Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

15
Mai 19

[Com tanta Cerimónia (em Terra) e antecedendo-os (os norte-americanos), apenas se não chegar lá (à Lua) Algo (interno ou externo) antes. E não sendo certamente um “lunático”.]

 

“Entre os norte-americanos com todos e em cartel

– NASA (de Donald Trump), SPACE X (de Elon Misk) e BLUE ORIGIN (de Jeff Bezos)

a marcarem a sua chegada à LUA (a NASA o seu regresso) para daqui a 5 anos.”

 

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Blue Moon (o modulo lunar) e Jeff Bezos (fundador da Blue Origin)

Apresentando-se para a sua ida até à Lua

 

A promessa de mais um empresário e multimilionário norte-americano (neste mês de Maio de 2019 com uma fortuna ultrapassando os 160 mil milhões de dólares)

 

– Fundador da AMAZON (comércio de serviços e produtos), fundador da BLUE ORIGIN (empresa espacial), dono do WASHINGTON POST (Comunicação/Média) e de nome JEFF BEZOS –

 

No passado dia 9 de Maio numa apresentação em WASHINGTON DC, revelando o seu plano para atingir a LUA e o momento marcado para esse mesmo encontro:

 

Prometendo o 1º contacto com a superfície do nosso único satélite (natural)

 

− A ser concretizada pela sua nave Blue Origin –

 

Para o mês de Maio de 2024 (dentro de precisamente 5 anos), rivalizando com a NASA (a agência espacial governamental) e com a outra empresa sua concorrente a SPACE X (tal como a Blue Origin privada), todas elas prometendo (quase em uníssono, em cartel) praticamente o mesmo plano (pisar a superfície da LUA no ano de 2024).

 

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Com Jeff Bezos inspirando-se

Nas colónias espaciais imaginadas por Gerard K. O’Neill

 

E acreditando em Jeff Bezos o norte-americano de Albuquerque (estado do Novo México) além de criado em Houston (estado do Texas)

 

– Por sinal um Independente (pró-Democrata), não apoiante de Trump, declinando um convite deste (enfurecendo-o ainda mais) e “vendo usar o seu foguetão, como piada e com humor, enviando Donald Trump, em direção ao Espaço Sideral” –

 

Com a sua Missão Lua a ser possível/concretizável até pelas seguintes vantagens face a outros (possíveis e próximos) destinos (como o será, logo de seguida e aparentemente em mais uma decisão de Cartel, MARTE):

 

Baixa gravidade (quase 1/6 da Terra);

Proximidade (estando no mínimo perto das 150X mais perto do que Marte);

E a possibilidade (quase certeza) de acesso ao nosso líquido fundamental (constituindo a larga maioria do nosso Corpo) a Água.

 

Esperando-se para ver (e com outros − como a privada VIRGIN GALATIC − ainda à espreita) e só depois acreditar. Isto para não se falar dos Russos (ROSCOSMOS) e dos Chineses (CNSA).

 

Dado o tiro de partida a 9 de Maio de 2019

(por Jeff Bezos e com uma distância idêntica a percorrer)

Com o atleta chegando em 1º lugar (à Lua)

deixando para trás (inacreditavelmente) e em 2º o foguetão:

"Passando por ele que nem uma flecha!"

(ou não fosse o Recordista Mundial dos 100 metros planos)

 

Parâmetros/Veículo

Blue Origin

Usain Bolt

Distância (a percorrer)

384.400Km

384.400Km

Tempo (de viagem)

1.830 dias

427 dias

Velocidade (média)

2,4 m/s

10, 4 m/s

 

E em estilo de passatempo e aproveitando a ocasião (“A Ocasião Faz o Ladrão”, diplomando-o/certificando-o) tentando assim resolver o mistério e a discrepância (absolutamente anormal), entre as poderosas “Pernas de BOLT(mais de 10m/s) e o fraquinho “Motor de BLUE (nem 2,5m/s): numa razão impossível (impensável pelos elementos em presença) de 1 BOLT (chegando) para 4 BLUE!

 

(imagens: Blue Origin e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:03

27
Abr 19

Como utilizando um telescópio terrestre (neste caso um bom aparelho ótico − mas podendo ser um bem mais barato − o telescópio GSO 12" Ritchey Chretien, podendo ultrapassar os 4500€) a partir do Hemisfério Sul (África do Sul) unicamente para observar e simultaneamente registar (adaptando-lhe uma máquina fotográfica) uma imagem ou evento por algum motivo particular (objetivo/subjetivo) achado num determinado momento algo relevante (por exemplo ocorrendo longe para lá da Terra, no nosso Sistema Planetário), se consegue obter uma sequência de um fenómeno astronómico (Ocultação) envolvendo dois astros em movimento e interpondo-se (nas suas respetivas trajetórias), com um (neste caso a Lua) fazendo desparecer o outro (Saturno) por algum tempo e com o outro a reaparecer pouco tempo depois. Tendo já observado há muitos anos (atrás) e com um telescópio muito mais rudimentar tanto a Lua (bem definida) como Saturno e seus anéis (assim o Rei-Sol e as suas manchas solares) mas nunca tendo observado tal fenómeno, no fundo tão repetido como tão natural (dependendo apenas dos objetos e dos postos de observação).

