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Um dos Nossos Alvos do Futuro

Terça-feira, 15.06.21

[Sendo certamente Ganimedes.]

Numa passagem da sonda automática JUNO nas proximidades da lua de Júpiter GANIMEDES no passado dia 7 de junho,

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Ganimedes

(missão da sonda Juno ─ 07.06.2021)

 

Uma imagem desta lua do maior planeta do SISTEMA SOLAR (tão próxima como já não acontecia há mais de 20 anos), mostrando-nos a superfície dessa lua com as suas crateras, terrenos uns brilhantes/outros escuros e ainda longas e extensas estruturas, podendo ser o resultado da possível existência de falhas tectónicas. Uma preciosidade fotográfica vinda lá de longe do Espaço, localizada numa região pouco frequentada (só por lá andando Juno e mais longe a NEW HORIZONS) e onde nos próximos anos nada de muito relevante se passará, desviada agora a atenção (dando-lhe prioridade sobre as luas dos Gigantes Júpiter e Saturno) para Vénus.

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Ganimedes

(missão da sonda Galileu ─ 26.06.1996)

 

Numa identificação deste corpo celeste orbitando a 1 milhão de Km o maior planeta do SISTEMA SOLAR ─ JÍPITER localizado a cerca de 780 milhões de Km do SOL tendo sido descoberto pelo Homem já lá vão mais de quatro séculos ─ uma das quatro luas de Júpiter descobertas em 1640 pelo astrónomo italiano GALILEU ─ apesar da distância a que se situava, mas devido à sua (sendo uma lua) dimensão ─ sendo a maior lua de Júpiter e a maior do Sistema Solar ─ apresentando através desse registo recente da sonda JUNO (dedicada a SATURNO, mas dando umas olhadelas pelas vizinhanças) “um retrato” simbólico de uma ausência efetiva de mais de duas décadas:

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Europa, Ganimedes e Calisto

(missão da sonda Galileu ─ superfícies)

 

Se o Homem ainda não é capaz de se deslocar presencialmente até GANIMEDES ─ apenas tendo atingido até este ano de 2021 e dessa forma (indo lá), o vizinho logo ali ao lado a sua/nossa LUA ─ persistindo por outro lado em ignorar o seu DESTINO não dando a devida prioridade e protagonismo devido à EXPLORAÇÃO DO ESPAÇO EXTERIOR ─ nem sequer enviando SONDAS AUTOMÁTICAS nessa direção (aos limites virtuais do nosso Sistema) preferindo-as apontar a corpos descontinuados como os planetas Interiores à órbita da Terra ─ questionando-nos sobre os nossos desígnios, a nossa própria sobrevivência. Estando agora a nossa Sobrevivência não nas nossas mãos do Estado, mas nas mãos dos PRIVADOS e com estes para nos poderem salvar, tendo que ter lucro e nós de poder pagar.

Num 1º Salto depois da 1ª fase ─ ORBITAL ─ seguindo-se a 2ª fase ─ LUA ─ terminado então este salto iniciando aí o 2º Salto com uma única fase ─ MARTE, com o início das viagens Interplanetárias. Só a partir daí se iniciando o 3º Salto tendo numa 1ª fase e como destino uma das muitas luas disponíveis ─ podendo uma delas ser GANIMEDES (podendo seguir-se outras). Ao 4º Salto chegando a vez, das Viagens Interestelares. Até 2021 só se tendo cumprido a fase experimental, um protótipo já com meio século destinado ao 1º Salto: estimando-se imitarmos as Máquinas (já tendo ultrapassado ainda ativa os limites do Sistema Solar, deixando a tutela do SOL) não acontecendo algo antes, nunca antes de meados do século XXII.

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:53

Histórias do Cinturão ─ Klotho & Lina

Terça-feira, 13.04.21

“Esperando que o mais brevemente possível, olhando para KLOTHO e para LINA,

os veja de uma outra forma, os veja de um outro lugar.”

 

Localizados numa estreita faixa do nosso Sistema Solar (entre as órbitas de Marte e de Júpiter) distando entre 329/479 milhões de Km do Sol ─ faixa essa preenchida ao longo de todas as suas dimensões por uma multidão de 1/2 milhões de asteroides (cabendo lá todos sem se tocarem, a uma distância média igual a menos de 1 milhão de Km, cerca de 2X a distância Terra/Lua) ─ eis que depois de atentas observações levadas a cabo pelo satélite da NASA NEOWISE, é descoberta uma frota de objetos (ordenadas e movimentando-se em paralelo) como que se dirigindo para uma determinada coordenada (ainda no Cinturão de Asteroides) e sendo na sua dianteira comandados, por outros objetos (semelhantes) apresentando-se igualmente em formação:

 

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Klotho e Lina

 

Como se vê na imagem fornecida pela NASA, vendo-se pequenos pontos amarelos indicando a posição e a formação desses objetos (as duas referências de comando), acompanhados ainda por outros (de menores dimensões) mais atrás (e lateralmente) como técnica e estratégia de apoio. Até que podendo ser como notícia a NASA (em tom de brincadeira) uma frota de naves de guerra KLINGON (preparando-se para nos atacar e à Terra) mas por acaso (para o bem/para o mal) não o sendo: tratando-se de KLOTHO e de LINA dois ASTEROIDES residindo no Cinturão entre Marte/Júpiter, um (Klotho) com mais de 80Km (de dimensão) e demorando 1.596 dias para dar a volta ao Sol e o outro (Lina) com 60Km e demorando mais de 2.000 (dias). Uma região do nosso Sistema pejado de “pequemos-calhaus”, talvez em tempos bem remotos espaço de um outro planeta (entretanto ido, desaparecido, restando os “calhaus).

