Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Nov 19

These are likely water-ice clouds about 19 miles (31 kilometers) above the surface. They are also "noctilucent" clouds, meaning they are so high that they are still illuminated by the Sun, even when it's night at Mars' surface. Scientists can watch when light leaves the clouds and use this information to infer their altitude.” (NASA/JPL-Caltech)

 

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Fig. 1

Céu de Marte

7 maio 2019

(SOL 2400/Curiosity Rover)

 

Ao contrário da Terra possuindo atmosfera (camada de gases envolvendo o nosso planeta) entre outros aspetos (como o das radiações ultravioletas) protegendo a Vida nela existente (e todo o seu Ecossistema)

 

E com uma pressão atmosférica de 101,3KPa

 

Marte possui uma atmosfera rarefeita (de baixa densidade) principalmente constituída por poeiras (em suspensão) e apresentando uma pressão atmosférica (média) de 0,6KPA (quase 170X menor que a da Terra).

 

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Fig. 2

Céu de Marte

12 maio 2019

(SOL 2405/Curiosity Rover)

 

E mesmo na sua composição atmosférica sendo diferentes a atmosfera da Terra, nela dominando o nitrogénio (N₂/78%) e o oxigénio (O₂/21%), enquanto no Planeta Vermelho desempenhando o mesmo papel, mas aqui como “filho-pródigo” o dióxido de carbono (CO₂/95%)

 

– Como componentes comuns destacando-se (entre outros) o argónio (Ar/0,9% na Terra e 1,6% em Marte – 3º na composição de Terra/Marte) e o metano (CH₄ − por poder significar, vida orgânica).

 

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Fig.3

Céu de Marte

17 maio 2019

(SOL 2410/Curiosity Rover)

 

Comparativamente com a atmosfera de Marte se comparada com a da Terra sendo praticamente inexistente.

 

Não oferecendo proteção (da radiação exterior, seja solar e/ou cósmica e nem tendo oxigénio/O₂, nem água/H₂O para poder sobreviver) sendo mortal para o Homem.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:52

10
Nov 19

Tal como visto na passada terça-feira dia 5 de novembro por volta das 10:00 da noite, no 334º dia marciano (ou SOL 334) [SOL = 24h 37' 22.663''] de estadia do módulo de aterragem InSight na superfície do planeta Marte. Após a morte do Rover Opportunity às mãos de uma grande “Tempestade de Areia (engolindo quase todo o planeta) tendo apenas como única companhia (com rodas) o ROVER CURIOSITY.

 

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NASA's InSight Mars lander acquired this image

of the area in front of the lander

 

No cenário aparecendo-nos (tal como na Terra numa noite sem nuvens, mas ao contrário de Marte, não possuindo atmosfera) um “Céu Noturno cheio de Estrelas”, salpicando-o de pontinhos coloridos e cintilantes (aparentemente estáticos) e atravessados por outros (eventualmente) mais dinâmicos (formando no registo retas, infinitas) − em Marte como se fosse na Terra (mas sem Vida), ou não fosse o mesmo Sistema (Solar).

 

(imagem e legenda: InSight Mission − SOL 334 − NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:00

01
Nov 19

Investigando a História da Geologia de Marte, a possibilidade de aí poder ter existido Vida – num passado distante de biliões de anos (a descoberta de alguma, bio assinatura) − e até tendo a possibilidade, de recolher amostras para posterior envio para a Terra (algo de inédito para uma sonda automática mas não para o Homem, como vimos com o programa Apollo). Mais uma vez e infelizmente com o trabalho da NASA (ficando apenas e como um “batedor”, com as sondas automáticas), a ser imediatamente aproveitado pela Iniciativa Privada (ficando com todos os grandes financiamentos para os voos tripulados).