 

snapshot 1.jpg

Ocultação

A Lua um objeto Anão (d=3.475Km)

Fazendo desaparecer Saturno um objeto Gigante (d=120.536Km)

(imagem: Cory Schmitz/Joanesburgo/África do Sul)

 

No caso desta observação astronómica levada a cabo pelo fotógrafo sul-africano Cory Schmitz com o seu telescópio RC (e câmara fotográfica adaptada) em Joanesburgo − no dia 29 de Março de 2019 (faz amanhã quatro semanas) – com a Lua a intrometer-se entre o posto de observação de Cory Schmitz na Terra (África do Sul) e o planeta Saturno e como consequência, devido à proximidade do nosso único satélite e á grande distância a que se encontra Saturno (mesmo que Saturno tenha um diâmetro quase 35 X maior que o da Lua) – a Lua a pouco mais de 384.000Km e Saturno a uns 1.500.000.000Km (3.900X mais) – com a aparentemente “Gigante-Lua” a como que engolir o aparentemente “Pequeno-Saturno”. Com a Lua ocultando o Gigante durante durante uns 104 minutos, num fenómeno astronómico denominado Ocultação. No caso do nosso único satélite ou lua – natural, ao contrário da ISS (Estação Espacial Internacional) um satélite artificial – com o Homem a já ter pisado por diversas vezes a sua superfície e a pensar (finalmente) voltar a fazê-lo brevemente (quase meio século depois da última “pisadela lunar”) − com o apoio do presidente Trump e da sua Administração.

 

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Sistema Solar

Para além do Sol e dos seus 8 planetas principais

Com o Cinturão de Kuiper (origem de asteroides)

E a Nuvem de Oort (origem de cometas)

 

Já no caso do planeta Saturno (e tendo ainda pelo meio uma viagem planeada − uma pública/NASA e outra privada/SPACE X − ao vizinho planeta Marte) − e falando-se já no presente da viagem tripulada a Marte só lá para o final de 2030/início de 2040 – tornando-se tudo muito mais difícil pela distância e pelo tempo (com o Homem a durar em média uns 80 anos e com a velocidade máxima atingida por uma nave espacial a andar pelos 16,26Km/s): se recorrendo unicamente à ciência e à tecnologia disponível (pelo menos a conhecida) e se previamente não se derem outros passos “revolucionários” (por inovadores), adicionais e obrigatórios (como na proteção do Homem das radiações exteriores, no desenvolvimento das Naves e da sua propulsão e ainda na instalação de bases de apoio intermédias, como será já a ISS no presente e como poderá ser uma possível, futura e já planeada base na Lua). Só que a uns 16,26Km/s (18.450 X menor que a Velocidade da Luz), vivendo em média uns 80 anos e mesmo partindo lá para os 20 (anos de idade), em 60 anos de viagem ficaríamos apenas por uns míseros 31.000.000.000Km percorridos (pouco mais de 200UA): deixando-nos para lá do último e oitavo planeta integrando o Sistema Solar (Neptuno) − para lá mesmo de Plutão (o despromovido 9º planeta agora planeta-anão) − dirigindo-nos para o Cinturão de Kuiper (a umas 30UA/50UA do Sol) fonte de diversos objetos/KBO’s (como os asteroides), levando-nos a abandonar a Heliosfera e a atravessar a Heliopausa (a umas 100UA), para finalmente entrarmos no Espaço Interestelar a caminho da Nuvem de Oort (estendendo-se por vários milhares de UA, afirmando-se umas 50), talvez o último limite do nosso Sistema Planetário (centrado no Sol e sob a sua ação), a última membrana rodeando-o e protegendo-o (do Espaço Exterior), além de ser a fonte e a origem dos Cometas esses astros viajantes e ainda misteriosos portadores de Água e talvez de Vida (como se fossem Espermatozoides).

 

Por essa altura com 80 anos (se ainda vivos), mas talvez "mais Perdidos (já no Espaço Interestelar) do que Achados" (por nós/encontrando um Novo Mundo ou por outros/encontrando a nossa espécie).

 

(a partir de notícia e imagem 1: ufosightingshotspot.blogspot.com − imagem 2: spaceplace.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:35

13
Abr 19

E no entanto falhando cientifico-tecnologicamente (mas diga-se que a nível da iniciativa privada de Israel, neste caso a SpaceIL) no que se refere ao que está para além da Terra (e seus problemas políticos internos): a nível extraterrestre (e da Exploração por Israel do Espaço Exterior à Terra) com o módulo de alunagem BERESHEET a despenhar-se − hoje 11 de Abril − sobre a superfície da Lua.

 

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Benjamin Nethanyahu

Festejando a sua vitória e a do seu partido Likud nas eleições israelitas

(timesofisrael.com)

 

Politicamente falando (em termos e tempos eleitorais) e apesar da forte presença e impacto na sociedade israelita do seu (de Netanyahu) grande adversário e rival de campanha Benny Gantz – um consagrado General 20º chefe do Estado-Maior Geral das Forças de Defesa de Israel (IDF), criador do seu próprio partido e opondo-se a BN com uma visão mais centrista e moderada – no final e perante a aparente indiferença da generalidade do eleitorado (votando ou não mostrando cansaço ou não vivesse permanentemente em guerra) com o LIKUD de Benjamin Netanyahu a vencer (de novo) reforçando mesmo a sua posição e perspetivando para o futuro (deste território e seus residentes) um Israel ainda mais duro (contra os seus inimigos internos e externos) e indefetível. E apesar do brilhantismo de Gantz (e dos seus 35 lugares) com o aumento de lugares do Likud (+de 30 para 36) a ser o necessário e o suficiente para manter a direita no poder (ultrapassando os 60 em número de lugares e mantendo a maioria num total de 120). Com esquerda a descer (quase dizimando a outra grande força política de Israel e adversário de sempre do Likud, os Trabalhistas/anteriormente o 2º partido nacional) assim como os nacionalistas árabes (quase reduzidos a metade).