 

WISE_artist_concept_PIA17254_crop.jpg

Neowise

 

Relevando ainda nesta história ─ em que em alternativa e como livre-opção (usando a nossa fértil imaginação e mergulhando nos recantos mais profundos, se possível insondáveis, da nossa mente) poderíamos estar sob a ameaça de uma invasão EXTRATERRESTRE (porque não, se não for hoje, podendo ser amanhã) ─ o papel do Gigante-Gasoso Júpiter (só sendo superado pelo Astro-Rei, a estrela de referência do sistema, o Sol) com a sua poderosa força gravitacional não só mantendo os asteroides juntos (no cinturão) como nos protegendo de “outros” (asteroides como cometas, solares ou extrassolares).

 

E se algum dia algo nos atingisse fosse um asteroide, um cometa ou um artefacto alienígena, o mais certo seria mesmo estarmos muito bem encaminhados para assistir ao vivo e presencialmente ao Dia do Juízo Final ou Fim-do-Mundo (não havendo mais e com “algo mais”, a Alma-Eletromagnética à nossa espera ─ e ao fundo estando Tesla).

 

(imagem e ilustração: photojournal.jpl.nasa.gov e universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:20

Cometa estacionado em Júpiter antes de Emigrar

Sábado, 13.03.21

Uma história que começa numa deteção automática (pelo sistema de vigilância e de alerta ATLAS) de um objeto desconhecido circulando nas proximidades do planeta JÚPITER (difícil de se observar, dada a sua proximidade à órbita do Gigante Gasoso) ─ em junho de 2019 ─ inicialmente tomado como um asteroide (aí denominado como 2019 LD2) mas posteriormente identificado (através de outras observações complementares) como um COMETA (agora identificado como P/2019 LD2).

 

hst_comet_p2019ld2_1.jpg

Hubble image of the unusual comet P/2019 LD2

which is currently orbiting the Sun near Jupiter

but will soon be ejected from the solar system

 

Um COMETA podendo estar “ativo” há vários meses desde que foi identificado (faz em junho dois anos) e que, socorrendo-se de outros registos seus (como os do HUBBLE de abril de 2020) possuía uma “grande CAUDA” com cerca de 600.000Km de extensão (originada num NÚCLEO de 4Km de dimensão): na sua trajetória orbital (parecendo acompanhar a de Júpiter) pelo caminho perdendo (entre outros materiais e numa ordem decrescente) água/gelo, monóxido e dióxido de carbono e carbono (diatómico).

 

Hoje e como se tivesse sido capturado pelas poderosas forças gravitacionais do maior planeta do Sistema Solar ─ JÚPITER ─ com o cometa P/2019 LD2 a parecer querer continuar a sua viagem em torno do Sol acompanhando Júpiter por perto, para (e no entretanto) num futuro próximo e cumprindo o seu roteiro (desde as suas origens, até ao seu destino final) poder ser lançado pelas mesmas imensas forças do Gigante em direção ao exterior: saindo até do Sistema Solar (o nosso Sistema Planetária, centrado na estrela SOL) e entrando no espaço exterior (extrassolar), transformando-se tal como 2I/BORISOV e OUMUAMUA ─ objetos extrassolares ─ e para os “Exteriores”, num OBJETO oriundo de outras regiões do Espaço (profundo) definido como ALIENÍGENA.

 

Um objeto SOLAR capturado temporariamente por JÚPITER e podendo ser ejetado pelo mesmo tornando-se EXTRASSOLAR, certamente originado no CINTURÃO de KUIPER e podendo ainda ser considerado um objeto TRANSNEPTUNIANO (órbita mais distante que a do planeta Neptuno): como numa mesa de bilhar (por ex. de Snooker) ─ SISTEMA SOLAR ─ e utilizando o respetivo taco (instrumento impulsionador) ─ dando-lhe força/impulso ─ por algum tipo ou género de ação de uma certa bola (aplicada aqui pela bola branca) provocando como reação o movimento de uma outra bola (colorida) ─ o COMETA ─ no seu itinerário envolvendo por algum tipo de influência NETUNO e de seguida JÚPITER (outras bolas) para de seguida e até pelo excesso de força aplicado “saltando da mesa” (abandonando o Sistema) e “saindo de jogo”.

