Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

31
Ago 19

Um dia (finalmente) assistiremos

à Ascensão (ao desvendar) de Júpiter.

 

[Encontrando-se o Sol na sua meia-idade (quase 5 de uns 10 biliões de anos, referindo-nos à sua fase principal) e tendo como destino seguinte transformar-se numa Gigante-Vermelha (aumentando drasticamente de volume e começando a “incinerar e a engolir” toda a matéria próxima dela) e finalmente numa anã-branca, delineando-se pelo menos na nossa Imaginação e acompanhando este período ainda  longo de 5 biliões de anos (face à evolução solar) uma transformação radical de Júpiter, “revelando” o seu interior e levando à sua Ascensão.]

 

JÚPITER

 

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Ansiando pela Ascensão de Júpiter

respeitando os seus associados (as suas luas)

 

Rodeados por UNIVERSO dito Infinito, mas que até poderá não existir − não passando de uma mera projeção, aplicada a uma tela pluridimensional e exposta a um público selecionado – e inseridos num SISTEMA PLANETÁRIO não se tendo conhecimento nem de pai nem de mãe – destacando-se nele dois elementos (desde logo pela sua massa e dimensão, o SOL e JÚPITER) e dele sobressaindo ainda (podendo até ser elementos replicadores), alguns misteriosos agrupamentos de outros pequenos elementos (como a CINTURA de ASTEROIDES localizada entre as órbitas de Marte e de Júpiter, a CINTURA de KUIPER origem dos KBO e a NUVEM de OORT fonte de cometas) – para além de algum mistério e suspense envolvendo “as cinturas e a nuvem (aqui referidas) tornando-as um objetivo fundamental de estudo e de necessário esclarecimento (científico, até mesmo espiritual) – imaginando-se certos desses elementos viajantes como “espermatozoides em missão e prontos a fecundar o seu óvulo” − com esses dois elementos destacando-se no SISTEMA SOLAR e já anteriormente referidos − o SOL e JÚPITER – a serem certamente o nosso único apoio conhecido (de sustento e de defesa) no Passado como no Futuro: com o SOL fornecendo-nos a ENERGIA (até para a existência de Vida na Terra) e JÚPITER a PROTEÇÃO (contra a possível intrusão de objetos extrassolares perigosos no nosso Sistema Solar).

 

Tendo antes atingido

as Luas (com água) de Galileu.

 

[Numa região do Sistema Solar dominada por um Gigante Gasoso (distando cerca de 800 milhões de Km) superando todo o restante sistema exceção feita ao seu Astro-Rei − o SOL – e sabendo-se desde já do importante papel desempenhado pelo planeta Júpiter na defesa e proteção da Terra (intersetando ou desviando objetos), podendo-se estar a descortinar cada vez mais (com grande profundidade no tempo) um segundo favor prestado (e pronto-a-servir), mas agora e exclusivamente aos seus habitantes: os terrestres tão ávidos de água e podendo-a encontrar em três das Luas de Galileu − Europa, Ganimedes e Calisto.]

 

IO, EUROPA, GANIMEDES, CALISTO

 

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Sabendo da existência de Água (Europa/Ganimedes/Calisto)

noutros locais que não a Terra

 

Num futuro próximo ou distante e com o Sol a envelhecer (e a crescer), alterando-se as condições do Sistema (do conjunto de elementos) e a forma e o papel a desempenhar (por cada um deles), com a estrela a aumentar, a ocupar o lugar d’ outros, sem nada que a faça parar − alterando o tempo e a geografia desta parte já diminuta do Espaço (criando um “engarrafamento”) − fazendo que um outro elemento possa vir a ocupar o papel antes por nascimento e direito sendo um exclusivo da Terra: pelo seu mistério e grandeza, assim como pela sua dimensão e massa (só sendo naturalmente batido pelo denominado ASTRO-REI o SOL) − engolindo facilmente, fora o Sol, todo o restante Sistema – talvez estando reservado para Júpiter um papel decisivo e deveras importante (finda o papel da Terra e para o futuro do Homem). Sabendo-se que antes de (se chegar a) Júpiter existe o Sistema Joviano (conjunto de anéis e de luas) e no seu interior as Luas de Galileu: EUROPA, GANIMEDES, CALISTO e IO, à exceção desta última, podendo todas elas possuir aquilo de que há mais na Terra, assim como em grande percentagem no nosso corpo − a ÁGUA. Dirigindo-nos inicialmente à Lua, seguindo-se de imediato para Marte (construindo entrepostos) e sem hesitação partindo (com convicção e com fé) − definitivamente e à procura de Água − para as proximidades daquele que poderá vir a ser um dia (para nós) o “Admirável Mundo Novo”, ou seja, JÚPITER (uma emoção, um palpite): hoje sendo UM, amanhã (completamente diferente, mas sendo o mesmo) podendo ser OUTRO.

