Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Jan 19

[Passagem de Ano em Albufeira

Não pensando na Terra mas no Céu]

 

Passagem de Ano 2018/19

1 Janeiro 2019

O que revelam os Sinais recebidos pela NASA da sonda NEW HORIZONS

Que passou pelo objeto mais distante já explorado?

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Da Terra a Ultima Thule

A Caminhada da sonda New Horizons

Os Sinais confirmaram que a sonda conseguiu sobrevoar, fazer captura de imagens e análises científicas do corpo celeste conhecido como ULTIMA THULE

Um Mundo que está a cerca de 6,5 ​​bilhões de quilômetros de distância da TERRA e se tornou o objeto celeste Mais Distante já Explorado pela Humanidade.

(BBC Brasil/metrojornal.com.br)

 

E tal como prometido pela NASA com a sonda automática NEW HORIZONS depois de ter ultrapassado o planeta-anão PLUTÃO (antes de despromovido sendo o nono e mais longínquo planeta do Sistema Solar) a dirigir-se de seguida rumo ao CINTURÃO de KUIPER – para aí se encontrar com um dos inúmeros KBO (Kuiper Belt Object) neste caso ULTIMA THULE – e tal como o efetuado com o planeta-anão anterior durante o espaço-tempo disponibilizado, fotografá-lo e estudá-lo profundamente: ou não fosse ULTIMA THULE o Mundo mais distante até hoje atingido e estudado pelo HOMEM.

 

NASA's New Horizons spacecraft flew past Ultima Thule in the early hours of New Year's Day, ushering in the era of exploration from the enigmatic Kuiper Belt, a region of primordial objects that holds keys to understanding the origins of the solar system.”

(jhuapl.edu)

 

Jan1-2018_press-lease_Image1.png

Imagem do KBO e planeta-anão Ultima Thule

(na aproximação da sonda New Horizons a esse Objeto do Cinturão de Kuiper ou KBO)

 

Na Passagem de Ano de 2018 para 2019 e por volta das 05:30 da madrugada (em Portugal) do 1º dia de Janeiro deste Ano Novo de 2019 (por volta das 00:30 em Washington) com as câmaras (de alta-resolução) da NEW HORIZONS através da utilização do seu instrumento ótico LORRI (e na sua aproximação final ao seu objetivo) a fornecerem-nos as primeiras imagens (uma composição de duas imagens) de um dos parentes mais próximos e relevantes de PLUTÃO, o KBO denominado como ULTIMA THULE: aparentemente (e a partir das imagens e dados já recolhidos) com as suas dimensões a estarem próximas dos 16Km de largura e dos 32Km de comprimento e com a sua forma a aparentar a de um amendoim mais largo nas pontas e mais estreito no meio – podendo ser um único objeto (como que fundido a meio) ou então um sistema binário (integrando dois objetos, muito próximos e interligados). Com ULTIMA THULE girando no seu movimento de rotação (em torno de um Eixo virtual) como a figura seguinte sugere:

 

Jan1-2018_press-lease_Image1 B.jpg

Eixo de rotação virtual

(do KBO Ultima Thule)

 

"New Horizons performed as planned today, conducting the farthest exploration of any world in history — 4 billion miles from the Sun."

(jhuapl.edu)

 

Segundo os responsáveis da NASA (pela missão levada a cabo pela sonda NEW HORIZONS) debruçando-se agora sobre o Objeto Celestial mais afastado da TERRA neste preciso momento (1 de Janeiro de 2019) a ser visitado, fotografado e estudado pelo HOMEM – e depois de confirmado o movimento de rotação (e respetivo período) associado a ULTIMA THULE (antes nunca tendo sido confirmado), esperando-se agora (e deixando entusiasmados/excitados todos os cientistas) e tal como sucedido com Plutão, a chegada das primeiras imagens (em Alta-Resolução) deste NOVO MUNDO (situado nos confins do nosso Sistema e nunca visto por nós em imagens feitas por perto): tiradas a uns 4 BILIÕES de KM da TERRA por alguém já com fama (veja-se Plutão) de ser grande “fotógrafo".

 

"New Horizons holds a dear place in our hearts as an intrepid and persistent little explorer, as well as a great photographer."