 

markgarlick_asteroid.jpg

Artwork depicting a frozen object

like an asteroid or comet

in Deep Space

 

Provavelmente ficando uma dezena de anos numa órbita próxima da de JÚPITER (estacionando temporariamente por aí), para depois se tornar num cometa jupiteriano (caindo mais para o interior do nosso Sistema Planetário) e finalmente ser definitivamente EJETADO: abandonando o Sistema Solar daqui a 340.000 de anos (50% de chances) ou então daqui a uns 4.000.000 anos (95% de chances) ─ não estando eu cá para ver, nem sabendo se alguém. E exposta a explicação mais NATURAL, definindo o objeto como um simples cometa oriundo do Cinturão de KUIPER, estacionando em Júpiter como que para descansar e ganhar novas forças, antes de finalmente partir para a sua “Grande Viagem”, emigrando em direção ao desconhecido localizado no espaço INTERESTELAR, por que não lhe adicionar como possível solução alternativa (criativa/conspirativa/empolgante/aventureira) a sempre negada por fenómeno ARTIFICIAL opção ALIENÍGENA: se OUMUAMUA podia ser muito bem pelo menos na nossa imaginação (complementando a realidade e formando um todo) o representante de uma civilização alienígena de origem INTERESTELAR, por que não P/2019 LD2 ser o representante de uma raça alienígena (mas) vivendo já entre nós ─ jogando bilhar à distância e apostando numa “Lotaria Solar” (caindo mais cedo ou mais tarde todas as bolas no buraco e então sendo “GAME OVER”).

 

(legendas: syfy.com ─ imagens: NASA, ESA, and B. Bolin (Caltech)

e Getty Images/Mark Garlick/Science Photo Library em syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

Europa

Terça-feira, 12.05.20

Despachado para Júpiter a 300.000Km/s e chegando lá em menos de 40 minutos, tendo a oportunidade ao passar muito próximo de Europa e apesar da sua ainda gloriosa juventude, ali poder confirmar a visão de um “Mundo Vivo” mas profundamente sulcado por inúmeras cicatrizes.

 

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Lua, Saturno, Júpiter e ao lado ainda Marte

(e junto a Júpiter, mas não se vendo, Europa)

 

Olhando esta terça-feira (12 de maio) para o céu noturno na direção da constelação de Sagitários (amanhã de Capricórnio, depois de amanhã de Aquário), para além de observarmos a Lua bem visível “lá em cima”, podendo-se ainda descortinar bem ao lado da mesma (o único satélite da Terra) dois outros dos oito planetas (os dois Gigantes Gasosos) integrando o Sistema Solar: menos brilhante Saturno (de diâmetro superior a 116.000km e localizado a mais de 1.400.000.000Km) e mais brilhante Júpiter (de diâmetro inferior a 140.000Km e localizado a menos de 700.000.000Km), devido não só à sua posição, assim como ao seu tamanho, como ainda à sua distância à Terra. E próximo do planeta Júpiter o maior do nosso sistema planetário (tendo como estrela de referência, o Sol), dirigindo a nossa particular atenção para uma das suas cerca de 80 luas, uma das quatro “Luas de Galileu” (um dos 4 maiores satélites do planeta Júpiter): Europa. E ainda um pouco mais afastado o nosso vizinho externo o Planeta Vermelho (Marte) em conjunto com Mercúrio, Vénus e Terra integrando o grupo dos Planetas Interiores (interiores à Cintura de Asteroides).

 

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A lua de Júpiter

EUROPA

 

The above map shows locations where each image, showcasing a variety of features, was captured by Galileo during its eighth targeted flyby of Jupiter's moon Europa.

 

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Imagem

1/2

 

Images of (1) an area called Chaos Transition shows blocks that have moved and ridges possibly related to how the crust fractures from the force of Jupiter's gravity;

And (2) of an area called Crisscrossing Bands shows ridges, which may form when a crack in the surface opens and closes repeatedly. In contrast, the smooth bands shown here form where a crack continues pulling apart horizontally, producing large, wide, relatively flat features.

 

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Imagem

3

 

Image (3) showing chaos terrain where blocks of material have shifted, rotated, tilted and refrozen. Scientists use this as a puzzle for clues about how the surface has changed. The area is called Chaos Near Agenor Linea for its proximity to the wide band of that name at the bottom (of the image).

 

Europa uma das luas de Júpiter sensivelmente com a mesma dimensão da nossa Lua (ligeiramente menor), podendo, no entanto, ter Água (exteriormente sob a forma de gelo, mas sobretudo em oceanos, debaixo da superfície gelada, subterrânea), uma ligeira Atmosfera (contendo oxigénio) e até algum tipo de Vida (extraterrestre, algum tipo de bactéria). Exteriormente e observando a sua superfície (sendo ainda uma lua jovem, a nível tectónico e de deslocação de placas, ainda bem ativa) um dos mais lisos corpos integrando o Sistema Solar, sem grandes montanhas ou depressões (como crateras) ─ logo de baixa topografia ─ e apresentando-se aos nossos olhos (à distância, utilizando imagens de sondas por lá tendo andado ou então de telescópios terrestres, colocados para cá ou  para lá da nossa atmosfera) com imensos riscos escuros atravessando quase que caoticamente toda a sua superfície, entrecruzando-se com outras fraturas dispondo-se igual e como que aleatoriamente em todas as direções ─ e contendo (pela cor á sua superfície, o amarelo) cloreto de sódio tal como acontece com  Terra e com os seus oceanos (salgados).

