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SUPER LUA CHEIA

Terça-feira, 27.04.21

Passada a 1ª SUPER Lua Cheia de 2021 e à falta de outras imagens ─ em Portugal com a meteorologia a oferecer-nos (para nosso azar) tempo de chuva e de céu encoberto

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SUPER LUA CHEIA

Stonehenge

Amesbury ─ Sul de Inglaterra ─ 27 abril 2021

 

Um registo desta Lua Cheia especial (dando-nos a ilusão de que a Lua é maior do que pensávamos, pelo menos neste dia) obtido em Stonehenge ainda hoje (de madrugada).

 

(imagem: Finnbarr Webster/Getty Images/newsweek.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:23

A Pegada do Dinossauro 2.0

Domingo, 25.04.21

No início do Salto Civilizacional SC-181 (terrestre) e com o modelo STH-V3 (humano) já há muito suspenso,

Com um dos símbolos icónicos dessa civilização designada como TH-V (Terra/Homem) e agora temporariamente extinta,

A acabar de ser descoberto e de imediato,

─ Pelo seu valor inestimável, sendo único

Sendo exposto:

 

PIA24439.jpg

A 1ª PEGADA DO HOMEM NA LUA

MISSÃO APOLLO 11 ─ BUZZ ALDRIN

(20 JUL 1969)

 

Mesmo sendo um dos símbolos imortais associados ao modelo oriundo de uma segunda cópia (do molde original),

Mas sendo por outro lado esse modelo exclusivo nessa mesma versão,

─ Até sendo catalogado como um dos mais considerados

(adjetivados) e de maior potencial

Por determinados parâmetros ainda não muito bem definidos (internos/externos), não tendo (no entanto) vingado, como o pretendido,

─ Entrando em suspensão protegida, com execução de funções de desenvolvimento e de manutenção (limitadas, mas progressivas),

Para uma nova aplicação futura de nível V4 (humana), próxima da versão definitiva (V5/F).

 

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A LUA C/ A TERRA NO HORIZONTE

MISSÃO APOLLO 11 ─ MAR DE SMITH

(20 JUL 1969)

 

E deixado (o seu símbolo) no único Mundo para além da Terra alguma vez “tocado” pelo Homem, registado no calendário deste com a notação simbólica [JULY 20, 1969],

Com a réplica BA/69 (1ª a pisar um Mundo Estranho) na Terra conhecido como BUZZ, a ser o autor da obra aqui documentada e aqui retratada:

“Como uma pegada de Dinossauro na Terra, aqui uma do Homem Versão 3, na Lua.

Num Museu perto de si, online, imune e de entrada (para persistir, tudo tendo limitações) algo livre (dados os limites, sendo os que cada um de nós aceitamos).

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:14

Lua, Andromeda e Valor Lógico

Domingo, 18.04.21

“Sendo apenas mais um pretexto, para a partir deste buraco e sentindo-me claustrofóbico, comunicar mais um pouco (no mínimo pensar fazê-lo, como se me visse num espelho).”

 

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A Lua e a galáxia de Andromeda

(ainda meio escondidos Mercúrio/um ponto pouco visível abaixo da galáxia

e Vénus/o pontinho brilhante situado mais à direita)

Valor Lógico: 0 ou 1?

 

