Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

05
Jun 20

Já inserida no 25º Ciclo Solar (cada ciclo durando em média 11 anos e com a contagem a ser iniciada em 1755, ano do sismo de Lisboa) com a mancha AR2765 integrando a superfície do Sol e acompanhando o movimento de rotação da nossa estrela ─ completando o seu movimento em torno do seu eixo virtual em cerca de 27 dias ─ a começar a virar-se em direção à Terra, mas pelas suas características e segundo os cientistas sendo reduzida a possibilidade de ejetar intensas massas coronais (CME) na nossa direção.

 

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Mancha Solar AR2765

Início do 25º Ciclo Solar

 

Por sinal e como consequência do lançamento da Sonda Solar Parker concretizado em 12 de agosto de 2018 (de Cabo Canaveral e tendo como gerador de energia painéis solares fotovoltaicos) ─ em 29 de outubro do mesmo ano tornando-se na nave atingindo maior aproximação à nossa estrela, a um distância inferior a 43 milhões de Km (a Terra dista do Sol cerca de 150 milhões de Km), menor que a distância Sol/Mercúrio  ─ com o Astro-Rei a poder ser acompanhado “em proximidade” durante todo este 25º ciclo.

 

(imagem: SDO/HMI)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:03

24
Dez 19

[Na noite da visita do Pai Natal c/ as suas 10 renas (uma delas sendo Rodolfo) e prendas (respondendo aos nossos pedidos enquanto crianças) − mas não se sabendo ao certo, se castanho, verde ou vermelho (o protagonista).]

 

Coincidindo com a chegada do menino Jesus (25 de dezembro) e com a Passagem de Ano (de 2019/20) comemorando-se no próximo ano (de 2020) o início do 25º Ciclo Solar.

 

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Na transição do 24º CICLO SOLAR para o 25º CICLO SOLAR e atravessando de momento (dezembro de 2019) a nossa estrela de referência − o SOL – um período de atividade mínima (desde há 40 dias sem nenhuma mancha solar visível) – mas por outro lado abrindo as portas aos Raios Cósmicos − eis que no seu Hemisfério Sul uma MANCHA SOLAR aparece aparentemente oriunda do 24ª Ciclo Solar, mas podendo ser catalogada (ainda não numerada) como uma já pertencendo ao 25º Ciclo (podendo desse forma, marcar o seu início).

 

Numa imagem fornecida pela NASA através do seu SDO (Observatório Dinâmico Solar) – uma sonda utilizando câmaras de alta definição e ultravioletas para estudar o Sol – apresentando-nos finalmente uma mancha solar bem visível, descendente do ciclo anterior, mas com polaridade contrária: ocorrendo este fenómeno − mudança da polaridade das manchas solares (de -/+ para +/-) e tal como sucede neste caso − sendo o mesmo um sinónimo de entrada de um novo Ciclo Solar (o 25º). Numa contagem iniciada (1º Ciclo) em 1755.

 

E confirmando-se a entrada da nossa estrela no seu (desde que há registo) 25º CICLO SOLAR (tendo cada ciclo solar em média 11 anos) − finais de dezembro de 2019/janeiro de 2020 – e sabendo-se tal se iniciar (a mudança) a partir de um mínimo de atividade (que vivemos atualmente), por volta de 2025 (meio do ciclo) atingindo-se um pico máximo de atividade (maior número de manchas solares apresentadas/visíveis) com os Raios Solares a atingirem o seu período de mais intensa atividade (sobrepondo-se aos Cósmicos).

 

(texto/apoio e imagem: spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

03
Abr 17

"I had been thinking that I might not be receiving any more strong solar storms this cycle, but am thrilled to receive this activity.

And there might be more to come if AR2644 continues to flare."

(Novo México – rádio amador Thomas Ashcraft – ao escutar um tremendo ruído de estática transmitido via rádio aquando da chegada dia 1 de Abril da chama solar M4.4).

 

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Acontecimento

A explosão na mancha solar AR 2644 que originou a chama de classe M4.4

(no dia 1 de Abril de 2017)

 

O Sol continua numa fase de franca atividade, apesar de segundo o que afirmam os cientistas, estar neste momento a atravessar um período de baixa atividade do seu ciclo solar. E assim na continuação de vários dias de explosões na superfície do Sol, do aparecimento de manchas solares e de ejeção de CME, uma dessas manchas que não a AR 2645 (há dias a mais temida pela sua dimensão e por estar virada para a Terra) começou a manifestar-se e a entrar intensamente em ação: com a macha solar AR 2644 (na extremidade direita da imagem) a explodir no passado sábado (1 de Abril) e a produzir chamas da classe M4.4 e respetivas CME enviadas na nossa direção.

