpiter e Saturno) os dois maiores planetas do Sistema Solar integrando o grupo dos Planetas Gigantes (exteriores à Cintura de Asteroides e sendo gelados/gasosos) e dotados de curiosos Anéis –

 

A NASA vem agora presentar-nos com uma foto de 29 de Julho de2011 (fez domingo 7 anos) apresentando-nos o que diz chamar,

 

Um Retrato de Família”:

 

Capturada ainda em vida (ativa e em movimento) pela descontinuada sonda CASSINI (terminando a sua missão em 15 de Setembro de 2017, entrando e desintegrando-se na atmosfera de Saturno) e no Menu (da mesma sonda) referindo-se a Saturno, no que toca aos seus ANÉIS e a 5 das suas LUAS.

 

E com estas últimas a serem, salientados os ANÉIS,

 

– Centrados e associados ao planeta SATURNO –

(e da esquerda para a direita)

 

JANUS (d = 179Km), PANDORA (d = 81Km), ENCELADUS (d = 504Km e talvez a mais interessante), MIMAS (d = 396Km) e RHEA (d = 1528Km).

 

[Júpiter & Saturno – Uma família (uma Região) abandonada desde o suicídio planeado da sonda terrestre CASSINI (sem Alternativa Visível), agora apenas entregue a uma outra sonda terrestre mas mais nova e limitada – neste caso a sonda JUNO.]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:42

24
Jul 18

[Um território (Alienígena) possivelmente com Água (cobrindo a maioria da Terra e constituindo a maioria esmagadora do nosso Corpo), localizado a uma distância (média) de 780 milhões de Km (do Sol): mais pequeno do que a LUA e com as suas temperaturas a andarem entre os 220⁰C Negativos para baixo (como Mínima) e os 150⁰C Positivos (no Máximo).]

 

“O que se passa aqui, ali e acolá obedece sempre às propriedades (e manifestações) de um determinado conjunto (ou Ser Vivo): só assim se agregando e formando (mesmo que virtualmente e à nossa imagem), tornando-se relevante. Seja ele Mineral (a base de toda a Estrutura) ou Orgânico ou então como na Terra com evidentes Sinais de Vida. E sendo o Homem uma Máquina, à procura do seu criador, a Máquina Perfeita.”

 

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Radiação na lua de Júpiter EUROPA

(ilustração)

 

Radiation from Jupiter can destroy molecules on Europa's surface. Material from Europa's ocean that ends up on the surface of Europa will be bombarded by radiation. The radiation breaks apart molecules and changes the chemical composition of the material, possibly destroying any biosignatures, or chemical signs that could imply the presence of life.

(nasa.gov)

 

Como se olhássemos para a epiderme de um ser Humano (o nosso maior órgão revestindo todo o nosso corpo ‒ tal como a fina crosta terrestre envolvendo o nosso planeta) e observássemos a evolução de uma “espinha ou bico” desde o início da sua formação (em camadas inferiores da nossa “pele”), passando pela sua elevação (começando a aparecer nesse ponto da epiderme uma pequena protuberância) até à mesma rebentar, explodindo e entrando em erupção (com o processo a poder ser acelerado se a “espremermos e esvaziarmos” ‒ tal como as forças atuando no interior da Terra e forçando o material a ser expulso para o exterior numa erupção vulcânica) ‒ num processo associando Forças da Natureza atuando no Interior de uma determinada Unidade e outras Forças complementares dando-lhe forma e existência a partir do Exterior (e em conjunto formando um conjunto Relevante como o será a Terra e ainda mais a Vida)

 

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Erupção de material em Europa ‒ em 2014 e 2016

Podendo ser plumas de Água

(composição de imagens)

 

Rapidamente chegando-se à conclusão de como a compreensão de tudo o que nos rodeia (nos alimenta, dá forma e conteúdo), poderia ser muito mais fácil do que sempre nos disseram (certamente para nos condicionar reforçando a nossa Indiferença e desse modo deixando como sempre “as coisas a andar”) ‒ daí as grandes descobertas virem de Autodidatas e Experimentalistas, repetindo praticas e técnicas sucessivamente (errando e acertando) e daí tiradas as respetivas ilações repetindo essa prática (Imitando/Replicando como uma criança) com êxito nessa e noutras áreas de nosso interesse ‒ sendo que tudo o que vemos e que pressentimos tem como base um mesmo MOLDE, replicado e projetado incessantemente em todas as direções (e do infinitamente pequeno ao infinitamente grande) pelo menos no que diz respeito ao nosso UNIVERSO (visto como uma gota entre um oceano de Universos, formando um conjunto ainda maior um Multiverso): sendo fácil de o interiorizar e entender (o Universo) desde que o consideremos uma Unidade como a nossa (integrando matéria, energia, movimento) ou seja um UNIVERSO VIVO (assentando a sua Alma tal como nos Humanos, na manutenção do Equilíbrio das forças Eletromagnéticas).

