Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

05
Out 17

[Observada anteontem em Marte]

 

“I believe in the possibility of commercial space travel - for exploration and for the preservation of humanity. I believe that life on Earth is at an ever-increasing risk of being wiped out by a disaster, such as a sudden nuclear war, a genetically engineered virus, or other dangers. I think the human race has no future if it doesn’t go to space. We need to inspire the next generation to become engaged in space and in science in general, to ask questions: What will we find when we go to space? Is there alien life, or are we alone? What will a sunset on Mars look like?” (How to make a Spaceship/Julian Guthrie/Stephen Hawking)

 

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Marte ‒ O Adulto

(Curiosity Rover ‒ SOL 1834)

 

Pela 1ª vez desde que um veículo motorizado terrestre circula num Mundo Alienígena (neste caso o planeta MARTE), uma imagem registada ontem (dia 3 de Outubro) por um desses veículos (o CURIOSITY) mostra a quem quiser ver e não tiver dificuldade em acreditar, a sombra do que será um MARCIANO adulto acompanhado (na imagem à direita) por dois indivíduos mais jovens (e mais pequenos):

 

Numa prova irrefutável de que poderá existir Vida em Marte (biológica, mecânica ou biomecânica) com um conjunto de sombras a comprovar a existência de três Sujeitos (e não objetos por se deslocarem por sua iniciativa), deslocando-se sobre a superfície (do planeta) nas proximidades do veículo (oriundo da Terra a mais de 200 milhões de km e no dia deste registo comemorando o seu 1834º dia de estadia no Planeta Vermelho).

 

Nestes cinco anos de estadia e trabalho científico sobre a superfície de Marte (noutra região do planeta circulando a sua irmã mais velha OPPORTUNITY) e entre as várias imagens proporcionadas pelas câmaras instaladas a bordo do veículo ‒ e com o mesmo já se tendo deparado ao longo destes quase 2000 dias (ainda faltam 166) com fisionomias semelhantes às humanas (humanoides), fazendo-nos lembrar outros animais (irracionais) e até objetos familiares (como o terminal do tubo de sucção de um aspirador, pela sua apresentação e forma sendo o que teve mais impacto pela sua extrema semelhança ao ainda utilizado na Terra) ‒ deixando-nos mais uma vez desconcertados pela sua Presença mas em notícias revelando a sua Ausência (nem todos acreditando nas sombras como originadas em Sujeitos num Mundo pejado de objetos), cada vez mais desesperados e com menor esperança.

 

MARTE 1.jpg

As sombras dos jovens Marcianos

(detalhe da imagem anterior)

 

Seremos nós os únicos Seres (organizados, inteligentes) em todo o Sistema Solar?

 

Uma espécie até ao momento (tendo em conta o seu ainda curto período de Evolução sobre a face da Terra) tendo atingido um nível apreciável de desenvolvimento científico e tecnológico (bem explícito na área da Saúde e da Exploração Espacial), mas que no entanto não aproveitando tudo o que lhe chega às mãos (por aprendizagem ou acidentalmente) e todas as possibilidades que os novos cenários lhe apresentam (e sugerem pela sua simples presença), apenas tem aproveitado tal transformação (e desenvolvimento) para aceder a novas possibilidades e estratégias de matar seres da sua própria espécie ‒ já que mesmo excedentário (o Homem) e dada a (pretensa) sobrelotação da Terra, a solução não será reduzi-lo (o nº de elementos como nós) mas conquistar outros territórios (deixando definitivamente o exclusivo das sondas automáticas ‒ sem tripulação ‒ criando uma base intermédia ‒ em órbita da Lua ou sobre a sua superfície ‒ e daí partindo em naves espaciais tripuladas ‒ interplanetárias ‒ em direção a outros planetas e aí originando colónias).

 

De momento com os norte-americanos (iniciativa privada seguida pela NASA) a apontarem para Marte (com Elon Musk e a Space X à frente) mas só na próxima década (2020/2030) e com outros a proporem uma 1ª passagem pela Lua (Base/Colónia Zero), só depois seguindo viajem.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

15
Ago 15

Ao olharmos para Marte poderemos estar a olhar para uma imagem da Terra (e da sua evolução) mas numa outra parte do Espaço (que nós parametrizamos como Tempo).

 

Na sua procura incessante de vida para além do nosso planeta Terra são muitos os leigos e curiosos (e nisso devemos elogiá-los na sua procura da verdade) que se servem dos instrumentos de pesquisa de eruditos e especialistas (e dos dados pelos mesmos disponibilizados) para tentarem de uma forma ou de outra atingir objetivos (por vezes muito semelhantes) que nem os primeiros descortinaram.

