Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Manifestações Solares

Quarta-feira, 10.11.21

Mesmo estando prestes a desaparecer (quase no fim do seu período de rotação solar visível), mesmo que tenha originado uma brilhante CME (ejeção de material da coroa ou superfície solar) e mesmo que a mesma não nos seja dirigida (apontando diretamente ao nosso planeta), nada impede que uma mancha solar ao explodir, produzindo durante o decorrer do processo chamas solares (neste caso da classe M2), não possa ao atravessar o Espaço (situado entre o Sol e a Terra) ─ mesmo não nos sendo dirigida ─ por acabar atingindo a Terra: provocando mesmo (como neste caso) blackouts (não esperados) nas comunicações via rádio em onda curta.

Mike-Wenz-Sun_125033_091121-prom3c-crop_1636512834

Proeminência solar

Post-Flare Loops

(superfície do Sol ─ 09.11.2021)

 

Tal evento sucedendo no passado dia 9 de novembro (ontem, terça-feira) com uma mancha solar quase a desaparecer para além do limbo da nossa estrela (o Sol) explodindo (lateralmente relativamente à Terra) e produzindo uma CME, logo provocando na Terra (apesar de não se encontrar na direção dessa mancha solar) perturbações na atmosfera (a zona de impacto) e nas comunicações terrestres (especialmente afetando a América do Sul). Servindo este caso para demonstrar que na viagem desta energia, magnetismo e matéria (combinada), tendo origem no Sol e espalhando-se por todo o Sistema Solar (Sistema Planetário tendo como estrela de referência o Sol e onde a Terra se integra), no decorrer desse percurso (podendo ir de zero a muitas UA) tudo sendo possível e todas as direções aceitáveis.

(imagem: Mike Benz/spaceweathergallery.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:34

Acima dos 45° de latitude (Portugal 40°)

Sábado, 30.10.21

Espetáculo de cores e de luzes, antecedendo e acompanhando o Halloween.

Confirmando a intensa erupção ocorrida ontem (28 de outubro) na superfície do Sol na região da mancha solar AR2887 ─ três chamas solares duas de intensidade média (classe M) e uma outra mais intensa (classe X-1), a provocarem na Terra grandes perturbações (estática) nas transmissões de rádio em onda curta (perturbando ou mesmo levando ao blackout nas comunicações)

20211028_1830_c3_512.jpg

SOL ─ Lasco C3

28.10.2021 18:30

CME´S e estática

 

Com três CME’S cada vez mais próximas de atingir a Terra (especialmente pela sua intensidade, a da classe X-1, a mais intensa) e dirigindo-se para cá a alta velocidade (chegando a atingir perto de 1.500Km/s), podendo a partir deste sábado (30 de outubro) ao atingir as camadas superiores da nossa atmosfera (e dado o intenso choque energético entre partículas) ─ percorridos 150 milhões de Km (distância Sol/Terra) ─ provocar o aparecimento de intensas tempestades geomagnéticas da classe G-3 (fortes).

20211028_1300_eit171_512.jpg

SOL ─ EIT 171

28.10.2021 13:00

Manchas e chamas Solares

 

Naturalmente provocando o aparecimento de auroras (a latitudes de 45° ou superior) podendo estender-se (aí da classe G1/G2) pelo Halloween (domingo 31 de outubro) ─ o “Dia das Bruxas” (véspera da festa cristã ocidental, do Dia de Todos os Santos, dia 1 de novembro). Já com outra mancha solar a caminho (AR2891) ─ estando-se atento ainda à anterior ─ sugerindo um período (neste ciclo) de maior atividade do Sol.

(imagens: soho.nascom.nasa.gov)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32

25º Ciclo Solar ─ O Sol Já Acordou

Sábado, 24.07.21

“The Sun Just Spat Out an X-Class Flare, The Most Powerful Since 2017.”

(M.S./06.07.2021/sciencealert.com)

20210713_2130_c3_512.jpg

Imagine an explosion on the farside of the sun so powerful, we could feel it here on Earth. It happened on July 13th. The debris emerged in a circular cloud known as a “halo CME”.

(spaceweatherarchive.com)

 

The Sun appears to be waking up from the quiet period of its 11-year cycle. On 3 July 2021, at 14:29 UTC (10:29 EDT), our wild star spat out its first X-class flare of Solar Cycle 25; it was the most powerful flare we've seen since September 2017. (Michelle Starr/6 julho 2021/sciencealert.com)

Com o calor do Verão a cair sobre nós originando durante estes últimos dias temperaturas superiores a 30°C e ainda com o Sol a acompanhar-nos na praia todos os dias, atingindo-nos com índices de raios ultravioleta de nível 9 (muito elevado), no Espaço a cerca de 150 milhões de Km de distância (de nós) centro do movimento de translação da Terra, o SOL parece querer regressar a um novo período de grande atividade, começando a apresentar um nº apreciável de manchas solares (visíveis) e na sua coroa (superfície), notando-se um incremento em nº e intensidade de explosões, erupções, CME.