 

europa_full.jpg

A sonda automática

EUROPA CLIPPER

 

E tal como no passado com os Canais de Marte, tornando este mundo interessante e algo misterioso: até pela presença de Água e conquistados outros corpos ─ como já previamente planeado a Lua e o planeta Marte (até meados deste século), com as viagens interplanetárias ─ podendo-se transformar no futuro em verdadeiros entrepostos, então para viagens ainda mais distantes (ultrapassada a Nuvem de Oort) como as Viagens Interestelares (para já só por lá andando, as sondas automáticas Pioneer 1 e 2). Para já nos contentando ainda com imagens da velha e defunta Galileu, mas já com uma nova missão em marcha tendo como objetivo esta lua (promissora pela água) de Júpiter: a da sonda automática Europa Clipper prevista para esta década de 20.

 

(texto/inglês: nasa.gov ─ imagens: Guy Ottewell’s blog/earthsky.org,

NASA/JPL-Caltech/SETI Institute e jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:17

Ciclones de Júpiter

Segunda-feira, 16.12.19

“Com a monstruosa tempestade atmosférica parecendo acompanhar-nos desde a nossa infância e sendo uma das imagens de marca do gigantesco e gasoso planeta JÚPITER − a GRANDE MANCHA VERMELHA (para o lado do equador) – agora e com a ajuda de JUNO (e dos novos dados e conhecimentos pela mesma sonda fornecidos) podendo ser acompanhada nos polos (na observação o sul) por grupos de outros ciclones (como que atuando conjuntamente, associando  6/7 elementos) igualmente devastadores por monstruosos.”

 

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1

Jupiter's South Pole Cyclones

(PIA23556 - 2017)

 

Um registo do Polo Sul de JÚPITER (figura 1) − 2 de fevereiro de 2017 aquando da 3ª aproximação da sonda automática JUNO ao planeta GIGANTE-GASOSO localizado para lá da CINTURA de ASTEROIDES a cerca de 800 milhões de Km do SOL – através dos seus instrumentos e utilizando infravermelhos, medindo a intensidade de calor irradiado pelo mesmo (pela sua ATMOSFERA) e desse modo permitindo-nos entre outros fenómenos detetar a presença (nas suas camadas atmosféricas superficiais) de CICLONES − aqui 6 (1 no centro e 5 em redor):

 

Tempestade monstruosas (até agora pouco conhecidas e pouco estudadas) que se concentram sobretudo nos polos, quando se pensava (anteriormente) que seria mais abaixo e mais perto do equador que elas se concentrariam (assim como a sua influência) − sendo aí mais poderosas − como parecia querer significar a presença “eterna e omnipresente” da GRANDE MANCHA VERMELHA um fenómeno idêntico (se comparado com um fenómeno terrestre, em tudo semelhante) a um FURACÃO.

 

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2

A New Cyclone Joins the Jovian Fray

(PIA23558 - 2019)

 

Na Terra formando-se durante um certo período (de tempo) e mais em torno do seu equador (logo sendo limitados, no tempo e no espaço)  hoje um ali, amanhã um acolá, por vezes podendo juntar-se − enquanto que em Júpiter sendo contínuos e espalhando-se por toda a camada superficial (e atmosférica) do planeta – todos os dias ou horas, com uns mantendo-se e outros vindo e indo, em grandes grupos (4,5, 6, 7, 8, etc.):

 

De um momento para o outro (e em qualquer coordenada do Monstro) formando-se uma grande tempestade com milhares de Km de diâmetro e com rajadas de vento fácil e normalmente atingindo (inicialmente) os 400Km/h, para de seguida e como habitual outras (tempestades/ciclones) se juntarem, agrupando-se e criando um Monstro Atmosférico e Climático” − neste caso de 2017 num modelo de estrutura pentagonal − certamente que não só (em conjunto com outros grupos) envolvendo o planeta, como atuando em profundidade.

 

E insuportável para a VIDA, pelo menos como nós (os Seres Humanos acompanhados pelos s/ psique) a conhecemos.

 

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3

Cyclones Larger on Jupiter

(PIA23560 - 2019)

 

No segundo registo do Polo Sul do planeta JÚPITER (figura 2) – 4 de novembro de 2019 – aquando da 23ª aproximação da sonda automática JUNO a este PLANETA GIGANTE (o maior do Sistema Solar, cabendo nele todos os restantes 7 planetas e só sendo superado pelo SOL, a estrela de referência), sendo agora visível um agrupamento local (não de 6, mas) de 7 ciclones, com um mais pequeno (canto inferior direito) sendo acompanhado por outros cinco formando um Hexágono e com um outro no seu centro.

 

E para se melhor constatar a monstruosidade destes CICLONES JUPITERIANOS (até para melhor se comparar a sua potência e a sua área de influência e daí se retirando as consequências), com a NASA a sobrepor na imagem original (figura 2) uma outra (figura 3) mas do contorno do estado do Texas e ainda outra mas agora do contorno (dos 50 estados) dos EUA:

 

O ciclone mais pequeno cabendo o Texas e no central todo os EUA.

