Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

24
Set 17

Olhando para o que se passa no MUNDO um pouco por todo o lado, podemos facilmente constatar que uma das regiões da Terra mais citada nos Média nos últimos tempos ‒ a nível de METEOROLOGIA e de ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS ‒ tem sido o continente AMERICANO: abstendo-nos de comentar os acontecimentos de carater ARTIFICIAL criados pelo Homem e podendo-nos transportar a curto-prazo para cenários catastróficos (como aquele inserindo como protagonistas KIM e DONALD e até provocando ondas sísmicas), tendo a América nestes últimos dias a maior quota-parte dos desastres NATURAIS (provavelmente por intensamente espremidos ‒ pelos média ‒ face a outras regiões do Mundo não associado aos EUA) sendo submetida a FURACÕES (EUA, México e região das Caraíbas), SISMOS, TSUNAMIS e até ERUPÇÕES (México).

 

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 Cidade do México

Sismo M7.1 a 1 Km ESE de Ayutla

19 Setembro 2017

(Um desastre natural com epicentro a 50Km de profundidade, colapsando edifícios e com as vítimas mortais a poderem ultrapassar as 300)

 

Na costa oriental (oceano ATLÂNTICO) atravessando-se neste momento a ÉPOCA dos FURACÕES (de 1 de Junho a 30 de Novembro com o seu pico máximo a registar-se entre meio de Agosto e os finais de Outubro), com uns sucedendo-se aos outros nem sequer dando tempo para respirar e apontando sempre o seu rumo (e alvo) para as mesmas regiões já tão destruídas e terraplanadas (pelas rajadas de VENTO ultrapassando os 250Km/h assim como pela violenta e intensa precipitação) ‒ tendo à frente o furacão HARVEY (atingindo o TEXAS) e o furacão IRMA (atingindo a FLÓRIDA).

 

Já no caso da costa ocidental (oceano PACÍFICO) e de novo submetendo o MÉXICO, com outros Eventos tão graves como os registados a este (mais destruição do que mortes) mas agora com outros fenómenos (naturais) mas a nível geológico: com SISMOS (TSUNAMIS e outras deslocações de águas) e até com VULCÕES (e já agora recordando ainda do lado oriental o furacão atingindo o México neste caso o KATIA). Ainda hoje sábado (dia 23) com o número de vítima mortais como consequência do último sismo atingindo o México com uma intensidade de M7.1 a atingir praticamente as TRÊS CENTENAS (> 300 e podendo ainda aumentar), mas felizmente sem mais nenhum acontecimento de relevo a reportar e com o vulcão (POPOCATEPETL) para já mais sossegado.

 

Mas por outro lado, um pouco mais a leste e a Sul e de novo no Atlântico, com outras notícias interessantes a chegarem ao conhecimento público, como a da barragem de PORTO RICO (e o perigo de COLAPSAR) e da recessão de águas (oceânica e temporária) no BRASIL ‒ talvez como uma consequência de todas as TEMPESTADES (meteorológicas e geológicas e já agora solares) e do AQUECIMENTO GLOBAL (Natural e Artificial):

 

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 Porto Rico

Barragem de Guajataca

22 Setembro 2017

(com a albufeira em riscos de extravasar os seus limites físicos de armazenamento e com o volume do caudal de água erodindo violentamente as suas margens)

 

No caso de PORTO RICO (um território dos EUA) e na sequência da passagem dos 2 furacões originados no Atlântico (inicialmente o Irma e de seguida o Maria) ‒ com rajadas de vento fortíssimas e precipitação extremamente elevada ‒ com um alerta de nível máximo para uma possível catástrofe (nos municípios de ISABELA e de QUEBRADILHAS) dada a possibilidade eminente do colapso de uma barragem: provocando uma grande inundação para todos os níveis inferiores, em volta de GUAJATACA (o nome do lugar da barragem);

 

Tendo como consequência para já e devido ao extravasamento indesejado das águas sustidas na albufeira ‒ rapidamente erodindo alicerces laterais, enfraquecendo-os e podendo colapsar os terrenos em redor e em cadeia ‒ o aumento abrupto do caudal do rio (Guajataca), inundações ao longo das suas margens (até à foz) e caso se dê o COLAPSO FINAL (das infraestruturas da barragem) uma torrente incontrolada de água (de lama e de outros detritos) correndo rápido para a costa e percorrendo o trajeto em menos de 12 horas. Aconselhando-se a FUGA (de pessoas e animais) para lugares de topografia ELEVADA;

 

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 Brasil

Guaratuba ‒ estado do Paranã

21 Setembro 2017

(com a recessão temporária das águas do oceano Atlântico a ser explicada

 

Já no que diz respeito ao BRASIL e à RECESSÃO das águas verificadas recentemente na sua costa (tendo o Atlântico como vizinho e como companhia) com o fenómeno a ser explicado por uma conjugação de vários fatores, entre eles incluindo (os mais importantes) VENTOS intensos (impulsionando as ondas para longe da costa), a persistente presença de um ANTICICLONE no Brasil (o ASAS) mantendo as pressões (atmosféricas) elevadas (lembram-se do anticiclone dos Açores no cálculo das previsões meteorológicas?) e as FASES da LUA influenciando as marés ‒ e denominada como a “MARÉ SECA”; no nosso país irmão localizado do outro lado do mar com a observação a ser feita e testemunhada (vendo-se os seus efeitos) em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Paranã, Santa Catarina e São Paulo. Com as águas a IREM e a REGRESSAREM.

 

Como sempre e só para alguns com estas explicações a não serem suficientes, com teorias (ALTERNATIVAS) sobre o desaparecimento das águas (do oceano) a apontarem para CONSPIRAÇÕES e eventos APOCALÍPTICOS (ou pelo menos sinais e avisos) e naturalmente causando o PÂNICO (na população local) entre tantos rumores e boatos explorados até à exaustão: chegando-se ao ponto de transformar um fenómeno natural sem qualquer tipo de consequências negativas (a recessão inicial da água do mar) num outro mas GRAVE EVENTO, causado por um TSUNAMI (na sequência de um tremor de terra) e indo atingir a costa ‒ um rumor pondo todo o mundo a FUGIR (de pânico) incluindo TURISTAS e respetivas carteiras (e lá se vai o turismo).

