Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

10
Set 19

[74 anos depois do fim da WW2 e de mais uma Silly Season.]

 

“Mesmo depois de vários países terem já enviado para o Espaço dezenas ou centenas de naves – desde os primeiros satélites, passando pela Ida à Lua e chegando às sondas automáticas atingindo Marte e Júpiter e território mais além nunca tendo encontrado sinais de Vida pelo menos segundo os nossos padrões – na Lua, em Marte e em muitos outros corpos (luas, asteroides, planetas-anões) constituindo o Sistema Solar (para falar apenas no Espaço mais próximo) – continuamos (enigmaticamente) a cismar (ciclicamente) nos extraterrestres: reminiscências do passado (noutro salto noutro ciclo, daqui ou doutro lado)?”

 

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Reanimando aquilo que de mais obscuro dominou a Alemanha, tendo como seu pico máximo o período de tempo decorrido entre 1939 e 1945 e coincidindo com a II Guerra Mundial (duplicando a I Guerra Mundial, provocando mais de 80 milhões de vítimas mortais) − e mesmo 74 anos depois continuando ainda por desvendar e esclarecer, mantendo as portas escancaradas aos persistentes (finda a esperança, continuando a fé) Teóricos da Conspiração o regresso das já tão divulgadas histórias sobre a Alemanha NAZI (implicando sobretudo Cientistas e Militares), envolvendo tecnologia revolucionaria (para a época como atualmente, a antigravidade) tal como a (hipoteticamente, pelo menos para nós, os “excluídos”) associada com os DISCOS-VOADORES (OVNI’S ou UFO’S):

 

Apontando para a possível existência de um “Programa Espacial Secreto Alemão” envolvendo um aparelho aéreo utilizando “tecnologia antigravidade”, tendo-se iniciado os primeiros testes e missões ainda antes do início da WW2 (por volta dos inícios dos anos 30), sido rapidamente desenvolvido e aperfeiçoado o projeto (no decorrer dos anos seguintes), para ainda antes da mesma (WW2) e no seu decorrer (anos 30 e 40) − expandindo surpreendentemente os seus conhecimentos e horizontes para lá da TERRA, quando por cá nada estava garantido (começando mesmo, a estar perdido) – se lançar nas suas naves espaciais antigravidade (sendo esta força a responsável por não nos deixar abandonar este planeta) em direção à LUA e a MARTE, instalando lá bases, colonizando-os e neles criando uma nova CIVILIZAÇÃO EXTRATERRESTRE (não de marcianos mas de terrestres).

 

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Numa reconstrução de Jeff Rense (teorias da conspiração, UFO’S, Paranormal, etc.) montada em torno de filmagens dos célebres “Discos-Voadores Alemães (inseridos num filme antigo “oficial”, gravado nas primeiras décadas do século XX), registadas por volta dos anos 1930’s e 1940’s e até mesmo com um nome para a nave (espacial), OVNI ou UFO: segundo o mesmo (como referido em “ufosightingshotspot.blogspot.com”) denominado HAUNEBU.

 

Concluindo-se que mesmo com todos os indícios, factos e confirmações (presenciais ou indiretas) apontarem sempre e sem qualquer tipo de dúvida (ou de mínima hesitação) na mesma direção – “não existindo Deus, ou Vida para além da Morte (pelo menos enquanto não compreendermos e enquadrarmos, a Vida e a Morte na Evolução) – não querendo acreditar no que vemos bem “colado no Espelho”, ou o partimos todo ou inventamos histórias à volta dele: não se compreendendo bem a ALMA e o ELETROMAGNETISMO (e sua ligação como uma única inter-relação), tudo por se nascer e ter medo de morrer.

 

(imagens: ufocasebook.com − Jeff Rense/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:05
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07
Ago 19

A transformação de um Rover Lunar − o LUNOKHOD-1

Num Rover Terrestre − o STR-1

(SPECIAL MOBILE ROBOT STR-1 FOR LIQUIDATION OF THE ACCIDENT CONSEQUENCES

AT THE CHERNOBYL NUCLEAR POWER PLANT/rovercompany.ru)

 

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Rover STR-1

Utilizados com sucesso na limpeza do reator de Chernobyl

 

Num artigo de Pedro Teles (07.08.2019) publicado em 24.sapo.pt – “Chernobyl, rovers lunares soviéticos e o futuro da exploração espacial – a constatação de como o investimento na Exploração Espacial (Espaço exterior) pode trazer consigo grandes contributos e benefícios (científico-tecnológicos) para a melhoria das nossas condições de Vida no nosso planeta (Ecossistema Terrestre).