 

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As luas de Júpiter, Europa (à direita) e Io

Esta última igualmente com atividade vulcânica

(New Horizons/2007)

 

E assim com o fenómeno a ocorrer em EUROPA (uma das muitas luas de JÚPITER) a ser algo já visto na Terra e no Homem (erupções vulcânicas e “espinhas ou bicos”) bastando para o confirmar lá ir e verificar (algo difícil de executar agora que o Homem deixou as viagens espaciais tripuladas, e como se fechasse em si (nesta Terra condenada) ‒ deixando-se morrer por inação ‒ pusesse mesmo em causa as missões telecomandadas). Se não o fizer cumprirá um trajeto sem retorno face à sua Morte Anunciada (tal como os Dinossauros rumo à Extinção).

 

(imagens: NASA ‒ NASA/ESA/W. SPARKS ‒ NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:41

09
Mar 18

Júpiter ‒ O planeta onde caberiam 1300 Terras

 

1/2

1 Ciclone central rodeado por outros 8 Ciclones

(com diâmetros variando entre 4000Km/4600Km)

 

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1/2

Pólo Norte de Marte ‒ Missão Juno

(PIA 22335/PIA 22336)

 

Imagens obtidas a partir da sonda JUNO atualmente orbitando o planeta JÚPITER (o Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar), mostrando-nos as violentíssimas tempestades atmosféricas que ocorrem à superfície do 1º Planeta Exterior (planeta localizado para além da Cintura de Asteroides), no primeiro dos registos sendo de assinalar vários ciclones rodeando o Pólo Norte do planeta e no segundo (obtido há pouco mais de um ano, a 2 de Fevereiro de 2017) esclarecendo-nos melhor sobre a estrutura e o padrão desses ciclones. Através dos dados registados por instrumentos da sonda Juno utilizando (neste caso e especificamente) infravermelhos (e associando as cores obtidas a temperaturas), com as temperaturas (indicando calor radiante) dessa espessa camada de nuvens movimentando-se à superfície de Júpiter a elevadíssimas velocidades (se comparadas com os casos mais extremos e semelhantes ocorridos na Terra) a variarem entre os -13⁰/amarelo e os -181⁰C/vermelho.

 

3

1 Ciclone central rodeado por outros 5 Ciclones

(com diâmetros variando entre 5600Km/7000Km)

 

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3

Pólo Sul de Marte ‒ Missão Juno

(PIA 22337)

 

Já no terceiro registo verificando-se o aparecimento do mesmo tipo de violentíssimas tempestades tal como as ocorridas no Pólo Norte (atrás referidas), neste caso com um menor número de Ciclones em presença ‒ um central e outros cinco rodeando-o ‒ e com diâmetros de ação (dos mesmos) ainda maiores: tal como no Pólo Norte ‒ e apesar destes monstruosos ciclones abrangendo áreas enormes, rodando a elevadíssimas velocidades e de quase se tocarem mantendo no entanto a sua identidade (forma e características) ‒ com o mesmo fenómeno atmosférico (brutal) a manifestar-se em tempestades desenvolvendo-se e observadas durante meses. E entre os muitos mistérios que envolvem este planeta gigante (com o hidrogénio e o hélio a perfazerem quase os 100% da sua atmosfera) podendo incluir no seu interior (2.5X) todos os astros irmãos (planetas) integrando o mesmo conjunto (Sistema Solar) ‒ só sendo mesmo superado pelo Sol ‒ assinalando-se a grande espessura das diferentes camadas de nuvens envolvendo o planeta Júpiter (nelas circulando fortes correntes de jato originando estes ciclones e podendo ter uma profundidade de cerca de 3000Km) ‒ comparativamente com uma massa total 1000X superior à terrestre ‒ rodeando um núcleo central sólido (eventual) mas nunca visto (direta ou indiretamente nunca observado, apenas apoiado em dados recolhidos e teorizados). Um núcleo central certamente ainda mais quente que o de Saturno (atingindo quase 12000⁰C) tendo a envolve-lo uma espessa e turbulenta atmosfera com ventos podendo atingir velocidades (dependendo da profundidade/pressão atmosférica) entre os 300Km/h e os 600Km/h.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:47

