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Terça-feira, 02 DE Janeiro DE 2018

A Nossa Grande e Misteriosa Lua

“Não tendo estado sempre perto de nós um dia a Lua terá chegado próximo da Terra e colocada em órbita aí se terá estabilizado.”

(como o sugerem muitos documentos antigos)

 

939moonbig.jpg

Com a presença inopinada da Lua a ser verificada (segundo alguns antigos Contadores de Histórias) há cerca de 12.000 anos, contribuindo para a inclinação do eixo terrestre (definindo as Estações), para as noites mais iluminadas (pelo reflexo noturno da própria Lua), para o aparecimento das marés (conforme a Lua atinge o perigeu/apogeu relativamente à Terra) e até para a velocidade de rotação do nosso planeta (acelerando sem a presença da Lua tal como poderá ter acontecido nos primórdios do Sistema Solar)

 

Um dia há muitos biliões de anos (uns 4,5 biliões) deu-se numa determinada região do Espaço uma grande explosão de LUZ (envolvendo Matéria e Energia), na sequência da qual se formaram os planetas e restantes corpos celestes constituindo o que atualmente denominamos o SISTEMA SOLAR: centrado numa estrela de referência (o SOL), constituindo um Sistema Planetário (integrando oito planetas principais), composto adicionalmente por outros objetos (como luas, asteroides e cometas) e no caso particular da Terra relevando-se este planeta não só pela Existência de Vida Inteligente (uma exclusividade deste Sistema) como pela sua LUA peculiar ‒ apenas umas centenas de milhões de anos depois (da grande explosão) surgindo como companheira da Terra. Como se a Lua tivesse sido absorvida pelo Sistema Solar na sua movimentação (provavelmente errática) pelo Espaço, acabando por ser dominada pelas poderosas forças emanando da nossa estrela (pelo campo de influência do Sol) e curiosamente sendo colocada em órbita de um planeta não muito maior (do que ela): com o raio da Terra a ser apenas 3,67 X o raio da Lua e com o nosso satélite (em princípio natural) a ser sem dúvida o maior se comparado com todos os outros orbitando todos os outos (oito) planetas principais ‒ em tamanho com a nossa LUA (d=3 475Km) a ser o 5º Maior Satélite Natural deste Sistema Planetário só sendo ultrapassada por IO (3 642Km), CALISTO (4 820Km), TITÃ (5 150Km) e GANIMEDES (5 262Km) luas dos Planetas Gigantes JÚPITER (3) e SATURNO (1/Titã).

 

Planetas

D1

Luas

D2

R

Mercúrio

4880

-

-

-

Vénus

12104

-

-

-

Terra

12756

Lua

3474

3,7

Marte

6794

Fobos

22

308,8

Júpiter

143000

Ganimedes

5268

27,2

Saturno

120000

Titã

5151

23,3

Úrano

51000

Oberon

1523

33,5

Neptuno

49500

Tritão

2707

18,3

(D1 e D2: Diâmetros planetas e luas R: Razão D1/D2)

 

Observando a tabela anterior e tomando como referência a Cintura de Asteroides (separando os Planetas Interiores/Mercúrio, Vénus, Terra e Marte, dos Planetas Exteriores/Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno) sendo fácil de concluir que se os primeiros (planetas mais perto do Sol) tendencialmente não possuiriam luas (ou então as teriam poucas e de diminutas dimensões se comparadas com o planeta orbitado) ‒ tal como Mercúrio e Vénus assim como Marte ‒ os segundos além de possuírem várias luas (dezenas) teriam sempre numa razão (R = D1/D2) muito maior do que a registada entre Terra/Lua: numa razão de 20/30X e nunca de 3/4X ‒ e com uma lua tão perto e tão grande se vista do nosso planeta. Ao contrário das outras luas (de pequenas dimensões face ao seu hospedeiro) sob a influência gravitacional de grandes corpos celestes, no caso da LUA (a nossa) com as suas dimensões (pouco mais de 1/4 do diâmetro da Terra) e proximidade (mais de 380000Km) a influenciarem decisivamente a Terra (o ecossistema do hospedeiro): como por exemplo com o aparecimento (evidente) das marés (alta e baixa) ‒ entre outros fatores afetando a Evolução (da Terra, Mineral e Organicamente) podendo ser um dos fundamentais para o aparecimento da Vida. Nesse sentido e ao se constatar a presença de um corpo celeste (menor) de tais dimensões/proximidade a um corpo celeste (maior) orbitando-o, ficando-se na dúvida se tal objeto (a Lua) teria sido criada simultaneamente com o restante Sistema (Solar) ou se teria chegado depois (às proximidades da Terra) e aí se fixado posteriormente (estabilizando-se a cerca de 150 milhões de Km do Sol e sendo capturado por um planeta interior muito semelhante a Vénus ‒ a cerca de 100 milhões de Km do Sol ‒ e com pouco mais de 12000Km de diâmetro a Terra) ‒ recordando a série de ESPAÇO 1999 com a LUA à deriva viajando pelo Espaço (tendo por um incidente ocorrido na Terra abandonado a órbita do seu planeta) mas aqui invertendo o sentido (e a história) colocando o satélite natural no seu destino final, a TERRA.