 

No exemplo relatado com os protagonistas a serem os ROVERS LUNARES SOVIÉTICOSutilizados nas suas missões lunares entre 1969/77 e no final desse período desativados – por extrema necessidade, entretanto sendo recuperados, chamados para desempenhar outras funções (não na Lua, mas na Terra), reconvertidos (de missões de exploração para missões de “limpeza”) e finalmente rebatizados como STR-1.

 

E assim sendo esta a notícia: Os rovers Lunokhod redesenhados e rebatizados STR-1 foram utilizados durante 60 dias na limpeza do reator de Chernobyl antes de sucumbirem à elevadíssima radiação. Resistentes em condições extremas, podem ser a resposta para acelerar a exploração espacial”. Ou seja, com as vantagens a terem mais do que uma direção: do Espaço obtendo-se benefícios em Terra e em Terra complementando-se esse benefício no Espaço (numa espiral evolutiva).

 

E dessa forma “Acelerando-se a Exploração Espacial”.

 

[Artigo de Pedro Teles a ler em: “24.sapo.pt/tecnologia/artigos/chernobyl-rovers-lunares-sovieticos-e-o-futuro-da-exploracao-espacial”.]

 

(imagem: rovercompany.ru)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:45

“Sem que o saibamos podendo estar neste preciso momento na TERRA,

a ser observados por URSOS D’ÁGUA recentemente instalados na LUA.”

 

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Um Urso d’Água na Lua

(sobrevivendo ao impacto e ao ambiente externo)

 

Depois de meio século a olhar para a LUA (1969) sabendo a partir de documentos oficialmente certificados e até hoje não desmentidos (tanto pelas várias missões Apollo tocando a superfície, como por todas as outras missões posteriores mesmo que apenas orbitais ao nosso satélite natural) que nela não existiriam sinais de VIDA ORGÂNICA, eis que de repente somos surpreendidos pela notícia publicada em 06.08.2019 pelo site LIIVE SCIENCE (livescience.com) de que ao contrário do que seria expetável (por todo o conhecimento e informação até hoje transmitido(a) e assimilado(a)) poderia existir Vida na Lua: olhando para nós, sem que nos apercebamos”.

 

Toda esta história se iniciando após a sonda israelita BERESHEET se ter despenhado (na Lua) seguindo a sua fracassada tentativa de alunagem (tentada a 11 de Abril deste ano) – no que seria a 1ª vez (momento histórico) que uma nave espacial israelita faria a viagem Terra/Lua (e viagem de retorno) tocando a superfície da Lua – explodindo e fragmentando-se após o impacto e como consequência podendo ter “contaminado” todo o cenário (“paisagem lunar”) em seu redor: eventualmente e como consequência deste incidente espalhando centenas de TARDIGRADAS (“aqui desidratadas como a Lua”) sobre a superfície lunar.

 

Não transportando astronautas (missão não tripulada) – ou seja Vida Humana − mas transportando consigo exemplares de DNA e as tais Tardigradas (desidratadas/conservadas) − representando Vida Orgânica (conforme comunicado, publicado quase 4 meses depois do incidente, registado a 11 de Abril). E se quanto às amostras de DNA as probabilidades de as mesmas terem sido de imediato destruídas seria praticamente de 100% − dado o ambiente extremamente hostil (radioativo, tóxico e mortal) da atmosfera lunar pata com a esmagadora maioria (se não a totalidade) da Vida Terrestre – já quanto às TARDIGRADAS “a conversa poderá ser outra e bem diferente”.

 

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Local de queda da sonda Beresheet

(ao centro mais claro após o impacto)

 

Podendo estes Animais – pertencendo na Terra ao REINO ANIMALIA (“reino biológico composto por seres vivos pluricelulares, Eucariontes, heterotróficos, cujas células formam tecidos biológicos, com capacidade de responder ao ambiente − possuem tecido nervoso − que os envolve”/wikipedia.org) − ter sobrevivido ou não ao impacto e em caso afirmativo (cumprimento de uma 1ª fase), até podendo vir-se a adaptar ao meio ambiente lunar (numa possível 2ª fase). Mas será que resistem mesmo e porquê (acreditando na sua sobrevivência em condições tão extremas) os URSOS D’ÁGUA?