05
Jan 18

Numa imagem espetacular enviada para a Terra pela sonda norte-americana JUNO (lançada pela NASA de Cabo Canaveral em 5 de Agosto de 2011) a partir das proximidades do planeta JÚPITER (o maior planeta do Sistema Solar localizado em Novembro/2017 a 960 milhões de Km da Terra), podemos usufruir de um cenário tumultuoso típico de se observar na atmosfera jupiteriana: demonstrando-nos como o planeta continua bastante ativo (e Vivo) e fazendo-nos imaginar (até pela sua forma, colorido e distribuição) como à sua superfície as condições apresentadas serão certamente extremas, terríveis e impossíveis de suportar pelo Homem (num planeta-gigante se comparado com a Terra). E desde há 4 meses com o suicídio de CASSINI (atrevendo-se a atravessar a atmosfera de Saturno e rapidamente sendo esmagada) com JUNO a ser a nossa única presença por aquelas regiões do Espaço.

 

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JÚPITER

(PIA 21973)

 

Uma imagem registada a 16 de Dezembro de 2017 quando a sonda JUNO se encontrava a pouco mais de 13.000Km de JÚPITER ‒ como a agência espacial norte-americana refere a uma distância praticamente igual ao diâmetro da Terra ‒ e como tem acontecido nos últimos tempos posteriormente editada por Cidadãos Cientistas (assim designados pela NASA) ‒ depois de melhorada e realçados alguns pormenores ‒ e finalmente sendo editada num Site da NASA (neste caso a 4 de Janeiro de 2018 no seu PHOTOJOURNAL). Mostrando-nos que tal como acontece no nosso planeta Cenários de Beleza podem esconder Constituintes Terríveis, mas que no entanto talvez num Futuro não muito distante JÚPITER ainda venha a ter um papel preponderante (a desempenhar até para o Homem) ‒ sendo Protagonista como talvez já o tenha sido (no início da formação do Sistema Solar).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:45

12
Dez 17

New Radiation Zones on Jupiter

(Photojournal/11.12.2017)

 

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Novas Zonas Radioativas em Júpiter

(PIA 22179)

 

No novo esquema/gráfico editado (em 11 de Dezembro de 2017) pelos cientistas da NASA responsáveis pela missão da sonda JUNO ao distante (em Novembro deste ano encontrando-se a 960 milhões de Km da Terra) planeta JÚPITER (o maior planeta do nosso Sistema Planetário), os mesmos descobriram uma nova zona radioativa rodeando o Gigante Gasoso (lá cabendo 1321 Terras) localizada perto do seu equador e mesmo por cima da sua camada atmosférica: na imagem anterior publicada no PHOTOJOURNAL (photojournal.jpl.nasa.gov) com essa ZONA RADIOATIVA a aparecer como a parte assinalada com uma cor azul-brilhante, rodeando a parte média do planeta Júpiter.

 

Com essa zona a ser identificada aproveitando a maior aproximação ao planeta JÚPITER levada a cabo pela sonda JUNO (passando num dos seus voos rasantes a apenas 3400Km do topo da camada de nuvens rodeando o planeta), descobrindo aquando dessa passagem algumas das caraterísticas responsáveis por esses efeitos (o aparecimento de uma zona de radiação azul-brilhante) sobre o seu equador: fazendo parte dessa Zona Radioativa (a azul-brilhante) IÕES energéticos de ENXOFRE, HIDROGÉNIO e OXIGÉNIO circulando no seu interior a uma velocidade perto dos 300.000Km/s (a velocidade da luz).