 

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Beresheet

A sonda espacial israelita

(SpaceIL)

 

Israel – Eleições de 2019

(resultados finais)

 

Partido

Líder

OP

%

L

V

Likud

Benjamin Netanyahu

D/CD

26,3

36

+6

Azul & Branco

Benny

Gantz

C

26,0

35

+24

Shas

Aryeh

Deri

ED/D

6,1

8

+1

J. U. do Torá

Yaakov

Litzman

ED/D

5,9

7

+1

Haddash

Ayman

Odeh

EE

4,6

6

-

Trabalhista

Avi

Gabbay

CE

4,5

6

-13

Beitenu

Avigdor Lieberman

D

4,1

5

-1

Direita Unida

Rafi

Peretz

ED/D

3,7

5

-3

Meretz

Tamar  Zandberg

CE

3,6

4

-1

Kulanu

Moshe

Kahlon

CD/C

3,6

4

-6

Balad

Mansour

Abbas

(Árabe)

3,5

4

-3

Partidos com Representação Parlamentar − Lugares: 120

(OP: Orientação Política L: Lugares V: Variação)

Dados: Wikipédia

(D: Direita CD: Centro-Direita C: Centro ED: Extrema-Direita D: Direita EE: Extrema-Esquerda CE: Centro-Esquerda)

 

spaceil-landingselfie.jpg

Última imagem da sonda Beresheet a 22Km de altitude

Antes de se despenhar na Lua a 11 de Abril

(SpaceIL)

 

Científico-tecnologicamente − e ao contrário da política onde é sem dúvida um dos protagonistas (desde há dezenas de anos) do cenário geoestratégico global (fiel apoiante dos EUA e da sua política de intervenção) envolvendo toda a região do Médio-Oriente (como um Farol avançado e como primeira máquina de guerra norte-americana) – com todo o Ambiente de Guerra envolvendo Israel (descendentes de uma tribo árabe) e países vizinhos (aglutinando outras tribos árabes) afetando direta ou diretamente cerca de 420 milhões de pessoas (Israel/8,5 milhões ou 2% do total), não sendo de admirar que cercados e asfixiados os Judeus por esta guerra ininterrupta muitos optem por tentar ignorá-la, outros por participarem ativamente nela e ainda outros aproveitando a ocasião e a obrigação (sem saída e em que a guerra os coloca) se dediquem ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia mesmo sabendo antecipadamente os objetivos primordiais em causa: fazendo-se ciência e produzindo-se tecnologia posteriormente prostituída pelos militares. E como seria obvio num país como Israel, com a iniciativa privada a tomar em mãos o Espaço e a Exploração Espacial: entrando aí a SPACEIL e o envio de uma sonda automática à Lua com um módulo a alunar – a sonda lunar BERESHEET.

 

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Sonda Beresheet

Lançada da Terra a 22 de Fevereiro

E com chegada prevista a 11 de Abril

(SpaceIL)

 

Com Israel pretendendo reforçar a sua posição no Mapa Espacial terrestre – liderado pelos EUA, Europa, Rússia e China, acompanhados agora pelo Japão e pela Índia e seguidos à distância por países como o Irão e a Coreia do Norte (neles se podendo integrar ainda Israel e o Brasil) – aproveitando tecnologia disponível e uma missão de baixo-custo (a 1ª a executar-se e podendo ser seguidas em caso de sucesso futuro por muitas outras) a juntar-se ao clube restrito de países (EUA, Rússia, Japão, China, Europa, Índia) enviando uma missão à Lua e de uma forma ou de outra (com ou sem sucesso) atingindo a sua superfície: mas no caso da sonda Beresheet (com a sua chegada à Lua estando prevista para o período de Comemoração da vitória de Netanyahu) com uma falha técnica detetada durante o processo de aproximação à Lua a levar ao descontrolo no comando da nave e na prossecução do seu trajeto levando-a a despenhar-se (desintegrando-se) no solo lunar.

 

E a partir da reeleição de Benjamin Natanyahu (e da vitória do Likud) com o mesmo voltando à ribalta − Política e Global – faltando-se saber apenas o que acontecerá à Space IL, agora nas suas mãos com a defunta Beresheet (com a sua página a zeros e esperando atualização).

 

(imagens: Ariel Schalit/AP Photo/timesofisrael.com e SpaceIL)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:00

08
Abr 19

A Terra (a azul, branco e castanho) como vista a partir da Lua

Podendo-se observar o deserto do Sahara (abaixo a Arábia Saudita)

E o nosso vizinho oceano Atlântico

 

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Com a Apollo 11 (tendo a bordo Neil Armstrong, Michael Collins e Buzz Aldrin) partindo de uma órbita terrestre, a atingir a órbita lunar em menos de 52 horas (V = 7.400Km/h). No presente e tomando como referência a velocidade atingida pela sonda automática (obviamente não tripulada) New Horizons (mais de 58.000Km/h) com o tempo de viagem a descer drasticamente para pouco mais de 8,5 horas.

 

A TERRA (um dos 8 planetas do nosso Sistema) a 12 de Outubro de 2015 conforme registo obtido por uma das muitas sondas da NASA – o LRO (um orbitador lunar) lançado em meados de 2009 e atualmente orbitando a LUA – um corpo celeste por nós conhecido (os seus habitantes) como o 3º planeta do Sistema Solar e interior à Cintura de Asteroides,

 

Tendo como companhia (entre os seus colegas de Viagem mais próximos) no seu movimento de translação anual (durando 365 ou 366 dias caso o ano seja bissexto) em redor da sua estrela de referência − o SOL (uma entre um número incontável de estrelas integrando a Via Láctea) − um único satélite (natural),

 

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No primeiro voo tripulado (norte-americano) levando três seres humanos a bordo para a concretização da Viagem Espacial pioneira (equivalente à Aventura dos Navegadores desbravando os Oceanos) ligando a Terra a outro Corpo Celeste (a Lua), um registo do módulo lunar da Apollo 11 (LM) obtido a partir do módulo orbital (CSM) − a 21.07.1969 − e tendo a Terra a erguer-se (ao fundo bem azul) acima do horizonte lunar.