 

Com as TARDIGRADAS, URSOS D’ÁGUA ou LEITÕES-DE-MUSGO, a serem criaturas (seres vivos) microscópicas (0,05mm a 1,2mm), com forma tubular e assentes em 8 pernas cada uma apresentando pequenos dedos (como se fossem de uma mão/pé), tendo como uma das suas principais características para além da sua pele extremamente seca, ser conhecida (na Terra) como “praticamente INDESTRUTÍVEL” (suportando condições extremas, mortais para qualquer outra espécie animal): aguentando temperaturas ambientais entre um mínimo de 200°C Negativos e um máximo de quase 150°C positivos (e uma amplitude térmica de 350°C), para além da ação (negativa) das radiações (solares/cósmicas) e de se encontrar (dada a ausência de atmosfera) no Vácuo. Resistindo a condições extremas e mesmo assim (e parecendo já morta) como que “Ressuscitando dos Mortos” – o mesmo podendo suceder na Lua.

 

Ficando aqui apenas uma dúvida: estudados há mais de dois séculos mas ainda rodeados por muitos mistérios (e “desconhecimentos”) − mas aí já conhecidos, existentes e presentes, como muitos outros microrganismos − antes da sonda israelita o fazer outras o terão feito (como as missões Apollo), tendo tocado a superfície da Lua, contaminando-a de imediato, mas disso não se falando … tanto, pelo menos até agora. Logo, porque só hoje a notícia (sendo óbvio, porquê a novidade),Silly Season Científica”? (sendo que para muitos − de nós − recordar é viver, ou seja, ressuscitar).

 

(imagens: flipboard.com – wired.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:34

05
Ago 19

E surpreendendo o Homem-Racional,

Sem intervenção exterior visível

(no entanto, sempre presente)

Milagrosa, mas não cientificamente

Com o Calhau-Irracional deslocando-se,

de um ponto para outro.

 

Sem vestígios visíveis da presença de “Matéria Orgânica” na LUA, desde há centenas de anos observada da Terra por astrónomos e há cerca de meio século pisada por uma dúzia de astronautas remetidos do nosso planeta (tendo como destinatário da viagem o seu único satélite natural, localizado a uns insignificantes 384,4 milhares de Km, distância cerca de 390X menor que a distância SOL/TERRA), eis que um fenómeno aparentemente insólito ocorre na superfície da Lua, com um Calhau a tomar a iniciativa e a deslocar-se − como se tivesse um objetivo, como se fosse Racional − em direção a uma cratera lunar: deixando-nos aqui a pensar qual será a (real) diferença entre IRRACIONAL/RACIONAL e se haverá mesmo alguma diferença (básica) podendo distinguir e diferenciar (e até hierarquizar), Mundo Orgânico e Mundo Mineral.

 

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Um Calhau movimentando-se na superfície da Lua

 

No caso aqui referido e ocorrido na Lua (na sua superfície) integrando como protagonista desse episódio um Calhau Lunar certa e aproximadamente com a idade da Terra (cerca de 4,5 biliões de anos) − com a Lua progressivamente a afastar-se da Terra, até um dia a abandonar de vez, desligando-se do cordão umbilical unindo SOL/TERRA/LUA, talvez o fator central e determinante tendo levado ao despoletar de Vida – com um elemento pertencendo ao Mundo Mineral “Irracional e Sem Alma” (no fundo como todas as espécies existentes à superfície da Terra, Fauna & Flora incluídas, mesmo integrando o Mundo Orgânico, exceção-excecional feita ao HOMEM) a manifestar-se inapropriadamente e fora de tempo (de uma forma descontrolada, no espaço para o mesmo disponibilizado) em função do planeado e para si projetado antecipadamente: e em vez de manter o seu estatuto de neutralidade (relativa, mas nunca absoluta) decidindo fazer algo não estando em conformidade (com o seu papel a desempenhar) e tal como o HOMEM (imitando-o) justificando estar Vivo, MOVIMENTANDO-SE. Uma característica básica dos Sujeitos (Racionais e com Alma como o Homem) sempre retirada aos Objetos (pelos vistos juntando Matéria Mineral e para lá do Homem, a restante Matéria Orgânica) Irracionais, sem Alma, apenas existentes e pelos vistos para estarem à nossa inteira disposição.

