Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Mai 19

[Com partículas carregadas (protões/eletrões) ao atravessarem os poderosos campos eletromagnéticos rodeando Pulsares (estrelas de neutrões), dando origem à emissão (denominada Emissão Cherenkov) de raios Gama, com a projeção de flashes superintensos e extremamente luminosos/brilhantes.]

 

vanishing_pulsars.jpg

- While studying the globelike supernova remnant

Astronomers discovered a new pulsar PSR J1841-0500

- After shining for at least a year

The pulsar located inside the white circle abruptly disappeared.

- The left image was provided by the Multi-Array Galactic Plane Imaging Survey

The right by CHANDRA

(Shami Chatterjee)

 

Em mais uma conclusão Lógica (pelo nosso lado) e simultaneamente Natural (por parte de tudo o que nos Integra e Compõe) finalmente assumida por parte do Homem (o animal Racional habitando este planeta Terra e considerada a espécie Dominante), mais uma afirmação científica que poderia ter sido originada numa reflexão (é certo que um pouco mais incisiva e profunda) de um leigo curioso e autodidata (aprendendo com a sua experiência e com a replicação de episódios) − apenas observando, memorizando, associando (e dessa forma a partir do comportamento de um elemento podendo-se compreender os restantes) – informando-nos de uma Realidade um pouco diferente daquela oficialmente aceite (e incessantemente reproduzida) pondo em causa uma determinada Teoria (Científica) ou talvez nem tanto (apenas incompleta mas interagindo – por dinâmica − e sendo necessariamente Evolutiva):

 

“Faster-Than-Light Particles Emit Superbright Gamma Rays that Circle Pulsars”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

Tal como seria de esperar associando por exemplo a velocidade atingida por um Automóvel à velocidade atingida pela LUZ (dois veículos de transporte), com as mesmas (Automóvel e LUZ) atingindo a sua velocidade de referência (baixa ou elevada) mas podendo ser ultrapassadas (por baixo ou por cima) por outro tipo de veículo/objeto/partícula: e se a velocidade máxima atingida por um veículo circulando em terra atinge no momento cerca de 1200Km/h (Land speed record) – evoluindo desde velocidades muito menores (anteriores limites) para outras antes nunca imaginados (limites superados) – o mesmo podendo suceder com a LUZ e com a sua velocidade (limite) de 300.000Km/s. Contrariando ou talvez não entre todos os valores conhecidos o valor máximo oficialmente atribuído à velocidade da  LUZ (conhecida pelas suas partículas, viajando mais rapidamente entre todas por todo o universo conhecido) com os cientistas a depararem-se com Velocidades Superiores (à da Luz) apresentadas por outras partículas: viajando mais rapidamente do que a Luz ao atravessarem o Espaço (Quantum Vacum) rodeando PULSARES (estrela de Neutrões).

 

As electrons and protons fly by pulsars, they create the ultrabright gamma-ray flashes emitted by the rapidly twirling neutron stars, new research reveals.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

crab-pulsar.jpg

- A group of astrophysicists using VERITAS

Spotted gamma rays with energies exceeding 100 billion electron-volts

Emitted from the Crab Pulsar supernova

- The fast spinning Crab Pulsar supernova

Was the first to be connected with a supernova remnant

- The Crab pulsar's emissions were more than 100 giga-electron-volts

Which are 100 billion times more energetic than visible light

 

Com esses “Raios-de-Luz” deslocando-se a mais de 300.000Km/s − as emissões CHERENKOV (raios GAMA) – e aparentemente contrariando a Teoria de Einstein (sobre a questão da Velocidade da Luz ser o Limite), a serem apenas o resultado (a consequência) da passagem de partículas carregadas por poderosos campos eletromagnéticos, como que lhes dando um impulso (criando uma Nova Onda), aumentando-lhes a velocidade e como que com um BOOM (sónico) ultrapassando os parâmetros normais (o limite/a fronteira): para além de nos fazer lembrar a barreira do Som (por exemplo sendo ultrapassada pela da Luz) e ainda nos recordar qual a fonte/forma de energia utilizada por muitas das sondas para se deslocarem (os campos magnéticos de corpos celestes, para dele obterem um impulso), nem se necessitando sequer de sair da TERRA (para observarmos/estudarmos este fenómeno) quando o poderemos confirmar aqui mesmo no nosso Mundo ao nosso lado (até aqui se vendo como tudo é Relativo do maior ao mais pequeno, do mais próximo ao mais afastado).

 

“These gamma-rays, called Cherenkov emissions, are also found in powerful particle accelerators on Earth, such as the Large Hadron Collider near Geneva, Switzerland.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

E com mais este exemplo acentuando-se ainda mais a diferença (e a distância) entre Política/Estática/Estéril (símbolo de Limite, status quo e de Morte) e Ciência/Dinâmica/Evolutiva (símbolo de Infinito, movimento e de Vida), com uma mesmo face às evidências mantendo-se MONOLÍTICA/Indiferente (a Política) e com a outra face aos factos observados e infinitamente replicados TRANSFORMANDO-SE e mantendo-se fiel a LAVOISIER: “Na Natureza Nada se Perde, Nada se Ganha, Tudo se Transforma” − a primeira grande afirmação/reflexão universal (não colocando o Homem no Centro do Mundo mas nela), desmentindo o nascimento e a morte, como limite da existência (nossa e do Universo) mas no entanto nunca se descurando a outra (componente) a mental e Espiritual (não estritamente física). Ou o Universo não fosse uma Entidade Viva Eletromagnética (Físico-Espiritual). Com “Limites” por expandir (extinguir) sendo como tudo não descontinuados, mas naturalmente transformados. Mas tendo o Homem uma última palavra (primeiro passo: saindo da Terra, a sua Zona dita de conforto), não querendo ser Dinossauro, esquecido e Extinto.

