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Longevidade ─ A Nova Aventura de Jeff Bezos no Vale do Silício

Domingo, 23.01.22

“Se na parte física temos como essência de tudo e do Conjunto o Eletromagnetismo, sendo o Universo um organismo Vivo composto por um corpo e por tudo aquilo definido ou indefinido que lhe deu origem (da ideia ao instrumento) formando uma única Entidade Físico-Psíquica Material/Espiritual, do outro lado e sendo-lhe complementar, sem a mesma não se podendo afirmar estar em presença de Vida, estando aqui, sendo tão fugaz, nem sequer devendo existir (qual o objetivo?), mas existindo sendo o Homem prova disso, tendo de existir uma componente psíquica hoje mental, amanhã podendo ser espiritual, a que por associação poderemos denominar (até por tradição já bem antiga, o nosso cérebro sendo igualmente eletromagnético) de Alma.”

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O Corpo Humano

Descodificando a mais completa e complexa

Máquina existente

Num projeto para qualquer um de nós no mínimo interessante, colocando nos pratos da balança do nosso projeto de Vida, tendo origem (nascimento) mas igualmente fim (morte), o tema do nosso envelhecimento concluindo na nossa morte (pelo menos e tal estando comprovado, física), talvez por não ver qualquer tipo de luz ao fundo do túnel, por não ter dinheiro suficiente para tal empreendimento (ter êxito) ou mesmo por ter perdido completa e simultaneamente a sua ambição e a sua esperança na Exploração e Conquista do Espaço ─ utilizando-se e servindo-se da sua nave espacial Blue Origin (para já mal atingindo a Linha de Kárman, separando virtual da Terra do Espaço, a 100Km de distância da Terra) ─

Naturalmente e já tendo sido confrontado antes, para além de com o problema do Espaço, com o problema do Tempo ─ sem estes dois entendidos e controlados, nada feito ─ um dado a infinidade do Cosmos, o outro dado o ínfimo tempo de que dispomos, nada nos possibilitando, “guilhotinados” como ficamos entre estes dois ponteiros acompanhando-nos, cruzando-se durante toda a nossa evolução ─ e até pela sua própria idade, 58 anos feitos há poucos dias (12 de janeiro), mesmo que durando 100 anos, já 58% do seu percurso (e projeto de Vida) ─

Olhando em seu redor e observando o constante ritual da sua e de sucessivas gerações (antes e depois dele), rodando sempre e como loucos em torno de um mesmo símbolo, girando até à tontura, depois ao desmaio, até ao seu colapso (muitas vezes final) em torno dele ─ “moscas voando à volta da merda” ─ com Jeff Bezos parecendo querer pelo menos aparentemente virar as costas ao Espaço e a tudo o que dele poderia retirar e usufruir ─ até o de contactar Civilizações Extraterrestres muito mais avançadas do que nós, podendo-nos ajudar (obvia e preferencialmente a ele, sendo o Intermediário) ─ e ao mesmo tempo fazendo o mesmo à Terra,

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O Vale do Silício

Jeff Bezos e Silicon Valley

E a obsessão de ambos pela Imortalidade

Talvez farto do Espaço e da Terra ambas por causa do Homem (a exceção sendo ele) ─ do coletivo dos quase 8 biliões ─ deixando o coletivo (sendo grande e incontrolável, deixando de pensar nele) e virando-se para o individual (interesse pessoal, depois vindo alguns coletivos), ignorando o por todos sempre dito antes e invertendo o pretexto (faltando-lhe dizer e acrescentar que de sobrepopulação passaríamos obrigatoriamente para subpopulação), chamando agora a si a resolução do problema da longevidade, não podendo desafiar o Espaço nem mesmo o Homem (controlando-os em absoluto), virando-se para outro lado, para este e neste momento a solução restante, nada mais nada menos que, “Desafiando a Morte”: não se tendo tido sucesso que se saiba e até hoje com a criogenia (congelando-nos/descongelando-nos), abrindo-se agora a possibilidade de “adiando a morte” se ir vivendo, sempre sendo melhor “prisão perpétua” (a medida podendo ser sempre suavizada e até anulada) do que “morte imediata” e decisiva, podendo ser (noutros tempos e apenas como opção) aqui final.

Ao contrário do multimilionário Elon Musk (um pouco mais novo) a caminho dos 51 anos de idade (28 de junho) ─ Tesla, SpaceX ─ persistindo na sua ilusão de um dia atingir Marte (antes, regressando o Homem passado e meio século, tendo de replicar com êxito o processo na Lua), instalando lá uma base, posteriormente uma colónia e transformando-a num entreposto espacial para uma viagem para o próximo planeta (ou lua), a próxima estrela (Alpha Centauri), a próxima Galáxia (Andrómeda), no decorrer do percurso até podendo encontrar “algo mais”, com o milionário Jeff Bezos ─ Amazon, Blue Origin ─ a entrar numa nova missão não comercial ou espacial mas com o objetivo de “Vencer o Envelhecimento”: juntamente com Hal Barron (um cientista de topo da GSK/uma multinacional farmacêutica, tendo-a abandonado para se juntar ao projeto) ajudando-o na liderança da companhia Altos Lab ─ a última aposta de Silicon Valley apostando agora e fortemente no “prolongamento indefinido da Vida” ─ em mais uma startup tendo origem no famoso “Vale do Silício” (na tecnologia e nos EUA, tão famoso como Hollywood), para além destes dois incluindo ainda, Yuri Milner o fundador da empresa.