 

E com a explicação para todo este processo originando esta Zona Radiativa envolvendo a região média de Júpiter (sobre o seu equador), a ter segundo os cientistas como seus remetentes (destinatário Júpiter) as suas duas luas IO e EUROPA: “Juno scientists believe the particles creating this region of intense radiation are derived from energetic neutral atoms -- that is, fast-moving atoms without an electric charge -- coming from the tenuous gas around Jupiter's moons Io and Europa. The neutral atoms then become ions -- atoms with an electric charge -- as their electrons are stripped away by interaction with the planet's upper atmosphere.” (nasa.gov)

 

No seu Cinturão Radioativo (e na presença do seu poderoso campo magnético aqui representado por linhas meio azuladas) mesmo nos seus pontos mais extremos (afastados do planeta) detetando-se ainda a presença dessas partículas de alta-energia os iões ‒ anteriormente pensando tratar-se de eletrões deslocando-se perto da velocidade da luznão sendo (no entanto) ainda muito bem compreendido (pelos cientistas) a origem dessas partículas (e o seu mecanismo de formação): podendo ser inerente ao interior (constituição) do próprio planeta (Júpiter), à influência das suas luas (como Io e Europa) ou então a influência externa (intrusiva) por exemplo exercida pelos Raios Cósmicos e pelo conjunto de todo o Sistema Sola.

 

Imaginando (por fazer parte da Realidade) … Num Futuro (em princípio) ainda longínquo e com a Terra já no seu declínio final (com a estrela a crescer e a engolir o planeta) ‒ para lá da Cintura de Asteroides e a mais de 1000 milhões de Km do SOL ‒ com um Novo Mundo (tendo evoluído e atingindo o seu estado final) pronto para tudo e preparado para nos receber.

 

(a partir de imagem/dados fornecidos por: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:03

23
Out 17

Segundo alguns cientistas há uns 4/5 biliões de anos com Júpiter a poder ter entrado no nosso Sistema ainda em formação dirigindo-se para o Sol, atravessando-o (o Sistema Solar), levando material atrás de si (passando pela região hoje ocupada por Marte) e fixando-se na orbita atual devido à força gravitacional exercida por outros planetas gigantes como o poderia ser Saturno. Sendo a única questão (sem resposta e suscitando dúvidas) a existência de Marte e de como este poderia ter resistido (na altura e comparativamente sendo tão pequeno) à passagem/presença do Gigante (tão perto).

 

A Cerca de Mil Milhões de Km de Nós

 

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Alvo Júpiter ‒ Sonda Juno ‒ PIA 21969

(Setembro 2017)

Sobre a superfície de Júpiter a sombra da sua lua Amalteia

 

Nesta imagem capturada no passado dia 1 de Setembro de 2017 por uma câmara instalada na sonda automática JUNO (em órbita do planeta JÚPITER desde 5 de Julho de 2016), podemos observar a uma distância próxima dos 922 milhões de Km (distância Terra/Júpiter em Setembro deste ano), um fenómeno já por nós conhecido mas nesse caso intervindo o SOL, a TERRA e a LUA (com a Terra a cerca de 150 milhões de Km do Sol): no caso do planeta situado a cerca de 6 UA da Terra, contando com a presença do SOL (a estrela de referência), de JÚPITER (em vez da Terra) e da sua lua AMALTEIA (em vez da nossa LUA).

 

No caso da lua de Júpiter AMALTEIA (uma das suas 69 luas conhecidas) sendo o 5º maior satélite natural (Regular) orbitando o planeta e simultaneamente pertencendo aos Satélites Interiores (orbitando muito próximo de Júpiter), com uma dimensão aproximada de 190Km, uma massa de 208x10↑16Kg e um período orbital de quase 12 horas (e sendo a 3ª lua mais próxima de Júpiter): segundo os cientistas com esta lua a ser uma das fornecedoras de material para a constituição dos anéis do Gigante Gasoso (assim como todas as outras luas interiores), num calhau cheio de crateras e de montanhas viajando em torno do planeta a uma V = 26,6Km/s e apresentando temperaturas (médias) na ordem dos 150⁰C negativos.

 

No dia 1 de Setembro de 2017 e (por acaso) com a sonda automática CASSINI ainda ativa e circulando nas proximidades do outro Gigante Gasoso (o 2º em dimensão SATURNO) ‒ duas semanas depois a 15 de Setembro cometendo suicídio, desintegrando-se ao entrar na camada atmosférica rodeando o planeta ‒ com as câmaras a registarem sobre a superfície de Júpiter a deslocação da sombra provocada pela passagem entre os raios luminosos oriundos do Sol da lua Amalteia (na sua rotação em torno de Júpiter), interpondo-se entre a Estrela e o Planeta e provocando neste e numa estreita faixa a ocorrência de um Eclipse Solar: para os Jupiterianos (caso existam e seja sob que forma for) num fenómeno muito semelhante ao ocorrido recentemente (na Terra) numa faixa estreita do território norte-americano.

