Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

25
Dez 18

Tal como no caso da INDONÉSIA com o seu vulcão ANAK KRAKATAU, localizados nós (PORTUGAL) aqui perto de um mesmo problema (aqui o espanhol vulcão CUMBRE VIEJA), só temos mesmo que nos preocupar prevenindo/não remediando: tão perto como estamos (tal como os indonésios) da confluência de placas tectónicas – e tendo já no currículo o ano de 1755 (com o terramoto seguido de TSUNAMI caindo sobre o sul do país e Lisboa).

 

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Nuvens escuras de vapor e de cinzas

Resultantes da erupção do vulcão Anak Krakatau

(observadas a 23 de Dezembro ainda no início da erupção)

 

Com o TSUNAMI ocorrido no passado dia 22 de Dezembro de 2018 (sábado) – na ilha indonésia de ANAK KRAKATAU (formada há 91 anos) – originado numa violenta erupção vulcânica e no subsequente deslocamento de terras (submarinas) integrando (e sendo adjacentes) a essa ilha e vulcão (em intensa atividade geológica), concluímos que estes mesmos fenómenos de deslocação de enormes volumes e massas de água integrando os nossos oceanos (cobrindo mais de 70% da superfície do nosso planeta e com uma profundidade média menor que 4Km), podem ter como rastilho (para a concretização do EVENTO) não só a ocorrência de grandes sismos com epicentro no MAR – como o foi o SISMO seguido de TSUNAMI de 26 de Dezembro de 2004 com um sismo de magnitude M9.1 e ocorrido no mar, originando um TSUNAMI e provocando mais de 200.000 vítimas mortais entre residentes e turistas – mas igualmente a ocorrência de Grandes ERUPÇÕES (explosivas) originando intensas movimentações nas estruturas geológicas suportando o vulcão (à vista ou debaixo de água), refletindo-se na criação de uma ONDA de CHOQUE (uma Muralha de Água) deslocando-se centenas de quilómetros e invariavelmente atingindo (fortemente) todas as zonas litorais (localizadas no seu caminho de propagação) – como o terá sido a ERUPÇÃO seguida de TSUNAMI de 22 de Dezembro de 2018, com uma violenta erupção (e explosão) ocorrida na ilha e no vulcão ANA KRAKATAU (o filho do vulcão KRAKATOA) a exprimir-se com um novo Tsunami: não SÍSMICO mas VULCÂNICO (origem), igualmente mortal.

 

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Destruição em Sumur/Indonésia

Provocada pela erupção de Anak Krakatau

(observada em 25.12 já depois da passagem do tsunami originada no vulcão)

 

Curiosamente com estes dois acontecimentos (TSUNAMIS) a ocorrerem na mesma região do Globo Terrestre (Índico/Pacífico), deixando-nos no entanto no ar a dúvida se tais acontecimentos poderão ocorrer ou não noutros lugares do nosso planeta (a TERRA): por exemplo tendo como protagonista o Oceano Atlântico banhando entre outros países o nosso Portugal (continental e insular). Haverá então algo de COMUM entre o sucedido na INDONÉSIA e o que poderá ocorrer algum um dia (se já não tiver ocorrido antes) no nosso PORTUGAL? E sabendo-se estarem ambos (INDONÉSIA e PORTUGAL) muito próximos da confluência de 2 ou mais PLACAS TECTÓNICAS, para tal fenómeno ocorrer (tsunami) faltando apenas o VULCÃO existir e aparecer: na Indonésia com ANA KRAKATAU em Portugal (e nas margens do Atlântico) com o CUMBRE VIEJA. No historial de TSUNAMIS (e MEGATSUNAMIS) ocorridos no nosso planeta desde a Pré-História (como consequência de impactos e/ou deslocamento de terras) – e destacando-se entre outros (e como um dos primeiros) o asteroide que exterminou os Dinossauros (há mais de 60 milhões de anos) e (como um dos derradeiros) o deslocamento de terras ocorrido no Monte ETNA como consequência de uma violenta erupção no vulcão com o mesmo nome (há uns 8.000 anos atrás) – podendo-se a eles juntar o provocado pelo vulcão KRAKATOA (ocorrido no PASSADO) como (já agora e passado Anak Krakatau) o anunciado e desde há muito previsto TSUNAMI das CANÁRIAS (a ocorrer no Futuro) apontado para o vulcão CUMBRE VIEJA.

 

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Com dois dos quatro indonésios membros da banda Seventeen

A morrerem durante o Tsunami do passado fim-de-semana

(na Indonésia durante um concerto de praia)

 

Nas previsões dos especialistas (com a zona mantendo-se ainda aparente e geologicamente estável) podendo ocorrer um TSUNAMI mas num período ainda bem largo estendendo-se por uns 10.000 anos (ou seja entre o ano 2019 e o ano 12.019). Talvez com repercussões (materiais e/ou humanas) apenas regionais (afetando sobretudo a zona das CANÁRIAS) mas ao mesmo tempo podendo tornar-se num fenómeno mais vasto e afetando regiões em seu redor como as costas de África e da Europa e até do mais distante continente Americano; com um MEGATSUNAMI a poder já ter ocorrido na zona e no passado (há muitos e muitos milhares/milhões de anos atrás) como o demonstram vestígios encontrados 40/200 metros (na altura deste Evento) acima do nível da água do mar. O que aconteceria então, chegando à costa portuguesa (ocidental e sul) uma onda podendo atingir uns 100 metros de altura (ou algo a caminho desses valores mesmo que menores que 50)? Talvez se descobrindo um pouco, lendo o Público de 2011 (Luís Francisco/Cumbre Vieja, O Apocalipse tem um nome/07.11.2011):