(jhuapl.edu)

 

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New Horizons em aproximação a Ultima Thule

(a 31 de Dezembro de 2018)

 

Ultima Thule, 2014 MU69 ou 486958:

 

Um objeto celeste transnetuniano localizado no Cinturão de Kuiper (integrando o Sistema Solar), descoberto a 26 de Junho de 2014 pelo telescópio espacial Hubble, em relação ao Sol distando aproximadamente entre 42 UA (periélio) e 47 UA (afélio) – ou seja e em média 6.630 milhões de Km – e tendo um período orbital um pouco inferior a 300 anos, neste 1º de Janeiro de 2019 e pouquíssimo tempo após a Passagem de Ano sendo visitado pela 1ª vez por uma nave terrestre (para os potenciais visitados um artefacto alienígena), fazendo-lhe uma rasante de uns míseros 3000Km a 4000Km. O mais longínquo objeto alguma vez visitado (pelo Homem):

 

The New Horizons spacecraft will continue downloading images and other data in the days and months ahead, completing the return of all science data over the next 20 months. Nine years into its journey, the spacecraft began its exploration of the Kuiper Belt with a flyby of Pluto and its moons. Almost 13 years after the launch, the spacecraft will continue its exploration of the Kuiper Belt until at least 2021. Team members plan to propose more Kuiper Belt exploration.

(jhuapl.edu)

 

(imagens: NASA)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:36

22
Set 17

“New Study Indicates that Planet 9 Likely Formed in the Solar System”

(Matt Williams/universetoday.com)

 

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 1

Ilustração do Planeta 9

Bloqueando a Via Láctea

 

Entre tantas e tantas teorias atualmente ao nosso dispor sobre as condições de formação e de constituição do Sistema Solar (pertencendo á galáxia Via Láctea), uma das mais faladas e discutidas até pela proximidade dos diferentes elementos integrantes (como planetas, luas, cometas e asteroides, entre outros), dirige-se ao número de planetas (e outros corpos celestes semelhantes) tendo o Sol como estrela de referência: desde os planetas principais (interiores e exteriores ao Cinturão de Asteroides), passando pelos objetos trans-neptunianos (como Sedna) e chegando aos planetas mais longínquos como poderá ser eventualmente o (fig. 1) Planeta 9 (no tempo de Plutão sendo o 9º e último planeta ‒ entretanto despromovido ‒ sendo então atribuído ao Planeta 9 o nome de Planeta X). Deixando-nos a forte impressão de que por mais que o limitemos (teoricamente e ao Sistema Solar) na prática nada tem fim (nem origem), com o mesmo sucedendo no Espaço quando aí se interpõe o Tempo ‒ desde o Sol (em profundidade) ao seu Sistema, passando pela galáxia e estendendo-se ao Universo.

 

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 2/3

Planetas terrestres (Interiores) e planetas gigantes (Exteriores)

Formando o Sistema Solar com os seus 8 planetas (principais) atuais

 

Um planeta anteriormente já falado e sugerido como pertencendo ao Sistema Solar (ou periodicamente e vindo de lugares longínquos do Espaço, atravessando-o), repetidamente citado em fontes históricas de Sociedades (organizadas, cultas e com memória) e Civilizações (como a dos Sumérios) existentes sobre a superfície da Terra no passado (com alguns a sugerirem mesmo um possível contacto com outras Civilizações Extraterrestres) ‒ deixando-nos a pensar se existindo um Mundo de base Mineral, podendo este fator ser um indicativo da possibilidade da existência de um outro Mundo complementar o Mundo Orgânico ‒ dada a sua orbita elíptica bastante aberta, afastando-o no seu trajeto em torno do Sol (a enormes distâncias comparadas com as do planetas principais) e com um período orbital de uns 3600 anos: por muitos denominado diferentemente, por outros mais conhecido como Décimo Planeta (ou Planeta X), mas hoje em dia ainda descredibilizado (2017) mesmo que recentemente substituído pelo Planeta 9 (com algum cuidado em 2014/pelos astrónomos Trujillo e Sheppard e mais assumidamente em 2016/pelos astrónomos Brown e Batygin).