 

Um registo fotográfico enviado por uma sonda automática colocada a mais de 900 milhões de Km da Terra (sonda JUNO) ‒ e tomando como referência a velocidade máxima atingida pela sonda (uns 40Km/s), tratando-se de uma nave tripulada, demorando uns 270 dias a lá chegar (em linha reta) ‒ recebido e editado pela NASA e posteriormente processado (antes da sua chegada ao público em geral) num outro ponto intermédio (de modo a realçar alguns detalhes) por um cidadão-cientista neste caso Gerald Eichstädt. Segundo os responsáveis da missão (Juno) uma imagem obtida aquando da 8ª aproximação da sonda automática ao planeta Gigante Júpiter (o maior do Sistema Solar e o mais poderoso nas suas interferências geomagnéticas dos seus intensos e extremos campos/forças gravitacionais) e quando a mesma se localizava a (apenas) 3.858Km do topo da espessa camada de nuvens envolvendo todo o planeta (suposto ser maioritariamente gasoso).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32

12
Out 17

(E de novo obrigatórias)

É que o Homem fica em casa

(certamente para morrer e deixar de existir)

 

“O problema da Humanidade não reside na sua falta de interesse, de ambição e de sentido de sobrevivência (dos mais de 7,5 biliões de seres vivos e racionais), mas na Ameaça crescente e cada vez mais Presente (vendo-se os Média chegando a ser Asfixiante) daqueles que nos manipulam, pensando salvaguardar-se (e eternizar-se) e com isso controlar-se ‒ e controlando a manada seguindo obedientemente o seu Chefe (mantendo virtualmente o equilíbrio entre a base e o topo). Só que os pais que cerceiam os filhos (na sua visão e desejos), mais cedo ou mais tarde sofrerão as consequências: com o fim a ser certo para ambos.”

 

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PIA 21968 ‒ Alvo Júpiter

O planeta JÚPITER e as suas luas IO/mais perto e EUROPA/mais afastada

(observadas pela sonda automática Juno)

[Com o aspeto negativo ‒ a continuar a ser ‒ a má resolução do registo

(para mim incompreensível)]

 

Agora que o nosso alcance visual utilizando sistemas adicionais (presenciais ou não) associados ao nosso órgão de visão foi encurtado (recentemente) de uns 650 milhões de Km (antes de 15 de Setembro com uma presença local/sonda automática e outra à distância/telescópio Hubble), vemo-nos agora constrangidos a na melhor das hipóteses e tomando como referência (ponto central) o Sol, a limitarmo-nos à região do Espaço envolvendo o planeta Júpiter e os seus satélites ‒ deixando de novo e para mais tarde (tal como se fez há quase 50 anos com o programa Apollo e a exploração da Lua, abandonando-se sem qualquer tipo de explicação credível o nosso tão próximo satélite) a exploração mais profunda da região mais afastada do nosso Sistema Planetário (o Sistema Solar composto por oito planetas, respetivas luas, asteroides, cometas e outros objetos): destruída a sonda CASSINI sob o pretexto da preservação dos Novos Mundos rodeando SATURNO (mundos a ele associado como o serão algumas das suas luas ‒ locais prometedores para a existência de água e de algum tipo ou forma de vida orgânica mesmo que simples ou primitiva) deixando o Homem de estar presente para lá do GIGANTE GASOSO (presença direta ou por interposto agente), limitando-se no presente a sua ação aos Planetas Interiores (com Marte em grande destaque) e mais além (a exceção ainda ativa mas para já sem alternativas futuras) ao planeta-anão PLUTÃO e a outros objetos localizados no Cinturão de KUIPER (com as sondas automáticas NEW HORIZONS/Plutão e Cinturão de Kuiper e DAWN/Vesta e Ceres). Não esquecendo a sonda ROSETTA (e a sua visita ao asteroide 67P/C-G) e agora (claro) a sonda automática JUNO: deixando para o fim as sondas já perto dos limites do Sistema (Solar) ou tendo-o mesmo ultrapassado - a VOYAGER 1 e a VOYAGER 2.