 

(imagens: independente.co.uk e watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:37

20
Set 17

Só nos últimos três dias (18/19/20) com violentas tempestades sobre a Roménia (8 mortos/140 feridos), com o furacão Maria a atingir Dominica e Porto Rico (com um impacto catastrófico), com grandes inundações no Níger (56 mortos/200.000 sem abrigo/11.000 desalojados) e com o sismo no México (em torno dos 250 mortos), eis que chega o momento de um outro ator entrar em ação (e num lugar já conhecido) tornando-se protagonista: situado perto de Puebla e do epicentro do sismo (de M7.1) o vulcão POPOCATEPETL.

 

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Despertando da sua monotonia eruptiva desde o sismo de M8.1 sentido no México no passado dia 8 de Setembro, o vulcão POPOCATEPETL reativou-se de novo para mais umas manifestações do tipo vulcânicas com o impulso que lhe foi dado pelo novo sismo de M7.1 sentido no dia de ontem na Cidade do México: como se já não lhes bastasse os furacões e os sismos agora com os mexicanos a terem que se deparar com um vulcão.

 

“El volcán Popocatépetl, situado en los estados de Puebla, Morelos y México, se ha activado tras el terremoto de magnitud 7,1. Ha sido justo en el momento del temblor cuando el volcán ha soltado una fumarola considerable.”

(17.09.2017 ‒ ppn.com.py)

 

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 Fig. 1/2

 

O Vulcão Popocatepetl Ativo

A sequência explosiva registada a 19 de setembro de 2017

(de 1 a 4 e iniciada por volta das 11:10)

 

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 Fig. 3/4

 

Com o Centro Nacional de Prevenção de Desastre mexicano a detetar uma explosão no vulcão e umas 300 outras manifestações vulcânicas ‒ exalações de baixa intensidade ‒ nas 24 horas seguintes à primeira manifestação: e ainda outras atividades associadas como sismos vulcânico-tectónicos de baixa intensidade ‒ segundo esses responsáveis ao serviço do Cenapred. Mantendo-se como medida de prevenção e de proteção o alerta em toda a região envolvendo o vulcão Popocatepetl devido ao perigo de novas explosões (eruptivas), queda de cinzas e aparecimento de correntes de lava.

 

(imagens: AFP ‒ @Popocatepetl_MX/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:12

México ‒ Cidade do México (e Puebla) ‒ Sismo

 

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 Colapso de um edifício na Cidade do México

(no decorrer do forte sismo de 19.09.2017)

 

Magnitude

7.1

Região

Puebla/México

Data/Hora

19.09.2017 18:14 UTC

Localização

18.59 N 98.47W

Profundidade

50 Km

Distância

58 Km SW Puebla

 

Com um tremor de terra de M7.1 registado no MÉXICO a 5km a ENE de RABOSO (estado de Puebla) ‒ localidade mexicana a cerca de 100Km SE da Cidade do México (capital do país) ‒ e com epicentro a cerca de 50Km de profundidade (11 dias depois do sismo de M8.1 que assolou o MÉXICO particularmente os estados de OAXACA e de CHIAPAS provocando mais de 100 mortos ‒ e com epicentro no mar a cerca de 70Km de profundidade), este país da América do Norte e já depois de ter sentido nos últimos dias os efeitos de um TSUNAMI, de uma ERUPÇÃO VULCÂNICA (os dois como consequência do sismo de 8.1 ocorrido em Setembro, sendo o 1º um pequeno Tsunami e o 2º tendo o vulcão POPOCATEPETI como protagonista provocando 15 mortos), de um FURACÃO (o furacão KATIA) e de um novo SISMO (ocorrido ontem por volta da hora do almoço) ‒ provocando para já mais de 250 mortos e grandes danos materiais em edifícios e outras importantes infraestruturas (com edifícios a colapsarem).

 

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 Feridos resultantes do sismo M7.1

(registado ontem na capital mexicana)

 

Seguido (até às 06:00 UTC) por outros 3 sismos de magnitude igual ou superior a M4.5 (M4.9/M4.6/M4.6) e assim confirmando (posteriormente) informações proferidas pelas autoridades mexicanas aquando do sismo M8.1 (a 8 de Setembro) de que existiam fortes probabilidades do México (para além de todas as outras fortes réplicas registadas) vir de novo a ser atingido nos próximos dias por um sismo de intensidade semelhante ou até superior: o que se confirmou esta terça-feira (dia 19) no México com um sismo de menor intensidade (M7.1 em vez de M8.1) mas com um epicentro a menor profundidade (50Km em vez de 70Km), causando num ápice mais do dobro de vítimas (2.5X) comparativamente com o anterior.

 

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 Com as ondas sísmicas a repercutirem-se nos barcos de recreio

(em Xochimilco/centro da capital através do movimento das águas)

 

No dia de hoje (quarta-feira, 20) com os sismos mais intensos (de maior magnitude) a registarem-se a nível Global (com M>4.5) a serem (até às 08:39 UTC):

 

Região

Hora (UTC)

Profundidade (Km)

Magnitude

(M)

Leste

Irão

00:08

10

5.0

Ilhas Auckland

NZ

01:43

10

6.1

Estreito de Cook

NZ

02:42

24

5.0

Sul

Perú

05:26

115

5.3

 

Teoricamente podendo-se afirmar (se registado em zonas habitadas) que mesmo que não se tenham notícias provenientes do lugar, pela localização do sismo (em terra ou no mar), pela intensidade do mesmo (maior ou menor magnitude) e pela profundidade do seu epicentro (menores profundidades originando maiores efeitos), o mais grave em consequências (humanas e danos materiais) poderá ter sido o do leste do Irão.