 

Localizado a apenas 384.400Km de distância (nem 10 voltas em redor do nosso planeta) e parecendo ter estabelecido connosco (pelo menos temporariamente e numa base de muitos e muitos milhões de anos − isto apesar de se estar gradualmente a afastar cada vez mais do nosso planeta) um percetível (veja-se o caso das Marés) cordão umbilical:

 

Unindo dois corpos celestes na sua (extrema/dependente) adoração à mesma estrela (o Astro-Rei) − apesar de tão diferentes tanto na apresentação, como no conteúdo − e mesmo assim até pela interdependência (ou conivência evolutiva e de sobrevivência entre ambos a Terra e a Lua) surpreendendo-nos na proporcionalidade das suas dimensões.

 

main_1200 B.jpg

Apesar de apresentado num registo a P/B, um contraste bem visível entre a superfície da Lua (um Mundo “Morto”) − completamente exposta aos efeitos exteriores (e suas consequências) oriundos do Espaço (parecendo a casca completamente seca de um fruto) – e a variação de cores (entre a não cor/o preto e a cor/o branco) e texturas refletidas para o mesmo Espaço pela Terra (um Mundo bem Vivo): e tudo isso graças a essa extraordinária camada protetora representada pela atmosfera terrestre envolvendo todo o nosso planeta. Numa foto Lunar Orbiter 1 (anterior à missão Apollo 11) de 1966.

 

Contrapondo aos 12.742Km de diâmetro da Terra, uma Lua ultrapassando os 3.474Km de diâmetro (mais de 27% do tamanho da Terra).

 

Quando o que se verifica esmagadoramente em casos semelhantes passando-se no nosso Sistema Planetário − neste caso entre os planetas e as suas respetivas luas (se as tiverem) – e que não se verifica ao compararmos a dupla em causa (e que nos afeta) Terra/Lua – com esta última a ser “o maior satélite natural de um planeta no sistema solar em relação ao tamanho do seu corpo primário (wikipedia.org),

 

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O nosso Mundo a 142.000.000Km de distância

A Terra e a Lua tal como as veria um extraterrestre (aqui pela câmara HiRise da sonda automática MRO), passando nas proximidades do planeta Marte (o nosso vizinho exterior) – a cerca de 142 milhões de Km do nosso planeta – no dia 03.10.2007 – e com cerca de metade dos seus discos (da Terra e da Lua) iluminados.

 

É que a desproporção (de dimensões/tamanho) planeta/lua é muito maior do que a registada pelos nossos lados:

 

Escolhendo entre o nosso Sistema (Solar) uma lua maior e outra menor que a nossa (a LUA) – por exemplo Ganimedes (a maior lua do Sistema Solar e a maior do planeta Gigante-Gasoso Júpiter) e Titã (a 2ª do Sistema e a maior de Saturno),

 

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O nosso Mundo a 183.000.000Km de distância

Visionadas a partir do exterior (Terra e Lua) a uma distância superior à que separa a Terra do Sol (150.000.000Km) − com a luz necessitando de mais do que 8 minutos para atingir esta distância (á v=300.000Km/s) – uma imagem de 06.05.2006 enviada pela sonda Messenger, mostrando-nos (a sudoeste) um ponto brilhante a Terra e logo à sua direita um mais pequenino a Lua.

 

Rapidamente se chegando aos valores da relação lua/planeta (usando maiores planetas/maiores luas) respetivamente 3,8% e 4,4% (bem menores que os espetaculares 27% da relação lua/Terra).

 

Podendo-se facilmente andar pelos 0,04%.

 

(dados e imagens retirados de: Alan Taylor/Portraits of the Earth-Moon System/theatlantic.com e theatlantic.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:16

04
Abr 19

Extinção em Massa do Ordoviciano, Devoniano, Permiano, Triássico e Cretáceo, seguindo-se o Holoceno, tempo em que nós vivemos e em que poderemos ser os grandes protagonistas – da Extinção (do Homem) e sucedendo aos nossos queridos Dinossauros (então com o Homem a perpetuar-se nas prateleiras de um novo Toys "R" Us e nas mãos de um outro animal).]

 

Fanerozóico

(últimos 542 milhões de anos)

 

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(% de Extinção Marinha/Milhões de anos)

 

Num momento da História da Terra em que poderemos já estar a viver a 6ª Maior Extinção Maciça um recordar dos seis Eventos de Extinção (para já conhecidos): (1) há quase 450 milhões de anos o fim do Ordoviciano com a extinção de cerca de 85% das espécies (como os graptólitos), (2) há 375 milhões de anos já avançado no Devoniano com a extinção de 75% das espécies (entre elas as trilobites), (3) há 250 milhões de anos no fim do Permiano com a extinção de mais de 95% das espécies (caso dos tabulate coral) a maior de todas as extinções, quase erradicando todo o tipo de vida do nosso planeta (4) há 200 milhões de anos no fim do Triássico com a extinção de 80% das espécies (como os Conodanta) e finalmente (5) há 66 milhões de anos no fim do Cretáceo com a extinção de 76% das espécies (caso da amonite e podendo Já em terra circularem os dinossauros). E iniciada a 6ª Maior Extinção Maciça, depois dos Dinossauros seguindo-se (com grandes hipóteses de se acertar, caso não partamos para o espaço) o Homem. (fonte: Viviane Richter/COSMOS)

 

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Num momento em que em Portugal o delfim de Marcello Caetano (1906/1980) se não governa pelo menos é Rei (desde o ano de 2016)

 

– Marcelo Sousa o homem que foi capaz de passar de forte apoiante do Estado Novo (inicialmente até pensado pelo próprio Marcello para seu sucessor) a protagonista do regime Democrata (que lhe sucedeu hoje sendo o seu Presidente)

