Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

03
Jun 16

Se no decorrer do nosso processo evolutivo nos quisermos transformar numa raça de verdadeiros sobreviventes (e sabendo de antemão que fomos produzidos à imagem dos nossos Criadores) – neste Universo existindo sob o comandado e orientação de invisíveis e poderosas forças eletromagnéticas, interagindo constantemente entre as mesmas e a sua consubstancia a matéria – em vez de continuarmos a ignorar o dia do Juízo Final (como um crente em silêncio à espera do milagre) deveríamos era partir e colonizar outros mundos – subindo mais um nível na Pirâmide da Criação. Que talvez tenha outras formas de aceder ao seu cume e até de se entrar numa outra realidade.

 

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O Faraó e o seu punhal

 

Hoje fiquei a saber mais duas coisas, que até agora não eram do meu conhecimento:

 

-Que o faraó que durante a 18ªdinastia reinou no EGITO entre os anos 1327/1336 AC (ou seja há 3334 anos) e por todos nós conhecido como TUTÂNCAMON (o rei-jovem falecido apenas com 19 anos de idade) era possuidor de um punhal de origem EXTRATERRESTRE;

 

-Que um macaco cuja espécie se encontra em perigo de extinção e habitando na ilha indonésia de SULAWESI, foi apanhado a tagarelar em frente a uma câmara de vídeo aparentando querer comunicar – antes de não o conseguindo fazer e talvez por irritação, a tentar arrancar do local.

 

Dois episódios distintos no espaço e no tempo mas que no entanto têm algo de comum: contacto e comunicação.

 

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O Macaco tagarela de Crista-Preta

 

Coisas que despertando-nos curiosidade, logo nos levam a querer saber algo mais:

 

-No caso do sarcófago de Tutâncamon com o punhal aí encontrado a apresentar na sua composição taxas de níquel e de cobalto, compatíveis na sua origem com as dos meteoritos de ferro. Descoberto numa região que centrada no Mar Vermelho (e com um raio de 2.000Km) apresenta no seu interior vestígios de pelo menos dez impactos de meteoritos de ferro, ocorridos no passado – e com um deles contendo percentagens de níquel e de cobalto como o da mistura encontrada no punhal. Neste caso identificado como tendo origem num fragmento do meteorito KHARGA, descoberto há 16 anos no planalto calcário de MERSA MATRUH, um porto no Mediterrâneo a cerca de 150Km de Alexandria.

 

-No caso do macaco de crista-preta da ilha indonésia de Sulawesi – apanhado no decorrer de uma gravação numa prolongada tagarelice com uma câmara de vídeo (colocada no seu habitat natural) – tornando mais uma vez bem claro e como mais um facto inquestionável (como se tal ainda fosse necessário), que outros seres vivos também pensam e para sobreviverem comunicam. Como o confirmam os investigadores: "Teeth chattering is seen in many primate species and has been proposed to have a range of social functions" (Susan Wiper and Stuart Semple/seeker.com). Neste caso provavelmente não passando de meros gestos demonstrativos da curiosidade e da necessidade de investigação por parte do macaco, posto perante algo de novo, necessitando de ser tocado e se necessário por sons ser convidado a responder: reagindo e interagindo. No momento do macaco de crista-preta talvez não passando de uma mera resposta ao seu próprio reflexo (nas lentes da câmara).

 

Situações que nos elucidam um pouco mais sobre a nossa História passada (na esmagadora maioria dos pontos da cronologia da TERRA e do HOMEM ainda profundamente desconhecida), seja por vestígios de um passado misterioso e certamente oriundos do Espaço exterior à Terra (transportados por corpos celestiais viajantes) ou pela capacidade extraordinária de outras espécies que não a nossa e que mesmo hoje com todo o nosso desenvolvimento, saber e conhecimento ainda não conseguimos entender – catalogando-as na sequência do processo de descarte e de esquecimento como selvagens e irracionais (como nós já fazemos mesmo entre nós) e esquecendo-nos que no fundo e na sua essência (organização e sobrevivência) eles são por nascimento e por residência em tudo um pouco como nós.