 

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Mantendo-se um grande Mistério em torno do aparecimento da Lua desde tempos de tal modo distantes (recorrendo aos filósofos antigos, talvez nem tanto talvez para lá de 10000 BC) ‒ sendo uma das hipóteses mais credível a sua captura pela Terra muito ou pouco tempo no passado (de biliões a poucos milhões/milhares de anos) ‒ que muitos lhe atribuem uma (outra) função para além da sua mera presença, garantindo no seu Conjunto as condições para a existência de Vida na Terra; até podendo ser artificial

 

E tomando tudo em consideração podendo-se sugerir para a LUA (sem ferir suscetibilidades) três hipóteses para o seu aparecimento (e criação): um grande impacto (da Terra com um corpo celeste ou outros corpos menores daí advindo a Lua), a formação simultânea (no início da criação do Sistema Solar e por colisão de dois corpos celestes) e a sua captura (e até podendo ter sido roubada a outro planeta como por exemplo Vénus). Em qualquer dos casos aceitando-as apesar dos pontos contra e a favor de cada uma das três hipóteses apresentadas, mas nunca deixando de considerar como uma quarta alternativa (e provavelmente de muitas outras ainda a acrescentar) ‒ até por mencionada em registos feitos pelo Homem e como tal sendo muito mais recentes (com o Homem Erectus, o primeiro Homem mais perto do atual, a ser reportado a 1500 milhões de anos atrás e não a biliões como a Lua) ‒ a possibilidade da mesma ter surgido num tempo muito mais recente (se comparada com a História da Terra), vindo talvez de mais longe (da Cintura de Asteroides ou mais além) e talvez (deixem-nos Sonhar pois Sonhar faz parte da Realidade) com outros Desígnios (talvez mesmo e considerando-nos, de origem Alienígena e Artificial). Num tempo já não assim tão distante (bastando para tal deixar-nos pensar e imaginar) lembrando-nos dos dias em que a Lua não se via no Céu (reportado em escritos antigos) e em que o firmamento que se abria perante os nossos olhos (o nosso instrumento ótico primário) não era bem igual ao que hoje nos acompanha. Hoje em dia (2018 DC) mais de 4,5 biliões da anos depois de a Terra ter aparecido (e todo o Sistema Solar) e apenas uns míseros 1,5 milhões de anos decorridos sob o aparecimento da 1ª forma (mais definitiva) de Homem, mantendo-se o mistério:

 

Ancient Texts Speak Of A Time ‘Before The Moon’

 

“Many ancient writings speak of a time “before the Moon.” In turn, many scholars have quoted these works over the centuries. For example, Aristotle wrote of Arcadia, stating that the land was occupied “before there was a moon in the sky above the Earth.” Similarly, Apollonius of Rhodes spoke of a time “when not all the orbs were yet in the heavens.”The tribe of Chibchas in Colombia also has such notions in their traditional oral legends. They state, “In the earliest times, when the Moon was not yet in the heavens!” The wording sounds remarkably similar to that of Apollonius. Perhaps also of interest, particularly given the bizarre claims of the Moon being put into position around the Earth, are some Zulu legends which say that the Moon was dragged across space from a great distance. Most of these accounts also speak of intense disruption to the planet until the new heavenly body settled into its true orbit.” (top10lists.top)

 

(imagens: interestingimage.com e history.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:28
Quarta-feira, 13 DE Dezembro DE 2017

Donald Trump Oficializa a Promessa

Pela Lua e por Marte

(só faltando o dinheiro talvez lá para 2019)

 

SigningOfSpaceDirective.jpg

Assinando a SPACE POLICY DIRECTIVE 1

 

