Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Dez 19

“Com a monstruosa tempestade atmosférica parecendo acompanhar-nos desde a nossa infância e sendo uma das imagens de marca do gigantesco e gasoso planeta JÚPITER − a GRANDE MANCHA VERMELHA (para o lado do equador) – agora e com a ajuda de JUNO (e dos novos dados e conhecimentos pela mesma sonda fornecidos) podendo ser acompanhada nos polos (na observação o sul) por grupos de outros ciclones (como que atuando conjuntamente, associando  6/7 elementos) igualmente devastadores por monstruosos.”

 

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1

Jupiter's South Pole Cyclones

(PIA23556 - 2017)

 

Um registo do Polo Sul de JÚPITER (figura 1) − 2 de fevereiro de 2017 aquando da 3ª aproximação da sonda automática JUNO ao planeta GIGANTE-GASOSO localizado para lá da CINTURA de ASTEROIDES a cerca de 800 milhões de Km do SOL – através dos seus instrumentos e utilizando infravermelhos, medindo a intensidade de calor irradiado pelo mesmo (pela sua ATMOSFERA) e desse modo permitindo-nos entre outros fenómenos detetar a presença (nas suas camadas atmosféricas superficiais) de CICLONES − aqui 6 (1 no centro e 5 em redor):

 

Tempestade monstruosas (até agora pouco conhecidas e pouco estudadas) que se concentram sobretudo nos polos, quando se pensava (anteriormente) que seria mais abaixo e mais perto do equador que elas se concentrariam (assim como a sua influência) − sendo aí mais poderosas − como parecia querer significar a presença “eterna e omnipresente” da GRANDE MANCHA VERMELHA um fenómeno idêntico (se comparado com um fenómeno terrestre, em tudo semelhante) a um FURACÃO.

 

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2

A New Cyclone Joins the Jovian Fray

(PIA23558 - 2019)

 

Na Terra formando-se durante um certo período (de tempo) e mais em torno do seu equador (logo sendo limitados, no tempo e no espaço)  hoje um ali, amanhã um acolá, por vezes podendo juntar-se − enquanto que em Júpiter sendo contínuos e espalhando-se por toda a camada superficial (e atmosférica) do planeta – todos os dias ou horas, com uns mantendo-se e outros vindo e indo, em grandes grupos (4,5, 6, 7, 8, etc.):

 

De um momento para o outro (e em qualquer coordenada do Monstro) formando-se uma grande tempestade com milhares de Km de diâmetro e com rajadas de vento fácil e normalmente atingindo (inicialmente) os 400Km/h, para de seguida e como habitual outras (tempestades/ciclones) se juntarem, agrupando-se e criando um Monstro Atmosférico e Climático” − neste caso de 2017 num modelo de estrutura pentagonal − certamente que não só (em conjunto com outros grupos) envolvendo o planeta, como atuando em profundidade.

 

E insuportável para a VIDA, pelo menos como nós (os Seres Humanos acompanhados pelos s/ psique) a conhecemos.

 

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3

Cyclones Larger on Jupiter

(PIA23560 - 2019)

 

No segundo registo do Polo Sul do planeta JÚPITER (figura 2) – 4 de novembro de 2019 – aquando da 23ª aproximação da sonda automática JUNO a este PLANETA GIGANTE (o maior do Sistema Solar, cabendo nele todos os restantes 7 planetas e só sendo superado pelo SOL, a estrela de referência), sendo agora visível um agrupamento local (não de 6, mas) de 7 ciclones, com um mais pequeno (canto inferior direito) sendo acompanhado por outros cinco formando um Hexágono e com um outro no seu centro.

 

E para se melhor constatar a monstruosidade destes CICLONES JUPITERIANOS (até para melhor se comparar a sua potência e a sua área de influência e daí se retirando as consequências), com a NASA a sobrepor na imagem original (figura 2) uma outra (figura 3) mas do contorno do estado do Texas e ainda outra mas agora do contorno (dos 50 estados) dos EUA:

 

O ciclone mais pequeno cabendo o Texas e no central todo os EUA.

 

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4

Hubble Space Telescope view of Jupiter

(June 27, 2019)

 

Associada às poderosas forças dos seus campos magnéticas (de Júpiter e pela sua dimensão) e aos mais extremos valores de pressão atmosférico (entre tantos outros fatores importantes para a nossa débil raça humana e para a sua sobrevivência, parecendo o Homem mais uma espécie de aviário), podendo-se estar a visionar − “olhando o Homem para ele a partir do planeta Terra” − a um dos mais belos cenários (figura 4),  ao verdadeiro retrato do INFERNO.

