Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

24
Set 18

“Perto de perdemos a nossa presença em Marte (agora que os veículos motorizados circulando à sua superfície – antes o Opportunity, agora o Curiosity – parecem querer deixar de comunicar) tudo o que aqui ainda nos chega (à Terra) é cada vez mais importante.”

 

Lançada a 3 de Dezembro de 2014 do Centro Espacial de TANEGASHIMA (Japão) e tendo como objetivo de missão o asteroide RYUGU (um asteroide do grupo Apollo com órbita próxima à da TERRA),

 

A sonda automática japonesa HAYABUSA 2 acaba de tocar a superfície do asteroide (depois de lá ter chegado e iniciado as suas órbitas/nos finais do mês de Junho) enviando-nos as primeiras imagens do mesmo (já com 2 dos seus 4 ROVERS libertados e em plena ação):

 

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Asteroide Ryugu

21 Setembro 2018

(imagem: Hayabusa/Jaxa)

 

Um corpo celeste movimentando-se nas nossas proximidades (periélio a 145 milhões de Km/afélio a 180 milhões de Km)

 

– No seu momento de maior aproximação distando uns 95.000 Km da Terra –

 

Com um período orbital superior a um ano (474 dias) e cerca de 1Km de comprimento e agora (Setembro de 2018) tocado pela primeira vez por um artefacto terrestre (construído por um ser Vivo e Inteligente) de modo a de uma forma direta (apesar de não presencial) o estudar, recolher material e de seguida enviá-lo para a Terra.

 

E com o regresso da sonda automática Hayabusa à Terra – transportando as amostras da superfície do asteroide Ryugu – a estar prevista para os finais de 2020 (Dezembro).

 

“O que nos levará a procurar tão longe (fora da Terra)

O que aqui banalizamos (a Vida)?”

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:29

31
Jul 18

Depois de ainda ontem (dia 29 de Julho um domingo) o tufão JONGDARI ter-se abatido sobre a cidade japonesa de ISE localizada na província de MIE (situada a sudoeste da cidade de NAGOIA província de AICHI)

 

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Japão – Julho de 2018

Um Onda de Calor provocando dezenas de vítimas mortais

 

– Com ventos na ordem dos 90Km/h e rajadas de vento de 130Km/h

 

Prosseguindo a partir daí para ocidente (do arquipélago japonês), atravessando o Japão (em direção a KYUSHU) e dirigindo-se para a China (situada mais a ocidente e tendo como destino Xangai)

 

– Isto depois de já ter provocado mais de duas dúzias de feridos, corte de eletricidade em cerca de 150.000 casas, tudo debaixo de uma intensa onda de calor e simultaneamente com previsão de elevada precipitação para essas mesmas zonas

 

E ainda depois de ontem (pela mesma hora e pelo mesmo Hemisfério Norte) o estado norte-americano da CALIFÓRNIA continuar a arder

 

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EUA

Incêndio na Califórnia – 28 Julho 2018

 

– Com o seu Governador a declarar o Estado de Emergência para os (seis) condados de Riverside, Mariposa, Shasta, Lake, Meendocino e Napa –

 

No seu caminho com um grande e violento incêndio tendo já reclamado 8 vítimas mortais (e doze desaparecidos), levado à destruição de centenas de casas e originado a evacuação (forçada) de mais de 37.000 pessoas

 

– Uma região já tão flagelada pelos sismos, atravessando um longo período de seca e agora submetida a incêndios catastróficos (dado o combustível florestal disponível e as condições ambientais ideais para a sua imediata ignição)

 

Convém ao mesmo tempo recordar a GRÉCIA (como consequência do seu grande incêndio a caminho das 100 mortes) agora que o tempo meteorológico em Portugal (segundo as últimas informações) vai finalmente aquecer:

 

Até agora com o extremo ocidental da Península (Ibérica) a ser um dos mais agradáveis do Continente com relevo para Portugal e como destino de férias (preferencial) o Algarve (e assim Albufeira).

 

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Portugal – Cidade de Albufeira

Com acesso da parte velha à Praia dos Pescadores

 

Para os próximos dias

 

– De terça-feira 31 de Julho até quarta-feira 8 de Agosto (ou seja nove dias)

 

Com a previsão para o ALGARVE e particularmente para ALBUFEIRA a apontar

 

Para Céu Limpo (sem precipitação), vento moderado, ondulação pelos 0,5 m (temperatura da água do mar pelos 17⁰C/18⁰C) e temperaturas a oscilarem entre os 18⁰C/25⁰C (de mínimas) e os 34⁰C/38⁰C (de máximas).

 

E de segunda-feira para esta quinta-feira (dia 2 de Agosto) a dar-se o GRANDE SALTO (de temperatura) com a mínima a subir 8⁰C e a máxima 5⁰C – e podendo-se chegar (ou ultrapassar) aos 40⁰C.