 

Agora (meados de Setembro de 2017) após a publicação de um novo estudo (5 Setembro 2017) sobre o hipotético Planeta 9 sugerido em 2016 ‒ Was Planet 9 captured in the Sun’s natal star-forming region?” (Parker-Lichtenberg-Quanz/MNRAS/arxiv.org) ‒ voltando-se de novo a falar do planeta desconhecido (seja nove ou seja dez ou outra simbologia qualquer) sobretudo pelos teóricos do outro lado da Conspiração (no fundo aqueles que não fazem a mínima ideia do que se passa, apesar de sentirem algo estar a acontecer): com o Planeta 9 (ou X) a colidir com a Terra a 23 de Setembro (no próximo sábado) acontecendo o Apocalipse e o previsível Fim-do-Mundo ‒ e como não poderia deixar de ser com as maiores consequências a ocorrerem nos EUA (no presente e ainda o centro mundial do poder) com o despertar de Yellowstone (o Supervulcão norte-americano) e a fratura do continente em dois (da América do Norte). E se um asteroide é perigoso (havendo impacto) ‒ e que o digam os Dinossauros ‒ o que não representará um planeta?

 

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 4/5

Seis objetos circulando para além da órbita de Neptuno e possível Planeta 9

Tomando Sedna como comparação (a  700 UA de distância) com o Sistema Solar a ter 2.000 UA de diâmetro

 

Na ainda curta História deste Nono Planeta (tendo ainda que ultrapassar o conjunto numeroso de histórias envolvendo o Planeta X) localizado na Via Láctea, com muitas hipóteses a surgirem para a sua existência, umas mais inverosímeis outras nem tanto assim: e com as mais credíveis eventualmente aceites pelos cientistas (tendo os astrónomos como autoridades) a serem a de se ter formado perto do Sol movendo-se (posteriormente) para as extremidades do Sistema (Solar) ou então sendo um exo planeta na sua trajetória capturado pelo Sol e de seguida abandonando tal região do Espaço (dedicado ao Sistema Solar). Numa órbita em tudo idêntico aos dos seis objetos trasnsneptunianos (numa elítica bem aberta e conforme a fig. 4/5), orbitando para além de Neptuno todos na mesma direção, ao contrário da do planeta (9 ou 10 como quiserem). Um planeta a existir sendo 10X mais maciço que a Terra, com 2 a 4 vezes o tamanho desta, localizado a cerca de 700UA (1 UA = 150 milhões de Km) de nós e tendo uma órbita elítica bem aberta, demorando cerca de 10.000/20.000 a cumpri-la (como os mais longínquos objetos do Cinturão de Kuiper).

 

(imagens: 1 ESO/Tomruen/nagualdesign ‒ 2/3/4/5 wikimedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

08
Mar 16

Versatile Instrument to Scout for Kuiper Belt Objects

 

PIA20347.jpg

Pulsar Caranguejo – PIA 20347
Observatório PALOMAR – Telescópio HALE – Instrumento CHIMERA
(Instituto de Tecnologia da Califórnia)

 

“This pulsar is the end result of a star whose mass collapsed at the end of its life.

 

It weighs as much as our sun, but spins 32 times per second.”

 

(texto/inglês e imagem: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:04

05
Fev 16

“Imaginemos o Sistema Solar como um óvulo enorme à espera do seu espermatozoide (fertilizador) e com a fusão de ambos a originar uma nova célula – o ovo. Nalgum momento da sua História com a sua membrana a ser penetrada e originando um evento brutal mas criador: criando um novo mundo por implosão do anterior. Um acontecimento cósmico até hoje não sucedido mas já anteriormente simulado em muito menor escala (em cenário real, em tempos diferenciados e com os mais variados corpos celestes – mas com todos eles estéreis).”

 

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RT – Dois planetas descobertos a 200 UA de distância do Sol
(difíceis de detetar na escuridão profunda do espaço e encobertos por Plutão)
FOX – O corpo celeste 2012 VP113 localizado a 80 UA de distância do Sol
(1,5X a distância do Sol a Neptuno e já bem para além do Cinturão de Kuiper)

 

Agora que se sucedem as notícias (é certo que duma forma compassada e ainda meio envergonhada) de que o Sistema Solar voltará a ter nove planetas (oito desde a despromoção de Plutão a planeta anão), num momento em que os primeiros astrónomos (face às mais recentes imagens obtidas) se atrevem a começar a confirmá-lo (tentando situá-lo na sua trajetória) e num período em que já poucos acreditavam na sua existência (como Hercolubus, Nibiru, ou Planet X), eis que o mesmo se apresenta ao serviço mas como um mensageiro do mal (talvez sendo esse o verdadeiro motivo porque muitos falam dele): esse misterioso planeta fazendo parte do Sistema Solar, por diversas vezes sugerido e mencionado em registos históricos bastante antigos (como tal tendo fontes de origem desconhecida e não confirmada e de imediato consideradas dúbias e inaceitáveis) e tendo como trajetória uma órbita muito mais alongada (excêntrica) em torno da sua estrela de referência (o Sol) conferindo-lhe um período de translação de cerca de 10 a 20 mil anos. Tal como representado na imagem seguinte:

