Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Mai 15

Acima de tudo não deixem as chefias impunes: a culpa da derrota de um exército nunca estará nos soldados (obrigados a obedecer) mas nos seus respectivos comandantes (por ignorantes, incompetentes e como consequência prepotentes).

 

E Se Fosse Com A Vossa Família?

 

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Esta é apenas uma das consequências das acções destes Desgovernos
(fortes com os fracos, fracos com os fortes)

 

Em vez de cumprir a função para a qual foi para ali destacado – proteger todos os cidadãos que como autoridade policial jurou defender – um oficial da polícia talvez já demasiado stressado pelo ambiente pesado que o rodeava (não sendo desculpa para nenhum dos seus actos praticados mas sinal evidente de pura incompetência para o cargo), resolveu virar-se contra aqueles que deveria defender agredindo-os selvaticamente (pela irracionalidade e desproporção).

 

E o contexto em que tudo se passou (felizmente registado pelas câmaras de uma estação televisiva, caso contrário nunca teria existido – muitas das vezes sendo este um dos privilégios do agressor) torna esta agressão impensada e gratuita num caso extremamente grave e indesculpável, não só por ser inadmissível e criminosa mas até pela perturbação social que este acto (miserável) provocou: em vez de se perseguir os criminosos agora persegue-se o que estiver mais à mão de semear.

 

Como é possível ficar-se indiferente a uma agressão a uma família que procurava protecção no exterior de um estádio, quando já mais tranquila dado ter conseguido sair finalmente e estar até sob protecção policial, acabou agredida por essas mesmas autoridades ainda por cima sob comando da chefia no local: o pai é agredido, o avô é agredido e enquanto isso e sem compreenderem o que se passa, os dois filhos menores assistem ao pai a ser atacado por uma figura, que sempre pensaram estar ali para defende-los e representar a lei.

 

Neste caso que toda a gente viu e que jamais alguém conseguirá esconder (por isso as autoridades responsáveis ainda não terem aberto a boca estando como sempre a ver o que dá) a punição do agente terá que ser exemplar, por mais motivos que apresente pensando apagar o que fez (insultou-o, cuspiu-lhe, rasgou-lhe o fato) e por maior que seja a protecção da corporação que o comanda. Que me desculpem mas por vezes as pessoas não têm vocação para o que fazem: apenas uma licença (certificada sabe-se lá como) mas não para a agressão.

 

No entanto estes casos nunca mais acabarão e até se poderão agravar muito mais (vasta ver o panorama geral do nosso país com constantes assaltos, agressões, assassinatos, desfalques e tudo o mais que resulta da destruição do sector da Educação), se continuarmos a ser dirigidos por contingentes de criminosos escondendo-se atrás das leis pelos mesmos elaborados, escondendo-se sob o manto protector dos partidos e engalanando-se com pretensos diplomas que não lhes dando o título de mestres lhes conferem o poder de mandar e subjugar.

 

(imagem – CMTV)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:19

01
Jan 14

Para que servem as leis na nossa sociedade?

Na prática e para a generalidade da população para nada, senão para libertar os culpados deixando confusos os inocentes.

 

 

Tribunal anula condenação de pedófilo, porque criança estava apaixonada"!

(Itália)

 

“Para legalizar o crime ilegal em nome de todos nós – distribuindo por nós a culpa já que o aceitamos, enquanto eles nem o queriam – mas com restrições face à quantidade (povo) e com receitas só para quem tem qualidade (elite)”

 

Para fazer compreender à maioria da sua população que não deve ultrapassar determinados limites de convivência social obrigatórios – a partir dos quais será diabolizada e marginalizada – que possam pôr em causa o exercício do poder de quem apenas pretendendo defender a força do seu grupo e o seu predomínio sobre outros grupos rivais, com o único e nobre objectivo de nos educar e proteger.

 

É claro que uma lei só é exequível se tiver excepções extraordinariamente inseridas na sua necessária aplicação: os seus mentores e executores não podem ser por ela abrangidos, já que o seu nível de intervenção e execução tem que ser visto sobre um ponto de vista experimental e o seu estatuto o impede de agir de outra forma que não seja o de manipulador institucional.

 

As consequências de um crime dependem assim de quem o pratica e das circunstâncias em que é praticado e nunca das queixas da sua vítima, ainda por cima se ela nada disser e posta diante do seu predador se calar.

 

O crime é assim legal para todo o tipo de animal racional ou irracional, que seja declarado e publicado como ser inferior e excedentário:

- “Cinco cavalos abatidos a tiro em Beja”!

 

Nesse sentido – e olhando para a Natureza e para a vida da sua Fauna e da sua Flora – prefiro um mundo sem regras nem leis:

- “Cadela salva de lixeira adopta cão resgatado”!

 

(imagem – CM)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:31

08
Mar 12

“Proteger declaradamente num determinado momento e com um emaranhado de leis confusas e em constante alteração, o criminoso face à sua vítima, é uma declaração convicta de interesses”

 

As histórias de um país – como se de um filtro se tratasse – retratam a sua cultura e a sua memória, que culminam ou não, na consolidação da sua soberania e da sua independência. Não é de admirar portanto, que com a proliferação noticiosa de factos genéticos como este, estejamos cada vez mais perto do abismo.

 

Francisco Leitão

                                                                                                          

Ignorado enquanto perseguia os seus objetivos privados, praticou impunemente todos os atos de que o acusam agora, com o consentimento passivo de
toda a população envolvente e que apenas após o toque de alarme público o reconheceu, julgou e condenou, mesmo sem o reconhecer nessa altura – talvez devido aos remorsos – como anterior companheiro de estrada: o problema não está nas razões de um indivíduo, mas na sociedade sem valores que o viu nascer e criou.

 

A solidão tem destas coisas: muita gente à nossa volta, mas a olhar para o outro lado. Só pensamos em julgar os outros, quando descobrimos que também somos responsáveis pelo crime, por omissão persistente.

 

(foto – Lusa)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:44

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