 

(imagens:  nasa.gov/photojournal – nasa.gov/bit2geek.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:18

29
Ago 19

Com a sonda interplanetária JUICE tendo como destino JÚPITER e três das suas mais prometedoras Luas de Galileu – podendo ter ÁGUA sob a sua superfície, tornando-as potencialmente habitáveis pelo HOMEM – mesmo antes do seu lançamento previsto para daqui a quase dois anos e como tal ainda na TERRA (na altura do registo desta imagem, no telhado de um edifício da Airbus, localizado em Toulouse/França), oferecendo-nos e dando-nos a usufruir um primeiro Retrato do seu Destino: aqui como visto a 600 milhões de Km.

 

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Júpiter e o seu Sistema Joviano (conjunto de anéis e luas), local da futura visita da sonda da ESA (Agência Espacial Europeia) JUICE, tendo como objetivo de missão (com lançamento previsto para junho de 2022) três das Luas de Galileu (excluindo IO):  CALISTO, EUROPA e GANÍMEDES.

 

JUICE_NavCam_Jupiter-and-moons_annotated_625.jpg

 

Podendo todas elas (estas três luas de Júpiter) ter algo de comum ou de semelhante, não só relativamente ao seu planeta (de referência, não circulassem elas constantemente à sua volta), como simultaneamente e apesar da distância, com o nosso planeta TERRA − e com o ser vivo e inteligente que o habita, o HOMEM: sendo o ponto de interseção a ÁGUA. E apesar da complexidade da missão e da necessária precisão, sabendo-se do papel central da câmara de Navegação (no controlo da posição/velocidade). Até pelo sinal (longínquo):

 

“A round-trip radio signal between Earth and Jupiter

takes about 1 hour and 45 minutes,

so an autonomous navigation system is necessary.

NavCam

is a critical part of that system.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

(imagens: Airbus Defense and Space/universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:09

12
Ago 19

[Com a distância atual entre o planeta TERRA e o planeta JÚPITER, a ser aproximadamente de 711,9 milhões de Km – e aumentando até final deste ano.]

 

'Totally breathtaking’

 Meteor EXPLOSION on Jupiter captured in rare footage.

(RT/rt.com)

 

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1

Júpiter a partir da composição de 4 imagens recentes

(obtidas a 29.05 pela sonda JUNO e posteriormente editada numa só)

Num registo obtido a uma distância de apenas 8600Km/18600Km do Gigante

(imaginando-se o “sofrimento” da sonda circulando sob o poderosíssimo Campo Magnético)

 

Com o ESPAÇO a ser uma VIA de COMUNICAÇÃO no nosso caso integrando “Pontos, Planos e Dimensões” constituindo o nosso SISTEMA PLANETÁRIO (Sistema Solar) − onde naturalmente existem Veículos aparentemente Estáticos (parados) e outros mais ou menos Dinâmicos (em movimento), mas na Realidade com “todos eles mexendo-se, demonstrando pertencerem a um mesmo Conjunto e estarem VIVOS” – centrado numa estrela particular e Extraordinária (o SOL) assim considerada (e relevada) por nela integrar um Mundo (até agora único e exclusivo por nele aparecer Vida e entre ela o HOMEM) não só Mineral como simultaneamente ORGÂNICO (com algo de semelhante ainda não tendo sido encontrado neste sistema e até na galáxia que o alberga, a VIA LÁCTEA), torna-se sempre interessante não só pelo mistério que o envolve como pelo conhecimento que desses fenómenos poderemos obter (usufruir e desenvolver) – ainda por cima para quem a partir da Terra observa o Espaço que a envolve (em constante transformação desde a sua formação, ocorrida há biliões de anos), parecendo parado face à referência por nós ocupada (um ponto) e ao movimento dos outros Corpos Celestes (um conjunto) – quando um Veículo no seu trajeto habitual e cumprindo-o como sempre sem incidentes de assinalar, um dia é impactado por um outro veículo em passagem (um Viajante interno ou externo ao nosso Sistema, talvez sendo mesmo Intergaláctico) criando desde aí um elo de ligação (forte) entre ambos: integrando-se um no outro e neste caso com o maior (JÚPITER) a engolir e deglutir o mais pequeno (eventualmente um Asteroide).