 

Com o sismo mais forte sentido na Europa e nas proximidades de Portugal (este dia 20) a ser o registado a NW de Málaga (sul de Espanha), pelas 02:44, a 4Km de profundidade e de M1.6 (praticamente impercetível).

 

(imagens: AFP/GETTY IMAGES/standard.co.uk ‒ Carlos Jasso/REUTERS/abc.net.au ‒ Storyful News/youtube.com/abc.net.au)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:48

14
Set 17

[Com incêndios, furacões e sismos, atacando a América do Norte ‒ para além das interferências do Sol (com a Lua a intrometer-se) provocando um eclipse (da estrela) num exclusivo norte-americano. Para já não falar do monstro do dia 1 de Setembro (o asteroide de 5Km que passou a poucos milhões de Km da Terra) num fim de Verão a acabar mas muito bem preenchido.]

 

“A periodicidade cíclica dos fenómenos da Natureza (tal como os dos artificiais provocados pelo Homem) deveria ser uma porta aberta (se não mesmo escancarada) para a interpretação de todos esses fenómenos. Ou então haverá uma terceira presença envolvida.”

 

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 1

NASA capta sons em torno do planeta Terra

(engenhariae.com.br/0809.2017)

 

Este fim de Verão de 2017 (terminando no Hemisfério Norte na próxima semana dia 20 de Setembro) tem sido um mês particularmente interessante, especialmente para quem não vive no planeta Terra e particularmente para quem não habita na América do Norte (não sofrendo diretamente as consequências justificativas por tal interesse): não só pela 4ª chama solar de categoria X (a mais forte) a ser ejetada da superfície do Sol neste início do mês de Setembro (quando o Sol atravessa um período do seu 24º ciclo de baixa atividade solar) e dando origem a CME (dirigidas ou não para a Terra), ao atingir o nosso planeta podendo ter efeitos nocivos tanto a nível biológico como tecnológico (na manutenção de um ecossistema saudável e na preservação da nossa tecnologia baseada na eletricidade e na eletrónica) afetando toda a Terra; como simultaneamente pela onda de fenómenos aparentemente naturais (certa e simultaneamente contando com a intervenção do Homem ou não se falasse constantemente dos factos ligados ao Aquecimento Global) mas de carater extremamente violento, que tem atravessado regiões como o Canadá, os EUA e o México, o primeiro e o segundo com grandes incêndios (devido à seca persistente e às temperaturas elevadas registadas) no seu lado ocidental (com a poluição a dirigir-se para o Ártico), o segundo com furacões na sua costa leste (particularmente e pelas consequências o furacão Irma) e o terceiro com um furacão a leste (furacão Katia tendo entretanto passado a tempestade tropical) e um violentíssimo sismo a ocidente de M8.2 (para além da centena de réplicas afetando sobretudo os estados mexicanos de Oaxaca e Chiapas e provocando mais de 100 mortos) ‒ afetando toda a América do Norte.

 

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 2

"Absolutely uncanny copy-paste from 7 years ago, very bizarre"

(Brian McNoldy/@BMcNoldy/twitter.com)

 

Logicamente pela concentração desse tipo de fenómenos sobretudo nesta estação (no Hemisfério Norte Verão), incidindo sobre o nosso planeta (o nosso suporte básico de vida), sobre uma determinada região (América do Norte) e especificamente em quatro áreas temáticas tão relevantes como interligadas (sol, incêndios, furacões e sismos), suscitando desde logo análises e discussões entre toda a comunidade científica (os eruditos) ‒ como entre todos os demais interessados desde os curiosos (a esmagadora maioria pouco informada) aos mais estudiosos (uma minoria autodidata marginalizada por não reconhecida) e até passando pelos adeptos das Teorias da Conspiração (os desesperados pela perda da esperança interna e pela opção pelas soluções estritamente externas) ‒ todos eles não reconhecidos e equiparados a ignorantes (os leigos). Desde logo com profusão de notícias e várias interpretações (disponibilizadas), pelo menos enquanto o corpo estiver quente assim como prometedor (vindo de um lado e vindo do outro).

 

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 3

Um fenómeno espetacular (e temporário) resultando da passagem do furacão Irma

(Charlotte Sanders Ferguson/facebook.vom)

 

Para além dos grandes incêndios que têm afetado todo a zona ocidental do Canadá e dos EUA ‒ sendo pouco divulgados talvez pela grande profusão de notícias oriundas do mesmo lugar (ou não fosse o EUA a maior potência global) ‒ focando-nos na ação do Sol (e nas suas chamas de classe X/a mais intensa), nos furacões (particularmente o Irma tendo atingido categoria 5/a mais elevada) e no sismo (de M8.2 no México só não tendo repercussões maiores devido à profundidade cerca de 70Km). Mas nunca esquecendo os incêndios por tudo estar interligado, afetando o mesmo sistema aquele onde vivemos e onde pretendemos persistir. E assim pegando nos extremos e a partir daí tentando descobrir um consenso (sobre os mesmos eventos, sob uma perspetiva de análise das consequências, mas nunca indicando as causas concretas responsáveis por tal evolução ‒ o ponto fundamental da questão, mas exigindo conhecimento e maior abrangência de ideias) debruçando-nos sobre as interpretações das entidades oficiais (como o do site da nasa.gov) e de alguns conspiradores (como o do site ufosightinshotspots.com): comentando a atividade solar, os furacões e o sismo. Talvez não servindo para descobrir (que já estamos praticamente mortos ‒ por absorvidos) mas talvez para provocar (ressuscitando-nos de um estado zombie e fazendo-nos sentir de novo dinâmicos ‒ e vivos por expulsos).