 

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Órbita excêntrica do Planeta X

 

Um período de translação de 10 a 20 séculos de duração que neste momento e segundo alguns cientistas (que têm investigado o caso) poderia estar correr o seu momento de maior aproximação ao Sol (periélio) e que devido à passagem deste corpo celeste tão perto do Sol, por associação passando tão perto da Terra e por inerência no interior do próprio Sistema Solar (ou numa tangente ao mesmo), causaria certamente algumas anomalias visíveis no equilíbrio do sistema planetário e naturalmente sobre a Terra (temporárias e provavelmente ocorrendo a cada periélio – entre a chegada e a ida). Um período de translação com o qual alguns dos mais dedicados investigadores trabalhando sobre o caso não estão nada de acordo (especialmente os investigadores mais duros e clássicos), afirmando que o mesmo será de apenas 3600 anos, que o corpo celeste se encontra próximo do seu periélio (em aproximação e preparando-se para iniciar brevemente o seu trajeto de fuga) e que os verdadeiros efeitos provocados pela sua passagem (sobre o sistema e sobre a Terra) ainda estarão para vir. Apontando como suporte para a sua teoria um evento ocorrido aproximadamente há 3600 anos atrás (1600AC):

 

“A erupção minoica de Santorini, também referida como a erupção do Tera ou erupção de Santorini, foi uma catastrófica erupção vulcânica (de grande explosividade) com um Índice de Explosividade Vulcânica (IEV) de 6 ou 7 (numa escala de 0 a 8) e uma Densidade Lítica Equivalente (DLE) de 60 km³ (indicando o volume da erupção) que se estima ter ocorrido em meados do segundo milênio AC (entre o período de 1 650 a 1 450 AC). A erupção foi um dos maiores eventos vulcânicos na Terra registrados na história.” (wikipedia.org)

 

anavermelha.jpg

Planeta ou anã-vermelha?

 

Um planeta que historicamente já transporta atrás de si muitos cenários de conteúdo apocalíptico e que ainda poderá acarretar consequências muito mais imprevisíveis e dramáticas se como muitos afirmam não se tratar na de um planeta mas na realidade de uma anã-vermelha: uma estrela pequena e fria que nunca chegou a vingar (como uma verdadeira estrela). Tendo o seu primeiro registo conhecido ocorrido há cerca de 34 anos (tendo como origem o IRAS – satélite astronómico de infravermelhos) e sendo posteriormente reconhecido (pelo Observatório Naval dos EUA) nove anos depois (1992 ou seja há já duas dúzias de anos) – numa sequência interessante:

 

“When further irregularities in the orbit of Uranus were first noticed in 1906 it sparked a search for a Planet X that was thought to be massive…In the 1980s, a Planet X was proposed by Robert S Harrington based on the irregular orbits of Neptune and Uranus…In December 2015, there was a hint of a large object 300AU away – about six times further than Pluto – in data from the Atacama Large Millimeter/submillimeter Array.” (phys.org)

 

Seja ele o que for um corpo celeste que terá entrado no Sistema Solar por volta do início do século XXI e que pelo andar da carruagem ainda estará por estes lados durante mais alguns anos. E que pela velocidade média conhecida dos oito planetas principais do Sistema Solar (variando entre os quase 4km/s de Plutão e os mais de 50km/s de Mercúrio) e partindo do princípio que se trata mesmo dum planeta, nos poderia indicar a que distância temporal estaria esse corpo celeste caso se encontra-se num destes três locais – (1), (2) ou (3):

 

Corpo (s) Celeste (s)

Distância ao Sol

(UA)

Tempo de Viagem (anos) Reportagem
(imagem inicial)
Cinturão Asteroides (1) 2/3 0.4/0.6 -
Planeta Neptuno 30 5.6 -
Cinturão de Kuiper (2) 50/55 9.5/10.5 -
2012 VP113 80 15.2 FOX
Planetas descobertos por astrónomos do Observatório de Madrid 200 38.1 RT
Planeta descoberto por astrónomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) 370 70.4 -
Nuvem de Ooort (3) ˃ 2000 380.5 -

(1 UA = 150.000.000km – Velocidade média considerada para o corpo celeste = 25km/s)

 