 

Devendo-se ver o Mundo Mineral e o Mundo Orgânico (como pertencendo a um Todo ainda maior, em extensão/compreensão) talvez não separado/desligado, mas representando em conjunto e como uma célula (conjuntamente com “Algo +” ainda por compreender/identificar) a Unidade Básica de Vida.

 

(imagem: LRO/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:58

30
Jul 19

Imagens da sonda espacial indiana CHANDRAYAAN-2, a ser transportada pelo foguetão GSLVMkIII-M1 e a ser lançada do Centro Espacial de SATISH DHAWAN. No dia 7 de Setembro (não existindo imprevistos) tocando a superfície da Lua.

 

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Sonda Chandrayaan-2 na rampa de lançamento

 

Tendo esta segunda missão à LUA concretizado com sucesso (neste final do mês de julho) mais uma das fases do seu projeto e trajeto (içando ainda mais a sua órbita e lançando a sonda em direção à Lua), tendo como objetivo (citemos três):

 

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Trajetória da sonda Chandrayaan-2

 

A chegada ao nosso satélite natural, a sua inserção em órbita e finalmente a alunagem pela 1ª vez (um momento histórico para a Índia assumindo-se depois dos EUA, da Rússia e da China, como a 4ª Potência Espacial) de uma sonda indiana num Mundo Alienígena.

 

(imagens: ISRO/earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:34

22
Jul 19

[Face a tanta porcaria hoje aceite por tão banal e não apenas poluindo a terra, o mar e o ar – “esqueceram-se da nossa Cabeça?” − mas muito mais perigosa e insidiosamente intoxicando (manipulando e comandando/por nosso cansaço/demissão/entrega), a nossa tão torturada e cada vez alienada mente.]

 

Há 50 anos com o Homem

− ARMSTRONG, ALDRIN e COLLINS

A conseguir fazer aquilo

Que não consegue imitar hoje.

 

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A Terra, a Lua e o módulo lunar Eagle

(com Armstrong e Aldrin a bordo)

 

Neste registo da autoria de COLLINS

(filmando a aproximação do módulo lunar EAGLE)

Com ARMSTRONG e ALDRIN

(no interior do mesmo módulo)

Acabadinhos de chegar da superfície da LUA:

Aqui na sua aproximação para acoplagem

Com o módulo de comando COLUMBIA.

 

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A Lua e a Terra

Um dos últimos registos da missão Apollo 11

Apresentando-nos dois Mundos distintos

Mas unidos por complementares

(pelo menos no que aos Humanos diz respeito)

Colocando-nos a questão:

O que seria da Terra e do Homem

Se a Lua não lá estivesse?

 

Nunca mais?

 

Por favor leiam e viagem e deixem para trás

(agora que é a Silly Season,

momento em que tudo se desculpa

e desse modo/e contra-a-corrente

mostrando categoricamente

toda a vossa coragem)

a

Fornicação Global Certificatória”.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:52

21
Jul 19

Não acreditando na iniciativa Privada (nesta área fulcral para a Humanidade, a Exploração do Espaço) apenas e logicamente interessada no lucro e no OBJETO (como a SPACE X e ainda mais a VIRGIN GALATIC), tornando-se difícil de visionar como num tão curto espaço de tempo (até 2024) a NASA conseguirá obter a sua Estação Espacial (Entreposto), o seu foguetão (para Marte Interplanetário), o seu módulo de aterrissagem (lunar/marciano) e até o fato apropriado para cada astronauta (e sua função) – nunca se esquecendo da prioridade desta nova missão o SUJEITO, o Homem (o seu desenvolvimento, evolução e persistência, como contraponto à sua Extinção). Seguindo-se o nosso desígnio (a nossa última esperança) as Viagens intergalácticas.

 

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Buzz Aldrin na Lua

(julho 1969)

 

'Shocking' Apollo 11 Success Stands Alone in Modern History

Astronaut Scott Kelly Says.

Kelly is amazed that NASA pulled off the moonshot

eight years after JFK announced the plan.

(Elisabeth Howell/space.com)

 

“E ainda mais chocante ainda

foi o abandono da Lua pelo Homem.”