Exatamente 45 anos depois sobre a última vez que o HOMEM (um norte-americano) colocou a sua bota sobre a superfície da LUA (em 1972), o Presidente Donald Trump na presença de um dos astronautas (Jack Schmidt) da missão Apollo 17 (a última com alunagem), vem agora confirmar a aprovação da sua recomendação (de Outubro) tornando-a assim oficial ‒ instruindo a NASA para se preparar (a curto-prazo) para enviar astronautas em direção à Lua para um pouco mais tarde se alargar o horizonte enviando astronautas para Marte (e a longo-prazo para Outros Mundos situados muito para Além do nosso). Retomando uma ideia de um dos seus antecessores na Presidência dos EUA o também Republicano George W. Bush ‒ que queria que o Homem regressasse à Lua e posteriormente se lançasse em direção a Marte (o que como sabemos não conseguiu) ‒ e assim invertendo o trajeto temporariamente assumido por Barack Obama (durante os seus dois mandatos como Presidente) cancelando o Programa e dando a prioridade a uma preparação para uma futura ida a Marte (sempre saindo mais barato pensar do que fazer) e à criação de um projeto sobre redireccionamento de asteroides (na altura na moda devido à problemática dos Impactos, mas apenas sendo interino e já tendo sido descontinuado pela nova Administração). E para que tal se concretize (efetivamente) depois de recomendado (em Outubro) e posteriormente oficializado (em Dezembro) é que no próximo orçamento tal venha refletido para o Novo Ano Fiscal ‒ de 2019 (algo que Donald Trump não verá enquanto for Presidente, por isso a sua insistência mesmo nesta ocasião na criação de mais postos de trabalho/no sector): aí veremos se muito (SIM) ou pouco (NÃO).

 

(imagem: room.eu.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:25
Domingo, 19 DE Novembro DE 2017

A Maior Lua Cheia do Ano

No dia 3 de Dezembro de 2017 (um Domingo) THE VIRTUAL TELESCOPE PROJECT 2.0 irá oferecer-nos uma visualização Online da Maior LUA CHEIA do Ano ‒ à medida que a Lua for aparecendo no horizonte celeste cobrindo a cidade de ROMA.

 

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Para quem não possuiu um instrumento ótico apropriado (como por exemplo um telescópio) uma boa maneira de observar diretamente o acontecimento, bastando ter um computador e uma ligação à Web (e com início pelas 16:00 em virtualtelescope.eu).

 

(imagem: virtualtelecope.eu)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:34
Domingo, 19 DE Novembro DE 2017

Terrestre ou Extraterrestre

O que verdadeiramente interessa (para além de se saber se era um dos dois astronautas ou então um extraterrestre quem aparecia refletido) é conhecer-se a razão pela qual o Homem abandonou há 45 anos as suas viagens à Lua ‒ quando um camionista faz essa quilometragem em poucos anos de estrada (ida e volta).

 

Para nos entretermos (neste caso certamente para nos entreterem) porque não fazer como o Site UFO SIGHTINGS HOTSPOTS e recordar uma das fotos publicadas pela NASA sobre a missão APOLLO 17 (a última do projeto e também com alunagem) e tendo como protagonista um dos seus ASTRONAUTAS: passeando sobre a superfície da LUA no seu fato espacial (analisando e filmando o cenário) e através do seu visor ver o que poucos Homens viram a tão curtíssima distância (e refletindo neste espelho o mundo lunar exterior).

 

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Para uns mais um caso de Fake News

(o Homem nunca esteve na Lua)

 

Acontecendo que ao analisarmos com um pouco mais de atenção o registo original (AS17-141-21608/OF300) e particularmente o VISOR do capacete do astronauta (como se sabe e sendo uma superfície polida, tendo uma grande com capacidade refletora), funcionando este como uma tela onde um filme é projetado, no mesmo se podendo ver tudo o que de frente vê o nosso astronauta: e aí surgindo uma das primeiras dúvidas, ao juntar-se à rocha (integrada no cenário) uma outra coisa mas estranha.

 

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Para outros apenas o outro astronauta

(ou não fossem 2 os do módulo lunar)

 

Refletido no visor do capacete separando-o do ambiente exterior, uma outra figura (muito semelhante a um astronauta) surgia sobre a superfície lunar, em princípio num tempo e espaço tornando o facto impossível: com os dois astronautas da missão (Cernan e Schmitt) afastados um do outro (em princípio), tornando o reflexo de um deles (para benefício dos mais crentes) algo de muito improvável. Deixando-nos Água na Boca para um simples esclarecimento e para a indicação do motivo para o abandono da Lua (vai fazer 45 anos).

 

Apesar de a Terra ser hoje em dia dominada pela IDEIA de que se o HOMEM é um Ser Limitado no Espaço e (sobretudo para nós) no TEMPO (ainda vemos o Espaço como ele seria há biliões de anos, mas tendo um Tempo extremamente curto para o fazer) ‒ daí a sua necessidade de sucesso no mais curto espaço de tempo, o que nos levaria desde logo (e de novo) até à LUA ‒ a nossa elite científica (agora controlada por sobrevivência e/ou acomodação pelas mais diversas corporações privadas e pelos seus delegados de propaganda, os políticos) apoiada por alguns Milionários/Visionários nas suas Crises (Existenciais) de Crescimento, apontam atualmente para mais longe (como será o caso de ELON MUSK, da sua SPACE X e da colonização de MARTE) deixando para trás a LUA (apenas a 384 400Km da Terra) e apontando para o PLANETA VERMELHO (podendo-se localizar a 55/400 milhões de Km da Terra): nem sequer utilizando a Lua (aí instalando uma Colónia) como um Entreposto Interplanetário.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:33
Segunda-feira, 23 DE Outubro DE 2017