Como o caso registado no passado dia 20 de julho (terça-feira), dando-se uma explosão/erupção na região da mancha AR2846 e originando-se aí mais uma CME, sem impacto direto, mas sempre preocupante.

E conhecendo-se o aparecimento por vezes de fraturas no campo magnético terrestre (protegendo a Terra dos raios solares e raios cósmicos) e da existência de momentos em que a proteção dada por mesmo campo possa estar a um nível baixo (como poderá ser o caso presente), estando-se no início de um novo Ciclo Solar a caminho de mais um pico máximo de atividade da nossa estrela, podendo desde já ter “manifestações mais ou menos intensas da sua presença”, sendo bem possível na sequência de alguns episódios já registados anteriormente (com um par de eventos solares nestes últimos dias), que mantendo-se este ritmo e chegando novas manchas solares (ainda do outro lado do Sol) podendo ser dirigidas (apontadas à Terra), o Sol nos transmita alguma mensagem (de massa, de partículas, de energia, eletromagnética):

1280px-Magnificent_CME_Erupts_on_the_Sun_-_August_

On August 31, 2012, a long prominence/filament of solar material that had been hovering in the Sun's atmosphere, erupted out into space. The flare caused auroras on Earth.

(wikipedia.org)

 

X-class flares are among the most powerful solar eruptions from our host star (mightiest on record being an astonishing X28 in November 2003). This new flare wasn't quite so intense, clocking in at X1.5 (causing a shortwave radio blackout over the Atlantic Ocean). The most recent X-class flare, prior to this new one, took place in September 2017, when the Sun erupted in an X8.2 flare. (Michelle Starr/6 julho 2021/sciencealert.com)

Tendo saído do seu 24º Ciclo Solar e entrando há uns meses atrás no seu Ciclo seguinte (25º) ─ tendo em média cada ciclo aproximadamente 11 anos e com o meio desse período a verificar-se lá para 2025/26 ─ com a nossa estrela depois de acordar a lançar-se num período de atividade crescente, até atingir o seu pico máximo. Pelo que à medida que o tempo for passando e as manchas solares rodando e depois de mais uma volta (devido à rotação do Sol) reaparecendo, poderá um dia chegar, estando para nós apontada a consequência de algum tipo de Evento Solar: atingindo-nos desde logo com raios de luz viajando a 300.00Km/s (demorando mais do que 8 minutos a chegar), assim como com massa solar viajando transportada pelo vento solar ainda hoje se movimentando a uma velocidade (digamos que baixa) de cerca de 400Km/s (a esta velocidade demorando mais de 4 dias a chegar).

Podendo não acontecer nada ou até um certo dia os raios solares “fritarem tudo”, deitando abaixo a rede elétrica e deixando-nos temporária ou “um pouco definitivamente”, às escuras: sem luz, sem água, sem comida, sem transportes, sem proteção, fazendo-nos desde logo lembrar um cenário (podendo um dia ser real) “Apocalíptico”. Razão pelo que se deve estar sempre com atenção aos efeitos do Sol, tanto em Terra como no Espaço.

(imagens: SOHO/nasa.gov ─ NASA/wikipedia.org)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

Lotaria Solar, Numa Mesa de Bilhar

Quinta-feira, 26.09.19

[Com ASTEROIDES alguns deles potencialmente perigosos,

circundando o SOL aparentemente adormecido.]

 

hmi_strip.jpg

O Sol a 22 de setembro de 2019

Sem apresentar manchas visíveis e com um mínimo solar em progresso

(ao fim de onze anos, na fronteira da mudança de ciclo)

 

Com o Sol ao fim de aproximadamente 11 anos a atingir de novo um novo mínimo solar − marcando o fim do 24º ciclo e o início do 25º − nestes últimos 3 meses não apresentando manchas solares visíveis em quase 90% dos dias (e sem nenhuma chama solar registada), podendo-se desde já afirmar que na passagem desta fase do mínimo do respetivo ciclo solar (por experiência e conhecimento, adquiridos em Ciclos anteriores), as previsões para o Espaço Exterior (tendo naturalmente reflexos na Terra) apontam (entre outros aspetos e segundo spaceweather.com) para a continuação da ausência das manchas e chamas solares, para o enfraquecimento do campo magnético do Sol e como consequência para o aumento de raios cósmicos entrando no nosso Sistema Planetário (Solar):

 

Estando o mínimo solar em progresso e pelos sinais, esperando-se a mudança (de Ciclo, período de 2008/2019) antes do final deste ano (de 2019).

 

Ultrapassando-se no Hemisfério Norte um Verão sem Manchas Solares (apenas 6 de pequenas dimensões) e com uma das poucas manchas surgidas nesse período (de 21 de Junho a 22 de Setembro) − a mancha AR 2744 – com esta (ainda segundo a Spaceweather) a reverter a sua polaridade magnética (+/- em vez de -/+) numa indicação (confirmação) de que o Mínimo Solar se aproxima do seu fim.

 

[E no 25º Ciclo Solar com o próximo Máximo

a estar marcado para o ano de 2023.]