(PA/Publicações Anormais)

 

Numa Missão Espacial Extraordinária (iniciada por Verne e declarada por Kennedy) levada a cabo há 50 anos (1969) – ligando o nosso planeta à Lua, localizada a pouco mais de 384.000Km de distância − atingindo o seu clímax quando Neil Armstrong (e a missão Apollo 11) pela 1ª vez e em nosso nome tocou (com a sua bota) a superfície de um outro Mundo que não a Terra (um território alienígena) e terminando abruptamente − sem nenhuma justificação credível (por honesta) apresentada − três anos depois (1972) com a realização da missão Apollo 17: segundo alguns rumores de então e de outros posteriores, com a medida de encerramento definitivo do Programa Apollo (levando ao cancelamento das missões Apollo 18/19/20) deveu-se unicamente ao elevado custo do Programa − quando se sabe que se pegarmos por exemplo em cinquenta anos de Exploração Espacial (apanhando ainda o Programa Apollo e os Vaivéns) e nos respetivos investimentos realizados pela NASA (por injeção financeira Governamental), o dinheiro nesse período gasto com o desenvolvimento do programa (Apollo) seria muitíssimo inferior ao esforço do departamento de Defesa dos EUA (de modo a manter o seu poderio e supremacia Militar Global) despendido num só ano.

 

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Lançamento da Apollo 11

(16 julho 1969)

 

Por essa altura (anos 70) com o investimento do Governo dos EUA na NASA (e no desenvolvimento da Exploração Espacial) a andar por volta dos 4,5 do seu PIB, quando agora e abertas as portas aos Privados (financiando-os em alternativa à NASA) se quedar por uns míseros 0,45 do PIB (aproximadamente 10X menos) − algo de ridículo (vejam-se as últimas ajudas financeiras da Administração de Donald Trump para a concretização de tais projetos) para quem pretende voltar à Lua e virar-se de seguida para Marte, sem querer alargar os cordões da sua bolsa (disponibilizando muitos biliões de dólares) e sem explicar como o fazer (e a sua razão e benefícios a tirar) claramente e sem subterfúgios (por exemplo eleitorais) aos seus cidadãos.

 

Relembrando que nos anos do Programa Apollo os seus detratores chegaram a afirmar que o investimento de tal projeto andaria certamente muito perto de 20% do PIB norte-americano de então: apesar de ser um argumento completamente falso e absurdo (até pelos biliões e biliões, triliões de dólares gastos em Guerras) tendo mesmo funcionado e suspenso temporariamente (para o tempo médio da vida do Homem uma Eternidade) o nosso obrigatório e cada vez mais urgente Destino − como Nómadas e esgotado o local anterior, partindo à descoberta de Outros Locais (Mundos e Terras) onde se possa no futuro instalar e evoluir.

 

Já que sem Movimento (Massa e Energia) não Existe Vida (Alma e Eletromagnetismo) e um animal parado é-o porque já está morto (extinto).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:38

17
Jul 19

“E mesmo assim (realço, passados 50 anos) comemorando-se festivamente (hipócritas de um lado, estúpidos do outro) o “Estado Comatoso” em que se encontra atualmente a Exploração Espacial: é que se não partirmos (com o nosso Sistema a meio do seu Ciclo de Vida), da mesma forma que um certo dia aparecemos, aqui desapareceremos (definitivamente, de vez).”

 

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Victoria

O único navio da frota de Magalhães a ter completado a circum-navegação

(wikipedia.org)

 

A poucos dias da comemoração dos 50 anos sobre a primeira vez que o HOMEM pisou a superfície de um corpo celeste que não a TERRA – com o módulo lunar EAGLE (da missão APOLLO 11) a alunar pouco depois das 20:00 UTC do dia 20 de Julho de 1969 e com o astronauta NEIL ARMSTRONG horas depois (já na madrugada do dia 21) a pisar a LUA seguido (minutos depois) pelo seu colega BUZZ ALDRIN – é triste de constatar como passado meio século (uma Eternidade para o Homem) e depois de tantas afirmações elogiando as Extraordinárias Capacidades do Ser Humano (Científicas e Tecnológicas), o mesmo abandonou incompreensivelmente uma das fases obrigatórias do seu processo evolutivo, absolutamente necessário para a sua sobrevivência (e não Extinção): tal como no processo associado à Aventura dos Descobrimentos e à Conquista dos Oceanos (na procura de Outros Mundos), com o mesmo empurrando o Homem ao abandono da sua “Zona de Conforto” (a Casa onde Nasceu) na procura de outros e novos “Espaços”, com este novo empreendimento a solicitar-nos agora não apenas mais um esforço para o desenvolvimento compreensivo da Humanidade (o que já iniciamos na Terra um conjunto limitado) mas alargando-o (esse objetivo) anexando-lhe um novo destino, Exterior (à Terra) e muito mais extenso, ilimitado, INFINITO – a única forma de encerrado o Ciclo Terrestre (podendo já ter existido muitos outros) o Homem (saindo finalmente de casa) poder persistir noutro lado.