Eclipse do Sol

Segundo alguns cientistas há uns 4/5 biliões de anos com Júpiter a poder ter entrado no nosso Sistema ainda em formação dirigindo-se para o Sol, atravessando-o (o Sistema Solar), levando material atrás de si (passando pela região hoje ocupada por Marte) e fixando-se na orbita atual devido à força gravitacional exercida por outros planetas gigantes como o poderia ser Saturno. Sendo a única questão (sem resposta e suscitando dúvidas) a existência de Marte e de como este poderia ter resistido (na altura e comparativamente sendo tão pequeno) à passagem/presença do Gigante (tão perto).

 

A Cerca de Mil Milhões de Km de Nós

 

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Alvo Júpiter ‒ Sonda Juno ‒ PIA 21969

(Setembro 2017)

Sobre a superfície de Júpiter a sombra da sua lua Amalteia

 

Nesta imagem capturada no passado dia 1 de Setembro de 2017 por uma câmara instalada na sonda automática JUNO (em órbita do planeta JÚPITER desde 5 de Julho de 2016), podemos observar a uma distância próxima dos 922 milhões de Km (distância Terra/Júpiter em Setembro deste ano), um fenómeno já por nós conhecido mas nesse caso intervindo o SOL, a TERRA e a LUA (com a Terra a cerca de 150 milhões de Km do Sol): no caso do planeta situado a cerca de 6 UA da Terra, contando com a presença do SOL (a estrela de referência), de JÚPITER (em vez da Terra) e da sua lua AMALTEIA (em vez da nossa LUA).

 

No caso da lua de Júpiter AMALTEIA (uma das suas 69 luas conhecidas) sendo o 5º maior satélite natural (Regular) orbitando o planeta e simultaneamente pertencendo aos Satélites Interiores (orbitando muito próximo de Júpiter), com uma dimensão aproximada de 190Km, uma massa de 208x10↑16Kg e um período orbital de quase 12 horas (e sendo a 3ª lua mais próxima de Júpiter): segundo os cientistas com esta lua a ser uma das fornecedoras de material para a constituição dos anéis do Gigante Gasoso (assim como todas as outras luas interiores), num calhau cheio de crateras e de montanhas viajando em torno do planeta a uma V = 26,6Km/s e apresentando temperaturas (médias) na ordem dos 150⁰C negativos.

 

No dia 1 de Setembro de 2017 e (por acaso) com a sonda automática CASSINI ainda ativa e circulando nas proximidades do outro Gigante Gasoso (o 2º em dimensão SATURNO) ‒ duas semanas depois a 15 de Setembro cometendo suicídio, desintegrando-se ao entrar na camada atmosférica rodeando o planeta ‒ com as câmaras a registarem sobre a superfície de Júpiter a deslocação da sombra provocada pela passagem entre os raios luminosos oriundos do Sol da lua Amalteia (na sua rotação em torno de Júpiter), interpondo-se entre a Estrela e o Planeta e provocando neste e numa estreita faixa a ocorrência de um Eclipse Solar: para os Jupiterianos (caso existam e seja sob que forma for) num fenómeno muito semelhante ao ocorrido recentemente (na Terra) numa faixa estreita do território norte-americano.

 

Um registo fotográfico enviado por uma sonda automática colocada a mais de 900 milhões de Km da Terra (sonda JUNO) ‒ e tomando como referência a velocidade máxima atingida pela sonda (uns 40Km/s), tratando-se de uma nave tripulada, demorando uns 270 dias a lá chegar (em linha reta) ‒ recebido e editado pela NASA e posteriormente processado (antes da sua chegada ao público em geral) num outro ponto intermédio (de modo a realçar alguns detalhes) por um cidadão-cientista neste caso Gerald Eichstädt. Segundo os responsáveis da missão (Juno) uma imagem obtida aquando da 8ª aproximação da sonda automática ao planeta Gigante Júpiter (o maior do Sistema Solar e o mais poderoso nas suas interferências geomagnéticas dos seus intensos e extremos campos/forças gravitacionais) e quando a mesma se localizava a (apenas) 3.858Km do topo da espessa camada de nuvens envolvendo todo o planeta (suposto ser maioritariamente gasoso).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32
Terça-feira, 29 DE Agosto DE 2017