 

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 4

Conjunto de objetos luminosos filmados no céu antes do sismo no México

(SuspectSky/youtube.com/08.09.2017)

 

No caso da atividade registada na coroa solar e com as chamas e CME daí provenientes podendo se direcionadas atingir o nosso planeta (provenientes da região ativa 2673 agora do outro lado do Sol), com a estranheza a residir na intensidade das explosões registadas (4 de intensidade máxima ou seja da categoria X a mais elevada) quando o Sol se encaminha para um mínimo (de atividade) e como consequência nada o fazendo prever (a tendência nessa fase sendo o número reduzido de manchas na superfície solar). Ainda-por-cima tendo-se a registar a maior chama solar em quase 12 anos, da classe X9.3 e registada a 6 de Setembro: felizmente e dada a proteção fornecida pelo nosso campo magnético terrestre e pela nossa atmosfera (e apesar de alguns fenómenos como as auroras, visíveis a latitudes muito mais baixas do que as consideradas normais ‒ o que evidencia intensas perturbações eletromagnéticas na parte superior da nossa atmosfera, podendo ter repercussões a médio/longo prazo tanto na camada exterior como no interior do planeta) sem consequências visíveis relevantes, mas vistas as (possíveis) correlações podendo até ter ligação com sismos e furacões (decorrendo simultaneamente com todas essas erupções solares e podendo ser estas o gatilho de todas estes Eventos). Com a Terra com uns 4,5 biliões de anos e com o Sol a meio do seu percurso de vida, deixando-nos ainda algum tempo para observar e refletir (em cada uma das nossas gerações/mosca) e poder-nos focar (apenas um pouco) no tremor de terra do México e no furacão Irma (dentro da razoabilidade para uns com tudo normal para outros com muito de estranho): tendo sempre em atenção como fator extremamente importante ser época dos furacões na zona das Caraíbas (por onde passou o furacão Irma formado perto de Cabo Verde mesmo ao largo de África) e que no caso do México e do seu sismo violento (M8.2), o epicentro estar situado mesmo ali logo ao lado de um dos braços do anel ‒ o Anel de Fogo do Pacífico, a zona geologicamente mais ativa em todo o globo terrestre (apesar dos EUA ter o seu Supervulcão).

 

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 5

A antecipação feita por Walt Disney sobre Controlo Climático há 58 anos

(Max Mogren/youtube.com)

 

Entre alguns pontos algo significativos por certos e uns poucos mencionados (sendo prós ou sendo contra, sem todos a favor) e formalmente divulgados (todos o fazendo cerimonial mente como profetas da sua religião), destacando-se alguns aspetos (em forma e conteúdo) tornados protagonistas: no caso do violento sismo registado (com maior intensidade ao longo da sua costa ocidental) nos estados mexicanos de Oaxaca e Chiapas (como em até na capital) ‒ com uma magnitude M8.2 e felizmente a 70Km de profundidade (sendo menor a profundidade podendo ser maiores os efeitos) ‒ com o sucedido a ter como causa o choque entre duas placas tectónicas (a Placa de Nazca e a Placa Sul-Americana) registada numa das regiões geologicamente mais ativas do Globo Terrestre (rodeando um dos braços do Círculo de Fogo do Pacífico), originando um violento sismo e mais de uma centena de réplicas (que ainda continuam) de M maior ou igual a 4.5, um tsunami (devido ao movimento de terras verificadas no oceano) e até outros registos associados a estes fenómenos extremos como certas observações visuais ‒ como relâmpagos submarinos em regiões do Pacífico próximas do epicentro do sismo e das zonas fronteiriças entre as duas placas, por fricção emitindo luz e iluminando os céus (momentaneamente) sobre o oceano Pacífico e perto das localidades costeiras; já para outros com estas luzes acompanhando o fenómeno a serem um pouco estranhas para muitas das suas testemunhas (provavelmente por nunca as terem visto antes, nem lhes ter sido explicada corretamente a sua origem), coincidindo com um fenómeno inesperado (os sismos continuam a ser impossíveis de prever, logo estando ainda na mão dos Deuses e sem explicação credível por parte do Homem), no preciso momento em que todos olhavam para o outro lado (para a costa do Atlântico com três furacões um deles o Katia dirigindo-se para o Golfo do México e podendo causar grande destruição ‒ como o fez o furacão Irma) e por mais um acaso no preciso momento em que o Sol e uma das suas manchas solares mais ativas como a AR 2673 (neste momento do outro lado da estrela) lançava na nossa direção (da Terra) chamas solares bastante energéticas, originando CME e provocando intensas tempestades geomagnéticas (e por associação podendo ser o dedo no gatilho interno proporcionando cenários propícios para Eventos deste tipo). Talvez devido a uma intervenção externa (extraterrestres) ou (porque não) a uma interferência interna (de origem desconhecida mas talvez com a mão do Homem). Ou não fossem as luzes no céu observadas (a 7 de Setembro) por cima do México/EUA (zona fronteiriça), filmadas um dia antes do sismo M8.2 posteriormente ocorrido a 8 de Setembro: pelos vistos num caso idêntico ao ocorrido há vinte anos atrás (1997) antes de um grande tremor de terra na Cidade do México, quando essas luzes apareceram durante dias, antes e depois do sismo e mesmo no decorrer do tsunami (provocado pelo sismo) ‒ o mesmo ocorrendo no Japão e até nos EUA. E até com algumas testemunhas a terem observado luzes semelhantes nos dias mais recentes, agora nos EUA e junto à falha (tectónica) de San Andreas (fronteira califórnia/México) talvez com um sismo em perspetiva.