 

Ciclones polares parecendo organizar-se a nível das diversas camadas atmosféricas formando grupos restritos, antes pensando-se (por observação indireta, mais distante) formar grupo até 6 elementos (pentagonais, com um no centro), hoje (por observação “presencial” a apenas 3.500Km e utilizando a câmara da sonda Juno) já se observando outros grupos como os de 7 (hexagonais, ainda com um no centro) e fazendo parte das condições atmosféricas (e ambientais) da superfície (gasosa, numa profundidade de uns 50/70Km) de Júpiter (necessários de compreender, até por possível associação − à Terra):

 

These cyclones are new weather phenomena that have not been seen or predicted before. Nature is revealing new physics regarding fluid motions and how giant planet atmospheres work. We are beginning to grasp it through observations and computer simulations. Future Juno flybys will help us further refine our understanding by revealing how the cyclones evolve over time.” (Cheng Li/Juno scientist/University of California/Berkeley)

 

(imagens/legendas: photojournal.jpl.nasa.gov e nasa/gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:55

15
Dez 19

[ Em Júpiter]

EXOTIC MARBLE

 

Um retrato retocado (pelo cidadão-cientista Prateek Sarpal) do maior planeta do Sistema Solar a partir de uma imagem original, obtida pela câmara da sonda automática JUNO (NASA/JPL) – registada a 12 de setembro de 2019 durante a 22ª passagem da sonda na sua aproximação ao (atrás) referido planeta – JÚPITER: com o Polo Sul (de Júpiter) para cima.

 

PIA23605.jpg

JÚPITER

(PIA23605)

 

Para quem comparando olha para a Terra e para Marte

− E até pelo vivo e movimentado, colorido apresentado

Achando talvez um pouco estranho, não existir Vida em Júpiter.

Para já talvez numa das suas luas (mais de 80), EUROPA.

 

E tal como o cidadão-cientista (assim os trata a NASA, a quem embeleza as imagens) afirma, ao apropriar-se da imagem dada a usufruto público pela câmara da sonda norte-americana (JUNO) "A mind of limits, a camera of thoughts" logo sublinhado pela NASA – com os sentimentos gerais e extremamente penetrantes (intrusivos/arrepiantes) a serem a beleza do cenário (só mesmo visto em sonhos) e o contraste de cores (num mármore de cores nunca visto, “exótico, infantil, feliz” (NASA).

 

(imagem: Prateek Sarpal/photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:51

20
Nov 19

[E com o Homem ainda por cá (na Terra), a uns 650 milhões de Km (dos depósitos).]

 

“NASA Scientists

Confirm Water Vapor on Europa.”

(nasa.gov)

 

Europasurface.jpg

Subsurface water on Jupiter’s moon Europa

is one place where humans plan to search for life.

This artist’s concept shows a massive plume of underground water

erupting from the moon’s surface.

(Erika K. Carlson/discovermagazine.com)

 

Depois de várias missões espaciais passando ou estacionando por JÚPITER (o maior planeta do Sistema Solar e quinto mais afastado do Sol) – caso das sondas automáticas PIONEER 10 e 11 (passando por lá em 1973 e em 1974 respetivamente), VOYAGER 1 e 2 (passando ambas em 1979) e GALILEU (estacionando por lá de 1995 a 2003) – transmitindo-nos informações tanto sobre a sua composição e atmosfera (sendo Júpiter um planeta Gigante Gasoso), como sobre o seu sistema de anéis (menos evidentes que o de saturno) e as suas mais de 80 luas, a confirmação por parte da NASA (utilizando um dos seus maiores telescópios instalados no Havaí) de algo que há muito já era dado como praticamente adquirido, a existência de Água: aparecendo sob a forma de VAPOR de ÁGUA sobre a superfície da sua lua (de Júpiter) EUROPA.

 

“While scientists have not yet detected liquid water directly,

we’ve found the next best thing: water in vapor form.”

(Lucas Paganini/NASA)

 

E com as hipóteses de explicação para mais este grande Evento pelo menos para a nossa espécie (ou não fosse a Água dominante, tanto na constituição da Terra, como na do nosso Corpo) − proporcionando-nos a uns 800 milhões de Km (do Sol), num mundo muito semelhante em dimensão à Lua e apresentando a superfície mais lisa conhecida (em todo o Sistema Solar), grandes massas dessa tão necessária como preciosa substância química – a serem já várias, como estas duas lançadas pelos cientistas da NASA, sobre o “oceano líquido de água de Europa”:

 

There Is a LIQUID WEATER OCEAN, possibly twice as big as Earth’s, sloshing beneath this moon’s miles-thick ice shell. Another source of water for the plumes, some scientists suspect, could be shallow reservoirs of melted water ice not far below Europa’s surface. It’s also possible that Jupiter’s strong radiation field is stripping water particles from Europa’s ice shell, though the recent investigation argued against this mechanism as the source of the observed water.” (nasa.gov)

 

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Discovery, the spacecraft in Arthur C. Clarke's novel "2001:

A Space Odyssey," drawn in a concept painting

for Stanley Kubrick's movie of the same name, which came out in 1968.