 

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Nixon

Telefonando da Terra para Armstrong e Aldrin já na Lua

(wikipedia.org)

 

Mas tal não tendo acontecido (já bem no interior do séc. XXI) deixando-nos cinquenta anos simplesmente a olhar (para a LUA ali tão perto), vendo sondas automáticas a partir e muitos calhaus no céu a passar: com as naves e sondas penetrando a escuridão profunda do Espaço (comandadas por Robots), ultrapassando sucessivamente corpos e fronteiras cada vez mais distantes (caso das sondas VOYAGER), mas não colocando o HOMEM a tripular (excetuando a sua presença por perto a uns 400Km na ISS), com este não chegando a Lugar Nenhum (como um Avestruz escondendo a cabeça num buraco) podendo a qualquer momento (tal como o eventualmente sucedido anteriormente com os Dinossauros a raça dominante então dominando o planeta) ficar pelo caminho. E não saindo voluntariamente de casa (um dia a Terra deixará de o ser, tal como hoje a conhecemos) com o Homem a correr o risco de repentinamente poder ser expulso (não reunindo as condições, para se adaptar e sobreviver ao novo Meio ambiente), não tendo tempo para se preparar podendo-lhe acontecer o pior: pelo que obrigatoriamente um dia teremos de partir, naturalmente em naves e como seus tripulantes. Certamente com grandes investimentos e inicialmente com muitas perdas (sobretudo humanas tal como na senda dos Descobrimentos), mas não sendo desculpa os BILIÕES (para a concretização do Projeto) − a justificação apresentada há cinco décadas − face aos TRILIÕES gastos nas últimas Guerras & Genocídios.

 

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Lua

Imagem de Armstrong com Aldrin refletido no seu visor

(wikipedia.org)

 

No presente e face às várias sondas automáticas lançadas para o Espaço pelas mais diferentes nações − EUA, Rússia, China, Japão, Índia, etc. – e com os mais diferentes destinos − desde a Lua, passando por asteroides e outros objetos,  até ao planeta mais distante e ultrapassando-os (“mas nunca com a nossa presença”) – tornando-se cada vez mais premente o retorno às Viagens Espaciais Tripuladas (terá de ser sempre o Homem a chegar a Outro Mundo) com a NASA, privados e restantes Agências Espaciais Mundiais (como a ESA, a ROSCOSMOS, a CNSA, a JAXA, a ISRO, etc.) virando-se de novo para o Espaço e para a sua efetiva conquista (com a sua presença) pelo Homem: relançando-se o objetivo LUA, lançando-se o objetivo MARTE e até como futura base de apoio, planeando-se uma nova Estação Espacial neste caso com os chineses na vanguarda. Criando-se bases na Lua, bases em Marte (como Entrepostos Espaciais) e deixando-se para as sondas automáticas (para já) destinos (para voos futuros tripulados) como Titã: e estabelecidas as redes entre planetas (com as Viagens Interplanetárias) partindo-se para outros Sistemas e até para outras Galáxias (Viagens Intergalácticas), sempre à procura de um novo lar − a TERRA 2. Sabendo o que ele sabe (mais uma vez com o Mundo, por responsabilidade DEM e REP, à beira do abismo) contando com todo o apoio de TRUMP (faltando-lhe apenas o seu Bilhete Dourado, esperando-o se reeleito), enquanto os restantes desgraçados (a caminho dos 8 biliões) esperam pelo ASTEROIDE (sob a forma de objeto/calhau ou sujeito/pessoa).

 

(imagens: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:28

15
Mai 19

[Com tanta Cerimónia (em Terra) e antecedendo-os (os norte-americanos), apenas se não chegar lá (à Lua) Algo (interno ou externo) antes. E não sendo certamente um “lunático”.]

 

“Entre os norte-americanos com todos e em cartel

– NASA (de Donald Trump), SPACE X (de Elon Misk) e BLUE ORIGIN (de Jeff Bezos)

a marcarem a sua chegada à LUA (a NASA o seu regresso) para daqui a 5 anos.”