 

(imagens: @shelviemalin – ANNnewsCH – ATA/Pedro Lopes)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:08

20
Jul 18

Enquanto pela região do Algarve o calor aperta cada vez mais (no período diurno mas arrefecendo no noturno) apesar da água do mar (segundo os banhistas) continuar um pouco fria (frio seria se estivessem numa praia a norte ou então numa praia fluvial),

 

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Depois das inundações e desabamentos de terras provocadas pela elevada precipitação e originando mais de 200 mortos/desaparecidos (e enquanto ainda decorrem os trabalhos de recuperação no terreno), uma grande onda de calor envolve no presente o arquipélago do Japão (tendo para já provocado mais de trinta vítimas mortais)

 

‒ Confirmando que a estação do Verão já chegou mas que quanto a condições meteorológicas ainda não se consolidou (depois da nova ascensão de destinos turísticos tradicionais ‒ como o Egito, a Turquia e a Tunísia ‒ sendo as condições de tempo um pouco instáveis, a justificação para uma queda de cerca de 10% na ocupação turística na região)

 

[Mas mesmo assim proporcionando a ida à praia (e a um banho no mar)

E a um dia de férias (de Verão) bem passado]

 

Noutras partes do Globo terrestre, ainda localizadas no Hemisfério Norte,

 

Onde igualmente se atravessa a estação do Verão e onde simultaneamente reside a esmagadora maioria dos mais de 7,5 biliões de indivíduos, integrando a Sociedade e a Civilização (centrado no Sol e dita única) dominando o planeta Terra

 

As condições meteorológicas parecem estar invertidas (ou deslocadas no tempo e/ou no espaço) ou então caoticamente instaladas (sendo o caos um dos mais ativos complementos da ordem):

 

Como na Suécia e no Japão (respetivamente).

 

Dois mercados a serem explorados devido ao seu forte potencial turístico (países ricos e com muitos dos seus nacionais ‒ devido à Globalização de mercados ‒ a movimentarem-se e ao mesmo tempo a investirem),

 

[Com Portugal se não quiser optar e prosseguir com a sua Monocultura Turística (baseada numa Válvula de Segurança incompreensível e exclusivamente de origem Inglesa e por muitos países do sul utilizada alguns deles já com trágicas consequências) ‒ e desse modo deixando de ser uno dependente não arriscando o Suicido certo do Setor (e de muitos outros associados como o do Imobiliário e o da Construção Civil) ‒ a ter que se decidir rapidamente ficando na Europa e a Grã-Bretanha fora dela.]

 

‒ De momento com um registando temperaturas elevadas e com Incêndios (Suécia) e com o outro vendo-se perante Extremos Meteorológicos (Japão):

 

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Com uma onda de calor fora do normal afetando não só o Japão como a Suécia e neste último território (do continente Europeu) e apesar da sua proximidade com o Círculo Polar Ártico (e com o Polo Norte), com cerca de cinquenta fogos declarados e com as temperaturas (máximas) perto dos 40⁰C; e atingindo igualmente toda a Escandinávia

 

Na Suécia com as temperaturas registadas a serem superiores em mais de 10⁰C às normalmente observadas por esta época do ano (meados de Julho),

 

‒ Nesta região do Círculo Polar Ártico chegando a ultrapassar os 30⁰C ‒

 

E conjuntamente com outros fenómenos (interligados) como a seca, os relâmpagos e até a neglicência humana, proporcionando um espetáculo não muito usual de se ver (e nada agradável) quando a caminho (e cada vez mais perto) do Polo Norte;

 

Já no Japão um arquipélago situado no sul do continente Asiático (Ásia Insular), sobre a parte norte da ferradura constituindo o Anel de Fogo do Pacífico (a região geologicamente mais ativa da Terra com os seus sucessivos e inúmeros sismos/tsunamis e vulcões/e respetivas erupções) e visivelmente exposto (como pedaço de terra no meio de um imenso oceano) a todo o tipo de condições meteorológicas oriundas do mar,

 

‒ E com o seu território a sudoeste a ser o mais violentamente atingido (depois de sismos intensos, seguindo-se grandes inundações e desabamentos de terra)

 

Agora a ser submetido,

 

‒ Depois de um período de grande precipitação/inundações provocando mais de 200 mortos/desaparecidos e um prejuízo na ordem dos 2,4 biliões de dólares ‒

 

A uma Onda de Calor bastante intensa (ainda com o Ecossistema num caos, com vítimas por encontrar e com as doenças a alastrarem) reclamando já mais de três dezenas de vítimas mortais (e hospitalizando mais quase centena e meia) e registando temperaturas superiores a 35⁰C (em Tóquio com uma máxima nos 40⁰C).

