Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

03
Abr 17

"I had been thinking that I might not be receiving any more strong solar storms this cycle, but am thrilled to receive this activity.

And there might be more to come if AR2644 continues to flare."

(Novo México – rádio amador Thomas Ashcraft – ao escutar um tremendo ruído de estática transmitido via rádio aquando da chegada dia 1 de Abril da chama solar M4.4).

 

m4_strip.jpg

Acontecimento

A explosão na mancha solar AR 2644 que originou a chama de classe M4.4

(no dia 1 de Abril de 2017)

 

O Sol continua numa fase de franca atividade, apesar de segundo o que afirmam os cientistas, estar neste momento a atravessar um período de baixa atividade do seu ciclo solar. E assim na continuação de vários dias de explosões na superfície do Sol, do aparecimento de manchas solares e de ejeção de CME, uma dessas manchas que não a AR 2645 (há dias a mais temida pela sua dimensão e por estar virada para a Terra) começou a manifestar-se e a entrar intensamente em ação: com a macha solar AR 2644 (na extremidade direita da imagem) a explodir no passado sábado (1 de Abril) e a produzir chamas da classe M4.4 e respetivas CME enviadas na nossa direção.

 

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Consequências

Índice de raios ultravioletas – escala 1/10 – risco elevado p/pele (6/7)

(03.04.17)

 

Segundo a spaceweather.com considerada a maior chama solar produzida desde o início de 2017 mas seguida logo a 2 de Abril por outra de classe M5 (numa escala de classes indo da mais baixa B seguido de C e M até à classe mais alta X – com cada classe graduada de 1 a 9). E em função desta inesperada e intensa manifestação por parte do Sol com a NOAA a prever 60% de probabilidades de assistirmos a mais explosões solares da classe M e mesmo 20% de classe X – precisamente hoje dia 3 de Abril. Como sempre e como em todos os casos envolvendo radiações extremas ultravioletas enviadas pelo Sol (CME), prevendo-se grandes interferências e mesmo interrupções em certas frequências de rádio (ondas curtas) – com alguns casos a serem já detetados nas regiões do Pacífico e do Índico.

 

(texto: dados retirados de spaceweather.com – imagens: sdo.gsfc.nasa.gov e weatheronline.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:08

02
Abr 17

Sobressalto no seu período habitual de sono, o Sol vai acordando e adormecendo.

 

hmi1898 B.gif

Mancha solar AR 2645

(a maior ao centro)

 

Com o SOL ainda há uns dias atrás a parecer querer comprovar a sua entrada num ciclo de baixa atividade solar, eis que no início do mês de Abril e na continuação do recrudescimento dessa mesma atividade registada nos finais do mês anterior, a nossa estrela não só nos apresenta uma enorme mancha solar virada na direção do nosso planeta (numa área onde a Terra caberia várias vezes só num dos seus núcleos) – a mancha AR 2645 no centro da imagem à esquerda – como e devido à presença de um buraco na sua superfície nos envia ventos solares atingindo a nossa atmosfera e assim contribuindo para o já carregado ambiente eletromagnético envolvendo a Terra – o buraco no centro/direito da imagem à direita.

 

coronalhole_sdo_blank B.jpg

Buraco na coroa solar

(centro-direita)

 

No entanto e para já com a mancha AR 2645 a continuar ativa mas relativamente tranquila, apesar do seu campo magnético beta-gama para já ir emitindo raios-X (solares) de classe C (chamas solares fracas) mas podendo dentro das suas características podendo atingir a classe M (chamas solares moderadamente fortes) – numa escala que vai de B (as mais fracas) a X (as mais fortes). Com esta atividade a manter-se pelos próximos dias 2 e 3 de Abril e com a NOAA a prever 10% de probabilidade de nas próximas 24 horas a Terra poder ser atingida por raios solares da classe M. Pelo que e passada quase uma semana desde o aumento de atividade na superfície do Sol e com os ventos solares a continuarem a atingir-nos, para quem vive perto dos polos (norte ou sul) o espetáculo celeste e noturno continuará (a latitudes elevadas).

 

(imagens: spaceweather.com/nasa.gov)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:48

01
Ago 11

Manchas Solares

 

Das três manchas solares observadas em 31 de Julho, a mais activa é a 1261 – NASA

 

“Uma mancha solar é uma região onde ocorre uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol, estando intimamente relacionadas ao seu campo magnético, cuja intensidade média é de 1 Gauss, chegando a milhares de Gauss próximo a elas. Quanto maior sua quantidade, maiores são as alterações na ionosfera terrestre, influindo nas comunicações de rádio no planeta Terra.” (Wikipédia)

 

Asteróides

 

Asteróide 2005YU55 – vai passar próximo da Terra, não apresentando risco de colisão

 

Asteróide

Data (UT)

Distância

Dimensão

2005YU55

8Novembro

0.8DL

175metros

 DL – Distância lunar

1DL = 384.401Km

 

Asteróide 2010TK7 – o primeiro troiano da Terra, aqui assinalado a verde

 

“Um asteróide é um corpo menor do sistema solar, geralmente da ordem de algumas centenas de quilómetros apenas. É também chamado de planetóide. Os asteróides estão concentrados em uma órbita cuja distância média do Sol é de cerca de 2,17 a 3,3 unidades astronómicas, entre as órbitas de Marte e Júpiter. Esta região é conhecida como Cinturão de Asteróides. De acordo com as teorias mais modernas, os asteróides seriam resultado das condensações da nebulosa solar original, mas que não conseguiram aglomerar toda a matéria em volta na forma de um planeta devido às perturbações gravitacionais provocadas pelo gigantesco planeta Júpiter. Outra teoria afirma que aí existia um planeta, mas que foi destroçado pela sua proximidade com Júpiter. Os asteróides troianos constituem outros espécimes particulares de planetóides que orbitam fora do cinturão.” (Wikipédia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:01

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