Chris Hadfield ‒ Primeiro a Lua e só depois Marte

“For tens of thousands of years humans have followed a pattern on Earth: imagination, to technology-enabled exploration, to settlement. It’s how the first humans got to Australia 50,000 or 60,000 years ago, and how we went from Yuri Gagarin and Alan Shepard orbiting Earth to the first people putting footprints on the moon, to people living in orbit. There are six people living on the International Space Station, and we have had people there continuously for nearly 17 years. But the reality is we have not yet figured out how to live permanently off-planet. So I think if we follow the historically driven pattern then the moon would be first. Not just to reaffirm that we can get there, but to show that we can also live there.” (Chris Hadfield/newscientist.com)

 

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 1

Chris Hadfield

Comandante da Estação Espacial Internacional

 

Sendo o primeiro astronauta canadiano a comandar a Estação Espacial Internacional (ISS) desde que a mesma foi concluída (Junho de 2011), Chris Hadfield (figura 1 e 2) juntou-se recente e publicamente e a partir da ISS ao número crescente daqueles (astronautas, cientistas e restantes especialistas) que acham que se devemos retomar as viagens espaciais tripuladas (como as realizadas há quase 50 anos à Lua integrando o Programa Apollo), antes de partirmos para Marte como pretende o milionário Elon Musk (acompanhado pela NASA mas concretizando-o uns anos mais tarde) deveremos fazer isso antes, mas muito mais perto da Terra, como é o caso da Lua.

 

Com a distância e a segurança a ela implícita (viagem) a ser o principal fator (a considerar) para tal e tão óbvia reflexão e referida afirmação: por experiência própria (e de muitos outros antes dele) sendo muito mais seguro circular a uns 340Km da Terra (altitude média da ISS) se comparados com os pouco mais de 384.400Km de distância até à Lua, agravando-se ainda mais o cenário se comparado com Marte e a sua distância à Terra ‒ no mínimo uns 60 milhões de Km (podendo chegar mesmo aos 400 milhões). Para qualquer leigo posto perante um cenário semelhante, sendo imediata a resposta face às opções atrás expostas: depois da ISS, vindo a Lua e só depois o planeta Marte.

 

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 2

Chris Hadfield

Comandante da Estação Espacial Internacional

 

Uma ideia certamente partilhada pela grande maioria de todos os curiosos e interessados (leigos e eruditos) neste tema das viagens espaciais (tripuladas) e suas prioridades (a Lua ou o planeta Marte) e tendo desde já o apoio de três das maiores agências espaciais mundiais como a ESA, a ROSCOSMOS e a CNSA (Europa, Rússia e China) ‒ enquanto todo esse mundo ainda aguarda pelo evoluir da opção há meio século tomada (incompreensivelmente) pela NASA (ao terminar com o Programa Apollo e com as viagens espaciais tripuladas), sabendo-se da sua (da NASA) tentação presente em imitar o privado (Elon Musk e a sua Aventura em Marte) e apesar da promessa de Donald Trump de colocar de novo uma bota norte-americana (não se sabe ainda fabricada onde) na superfície da Lua.

 

No caso do planeta Marte (comparando com a viagem à Lua ‒ pouco mais de 384.400 Km ‒ onde a Apollo 11 fez o trajeto Terra/Lua em apenas 51 horas e 49 minutos) com a distância a percorrer agora traduzida não em milhares mas em muitos milhões de Km e como consequência com uma viagem ao planeta Vermelho a poder demorar entre 150/300 dias (5/10 meses utilizando a tecnologia atual), adicionando de imediato muitos mais problemas (a surgirem e necessitando de ser resolvidos) a uma sempre possível e potencial Viagem a Marte ‒ posta lado a lado com uma outra, já levada por diversas vezes a cabo, ao único satélite natural da Terra a Lua. Para já não falar da ação extremamente nefasta e mortal nos humanos (se não se estiver convenientemente protegido) dos raios solares e cósmicos sempre presentes nestas longas viagens espaciais (a Marte sendo interplanetária), pondo em causa todo o projeto seja no espaço seja no planeta: daí a necessidade da presença Lua como primeiro entreposto solar (primeira colónia terrestre e novo ponto de partida para a nova Era Moderna dos Novos Descobrimentos).

 

(texto inicial: tirado de artigo de Alice Klein/newscientist.com/23.08.17 ‒ imagens: universetoday.com/CTV e nasa.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:12
Segunda-feira, 21 DE Agosto DE 2017

O Grande Eclipse Norte-Americano

“Darkness inside the path of totality has an alien quality. Because the shadow is only 70 miles wide, you can see daylight at the edges even while you stand in the dark core. This distant scattered light produces a slight reddish glow and unusual shadow effects. Many birds stop singing, daytime flower blossoms begin to close as if for the night, and bees return to their hives.”

(spaceweather.com)

 

Num Eclipse Solar observado diretamente por milhares de pessoas e indiretamente por muitos outros milhões, muitos foram os felizardos (alguns norte-americanos usufruindo de um Eclipse Total), muitos mais os favorecidos (alguns cidadãos norte-americanos e de outros continentes usufruindo de um Eclipse Parcial) e ainda muitos, mas mesmo muitos mais, os que nada viram (claramente mais de metade dos 7 biliões por impossibilidade ou desinteresse).