 

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4

Hubble Space Telescope view of Jupiter

(June 27, 2019)

 

Associada às poderosas forças dos seus campos magnéticas (de Júpiter e pela sua dimensão) e aos mais extremos valores de pressão atmosférico (entre tantos outros fatores importantes para a nossa débil raça humana e para a sua sobrevivência, parecendo o Homem mais uma espécie de aviário), podendo-se estar a visionar − “olhando o Homem para ele a partir do planeta Terra” − a um dos mais belos cenários (figura 4),  ao verdadeiro retrato do INFERNO.

 

Ciclones polares parecendo organizar-se a nível das diversas camadas atmosféricas formando grupos restritos, antes pensando-se (por observação indireta, mais distante) formar grupo até 6 elementos (pentagonais, com um no centro), hoje (por observação “presencial” a apenas 3.500Km e utilizando a câmara da sonda Juno) já se observando outros grupos como os de 7 (hexagonais, ainda com um no centro) e fazendo parte das condições atmosféricas (e ambientais) da superfície (gasosa, numa profundidade de uns 50/70Km) de Júpiter (necessários de compreender, até por possível associação − à Terra):

 

These cyclones are new weather phenomena that have not been seen or predicted before. Nature is revealing new physics regarding fluid motions and how giant planet atmospheres work. We are beginning to grasp it through observations and computer simulations. Future Juno flybys will help us further refine our understanding by revealing how the cyclones evolve over time.” (Cheng Li/Juno scientist/University of California/Berkeley)

 

(imagens/legendas: photojournal.jpl.nasa.gov e nasa/gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:55

Beleza de Mármore Exótico

Domingo, 15.12.19

[ Em Júpiter]

EXOTIC MARBLE

 

Um retrato retocado (pelo cidadão-cientista Prateek Sarpal) do maior planeta do Sistema Solar a partir de uma imagem original, obtida pela câmara da sonda automática JUNO (NASA/JPL) – registada a 12 de setembro de 2019 durante a 22ª passagem da sonda na sua aproximação ao (atrás) referido planeta – JÚPITER: com o Polo Sul (de Júpiter) para cima.

 

PIA23605.jpg

JÚPITER

(PIA23605)

 

Para quem comparando olha para a Terra e para Marte

− E até pelo vivo e movimentado, colorido apresentado

Achando talvez um pouco estranho, não existir Vida em Júpiter.

Para já talvez numa das suas luas (mais de 80), EUROPA.

 

E tal como o cidadão-cientista (assim os trata a NASA, a quem embeleza as imagens) afirma, ao apropriar-se da imagem dada a usufruto público pela câmara da sonda norte-americana (JUNO) "A mind of limits, a camera of thoughts" logo sublinhado pela NASA – com os sentimentos gerais e extremamente penetrantes (intrusivos/arrepiantes) a serem a beleza do cenário (só mesmo visto em sonhos) e o contraste de cores (num mármore de cores nunca visto, “exótico, infantil, feliz” (NASA).

 

(imagem: Prateek Sarpal/photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:51

Vapor de Água em Europa

Quarta-feira, 20.11.19

[E com o Homem ainda por cá (na Terra), a uns 650 milhões de Km (dos depósitos).]

 

“NASA Scientists

Confirm Water Vapor on Europa.”

(nasa.gov)

 

Europasurface.jpg

Subsurface water on Jupiter’s moon Europa

is one place where humans plan to search for life.

This artist’s concept shows a massive plume of underground water

erupting from the moon’s surface.

(Erika K. Carlson/discovermagazine.com)

 

Depois de várias missões espaciais passando ou estacionando por JÚPITER (o maior planeta do Sistema Solar e quinto mais afastado do Sol) – caso das sondas automáticas PIONEER 10 e 11 (passando por lá em 1973 e em 1974 respetivamente), VOYAGER 1 e 2 (passando ambas em 1979) e GALILEU (estacionando por lá de 1995 a 2003) – transmitindo-nos informações tanto sobre a sua composição e atmosfera (sendo Júpiter um planeta Gigante Gasoso), como sobre o seu sistema de anéis (menos evidentes que o de saturno) e as suas mais de 80 luas, a confirmação por parte da NASA (utilizando um dos seus maiores telescópios instalados no Havaí) de algo que há muito já era dado como praticamente adquirido, a existência de Água: aparecendo sob a forma de VAPOR de ÁGUA sobre a superfície da sua lua (de Júpiter) EUROPA.

 

“While scientists have not yet detected liquid water directly,

we’ve found the next best thing: water in vapor form.”