O que nos leva a concluir ao sermos colocados perante as últimas informações fornecidas por entidades oficiais mundialmente reconhecidas (científicas e credíveis no campo da investigação astronómica), que se tal facto for mesmo verdade então o mais provável é que esse planeta (estrela ou até um outro conjunto qualquer de corpos celestes) se deverá situar de momento ou na proximidade do Cinturão de Kuiper (10 anos de distância) ou muito mais longe na região da Nuvem de Oort (um problema mas para futuras gerações). Não estando como muitos poderão pensar no interior do Sistema Solar (isso provavelmente seria uma catástrofe e já o estaríamos a ver e a sentir há muito mais tempo), mas podendo muito bem localizar-se nas imediações da região do Cinturão de Kuiper ou da Nuvem de Oort – e mesmo assim fazendo sentir os efeitos da sua presença no longínquo e minúsculo planeta Terra. Numa tangente ao nosso Sistema que provavelmente não será a primeira e que em anos muito mais distantes até poderá ter sucedido com outro sistema qualquer (planetário).

 

Num conjunto de factos, teorias e hipóteses que supostamente manterão ainda aberta uma janela de oportunidade para este Evento nunca antes visto (existência e posterior confirmação do referido corpo celeste) e que pelo menos se manterá em suspenso (se entretanto nada acontecer) durante um período de tempo mínimo de mais alguns anos (tudo dependendo da periodicidade do pretenso planeta de momento variando entre quase 4.000 e 20.000 anos).

 

Nature_News_Planet_Nine_orbital_diagram_21.01.2016

Nova versão agora como Nono Planeta

 

Curiosidades

 

Se tomarmos em consideração algumas informações sobre este nono planeta do Sistema Solar (já conhecido como Planeta IX) e dermos largas à nossa imaginação aceitando os dados fornecidos por alguns dos maiores entusiastas da sua existência (muitos desses dados sendo especulativos) – cálculos que se baseiam na grande dimensão e densidade do mesmo e na fortíssima e extensa influência externa do seu enorme campo magnético – então a influência deste verdadeiro monstro (5X Júpiter) poderia estender-se por uma distância de quase 8 UA: podendo muito bem caso se situasse atualmente nas proximidades do Cinturão de Kuiper estar já a afetar (ou a começar a fazê-lo) o nosso planeta;

 

Por outro lado esse Planeta IX poderá estar a caminho do seu afélio ou então do seu periélio (neste último caso em aproximação ao Sol ou já na sua trajetória de fuga). Em qualquer dos casos (referidos ao seu periélio) e devido à sua maior proximidade ao Sistema e à Terra podendo provocar efeitos repetidamente anunciados por estes teóricos (com alguns mas ainda muito poucos começando a acreditar nessa hipótese), mas com a maioria deles e apesar da sua erudição a ser ainda catalogada como pouco credíveis ou mesmo como simples, banais e sobretudo ignorantes teóricos da conspiração (apontando alguns deles lá para 2020 o fim dessa influência e o regresso à normalidade habitual – por mais uns milhares de anos);

 

Mas nunca esquecendo (caso tudo isto seja verdade) que todo o cenário poderá ser muito mais grave, se por acaso se confirmarem as mais mencionadas e mais negras das previsões: e que referem insistentemente que esse misterioso e enorme corpo celeste não seria propriamente um planeta (versão que pelos vistos e segundo as últimas notícias organizações como a NASA pretendem agora adotar – já que a sua existência poderá ter sido agora semioficialmente confirmada) mas uma estrela acompanhada pelas suas respetivas luas (nem mais nem menos que uma espécie de mini sistema planetário). E isso seria o Fim.

 

(texto: o indicado – imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:16

23
Abr 12

DCT – Telescópio do Canal Discovery

 

O novo telescópio do canal Discovery, que demorou nove anos a ser construído, já está pronto! Trata-se de um projeto conjunto do Observatório de Lowell e deste canal de comunicações, para a construção de um grande telescópio que será um dos maiores dos EUA – o quinto – e que estará operacional ainda este ano – com as primeiras observações experimentais, já no mês de Maio.

O exame mais detalhado dos mistérios do Sistema Solar, o aprofundamento dos nossos conhecimentos sobre a Cintura de Asteroides de Kuiper e o estudo da evolução do Universo através da verificação de como evoluem as Galáxias Dwarf, serão alguns entre muitos, dos motivos de estudo e de observação que este dispositivo futuramente proporcionará.

 

(a partir de discovery.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:30

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