 

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Blue Moon (o modulo lunar) e Jeff Bezos (fundador da Blue Origin)

Apresentando-se para a sua ida até à Lua

 

A promessa de mais um empresário e multimilionário norte-americano (neste mês de Maio de 2019 com uma fortuna ultrapassando os 160 mil milhões de dólares)

 

– Fundador da AMAZON (comércio de serviços e produtos), fundador da BLUE ORIGIN (empresa espacial), dono do WASHINGTON POST (Comunicação/Média) e de nome JEFF BEZOS –

 

No passado dia 9 de Maio numa apresentação em WASHINGTON DC, revelando o seu plano para atingir a LUA e o momento marcado para esse mesmo encontro:

 

Prometendo o 1º contacto com a superfície do nosso único satélite (natural)

 

− A ser concretizada pela sua nave Blue Origin –

 

Para o mês de Maio de 2024 (dentro de precisamente 5 anos), rivalizando com a NASA (a agência espacial governamental) e com a outra empresa sua concorrente a SPACE X (tal como a Blue Origin privada), todas elas prometendo (quase em uníssono, em cartel) praticamente o mesmo plano (pisar a superfície da LUA no ano de 2024).

 

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Com Jeff Bezos inspirando-se

Nas colónias espaciais imaginadas por Gerard K. O’Neill

 

E acreditando em Jeff Bezos o norte-americano de Albuquerque (estado do Novo México) além de criado em Houston (estado do Texas)

 

– Por sinal um Independente (pró-Democrata), não apoiante de Trump, declinando um convite deste (enfurecendo-o ainda mais) e “vendo usar o seu foguetão, como piada e com humor, enviando Donald Trump, em direção ao Espaço Sideral” –

 

Com a sua Missão Lua a ser possível/concretizável até pelas seguintes vantagens face a outros (possíveis e próximos) destinos (como o será, logo de seguida e aparentemente em mais uma decisão de Cartel, MARTE):

 

Baixa gravidade (quase 1/6 da Terra);

Proximidade (estando no mínimo perto das 150X mais perto do que Marte);

E a possibilidade (quase certeza) de acesso ao nosso líquido fundamental (constituindo a larga maioria do nosso Corpo) a Água.

 

Esperando-se para ver (e com outros − como a privada VIRGIN GALATIC − ainda à espreita) e só depois acreditar. Isto para não se falar dos Russos (ROSCOSMOS) e dos Chineses (CNSA).

 

Dado o tiro de partida a 9 de Maio de 2019

(por Jeff Bezos e com uma distância idêntica a percorrer)

Com o atleta chegando em 1º lugar (à Lua)

deixando para trás (inacreditavelmente) e em 2º o foguetão:

"Passando por ele que nem uma flecha!"

(ou não fosse o Recordista Mundial dos 100 metros planos)

 

Parâmetros/Veículo

Blue Origin

Usain Bolt

Distância (a percorrer)

384.400Km

384.400Km

Tempo (de viagem)

1.830 dias

427 dias

Velocidade (média)

2,4 m/s

10, 4 m/s

 

E em estilo de passatempo e aproveitando a ocasião (“A Ocasião Faz o Ladrão”, diplomando-o/certificando-o) tentando assim resolver o mistério e a discrepância (absolutamente anormal), entre as poderosas “Pernas de BOLT(mais de 10m/s) e o fraquinho “Motor de BLUE (nem 2,5m/s): numa razão impossível (impensável pelos elementos em presença) de 1 BOLT (chegando) para 4 BLUE!

 

(imagens: Blue Origin e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:03

27
Abr 19

Como utilizando um telescópio terrestre (neste caso um bom aparelho ótico − mas podendo ser um bem mais barato − o telescópio GSO 12" Ritchey Chretien, podendo ultrapassar os 4500€) a partir do Hemisfério Sul (África do Sul) unicamente para observar e simultaneamente registar (adaptando-lhe uma máquina fotográfica) uma imagem ou evento por algum motivo particular (objetivo/subjetivo) achado num determinado momento algo relevante (por exemplo ocorrendo longe para lá da Terra, no nosso Sistema Planetário), se consegue obter uma sequência de um fenómeno astronómico (Ocultação) envolvendo dois astros em movimento e interpondo-se (nas suas respetivas trajetórias), com um (neste caso a Lua) fazendo desparecer o outro (Saturno) por algum tempo e com o outro a reaparecer pouco tempo depois. Tendo já observado há muitos anos (atrás) e com um telescópio muito mais rudimentar tanto a Lua (bem definida) como Saturno e seus anéis (assim o Rei-Sol e as suas manchas solares) mas nunca tendo observado tal fenómeno, no fundo tão repetido como tão natural (dependendo apenas dos objetos e dos postos de observação).