Numa altura em que o povo saiu à rua (numa réplica pequenina de um qualquer 25 de abril), aproveitando uma nova fase do Desconfinamento (induzindo-nos que o “bicho” está praticamente arrumado), um fim-de-semana com bom tempo (propício para uma ida até à praia) e a corrida às vacinas (concentrada em dois dias, por sinal considerados “não úteis ou seja, inúteis), aproveitando (obviamente e como não poderia deixar de ser, depois de sair à rua mas para uma ida ao mercado e aproveitando para ir um poucochinho até ao café) até para me entreter um pouco estando fechado em casa (cumprindo o meu dever de recolhimento), para transformar algo de momento disponível aos meus órgãos dos sentidos (exercitando-os), na criação de um passatempo tentando distinguir face ao que me poderia ir aparecendo (e rodeando), o seu “valor lógico”: Verdadeiro (1) ou Falso (0). E fechado na escuridão do meu quarto ─ pelo meio-dia, com a sirene dos bombeiros a tocar (algo de “típico” por cá/nada tendo contra, habituado desde a minha infância no norte aos relógios das igrejas) na cidade de Albufeira e com o Sol no céu a brilhar (como aliás confirmei espreitando pelos intervalos da persiana da janela) ─ associando esse cenário escuro com a visão do céu noturno, observando uma imagem de algum modo relacionada envolvendo a Lua (o nosso único satélite natural situado a quase de 400.000Km da Terra) e a galáxia de Andromeda (a galáxia vizinha e em rota de colisão com a nossa): duas referências impossíveis de ignorar (e afastar) da nossa realidade e imaginário (complementando-se, formando um todo) diário, ainda sendo acompanhadas por dois outros figurantes (agregados, mas não menos importantes, integrando o conjunto) pertencendo à mesma família planetária ─ Mercúrio e Vénus dois dos oito planetas (mais próximos da sua estrela de referência, o Sol) integrando o Sistema Solar.

 

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A Lua e a galáxia de Andromeda

(tal como aparecem no céu e obviamente observando-as,

integrando o mesmo Espaço e na mesma escala)

Valor Lógico: 0 ou 1?

 

Propondo um “passa-o-tempo” em nada inferior ao percurso normal de um entre tantos-e-tantos fins-de-semana (sempre iguais e monótonos, como se estivéssemos suspensos, aguardando a chegada do “tempo-útil”), apresentando uma imagem daquilo que para além da Terra nos rodeia (o Infinito, onde não se distingue muito bem, a diferença entre a vida e a morte ─ só se vendo uma estrutura organizada, apesar da junção, não entre a morte/vida mas entre o caos/ordem ) e que com uma mais atenta observação (e reflexão), para além da resolução da questão aqui colocada ( o tal passa-o-tempo) nos poderá permitir (a nós, ao Homem) situar-nos melhor (deixando a nossa obsessão centrista) neste Mundo, onde a Terra é apenas (como diria Carl Sagan) um belo exemplar apesar de minúsculo “Ponto-Azul”, viajando nessa aparente escuridão e vazio do Universo, onde apesar de tudo “tudo acontece”, até a Terra e o facto extraordinário de nela existir (para além da Alma do Universo, o Eletromagnetismo) Vida provável e igualmente com a sua própria Alma (a parte que se transforma, talvez se dilua, não deixando de o ser/existir). E agora partindo-se finalmente para a tão prometida e esticada (para adicionar mais algum tempo, a este “passa-o tempo) questão ─ ou, já agora, questões (duas só respondendo Verdadeiro/V/1 ou Falso/F/0)): orientando-nos para a observação Astronómica (podendo ser feita a olho nu) e utilizando corpos celestes em princípio esmagadoramente (só se nunca olhaste para cima, especialmente à noitinha) nossos conhecidos. Sendo o “passa-o-tempo” através de rápida visualização de resposta simples e imediata (com a solução à disposição, bastando procurar e aprender) e bastando para tal dizer (sobre cada uma das 2 imagens apresentadas), sendo de valor lógico 0 ou de valor lógico 1.

 

(imagens: Stephen Rahn ─ REU program, N.A.Sharp/NOIRLab/NSF/AURA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:42

Estranhos à Distância de 384.401Km

Segunda-feira, 08.02.21

Vivendo numa imensidão (dependendo de onde se vê) como é o nosso planeta (um ponto no infinito) ─ podendo o mesmo ser definido, como um universo entre muitos ─ apesar de termos no molde o retrato da nossa dimensão (indefinidamente replicada),não resistindo à tentação de há procura de marcos (referencias pretensamente justificativas, necessárias para o impulso),olharmos mais para além (para o espaço exterior à Terra) na busca incessante de respostas (talvez à nossa imagem, mas ultrapassando a matéria).Sendo nómadas viajantes com sede de aventura (e sede de movimento, sinónimo de estar vivo) à procura de um espelho mostrando-nos outros mundos. Por cá e à vista de todos (imposto o sedentarismo, seja físico ou mental) impondo-se o reino da morte.