'2001: A Space Odyssey' Turns 50:

Why Haven't Humans Been to Jupiter Yet?

(Elizabeth Howell/space.com/yahoo.com)

 

E com novas missões propostas para a próxima década tendo Europa (uma das Luas de Galileu) e outras luas de Júpiter na mira – missões EUROPA CLIPPER e JUPITER ICY MOON EXPLORER (a iniciarem-se entre 2020/2030) – com as hipóteses do próximo passo do Homem e depois de concretizado o anterior – depois de instalado o entreposto LUA/MARTE (não se devendo perder aí muito tempo, senão por mineração local ou nas proximidades), partindo-se decisivamente para as Viagens Interplanetárias, tendo como destino prioritário e obvio (ultrapassada a Cintura de Asteroides) o vizinho de Marte, o planeta Júpiter e a suas luas “potencialmente aquosas” − a aumentarem exponencialmente: imaginando-nos neste mundo gelado e plano, ejetando vapor de água para a sua atmosfera, possuindo um oceano talvez tão grande como o da Terra e aí, olhando para o seu Céu, certamente ficando-se paralisado com toda a grandeza do Gigante (JÚPITER) desafiando mesmo que à distância o Rei-Sol.

 

“New observations hint that Jupiter’s moon Europa

erupts with water geysers.”

(Phil Plait/syfy.com)

 

Faltando-se agora saber se para além do VAPOR de ÁGUA (já detetado) ejetado para a atmosfera a partir da superfície de EUROPA − sob a forma de GEYSERS − não poderá igualmente existir neste oceano subterrâneo localizado debaixo da sua superfície (crosta) gelada, alguma forma ou tipo de VIDA.

 

(imagens: nasa.gov – space.com/Yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:10

01
Nov 19

[Pela sonda JUNO, pelo Cidadão Cientista Gerald Eichstädt e … por mais alguém/ninguém.]

 

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As complexas e coloridas (editadas por um, como os designa a NASA, Cidadão Cientista/CC) movimentações das violentas correntes atmosféricas (JET STREAM) observadas no Hemisfério Norte de Júpiter”, numa imagem obtida pelas câmaras da sonda automática JUNO em 29 de maio deste ano. E com Gerald Eichstädt realçando os “pontos brancos”.

 

Numa região do Hemisfério Norte de JÚPITER, sinais evidentes da presença e da ação de um JET STREAM na sua atmosfera, conhecido como “JET N3” (depois de editados pela NASA e tratados pelo CC Gerald Eichstädt). E tal como a NASA afirma (resultando mais evidente com o tratamento de imagem realizado pelo CC GE), com as diferentes diferenças de cor aí observadas representando (significando) diversos tipos de comportamento da sua ATMOSFERA, do seu topo à sua base. Com o branco (a cor) aqui a ser o protagonista. Num planeta com um diâmetro médio de cerca de 140.000Km (aproximadamente 11X o da Terra) e onde certamente tudo será “muito mais extremo(pelo menos para nós, comparando-se com a TERRA, até pela sua distância ao SOL) incluindo as Tempestades Atmosféricas, ainda-por-cima num planeta considerado um “Gigante Gasoso” (o maior do Sistema Solar, “engolindo todos os outros”, exceto o SOL) e onde não se vislumbra (mas tendo de existir no seu núcleo) a sua parte como (o) componente sólido: onde como na LUA pudéssemos aterrar e tal como Neil Armstrong o fez (fazendo em breve Meio-Século e nem se tendo dado, desde essa altura, mais nenhum passo) lá colocar os nossos pés (deixando-nos de promessas e de adiamentos e de justificações falsas de que o dinheiro não chega, quando todo ele é canalizado para a Indústria de Guerra). E regressando aos “pontos brancos” visíveis na atmosfera de Júpiter (sobressaindo não só pela cor), sendo essas zonas (da atmosfera) entre todas (as rodeando-as) as mais elevadas.

 

Jupiter_diagram.svg.png

 

Modelo apresentando (através de um corte do exterior ao centro) o interior do planeta Júpiter, com o seu núcleo (central, rochoso e gelado) no estado sólido, rodeado por uma espessa camada de hidrogénio metálico, no estado líquido. Sucedendo-se o “H e o He(líquidos/gasosos) e a restante (e exterior) camada atmosférica (mais fina talvez com uns 50Km).