 

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A curiosidade do Porco-Selvagem

 

Tendo estes acontecimentos a grande virtude de além de terem sido registados em ambientes ainda preservados de acordo com as leis da Natureza (e do direito ao seu usufruto por tudo e por todos) – com fauna e flora selvagem coabitando num ambiente ainda virgem e eventualmente despoluído – também terem sido observados sem nenhum limite ou preconceito e aceitando de mentes abertas todas as hipóteses em cima da mesa (internas ou externas):

 

-Com a História rodeando o período em torno do reinado do Rei-Rapaz Tutâncamon (um curtíssimo espaço de 9 anos) a ter repercussão mais de três mil anos passados (sobre o seu reinado), correlacionando a existência de um certo artefacto (desse tempo distante da História do Egipto, a 18ª dinastia), com os objetos divinos provenientes do Espaço e com toda o mistério e magia por eles transportada. Deixando-nos de sobreaviso sobre a nossa própria História oficial, tendo em consideração que entretanto muitos outros artefactos deram à luz, muito deles invocando uma presença alienígena ou outro tipo de explicação paralela – mas na base semelhante (senão mesmo idêntica mas separada no conjunto Espaço-Tempo): que a Vida na Terra se tem feito por Saltos Evolutivos (ciclos alternando entre o aparecimento e desaparecimento parcial de uma certa espécie, como se fizéssemos RESET e após a conclusão da anterior transformação – ou replicação) – sugestão sedentária – ou em alternativa que seremos originários do Espaço (os verdadeiros alienígenas no que à Terra diz respeito) e que um dia para lá voltaremos – sugestão nómada. Muito por necessidade mas também por aventura (o supremo prazer do acaso);

 

-Como até o nosso amigo porco-selvagem (talvez mais nosso familiar do que se pensa) o evidência e confirma: no seu passeio habitual pelo seu habitat natural (a selva) sendo imediatamente despertado na sua curiosidade pelo seu encontro casual com algo não identificado (uma câmara de vídeo), mal percecionada e sentida considerada como de necessária e imediata compreensão – sentindo-a, interpretando-a, recolocando-a no seu arquivo (demonstrando inteligência) e como nós sempre fazemos prosseguindo o seu caminho.

 

Fazendo sobressair o poder duma mente sem limites – sem parâmetros fixos de tempo e de espaço (não tendo referência nem data) e apenas conjugando em Matéria, Energia e Movimento – com capacidades nunca antes exploradas (mesmo que replicadas em sucessivas versões). E dando razão a William Shakespeare – “Ser ou não ser eis a questão” – e um pouco menos a René Descartes – “Penso, logo Existo” – com um ainda na dúvida (prefiro) e o outro já com certezas (muitas delas sinal claro de incerteza).

 

(dados: livescience.com e seeker.com – imagens: AP/WCS)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:53

11
Jun 14

Com uma máquina fotográfica na mão todos nós somos fotógrafos: e se isto se passa connosco porque não suceder com outros animais (por exemplo com os nossos queridos e parecidos irmãos primatas)? Pelos vistos o resultado pode ser espectacular.

 

Macaco fotografa-se

 

Apoderando-se indevidamente da câmara do fotógrafo profissional David Slater, este curioso e atrevido macaco natural da Indonésia, resolveu também dedicar-se à arte da fotografia. Apanhando o fotógrafo momentaneamente desprevenido, o macaco aproveitou-se da ocasião (a ocasião faz o ladrão), roubou-lhe a máquina fotográfica e depois de compreender minimamente o seu funcionamento (basicamente o botão colocado junto das lentes, que o reflectiam e intrigavam), pôs-se a disparar duma forma ininterrupta e entusiasmada: a Self anterior é um desses exemplos.

 

Como residente em Albufeira proponho que este profissional da fotografia (com trabalho já publicado) seja desde já requisitado para a cada vez mais próxima época de Verão, já que se espera a presença de vários VIP na região, com necessidade (quase de sobrevivência) de serem vistos e fotografados. Ainda mais agora com a nova moda dos Selfies. Um amador com a categoria deste a actuar no Algarve seria logo um sucesso imediato, dispondo certamente de grandes probabilidades de ainda vir a participar em grandes eventos sociais (como o Big Brother) e até de chegar brevemente a deputado (e porque não ao parlamento europeu).