 

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Superfície da Lua ─ Proximidade da Cratera Aristarco ─ 26.01.2021

(c/ os 4 objetos na imagem aparecendo à esquerda, nos dois registos à direita

alinhando-se e começando a desaparecer no interior da cratera)

 

Num dos seus períodos de observação (atenta) do espaço que rodeia o nosso planeta (com o seu instrumento ótico) ─ registado pelo “Observador-dos-Céus” identificado como UFOvni2012 ─ a afirmação feita pelo próprio aquando da observação do nosso único satélite natural a Lua, da presença de quatro objetos brilhantes (estranhos) movimentando-se sobre a superfície da mesma:

 

Segundo esse mesmo registo um encontro localizado nas cercanias da cratera (de impacto lunar) Aristarco, uma formação mais profunda que o Grand Canyon (na Terra) e uma das mais brilhantes à superfície da Lua.

 

Com os quatro objetos (segundo o observador/segundo as imagens) aparentemente alinhando-se e posteriormente desaparecendo no interior da cratera (sugerindo algum tipo de presença) e a partir daí, socorrendo-se desses quatro pontos luminosos (na observação) inseridos numa superfície acinzentada (para o escuro) e com pouca definição ─ partindo-se para a existência e para a utilização de outras tecnologias mais avançadas (comandadas por entidades superiores desconhecidas) terrestres ou extraterrestres.

 

Não passando a Lua de um mero entreposto estratégico, tão visível como descartável, pelo menos para a maioria de nós (ou então sendo-o para todos tratando-se de alienígenas).

 

E com o nosso observador a sugerir-nos a seguinte conclusão (mais difícil por terrestre):

 

“This footage of the four UFOs disappearing into the crater could be proof that underground operational bases on the moons (once set up by the earth's superpowers) are real, of which one such a base is located inside the Aristarchus Crater.” (ufosightingshotspot.blogspot.com)

 

(imagem: Sky-watcher UFOvni2012/ufosightingshotspot.blogspot.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:54

A Lua Impossível de se ver

Quarta-feira, 06.05.20

Há praticamente meio século sem regressarmos presencialmente à LUA (a pouco mais de 380.000Km da TERRA),

 

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Nem sequer se voltando à Lua e

(negando uma, negando outra)

já se pensando em Marte

 

Entretendo-nos nesse período com uma data de viagenzinhas de ida e volta até à ISS (a cerca de 400Km de nós) ─ suprimidos os voos tripulados e substituídos estes nas missões seguintes por sondas automáticas ─ presos no nosso planeta e sem outros instrumentos de exploração e de pesquisa (que não os telescópios), entretendo-nos dentro do possível em obter imagens mais perfeitas (com maior resolução e detalhe) já que outros por qualquer tipo de motivo e não os dando (incompreensivelmente) a usufruir, não o fazem:

 

E assim depois de duas semanas de trabalho intenso tentando obter o melhor “retrato”,  surgindo esta nova imagem da Lua segundo o seu autor “impossível” de capturar ─ no sentido que dada a “perfeição” da mesma (dedicada à observação com a melhor resolução e contraste da sua superfície) seria provavelmente impossível observá-la.

 

E quando se anuncia  a descoberta do “Buraco-Negro” localizado mais perto da Terra ─ a cerca de 1.000 anos-luz de distância ─ ficando-se para já com mais uma imagem do nosso único satélite e vizinho mais próximo de nós e bem visível:

 

Utilizando uma nave espacial como a APOLLO 11 deslocando-se a uma velocidade próxima dos 10Km/s, demorando-se apenas a chegar à Lua pouco mais de 10 horas ─ e logo nos questionando porque nunca mais lá voltamos.

 

Será que os ET’S não nos deixam?

 

(imagem: Andrew McCarthy/Instagram)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:58

2020 CD3 a 2ª Lua da Terra

Domingo, 01.03.20

Não havendo mais notícias a dar e tendo o Espaço como tema − seja do lado público ou do lado privado − limitando-nos a observar (e a citar) subtemas de relativa (pouca) importância. Conclusão: não havendo financiamento, nada surgindo de novo, parando a evolução.