 

 

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 6

Un explorador poblano encontró en la zona limítrofe de Puebla y Veracruz piedras de jade con figuras extraterrestres grabadas (diariocambio.com.mx/24.04.2017)

 

Já no caso da sucessão de furacões varrendo nestes últimos dias a costa leste da América do Norte, especificamente toda a zona das Caraíbas (repleta de ilhas das maiores às mais pequenas), toda a costa sul dos EUA (como o estado da Flórida) e apanhando todo o Golfo do México ‒ falámos do furacão Katia, Irma e José ‒ sendo impossível de não mencionar como explicação cabal para a ocorrência deste Acontecimento estar-se precisamente neste momento e nesta região do globo terrestre na Época dos Furacões (locais), ao longo de todos estes anos com casos e consequências idênticas, uns mais intensos outros menos, provocando mais ou menos destruição e por vezes aparecendo mesmo simultaneamente e em grupo com outros seus semelhantes (em conjuntos de 3 furacões como o sucedido há dias ‒ e como já terá ocorrido há sete anos atrás com os furacões Karl/agora Katia, Igor/agora Irma e Julia/agora José movimentando-se pela mesma altura pela mesma região). Para uns sendo natural (a repetição) para outros uma grande coincidência (acreditando no Artificial); assim e para os outros, face à violência do Evento, face ao momento da sua concretização e perante fenómenos muito provavelmente interligados (e associados como os fenómenos solares, atmosféricos e sismológicos) podendo-se sugerir algo mais (além do que considerado possível) aí entrando as Teorias (ditas) da Conspiração ‒ com a antecipação (previsão) do fenómeno (como a do furacão Irma) a ser feita em 1959 tendo Walt Disney como protagonista (numa curto filme surpreendendo-nos com drones, alterações climáticas, tempestades atmosféricas e magnéticas e até com um poderoso furacão dirigindo-se para a Flórida), com o trajeto destes três furacões (Katia, Irma e José) a ser curiosamente o mesmo seguido por outros três há 7 anos atrás (Karl, Igor e Julia) e finalmente (por último mas não menos importante) com o desaparecimento das águas do oceano Atlântico ao largo de Long Island nas Bahamas (localizada a norte de Cuba e a sudeste da Flórida (Miami Beach) aquando da passagem do Irma: num fenómeno natural decorrendo da passagem do furacão, sugando água num determinado momento e espaço e descarregando-a posteriormente noutro tempo e coordenadas. Mas para outros não deixando de ser suspeito tantos os acontecimentos em simultâneo e mal deixando respirar (especialmente para as Caraíbas, EUA e México) ‒ até em Portugal se sugerindo que a causa do sismo no México teria o seu epicentro não a 70Km (no oceano Pacífico) mas a mais de 12500Km na Coreia do Norte (com o teste subterrâneo da bomba nuclear de Kim Jong-un a ter provocado quase do outro lado do mundo o sismo de M8.2 no México). Num período que devendo ser tranquilo (tanto na Terra como no Céu) no nosso Hemisfério Norte (a Estação de Verão, o Tempo de Férias) apenas trouxe mais stress e muita preocupação.

 

(imagens: 2/3/4/5 ‒ ufosightingshotspot.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:38

10
Set 17

Por que razão raramente se fala sobre uma Guerra Artificial com cerca de 1.000.000 de vítimas mortais (por exemplo a do Iraque), quando se fala até à exaustão de um Evento Natural apontando de momento para mais de uma centena de vítimas mortais (e isto juntando o sismo do México ao furacão Irma)?

 

“The overall conclusion reached is that the United States most likely has been responsible since WWII for the deaths of between 20 and 30 million people in wars and conflicts scattered over the world.” (In 37 “Victim Nations”)

(James A. Lucas/globalresearch.ca)

 

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 A entrada do furacão Irma no estado da Flórida

(não atingindo diretamente e como esperado a zona de Miami Beach)

 

Enquanto no México o sismo de M8.1 (com origem no Pacífico e epicentro a quase 70Km de profundidade) que no passado dia 8 (sexta-feira) pelas 04:41 UTC (05:41 em Portugal) atingiu territórios da sua costa ocidental (especialmente os estados de Oaxaca e de Chiapas) tem passado quase despercebido ‒ face ao número de furacões por esta altura em grande e intensa atividade (ou não estivéssemos nesta zona das Caraíbas na época dos furacões) e atacando de momento (falando-se deles desde há uma semana) e violentamente (com furacões de Categoria 4/5) a costa ocidental (Atlântica) ‒ já no caso dos EUA postos perante um produto mais duradouro, com grandes probabilidades de rentabilidade e tendo a nação como protagonista (um sismo dura segundos, os furacões duram dias, sendo óbvia a preferência até para os média), os Furacões invadem os ecrãs, enchendo (de sombras) o nosso quotidiano de nada e preenchendo as nossas vidas (os poucos tempos ainda existentes) com notícias repetitivas e no fim asfixiantes (uma forma de manipular é pressionar/Eles e aceitar/nós): curiosamente (só) no Ocidente tendo um enorme impacto (noticioso), significando em conclusão que somos todos norte-americanos (como se no Mundo não existisse mais nada, senão o Território da Excecionalidade).

 

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 Localidade de Juchitan ‒ estado de Oaxaca ‒ México

(a mais atingida pelo sismo M8.1 contabilizando para já 71 mortos)

 

No México e em poucos segundos com um violento sismo a atingir todo o seu território (sentindo-se mesmo na capital) e revelando-se mortal nos estados mais próximos do seu epicentro (Oaxaca e Chiapas) ‒ com algumas localidades e devido às fracas construções a serem verdadeiramente niveladas: de momento com 90 mortos com tendência para aumentar (com a localidade de Juchitan/estado de Oaxaca a liderar já com 71 mortos). Para já não falarmos das réplicas na ordem das várias dezenas (mais de 60 com M4.5 ou maior, sendo a última de M4.5 registada hoje pelas 12:00 UTC ‒ mais de dois dias depois do M8.1). E ainda do outro lado com um dos três furacões (Katia) circulando pelo Golfo (do México), mas acabando por se dissipar ao atingir terra (lá para os lados de Vera Cruz). Mas com muito menor impacto (Sismos) comparando com as tempestades (Furacões) ‒ até porque um é Mexicano, o outro Norte-Americano, estando separados pelo Muro (já existente que não de Trump): com um critério noticioso tendo como único objetivo o Mundo Ocidental (América do Norte + Europa Ocidental < 15% da população) e desprezando todos os outros como se só os primeiros existissem (Resto do Mundo > 85% população). E sendo assim voltando aos furacões Irma e José.