 

Corporizando através do seu carisma bipolar (adorou/atraiçoou o Padrinho que o iria tornar seu Delfim) uma região particular do planeta Terra (no presente micro) que para determinados observadores aparenta ter parado no respetivo espaço/tempo (veja-se o que Portugal já foi no Mundo e no Passado),

 

Eis que do Outro Lado do Oceano Atlântico os sucessores de um antigo contingente de europeus expulsos das suas terras (de família e de nascimento) e levados pelo mar fora para outro continente distante e ainda no início do seu processo de desenvolvimento e de consolidação

 

– Obviamente tratando-se da América do Norte e particularmente dos EUA

 

Nos prometem de novo a LUA e como se já não bastasse MARTE:

 

Uns (Portugal) alegremente deixando-se ficar (pelo apeadeiro)

 

“Felizmente temos o Algarve, dirão alguns”

 

E vendo sem perceber os outros (EUA) seguir (para a seguinte Estação).

 

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No final da segunda década do 2º milénio e a caminho de se perfazer meio-século (este ano fazendo 47 anos no mês de Dezembro) sobre o último voo espacial tripulado levando o Homem à LUA e aí fazendo-o pisar (algo de impensável mesmo na altura e em que muitos ainda não acreditam) o seu primeiro Mundo Extraterrestre (o nosso único satélite localizado a cerca de 384400Km da Terra),

 

Com a Agência Espacial Norte-Americana (e governamental) NASA colocada perante o ambicioso projeto e o trabalho já levado a cabo (e tendo a vir a ser concretizado com sucesso) pela empresa privada do multimilionário Elon Musk, a privada SPACE X

 

– Com o seu alvo estratégico apontando o planeta Marte (mais distante de nós, mas supostamente mais interessante), utilizando ainda o nosso satélite natural a Lua (muito mais próxima de nós e já visitada) como forma de financiamento (com voos privados pagos) e desenvolvimento da nave espacial SPACE X STARSHIP que os levará ao seu “Destino-Marte

 

A apresentar finalmente o seu Programa Espacial a ser cumprido nos próximos anos, tendo como objetivo o regresso à Lua e o lançamento da missão Marte (num projeto apoiado pela atual Administração Norte-Americana): não levando milionários em passeios privados e turísticos até à Lua (para o usufruto e o prazer de um só) mas aí alunando, criando uma base e utilizando a Lua como uma plataforma para alcançar com maior fiabilidade (cientifico-tecnológica e não contabilística) Marte e a partir daí e da consolidação de todos os fatores e conhecimentos adquiridos, atirando-se então e decisivamente para o lançamento de um maior e mais arriscado empreendimento espacial, dirigindo-se então para Marte e aí colocando o primeiro ser humano.

 

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E assim respondendo por necessidade e no presente (sentindo-se abandonada e podendo ser ultrapassada) ao nítido avanço da iniciativa privada na área da conquista do Espaço (igualmente financiada por verbas governamentais) – privados mais que nunca desejosos de tomar as rédeas da Exploração (em todos os sentidos sobretudo comerciais) do Espaço (com a maior abertura da nova Administração norte-americana à iniciativa privada, diminuindo impostos e facilitando o financiamento privado) – com a NASA respondendo ao pedido do atual presidente Donald Trump (da sua Administração e contando ainda com o total apoio de alguns dos seus maiores oposicionistas nas primárias republicanas de 2016) a assumir o desígnio proposto e a apresentar recentemente a sua versão do projeto LUA/MARTE (respondendo assim à apresentação alternativa da privada Space X):

 

“President Donald Trump has asked NASA to accelerate our plans to return to the Moon and to land humans on the surface again by 2024. We will go with innovative new technologies and systems to explore more locations across the surface than was ever thought possible. This time, when we go to the Moon, we will stay. And then we will use what we learn on the Moon to take the next giant leap - sending astronauts to Mars.” (Jim Bridenstine/ NASA)

 

Propondo-nos a LUA em 2024 e Marte para lá de 2030, nesses anos com o Homem voltando a pisar a superfície da Lua e pouco tempo depois a pisar o solo do primeiro planeta para além do nosso o vizinho exterior o Planeta Vermelho: explorando e lá tentando construir a sua primeira base/colónia marciana e com mais esse passo talvez ajudando a abrir mais uma porta para as próximas visitas interplanetárias, interssistemas e intergalácticas. Mas até lá havendo ainda muito que fazer na Terra (cá dentro) e fora dela (no Espaço exterior).

 

(imagens: wikipedia.org e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:18

28
Mar 19

[E levando consigo a Bíblia e a Wikipédia.]

 

Com Israel na vanguarda cientifico-tecnológica pelo menos no que diz respeito ao Espaço. Enviando para o nosso satélite (natural) um modulo (da iniciativa privada) tendo como objetivo aterrar na superfície lunar: e entre várias funções medir o Campo Magnético (da Lua). Já entre várias particularidades (na carga) levando consigo algumas coisas entre elas a Bíblia e até uma cópia da Wikipédia.