 

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Um ponto central brilhando

Não sendo uma imagem distante de um qualquer planeta

(como poderia ser o "Pálido Ponto Azul" de Carl Sagan)

mas um registo próximo de mais uma lua temporária da Terra

 

[Num registo de vídeo acompanhando no centro da imagem o movimento de 2020 CD3 (a pequena lua da Terra) e dando aos objetos  em redor (estrelas) o aspeto de traços brilhantes e bem coloridos.]

 

Impossibilitados de a observar em direto (não se realizando desde o início dos anos 70 do século passado, voos espaciais tripulados) e para tal e à falta de dinheiro (para “outras coisas”) recorrendo ao que se tem mais à mão (telescópios instalados na Terra, tendo a atmosfera terrestre à sua frente), com um grupo de astrónomos a detetar nas proximidades do nosso planeta e orbitando-o a uma determinada distância, um objeto desconhecido em princípio rochoso (como poderia ser algo de artificial produzido pelo Homem), de facto um outro satélite − natural − de tamanho reduzidíssimo e orbitando-nos tal como a LUA. E tal como acontecerá com a LUA com o decorrer do tempo um dia libertando-se dela e começando a afastar-se da Terra, com este pequeno objeto agora denominado como 2020 CD3 e tornando-se de momento numa “segunda Lua da Terra” e tal como sucedido com outros objetos semelhantes começando igualmente a afastar-se muito mais rapidamente e (podendo até retornar) a perder-se no Espaço.

 

(imagem: Observatório Gemini/Maunakea no Havaii/gemini.edu)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:13

Missões da NASA

Sábado, 15.02.20

[Sondas Automáticas e Sistema Solar]

 

Com a NASA cada vez mais limitada nos seus financiamentos (até pela chegada dos privados como a SPACEX, desviando investimentos) e ainda-por-cima preocupada com as suas próximas idas à Lua e a Marte − utilizando inicialmente sondas automáticas de modo a preparar o regresso do Homem à Lua e a colocação da sua primeira pegada em Marte – eis que no estreito corredor que para já lhe é proporcionado (no Espaço e no Tempo), limitando-se ao estudo não presencial do Universo genericamente recorrendo a cada vez mais poderosos telescópios e a sondas não tripuladas, a agência espacial e governamental norte-americana (NASA) escolhe (entre tantos outros mais ambiciosos, pelos custos  certamente postos de lado) quatro objetivos a cumprir (para as expetativas criadas no século passado, podendo ser considerados mínimos) utilizando entre outros − incluindo a colaboração de vários grupos de cientistas e engenheiros − o seu Programa de Descobertas (NASA’s Discovery Program).

 

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Sistema Solar

Sol, Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Cintura de Asteroides,

Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno e outros objetos como cometas

 

Sendo as  quatro (4) propostas aceites (para a concretização dos objetivos e respetivas missões) as seguintes (tal como designadas pela NASA):

 

(1) DAVINCI+ (Deep Atmosphere Venus Investigation of Noble gases, Chemistry, and Imaging Plus);

(2) Io Volcano Observer (IVO);

(3) TRIDENT;

(4) VERITAS (Venus Emissivity, Radio Science, InSAR, Topography, and Spectroscopy).

 

E tendo como objetivos bem definidos das missões dos remetentes (da TERRA) destinatários como VÉNUS (um Planeta Interior) e duas luas como IO e TRITÃO respetivamente de Saturno e de Neptuno (dois Planetas Exteriores). DAVINCI+ utilizado para o estudo da atmosfera de Vénus,  IVO para estudar os fenómenos de vulcanismo em IO, TRIDENT para o estudo da lua gelada Tritão e finalmente VERITAS, incidindo ainda sobre Vénus e fazendo um mapa geológico do planeta (o 2º mais perto do Sol e nosso vizinho interior, o exterior sendo Marte) de modo a assim entender melhor a sua evolução, a sua história geológica.

 

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E a presença do Homem?

Explorando o Sistema Solar e mais além,

somente com telescópios e sondas automáticas?