 

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2

Impacto de um meteoro, com a atmosfera de Júpiter

(cerca das 04:07 UTC de 07.08.2019)

 

Segundo notícia RT (rt.com) baseada numa observação de um astrónomo-fotógrafo amador do TEXAS (EUA) − Ethan Chappel – com este “Observador de Estrelas” norte-americano na passada quarta-feira (7 de Agosto) e após um registo de vídeo tendo como protagonista o maior planeta do nosso Sistema o GIGANTE GASOSO JÚPITER, a constatar mais um Impacto de um objeto (asteroide/cometa) com o protagonista do registo: com um meteoro a impactar Júpiter, a explodir de imediato aquando do encontro (com a sua atmosfera e cobertura de nuvens) e a fragmentar-se, perdendo-se de seguida na densa, poderosa e turbulenta atmosfera do Gigante. Num caso em tudo semelhante ao registado em JULHO de 1994 (sendo tudo instantâneo, comprovando a semelhança do tempo de vida de uma mosca e de um Homem, já lá vão não o parecendo no espaço, 25 anos) quando o cometa SHOEMAKER-LEVY 9 no seu trajeto orbital e após se partir aos pedaços (em vários fragmentos menores), movimentando-se na direção de Júpiter acabou por o encontrar e impactar: oferecendo-nos aí as primeiras imagens por nós observadas e registadas (pelo HOMEM) de um impacto direto e ao vivo entre dois corpos (extraterrestres) pertencentes ao Sistema Solar.

 

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3

Júpiter com uma das suas 79 luas Europa, à esquerda

(a 07.08.2019 meia-hora após o impacto do meteoro com Júpiter)

 

“Cálculos mostraram que o cometa passou o LIMITE de ROCHE de Júpiter em julho de 1992, e as FORÇAS da MARÉ do planeta fizeram com que ele fosse fragmentado em vários pedaços de até 2 KM de DIÂMETRO. Esses fragmentos colidiram no HEMISFÉRIO SUL de Júpiter entre 16 de JULHO e 22 de JULHO de 1994, a uma velocidade de 60 KM/S. As manchas que o impacto causou foram mais fáceis de visualizar do que a GRANDE MANCHA VERMELHA e ficaram visíveis durante meses.”

(wikipedia.org)

 

Um registo de ETHAN CHAPPEL apontando para a parte sul da cintura equatorial do planeta, pelo Tempo/Espaço escolhido acidentalmente (aleatoriamente, talvez por predestinação), mostrando-nos um espetáculo astronómico raro de se ver, mais entre nós (na Terra) do que “lá longe−  com a taxa de impactos em Júpiter se comparada com a da Terra a ser 2000X a 8000X superior (muito maior), razão pela qual poderemos considerar o nosso GIGANTE como o nosso 1º Defensor, a nossa grande Muralha de Proteção contra possíveis invasores e seus ataques (a nossa “Muralha da China”) e talvez o verdadeiro motivo pelo qual ainda hoje existimos, considerando o TRIO FANTÁSTICO composto pela TERRA, a VIDA e o HOMEM. E para lá do registo do astrónomo norte-americano Chappel, aguardando-se agora os possíveis dados e imagens recolhidas pela sonda JUNO: a única sonda ainda no ativo (para lá das ainda e para sempre em viagem como as sondas VOYAGER ou “as já estacionadas ou suicidadas” como a sonda CASSINI) naquelas regiões distantes do nosso Sistema Solar. E ainda sem tripulantes no Local (nem na LUA e muito menos em MARTE) exceto na única estação (de Partida) – a ISS (Estação Espacial Internacional) − há muito concluída e já em decadência: sem carris visíveis nem apeadeiros entretanto construídos (nem sequer pensados).