 

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1

Amanhecer no Espaço

(com a Terra inicialmente a esconder o Sol)

Tal como observado pela sonda israelita Beresheet

(lançada a 22 de Fevereiro de 2019)

Na sua viagem em direção à Lua

(com chegada ao nosso satélite natural prevista para 11 de Abril)

 

No momento em que nos aproximamos vertiginosamente da data da realização das eleições para o Parlamento de Israel (a 9 de abril de 2019) − com a Aliança Azul & Branca de Benny Gantz (um centrista) ligeiramente à frente (na grande maioria das sondagens) do partido de centro-direita Likud de Benjamin Netanyahu (ambos em redor dos 30%) – e já depois da prenda no sapatinho vindo da parte do presidente dos EUA e oferecida ao seu grande amigo Bibi na época natalícia de 2017 (concretizada a 6 de Dezembro) – completamente ilegal aos olhos das Nações Unidas (UN) − eis que como reconhecimento e fortalecimento desta grande amizade (talvez o único político de alguma envergadura sendo mesmo amigo de Trump) e sabendo da extrema necessidade de Netanyahu em acrescentar algo de novo e politicamente poderoso à sua campanha eleitoral (de modo a arrancar definitivamente nas sondagens deixando de vez e para trás Gantz), o presidente dos EUA o republicano Donald Trump reafirma mais uma vez essa grande amizade (entre Trump/EUA e Netanyahu/Israel) depositando nas mãos de Bibi outro prémio bastante saboroso e sem dúvida maior:

 

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2

Depois da oferta (dia 24.03) por parte da sonda Beresheet

(já no decorrer da sua última orbita terrestre)

De uma imagem do nascer do Sol como visto do Espaço (a cerca de 265.00Km de distância), Uma outra da Terra registada no mesmo dia (e à mesma distância);

Apesar de alguns problemas técnicos,

Com a sonda israelita a poder alunar tal como previsto

 

Assinando (para grande e incontida/emocional felicidade de Bibi) a 25 de Março (há poucos dias) um decreto reconhecendo de forma oficial a soberania de Israel sobre os montes Golã e justiçando tal ação como uma forma de proteger Israel (e simultaneamente de avisar os seus inimigos) contra os terroristas (e suas agressões) como os controlados pelo Irão. Mais uma vez desrespeitando (com a sua atitude unilateral e ilegal) todas as resoluções até agora (mais ou menos) implementadas (ou tentadas aplicar) pela UN na região, com uma das partes (EUA) outorgando-se de um poder (perturbador por coercivo/intrusivo) que mais ninguém detém neste planeta (chamando a si como uma entidade superior o título de Excecionais) − chocante por ser concretizado á força das armas e do dinheiro (objetos) e vergonhoso por nunca ter o sujeito como centro − e com a outra parte (Israel) deixando-se levar pela onda deste poderoso caudal ainda largo e sem grandes obstáculos (no seu caminho), de modo a dele (o rio) se alimentar e entre as suas margens (como poderiam ser muros) se esconder e sobreviver (mesmo alimentando-se de outros pertencentes a outras tribos, mas respeitando sempre a Pirâmide Alimentar (envolvendo judeus e árabes).

 

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3

A Terra a 131.000Km de distância da sonda espacial lunar Beresheet (mais ou menos do tamanho de um carro pequeno), com a mesma (sonda) e concretizando o objetivo da sua missão, a ser a 4ª nave de origem terrestre a pousar num Mundo Extraterrestre (Lua a 11 de Abril no mar da Serenidade) depois dos EUA, da Rússia e da China (lançado de Cabo Canaveral por um foguetão Falcon 9 da empresa privada norte-americana Space X); e com Beresheet a ficar (só o custo da sonda) pelos 100 milhões de dólares

 

E como “cereja no topo do bolo” lançando no passado dia 22 de Fevereiro (deste ano) − e a cerca de seis semanas da eleição para o Knesset − uma nave espacial em direção à Lua, concretizando o seu objetivo e aterrando na superfície lunar como previamente planeado (a 11 de Abril) transformando Israel na 4ª nação em todo o planeta Terra (depois dos EUA, Rússia e China) a colocar um veículo na Lua. Em função dos últimos sinais com a campanha (de marketing eleitoral) a poder ter mesmo êxito, com as sondagens de Bibi a subirem e com o mesmo a poder manter o status quo (dele e de Israel). No próximo dia 11 de Abril já noite adiantada se verá, se Bibi venceu ou o outro General − com ou sem Space IL (empresa israelita responsável pela missão lunar). Já em Portugal (já com um satélite o PoSAT de Fernando Carvalho Rodrigues) e como quase sempre ficando-se agora a ver.

 

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4/5

Talvez agora (que Israel se tornou na 4ª potência espacial) com Netanyahu a poder reforçar o seu pedido (junto do seu grande amigo e aliado Trump)

De modo a que num futuro que o mesmo espera o mais próximo possível,

Ambos possam pertencer e em simultâneo à Força Espacial (a criar pelos EUA) levando consigo e em passeio as suas mulheres (e restante família) à Lua para passearem e observarem (pelos vistos) alguns Lunáticos

 

[E ao mesmo tempo e na atualidade com o povo de Israel a assumir a liderança entre todas as tribos árabes (vendo os judeus como uma outra tribo local entre várias), desde sempre estando presente (historicamente mesmo que em certos períodos sendo perseguidos e expulsos) nesta mesma (sua/natal/partilhada) região. Agora até alcançando a Lua.]

 

(imagens: 1 SPACE IL/youtube.com/ europapress.es – 2 e 3 Beresheet/timesofisrael.com – 4 e 5 veteranstoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:28

21
Mar 19

Six People Have Begun

A 122-Day Simulated Mission

On the Moon

(universetoday.com/19.03.2019)

 

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Simulação de uma missão de longo-termo à Lua

Envolvendo o DLR (Alemanha), o CNES (França), a ROSCOSMOS (Rússia) e a NASA (EUA)

Sendo levado a cabo na Rússia e com uma tripulação de seis elementos

(3 homens e 3 mulheres)

 

Face a todos os perigos que rodeiam a Terra (tal como a nossa casa de família) − tanto interna (Ex: Guerra Nuclear) como externamente (Ex: Impacto de Asteroide), como durante todo o seu período de Vida (neste momento uns 4,6 biliões de anos talvez a meio da sua existência) – e simultaneamente postos perante a necessidade absoluta (e inevitável) de na sua fase de desenvolvimento qualquer tipo de Ser Vivo (neles incluindo o Homem) ser obrigado a abandonar (por motivos se não evolutivos, pelo menos de mera sobrevivência) a sua Zona de Conforto (deixando o berço e os pais e mergulhando − decisivamente − no Outro Mundo).