 

Um registo atmosférico do JET N3 podendo atingir os 3.000Km (de altitude) e com as duas “manchas brancas” (espessas, compactas, violentas camadas de nuvens) visíveis no meio de todo o colorido − aparecendo ao centro-direita da imagem − a representarem as regiões da atmosfera (de Júpiter) aparecendo a maiores altitudes: obtido pela sonda JUNO quando (numa das suas várias aproximações − esta sendo a 20ª − programadas a Júpiter) a cerca de 10.000Km de distância do topo das nuvens jupiterianas (latitude 39°N). Júpiter: um planeta Gigante e Gasoso possuindo 2,5X a Massa dos outros sete planetas (juntos) do Sistema Solar (no outro extremo tendo, cerca de 1000X Menos a Massa do Sol) − e composto maioritariamente por Hidrogénio (80%) e por Hélio (10%) − onde um dos seus “sinais de marca” é a “Grande Mancha Vermelha”, bem visível (integrando a camada atmosférica exterior do planeta) – como que “estacionada há muito, muito tempo até pela sua dimensão e forma (fazendo-nos lembrar “o olho-de-um-furacão” na Terra) e simbolizando as violentíssimas tempestades atmosféricas (se comparadas com as do nosso planeta, mesmo as mais violentas, muito menos intensas) em curso á superfície – “GASOSA− de Júpiter.

 

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Na Terra com as diferentes camadas atmosféricas envolvendo todo o planeta (mais estreitas e protetoras nos polos) estendendo-se (como se pode ver no gráfico) por mais de 700Km (ainda no seu interior orbitando a ISS), dividindo-se desde o solo até às suas zonas mais exteriores em (5 camadas) Troposfera, Estratosfera, Mesosfera, Termosfera e Exosfera.

 

De tão grande e apesar de tão afastado – entre 740 e 815 milhões de Km do Sol (a Terra a 150 milhões de Km) – sendo a partir da Terra visível a olho nu e de todos os planetas solares sendo aquele a possuir mais luas (ultrapassando já as 80 e podendo uma ou outra ter Água), por um lado e para os Seres Humanos sendo igualmente extremamente agressivo e “impossível de compartilhar”, não só devido ao seu poderosíssimo Campo Magnético (atraindo e esmagando tudo) como devido às suas violentíssimas Tempestades Atmosféricas, as mais habituais com ventos a caminho dos 400Km/h (podendo ser muito superiores, na Terra e existindo, sendo “apenas APOCALÍPTICAS”), mas por outro e sendo “Importantíssimo e Fundamental (até para a Preservação da Terra e da nossa Espécie, assim como de todas as outras) podendo manter-nos VIVOS (como o também fará por exemplo o nosso vizinho Marte, substituindo-nos e à Terra, e “levando com eles em cima”): protegendo-nos de cometas como poderia ser o caso (um dia com outro qualquer, podendo um cometa intercetar a órbita da Terra e até passar uma tangente ou então − BOOM! − uma secante) de SHOEMAKER-LEVY 9 (viesse ele na direção da terra) impactando Júpiter em Julho de 1994 (e com o planeta a “digerir sem parecer vomitar”).

 

(imagens: PHOTOJOURNAL/PIA23439/NASA – wikipedia.org − wattsupwiththat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

31
Ago 19

Um dia (finalmente) assistiremos

à Ascensão (ao desvendar) de Júpiter.

 

[Encontrando-se o Sol na sua meia-idade (quase 5 de uns 10 biliões de anos, referindo-nos à sua fase principal) e tendo como destino seguinte transformar-se numa Gigante-Vermelha (aumentando drasticamente de volume e começando a “incinerar e a engolir” toda a matéria próxima dela) e finalmente numa anã-branca, delineando-se pelo menos na nossa Imaginação e acompanhando este período ainda  longo de 5 biliões de anos (face à evolução solar) uma transformação radical de Júpiter, “revelando” o seu interior e levando à sua Ascensão.]

 

JÚPITER

 

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Ansiando pela Ascensão de Júpiter

respeitando os seus associados (as suas luas)

 