 

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4

Mapa do céu a 11 de Agosto de 2019

Mostrando-nos a localização de 2019 OU1

(com a sua maior aproximação à Terra para 28 do mesmo mês)

 

[E já agora, depois da passagem recente de dois NEO (Objetos Passando nas Proximidades da Terra) não sendo PHA (Objetos Potencialmente Perigosos) – dada a sua dimensão menor que 100m (22m e 38m) − muito próximos de nós (pouco mais de 2X a distância Terra/Lua) e ainda de um outro “monstro(de 339m) mas passando já bem afastado ( a 7,5 milhões de Km), a notícia de que um outro objeto (com 90m/160m) além de NEO sendo-o igualmente PDA, passando a uma V= 13/18 Km/s e a apenas 1 milhão de Km de nós: curiosamente observado pela 1ª vez há pouco mais de 15 dias e considerado de código 8 – numa escala de 0 a 9 indicando-nos tratar-se de um objeto com um órbita bastante incerta (podendo-se desviar do trajeto inicialmente previsto e até no limite impactar), aparentemente apenas definida hoje (dia 11). Como se vê com tudo sendo feito à “Última da Hora” com o Impacto a poder “tocar o joelho” e provocar uma reação reflexa instantânea (sem possibilidade de resposta/reação) de consequências tão inesperadas como trágicas.]

 

(imagens: (1) Juno/Kevin M. Gill/nasa.gov − (2/3) Ethan Chappel/Chappel Astro@ChappelAstro/twitter.com − (4) theskylive.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:26

09
Ago 19

Oferecido pelo telescópio espacial HUBBLE,

(mais) uma imagem do 5º e maior planeta do SISTEMA SOLAR,

localizado para lá da Cintura de Asteroides.

 

– O Gigante Gasoso JÚPITER

(cerca de 11X o diâmetro da Terra)

 

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Júpiter como visto pelo Hubble a cerca de 644 milhões de Km da Terra

 

Obtida a 27 de Junho de 2019:

 

Apresentando-nos mais uma vez a sua

 

GRANDE MANCHA VERMELHA,

 

Com a sua (de Júpiter) espessa e turbulenta camada de nuvens formando a sua densa atmosfera e rodeando todo o planeta, escondendo o núcleo central deste Planeta Gigante, possuidor de um Campo Magnético poderosíssimo.

 

Segundo os cientistas com a palete de cores apresentadas pelo planeta a dever-se a características apresentadas por elementos constituindo a sua atmosfera (onde se desenrolam violentíssimas tempestades)

 

− Dando-lhe a cor e a forma –

 

Como será o caso das nuvens de gelo de amónia, podendo ser mais ou menos altas e finas e acabando por dar origem ao aparecimento de bandas (na atmosfera e diferentemente coloridas), de coloração conforme o seu movimento, direção (de deslocação) e latitude

 

– E aí surgindo a pressão atmosférica jupiteriana (e as diferentes pressões registadas) e as diferentes formas e cores (e manchas), tal como em ponto pequeno (em termos de semelhança) sucede no nosso e único planeta Terra.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:02

01
Out 18

Sobre a GMV de Júpiter

 

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Júpiter

(JunoCam – NASA)

 

A study (led by Agustín Sánchez-Lavega of University of the Basque Country, Spain) determines that although the size of the GRS (Great Red Spot) has changed dramatically over the last 140 years, the winds have changed only modestly since 1979, when the Voyager missions visited Jupiter. The authors suggest that a “deeply rooted dynamical circulation” maintains these wind speeds. Further, they suggest that the rich morphologies in the top of the GRS reflect the dynamics at the cloud tops.

 

The MWR (Microwave Radiometer – a Juno instrument designed to study the hidden structure beneath Jupiter’s morphologically stunning cloud tops) should be able to probe the Jovian atmosphere to a depth of 550 km. It has already revealed that some atmospheric features visible on the surface actually extend to a depth of at least 300 km.