 

E mais uma vez recordando os meados do século XX (num passado com cerca de sete décadas) e o registo dos primeiros passos do Homem e da sua civilização em direção ao Espaço (com o lançamento em 1957 do 1º satélite artificial de origem soviética, o Sputnik) – concluindo com o programa norte-americano Apollo e a chegada do 1º Homem à Lua colocando lá o seu pé/a sua bota – seguido pelo abruto e inexplicável fim das viagens espaciais tripuladas (limitando-se no presente às idas e vindas entre a Terra e a ISS), questionando-nos para quando assunção de que para sobreviver (evoluir/persistir), o Homem mais cedo ou mais tarde terá de deixar esta Terra, neste Tempo/Espaço de conforto, no futuro de Inferno (senão por outro motivo) engolida pelo Sol. Mais tarde ou mais cedo sairemos de casa, nem que seja para o cemitério.

 

(imagens: NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:44

O Homem na Lua (apenas) em 2024

Terça-feira, 29.10.19

“For as long as humans have lived on planet Earth, the moon has been a focus of fascination. First, we could view our cosmic partner only with the naked eye, then with telescopes, and finally in the 20th century the first humans were able to visit Earth’s moon in person.” (Jenny Howard and National Geographic Staff/2019/nationalgeographic.com)

 

“The moon, Earth’s sole natural satellite, is our constant companion. It has circled our planet for billions of years, since before the first sparks of life flickered in the oceans—before Earth was even cool enough to have oceans.” (Maya Wei-Haas/2019/nationalgeographic.com)

 

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Uma nave da SPACE X na superfície da Lua (não tripulada) por 2022

Utilizando as suas naves (para já protótipos) MK1 e MK2

Com o seu foguetão FALCON e com os seus andares reutilizáveis

E assim com o Homem a poder tocar a Lua em 2024

(mais de meio século passado – sendo-o impressionante, terrível − sobre a última vez)

 

Nada mais tendo para nos oferecer (científico-tecnologicamente referindo-se ao sector da iniciativa privada − como a SPACE X − deixando para o sector governamental − como a NASA − as teorias, testes e confirmações, mais dispendiosas e com menor retorno) senão o seu investimento e desenvolvimento inicial, tendo como objetivo prioritário (e de sobrevivência financeira) a comercialização do seu produto-tecnológico dirigido para a “Exploração do Mercado Espacial” (um “Mercado Exterior” em grande expansão) − um objetivo muito mais visível e vincado no caso da privada VIRGIN GALACTIC, dando grande importância e relevo aos voos comerciais e turísticos ao Espaço (exterior) incluindo nas suas rotas a LUA (fontes prioritárias de investimento), como forma de desenvolvimento (“apurando tecnicamente” as próximas missões) −

 

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Aterrando na Lua em 2022

E aí estabelecendo a sua primeira base (em 2024)

 

Eis que a SPACE X se vem de novo comprometer com uma data (apesar de ainda muito flutuante) para um seu próximo Evento (no fundo sendo o mesmo, mas por atraso e estratégia, repetidamente retardado e replicado), apontando para o lançamento de uma nave espacial para uma orbita terrestre já para 2020, para em 2022 aterrar na Lua (ainda sem tripulação) e em 2024 levar para lá os seus primeiros astronautas (aí se podendo instalar e criar a 1ª base terrestre num “Outro Mundo” que não a Terra):

 

At the 70th International Astronautical Congress, which took place last week in Washington, DC, SpaceX president and Cheif Operations Officer Gwynne Shotwell provided additional details about the Starship‘s mission timeline. As she indicated during a series of interviews, the company hopes to be sending the Starship to orbit next year, landing on the Moon by 2022, and sending crews to the lunar surface by 2024.” (Matt Williams/October 28, 2019/universetoday.com)

 

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Estabelecendo-se em Marte por 2028

Já depois de o ter feito anos antes na Lua

 

Mas certamente que se ficando verdadeiramente assustado (alertado, preocupado) com os planos a muito curto-prazo da SPACE X de infestar os Céus de Satélites Artificiais, para além de nos poderem cair na cabeça (como temia o “herói da Gália OBÉLIX”) poluindo ainda mais a zona exterior e em princípio protetora do nosso planeta (rodeando-o e rodeando-nos, e permitindo-nos alguma segurança de ameaças vindas do Espaço exterior): às centenas e aos milhares. E quando em vez de criarem mais um “estacionamento de sucata, agora espacial” deveriam pegar nela, construir algo de inovador e de revolucionário e (sem hesitações ou mais recuos) partir (enquanto ainda for possível e valer a pena).