(Lucas Paganini/NASA)

 

E com as hipóteses de explicação para mais este grande Evento pelo menos para a nossa espécie (ou não fosse a Água dominante, tanto na constituição da Terra, como na do nosso Corpo) − proporcionando-nos a uns 800 milhões de Km (do Sol), num mundo muito semelhante em dimensão à Lua e apresentando a superfície mais lisa conhecida (em todo o Sistema Solar), grandes massas dessa tão necessária como preciosa substância química – a serem já várias, como estas duas lançadas pelos cientistas da NASA, sobre o “oceano líquido de água de Europa”:

 

There Is a LIQUID WEATER OCEAN, possibly twice as big as Earth’s, sloshing beneath this moon’s miles-thick ice shell. Another source of water for the plumes, some scientists suspect, could be shallow reservoirs of melted water ice not far below Europa’s surface. It’s also possible that Jupiter’s strong radiation field is stripping water particles from Europa’s ice shell, though the recent investigation argued against this mechanism as the source of the observed water.” (nasa.gov)

 

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Discovery, the spacecraft in Arthur C. Clarke's novel "2001:

A Space Odyssey," drawn in a concept painting

for Stanley Kubrick's movie of the same name, which came out in 1968.

'2001: A Space Odyssey' Turns 50:

Why Haven't Humans Been to Jupiter Yet?

(Elizabeth Howell/space.com/yahoo.com)

 

E com novas missões propostas para a próxima década tendo Europa (uma das Luas de Galileu) e outras luas de Júpiter na mira – missões EUROPA CLIPPER e JUPITER ICY MOON EXPLORER (a iniciarem-se entre 2020/2030) – com as hipóteses do próximo passo do Homem e depois de concretizado o anterior – depois de instalado o entreposto LUA/MARTE (não se devendo perder aí muito tempo, senão por mineração local ou nas proximidades), partindo-se decisivamente para as Viagens Interplanetárias, tendo como destino prioritário e obvio (ultrapassada a Cintura de Asteroides) o vizinho de Marte, o planeta Júpiter e a suas luas “potencialmente aquosas” − a aumentarem exponencialmente: imaginando-nos neste mundo gelado e plano, ejetando vapor de água para a sua atmosfera, possuindo um oceano talvez tão grande como o da Terra e aí, olhando para o seu Céu, certamente ficando-se paralisado com toda a grandeza do Gigante (JÚPITER) desafiando mesmo que à distância o Rei-Sol.

 

“New observations hint that Jupiter’s moon Europa

erupts with water geysers.”

(Phil Plait/syfy.com)

 

Faltando-se agora saber se para além do VAPOR de ÁGUA (já detetado) ejetado para a atmosfera a partir da superfície de EUROPA − sob a forma de GEYSERS − não poderá igualmente existir neste oceano subterrâneo localizado debaixo da sua superfície (crosta) gelada, alguma forma ou tipo de VIDA.

 

(imagens: nasa.gov – space.com/Yahoo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:10

Júpiter Tal Como Visto de Cima

Sexta-feira, 01.11.19

[Pela sonda JUNO, pelo Cidadão Cientista Gerald Eichstädt e … por mais alguém/ninguém.]

 

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As complexas e coloridas (editadas por um, como os designa a NASA, Cidadão Cientista/CC) movimentações das violentas correntes atmosféricas (JET STREAM) observadas no Hemisfério Norte de Júpiter”, numa imagem obtida pelas câmaras da sonda automática JUNO em 29 de maio deste ano. E com Gerald Eichstädt realçando os “pontos brancos”.

 

Numa região do Hemisfério Norte de JÚPITER, sinais evidentes da presença e da ação de um JET STREAM na sua atmosfera, conhecido como “JET N3” (depois de editados pela NASA e tratados pelo CC Gerald Eichstädt). E tal como a NASA afirma (resultando mais evidente com o tratamento de imagem realizado pelo CC GE), com as diferentes diferenças de cor aí observadas representando (significando) diversos tipos de comportamento da sua ATMOSFERA, do seu topo à sua base. Com o branco (a cor) aqui a ser o protagonista. Num planeta com um diâmetro médio de cerca de 140.000Km (aproximadamente 11X o da Terra) e onde certamente tudo será “muito mais extremo(pelo menos para nós, comparando-se com a TERRA, até pela sua distância ao SOL) incluindo as Tempestades Atmosféricas, ainda-por-cima num planeta considerado um “Gigante Gasoso” (o maior do Sistema Solar, “engolindo todos os outros”, exceto o SOL) e onde não se vislumbra (mas tendo de existir no seu núcleo) a sua parte como (o) componente sólido: onde como na LUA pudéssemos aterrar e tal como Neil Armstrong o fez (fazendo em breve Meio-Século e nem se tendo dado, desde essa altura, mais nenhum passo) lá colocar os nossos pés (deixando-nos de promessas e de adiamentos e de justificações falsas de que o dinheiro não chega, quando todo ele é canalizado para a Indústria de Guerra). E regressando aos “pontos brancos” visíveis na atmosfera de Júpiter (sobressaindo não só pela cor), sendo essas zonas (da atmosfera) entre todas (as rodeando-as) as mais elevadas.

 

Jupiter_diagram.svg.png

 

Modelo apresentando (através de um corte do exterior ao centro) o interior do planeta Júpiter, com o seu núcleo (central, rochoso e gelado) no estado sólido, rodeado por uma espessa camada de hidrogénio metálico, no estado líquido. Sucedendo-se o “H e o He(líquidos/gasosos) e a restante (e exterior) camada atmosférica (mais fina talvez com uns 50Km).