 

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Com os norte-americanos a terem o privilégio de presenciarem o raro fenómeno logo na primeira fila e tendo ainda a vantagem de o poderem fazer em diferentes lugares e estados (do seu território) de um ao outro lado da costa (do Pacífico ao Atlântico): na 1ª fila vendo todo o cenário e na 2ª fila só parcialmente (como todo o resto do planeta senão o assistir na TV). Nestes termos ocorrendo no mínimo cada 100 anos (o próximo talvez demore mais) um momento de muitas vidas (tendo em conta a nossa esperança de vida).

 

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No caso de Portugal com o fenómeno a ser visível mas apenas parcialmente e com o seu máximo a ficar-se por menos de 20% no continente e talvez uns 30% lá para uma das ilhas: motivado pela hora tardia da ocorrência (do fenómeno) muito próximo (por cá) do fim do dia. Nos EUA e na estreita faixa do seu território onde se fez sentir o Eclipse Total (mais de 100Km de largura e muitos mais de extensão) proporcionando um espetáculo sensacional (único e por poucos alguma vez visto) pela reação insuspeita dos presentes: com a Lua a fazer desaparecer o Sol mergulhando tudo nas trevas.

 

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E no máximo do Evento com o Mundo todo às escuras aproveitando-se o instante para testar a temperatura: nestas imagens (e com o Oregão em particular destaque), do dia fazendo-se noite, descendo a temperatura, livrando-nos dos raios nefastos e (ingénuos por expectantes) esperando-se pelo regresso – nada mais acontecendo, que não o ressurgimento, do Sol explodindo como o único Rei do Sistema.

               

"What you see in an eclipse is entirely different from what you know."

(Total Eclipse/Annie Dillard/spaceweather.com)

 

(imagens: YOUTUBE/NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43
Segunda-feira, 17 DE Julho DE 2017

Espaço 1999 ‒ Martin Landau

No passado sábado (15 Julho) ausentou-se (deste ciclo) com 89 anos de idade John Koenig (Martin Landau) o conhecido comandante da base lunar Alpha na série de sci-fi inglesa Espaço 1999. Para os sobreviventes dessa época (agora com mais de 50/60 anos) mais uma porta que se fecha (num sonho transformado em pesadelo). Ou não tivesse o Homem com a sua não presença abandonado o Espaço.

 

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Dra. Helena Russell (Barbara Brain) e Capitão John Koenig (Martin Landau)

 

Nos já distantes anos setenta (1975/79) num tempo em que terminado o Programa Apollo (1972) e o Sonho Americano (iniciado com John F. Kennedy) todo um conjunto de diversas gerações ainda sonhava convictamente com a Conquista e Colonização do Espaço pelo Homem e pela sua Tecnologia (e como consequência a sua libertação por questões de sobrevivência dos limites terrestres até aí impostos), alguns movimentos culturais ingenuamente prosseguindo no seu caminho de prospeção de novos e revolucionários caminhos evoluindo por antecipação e experimentação a partir de anteriores já por diversas vezes replicados (obviamente por viáveis), ainda projetaram para o Imaginário do nosso Mundo algumas das Realidades possíveis que estaríamos a perder (considerando-as não apenas utópicas mas racionalmente impossíveis). Num Universo Infinito duma espécie limitada no Tempo.

 

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Nave Espacial Eagle

 

Após o abandono incompreensível e definitivo da Lua no início dos anos setenta (a caminho de meio século) ‒ e já que a tínhamos abandonado (nunca mais lá pondo os pés mesmo estando logo ali ao lado a 384.000 Km) ‒  a ser agora a Lua a abandonar o nosso planeta levando atrás de si uma colónia de terrestres: devido a uma poderosa explosão nuclear aí ocorrida causada pela acumulação de resíduos radioativos produzidos na Terra, com o nosso único satélite natural (a Lua) a ser projetado para fora da sua órbita, iniciando a partir daí conjuntamente com a base Alpha (nela instalada) uma prolongada viagem através do Espaço ‒ e assim surgindo uma das séries de culto (de ficção-científica) Espaço 1999 (transmitida em duas temporadas num total de 48 episódios). Um herdeiro do soft Star Trek (final em 1969) e do hard 2001 Odisseia no Espaço (estreado em 1968) anteriores ao fim do Programa Apollo.