 

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Curiosity Rover – Mastcam/Left – Sol 1073

 

Assim e mais uma vez, uma imagem proveniente do planeta Marte e obtida já este mês através das câmaras do ROVER CURIOSITY (e enquanto os cientistas responsáveis pela missão só viam pedras), acaba por nos rebelar mais um artefacto de origem desconhecida visível sobre a superfície calcinada de Marte, que os interessados nestes mistérios pelos próprios mentalmente criados sugerem representar a cabeça de um ser alienígena.

 

Na realidade não será muito difícil olharmos para esta imagem oriunda de um planeta distante como é o planeta Marte (a Lua está muito mais próxima) e por comparação com o que observamos no nosso planeta em condições para nós consideradas muito semelhantes (no fundo nós não estamos lá sendo evidentemente sugestionados pelos cenários apresentados e pelo que desejaríamos inconscientemente lá encontrar), acabarmos por ver coisas que podendo ser observadas pelo nosso órgão da visão, não representam o boneco que nos é proposto no final.

 

Mesmo parecendo representar uma cabeça, apresentando um crânio longo (como nós vemos os alienígenas) e ainda por cima com uma face bem delineada com nariz e olhos bem visíveis. Um artefacto que podendo ser de criação artificial e pondo logo de lado a nossa espécie (que se saiba o Homem nunca terá chegado e colonizado Marte), só poderia ter sido criado por alienígenas fossem marcianos ou não. O que até poderia ter acontecido há muitos milhões e milhões de anos (porque não?) num cenário em que o ambiente de Marte pudesse ser muito semelhante ao do nosso planeta Terra.

 

Por mais partidas que os nossos órgãos dos sentidos nos possam proporcionar, existem certas imagens que pela evidência dos conteúdos que exibem, não podem invocar erros técnicos ou de visão para os explicar e arquivar: como é o caso da peça de aspirador (da NASA?), encontrada sobre a superfície de Marte.

 

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Curiosity Rover – Mastcam/Right – Sol 821

 

Convém no entanto valorizar o trabalho desenvolvido por estes leigos do sistema científico atual (nunca devemos desprezar por princípio e erradamente, os autodidatas e os experimentalistas), já que muitos deles pelos seus trabalhos dedicadamente elaborados e respeitando os seus conhecimentos durante a sua vida adquiridos, acabam por nos deixar na dúvida, à procura e a pensar (o que até é bom para não acreditarmos em tudo, venham de onde vierem as verdades). Como é o caso da imagem apresentada anteriormente, onde sobre a superfície marciana acabamos inexplicavelmente por nos confrontar com um objeto estranho e desenquadrado do único cenário expetável e que muito se assemelha ao terminal de um tubo de sucção de um aspirador fabricado na Terra.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:54

04
Abr 13

Face à passagem do cometa C/2013 A1 nas proximidades do planeta Marte, se fosse marciano e seguindo a tendência dos últimos cálculos da sua trajectória, começaria desde já a rezar. Na sua viagem de mais de um milhão de anos através do Universo, a distância inicial de passagem do cometa relativamente à superfície de Marte, já evolui de 300.000 km para pouco mais de 100.000 km, dando razão àqueles que falam de uma possível colisão. Mas os cálculos continuam.

 

 

A close encounter between Mars and Comet C/2013 A1 (Siding Spring) in 2014 is creating both opportunity and anxiety in scientific circles. Scientists are in the early stages of assembling a comet-watching campaign that uses a spacecraft currently orbiting the Red Planet, as well as rovers on the Martian surface.


Scientists are also investigating what techniques could be used to prevent cometary debris from hitting Mars-orbiting spacecraft as the comet and planet converge.


The Mars-bound comet was discovered by Rob McNaught on Jan. 3 at Siding Spring Observatory in Australia. Scientists estimate that this comet arrived from our solar system’s distant Oort cloud and has been on a more than 1-million-year journey. The comet could contain volatile gases that short-period comets often lack due to their frequent returns to the sun’s neighbourhood.

 

 

Scientists expect the comet’s closest approach to Mars to occur on Oct. 19, 2014, at about 11:45 a.m. PDT (18:45 GTM).


At that time, the comet will be on the sunward side of Mars. The comet and its tail should be a stunning sight in the predawn Martian sky just before the closest approach, as well as in the post-dusk sky just after the closest approach.


The latest orbital plot places the comet’s closest approach to Mars a little farther out than previously estimated — at about 73,000 miles (117,000 kilometres) from the surface of the Red Planet.


(retirado de artigo – Leonard David – space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:14

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