 

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A lua (de Júpiter) IO

 

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A lua (de Júpiter) EUROPA

 

IO: Entre as mais de 60 luas do Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (JÚPITER o Planeta Exterior mais próximo do Sol) uma das maiores luas do planeta, neste registo de 1 de Setembro de 2017 obtido pela sonda JUNO, quando a mesma (sonda) se encontrava a cerca de 27.500Km da camada superior de nuvens envolvendo o planeta gigante Júpiter (diâmetro Júpiter = 11,2 X diâmetro Terra).Uma lua jovem, vulcanicamente ativa e rica em enxofre (que lhe dá o colorido) e apesar da sua atmosfera agressiva podendo comportar Água e até mesmo Vida. Na altura a 480.000Km de Júpiter.

 

E assim tendo por perto a ISS, em órbita a uns 400Km da Terra e sendo o único voo tripulado (desde o abandono do projeto APOLLO), no presente já sem a presença dos Vaivém tripulados (agora descontinuados mas no entanto ainda presentes com naves semelhantes mas na esfera militar), nem missões a curto-prazo incluindo na mesma tripulação (para já com destino/objetivos traçados ‒ mas sem meios eficazes para o concretizar sejam públicos/SPACE X ou privados/NASA), restando unicamente ao Homem esperar por uma nova oportunidade (proporcionada pelo mesmo Homem) de um dia retornar à Lua (apenas a 481.400Km, a poucos dias de viagem e possibilitando transporte de carga) aí instalar uma base (à superfície e/ou em órbita da Lua) e daí catapultar-se para viagens mais longas (e frutuosas) e até interplanetárias: com a primeira viagem já projetada por públicos e privados a apontar para os finais da década de 20 (talvez lá para 2030) tendo MARTE como alvo mas mais longe o seu objetivo (final) ‒ sem dúvida encontrando-o nas luas de Júpiter (com a sonda Juno por perto) e de Saturno (sem ninguém nas redondezas após o suicídio da sonda Cassini) os mais prováveis locais aí se podendo descobrir água e até vida orgânica. Mas fechados como estamos no nosso Suicídio Interno, pouco tempo restando para a sobrevivência da Espécie (Homem): convencendo-nos definitivamente e sem recuo possível que a sobrevivência da mesma (da nossa espécie ou seja dos 7,5 biliões de humanos) terá sempre que passar (por muito que ela nos custe) pelo abandono do Lar (a nossa área de conforto) partindo à Descoberta (e Conquista) rumo ao desconhecido (mas onde se encontra o nosso Futuro). Perguntando-me MAIS UMA VEZ (e todas as que forem possíveis) ‒ sobretudo para aqueles que a partir de uma TV a preto-e-branco, com o seu enorme e caraterístico cinescópio (tornando-as enormes e rabudas) e emitindo para uma minoria durante horas seguidas e de noite ‒ como foi possível tal Barbaridade de após lá chegar, abandonar e esquecer (a LUA ali tão perto e face às despesas de Guerra comparativamente tão barata): deixando todos aqueles que no início dos anos 70 perspetivavam o surgimento a muito curto-prazo de um Novo Mundo na Terra e para os terrestres (com uma Esperança enorme derivada do desenvolvimento científico e tecnológico que já aí se constatava) ‒ na altura (suponham) com 18 anos hoje já com 65 ‒ cair numa tristeza absoluta (e para muitos inadmissível por inacreditável, pondo em causa a sobrevivência da Espécie) ao ver uma geração a passar como se nunca tivesse existido.

 

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Os diferentes fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9

Originalmente oriundos de um cometa com cerca de 2Km de diâmetro, talvez capturado por Júpiter uns 20/30 anos antes (da colisão) e acabando por fragmentar-se devido à poderosa força gravitacional (de atração) exercida pelo planeta

 

EUROPA: Outra das maiores entre as mais de 60 luas orbitando o planeta Júpiter (em dimensão com Ganimedes à cabeça), um pouco menor do que IO e registada nesta imagem a cerca de 730.000Km do planeta. Tendo uma massa ligeiramente inferior a IO e um maior raio orbital (mais afastada) ‒ e com um período duplo do de IO. Tal como IO, CAÇISTO e GANIMEDES, podendo albergar água e porque não Vida: “Suspeita-se que a vida extraterrestre possa existir no oceano por baixo do gelo, talvez subsistindo como os seres vivos que vivem em condições semelhantes na Terra, já que Europa tem elementos essenciais para a vida como a conhecemos: água, calor e compostos orgânicos. Ou seja, em respiradouros hidrotermais como no fundo dos oceanos ou como no Lago Vostok da Antártida.” (wikipedia.org)