 

Na sequência (como noticiado antes) de um Evento Atmosférico ‒ tornado normal (Banal) pelas coordenadas:

 

“The heatwave is a setback for communities trying to recover from flooding and landslides caused by record rainfall in western Japan this month. At least 218 people died in that disaster and 12 remain missing.”

(Daniel Hurst/theguardian.com/20.07.2018)

 

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Em Portugal particularmente na região do Algarve e mais concretamente em Albufeira (a autoproclamada Capital do Turismo Algarvio), com a serra, o mar e a praia a unirem-se ao Sol e à Gastronomia (e á Cataplana de Peixe) promovendo a região (se possível) em todos os campos organoléticos (impressionando agradavelmente os sentidos)

 

Em Albufeira pelas 18:45 (locais),

 

De sexta-feira dia 20 de Julho de 2018 ‒

 

Com a temperatura do ar a apontar os 24⁰C (mínima 18⁰C/ máxima 31⁰C), com céu limpo e vento moderado (UV 9/muito elevado) e com a previsão meteorológica a indicar para os próximos dias (9 dias) céu geralmente limpo por vezes (não muitas) pouco nublado, sem previsões de precipitação (nos 0%) e com as temperaturas a oscilarem entre os 16⁰C (de mínima) e os 33⁰C (de máxima) ‒ com ambas a descerem muito ligeiramente (1⁰C, máximo menos de 2⁰C).

 

Sismologicamente falando com a última ocorrência na região (do Algarve) a dar-se a 19 de Julho (com um sismo de M1.3 registado a SE de Albufeira e com epicentro a 18Km de profundidade),

 

‒ Ontem à noite (quinta-feira), não sentido e sendo irrelevante

 

E com o último (sismo) em Portugal continental a ocorrer hoje (sexta-feira início de mais um fim-de-semana) com um sismo ainda menos relevante (M0.7) mas ocorrido do outro lado do Tejo que não Lisboa: a sul do mesmo em Almada.

 

(imagens: naijaheadlines.com ‒ Mats Andersson/AFP/Getty Images/nymag.com ‒ barlavento.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:54

09
Jul 18

O Japão e o Tufão Maria

 

[7 Junho 2018]

 

Sudoeste do Japão sob Chuva Intensa e Rios de Lama

(para as vítimas mortais, num cenário apocalíptico)

 

“Record torrential rains across western and central Japan unleashed flooding and landslides in several residential areas, killing dozens and triggering weather warnings in four districts of the country. By Saturday evening, at least 51 people were dead and 48 were missing, according to the public broadcaster NHK. More than one million people in 18 districts had been ordered to evacuate their homes, and an additional 3.5 million had been urged to leave.” (nytimes.com/07.07.2018)

 

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Kumano/Hiroshima

9 Julho 2018

(imagem: Martin Bureau/AFP via Getty Images/bloomberg.com)

 

Semissubmergida por horas/dias consecutivos de precipitação extrema batendo inclusivamente muitos dos recordes (de queda de chuva) para estas regiões (do sudoeste do Japão) e para esta época (do ano),

 

‒ Provocada pelo estacionamento sobre esta área do território japonês, de uma frente atmosférica originando períodos prolongados e intensos de precipitação

 

O Japão já por si um conjunto de ilhas (um arquipélago formado por mais de 6 800 ilhas, com 4 delas sendo as maiores e ocupadas por mais de 95% da sua população) espalhadas por um dos sectores do norte da Ferradura (formando o Anel de Fogo do Pacífico),

 

‒ E como tal sendo constantemente submetido a sismos (mais ou menos intensos), erupções vulcânicas (o Japão é caraterizado pelo seus inúmeros vulcões ativos ou adormecidos, à superfície ou submarinos) e até desabamentos de terra (no mar eventualmente originando Tsunamis, em terra e como se vê violentos rios ‒ como uma muralha avançando de água e de lama)

 

Vê-se de momento (pelo menos até amanhã dia 8 de Julho domingo) parcialmente submetido a uma Queda Abruta do Céu sobre si próprio (território, estruturas e habitantes),

 

Com quase 5 milhões de japoneses a serem (mais ou menos intensamente) afetados por esta Tempestade Atmosférica (extrema pelas consequências), levando-os à evacuação forçada dos seus lares e à procura de proteção (e segurança eficaz),

 

‒ Contra grandes inundações e contra os rios destruidores e mortais de lama, que as mesmas invariavelmente transportam:

 

Com as vítimas mortais (sábado, 7 de Junho) a andarem pela meia centena e com os desaparecidos a andarem pela mesma ordem de grandeza (sugerindo assim um número entre 50/100 mortos provocadas por estas condições meteorológicas extremas).