 

(imagens: theredlist.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:53
Quinta-feira, 09 DE Março DE 2017

O Futuro da NASA – Produção de Papel de Parede

No Futuro e com o avanço lógico e irreversível da iniciativa privada (chamando a si a Conquista do Espaço, como novos territórios a explorar e a colonizar), talvez um bom negócio a adotar pela Agência Espacial (pelo menos para manter um museu e uns drones ainda a voar):

 

Vender papel de parede com algumas cenas da NASA

 

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Júpiter

Papel de Parede

(imagem: PIA 21385 – Sonda Juno)

 

É triste vermos aquela que há 50 anos se tornou a grande Agência Espacial do nosso planeta (a NASA) – com o Homem a colocar pela primeira vez o seu próprio pé sobre um Mundo Extraterrestre – a ter que se limitar no presente ao envio de sondas automáticas (simples drones que um dia qualquer um de nós poderá comprar num Centro Comercial) comandadas a partir de um qualquer escritório localizado ao nosso lado (esperando que as imagens cheguem entre uma sandes e uma bejeca): limitando-se a replicar tudo aquilo que qualquer um de nós já pode facilmente realizar no nosso planeta – nem necessitando sequer da nossa própria presença no objetivo e local a alcançar (espreitando o nosso vizinho ou assassinando pessoas) – aqui apenas ultrapassando os limites da Terra e testando até ao extremo as capacidades da máquina (mesmo de se poder desembaraçar sozinha). E com o Homem a ser o elemento passivo, aguardando o desempenho do Outro (delegado pelo Homem como seu representante ativo) e dos dados que o mesmo lhe for entretanto enviando.

 

Agora com mais um dos seus cidadãos-cientistas de nome Eric Jorgensen e à falta de melhor,

 

Com a sonda Cassini ainda no ativo mas já perto do fim na sua missão em Saturno, a já nos deixar saudades pelo cessar das suas imagens

 

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Saturno

Hemisfério Norte a caminho do seu solstício de Verão

(imagem: PIA 21046 – Sonda Cassini)

 

A manipular mais uma vez uma das poucas imagens até agora recebidas de Júpiter e já tantas vezes replicada, ornamentada e no fundo alterada (e como tal nada significando para o avanço no estudo deste planeta). Um grupo de cidadãos oportunisticamente aproveitados pela NASA e de imediato utilizados pela mesma (já que ainda acreditam plenamente nela), de forma aos cada vez mais extensos períodos de tempo em que dali não sai mais nada (além do que já saíra antes) sejam sempre ocupados, mantendo o assunto presente assim como vivas as pretensões da agência; e ao mesmo tempo garantindo que estes cidadãos (os seus maiores e fieis entusiastas) não a abandonem nem que para tal lhes tenham que oferecer algo mais (espaço na página enquanto não houver novidades). Sabendo-se que mesmo estas imagens oriundas das regiões localizadas para além da Cintura de Asteroides onde se encontram os dois maiores planetas do Sistema Solar – os Gigantes Gasosos Júpiter e Saturno – se poderão perder a muito curto prazo, com o fim da missão Cassini prevista para 15 de Setembro (deste ano) e com algumas dificuldades técnicas com que a Juno já se depara.

 

Após o último voo tripulado do programa Apollo concretizado em Dezembro de 1972 e tendo como destino a Lua (missão Apollo 17 com os astronautas norte-americanos Cernan, Evans e Schmitt) – já lá vão quase 45 anos – e a última das missões do Vaivém Atlantis antes da sua reforma em Julho de 2011 (o último dos Vaivéns a deixar o ativo) – já lá vão quase 6 anos – com o Homem a apenas se aventurar no Espaço em viagens extremamente curtas (entre a Terra e a ISS, o que já fazia antes), mas agora com a ajuda dos russos (utilizando a Roscosmos e o cosmódromo de Baikonour) ou da empresa de Elon Musk (uma empresa privada e utilizando a Space-X). E com a empresa privada (de Elon Musk) pretendendo atingir Marte (com a sua nave Dragão) já durante a década de vinte – com voos tripulados, atingindo a sua superfície e colonizando o planeta. Agora mês de Março do ano de 2017 e prestes a comemorar-se 56 anos sobre o discurso de John F. Kennedy (25 Maio 1961) – momento no qual o então Presidente norte-americano colocou a Lua no caminho da Terra e obviamente na rota daquela que viria a ser a maior potência do mundo, os EUA – recordando as suas já lendárias e proféticas palavras: “I believe that this nation should commit itself to achieving the goal, before this decade is out, of landing a man on the moon and returning him safely to the Earth”.

 

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NASA vs. SPACE-X

Governo e Privados disputando o Espaço – E Trump?