 

O Homem na sua essência é um Nómada

Mesmo obrigando-o à monotonia tóxico-mortal do sedentarismo

E para sobreviver terá obrigatoriamente de se movimentar

Sair de Casa

Caso contrário sendo declarado morto

E infelizmente para nós extinto

 

Um dia, mais cedo do que tarde e de preferência este século (XXI), com o Homem lutando (mesmo que inicialmente sentindo-se derrotado) com todas as suas forças contra a claustrofobia (do meio ambiente artificial envolvente) cada vez mais asfixiante, galopante e perigosamente paralisante (deste quotidiano previsível, de miséria, monótono, não nos levando a lado nenhum), a virar-se decisivamente para o exterior perscrutando agora com toda a sua atenção e dedicação a profunda escuridão do Espaço: e replicando no Universo o que nós os portugueses fizemos (os nossos antepassados Navegadores) no passado nos oceanos.

 

Talvez tendo alguém (tal como o sucedido com os Navegadores/Descobridores) à nossa espera.

 

(imagem: universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:08

16
Jan 19

 

Depois de iniciarem o seu próprio projeto de construção de uma Estação Espacial (agora que a ISS caminha rapidamente para o seu fim de atividade), lançando-se agora em direção ao nosso único satélite (natural) com a intenção de lá colocar a primeira base lunar (terrestre).

 

Colocados sobre a superfície do nosso satélite natural dois módulos terrestres

 

– Um módulo de alunagem e um ROVER –

 

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O Outro Lado da Lua

Visitado pela China

(e com o ROVER já circulando)

 

Tendo como remetente a CHINA e a sua agência espacial CNSA,

 

Protagonizando neste episódio como um dos fatores relevantes desta missão

 

– E relevando todo o poderio científico e tecnológico chinês na área da EXPLORAÇÃO ESPACIAL, juntando-se aos EUA e à RÚSSIA –

 

A chegada pela 1ª vez de um artefacto de origem terrestre ao OUTRO LADO DA LUA

 

– A sonda automática CHANG’E-4:

 

O lado que observado pelo HOMEM a partir da TERRA nunca está visível, já que a Lua nos apresenta sempre a mesma face virada para nós.

 

Sendo assim os chineses os pioneiros nesta exploração lunar

 

– Tocando

The Dark Side of The Moon

(lado escuro para nós, apenas porque não o vemos) –

 

Num dos lados da Lua só anteriormente explorados por módulos orbitais.

 

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Base Lunar em perspetiva

Com os chineses querendo tomar a dianteira

(e com a Chang’e-4 a abrir o caminho)

 

[Uma boa hipótese para muitos dos teóricos da Conspiração (aqui com a colaboração dos Chineses) tentarem resolver alguns dos (seus) Mistérios da Lua, como a de que a mesma seria um elemento estranho (tendo cá chegado mais tarde), seria eventualmente oca (não maciça como a Terra), podendo ainda albergar alienígenas (razão pela qual os norte-americanos lá não voltaram) – não gostando estes da nossa presença por lá.]

 

(imagens: cnsa.gov.cn e gaia.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:58

10
Jan 19

Tintim nasceu a 10 de Janeiro de 1929 faz hoje 90 anos

 

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Já em 1953/1954 com Tintim e seus companheiros

(entre outros como Milu e o capitão Haddock)

A rumarem à Lua e a explorarem-na pelas mãos de Hergé

16 Anos antes de o Homem pisar pela 1ª vez (1969) a superfície lunar

 

Nos 90 anos após o aparecimento de TINTIM e do seu cão MILU – aparecendo pela 1ª vez em 10 de Janeiro de 1929 num suplemento infantil (Le Petit Vingtième) de um jornal belga e assinado por HERGÉ (como se dizia antigamente em “histórias aos quadradinhos”) – e recordando (igualmente) a chegada da revista com o mesmo nome “TINTIM” a Portugal no ano de 1968 (para todas as idades dos 7 aos 77 anos), não posso deixar de aproveitar para destacar algumas das muitas Aventuras de Tintim sempre acompanhado pelo seu fiel cão Milu – para além do maior amigo de Tintim (chegando mais tarde) o Capitão Haddock (e outras figuras curiosas como os detetives Dupond & Dupont e o professor Girassol) – neste caso (agora em destaque) com as suas aventuras apontando não para o nosso Mundo e para os seus Continentes & Oceanos (para a Terra) mas para tudo o resto que nos rodeia e do qual (como um todo) fazemos parte (o Espaço): e tal como Júlio Verne antecipando-se no Tempo (e no Espaço) com Hergé oferecendo-nos (entre outros temas e com textos/imagens) RUMO À LUA (de 1953) e EXPLORANDO A LUA (no ano seguinte). Integrando muitas das leituras da minha juventude (passada quase toda a ler/daí nunca ter chegado a lado nenhum/sem arrependimento) desde Júlio Verne a Emílio Salgari, de Hugo Pratt a Moebius, mas nunca esquecendo (as minhas primeiras leituras) a coleção Argonauta.