 

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O Veículo de Ascensão Marciana ou MAV

Capaz de enviar amostras de Marte para a Terra

(NASA)

 

Num teste ao próximo veículo motorizado (da NASA) o ROVER MARS 2020 (a ser lançado em 2020 e aterrando em 2021) a circular no planeta MARTE juntando-se assim ao seu irmão mais velho o ROVER CURIOSITY a observação (e o registo) de como reagirão as diversas secções da superfície do veículo (mais ou menos expostas à ação dos Raios Solares) ao interagirem com o SOL ao nível do solo marciano (e a partir daí fazendo um modelo térmico).

 

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1

Mars 2020 Rover

(Photojournal – PIA 23469)

 

Numa imagem (1) de 14 de Outubro deste ano obtida no Laboratório de Propulsão Espacial de Pasadena (Califórnia) e incidindo sobre o sucessor de OPPORTUNITY (já inativo) e de CURIOSITY (ainda ativo) − tendo MARS 2020 (aqui no retrato) como missão prosseguir o trabalho destes seus antepassados e de outros pioneiros (Mars 2, Mars 3, Spirit, etc.) e no seu caso (para além de uma perfuradora) e pela primeira vez (caso todo o plano se confirme) não o fazendo sozinho mas acompanhado por um Helicóptero, o Mars Helicopter Scout (ou MHS).

 

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2

Mars Helicopter Scout

(Photojournal – PIA 22460)

 

Sendo lançado de Cabo Canaveral por um foguetão Atlas V541 numa viagem de cerca de 7 meses entre a Terra e Marte (e aproveitando a janela ideal de partida para uma tal viagem, situada em JUL/AGO de 2020) e com a aterragem a estar prevista para 18.01.2021 no interior da cratera JEZERO: e acompanhado pelo MHS (2) – o helicóptero no ar com MARS 2020 (o veículo motorizado circulando em terra) a poder prosseguir a Missão do Homem em Marte (á distância e servindo-se de um comando), enquanto pacientemente espera pela (tantas vezes prometida e adiada) chegada de Elon Musk (esperemos que não do seu Tesla Roadster e do seu piloto Starman).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:31

29
Out 19

“For as long as humans have lived on planet Earth, the moon has been a focus of fascination. First, we could view our cosmic partner only with the naked eye, then with telescopes, and finally in the 20th century the first humans were able to visit Earth’s moon in person.” (Jenny Howard and National Geographic Staff/2019/nationalgeographic.com)

 

“The moon, Earth’s sole natural satellite, is our constant companion. It has circled our planet for billions of years, since before the first sparks of life flickered in the oceans—before Earth was even cool enough to have oceans.” (Maya Wei-Haas/2019/nationalgeographic.com)

 

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Uma nave da SPACE X na superfície da Lua (não tripulada) por 2022

Utilizando as suas naves (para já protótipos) MK1 e MK2

Com o seu foguetão FALCON e com os seus andares reutilizáveis

E assim com o Homem a poder tocar a Lua em 2024

(mais de meio século passado – sendo-o impressionante, terrível − sobre a última vez)

 

Nada mais tendo para nos oferecer (científico-tecnologicamente referindo-se ao sector da iniciativa privada − como a SPACE X − deixando para o sector governamental − como a NASA − as teorias, testes e confirmações, mais dispendiosas e com menor retorno) senão o seu investimento e desenvolvimento inicial, tendo como objetivo prioritário (e de sobrevivência financeira) a comercialização do seu produto-tecnológico dirigido para a “Exploração do Mercado Espacial” (um “Mercado Exterior” em grande expansão) − um objetivo muito mais visível e vincado no caso da privada VIRGIN GALACTIC, dando grande importância e relevo aos voos comerciais e turísticos ao Espaço (exterior) incluindo nas suas rotas a LUA (fontes prioritárias de investimento), como forma de desenvolvimento (“apurando tecnicamente” as próximas missões) −

 

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Aterrando na Lua em 2022

E aí estabelecendo a sua primeira base (em 2024)

 