 

(JunoCam Wows Us Again With Detailed Images of the Great Red Spot/universetoday.com/27.09.2018)

 

Sobre a lua Titã

 

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Titã

(ilustração – NASA)

 

A great deal of attention was focused on Saturn’s largest moon Titan, which has many surprising Earth-like characteristics. These include its nitrogen-rich atmosphere, the presence of liquid bodies on its surface, a dynamic climate, organic molecules, and active prebiotic chemistry. And in the latest revelation to come from the Cassini orbiter, it appears that Titan also experiences periodic dust storms. This puts it in a class that has so far been reserved for only Earth and Mars.

 

Aside from being the only other celestial object in the Solar System with a substantial nitrogen atmosphere, it is also the only other Solar body where stable bodies of liquid still exist on its surface. And like on Earth, this liquid cycles between the atmosphere and the surface. But whereas on Earth, this cycle consists of water evaporating, forming clouds, and raining back down onto the surface (i.e. the hydrological cycle); on Titan, the entire process involves methane and ethane.

 

(Titan First-Ever Detected Dust Storms Proves the Moon to be More Earth-like than Ever/universetoday.com/27.09.2018)

 

(fonte: universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:08

31
Jul 18

Recordando a defunta e mundialmente conhecida (dupla) sonda CASSINI-HUYGENS, entre outras das suas inestimáveis proezas sendo a responsável (e a Pioneira):

 

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Saturno – Anéis e 5 Luas

(Sonda Cassini – PIA 12797)

 

- Pelo primeiro contacto estabelecido (não presencial mas concretizado indiretamente e à distância) com a superfície da maior lua do planeta SATURNO (e 2ª maior de todo o SISTEMA SOLAR),

 

TITÃ –

(com o seu módulo HUYGENS a aterrar sobre esta lua entre as mais de 60 já confirmadas do planeta)

 

- Assim como pelo seu estudo bastante extensivo do mais próximo de nós (da Terra) e seu vizinho (de Saturno) planeta JÚPITER – e das suas quase 80 luas (levado a cabo pelo módulo CASSINI),

 

– Sendo estes (Júpiter e Saturno) os dois maiores planetas do Sistema Solar integrando o grupo dos Planetas Gigantes (exteriores à Cintura de Asteroides e sendo gelados/gasosos) e dotados de curiosos Anéis –

 

A NASA vem agora presentar-nos com uma foto de 29 de Julho de2011 (fez domingo 7 anos) apresentando-nos o que diz chamar,

 

Um Retrato de Família”:

 

Capturada ainda em vida (ativa e em movimento) pela descontinuada sonda CASSINI (terminando a sua missão em 15 de Setembro de 2017, entrando e desintegrando-se na atmosfera de Saturno) e no Menu (da mesma sonda) referindo-se a Saturno, no que toca aos seus ANÉIS e a 5 das suas LUAS.

 

E com estas últimas a serem, salientados os ANÉIS,

 

– Centrados e associados ao planeta SATURNO –

(e da esquerda para a direita)

 

JANUS (d = 179Km), PANDORA (d = 81Km), ENCELADUS (d = 504Km e talvez a mais interessante), MIMAS (d = 396Km) e RHEA (d = 1528Km).

 

[Júpiter & Saturno – Uma família (uma Região) abandonada desde o suicídio planeado da sonda terrestre CASSINI (sem Alternativa Visível), agora apenas entregue a uma outra sonda terrestre mas mais nova e limitada – neste caso a sonda JUNO.]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:42

24
Jul 18

[Um território (Alienígena) possivelmente com Água (cobrindo a maioria da Terra e constituindo a maioria esmagadora do nosso Corpo), localizado a uma distância (média) de 780 milhões de Km (do Sol): mais pequeno do que a LUA e com as suas temperaturas a andarem entre os 220⁰C Negativos para baixo (como Mínima) e os 150⁰C Positivos (no Máximo).]

 

“O que se passa aqui, ali e acolá obedece sempre às propriedades (e manifestações) de um determinado conjunto (ou Ser Vivo): só assim se agregando e formando (mesmo que virtualmente e à nossa imagem), tornando-se relevante. Seja ele Mineral (a base de toda a Estrutura) ou Orgânico ou então como na Terra com evidentes Sinais de Vida. E sendo o Homem uma Máquina, à procura do seu criador, a Máquina Perfeita.”