 

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Hiroshima/Japão

7/8 Julho 2018

(imagem: The Asahi Shimbun/telegraph.co.uk)

 

Para além de carros destruídos, estradas submergidas, pontes e centenas de casas atingidas (mais de 500) ‒ e simultaneamente da interrupção de todo o tipo de produção, comércio e convívio quotidiano ‒ com a previsão meteorológica para as próximas horas a não ser a desejada, com previsão de ainda mais chuva para esta região do Japão: com os Alertas a estenderem-se (logo a partir de 6 de Julho) a Okayama, Hiroshima, Tottori, Fukuoka, Saga, Nagasaki, Hyogo e Kyoto (todas prefeituras a sudoeste).

 

Um país (Insular) a caminho dos 130 milhões de habitantes (distribuídos esmagadoramente pelas suas maiores 4 ilhas), com uma área total de quase 378 000Km²,

 

(capital sendo Tóquio centrada numa área metropolitana podendo incluir cerca do triplo ‒ 30 milhões ‒ de portugueses habitando em Portugal ‒ uns 10 milhões)

 

Considerado como um das maiores potências mundiais (desde o fim da WW2 claramente a reboque dos EUA), mundialmente conhecido como aquele tendo a maior expetativa de vida do Mundo (87 anos com Portugal a ser 33º com 80 anos),

 

E que no entanto apesar de ter sofrido o maior ataque ‒ ARTIFICIAL ‒ alguma vez feito pelo Homem contra o Homem,

 

‒ Sendo executado num tão curto espaço de tempo, sem aviso prévio e sobre uma multidão em geral completamente ignorante e (facto Supremo e extremamente Cruel) nunca tendo provocado nos seus autores nenhum remorso, pesadelo ou sequer Julgamento do Povo (O que será um Crime de Guerra?)

 

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Centro-Sul do Japão em 7 Julho de 2018

Regiões mais afetadas e com maior nº de vítimas/desaparecidos

(imagem: mainichi.jp)

 

Poderá um certo dia e dadas as suas origens, evolução e características geológicas,

 

(no fundo a sua inserção no conjunto formando o Anel de Fogo do Pacífico, compondo paisagística e superficialmente ‒ ao nível da crosta terrestre ‒ a região geologicamente mais Ativa e Viva da nossa Terra)

 

Ser sujeito a um poderoso fenómeno (podendo ser mesmo um Evento) não de origem Artificial mas de origem NATURAL:

 

“Japan lies along the Pacific Ring of Fire a narrow zone around the Pacific Ocean where a large chunk of Earth's earthquakes and volcanic eruptions occur. Roughly 90 percent of all the world's earthquakes and 80 percent of the largest ones strike along the Ring of Fire.”

(Brett Israel/livescience.com/14.03.2011)

 

Com as placas em choque contínuo (a norte deste território insular encontrando-se num dos topos extremos da Placa Norte-Americana e a sul assentando sobre a Placa Euroasiática) e na sua concretização (interpretando-a e traduzindo-a) ‒ ativa ‒ provocando a elevação progressiva da crosta terrestre ‒ na parte da Ferradura integrando o Círculo de Fogo do Pacífico (nestas coordenadas o Japão) ‒ não sendo de desprezar (por comparação e proximidade) uma evolução semelhante à na hora em curso na cordilheira dos Himalaias (com o monte Everest como símbolo, com os seus quase 9Km de altitude), com sectores da crosta terrestre ondulando entre níveis superiores/inferiores, com outros deslocando-se horizontalmente (num dos últimos grandes sismos registados em Honshu, deslocando-se uns 2,4 metros para oeste) ‒ outros por submarinos originando ainda Tsunamis ‒ e ainda aqui e ali com a crosta terrestre expelindo para o exterior (através de numerosos vulcões) o resultado de altas pressões (internas) acumuladas em profundidade (e necessitando de se libertar como numa panela de pressão), dando finalmente origem a um (possível) Evento local ao nível da extinção (pelo menos parcial) talvez no Natural cumprimento da nossa Evolução e do futuro Geológico desta região (asiática):

 

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Kurashiki/Japão

8 Julho 2018

(AFP/GETTY/express.co-uk)

 

“Colliding tectonic plates not only trigger earthquakes they also build volcanoes. About 10 percent of the world's active volcanoes are in Japan, mostly where the Pacific Plate is diving below the Philippine Plate.”

(Brett Israel/livescience.com/14.03.2011)

 

Um dia talvez com parte do Japão a erguer-se majestosamente das águas e com o restante do seu arquipélago a desaparecer sob as mesmas (ou não fosse uma ilha plantada num imenso oceano) como terá ocorrido num passado remoto (numa ou numas outras partes do Mundo) com o desaparecido Continente da Atlântida.