 

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Consequências

Índice de raios ultravioletas – escala 1/10 – risco elevado p/pele (6/7)

(03.04.17)

 

Segundo a spaceweather.com considerada a maior chama solar produzida desde o início de 2017 mas seguida logo a 2 de Abril por outra de classe M5 (numa escala de classes indo da mais baixa B seguido de C e M até à classe mais alta X – com cada classe graduada de 1 a 9). E em função desta inesperada e intensa manifestação por parte do Sol com a NOAA a prever 60% de probabilidades de assistirmos a mais explosões solares da classe M e mesmo 20% de classe X – precisamente hoje dia 3 de Abril. Como sempre e como em todos os casos envolvendo radiações extremas ultravioletas enviadas pelo Sol (CME), prevendo-se grandes interferências e mesmo interrupções em certas frequências de rádio (ondas curtas) – com alguns casos a serem já detetados nas regiões do Pacífico e do Índico.

 

(texto: dados retirados de spaceweather.com – imagens: sdo.gsfc.nasa.gov e weatheronline.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:08

02
Abr 17

Sobressalto no seu período habitual de sono, o Sol vai acordando e adormecendo.

 

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Mancha solar AR 2645

(a maior ao centro)

 

Com o SOL ainda há uns dias atrás a parecer querer comprovar a sua entrada num ciclo de baixa atividade solar, eis que no início do mês de Abril e na continuação do recrudescimento dessa mesma atividade registada nos finais do mês anterior, a nossa estrela não só nos apresenta uma enorme mancha solar virada na direção do nosso planeta (numa área onde a Terra caberia várias vezes só num dos seus núcleos) – a mancha AR 2645 no centro da imagem à esquerda – como e devido à presença de um buraco na sua superfície nos envia ventos solares atingindo a nossa atmosfera e assim contribuindo para o já carregado ambiente eletromagnético envolvendo a Terra – o buraco no centro/direito da imagem à direita.

 

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Buraco na coroa solar

(centro-direita)

 

No entanto e para já com a mancha AR 2645 a continuar ativa mas relativamente tranquila, apesar do seu campo magnético beta-gama para já ir emitindo raios-X (solares) de classe C (chamas solares fracas) mas podendo dentro das suas características podendo atingir a classe M (chamas solares moderadamente fortes) – numa escala que vai de B (as mais fracas) a X (as mais fortes). Com esta atividade a manter-se pelos próximos dias 2 e 3 de Abril e com a NOAA a prever 10% de probabilidade de nas próximas 24 horas a Terra poder ser atingida por raios solares da classe M. Pelo que e passada quase uma semana desde o aumento de atividade na superfície do Sol e com os ventos solares a continuarem a atingir-nos, para quem vive perto dos polos (norte ou sul) o espetáculo celeste e noturno continuará (a latitudes elevadas).

 

(imagens: spaceweather.com/nasa.gov)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:48

01
Ago 11

Manchas Solares

 

Das três manchas solares observadas em 31 de Julho, a mais activa é a 1261 – NASA

 

“Uma mancha solar é uma região onde ocorre uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol, estando intimamente relacionadas ao seu campo magnético, cuja intensidade média é de 1 Gauss, chegando a milhares de Gauss próximo a elas. Quanto maior sua quantidade, maiores são as alterações na ionosfera terrestre, influindo nas comunicações de rádio no planeta Terra.” (Wikipédia)

 

Asteróides

 

Asteróide 2005YU55 – vai passar próximo da Terra, não apresentando risco de colisão

 

Asteróide

Data (UT)

Distância

Dimensão

2005YU55

8Novembro

0.8DL

175metros

 DL – Distância lunar

1DL = 384.401Km

 

Asteróide 2010TK7 – o primeiro troiano da Terra, aqui assinalado a verde

 

“Um asteróide é um corpo menor do sistema solar, geralmente da ordem de algumas centenas de quilómetros apenas. É também chamado de planetóide. Os asteróides estão concentrados em uma órbita cuja distância média do Sol é de cerca de 2,17 a 3,3 unidades astronómicas, entre as órbitas de Marte e Júpiter. Esta região é conhecida como Cinturão de Asteróides. De acordo com as teorias mais modernas, os asteróides seriam resultado das condensações da nebulosa solar original, mas que não conseguiram aglomerar toda a matéria em volta na forma de um planeta devido às perturbações gravitacionais provocadas pelo gigantesco planeta Júpiter. Outra teoria afirma que aí existia um planeta, mas que foi destroçado pela sua proximidade com Júpiter. Os asteróides troianos constituem outros espécimes particulares de planetóides que orbitam fora do cinturão.” (Wikipédia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:01

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