 

(imagens: SPACE X/universetoday.com)

 

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:35

Space Brexit Spiders (c/Apêndice Terrestre)

Quinta-feira, 17.10.19

WALKING ROVERS

Aranhas Robóticas Britânicas para explorar a Lua

 

111.png

During the first mission the walking rover will move

10m from the Peregrine lander

and send Full HD video plus 3D LIDAR data

from its onboard sensors

(spacebit.com)

 

WALKING ROVERS

Aranhas Robóticas Britânicas para explorar a Lua

 

Muitos desejando que a missão fosse já hoje

lançada pelo poderoso foguetão VULCAN transportando o módulo lunar PEREGRINE

nele integrando o Aracnídeo-Robótico

− o WALKING DEAD ou o WALKING ROVER, como o queiram chamar

telecomandado à distância e de um hospício pelo conhecido

BREXITEER BORIS.

 

Agora que o Reino Unido se prepara para sair da Europa isolando-se ainda mais no interior da sua Ilha, dificultando ainda mais as comunicações entre a mesma e o continente, eis que um seu empresário (privado) da área das Tecnologias e do Espaço − Pavlo Tanasyuk, CEO da Blockverify (Blockchain and Space Entrepreneur) – talvez mesmo como contrapartida (seja consciente ou não, tanto faz) à política de isolamento proposto a todos os cidadãos britânicos e aprovada no BREXIT, sem outra opção viável (e credível empresarialmente) se vira inesperadamente para o Exterior, olhando para o Céu e vendo a LUA:

 

Com o fundador da SPACEBIT a planear enviar um WALKING ROVER para a superfície da Lua (ao estilo WALKING DEAD, só pensando em comer − recolher informação), na sua forma e aspeto fazendo lembrar um Aranhiço.

 

The mission will be launched by the first

ULA Vulcan mission in Q3 2021

(spacebit.com)

 

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Apresentando como inovação (alternativa às rodas) as suas quatro patas tornando-se no protagonista da primeira missão comercial (e de Exploração Espacial) do Reino Unido à Lua – juntando-se aos EUA, à Rússia e à China, os únicos países tendo até hoje colocado veículos motorizados sobre a superfície do nosso único satélite natural − (infelizmente) não se sabendo bem quando, talvez nos próximos anos (em princípio e correndo tudo bem, no Verão de 2020).

 

Num percurso de vida – de PAVLO TANASSYUK − orientado (com interesses em áreas comuns) em tudo semelhante (no trajeto e nos objetivos) − uma réplica − ao percorrido na América pelo dono da SPACE X o milionário (até ao momento não candidato a Presidente dos EUA) ELON MUSK.

 

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The walking rover will be delivered to the Moon's surface

by Astrobotic's Peregrine lunar lander spacecraft

(spacebit.com)

 

Uma “Aranha-Robótica (para sua orientação equipada de um sensor e duas câmaras) – certa e relativamente pequenina − operando com um misto de energia solar e baterias, capaz de suportar grandes amplitudes térmicas (-130°C a +130°C) e de alcançar relevos antes inacessíveis (altitudes positivas ou negativas) à dos tradicionais veículos motorizados equipados com várias rodas − como o ROVER CURIOSITY – pela sua forma de locomoção utilizada (um veículo pesando entre 1Kg/1,3Kg), tendo a oportunidade de explorar e estudar os tubos de lava lunares, algo nunca antes pelo Homem (mesmo não presencialmente) tendo sido possível:

 

E devido a esse compromisso (exploratório) sobre a superfície da Lua, estando (para já) projetada uma pequena marcha de cerca de 10 metros desde o local de aterragem do módulo lunar PEREGRINE (transportando da Terra para a Lua o seu/nosso Walking Rover) – sendo em 2021 provavelmente já sem “Trump” e ninguém se lembrando mais do tipo chamado “Boris (só mesmo podendo ser os lunáticos, tendo este apanhado “boleia”).