 

[9 Junho 2018]

 

Hoje segunda-feira com o número de vítimas mortais provocada pela chuva intensa ‒ originando grandes inundações e desabamentos de terra e formando uma brutal muralha de água, de lama e de detritos levando tudo á sua frente ‒ a ir já nas 114 (e ainda com dezenas de pessoas ainda desaparecidas), obrigando ao cancelamento das atividades previstas pelo seu 1º Ministro (Shinzo Abe) colocado perante o maior desastre (do género) ocorrido no Japão já lá vão 35 anos (em 1983 com o seu maior desastre provocado por elevadíssima precipitação e grandes/e mortais inundações). Ficando para já por se saber os verdadeiros prejuízos económicos provocados por esta grande tragédia, afetando sobretudo a região centro/sul do Japão, já tão castigada por violentos sismos causando (em certas zonas) grande destruição: num dia pós-Apocalipse apresentando-se com céu limpo e previsão de temperaturas de 30⁰C (ou superior), fazendo crescer o receio de devido à falta de água e de eletricidade as condições exteriores/ambientais já por si tão periclitantes poderem ainda piorar.

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:38

14
Mar 17

Ou Seja Sem Dinheiro, Não Há Bem Bom!

(só para os vivos porque os outros já estão mortos)

 

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Explosão num dos reatores da Central Nuclear de Fukushima

(na sequência do violento sismo seguido de tsunami ocorrido em 11 de Março de 2011)

 

“I think it’s one of the evil words of our day – fukko (reconstruction) – because it excuses everything that is going on: the forced returns, the use of workers in very questionable circumstances and work environments, what is done to children.” (Norma Field, Professor of Japanese Studies, University of Chicago – greenpeace.org)

 

Os próximos Jogos Olímpicos a realizarem-se dentro de três anos no Japão, terão a sua Aldeia Olímpica instalada na capital do país – Tóquio. Uma capital escolhida pelo Comité Olímpico Internacional em 7 de Setembro de 2013, superiorizando-se a outras candidaturas apresentadas por Baku (Azerbaijão), Doha (Catar), Istambul (Turquia) e Madrid (Espanha). Numa 1ªfase sendo postas de lado as capitais Baku e Doha e na decisão final com a maioria do comité a apoiar o candidato asiático (Japão) face às duas candidaturas europeias (Espanha e Turquia). Numa decisão tomada em Setembro de 2013 dois anos depois de um violento sismo acompanhado de tsunami ter atingido o Japão (Março de 2011).

 

Após seis anos sobre a data do sismo de M9.0 acompanhado de tsunami que destruiu parcialmente a central nuclear de Fukushima (11 de Março de 2011), enquanto a população aí residente e dai evacuada na altura se mostra reticente ao início do seu regresso (a casa), por outro lado as autoridades japonesas indicam que estão criadas as condições para tal concretização: tudo controlado.

 

Mencionando-se este último facto apenas para recordar que esse tsunami atingiu à sua passagem a central nuclear de Fukushima, ocasionando um desastre nuclear de grandes proporções e levando-nos logo a compará-lo com o ocorrido em Chernobyl: colocando-nos de imediato a pensar qual dos dois seria o mais grave ou se não seriam ambos uma catástrofe. Tanto no caso de Chernobyl como no de Fukushima com toda a área envolvendo as centrais a ter que ser evacuada, deixando localidades desertas, campos e indústria abandonados, vidas feridas e destruídas e sobretudo um silêncio total e um forte sentimento de medo e de abandono. E uma dúvida com toda a certeza existencial: como é que tal foi possível?

 

Com as autoridades governamentais japonesas – e delegada essa responsabilidade ao Ministério da Energia e à Companhia de Eletricidade de Tóquio (a central é em Fukushima mas quem usufrui maioritariamente dela é a capital) – a terem como primeira prioridade o embelezamento superficial e paisagístico da região não fossem os turistas fugirem e as Olimpíadas fracassarem: com os japoneses a serem apenas peças decorativas mas agora de uma peça dramática. Tratando-se deles depois mas agora mostrando-os instalados em casa e felizes.

 

Mas aqui o que mais nos toca e fere profundamente (relembre-se que os efeitos provocados pela radioatividade poderão alastrar por todo o território terrestre ou marítimo, ao serem transportados por ar, terra ou mar) é a indiferença que parece acompanhar este tema (o nuclear) em decisões tão importantes como esta tomada pelo COI. Mas quem os poderá responsabilizar?