 

"It provides a new way of testing some of the most fundamental theories of science by pushing them to their limits."

(Dino Jaroszynski/University of Strathclyde/eurekalert.org)

 

[VERITAS: Very Energetic Radiation Imaging Telescope Array System.]

 

(imagens/legendas: livescience.com e rt.com – CFA/ibtimes.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:05

04
Fev 15

A Luz altera a imagem, o Homem tenta o objecto

 

Estas duas imagens foram registadas através das câmaras instalados no veículo de exploração e estudo da superfície e geologia marciana, da sonda norte-americana CURIOSITY. Representam a imagem do mesmo local da superfície de Marte, no caso da primeira foto registada durante o dia e no segundo caso durante a noite e com iluminação artificial (a leds).

 

0869MH0002770010302245C00_DXXX.jpg0869MH0004600030302283C00_DXXX.jpg

SOL 880
(Curiosity Rover)

 

Como se pode claramente verificar através da apresentação visual destes calhaus marcianos, a luz proporcionada ao objecto em observação altera profundamente o seu aspecto final. E como a percepção das coisas depende das sensações que delas obtemos (como a NASA bem sabe e pratica), se a Luz altera a imagem a manipulação da imagem até pode transformar o objecto (noutra coisa).

 

Porque não pensar deste modo que muito do que vemos em Marte, sendo real pode esconder muito mais? É que se olharmos para um só ponto nunca visualizaremos o conjunto e se não virmos o conjunto nunca encontraremos o ponto.

 

É tudo o mesmo, o que varia é o Espaço.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:55
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20
Jan 15

Num país onde mais de 70% do seu território é constituído por terreno montanhoso, é fácil de perceber que as montanhas tal e qual como os vulcões, estejam tão ligados à sua cultura e tradição. Tal como para todos nós a Luz, a nossa fonte de vida.

 

winter-lights-nabano-no-sato.jpg

(fonte: Animal – anymalnewyork.com)

 

Mal olhei para estas decorações luminosas e ainda levado pela recente passagem da quadra natalícia e pela chegada do Ano Novo, lembrei-me logo da pobre e miserável iluminação de Natal montada pelo município da minha terra (onde moro há muitos anos), praticamente reduzida a meia dúzia de lâmpadas aqui e ali colocadas, a um presépio frio e austero e a uma mangueira de iluminação na fachada principal do edifício camarário – talvez (sabe-se lá) oferecida pelos chineses. Ainda não há muitos anos o orçamento do município de Albufeira andava pelo meio milhão de euros!

 

winter-lights-kuwana-city.jpg

(fonte: Twisted Sifter – twistedsifter.com)

 

Neste caso estamos no interior da localidade de KUTAWA, uma conhecida cidade japonesa que durante a época do Inverno e aproveitando o seu conhecido jardim e outras estruturas de apoio turísticas ali existentes, realiza todos os anos por essa altura um grande espectáculo de luzes. Durante os seis meses que decorrem de Outubro a Março quase que 6.000.000 de lâmpadas decoram toda essa zona, originando cenários maravilhosos de luzes coloridas. Como é o caso do lindíssimo túnel de luzes e o espectacular cenário apresentando o vulcão ao fundo. Qual será o segredo?

 

(imagens – all-that-is-interesting.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:15
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18
Jan 14

Os Pilares Solares são um fenómeno comum no Hemisfério Norte, durante a passagem da estação de Inverno. São frequentes de ocorrer em torno das áreas rodeando zonas urbanas.

 

Um pilar isolado

 

Este fenómeno – neste caso registado no dia catorze deste mês na cidade de Valmiera na Letónia – resulta duma conjugação simultânea de dois importantes factores, envolvendo a luz originada na iluminação das cidades e os cristais de gelo existentes no ar.

 

Inúmeros pilares associados

 

Assim quando a temperatura desce estes dois factores conjugados criam um pilar luminoso erguendo-se da terra para o céu: neste caso a única diferença reside nos flocos de neve (cristais de gelo) aqui produzidos artificialmente através da utilização de máquinas e posteriormente arrastados pela acção dos ventos para o interior das cidades, causando o efeito de múltiplos pilares.

 

(imagens: Janis Satrovsky – spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:09

16
Jan 11

SpaceWeather.com - Pilar Solar

 

Quando o ar está frio e o Sol está se pondo ou nascendo, cristais de gelo em queda podem reflectir a luz solar, criando uma inusual coluna de luz.
O gelo, às vezes, forma cristais achatados, com seis lados, à medida que cai de nuvens de grandes altitudes.
A resistência do ar faz com que esses cristais fiquem quase achatados a maior parte do tempo enquanto flutuam em direcção ao chão. A luz do Sol reflecte-se nos cristais que estão apropriadamente alinhados, criando o efeito do pilar solar.

 

Texto retirado do blogue “Ricardo 5150”

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:15
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