 

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 Havana ‒ Cuba

(colapso de um prédio provocado pela passagem do furacão Irma)

 

Como não poderia deixar de ser com toda a América do Norte e Europa Ocidental especialmente neste fim-de-semana aguardando ansiosamente por notícias vindas dos EUA, com estações norte-americanas por cabo e com implantação global como a FOX e a CNN a bombardearem-nos ao segundo com notícias exaustivas (mesmo cansativas) sobre o furacão IRMA (o outro ‒ JOSÉ ‒ ainda só lhe seguido a peugada), criando um cenário de luta heroica travada entre uma Grande, Corajosa e Excecional Nação, só ela sendo capaz dentro de toda a adversidade e desequilíbrio do combate de derrotar o inimigo mesmo depois da batalha travada, talvez perdida, mas jamais deixando de lado a reconstrução (da sua nação) e a luta pela manutenção da sua soberania (e supremacia) mesmo numa guerra desproporcionada (aparentemente) contra a Natureza (e já agora contra o Aquecimento Global, negado por Trump e pelos Republicanos). De momento e tendo o furacão KATIA passado a tempestade (notícias de pelo menos duas mortes no México) com o furacão IRMA e JOSÉ (de momento de categoria 4) a continuarem o seu caminho aparentemente na mesma direção (costa do México/EUA), separados por cerca de 16⁰ de longitude e transportando consigo ventos podendo atingir mais de 200Km/h.

 

(imagens: telegraph.co.uk/cnn.com/dailystar.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:48

08
Set 17

Com a terra ainda a tremer do lado do Pacífico (sismo de M4.2 pelas 21:13 UTC)

E com três furacões ainda ativos do lado do Atlântico (Irma, Katia e José)

 

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 Evolução da tempestade tropical

(previsão)

8/13 Setembro

 

Com o furacão IRMA a atravessar a região de Cuba e das Bahamas no seu trajeto em direção à costa da Flórida, outros dois furacões também criados nesta zona do Atlântico sensivelmente pela mesma altura (surgindo já com o furacão Irma em ação), parecem querer deteriorar ainda mais a situação meteorológica e juntar-se ao caos já instalado nesta região da América Central: falamos do furacão KATIA (neste momento de categoria 2) a caminho do México e do furacão JOSÉ (neste momento de categoria 4) na peugada do IRMA.

 

Nas próximas horas com as Bahamas e Cuba a sofrerem os efeitos do furacão IRMA (desejando-se que a tempestade passe ao lado) para no dia seguinte (e tal como previsto) a Flórida ser finalmente atingida pela frente de furacão (na melhor das hipóteses talvez de categoria 2/3) ‒ de qualquer forma com rajadas de vento na ordem dos 150Km/h a 200Km/h, acompanhadas de elevada precipitação e em função do estado dos terrenos podendo dar origem a grandes inundações (e podendo afetar todo o estado da Flórida).

 

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 Furacão Katia, Irma e José

(da esquerda para a direita)

8 Setembro 2017

 

No caso do furacão KATIA movendo-se para já lentamente no Golfo do México, com o seu pico máximo a estar previsto (de atingir) antes do mesmo tocar terra no decorrer do dia de sábado (dia 9). No caso do México com o país a poder ser atingido na sua costa Atlântica (Vera Cruz no alvo) por um furacão de categoria 2 (KATIA), enquanto na sua costa do Pacífico se acaba de deparar com um sismo de M8.1 (seguido de tsunami) afetando especialmente os estados de Oaxaca e de Chiapas e fazendo-se sentir mesmo na Cidade do México (a capital).

 

 (imagens: noaa.gov/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:42

Sismo de Magnitude: 8.1

Região: Offshore de Chiapas/México

Data: 8 Setembro 2017 04:49:21 UTC

Profundidade: 72Km

Distância: 98Km SW Pijijiapan/México (15200 habitantes/23:49 locais)

 

Num menu Centro-Americano

 

E se de um lado do continente face à obscuridade asfixiante provocada pelo furação pouco se via ou nada se queria ver (tanta era a destruição), do outro lado e provavelmente provocado pela fricção existente entre placas (tectónicas) o céu iluminou-se com as Luzes do Terramoto.

 

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 As “Luzes do Terramoto” na Cidade do México

(aquando do sismo registado esta noite dia 8 Setembro)

 

Enquanto do outro lado da América Central (e da ponta sul da América do Norte) uma tempestade de categoria 5 (furacão IRMA) tem assolado diversas ilhas das Caraíbas no seu eventual caminho em direção à costa leste dos EUA (tendo logo à frente o estado da Flórida) ‒ deixando atrás de si um rasto catastrófico de destruição material e com o número de vítimas e desalojados sempre a aumentar eis que agora e do lado ocidental (da América Central/Norte) um forte tremor de terra assolou o México (assim como a Guatemala) sentindo-se mais intensamente os seus efeitos nos estados sulistas (mexicanos) de Chiapas e de Oaxaca: com o sismo de maior intensidade e de epicentro a 98Km a SW da localidade mexicana de Pijijiapan/Chiapas (um ponto localizado no mar a cerca de 70Km de profundidade) a atingir a magnitude 8.1 (pelas 04:49 UTC) sendo seguido de diversas réplicas (com a seguinte a atingir M5.7/12 minutos depois e com a última registada na zona a atingir M5.2/mais de 7 horas depois) e de avisos para a possível ocorrência de tsunamis (dada a possibilidade de terem ocorrido desabamentos submarinos como consequência do fortes sismo).

 

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 Os estados mexicanos de Oaxaca e de Chiapas (os mais atingidos pelo sismo M8.1)

E o aparente tsunami associado (com as águas inicialmente a recuarem)

 

Para já sem dados adicionais sobre o acontecimento mas com as regiões certamente mais afetadas a serem a de Chiapas e a de Oaxaca (por um lado e dada a profundidade do epicentro do sismo prevendo-se um impacto menor nas estruturas edificadas, mas por outro lado sendo expetável a ocorrência de um tsunami talvez com ondas até um metro) ‒ isto se não surgir ainda uma réplica idêntica (ou superior) nas próximas horas.