 

Nesse sentido sendo crescente e desesperante o nosso (de Todos) constante grito de revolta e de raiva para com esta situação/contradição (agora tão perto do fim do ciclo de passagem duma geração completamente perdida uma monstruosidade no Mundo do Crime), ao ver tudo a Transformar-se (sem interrupção e à nossa volta), o Mundo a evoluir (com a Terra a abrir-se ao Espaço) e o Tempo a correr (com o Sistema Solar na sua meia-idade) e apesar disso e de tudo o aprendido/apreendido (percecionado e sentido), mantendo-nos indiferentes e completamente estáticos, ficando simplesmente à espera que alguém nos imponha o Segredo (do Movimento) para a nossa Ressureição e Partida (à procura de novos territórios) fazendo como o feito e iniciado há cerca de 600 anos: entre o Século XV e o início de XVII com o Homem a fazer as suas grandes viagens marítimas (verdadeiras epopeias) tendo nos Portugueses e no Atlântico duas das suas grandes referências ‒ partindo à Aventura e à Descoberta de Novos Mundos (e sua Conquista) sabendo de antemão todos os riscos a correr (podendo-se mesmo morrer) e no entanto a insistir sabendo ser inevitável se não quiser desaparecer. Como todos nós sabemos com a única diferença entre um ser vivo e outro morto (fisicamente) a ser bem visível e palpável (nem lhe sentindo a Alma e no entanto não significando a sua não existência mas uma mais que provável Passagem ‒ para outro nível) através de um único detalhe: um mexendo-se outro não.

 

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JÚPITER/SATURNO: Sendo a Terra um caso particular no conjunto que integra (um conjunto virtualmente fechado por nós denominado como Sistema Solar e estendendo-se por umas 10 000 AU tendo o Sol como referência e a Nuvem de Oort como limite) ‒ ou não fosse ela o único objeto solar comportando Vida (Inteligente) no seu interior ‒ tornando-se natural que para a proteção e segurança desse conjunto e das suas mais preciosas particularidades (Atmosfera, Água e Vida, estando tudo interligado) o mesmo se defenda das Ameaças (oriundas do Exterior) criando medidas de autoproteção eficazes e permanentes: e tal como o centro do ovo é protegido por diferentes camadas sobrepostas (umas sobre as outras) terminando finalmente na casca (o invólucro final contendo o nosso conjunto), numa muita maior escala e usando o mesmo raciocínio (as coisas são mais simples do que se pensa) o mesmo se aplicará ao Sistema (Solar), aos componentes e mecanismos. Pelo que a presença dos Planetas Exteriores para lá da Cintura de Asteroides (principal e objetivamente Júpiter e Saturno pela sua enorme Massa e Dimensão) poderá para além do mais ter uma Função Vital de Proteção (para o Sistema/Terra/Vida): “Without Jupiter and Saturn orbiting out past Earth, life may not have been able to gain a foothold on our planet. The two gas giants likely helped stabilize the solar system, protecting Earth and the other interior, rocky planets from frequent run-ins with big, fast-moving objects. In other words, giant planets appear to have a giant impact on giant impacts.” (space.com)

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:40

14
Jul 17

Feito por Júpiter e Endereçado por Juno

(sem se perceber a espera)

 

[A meio da sua existência e no seu caminho descendente, o Sol irá aumentar, acabando por engolir a Terra e obrigando-nos a fugir ‒ se tivermos meios para tal.]

 

PIA21772.jpg

A Grande Mancha Vermelha

O Convite

(PIA 21772)

 

O buraco que no decorrer da Evolução do nosso Sistema (Solar) irá revelar o futuro da espécie dominante que no presente prevalece no planeta Terra (Homem) e que (dependendo do nosso trabalho desenvolvido anteriormente) nos abrirá todas as portas do conhecimento (mesmo o considerado imprevisível, ainda invisível numa superfície sem contraste) e os respetivos trilhos a percorrer (libertando-nos da nossa estrela num céu cheio de estrelas).