 

Um registo atmosférico do JET N3 podendo atingir os 3.000Km (de altitude) e com as duas “manchas brancas” (espessas, compactas, violentas camadas de nuvens) visíveis no meio de todo o colorido − aparecendo ao centro-direita da imagem − a representarem as regiões da atmosfera (de Júpiter) aparecendo a maiores altitudes: obtido pela sonda JUNO quando (numa das suas várias aproximações − esta sendo a 20ª − programadas a Júpiter) a cerca de 10.000Km de distância do topo das nuvens jupiterianas (latitude 39°N). Júpiter: um planeta Gigante e Gasoso possuindo 2,5X a Massa dos outros sete planetas (juntos) do Sistema Solar (no outro extremo tendo, cerca de 1000X Menos a Massa do Sol) − e composto maioritariamente por Hidrogénio (80%) e por Hélio (10%) − onde um dos seus “sinais de marca” é a “Grande Mancha Vermelha”, bem visível (integrando a camada atmosférica exterior do planeta) – como que “estacionada há muito, muito tempo até pela sua dimensão e forma (fazendo-nos lembrar “o olho-de-um-furacão” na Terra) e simbolizando as violentíssimas tempestades atmosféricas (se comparadas com as do nosso planeta, mesmo as mais violentas, muito menos intensas) em curso á superfície – “GASOSA− de Júpiter.

 

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Na Terra com as diferentes camadas atmosféricas envolvendo todo o planeta (mais estreitas e protetoras nos polos) estendendo-se (como se pode ver no gráfico) por mais de 700Km (ainda no seu interior orbitando a ISS), dividindo-se desde o solo até às suas zonas mais exteriores em (5 camadas) Troposfera, Estratosfera, Mesosfera, Termosfera e Exosfera.

 

De tão grande e apesar de tão afastado – entre 740 e 815 milhões de Km do Sol (a Terra a 150 milhões de Km) – sendo a partir da Terra visível a olho nu e de todos os planetas solares sendo aquele a possuir mais luas (ultrapassando já as 80 e podendo uma ou outra ter Água), por um lado e para os Seres Humanos sendo igualmente extremamente agressivo e “impossível de compartilhar”, não só devido ao seu poderosíssimo Campo Magnético (atraindo e esmagando tudo) como devido às suas violentíssimas Tempestades Atmosféricas, as mais habituais com ventos a caminho dos 400Km/h (podendo ser muito superiores, na Terra e existindo, sendo “apenas APOCALÍPTICAS”), mas por outro e sendo “Importantíssimo e Fundamental (até para a Preservação da Terra e da nossa Espécie, assim como de todas as outras) podendo manter-nos VIVOS (como o também fará por exemplo o nosso vizinho Marte, substituindo-nos e à Terra, e “levando com eles em cima”): protegendo-nos de cometas como poderia ser o caso (um dia com outro qualquer, podendo um cometa intercetar a órbita da Terra e até passar uma tangente ou então − BOOM! − uma secante) de SHOEMAKER-LEVY 9 (viesse ele na direção da terra) impactando Júpiter em Julho de 1994 (e com o planeta a “digerir sem parecer vomitar”).

 

(imagens: PHOTOJOURNAL/PIA23439/NASA – wikipedia.org − wattsupwiththat.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

A Ascensão de Júpiter − As Luas de Galileu

Sábado, 31.08.19

Um dia (finalmente) assistiremos

à Ascensão (ao desvendar) de Júpiter.

 

[Encontrando-se o Sol na sua meia-idade (quase 5 de uns 10 biliões de anos, referindo-nos à sua fase principal) e tendo como destino seguinte transformar-se numa Gigante-Vermelha (aumentando drasticamente de volume e começando a “incinerar e a engolir” toda a matéria próxima dela) e finalmente numa anã-branca, delineando-se pelo menos na nossa Imaginação e acompanhando este período ainda  longo de 5 biliões de anos (face à evolução solar) uma transformação radical de Júpiter, “revelando” o seu interior e levando à sua Ascensão.]

 

JÚPITER

 

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Ansiando pela Ascensão de Júpiter

respeitando os seus associados (as suas luas)

 

Rodeados por UNIVERSO dito Infinito, mas que até poderá não existir − não passando de uma mera projeção, aplicada a uma tela pluridimensional e exposta a um público selecionado – e inseridos num SISTEMA PLANETÁRIO não se tendo conhecimento nem de pai nem de mãe – destacando-se nele dois elementos (desde logo pela sua massa e dimensão, o SOL e JÚPITER) e dele sobressaindo ainda (podendo até ser elementos replicadores), alguns misteriosos agrupamentos de outros pequenos elementos (como a CINTURA de ASTEROIDES localizada entre as órbitas de Marte e de Júpiter, a CINTURA de KUIPER origem dos KBO e a NUVEM de OORT fonte de cometas) – para além de algum mistério e suspense envolvendo “as cinturas e a nuvem (aqui referidas) tornando-as um objetivo fundamental de estudo e de necessário esclarecimento (científico, até mesmo espiritual) – imaginando-se certos desses elementos viajantes como “espermatozoides em missão e prontos a fecundar o seu óvulo” − com esses dois elementos destacando-se no SISTEMA SOLAR e já anteriormente referidos − o SOL e JÚPITER – a serem certamente o nosso único apoio conhecido (de sustento e de defesa) no Passado como no Futuro: com o SOL fornecendo-nos a ENERGIA (até para a existência de Vida na Terra) e JÚPITER a PROTEÇÃO (contra a possível intrusão de objetos extrassolares perigosos no nosso Sistema Solar).