 

E se no caso da costa leste do continente americano (norte/centro) o furacão IRMA continua a sua caminhada em direção ao estado norte-americano da Florida (mas já tendo descido de categoria 5 para 4) ‒ no próximo fim-de-semana atingindo os EUA e mesmo perdendo força não deixando de ser uma grande tempestade tropical transportando consigo ventos fortes, elevada precipitação e cenários propícios para grandes inundações (não deixando de recordar que outros dois furacões já evoluem na mesma zona o José e o Katia) ‒ não se podendo ainda prever muito bem como tudo isto irá acabar (sendo a primeira vez que três furacões se apresentam simultaneamente nessa região do Atlântico): com toda a zona das Caraíbas em completa polvorosa (sobretudo falando-se de grandes destruições materiais) e hoje com as Bahamas e com Cuba a sujeitarem-se a um tratamento a que não estarão tão habituados (no fundo naquela zona atravessando-se agora o período crítico dos furacões e de outras grandes tempestades tropicais); já do outro lado e acompanhando um dos braços do Círculo de Fogo do Pacífico (a zona da terra mais viva e mais ativa tanto a nível sismológico como vulcanológico) com um forte sismo de M8.1 a abalar a costa do Pacífico como já é habitual ocorrer em todos os territórios adjacentes e rodeando o Anel (de Fogo).

 

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 O Olho do furacão Irma a 5 Setembro

(na altura de categoria 5 e entretanto passando a 4)

 

Deixando uma pequeníssima região do Globo completamente cercada por fenómenos naturais (possíveis de originarem cenários violentos e catastróficos), tendo de um lado “o céu a cair sobre as suas cabeças” (Caraíbas) e do outro “a terra fugindo sob os seus pés” (México). Sob os pés:

 

At least 15 killed in Mexico's 8.1M quake, one of biggest quakes ever.

(ktvu.com)

 

The most powerful earthquake to hit Mexico in 100 years struck off the nation’s Pacific Coast late Thursday. About 50 million people across the country felt the earthquake, which had a magnitude of 8.2, according to the Mexican government.”

(nytimes.com)

 

(imagens: metro.co.uk/express.co.uk/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:33

20
Mar 17

No México trava-se uma luta de morte entre a população mexicana e os cartéis de droga que aí operam: e sendo um negócio extremamente lucrativo tendo a conivência do Estado. Mais tarde do que se pensa começando a fazer parte tal como a prostituição, de uma potencial e a curto-prazo receita extraordinária de Estado. Daí não ser de espantar o Muro de Donald Trump (que por acaso já existia).

 

Aproveitando um pequeno espaço de tempo disponibilizado para se poder dizer algo sobre alguns casos concretos (sobre um facto confirmado e com provas irrefutáveis da ocorrência do mesmo), observo aqui como exemplo de um evento criminoso ignorado pelas autoridades responsáveis (nunca tomando a iniciativa da investigação), a manifestação organizada por alguns cidadãos mexicanos do estado de Vera Cruz (pais das vítimas a seguir referenciadas), protestando contra a indiferença do seu governo face à descoberta num terreno dessa mesma região de várias sepulturas clandestinas contendo mais de 250 crânios humanos (quase todas vítimas inocentes da guerra de droga declarada e há muito instalada em Vera Cruz no México) – com conhecimento da polícia e sem uma única intervenção desta (muitos destes sob suspeita de integrarem esquadrões da morte).

 

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Um dos locais onde foram encontrados os crânios humanos

(num total de 250)

 

Veracruz state says up to 2,600 people have disappeared under suspicious circumstances since 2010, at the start of Duarte's term. The Mexican government estimates some 27,000 people have gone missing nationwide since drug-related violence surged a decade ago.

 

Num estado mexicano onde há muitos anos quem verdadeiramente controla e dirige o dinheiro e o território são grupos armados trabalhando para o narcotráfico, contando não só com a participação de grupos fortemente armados e organizados (em cartéis), como com a colaboração da própria polícia e de dirigentes políticos altamente colocados, os primeiros integrando esquadrões da morte e os segundos encobrindo, recebendo e esquecendo. Com o Presidente do México Enrique Pena Nieto a poder vir a ser recordado como o recordista no falhanço na Luta pela Preservação dos Direitos Humanos no seu país (muito mais que as 300 até agora registadas), assim como já o é o seu ex-colega de partido (PRI), ex- Governador do estado de Vera Cruz e agora fugitivo procurado pela Justiça mexicana Javier Duarte de Ochoa (Governador de 2010 a 2016): como não poderia deixar de ser acusado de corrupção (o pagamento por não ver).

 

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Mães dos desaparecidos

(serviço religioso celebrado em nome das vítimas)

 

Grieving relatives had been unsuccessful for years in getting local authorities to investigate drug war killings in Mexico. The 2014 disappearance of 43 student teachers in Guerrero state marked a turning point after impromptu search parties uncovered unrelated burial sites across the country.

 

Um período de tempo que coincide em grande parte com o mandato iniciado em 2012 pelo atual presidente mexicano Enrique Nieto, durante o qual o seu colega mais novo e também militante do eterno partido no poder (no México o PRI), se começou a fazer notar ao aparecer associado a muitos desses crimes, começando pela descoberta de 35 corpos (previamente torturados e atirados para camiões), passando pela descoberta de mais 250 crânios (de vítimas decapitadas) e acabando na morte daqueles que se atreviam a tentar descobrir a verdade e assim denunciá-los: com o Governador inicialmente a ameaçar os jornalistas quando os mesmos lhes colocavam questões pertinentes e ligados a esses casos criminosos envolvendo droga e morte (estranhamente sem solução à vista) e com o seu desejo (ou intenção de Javier Ochoa) a concretizar-se na perfeição com o assassinato de pelo menos 15. Pedindo de seguida a demissão (ao ser acusado) e desaparecendo de vista (para os que estiverem interessados com um prémio de mais de 700 mil euros para quem o capturar).

 

(texto/itálico e imagens: reuters.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:19

30
Mai 16

“A Muralha de TRUMP só teria alguma utilidade se fosse aplicada no esmagamento de todo o tráfico (droga, armas, mulheres) e da elite dos traficantes (instalada no poder). Teria muita gente a erguê-la e depois a derrubá-la.”