 

Localizado no maior planeta do Sistema Solar, visto como um Gigante Gasoso rodeando um núcleo rochoso pouco expressivo (face ao diâmetro de Júpiter), coberto por uma espessa e turbulenta camada de nuvens (envolvendo todo a sua superfície) e desse modo, ocultando tudo sob as mesmas e nada revelando para o exterior (nada se vislumbrando para além delas) ‒ além de estar permanentemente sujeito a tempestades atmosféricas extremas (ciclónicas) muito piores que as suas congéneres (terrestres), suspendendo-nos no Tempo por paralisia no Espaço.

 

No Tempo e com todos à espera (o Homem e Júpiter), por ainda por aqui estarmos (neste Espaço). Desde 14 de Dezembro de 1972 (já lá vão quase 45 anos) com o Homem surpreendentemente a abandonar os voos tripulados (com o fim do Programa Apollo) mantendo-nos presos no nosso condomínio fechado (como se este fosse o único e derradeiro ecossistema viável) e recusando-se ao inevitável ato de partir: numa execução observável (e replicada ao infinito) em toda a extensão do Espaço (envolvendo matéria, energia e movimento). Como antes o fizeram os Navegadores, agora na hora dos Astronautas.

 

(imagem: nasa-gov/JUNO/Jason Major)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:00

12
Jul 17

Na nossa Imaginação não existe qualquer tipo de limite para a utilização dos Números ‒ sejam eles quais forem (mesmo sendo reais): desde o infinitamente grande (suponhamos 10↑1000) ao infinitamente pequeno (por exemplo 10↑-1000). Numa estrutura formidável, capaz de operar números extremos e (ainda assim) alcançar a Unidade (10↑1000 X 10↑-10000 = 1).

 

Para nos apercebermos da posição relativa da Terra face ao conjunto imaginário que a mesma integra ‒ o Sistema centrado no Sol (ponto zero) e estendendo-se até aos limites da Nuvem de Oort (100.000UA) ‒ nada melhor do que a comparar com um outro elemento significativo do mesmo conjunto (como por exemplo Júpiter o maior planeta do Sistema Solar) e daí tentar tirar algumas conclusões (utilizando os parâmetros Tempo e Espaço) que nos possam iluminar: desde logo comparando (em extensão) um planeta com cerca de 12.756Km de diâmetro com outro com cerca de 143.000Km (d Júpiter = 11 x D Terra).

 

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A Terra e a Grande Mancha Vermelha de Júpiter

 

Compreendendo-se tratar-se de dois corpos celestes semelhantes (planetas), um localizado a 150 milhões de Km do Sol o outro em torno dos 800 milhões de Km e inseridos em coordenadas extremamente próximas quase que como sobrepostas (apenas em 5 UA desde o Sol) pensando-se por exemplo em Saturno (10UA) para já não falarmos na fronteira (definindo-a como a Nuvem de Oort 10.000 X mais distante que o planeta). E assim, aproveitando a técnica da sobreposição e toda a nossa capacidade imaginativa emanando por pura reflexão desse novo cenário, dando um primeiro passo para uma nova perceção da nossa situação e posição: não nos chocando o contraste entre a Mancha (Grande Mancha Vermelha de Júpiter) e a Terra.

 

PIA21774.jpg

Júpiter

(PIA 21774)

 

Uma montagem publicada no site da responsabilidade da NASA photojournal.jpl.nasa.gov resultado da sobreposição de uma imagem da Terra (da autoria do SwRI) sobre uma outra do planeta Júpiter obtida a 2 de Abril de 2017 por um astrónomo amador (Christopher Go) e na qual o nosso planeta aparece enquadrado no interior da conhecida Grande Mancha Vermelha do planeta Gigante Júpiter, uma área com cerca de 16.350 Km de extensão ou seja com um diâmetro superior ao do nosso planeta (1,3 d Terra). Que nos confirma por um lado o nosso estatuto (do Homem) da mais pura invisibilidade (tão pequenos e consumindo-nos tão rapidamente), por outro lado o impercetível posto e relevância da Terra na hierarquia Solar (se não fossemos nós sendo indiferente) e mesmo no caso do Gigante (Júpiter) e do seu centro extraordinário (o Sol) e face ao Infinito rodeando tudo, a insignificância fabulosa de um ponto face à sua absoluta e necessária presença na edificação e içar do Todo ‒ sem o qual o mesmo desabaria por falta de um alicerce fulcral: a Vida.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:34

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