 

(imagem – David Slater/Caters News/ZUMAPRESS.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:34

16
Dez 13

“Com o seu regresso do exílio a partir de França e após a queda do último Xá do Irão Reza Pahlavi, o grande líder espiritual da Revolução Iraniana Ruhollah Khomeini fundou com todos os seus fiéis e religiosos seguidores, o moderno estado islâmico: hoje em dia uma grande potência petrolífera militar e nuclear e complementarmente com poderosos apoios de dois dos maiores países do mundo – Rússia e China”

 

E entre as novas potências emergentes, eis que surge o Irão


Fargam – O Segundo Herói Espacial Iraniano

 

O Irão acaba de lançar o seu segundo primata (um nosso semelhante) em direcção ao Espaço Exterior – mais precisamente em 14 de Dezembro de 2013. No interior duma cabine colocada no topo dum foguetão lançado pela ISNA dum local desconhecido (em território iraniano), o nosso semelhante tornou-se no segundo primata a ser lançado com sucesso no espaço, regressando de novo à Terra sem problemas e em perfeitas condições. O nosso primata – um pequeno macaco macho de nome Fargam – terá sido lançado a bordo de uma pequena cápsula acoplada a um foguetão Pajohesh, resultado do desenvolvimento científico de tecnologia estrangeira adaptada e desenvolvida por cientistas nacionais e internacionais, trabalhando no interior do Irão.

 

Na sua primeira aventura “extra-terrestre” efectuada no início deste mesmo ano, o Irão já lançara um outro primata no espaço – um macaco de nome Pishgam – chegando este a atingir a bordo da sua cápsula uma altitude na ordem dos 120 km. No entanto muitas vozes se levantaram contra o sucesso total do programa espacial iraniano, mencionando que o macaco não teria sobrevivido à viagem – afirmando mesmo alguns especialistas em questões espaciais iranianas que o macaco inicial não seria o mesmo apresentado no fim da referida viagem (uma das fotos poder-se-ia mesmo referir a um outro macaco já falecido, associado ao projecto espacial iraniano).


Lançamento do foguetão iraniano com Fargam a bordo

 

Mas aqui o que interessa para o Irão (e para os seus líderes) e numa primeira etapa de concretização efectiva do seu programa espacial – seja ele qual for – não é se o macaco sobreviveu ou não, mas a capacidade efectiva dos seus foguetões em concretizar o que se lhes é exigido: e nisso o Irão parece ir de vento em popa na confirmação do seu projecto, o que associado ao seu crescente poderio na área da energia nuclear e no seu desenvolvimento e aplicação imediata, o poderá tornar a curto prazo numa grande potência mundial – e isso a administração norte-americana já o reconheceu através do seu presidente Barack Obama, não se percebendo no entanto ainda muito bem a sua opção final (ou alternativa se quiser continuar a impor-se na zona).

 

Como as ambições não se ficam por aqui – o que acontece quando a recompensa pode ser grande – o Irão projecta já o envio doutros animais para o espaço exterior numa nova viagem de ida e volta, mas agora utilizando outros animais preferencialmente de maiores dimensões. Podemos assim projectar no futuro que gorilas e humanos poderão estar na calha dos Novos Pioneiros Iranianos.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:05

18
Jul 11

Honduras – Túmulo Maia

 

O primata que vemos passar no lado inferior direito da imagem representada acima, é um nosso familiar pertencente ao mesmo grupo de mamíferos e que há milhares de anos percorre connosco, o nosso planeta Terra.

 

Vai em passo ligeiro, tronco erecto, cauda bem esticada e personalizada, cabeça indicando o caminho e a direcção a seguir. É belo o espaço que o rodeia, natureza em profusão de cores e de vida, com muros erguendo-se sobre o solo e com formas entrelaçadas e estranhas, direitas, orientadas e simétricas. Mas o macaco não reconhece o fenómeno e encara-o como mais um espaço, dentro do espaço.

 

A Natureza é bela, quando é partilhada!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:40

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