Rodeados por UNIVERSO dito Infinito, mas que até poderá não existir − não passando de uma mera projeção, aplicada a uma tela pluridimensional e exposta a um público selecionado – e inseridos num SISTEMA PLANETÁRIO não se tendo conhecimento nem de pai nem de mãe – destacando-se nele dois elementos (desde logo pela sua massa e dimensão, o SOL e JÚPITER) e dele sobressaindo ainda (podendo até ser elementos replicadores), alguns misteriosos agrupamentos de outros pequenos elementos (como a CINTURA de ASTEROIDES localizada entre as órbitas de Marte e de Júpiter, a CINTURA de KUIPER origem dos KBO e a NUVEM de OORT fonte de cometas) – para além de algum mistério e suspense envolvendo “as cinturas e a nuvem (aqui referidas) tornando-as um objetivo fundamental de estudo e de necessário esclarecimento (científico, até mesmo espiritual) – imaginando-se certos desses elementos viajantes como “espermatozoides em missão e prontos a fecundar o seu óvulo” − com esses dois elementos destacando-se no SISTEMA SOLAR e já anteriormente referidos − o SOL e JÚPITER – a serem certamente o nosso único apoio conhecido (de sustento e de defesa) no Passado como no Futuro: com o SOL fornecendo-nos a ENERGIA (até para a existência de Vida na Terra) e JÚPITER a PROTEÇÃO (contra a possível intrusão de objetos extrassolares perigosos no nosso Sistema Solar).

 

Tendo antes atingido

as Luas (com água) de Galileu.

 

[Numa região do Sistema Solar dominada por um Gigante Gasoso (distando cerca de 800 milhões de Km) superando todo o restante sistema exceção feita ao seu Astro-Rei − o SOL – e sabendo-se desde já do importante papel desempenhado pelo planeta Júpiter na defesa e proteção da Terra (intersetando ou desviando objetos), podendo-se estar a descortinar cada vez mais (com grande profundidade no tempo) um segundo favor prestado (e pronto-a-servir), mas agora e exclusivamente aos seus habitantes: os terrestres tão ávidos de água e podendo-a encontrar em três das Luas de Galileu − Europa, Ganimedes e Calisto.]

 

IO, EUROPA, GANIMEDES, CALISTO

 

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Sabendo da existência de Água (Europa/Ganimedes/Calisto)

noutros locais que não a Terra

 

Num futuro próximo ou distante e com o Sol a envelhecer (e a crescer), alterando-se as condições do Sistema (do conjunto de elementos) e a forma e o papel a desempenhar (por cada um deles), com a estrela a aumentar, a ocupar o lugar d’ outros, sem nada que a faça parar − alterando o tempo e a geografia desta parte já diminuta do Espaço (criando um “engarrafamento”) − fazendo que um outro elemento possa vir a ocupar o papel antes por nascimento e direito sendo um exclusivo da Terra: pelo seu mistério e grandeza, assim como pela sua dimensão e massa (só sendo naturalmente batido pelo denominado ASTRO-REI o SOL) − engolindo facilmente, fora o Sol, todo o restante Sistema – talvez estando reservado para Júpiter um papel decisivo e deveras importante (finda o papel da Terra e para o futuro do Homem). Sabendo-se que antes de (se chegar a) Júpiter existe o Sistema Joviano (conjunto de anéis e de luas) e no seu interior as Luas de Galileu: EUROPA, GANIMEDES, CALISTO e IO, à exceção desta última, podendo todas elas possuir aquilo de que há mais na Terra, assim como em grande percentagem no nosso corpo − a ÁGUA. Dirigindo-nos inicialmente à Lua, seguindo-se de imediato para Marte (construindo entrepostos) e sem hesitação partindo (com convicção e com fé) − definitivamente e à procura de Água − para as proximidades daquele que poderá vir a ser um dia (para nós) o “Admirável Mundo Novo”, ou seja, JÚPITER (uma emoção, um palpite): hoje sendo UM, amanhã (completamente diferente, mas sendo o mesmo) podendo ser OUTRO.

 

(imagens:  nasa.gov/photojournal – nasa.gov/bit2geek.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:18

29
Ago 19

Com a sonda interplanetária JUICE tendo como destino JÚPITER e três das suas mais prometedoras Luas de Galileu – podendo ter ÁGUA sob a sua superfície, tornando-as potencialmente habitáveis pelo HOMEM – mesmo antes do seu lançamento previsto para daqui a quase dois anos e como tal ainda na TERRA (na altura do registo desta imagem, no telhado de um edifício da Airbus, localizado em Toulouse/França), oferecendo-nos e dando-nos a usufruir um primeiro Retrato do seu Destino: aqui como visto a 600 milhões de Km.

 

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Júpiter e o seu Sistema Joviano (conjunto de anéis e luas), local da futura visita da sonda da ESA (Agência Espacial Europeia) JUICE, tendo como objetivo de missão (com lançamento previsto para junho de 2022) três das Luas de Galileu (excluindo IO):  CALISTO, EUROPA e GANÍMEDES.