 

wolfjmms.png

Podendo-se observar a evolução das manchas solares

no período de 2008 a 2019

(assim como o máximo deste 24º ciclo solar)

 

Aproveitando esta aparente tranquilidade do Sol (a nossa estrela de referência) em que a ação dos seus raios (solares) se reduz drasticamente − enfraquecendo por um lado a ação (de proteção) do campo magnético terrestre e abrindo por outro lado a porta de entrada de mais raios cósmicos (extremamente perigosos e penetrantes) no nosso Sistema (onde o nosso planeta se inclui) – o constatar da passagem (“passada quase desapercebida, por não suficientemente replicada”) no passado fim-de-semana (sábado, 21) e mais ou menos perto do nosso planeta (entre um mínimo de pouco mais de 75.000Km e um máximo de cerca de 7.500.000Km), de nada mais nada menos que 9 asteroides:

 

E com 4 deles passando a cerca de 1DL (Distância Lunar = Distância Terra/Lua = 384.401Km) da Terra ou ainda menos – 2019 SU2 (77.000Km) observado pela 1ª vez a 22, 2019 SD1 (115.000Km) observado pela 1ª vez a 20, 2019 SS2 (270.000Km) observado pela 1ª vez a 24 e 2019 SX (423.000Km) observado pela 1ª vez a 20.

 

Ou seja, com os 4 asteroides passando nas nossas proximidades (neste caso de dimensões reduzidas, entre 3/7 metros), dois deles sendo descobertos antes dessa passagem e dois deles sendo descobertos, mas depois da passagem:

 

[E se por acaso para além de virem sem aviso,

fossem maiores e impactassem

− O que seria da Terra e de Nós?]

 

asteroid1988hl1-63_5.jpg

1998 HL1 ou 162082 o maior asteroide (440/990m)

a passar perto da Terra (cerca de 6 milhões de Km)

a 25 de outubro de 2019

 

No próximo dia 25 de Outubro de 2019 e com o Sol talvez tendo já iniciado um novo ciclo (o 25º), com um asteroide com quase 600 metros de diâmetro (589m) − o maior a passar mais próximo de nós, nos dois meses que aí vêm − e deslocando-se a uma velocidade de pouco mais de 11Km/s – 1998 HL1 − a passar a “apenas (e aproximadamente) 6.000.000Km da Terra (cerca de 1/25 da distância Sol/Terra).

 

Uma insignificância tomando em consideração os limites exteriores da Nuvem de Oort (podendo ser considerada a última fronteira do nosso Sistema Planetário), localizada a 100.000 UA de distância do Sol (15.000.000.000.000Km).

 

(imagens: spaceweather.com – watchers.news – newstate.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:41

O Sol

Quarta-feira, 27.07.16

O SOL poderá estar a entrar finalmente no já por várias vezes anunciado

Novo Ciclo Solar

(num ciclo agora de baixa atividade com duração aproximada de 11 anos)

 

hmi1898.gif

O SOL hoje

 

Como se pode verificar pela imagem obtida hoje dia 27 de Julho (quarta-feira), o SOL apresenta-se sem nenhuma mancha solar à vista em toda a extensão visível do seu enorme círculo iluminado (num círculo de diâmetro mais de 100X o diâmetro da Terra).

O que vem mais uma vez confirmar as afirmações dos especialistas nesta área, de que o SOL estará a entrar num ciclo solar de baixa atividade (os ciclos solares duram aproximadamente 11 anos).

 

Não significando no entanto que a nossa estrela esteja completamente livre dessas manchas escuras, já que estamos a visualizar apenas metade da superfície do SOL: ou seja dentro de alguns dias voltaremos de novo a ver algumas manchas solares com o regresso das manchas AR-2565 e AR-2567 (o Sol como a Terra também tem um movimento de rotação de duração média de 27 dias – mais curto na sua zona dos polos comparativamente com a sua zona equatorial).

 

O SOL irá assim entrar num ciclo de baixa atividade – o que para os entendidos não significará que por causa deste novo ciclo nada de importante se passará na superfície do SOL (por reflexo direto afetando a TERRA e o Espaço que a envolve) – apresentando-nos agora novas áreas e desafios (e objetivos de aprofundamento dos nossos conhecimentos) como o do estudo (entre outros) da influência dos raios cósmicos sobre o nosso ecossistema.

 

Um corpo celeste considerado a referência central do Sistema onde o nosso planeta está integrado (com a Terra situada a apenas 150.000.000Km dele), que já o acompanha há cerca de 4,5 biliões de anos e que provavelmente o acompanhará um outro tanto até se tornar numa Gigante Vermelha acabando por o engolir e destruir. Entretanto aproveitemos o Verão (no Hemisfério Norte) e esperemos que até lá (ainda temos à nossa frente uns biliões de anos, se nada de extraordinário acontecer antes, como a nossa própria extinção) o Homem já tenha finalmente partido (como já o fez antes na TERRA) à Conquista do Universo.

 

(imagem: SDO/HMI)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:08