 

Tendo antes atingido

as Luas (com água) de Galileu.

 

[Numa região do Sistema Solar dominada por um Gigante Gasoso (distando cerca de 800 milhões de Km) superando todo o restante sistema exceção feita ao seu Astro-Rei − o SOL – e sabendo-se desde já do importante papel desempenhado pelo planeta Júpiter na defesa e proteção da Terra (intersetando ou desviando objetos), podendo-se estar a descortinar cada vez mais (com grande profundidade no tempo) um segundo favor prestado (e pronto-a-servir), mas agora e exclusivamente aos seus habitantes: os terrestres tão ávidos de água e podendo-a encontrar em três das Luas de Galileu − Europa, Ganimedes e Calisto.]

 

IO, EUROPA, GANIMEDES, CALISTO

 

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Sabendo da existência de Água (Europa/Ganimedes/Calisto)

noutros locais que não a Terra

 

Num futuro próximo ou distante e com o Sol a envelhecer (e a crescer), alterando-se as condições do Sistema (do conjunto de elementos) e a forma e o papel a desempenhar (por cada um deles), com a estrela a aumentar, a ocupar o lugar d’ outros, sem nada que a faça parar − alterando o tempo e a geografia desta parte já diminuta do Espaço (criando um “engarrafamento”) − fazendo que um outro elemento possa vir a ocupar o papel antes por nascimento e direito sendo um exclusivo da Terra: pelo seu mistério e grandeza, assim como pela sua dimensão e massa (só sendo naturalmente batido pelo denominado ASTRO-REI o SOL) − engolindo facilmente, fora o Sol, todo o restante Sistema – talvez estando reservado para Júpiter um papel decisivo e deveras importante (finda o papel da Terra e para o futuro do Homem). Sabendo-se que antes de (se chegar a) Júpiter existe o Sistema Joviano (conjunto de anéis e de luas) e no seu interior as Luas de Galileu: EUROPA, GANIMEDES, CALISTO e IO, à exceção desta última, podendo todas elas possuir aquilo de que há mais na Terra, assim como em grande percentagem no nosso corpo − a ÁGUA. Dirigindo-nos inicialmente à Lua, seguindo-se de imediato para Marte (construindo entrepostos) e sem hesitação partindo (com convicção e com fé) − definitivamente e à procura de Água − para as proximidades daquele que poderá vir a ser um dia (para nós) o “Admirável Mundo Novo”, ou seja, JÚPITER (uma emoção, um palpite): hoje sendo UM, amanhã (completamente diferente, mas sendo o mesmo) podendo ser OUTRO.

 

(imagens:  nasa.gov/photojournal – nasa.gov/bit2geek.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:18

JUICE − Sumo Interplanetário

Quinta-feira, 29.08.19

Com a sonda interplanetária JUICE tendo como destino JÚPITER e três das suas mais prometedoras Luas de Galileu – podendo ter ÁGUA sob a sua superfície, tornando-as potencialmente habitáveis pelo HOMEM – mesmo antes do seu lançamento previsto para daqui a quase dois anos e como tal ainda na TERRA (na altura do registo desta imagem, no telhado de um edifício da Airbus, localizado em Toulouse/França), oferecendo-nos e dando-nos a usufruir um primeiro Retrato do seu Destino: aqui como visto a 600 milhões de Km.

 

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Júpiter e o seu Sistema Joviano (conjunto de anéis e luas), local da futura visita da sonda da ESA (Agência Espacial Europeia) JUICE, tendo como objetivo de missão (com lançamento previsto para junho de 2022) três das Luas de Galileu (excluindo IO):  CALISTO, EUROPA e GANÍMEDES.

 

JUICE_NavCam_Jupiter-and-moons_annotated_625.jpg

 

Podendo todas elas (estas três luas de Júpiter) ter algo de comum ou de semelhante, não só relativamente ao seu planeta (de referência, não circulassem elas constantemente à sua volta), como simultaneamente e apesar da distância, com o nosso planeta TERRA − e com o ser vivo e inteligente que o habita, o HOMEM: sendo o ponto de interseção a ÁGUA. E apesar da complexidade da missão e da necessária precisão, sabendo-se do papel central da câmara de Navegação (no controlo da posição/velocidade). Até pelo sinal (longínquo):

 

“A round-trip radio signal between Earth and Jupiter

takes about 1 hour and 45 minutes,

so an autonomous navigation system is necessary.

NavCam

is a critical part of that system.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

(imagens: Airbus Defense and Space/universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:09