 

JUICE_NavCam_Jupiter-and-moons_annotated_625.jpg

 

Podendo todas elas (estas três luas de Júpiter) ter algo de comum ou de semelhante, não só relativamente ao seu planeta (de referência, não circulassem elas constantemente à sua volta), como simultaneamente e apesar da distância, com o nosso planeta TERRA − e com o ser vivo e inteligente que o habita, o HOMEM: sendo o ponto de interseção a ÁGUA. E apesar da complexidade da missão e da necessária precisão, sabendo-se do papel central da câmara de Navegação (no controlo da posição/velocidade). Até pelo sinal (longínquo):

 

“A round-trip radio signal between Earth and Jupiter

takes about 1 hour and 45 minutes,

so an autonomous navigation system is necessary.

NavCam

is a critical part of that system.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

(imagens: Airbus Defense and Space/universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:09

12
Ago 19

[Com a distância atual entre o planeta TERRA e o planeta JÚPITER, a ser aproximadamente de 711,9 milhões de Km – e aumentando até final deste ano.]

 

'Totally breathtaking’

 Meteor EXPLOSION on Jupiter captured in rare footage.

(RT/rt.com)

 

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1

Júpiter a partir da composição de 4 imagens recentes

(obtidas a 29.05 pela sonda JUNO e posteriormente editada numa só)

Num registo obtido a uma distância de apenas 8600Km/18600Km do Gigante

(imaginando-se o “sofrimento” da sonda circulando sob o poderosíssimo Campo Magnético)

 

Com o ESPAÇO a ser uma VIA de COMUNICAÇÃO no nosso caso integrando “Pontos, Planos e Dimensões” constituindo o nosso SISTEMA PLANETÁRIO (Sistema Solar) − onde naturalmente existem Veículos aparentemente Estáticos (parados) e outros mais ou menos Dinâmicos (em movimento), mas na Realidade com “todos eles mexendo-se, demonstrando pertencerem a um mesmo Conjunto e estarem VIVOS” – centrado numa estrela particular e Extraordinária (o SOL) assim considerada (e relevada) por nela integrar um Mundo (até agora único e exclusivo por nele aparecer Vida e entre ela o HOMEM) não só Mineral como simultaneamente ORGÂNICO (com algo de semelhante ainda não tendo sido encontrado neste sistema e até na galáxia que o alberga, a VIA LÁCTEA), torna-se sempre interessante não só pelo mistério que o envolve como pelo conhecimento que desses fenómenos poderemos obter (usufruir e desenvolver) – ainda por cima para quem a partir da Terra observa o Espaço que a envolve (em constante transformação desde a sua formação, ocorrida há biliões de anos), parecendo parado face à referência por nós ocupada (um ponto) e ao movimento dos outros Corpos Celestes (um conjunto) – quando um Veículo no seu trajeto habitual e cumprindo-o como sempre sem incidentes de assinalar, um dia é impactado por um outro veículo em passagem (um Viajante interno ou externo ao nosso Sistema, talvez sendo mesmo Intergaláctico) criando desde aí um elo de ligação (forte) entre ambos: integrando-se um no outro e neste caso com o maior (JÚPITER) a engolir e deglutir o mais pequeno (eventualmente um Asteroide).

 

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2

Impacto de um meteoro, com a atmosfera de Júpiter

(cerca das 04:07 UTC de 07.08.2019)

 

Segundo notícia RT (rt.com) baseada numa observação de um astrónomo-fotógrafo amador do TEXAS (EUA) − Ethan Chappel – com este “Observador de Estrelas” norte-americano na passada quarta-feira (7 de Agosto) e após um registo de vídeo tendo como protagonista o maior planeta do nosso Sistema o GIGANTE GASOSO JÚPITER, a constatar mais um Impacto de um objeto (asteroide/cometa) com o protagonista do registo: com um meteoro a impactar Júpiter, a explodir de imediato aquando do encontro (com a sua atmosfera e cobertura de nuvens) e a fragmentar-se, perdendo-se de seguida na densa, poderosa e turbulenta atmosfera do Gigante. Num caso em tudo semelhante ao registado em JULHO de 1994 (sendo tudo instantâneo, comprovando a semelhança do tempo de vida de uma mosca e de um Homem, já lá vão não o parecendo no espaço, 25 anos) quando o cometa SHOEMAKER-LEVY 9 no seu trajeto orbital e após se partir aos pedaços (em vários fragmentos menores), movimentando-se na direção de Júpiter acabou por o encontrar e impactar: oferecendo-nos aí as primeiras imagens por nós observadas e registadas (pelo HOMEM) de um impacto direto e ao vivo entre dois corpos (extraterrestres) pertencentes ao Sistema Solar.

 

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3

Júpiter com uma das suas 79 luas Europa, à esquerda

(a 07.08.2019 meia-hora após o impacto do meteoro com Júpiter)

 

“Cálculos mostraram que o cometa passou o LIMITE de ROCHE de Júpiter em julho de 1992, e as FORÇAS da MARÉ do planeta fizeram com que ele fosse fragmentado em vários pedaços de até 2 KM de DIÂMETRO. Esses fragmentos colidiram no HEMISFÉRIO SUL de Júpiter entre 16 de JULHO e 22 de JULHO de 1994, a uma velocidade de 60 KM/S. As manchas que o impacto causou foram mais fáceis de visualizar do que a GRANDE MANCHA VERMELHA e ficaram visíveis durante meses.”