(imagens: Web)

 

Com as últimas notícias a revelarem os últimos avanços da NASA no seu programa de relançamento das viagens espaciais – com as novas naves a possibilitarem o transporte de astronautas, um dos objetivos considerados prioritários na retoma dos voos tripulados – anunciando já para 2018 (o mais certo lá para 2019 ou depois) o regresso ao nosso único satélite a Lua, seguida de uma viagem até Marte. Depois de meio século de interrupção (das viagens espaciais) nunca bem explicada (com o Programa Apollo a ser aparentemente encerrado por motivos estritamente financeiros) apesar dos tremendos sucessos (em Portugal observando em direto numa TV a preto-e-branco um veículo terrestre visitando um outro astro, localizado a quase meio milhão de Km de distância e com os astronautas completamente isolados num pequeníssimo habitáculo e dirigindo-se a uma velocidade de mais de 10Km/s (36000Km/h) em direção a um ponto preciso no meio do Espaço, sabendo de antemão que uma pequena falha na sua trajetória os poderia fazer passar o seu alvo a Lua, perdendo-se definitivamente a nave e com ela toda a sua equipa de 3 astronautas – uma verdadeira aventura de ficção científica mas aqui verdadeiramente antecipada no tempo), sendo difícil de acreditar na retoma do projeto há meio século suspenso, após tantos anos de interrupção e de indiferença política pelo mesmo – de Republicanos e de Democratas seguindo-se agora Trump. Será que ele aprecia Elon Musk?

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:05
Segunda-feira, 16 DE Janeiro DE 2017

No dia da morte do último Homem a pisar a Lua

No dia da morte do astronauta norte-americano EUGENE CERNAN a pergunta que mais uma vez se coloca continua a ser a mesma (infelizmente por nunca ter tido uma resposta válida): por que diabo o Homem abandonou a Lua (que nem a 400.000Km da Terra fica) há já quase 50 anos (ainda por cima tendo agora como objetivo Marte)?

 

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Eugene Cernan no interior do módulo lunar/LM

Comandante da missão Apollo 17

(Orbitando e pousando na Lua – Dezembro de 1972)

 

Quando um dia o Homem olhou para a Lua e decidiu de uma forma irreversível que esse seria o momento ideal para o início da sua conquista, provavelmente o comandante da missão APOLLO 11 o astronauta NEIL ARMSTRONG (o 1º Homem a pisar a Lua) e o comandante da missão APOLLO 17 o astronauta EUGENE CERNAN (o último homem a ter pisado a Lua), nunca imaginariam nos seus sonhos mais extremos as consequências para o desenvolvimento da Humanidade (Científicas, Tecnológicas e de Mentalidades) que o seu feito extraordinário e para muitos impossível de se concretizar iria provocar no futuro desse ecossistema chamado TERRA – e naturalmente no desenvolvimento da sua espécie dominante o HOMEM.

 

Hoje 16 de Janeiro de 2017 (dia em que o astronauta norte-americano Eugene Cernan nos deixou) num momento de grande tristeza e de um grande amargo de boca, deixando-nos por momentos levar (como num sonho) pelos trilhos da nossa memória e recriando de novo o passado edificado em toda a Cultura e conhecimento (por nós interiorizado), revivendo num tempo presente tão perdido como monótono, um episódio fantástico da nossa História talvez só comparável aos grandes tempos dos Descobrimentos: como qualquer criança ao crescer antes evoluindo em Terra (em casa com a sua proteção) depois fora dela (abandonando ao crescer a sua zona de conforto).

 

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Eugene Cernan no exterior do LM

Filmado pelo seu colega Harrison Schmitt

(vendo-se à direita na imagem o rover e a sua antena)

 

Numa aventura nunca antes levada a cabo fora do nosso ecossistema, envolvendo o voluntário abandono por parte do Homem do seu habitat natural e de sobrevivência, deixando para trás todas as hipóteses de recuo ou de auxílio e tendo apenas como contrapartida e recompensa final a busca do desconhecido, de outras realidades e do conhecimento do Universo: no caso da conquista da Lua e apesar de tudo o de precioso que a mesma nos facultou (para a organização, desenvolvimento e transformação da sociedade) – comparem pelo menos no que toca à Esperança e ao Entusiasmo a Terra com Sonhos dos anos 60 com a Terra com Pesadelos dos dias de hoje – com o amargo de boca a dever-se à total incompreensão (e falta de respeito por todos aqueles que gastaram toda a sua vida na tentativa da concretização deste projeto claramente UNIVERSAL) pela atitude tomada pelos EUA em terminar definitivamente o programa Apollo, esquecendo a Lua (como se já lá não estivesse e não tivéssemos lá estado) e abandonando de vez os voos tripulados para outros corpos celestes (ficando-nos por viagens de Vaivém entre a Terra e a ISS – e entregando de mão beijada às máquinas o prazer da Aventura e o poder da Descoberta. Certamente algo que não desejaria Eugene Cernan.

 

E com o seu colega de missão HARRISON SCHMITT (piloto de comando do módulo lunar e geólogo) a passar a ser agora o último Homem ainda vivo a pisar a Lua (pisando a Lua aos 37 anos e hoje j com 81 anos).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:55

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