 

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O estádio central e coração dos Jogos Olímpicos de Verão Tóquio 2020

(uma obra do arquiteto japonês Arata Isozaki fazendo lembrar uma tartaruga)

 

O incidente ocorrido na central nuclear de Fukushima (240Km de Tóquio), não só nos faz lembrar o incidente na central nuclear de Chernobil (há 31 anos) – na semelhança que os efeitos nocivos induzidos pela intensa radioatividade podem provocar numa grande área populacional – como simultaneamente por todo o cenário envolvente e modelo replicador (sismo, tsunami, explosão, fugas e contaminação atmosférica do solo e das águas), podendo ser de um nível de perigosidade ainda não muito bem calculado.

 

É que se não fizermos nada e entrarmos na onda da situação, poderemos um dia e ao virar da esquina não sermos prejudicados na nossa vida e saúde como o foram os ucranianos no caso de Chernobyl (com as autoridades a secundarizarem a segurança da população em volta com falhas graves na manutenção e prevenção),

 

Passados 6 anos sobre a explosão na central nuclear de Fukushima e com indicações de que o nível de radiações emitidas por um dos seus reatores (danificado) está num dos níveis mais elevados desde esse incidente, eis que incompreensivelmente, contra a opinião esmagadora da população e sem dados suficientes que apoiem tal decisão (nem todos os dados são revelados) são as autoridades responsáveis pela manutenção da saúde (dessa população) a aconselharem-nas ao seu regresso: até porque suspensa a evacuação e libertada a área quem não voltar perderá o subsídio (de habitação).

 

Mas ao sê-lo feito de uma forma mais democrática e ocidental (ou seja perversa e sem vergonha) escolhendo a melhor forma de os acalmar (e poupar dinheiro) obrigando apenas as vítimas a regressar (esquecer e morrer) – ao lugar para onde foram declaradamente atirados para a infelicidade e para o terror.

 

Para se compreender o que um desastre Natural poderá provocar numa estrutura Artificial criada pelo Homem, basta referir-se que no sismo seguido de tsunami que varreu a costa leste do Japão em 11 de Março de 2011 (fez sábado 6 anos) – atingindo também Fukushima – morreram dezenas de milhares de pessoas, desapareceram alguns milhares e fugiram mais de centena e meia de outros milhares (nem 1/4 tendo já regressado).

 

Ou seja de uma forma inacreditável e criminosa, com o Governo japonês (ainda-por-cima cada vez mais pressionado com a aproximação dos Jogos Olímpicos) de um modo natural, como se nada se tivesse passado e de modo a tranquilizar os anteriormente considerados como potenciais doentes (agora tratados como saudáveis), “a obrigar essas mesmas vítimas a regressarem aos seus lares sob avisos de penas pesadas”.

 

The massive disaster that struck the east coast of Japan on 11 March 2011 has been referred to as a “triple disaster” – earthquake, tsunami, and triple reactor core meltdowns. The tsunami and earthquake claimed tens of thousands of lives and devastated coastal communities. The Fukushima Daiichi nuclear disaster forced many more people from their homes, communities, and livelihoods and has prevented their return. (greenpeace.org)

 

Quando o defeito não estava nas presas, mas na qualidade do ambiente proporcionado pelos seus predadores – neste caso utilizando o nuclear para o benefício que não certamente o das populações: com os trabalhos em torno da Central Nuclear de Fukushima a prosseguirem, com as fugas de material radioativo para o oceano a continuarem, com todas as áreas em torno da central a serem afetadas, colocando tudo e todos em risco (devido à presença de elementos radioativos no solo, no ar e na água) e mesmo assim não recuando declarando o Japão e Tóquio Livres (de poluição) e dando as boas vindas às Olimpíadas. Do povo se tal for necessário se tratará a seguir).

 

(imagens: ines7.info e sbs.com.au)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:06

17
Abr 16

Em poucos dias a região do Pacífico voltou de novo às bocas do Mundo, com mais uns violentos sismos (provocando vítimas e destruição) registados nos limites do Círculo de Fogo: um no JAPÃO e agora outro no EQUADOR – este último colocando todo o continente americano a tremer (e não sendo só da vibração, talvez mesmo de medo).

 

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 Ontem no Japão hoje no Equador e tudo seguindo a linha do ativo Círculo de Fogo

 

Enquanto as notícias ainda se focavam sobre o violento sismo de magnitude 7.3 ocorrido no início deste fim-de-semana na ilha de KYUSU localizada no sul do JAPÃO (numa sucessão de outros sismos bastante fortes iniciada dias antes a uma profundidade de apenas 10Km e por esse motivo provocando mais estragos e vítimas à superfície), eis que de novo e na mesma região do globo terrestre circundando o conhecido CÍRCULO de FOGO, mais um violento sismo sacode a crosta terrestre mas agora no EQUADOR: registado pelas 23:58 UTC de ontem, a uma profundidade inferior a 20Km e com uma magnitude de 7.8.