(wikipedia.org)

 

Um registo de ETHAN CHAPPEL apontando para a parte sul da cintura equatorial do planeta, pelo Tempo/Espaço escolhido acidentalmente (aleatoriamente, talvez por predestinação), mostrando-nos um espetáculo astronómico raro de se ver, mais entre nós (na Terra) do que “lá longe−  com a taxa de impactos em Júpiter se comparada com a da Terra a ser 2000X a 8000X superior (muito maior), razão pela qual poderemos considerar o nosso GIGANTE como o nosso 1º Defensor, a nossa grande Muralha de Proteção contra possíveis invasores e seus ataques (a nossa “Muralha da China”) e talvez o verdadeiro motivo pelo qual ainda hoje existimos, considerando o TRIO FANTÁSTICO composto pela TERRA, a VIDA e o HOMEM. E para lá do registo do astrónomo norte-americano Chappel, aguardando-se agora os possíveis dados e imagens recolhidas pela sonda JUNO: a única sonda ainda no ativo (para lá das ainda e para sempre em viagem como as sondas VOYAGER ou “as já estacionadas ou suicidadas” como a sonda CASSINI) naquelas regiões distantes do nosso Sistema Solar. E ainda sem tripulantes no Local (nem na LUA e muito menos em MARTE) exceto na única estação (de Partida) – a ISS (Estação Espacial Internacional) − há muito concluída e já em decadência: sem carris visíveis nem apeadeiros entretanto construídos (nem sequer pensados).

 

skymap.png

4

Mapa do céu a 11 de Agosto de 2019

Mostrando-nos a localização de 2019 OU1

(com a sua maior aproximação à Terra para 28 do mesmo mês)

 

[E já agora, depois da passagem recente de dois NEO (Objetos Passando nas Proximidades da Terra) não sendo PHA (Objetos Potencialmente Perigosos) – dada a sua dimensão menor que 100m (22m e 38m) − muito próximos de nós (pouco mais de 2X a distância Terra/Lua) e ainda de um outro “monstro(de 339m) mas passando já bem afastado ( a 7,5 milhões de Km), a notícia de que um outro objeto (com 90m/160m) além de NEO sendo-o igualmente PDA, passando a uma V= 13/18 Km/s e a apenas 1 milhão de Km de nós: curiosamente observado pela 1ª vez há pouco mais de 15 dias e considerado de código 8 – numa escala de 0 a 9 indicando-nos tratar-se de um objeto com um órbita bastante incerta (podendo-se desviar do trajeto inicialmente previsto e até no limite impactar), aparentemente apenas definida hoje (dia 11). Como se vê com tudo sendo feito à “Última da Hora” com o Impacto a poder “tocar o joelho” e provocar uma reação reflexa instantânea (sem possibilidade de resposta/reação) de consequências tão inesperadas como trágicas.]

 

(imagens: (1) Juno/Kevin M. Gill/nasa.gov − (2/3) Ethan Chappel/Chappel Astro@ChappelAstro/twitter.com − (4) theskylive.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:26

09
Ago 19

Oferecido pelo telescópio espacial HUBBLE,

(mais) uma imagem do 5º e maior planeta do SISTEMA SOLAR,

localizado para lá da Cintura de Asteroides.

 

– O Gigante Gasoso JÚPITER

(cerca de 11X o diâmetro da Terra)

 

stsci-h-p1936a-m-1999x2000.png

Júpiter como visto pelo Hubble a cerca de 644 milhões de Km da Terra

 

Obtida a 27 de Junho de 2019:

 

Apresentando-nos mais uma vez a sua

 

GRANDE MANCHA VERMELHA,

 

Com a sua (de Júpiter) espessa e turbulenta camada de nuvens formando a sua densa atmosfera e rodeando todo o planeta, escondendo o núcleo central deste Planeta Gigante, possuidor de um Campo Magnético poderosíssimo.