 

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Voo hipersónico utilizando um Buraco-de-Minhoca

Buraco-Negro versus Nave Espacial

Entrando num Buraco-Negro e assumindo-o (viabilizando-o)

Como uma via alternativa de comunicação e de transporte (instantânea)

 

Aventuras anunciadas (não profetizadas) por indivíduos que no seu tempo (e no espaço não só pelos outros disponibilizado) conseguiam ver para além do que lhes era indicado (entre outros um dos perigos da especialização/olhando só para um ponto, sem algo de externo que a integre num determinado conjunto/de pontos e funcionando a confirme), descobrindo desde logo no seu Imaginário (um dos componentes formadores da nossa Realidade) cenários de um Mundo Futuro (antecipando-se no Tempo) com pormenores posteriormente confirmados e devido ao seu sucesso (e eficácia cientifico-tecnológica) assumindo protagonismo: antes estabelecendo-se na Literatura (e aí reinando/desenvolvendo-se) e espontaneamente espalhando-se por outras áreas – levando a grandes descobertas científicas e multidisciplinares, suportadas (seja no sagrado seja no profano ou noutro nível qualquer) inicial e maioritariamente pelo conhecimento de pensadores/autodidatas/Experimentais – para nos dias de hoje e aproveitando essa base (de pensamento/reflexão) consistente por flexível (sempre em renovação tal como a nossa espécie em constante Evolução) se reproduzir nos mais diversos campos do conhecimento como o será o da Ciência e da Exploração Espacial (em que a distância e o tempo de viagem continuam a ser um imenso problema/para já sem solução, se comparado com o curto tempo de vida/comparando-o com o Infinito, disponibilizado aos seres humanos – certamente para todos nós uma enorme contradição, especialmente ao depararmo-nos com o nascimento e a morte, para nós absoluta):

 

“Spinning Black Holes Could Open Up Gentle Portals for Hypersonic Spacecraft”

(Gaurav Khanna/livescience.com)

 

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Interestelar – o filme

Inspirando o estudo sobre naves estelares hipersónicas

(e das teorias expostas no filme atravessando-se um buraco-negro)

Tentando solucionar o problema das Grandes Viagens no Espaço

 

Neste caso (dos voos hipersónicos) com o Homem (neste cado e por coincidência mulher) inspirando-se nas investigações científicas e nas respetivas experimentações e conclusões, para chegar a um único ponto conjugando Buracos-Negros/Voos Hipersónicos:

 

“Under all conditions an object falling into a rotating black hole would not experience infinitely large effects upon passage through the hole's so-called inner horizon singularity. This is the singularity that an object entering a rotating black hole cannot maneuver around or avoid. Not only that, under the right circumstances, these effects may be negligibly small, allowing for a rather comfortable passage through the singularity. In fact, there may no noticeable effects on the falling object at all. This increases the feasibility of using large, rotating black holes as portals for hyperspace travel.”

(Gaurav Khanna/livescience.com)

 

Mas nunca se podendo esquecer que outros problemas adicionais poderão ainda persistir – nesta tentativa de algum dia, podermo-nos deslocar de um ponto para outro, como se sempre lá estivéssemos (ou seja instantaneamente e sem sentirmos na pele a ação Tempo/Espaço): como o da largura do buraco – com o buraco-negro a ter de ser de grande dimensão de modo a evitar-se (diminuindo os efeitos) as poderosas forças aí presentes e em constante ação – e o problema da radiação (mortal para os Humanos). Mas dado tudo ser possível, certamente com solução.

 

(imagens: nerddps.com – Aaron Stone/Shutterstock/livescience.com – imdb.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:27

09
Jan 19

Sem ninguém (ou seja os norte-americanos) no local a tomar conta deles!

 

Com o veículo motorizado chinês YUTU-2 a movimentar-se livremente (s/concorrência) e às escondidas (de uma forma solitária e n/existindo “lunáticos”)

Pela superfície do nosso único satélite (em princípio natural apesar de algumas diferenças) a Lua (no seu lado para nós na Terra oculto).

 

A Lua

 

Depois de norte-americanos e russos já terem por lá andado (presencialmente e/ou através da presença de substitutos) eis que agora são os chineses a apontarem para a Lua e a tentarem fixar-se por lá: enviando para o nosso único satélite (natural) mais um veículo motorizado – o YUTU-2 – e logo o remetendo (dando logo para desconfiar) para o Outro Lado da Lua (aquele que nunca se vê se observado da Terra). E para além da chegada à Lua de mais um enviado do Eixo do Mal (juntando-se assim aos russos) – deixando os representantes de Deus (os EUA pelo menos na Terra) cada vez mais isolados (representando o Eixo do Bem) – sendo deveras suspeita a escolha da Outra Face: sabendo-se das dificuldades de Comunicação (com a Terra) estando-se do Outro Lado (da Lua) deixando-nos a todos alarmados (e de sobreaviso) sobre as intenções dos chineses. Científicas, Comerciais ou mesmo Coloniais (de Expansão de um Novo Império)?

 

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Com o ROVER chinês YUTU-2

Já se movimentando na superfície da Lua

 

Da Terra

 

E sabendo-se no Presente qual o papel Interno destas três grandes potências espaciais (EUA, Rússia e China) no Futuro do planeta Terra (Social, Económico, Financeiro, Civilizacional) com o Eixo Económico-Financeiro Mundial a deslocar-se da região do Atlântico (EUA & Europa) para a região do Índico-Pacífico (China e Ásia) – assim como prevendo-se (desde já) o papel fundamental destas (mesmas potências) no desenvolvimento e Evolução da Vida no nosso planeta – com um Império entrando em decadência e sendo substituído por outro Império (de uma forma irreversível) emergente – sendo cada vez mais premente de questionar (agora que a Europa – sem referências económicas ou culturais desde a falência da URSS e da Alemanha – caminha para o abismo) qual a posição a tomar pelos ainda no Poder, agora que os EUA se fecham para o Mundo (com a sua política protecionista, não existindo amigos ou inimigos) e se preparam (aparentemente) para um novo assalto (não se sabendo para já qual, mas dependendo certamente da evolução da luta, Trumpistas versus Não Trumpistas).

 

(imagem: cnsa.gov.cn)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:17

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