 

No caso dos sismos ocorridos no sul do JAPÃO provocando mais de 40 mortos e cerca de 900 feridos e no caso do Equador com o número de vítimas a cifrar-se de momento em mais de 200 mortos e de 1500 feridos – num sismo com consequências muito mais trágicas do que as ocorridas na ilha japonesa de KYUSHU.

 

Deixando os equatorianos bastante preocupados com possíveis réplicas que possam entretanto ocorrer (até agora uns nove sismos registados: 5.4/4.5/4.8/4.5/4.8/4.5/5.6/4.5/5.5) assim como todos os outros países da América do Sul e do Norte fazendo fronteira com o PACÍFICO e com o CÍRCULO DE FOGO.

 

No que toca ao Continente Americano com outros países a sentirem desde logo os efeitos das ondas de choque propagadas na região por este forte sismo e por outros sismos ocorridos no seu próprio território: como é o caso do Chile (com dois sismos de magnitude 4.4 e 4.8 registados hoje) e dos EUA (com todos os seus sismógrafos a registarem o sismo e as suas ondas de choque), comprovando que os efeitos provocados por este sismo se repercutiram por todo o Continente (se não por todo o mundo) colocando-nos e à Terra todos a vibrar.

 

O que para quem vive nas zonas limítrofes à região vulcânica e sismologicamente bastante ativa do CÍRCULO de FOGO, deverá desde já coloca-los em estado extremo de alerta, para a forte possibilidade da ocorrência de outros abalos identicamente violentos.

 

(imagem: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:47

15
Abr 16

A magnitude-7.0 earthquake struck early Saturday in Japan's Kyushu island, the same region a 6.2 quake struck two days earlier.”

(CNN)

 

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Pessoas refugiadas num dos parques da cidade de KUMAMOTO

 

Nesta sexta-feira dia 15 de Abril o sul do JAPÃO tem vindo a ser assolado por uma sucessão de fortes abalos sísmicos iniciados há pouco mais de 24 horas, tendo atingido o seu pico máximo de atividade há cerca de três horas (neste momento vamos a caminho das 20:30 em Portugal) com um violento sismo de magnitude 7.0 e com epicentro a 10Km de profundidade da ilha de KYUSHU. Os primeiros abalos tinham-se feito sentir por volta das 12:26 UTC de quinta-feira (dia 14), fazendo tremer toda a terceira maior ilha do Japão e afetando grandes cidades localizadas nessa região japonesa (como FUKUOKA e HIROSHIMA): numa sucessão de cinco fortes sismos de 6.1/5.5/5.0/6.0/5.3 de magnitude. Entretanto e após o sismo de magnitude 7.0 já se registaram mais outros quatro abalos de magnitude 5.8/5.7/5.3/5.5 num intervalo de duas horas e meia (com o último a ser registado há uma hora atrás por volta das 20:00 de Lisboa). Segundo as últimas notícias entretanto recebidas e sabendo-se que aí habitam mais de 12 milhões de pessoas, as informações apontam para já para a destruição e aparecimento de focos de incêndios limitados em alguns edifícios e outras infraestruturas, mas para já tendo vindo a ser controlados – cenário que se poderá vir a agravar à medida que as horas vão passando, dada a violência deste segundo sismo e o seu tempo de duração (sendo um abalo mais forte e com um epicentro a muito menor profundidade, originando maior destruição). Neste momento contabilizando-se as vítimas mortais em 9 indivíduos (registadas nos abalos do dia anterior) e com o alerta de TSUNAMI a acabar de ser retirado. Num fenómeno natural muito frequente nesta região turbulenta do globo terrestre e com as ilhas formando o JAPÃO a estarem como que penduradas bem na orla da região do Círculo de Fogo – ameaçando um dia fazer desaparecer a terra debaixo das águas do PACÍFICO. Ou não fosse esta zona a RAINHA de SISMOS e VULCÕES e como todos sabemos de muitos outros segredos (também mortais, até mesmo artificiais e envolvendo aviões).

 

(imagem: AFP)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:49

20
Jan 15

Num país onde mais de 70% do seu território é constituído por terreno montanhoso, é fácil de perceber que as montanhas tal e qual como os vulcões, estejam tão ligados à sua cultura e tradição. Tal como para todos nós a Luz, a nossa fonte de vida.

 

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(fonte: Animal – anymalnewyork.com)

 

Mal olhei para estas decorações luminosas e ainda levado pela recente passagem da quadra natalícia e pela chegada do Ano Novo, lembrei-me logo da pobre e miserável iluminação de Natal montada pelo município da minha terra (onde moro há muitos anos), praticamente reduzida a meia dúzia de lâmpadas aqui e ali colocadas, a um presépio frio e austero e a uma mangueira de iluminação na fachada principal do edifício camarário – talvez (sabe-se lá) oferecida pelos chineses. Ainda não há muitos anos o orçamento do município de Albufeira andava pelo meio milhão de euros!