 

Segundo os cientistas com a palete de cores apresentadas pelo planeta a dever-se a características apresentadas por elementos constituindo a sua atmosfera (onde se desenrolam violentíssimas tempestades)

 

− Dando-lhe a cor e a forma –

 

Como será o caso das nuvens de gelo de amónia, podendo ser mais ou menos altas e finas e acabando por dar origem ao aparecimento de bandas (na atmosfera e diferentemente coloridas), de coloração conforme o seu movimento, direção (de deslocação) e latitude

 

– E aí surgindo a pressão atmosférica jupiteriana (e as diferentes pressões registadas) e as diferentes formas e cores (e manchas), tal como em ponto pequeno (em termos de semelhança) sucede no nosso e único planeta Terra.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:02

01
Out 18

Sobre a GMV de Júpiter

 

fig1-6-2000x1200.jpg

Júpiter

(JunoCam – NASA)

 

A study (led by Agustín Sánchez-Lavega of University of the Basque Country, Spain) determines that although the size of the GRS (Great Red Spot) has changed dramatically over the last 140 years, the winds have changed only modestly since 1979, when the Voyager missions visited Jupiter. The authors suggest that a “deeply rooted dynamical circulation” maintains these wind speeds. Further, they suggest that the rich morphologies in the top of the GRS reflect the dynamics at the cloud tops.

 

The MWR (Microwave Radiometer – a Juno instrument designed to study the hidden structure beneath Jupiter’s morphologically stunning cloud tops) should be able to probe the Jovian atmosphere to a depth of 550 km. It has already revealed that some atmospheric features visible on the surface actually extend to a depth of at least 300 km.

 

(JunoCam Wows Us Again With Detailed Images of the Great Red Spot/universetoday.com/27.09.2018)

 

Sobre a lua Titã

 

pia22482-nasa-1600x1200.jpg

Titã

(ilustração – NASA)

 

A great deal of attention was focused on Saturn’s largest moon Titan, which has many surprising Earth-like characteristics. These include its nitrogen-rich atmosphere, the presence of liquid bodies on its surface, a dynamic climate, organic molecules, and active prebiotic chemistry. And in the latest revelation to come from the Cassini orbiter, it appears that Titan also experiences periodic dust storms. This puts it in a class that has so far been reserved for only Earth and Mars.

 

Aside from being the only other celestial object in the Solar System with a substantial nitrogen atmosphere, it is also the only other Solar body where stable bodies of liquid still exist on its surface. And like on Earth, this liquid cycles between the atmosphere and the surface. But whereas on Earth, this cycle consists of water evaporating, forming clouds, and raining back down onto the surface (i.e. the hydrological cycle); on Titan, the entire process involves methane and ethane.

 

(Titan First-Ever Detected Dust Storms Proves the Moon to be More Earth-like than Ever/universetoday.com/27.09.2018)

 

(fonte: universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:08

31
Jul 18

Recordando a defunta e mundialmente conhecida (dupla) sonda CASSINI-HUYGENS, entre outras das suas inestimáveis proezas sendo a responsável (e a Pioneira):

 

PIA12797.jpg

Saturno – Anéis e 5 Luas

(Sonda Cassini – PIA 12797)

 

- Pelo primeiro contacto estabelecido (não presencial mas concretizado indiretamente e à distância) com a superfície da maior lua do planeta SATURNO (e 2ª maior de todo o SISTEMA SOLAR),

 

TITÃ –

(com o seu módulo HUYGENS a aterrar sobre esta lua entre as mais de 60 já confirmadas do planeta)

 

- Assim como pelo seu estudo bastante extensivo do mais próximo de nós (da Terra) e seu vizinho (de Saturno) planeta JÚPITER – e das suas quase 80 luas (levado a cabo pelo módulo CASSINI),

 

– Sendo estes (Júpiter e Saturno) os dois maiores planetas do Sistema Solar integrando o grupo dos Planetas Gigantes (exteriores à Cintura de Asteroides e sendo gelados/gasosos) e dotados de curiosos Anéis –

 

A NASA vem agora presentar-nos com uma foto de 29 de Julho de2011 (fez domingo 7 anos) apresentando-nos o que diz chamar,

 

Um Retrato de Família”:

 

Capturada ainda em vida (ativa e em movimento) pela descontinuada sonda CASSINI (terminando a sua missão em 15 de Setembro de 2017, entrando e desintegrando-se na atmosfera de Saturno) e no Menu (da mesma sonda) referindo-se a Saturno, no que toca aos seus ANÉIS e a 5 das suas LUAS.

 

E com estas últimas a serem, salientados os ANÉIS,

 

– Centrados e associados ao planeta SATURNO –

(e da esquerda para a direita)

 

JANUS (d = 179Km), PANDORA (d = 81Km), ENCELADUS (d = 504Km e talvez a mais interessante), MIMAS (d = 396Km) e RHEA (d = 1528Km).

 

[Júpiter & Saturno – Uma família (uma Região) abandonada desde o suicídio planeado da sonda terrestre CASSINI (sem Alternativa Visível), agora apenas entregue a uma outra sonda terrestre mas mais nova e limitada – neste caso a sonda JUNO.]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:42

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