 

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Radiação na lua de Júpiter EUROPA

(ilustração)

 

Radiation from Jupiter can destroy molecules on Europa's surface. Material from Europa's ocean that ends up on the surface of Europa will be bombarded by radiation. The radiation breaks apart molecules and changes the chemical composition of the material, possibly destroying any biosignatures, or chemical signs that could imply the presence of life.

(nasa.gov)

 

Como se olhássemos para a epiderme de um ser Humano (o nosso maior órgão revestindo todo o nosso corpo ‒ tal como a fina crosta terrestre envolvendo o nosso planeta) e observássemos a evolução de uma “espinha ou bico” desde o início da sua formação (em camadas inferiores da nossa “pele”), passando pela sua elevação (começando a aparecer nesse ponto da epiderme uma pequena protuberância) até à mesma rebentar, explodindo e entrando em erupção (com o processo a poder ser acelerado se a “espremermos e esvaziarmos” ‒ tal como as forças atuando no interior da Terra e forçando o material a ser expulso para o exterior numa erupção vulcânica) ‒ num processo associando Forças da Natureza atuando no Interior de uma determinada Unidade e outras Forças complementares dando-lhe forma e existência a partir do Exterior (e em conjunto formando um conjunto Relevante como o será a Terra e ainda mais a Vida)

 

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Erupção de material em Europa ‒ em 2014 e 2016

Podendo ser plumas de Água

(composição de imagens)

 

Rapidamente chegando-se à conclusão de como a compreensão de tudo o que nos rodeia (nos alimenta, dá forma e conteúdo), poderia ser muito mais fácil do que sempre nos disseram (certamente para nos condicionar reforçando a nossa Indiferença e desse modo deixando como sempre “as coisas a andar”) ‒ daí as grandes descobertas virem de Autodidatas e Experimentalistas, repetindo praticas e técnicas sucessivamente (errando e acertando) e daí tiradas as respetivas ilações repetindo essa prática (Imitando/Replicando como uma criança) com êxito nessa e noutras áreas de nosso interesse ‒ sendo que tudo o que vemos e que pressentimos tem como base um mesmo MOLDE, replicado e projetado incessantemente em todas as direções (e do infinitamente pequeno ao infinitamente grande) pelo menos no que diz respeito ao nosso UNIVERSO (visto como uma gota entre um oceano de Universos, formando um conjunto ainda maior um Multiverso): sendo fácil de o interiorizar e entender (o Universo) desde que o consideremos uma Unidade como a nossa (integrando matéria, energia, movimento) ou seja um UNIVERSO VIVO (assentando a sua Alma tal como nos Humanos, na manutenção do Equilíbrio das forças Eletromagnéticas).

 

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As luas de Júpiter, Europa (à direita) e Io

Esta última igualmente com atividade vulcânica

(New Horizons/2007)

 

E assim com o fenómeno a ocorrer em EUROPA (uma das muitas luas de JÚPITER) a ser algo já visto na Terra e no Homem (erupções vulcânicas e “espinhas ou bicos”) bastando para o confirmar lá ir e verificar (algo difícil de executar agora que o Homem deixou as viagens espaciais tripuladas, e como se fechasse em si (nesta Terra condenada) ‒ deixando-se morrer por inação ‒ pusesse mesmo em causa as missões telecomandadas). Se não o fizer cumprirá um trajeto sem retorno face à sua Morte Anunciada (tal como os Dinossauros rumo à Extinção).