 

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Enquanto no MÉXICO os diferentes cartéis de droga continuam em alta na produção e distribuição de drogas (duras e ilícitas como a HEROÍNA) no mercado norte-americano (tentando mesmo arrumar outros cartéis ligados à comercialização do mesmo produto oriundos da ÁSIA), os EUA vêm-se agora a mãos com o poder reforçado dos cada vez mais fortes e influentes cartéis de droga mexicanos – logicamente servindo-se de apoios internos e externos: no MÉXICO alicerçando-se na teia de violência, de crime e de corrupção (sem castigo nem mesmo moral) que atravessa toda a liderança política mexicana (incapaz de combater e recusar os milhões vindos do tráfico) e nos EUA usufruindo da colaboração dos recetadores (desde pequenos traficantes a grandes comissionistas) e de todos os mecanismos de mercado (como se sabe sempre recetíveis a produtores de mais-valia, sejam mais ou menos legais).

 

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Num mercado que perdura há já várias dezenas de anos e num negócio cada vez mais lucrativo – e desejado (como o comprova o início da comercialização em vários estados norte-americanos de drogas leves como a cannabis e o crescimento espetacular das receitas com a mesma transação) – onde terão que existir sempre duas partes até o produto chegar ao seu destino (o passivo consumidor): o que vende e o que compra. Ah! E pelo meio os BANCOS. Com o Objeto sempre à tona (DROGA) e o Sujeito como um subproduto (TOXICODEPENDENTE). Não sendo pois de espantar que neste mundo de terror e (no entanto) de boémia para alguns, os prevaricadores tenham respostas capazes de enternecer: do tipo “apenas fiz isto para ter uma vida melhor”. Apesar de pertencerem ao cartel SINALOA que controla neste momento o mercado de heroína nos EUA.

 

(imagens: theimmigrants2010.wordpress.com e washingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:16

11
Dez 15

Esta fotografia foi tirada no passado dia 8 algures na costa Atlântica do México, na companhia de uns bichinhos focinhudos e com uma cauda bastante comprida, deveras curiosos com a presença de um novo contingente de turistas nos seus territórios habitualmente partilhados: e como é habitual nestes casos, com os animais extremamente interessados em comer!

 

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México – Quatis

 

O hotel está cheio desses animais que vem atras de ti a ver se tens comida.
Um deles veio com o nariz até à minha mão.
Mas depois ao ver que não temos comida fogem logo.
Hoje demos um pãozinho aqueles animais (os quatis) e um tentou trepar pela minha perna.
E arranhou-me e não foi pouco.
Ele devia pensar que tava a subir na árvore dele.

 

Frequentadores habituais destas zonas costeiras localizadas no sul do Golfo do México (bem à frente de Cuba) e tal como os nossos cães e os gatos perseguidores constantes de todos aqueles que lhes poderão providenciar serviços básicos de sobrevivência: como a comida e a amizade. Vivendo no seu paraíso entre praias, hotéis e turistas.

 

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Estado de Quintana Roo – Riviera Maia

 

Vimos uns animaizinhos muito fofos e uns pássaros lindos.
E quando fomos dar um mergulho na praia com água quente, vimos peixinhos que nos rodeavam na água e que vinham dar beijinhos.

 

Mas não são só estas belas praias nem os seus simpáticos bichinhos (como os quatis) que atraem a curiosidade de todos aqueles que visitam esta zona do globo terrestre conhecida como a Riviera Maia: também as suas célebres pirâmides da Civilização Maia (oriundas dos tempos pré-hispânicos) e os seus lagos subterrâneos ligados à superfície (os cenotes) nos levam para outras culturas e diferentes visões sobre o mundo.

 

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Grande Cenote – Tulum

 

Nadamos no cenote que é uma espécie de lago (uma piscina natural numa gruta).
E comemos tortilha feito na hora e fizemos uma limpeza espiritual maia.

 

Mas um dos animais mais típicos e resistentes desta zona de desenvolvimento urbano e turístico deste estado mexicano onde se insere a Riviera Maia é sem dúvida a iguana. Não só porque esta espécie se teve que adaptar ao repentino desenvolvimento artificial e humano registado no seu espaço de vida (implicando a invasão do seu território pelo imobiliário e pela indústria turística), como para sua infelicidade e como consequência da invasão de grandes e sucessivos contingentes de humanos, se ter transformado num prato tradicional (como nos estados de Tabasco e de Chiapas situados a oeste de Quintana Roo).

 

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Típica iguana mexicana

 

Ao pequeno-almoço vimos uma iguana pela janela.
E depois fomos lá dizer olá.
Vimos também iguanas com cerca de 5 quilos: os homens que as tinham pegavam nelas como bebés, de tão grandes e pesadas que elas eram.

 

Com os vestígios ainda intactos e bem conservados da existência em tempos antigos da Civilização Maia sempre presentes e rodeando-nos constantemente, como é o caso da pirâmide pré-colombiana de Cobá (construída há mais de mil anos). Num cenário onde a selva desapareceu para melhor acolhimento do curioso viajante e onde os técnicos souberam recuperar e preservar um tesouro histórico agora tornado lucrativo.

 

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A Via Sagrada Maia – Pirâmide de Cobá

 

Vamos ver Cobá e Tulum.
O passeio é amanhã.
Estamos a descansar para ir jantar e depois beber umas tequilas.

 

Uma região atualmente virada para o turismo e para o comércio a ele associado, onde há mais de mil anos surgiu uma civilização social e culturalmente avançada e bem organizada para a época e que deixou para todas as futuras gerações muitos conhecimentos em astronomia, em arquitetura e até no ramo da escrita. Uma Civilização que verdadeiramente acreditava em ciclos temporais (de Vida) e na ocorrência de eventos de tempos-a-tempos (catastróficos).

 

Um continente que nunca pisei (Daniel) mas onde ela já esteve (Daniela).

 

(texto/itálico: D – imagens: D&D)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:23

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