 

Apêndice

 

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BREXITEERS-ALIENS FROM BRITAIN

[Coming in (may be going out, may God let it be so) from Space]

Um dos trios anteriores tendo negociado o Brexit, tendo como todos os outros infelizmente falhado e, no entanto, tendo continuando (de derrota em derrota) com o mesmo protagonista (central) – SPACE ALIEN BORIS − e pelos vistos tendo (segundo o próprio, BO) alcançado a Vitória – num final surpreendente (faltando saber para quem) e já com o vírus disseminado (não se vendo cura à vista, mais de 3 anos depois de declarada a doença − com o início do contágio confirmado a 23.06.16)

Publicado no próprio dia (17 de outubro de 2019) em que o Presidente da Comissão Europeia (Juncker) anuncia o estabelecimento de um acordo para o cumprimento do BREXIT (saída do UK da EU) − faltando apenas a confirmação por parte dos países integrando a EU e do parlamento do UK – com Boris Johnson (líder Conservador) reclamando vitória − indicando ser este “um grande acordo, mantendo o Reino Unido o controlo do mesmo (processo)” e Jeremy Corbin (líder Trabalhista) recusando-o (e não só ele e o seu partido) afirmando ainda ser pior que o anteriormente apresentado. Criando um Cenário imprevisível e de consequências inimagináveis − dividida ao meio como aparentemente parece estar (a nível de escolha política dos seus cidadãos) esta pequena Ilha Britânica (nem sequer chegando aos 70 milhões) – só possível de resolver (dar-lhe solução) estabelecendo um consórcio entre (pelo seu protagonismo atual) a SPACEBIT e a SPACE X, antecipando o início dos voos tripulados e o estabelecimento de rotas de colonização (extraterrestre) de outros corpos celestes – como a Lua e como Marte – e assim (finalmente) para lá enviando Nigel Farage, Boris Johnson e todos os restantes e verdadeiros (puros e fieis)  Brexiteers: deixando todos os outros e democraticamente − em vez de a transformarem num mero Entreposto Comercial Norte-Americano − usufruírem de tudo o que a Ilha graciosamente e em contacto com os outros (vivendo fora da Ilha) e como seus semelhantes (mesma espécie) oferece. Esperando para possíveis alienígenas (da Lua ou de Marte) e para seu bem (mental) que não estejam lá à sua (dos BREXITEERS) chegada − aconselhando-os a um voo (no mínimo) Interestelar.

 

(imagens: spacebit.com e newstatesman.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:58

Invasão Chinesa

Domingo, 22.09.19

Numa demonstração pratica de que

Nada Nem Ninguém Tem Dono

 

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Num Futuro no Presente e devido à negligência do Homem (fazendo tudo pela sua extinção) parecendo cada vez mais distante, ultrapassados os limites físicos das máquinas e da fonte (eletromagnética) utilizada − e desde que a nossa evolução mental acompanhe a tecnológica − podendo-se prever o aparecimento de naves interplanetárias e intergalácticas, levando-nos a múltiplos destinos de pontos coincidentes ou paralelos

 

Dos primeiros vertebrados evoluindo dos peixes para os anfíbios e de seguida (entre repteis e aves) para os nossos mais parecidos e próximos Mamíferos (os Primatas, há uns 13 milhões de anos) − e compreendendo-se (sempre com tudo a mexer e em movimento) estarmos perante uma única sequência, transformativa e com ramificações – surgindo entre 100.000/400.000 anos atrás o HOMO SAPIENS (talvez o 1º elo de ligação do passado com o que somos hoje) dando posteriormente origem ao HOMEM MODERNO (HOMO SAPIENS SAPIENS). Com o mesmo evoluindo ainda antes da sua HISTÓRIA, na sua faseada PRÉ-HISTÓRIA (pedra lascada, pedra polida, bronze e ferro) num curto e já aí surpreendente (dada a idade da Terra e a do primeiro primata) espaço de tempo. Sendo nómada na esmagadora percentagem da sua existência e virando-se progressivamente para o sedentarismo (tornado uma necessidade agrícola, posteriormente industrial) − há apenas uns 8.000/14.000 anos atrás, levando à domesticação dos animais e ao início da aplicação dos princípios da produção − quando tudo o que seja contrário ao movimento (uma das principais características de um Ser Vivo), terá como fim (inevitável) a extinção (parando-se, morrendo-se). E nessa senda suicida tão característica da espécie HUMANA (pelos vistos tanto na Terra, como aplicada fora dela) optando-se por ficar em casa (sabendo-se que um dia ela cairá) em vez de sair-se dela (procurando-se refúgio noutra)”: desde inícios dos anos 70 e com o fim do Programa Apollo (1972) deixando-se os voos tripulados (a nossa Salvação, prometida pelo Céu) e optando-se pelas sondas automáticas ( dispensando o Purgatório e descendo diretamente ao Inferno). Dispondo de tantos financiamentos para a Guerra – no Espaço (sector relacionado) desinvestindo na NASA e “por desvio estratégico” investindo fortemente no Privado – e pondo de lado o Espetáculo de Circo (e TURÍSTICO) montado em volta da Terra, da Lua e de Marte (pela SPACE X, VIRGIN GALACTIC e BLUE ORIGIN) prometendo-nos (tendencialmente para todos)excursões interplanetárias” − o que acontecerá connosco, quando um dia a Terra acabar?