 

(imagens: NASA ‒ NASA/ESA/W. SPARKS ‒ NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:41

09
Mar 18

Júpiter ‒ O planeta onde caberiam 1300 Terras

 

1/2

1 Ciclone central rodeado por outros 8 Ciclones

(com diâmetros variando entre 4000Km/4600Km)

 

PIA22335.jpg PIA22336.jpg

1/2

Pólo Norte de Marte ‒ Missão Juno

(PIA 22335/PIA 22336)

 

Imagens obtidas a partir da sonda JUNO atualmente orbitando o planeta JÚPITER (o Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar), mostrando-nos as violentíssimas tempestades atmosféricas que ocorrem à superfície do 1º Planeta Exterior (planeta localizado para além da Cintura de Asteroides), no primeiro dos registos sendo de assinalar vários ciclones rodeando o Pólo Norte do planeta e no segundo (obtido há pouco mais de um ano, a 2 de Fevereiro de 2017) esclarecendo-nos melhor sobre a estrutura e o padrão desses ciclones. Através dos dados registados por instrumentos da sonda Juno utilizando (neste caso e especificamente) infravermelhos (e associando as cores obtidas a temperaturas), com as temperaturas (indicando calor radiante) dessa espessa camada de nuvens movimentando-se à superfície de Júpiter a elevadíssimas velocidades (se comparadas com os casos mais extremos e semelhantes ocorridos na Terra) a variarem entre os -13⁰/amarelo e os -181⁰C/vermelho.

 

3

1 Ciclone central rodeado por outros 5 Ciclones

(com diâmetros variando entre 5600Km/7000Km)

 

PIA22337.jpg

3

Pólo Sul de Marte ‒ Missão Juno

(PIA 22337)

 

Já no terceiro registo verificando-se o aparecimento do mesmo tipo de violentíssimas tempestades tal como as ocorridas no Pólo Norte (atrás referidas), neste caso com um menor número de Ciclones em presença ‒ um central e outros cinco rodeando-o ‒ e com diâmetros de ação (dos mesmos) ainda maiores: tal como no Pólo Norte ‒ e apesar destes monstruosos ciclones abrangendo áreas enormes, rodando a elevadíssimas velocidades e de quase se tocarem mantendo no entanto a sua identidade (forma e características) ‒ com o mesmo fenómeno atmosférico (brutal) a manifestar-se em tempestades desenvolvendo-se e observadas durante meses. E entre os muitos mistérios que envolvem este planeta gigante (com o hidrogénio e o hélio a perfazerem quase os 100% da sua atmosfera) podendo incluir no seu interior (2.5X) todos os astros irmãos (planetas) integrando o mesmo conjunto (Sistema Solar) ‒ só sendo mesmo superado pelo Sol ‒ assinalando-se a grande espessura das diferentes camadas de nuvens envolvendo o planeta Júpiter (nelas circulando fortes correntes de jato originando estes ciclones e podendo ter uma profundidade de cerca de 3000Km) ‒ comparativamente com uma massa total 1000X superior à terrestre ‒ rodeando um núcleo central sólido (eventual) mas nunca visto (direta ou indiretamente nunca observado, apenas apoiado em dados recolhidos e teorizados). Um núcleo central certamente ainda mais quente que o de Saturno (atingindo quase 12000⁰C) tendo a envolve-lo uma espessa e turbulenta atmosfera com ventos podendo atingir velocidades (dependendo da profundidade/pressão atmosférica) entre os 300Km/h e os 600Km/h.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:47

05
Jan 18

Numa imagem espetacular enviada para a Terra pela sonda norte-americana JUNO (lançada pela NASA de Cabo Canaveral em 5 de Agosto de 2011) a partir das proximidades do planeta JÚPITER (o maior planeta do Sistema Solar localizado em Novembro/2017 a 960 milhões de Km da Terra), podemos usufruir de um cenário tumultuoso típico de se observar na atmosfera jupiteriana: demonstrando-nos como o planeta continua bastante ativo (e Vivo) e fazendo-nos imaginar (até pela sua forma, colorido e distribuição) como à sua superfície as condições apresentadas serão certamente extremas, terríveis e impossíveis de suportar pelo Homem (num planeta-gigante se comparado com a Terra). E desde há 4 meses com o suicídio de CASSINI (atrevendo-se a atravessar a atmosfera de Saturno e rapidamente sendo esmagada) com JUNO a ser a nossa única presença por aquelas regiões do Espaço.