 

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Ocultação

A Lua um objeto Anão (d=3.475Km)

Fazendo desaparecer Saturno um objeto Gigante (d=120.536Km)

(imagem: Cory Schmitz/Joanesburgo/África do Sul)

 

No caso desta observação astronómica levada a cabo pelo fotógrafo sul-africano Cory Schmitz com o seu telescópio RC (e câmara fotográfica adaptada) em Joanesburgo − no dia 29 de Março de 2019 (faz amanhã quatro semanas) – com a Lua a intrometer-se entre o posto de observação de Cory Schmitz na Terra (África do Sul) e o planeta Saturno e como consequência, devido à proximidade do nosso único satélite e á grande distância a que se encontra Saturno (mesmo que Saturno tenha um diâmetro quase 35 X maior que o da Lua) – a Lua a pouco mais de 384.000Km e Saturno a uns 1.500.000.000Km (3.900X mais) – com a aparentemente “Gigante-Lua” a como que engolir o aparentemente “Pequeno-Saturno”. Com a Lua ocultando o Gigante durante durante uns 104 minutos, num fenómeno astronómico denominado Ocultação. No caso do nosso único satélite ou lua – natural, ao contrário da ISS (Estação Espacial Internacional) um satélite artificial – com o Homem a já ter pisado por diversas vezes a sua superfície e a pensar (finalmente) voltar a fazê-lo brevemente (quase meio século depois da última “pisadela lunar”) − com o apoio do presidente Trump e da sua Administração.

 

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Sistema Solar

Para além do Sol e dos seus 8 planetas principais

Com o Cinturão de Kuiper (origem de asteroides)

E a Nuvem de Oort (origem de cometas)

 

Já no caso do planeta Saturno (e tendo ainda pelo meio uma viagem planeada − uma pública/NASA e outra privada/SPACE X − ao vizinho planeta Marte) − e falando-se já no presente da viagem tripulada a Marte só lá para o final de 2030/início de 2040 – tornando-se tudo muito mais difícil pela distância e pelo tempo (com o Homem a durar em média uns 80 anos e com a velocidade máxima atingida por uma nave espacial a andar pelos 16,26Km/s): se recorrendo unicamente à ciência e à tecnologia disponível (pelo menos a conhecida) e se previamente não se derem outros passos “revolucionários” (por inovadores), adicionais e obrigatórios (como na proteção do Homem das radiações exteriores, no desenvolvimento das Naves e da sua propulsão e ainda na instalação de bases de apoio intermédias, como será já a ISS no presente e como poderá ser uma possível, futura e já planeada base na Lua). Só que a uns 16,26Km/s (18.450 X menor que a Velocidade da Luz), vivendo em média uns 80 anos e mesmo partindo lá para os 20 (anos de idade), em 60 anos de viagem ficaríamos apenas por uns míseros 31.000.000.000Km percorridos (pouco mais de 200UA): deixando-nos para lá do último e oitavo planeta integrando o Sistema Solar (Neptuno) − para lá mesmo de Plutão (o despromovido 9º planeta agora planeta-anão) − dirigindo-nos para o Cinturão de Kuiper (a umas 30UA/50UA do Sol) fonte de diversos objetos/KBO’s (como os asteroides), levando-nos a abandonar a Heliosfera e a atravessar a Heliopausa (a umas 100UA), para finalmente entrarmos no Espaço Interestelar a caminho da Nuvem de Oort (estendendo-se por vários milhares de UA, afirmando-se umas 50), talvez o último limite do nosso Sistema Planetário (centrado no Sol e sob a sua ação), a última membrana rodeando-o e protegendo-o (do Espaço Exterior), além de ser a fonte e a origem dos Cometas esses astros viajantes e ainda misteriosos portadores de Água e talvez de Vida (como se fossem Espermatozoides).

 

Por essa altura com 80 anos (se ainda vivos), mas talvez "mais Perdidos (já no Espaço Interestelar) do que Achados" (por nós/encontrando um Novo Mundo ou por outros/encontrando a nossa espécie).

 

(a partir de notícia e imagem 1: ufosightingshotspot.blogspot.com − imagem 2: spaceplace.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:35

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