 

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Com o veículo motorizado chinês transportado pela sonda automática CHANG’E-4 e atualmente circulando sobre a superfície da Lua – o ROVER YUTU-2 – num período de oito dias lunares equivalente a 14 dias na Terra tendo já percorrido mais de 270 metros de viagem a uma V média=0,1m/h; e lá longe em Marte acompanhado pelo seu irmão CURIOSITY

 

− Mesmo que esse Dono se chame EUA

(o único território e aglomerado populacional em que o déficit nada significa, superado pelo funcionamento contínuo das suas famosas “impressoras de dólares”, inspiradas entre outros − dos seus negócios paralelos − pelo “pai da máfia americana Lucky Luciano”),

 

− Detendo os melhores cérebros

(esmagadoramente “importados”, ou seja, sendo “Aliens”),

 

− As armas mais poderosas

(capazes de destruir a Terra e exterminar o Homem, mais vezes que todos os outros países juntos),

 

− E o melhor Meio Ambiente para a Manutenção do Sistema/Estrutura por condicionador/formador

(seja interno e aplicado criteriosamente e conforme a classe/nível hierárquico aos seus cidadãos, seja externo ameaçando os restantes indivíduos caso não respeitem o interesse e a indicações dos primeiros)

 

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Numa missão da R. P. CHINA tendo como objetivo prioritário atingir a superfície da LUA − explorando-a e estudando-a – alunando e sendo o seu “exclusivo” − pela 1ª vez na história das viagens automáticas ou tripuladas − no “OUTRO LADO DA LUA”; oferecendo-nos graciosamente e para nosso usufruto esta panorâmica geral − nunca podendo por nós ser observada da Terra

 

A confirmação de que para além dos detentores da Excecionalidade

 

− Os EUA

 

E daqueles que os pretenderam imitar

 

− Segundo os primeiros (os norte-americanos) não passando mesmo disso (da imitação) apesar de outros terem sido os primeiros a lançarem um animal (dito irracional, Laika), um Homem (Gagarine) e até um Humanoide (Fedor) para o Espaço, falando-se aqui e naturalmente dos Soviéticos/Russos

 

Muitos outros (para além dos norte-americanos tendo sido os únicos a pisar a Lua ou os soviéticos/russos com as suas missões pioneiras) como já é o caso da China, da Índia e do Japão (Israel ainda em tentativas para já todas falhadas) defenderão até à sua morte (do coletivo e na defesa da sua memória, da sua cultura e dos seus antepassados) o seu direito inalienável (todos somos da mesma espécie, ligados, interdependentes) e universal (tanto no tempo como no espaço),

 

De reconhecimento da sua existência, seja na Terra como no Espaço a ela exterior:

 

Sendo capaz de executar a mesma função (para o qual foi orientado/programado) tal como todos os outros pertencentes à sua espécie (e oriundos do mesmo molde e da mesma linha de montagem).

 

Nunca podendo ser o cenário montado (uma simples projeção, projetada por um projecionista e representando um interessado) a alterar as identidades (dos ditos “espetadores”).

 

(imagens: Corey Ford/Stocktrek Images/thoughtco.com − cnsa.gov.cn)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:07