 

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JÚPITER

(PIA 21973)

 

Uma imagem registada a 16 de Dezembro de 2017 quando a sonda JUNO se encontrava a pouco mais de 13.000Km de JÚPITER ‒ como a agência espacial norte-americana refere a uma distância praticamente igual ao diâmetro da Terra ‒ e como tem acontecido nos últimos tempos posteriormente editada por Cidadãos Cientistas (assim designados pela NASA) ‒ depois de melhorada e realçados alguns pormenores ‒ e finalmente sendo editada num Site da NASA (neste caso a 4 de Janeiro de 2018 no seu PHOTOJOURNAL). Mostrando-nos que tal como acontece no nosso planeta Cenários de Beleza podem esconder Constituintes Terríveis, mas que no entanto talvez num Futuro não muito distante JÚPITER ainda venha a ter um papel preponderante (a desempenhar até para o Homem) ‒ sendo Protagonista como talvez já o tenha sido (no início da formação do Sistema Solar).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:45

12
Dez 17

New Radiation Zones on Jupiter

(Photojournal/11.12.2017)

 

PIA22179.jpg

Novas Zonas Radioativas em Júpiter

(PIA 22179)

 

No novo esquema/gráfico editado (em 11 de Dezembro de 2017) pelos cientistas da NASA responsáveis pela missão da sonda JUNO ao distante (em Novembro deste ano encontrando-se a 960 milhões de Km da Terra) planeta JÚPITER (o maior planeta do nosso Sistema Planetário), os mesmos descobriram uma nova zona radioativa rodeando o Gigante Gasoso (lá cabendo 1321 Terras) localizada perto do seu equador e mesmo por cima da sua camada atmosférica: na imagem anterior publicada no PHOTOJOURNAL (photojournal.jpl.nasa.gov) com essa ZONA RADIOATIVA a aparecer como a parte assinalada com uma cor azul-brilhante, rodeando a parte média do planeta Júpiter.

 

Com essa zona a ser identificada aproveitando a maior aproximação ao planeta JÚPITER levada a cabo pela sonda JUNO (passando num dos seus voos rasantes a apenas 3400Km do topo da camada de nuvens rodeando o planeta), descobrindo aquando dessa passagem algumas das caraterísticas responsáveis por esses efeitos (o aparecimento de uma zona de radiação azul-brilhante) sobre o seu equador: fazendo parte dessa Zona Radioativa (a azul-brilhante) IÕES energéticos de ENXOFRE, HIDROGÉNIO e OXIGÉNIO circulando no seu interior a uma velocidade perto dos 300.000Km/s (a velocidade da luz).

 

E com a explicação para todo este processo originando esta Zona Radiativa envolvendo a região média de Júpiter (sobre o seu equador), a ter segundo os cientistas como seus remetentes (destinatário Júpiter) as suas duas luas IO e EUROPA: “Juno scientists believe the particles creating this region of intense radiation are derived from energetic neutral atoms -- that is, fast-moving atoms without an electric charge -- coming from the tenuous gas around Jupiter's moons Io and Europa. The neutral atoms then become ions -- atoms with an electric charge -- as their electrons are stripped away by interaction with the planet's upper atmosphere.” (nasa.gov)

 

No seu Cinturão Radioativo (e na presença do seu poderoso campo magnético aqui representado por linhas meio azuladas) mesmo nos seus pontos mais extremos (afastados do planeta) detetando-se ainda a presença dessas partículas de alta-energia os iões ‒ anteriormente pensando tratar-se de eletrões deslocando-se perto da velocidade da luznão sendo (no entanto) ainda muito bem compreendido (pelos cientistas) a origem dessas partículas (e o seu mecanismo de formação): podendo ser inerente ao interior (constituição) do próprio planeta (Júpiter), à influência das suas luas (como Io e Europa) ou então a influência externa (intrusiva) por exemplo exercida pelos Raios Cósmicos e pelo conjunto de todo o Sistema Sola.

 

Imaginando (por fazer parte da Realidade) … Num Futuro (em princípio) ainda longínquo e com a Terra já no seu declínio final (com a estrela a crescer e a engolir o planeta) ‒ para lá da Cintura de Asteroides e a mais de 1000 milhões de Km do SOL ‒ com um Novo Mundo (tendo evoluído e atingindo o seu estado final) pronto para tudo e preparado para nos receber.

 

(a partir de imagem/dados fornecidos por: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:03

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