 

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(fonte: Twisted Sifter – twistedsifter.com)

 

Neste caso estamos no interior da localidade de KUTAWA, uma conhecida cidade japonesa que durante a época do Inverno e aproveitando o seu conhecido jardim e outras estruturas de apoio turísticas ali existentes, realiza todos os anos por essa altura um grande espectáculo de luzes. Durante os seis meses que decorrem de Outubro a Março quase que 6.000.000 de lâmpadas decoram toda essa zona, originando cenários maravilhosos de luzes coloridas. Como é o caso do lindíssimo túnel de luzes e o espectacular cenário apresentando o vulcão ao fundo. Qual será o segredo?

 

(imagens – all-that-is-interesting.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:15
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08
Out 14

O Mais Forte Ciclone do Ano 2014 a Caminho de OKINAVA
(sul do Japão)

 

Depois da passagem há dois dias atrás (pelo centro do Japão) do tufão Phanfone, mais outro tufão se desloca a caminho (do sul) do país – o tufão Vongfong – sendo já considerado pela Agência Meteorológica Japonesa como violento: com ventos cujas rajadas máximas poderão atingir uma velocidade próxima dos 300Km/h.

 

Imagens de satélite do tufão Vongfong

 

O furacão de categoria 4 (na escala Saffir-Simpson) desloca-se para já para oeste (a uma velocidade de 20Km/h), tudo indicando que irá ganhar mais força durante o seu trajecto, virando então para norte e ameaçando todo o sul do Japão.

 

(na imagem a zona a vermelho assinala nuvens capazes de provocar grandes tempestades; a zona a cinzenta assinala nuvens ainda mais altas e sem possibilidades de medição)

 

(dados e imagem – climatempo.com.br)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:57

27
Set 14

Quando cheguei ao Algarve ouvi logo falar do vulcão de Monchique: mas nunca o vi, só provei das suas águas termais. O que não quer dizer que nunca tivesse existido ou que até pudesse ser um familiar (afastado) dele. Geologicamente falando, claro!

 

Erupção no vulcão do Monte de Santa Helena

(USA – 1980)

 

Em 20 de Março de 1980 uma sucessão de sismos registados no estado norte-americano de Washington (mais precisamente na região envolvendo o monte de Santa Helena) despoletou a actividade sísmica e eruptiva no vulcão aí existente (despertando-o). Dois meses depois o vulcão de Santa Helena explodiu (a 18 de Maio de 1980) provocando a destruição e o deslizamento de todo o flanco norte da montanha: o seu cume desapareceu deixando no seu lugar apenas um enorme buraco. Apesar de tudo apenas se registaram cerca de seis dezenas de vítimas mortais – originadas pelos efeitos devastadores da poderosa nuvem piroclástica criada após a explosão (com velocidades que poderão ter atingido os 1.000Km/h e um raio de acção de vários quilómetros).

 

As cinco crateras do vulcão Ontake

(Japão – 2014)

 

Mais um vulcão na Ásia a entrar de novo em erupção, neste caso o vulcão mais alto do Japão com uma altitude de mais de 3.000 metros (que até 1979 se pensava inactivo, entrando nesse ano em plena actividade). Situado na ilha japonesa de Honshu (a maior do conjunto de ilhas do arquipélago japonês) e a cerca de uma centena de quilómetros da cidade de Nagoya (e a 200Km da capital Tóquio). Na imagem anterior podemos ver as suas cinco crateras em acção – desde o dia 27 de Setembro deste ano – as quais apanharam muitos dos locais de surpresa (entre curiosos e habitantes locais) provocando uma dezena de feridos e obrigando quase três centenas de pessoas a procurarem protecção em refúgios na montanha. Até ao momento não existindo notícias sobre o aparecimento de lava, registando-se apenas a queda de cinzas e de pequenas pedras.

 

Montanhistas apanhados de surpresa

(Japão – 2014)

 

Com uma grande presença de locais e ocasionais nas imediações do monte Ontake – devido ao atractivo que o vulcão aí existente representa para todos os japoneses (e para a sua cultura) e sabendo-se que as montanhas cobrem quase 70% do seu território – a repentina erupção registada a 27 deste mês apanhou muitos deles de surpresa. Como se pode verificar na imagem anterior, com os elementos presentes nas imediações das encostas do vulcão a fugirem apressadamente, perante a rápida aproximação de uma densa e cinzenta nuvem de cinzas (tal e qual uma nuvem piroclástica). Tanto os Estados Unidos como o Japão têm assim (como em muitos outros campos) estreitas ligações entre si: neste caso tendo os vulcões (existentes nos seus territórios) como elemento comum.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:48

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