 

“A recente crise vulcânica nas Canárias (Setembro de 2011) passou sem deixar grande mossa mas o arquipélago espanhol no Atlântico está referenciado como epicentro de um potencial desastre de consequências catastróficas: (como) a derrocada do flanco do vulcão Cumbre Vieja (um vulcão ativo) o cenário mais plausível de um MEGATSUNAMI (no Atlântico). (Só que) o problema é que os cientistas chegaram à conclusão de que o cone vulcânico é particularmente instável e (que) existe a possibilidade de, num cenário de erupção ou (de) sismo, uma enorme porção da montanha deslizar para o mar (c/consequências catastróficas). (Com os modelos matemáticos a apontarem que) o arquipélago da Madeira poderia ser atingido por paredes de água com mais de 40 metros de altura (e que) qualquer coisa à volta de três horas depois do colapso, o território continental português veria chegar poderosas ondas de dez metros (num cenário de devastação).”

 

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Localizado numa região geologicamente, não tão perigosa como a da Indonésia

Portugal jamais deverá esquecer não ser igualmente virgem, neste tipo de fenómenos (bastando para tal lembrar o Sismo/Tsunami de 1755)

 

Última Hora

 

[E pelas 22:30 (hora de Portugal) do dia 25 de Dezembro, com o número de mortos a caminho dos 500 e com o número de feridos a caminho dos 2.000 (isto para não falar como complemento, dos para já ainda considerados como desaparecidos). E com o vulcão Anak Krakatau a manter-se em atividade, registando-se ainda mais explosões/erupções. Por curiosidade na mesma altura em que na Itália o ETNA – igualmente próximo de centros populacionais – reforça a sua atividade.]

 

(imagens: volcanodiscovery.com – whittierdailynews.com – WEB/YOUTUBE – Smithsonian Channel/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:21

22
Jun 18

What I say

Anak Krakatau starting to eruption

(Aris Yanto/facebook.com)

 

Imortalizado através do filme realizado em 1968 pelo cineasta norte-americano Bernard Louis Kowalski ‒ “Krakatoa East of Java ‒ o renovado vulcão da Indonésia (localizado no estreito de Sunda entre a ilha de Java e a ilha de Sumatra) parece confirmar o seu retorno à atividade (depois da última erupção de 19 de Fevereiro de 2017) com uma nova erupção registada (para já de pequena intensidade) no passado dia 19 de Junho (esta terça-feira): emitindo cinzas para a atmosfera atingindo algumas centenas de metros (de altitude antes de se dissiparem), mas para já sendo ainda muto cedo para se poder afirmar ser apenas um sobressalto (voltando o vulcão a acalmar-se) ou em alternativa o primeiro sinal para uma fase seguinte mais eruptiva e intensa. Com um dia se terá passado no (já distante) ano de 1883.

 

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Vulcão Krakatau

19 Junho 2018

(foto:Juhdi Black)

 

Nesse sentido com os especialistas a informarem (desde já) da possível continuação da agitação registada no vulcão Krakatau, segundo as suas previsões com uma nova erupção (mais intensa) a poder ocorrer a curto-prazo (dentro de semanas/meses): para já e apesar dos níveis de radiação (térmica) se manterem baixos a moderados (mas em crescimento desde Março deste ano de 2018) ‒ sugerindo que o magma se encontra perto da superfície ‒ com um caso muito semelhante a ter ocorrido (como referido anteriormente) há pouco mais de um ano (Fevereiro de 2017) com uma forte radiação térmica a ser registada seguida dias depois (dois) por uma intensa erupção estromboliana (três anos depois da de 2014 de categoria VEI1 ‒ estromboliana, moderada e emitindo cinzas de 100m/1Km de altitude).

 

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Krakatoa o Inferno de Java

(imagens: filmow.com)

 

Sendo este renovado vulcão (da Indonésia) denominado por Krakatau herdeiro de um longínquo vulcão localizado nas mesmas coordenadas (e com alguns locais ainda preservados como Verlaten e Ilhas Land), mais tarde substituído por outros três vulcões entretanto formados ‒ Rakata, Danan e Perbuwatrn ‒ e finalmente dando origem à Ilha de Krakatoa (e com o colapso do antigo Krakatoa a formar uma caldeira com cerca de 7Km). No ano de 1883 e num cenário retratado pelo filme “Krakatoa a Leste de Java” com a 2ª maior erupção de sempre registada em toda a Indonésia a levar à implosão da ilha de Krakatoa, com todos os seus vulcões a entrarem em violenta erupção (dando-se o colapso da imensa caldeira) terminando (estes, as suas encostas) por se desmoronar no mar provocando Tsunamis devastadores (e ficando uns restos do vulcão Rakata): provocando mais de 36.000 mortos não só entre os locais (da ilha atingida) mas sobretudo devido aos Tsunamis (que se lhe sucederam).

 

E passado mais de um século (135 anos) no seu lugar agora estando o Filho de Krakatoa com o cone de Anak Krakatau ‒ parecendo querer acordar e seguir os passos dos seus antepassados (localizado como está no Anel de Fogo do Pacífico).

 

(dados: watchers.news)

 

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:24

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