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Desafiando a Morte

Não sendo a solução por via externa p/ Espaço

Sendo-a por via interna p/ Corpo Humano

Não vendo como derrotar o Tempo com o Espaço (para nós um bocadinho, sendo logo imenso), tentando mesmo que com menos Espaço, enganar e ultrapassar o Tempo, sobretudo neste Espaço/Tempo, expondo-nos em demasia e sem nenhum tipo de proteção.

“Altos is pursuing biological reprogramming technology, a way to rejuvenate cells in the lab that some scientists think could be extended to revitalize entire animal bodies, ultimately prolonging human life.” (Antonio Regalado/ 04.09.2021/technologyreview.com)

Não existindo atualmente tecnologia conhecida capaz de alcançar tal objetivo e sabendo-se que em vitro se conseguiu rejuvenescer uma célula em cerca de 40 anos (e já com alguns cientistas a sugerirem a vida poder ser prolongada uns 50 anos), sabendo-se que sendo a média no presente de quase 80 anos, alguns atingindo ou ultrapassando mesmo os 100 anos e podendo-se alargar esta por uns digamos 50 anos, no limite até aos 150 anos,

Tendo-se de reconhecer que mesmo sendo a nossa  Única Vida num futuro próximo “X2” e 1 ou 2 praticamente sendo o mesmo, não se resolvendo este problema rapidamente, continuaremos por muitos mais anos a morrer entre eles, Jeff Bezos, Elon musk e tal como eles (prioritariamente, sendo inferiores) todos nós: não sendo pecado desejar ser-se um Imortal (1º passo/3º lugar), a compreensão do Infinito ficando para Deus (Entidade Superior), delegando este funções pelos seus intermediários (2º passo/2º lugar) ─ a partir daí sendo um salto (3º passo/1º lugar).

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Homem-Rico e Homem-Pobre

Na questão sobre qual o benefício da longevidade

Esquecendo-se as condições de acesso

Talvez organizando uma competição como esta e vencendo-a, tornando-se Deus e à imagem do Homem, substituindo-o (o anterior Deus). Imaginam a bicha para as vacinas? Por mim só com cartão muito bem dourado e mesmo assim de acesso extremamente restrito, por custo elevado dos primeiros exemplares e sendo o protótipo constantemente melhorado, com o último modelo (o de última geração) a ser atribuído e os restantes modelos distribuídos (os descontinuados, mas cumprindo as normas, recuperados por reciclados).

Amanhã seremos todos nós, se não Máquinas até lá Bio Máquinas, tendo agora outros periféricos (digitais) para além dos tradicionais cornos (analógicos): indo-os reutilizar no próximo dia 30, tendo-os já prontos e tendo avisado antes, podendo-o fazer antecipadamente a 23, as urnas tais como os cornos sendo a única “arma da gente”. E ainda querem que a gente (como nós, como eu, como todos ou mesmo ninguém, o nada também existindo) dure ainda mais anos. Pela idade e tendo consciência dela (lá está) não me importava mesmo nada (nadinha), mas seja de qual forma for e não podendo dizer de certeza ─ pensando logo existindo, não pensando continuando a existir (alguma forma de energia antes agregada, tendo-se desassociado e libertado) ─ tendo sempre esperança.

(imagens: singularityhub.com/technologyreview.com/cnbc.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:58

Geografia – Alma e Sabedoria (e Felicidade)

Quinta-feira, 30.05.13

“A Sabedoria não entra numa Alma Maligna”

(textos bíblicos)

 

A Alma do Deserto

 

A pequena raposa regressava a casa toda contente, após um pequeno passeio realizado sob a supervisão dos guardiões do deserto, por solicitação expressa da sua mãe, nessa altura muito ocupada no arranjo do seu lar e na protecção das suas crias, enquanto o pai se ia entretendo desde o nascer do Sol, em arranjar os alimentos necessários à manutenção do bem estar de toda a sua família. Excepcionalmente o tempo estava mediamente quente mas bem suportável, com uma pequena mas bendita aragem a percorrer o corpo da jovem raposa, curiosa e aventureira e a impeli-la em direcção à sua querida casa e refugio, onde certamente a sua mãe e restantes irmãos, a esperavam com excelentes petiscos e iguarias, sempre descobertos na imensidão misteriosa da planície pelo seu pai rei da sabedoria, na sua ideia descendente de antigos e poderosos mágicos e feiticeiros, com ligações sagradas ao centro do mundo. Mas sempre sob as ordens da Mãe.

 

A Árvore da Sabedoria

 

A árvore é um elemento incontornável e fundamental da uma vasta composição que há milhares e milhares de anos nos descreve a paisagem natural que o nosso planeta de acolhimento nos oferece e connosco partilha – sem pedir nada em troca senão a sua manutenção – estabelecendo desde logo um importante elo de ligação físico e profundamente mágico entre a terra limitada mas acolhedora onde nos locomovemos – a nossa casa – e o céu belo, estrelado e misterioso que rodeia o nosso planeta e que nos faz sonhar constantemente desde a nossa infância, com outros mundos, outras terras e outros seres vivos curiosos e aventureiros como nós. Até pela sua longevidade, pela sua perseverança e pelo seu estoicismo face a todos os elementos que a tem erodido desde o seu aparecimento à face da Terra, ela pode ser mesmo considerada como um verdadeiro receptáculo – não só simbólico, mas também real – da ideia sobre a existência de mundos de espaços sucessivos e paralelos em constante movimento e transformação, unidos através de canais de ligação integrados mas ainda não compreensíveis por nós, no que concerne à visibilidade desses mesmos mecanismos de deslocação e logicamente das suas técnicas de utilização.

 

(imagens – Francisco Mingorance e Manish Mamtami – NG)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:49