Eis que a SPACE X se vem de novo comprometer com uma data (apesar de ainda muito flutuante) para um seu próximo Evento (no fundo sendo o mesmo, mas por atraso e estratégia, repetidamente retardado e replicado), apontando para o lançamento de uma nave espacial para uma orbita terrestre já para 2020, para em 2022 aterrar na Lua (ainda sem tripulação) e em 2024 levar para lá os seus primeiros astronautas (aí se podendo instalar e criar a 1ª base terrestre num “Outro Mundo” que não a Terra):

 

At the 70th International Astronautical Congress, which took place last week in Washington, DC, SpaceX president and Cheif Operations Officer Gwynne Shotwell provided additional details about the Starship‘s mission timeline. As she indicated during a series of interviews, the company hopes to be sending the Starship to orbit next year, landing on the Moon by 2022, and sending crews to the lunar surface by 2024.” (Matt Williams/October 28, 2019/universetoday.com)

 

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Estabelecendo-se em Marte por 2028

Já depois de o ter feito anos antes na Lua

 

Mas certamente que se ficando verdadeiramente assustado (alertado, preocupado) com os planos a muito curto-prazo da SPACE X de infestar os Céus de Satélites Artificiais, para além de nos poderem cair na cabeça (como temia o “herói da Gália OBÉLIX”) poluindo ainda mais a zona exterior e em princípio protetora do nosso planeta (rodeando-o e rodeando-nos, e permitindo-nos alguma segurança de ameaças vindas do Espaço exterior): às centenas e aos milhares. E quando em vez de criarem mais um “estacionamento de sucata, agora espacial” deveriam pegar nela, construir algo de inovador e de revolucionário e (sem hesitações ou mais recuos) partir (enquanto ainda for possível e valer a pena).

 

(imagens: SPACE X/universetoday.com)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:35

24
Out 19

[Dunas de Areia Geladas do Pólo Norte de Marte]

 

Através destas 3 imagens obtidas pelo instrumento ótico HiRISE instalado na sonda espacial MRO – orbitando o planeta MARTE – com a NASA a apresentar-nos (via Photojournal) o que denomina “Um Jogo de Tabuleiro Marciano(A Martian Game Board).

 

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Mostrando-nos uma região do Hemisfério Norte de Marte durante a (sua) estação da Primavera, com alguns desses locais localizados no polo norte, apresentando alguns pontos esbranquiçados devido à presença (aí e ainda) de gelo (de dióxido de carbono).

 

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Um registo de uma parte da superfície de Marte encontrando-se nas proximidades de um “Oceano de Areia” ou ERG – uma superfície muito comum de se ver em Marte, cobrindo grandes extensões do planeta e dando por vezes origem a grandes “Tempestades de Areia”, por vezes (tornando-se Globais) cobrindo-o quase todo – rodeando “water ice-rich layered deposits (nasa.gov).

 

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E traduzindo o que os nossos olhos viam, com as protuberâncias aparecendo em grande número nas imagens (extensão de uns 100 metros) a serem apenas, pequenas dunas marcianas cobertas de gelo: tal como o afirmam os cientistas da NASA assemelhando-se a construções artificiais, mas tendo origem natural sendo moldadas pelos ventos marcianos aí exercendo o seu poder (entre eles de transporte e erosivo); para as manchas mais escuras (aparecendo nas imagens) indicarem pontos em que o gelo passou de sólido a gasoso, expondo a superfície do planeta (menos refletora, mais “cinzenta”).

 

(texto: a partir de dados NASA − imagens: PIA 23527/A Martian Game Board/MRO/HiRISE/Marte/photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:12

22
Out 19

[E Marte.]

 

Olhando para Lanzarote (ilha mais oriental do arquipélago) e lembrando José Saramago (que aí residiu), uma imagem do seu Parque Natural de Vulcões localizado nas Canárias (Espanha) – agora tendo como protagonista o ESPAÇO.

 

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Lanzarote − Ilhas Canárias − Espanha

(PIA 23526)

 

No presente (2019, aqui com imagem de 2014) um território pela sua natureza (sendo um terreno semelhante ao da Lua e de Marte) utilizado pela NASA, para testar os seus ROVERS e treinar astronautas para futuras missões.

 

Num futuro (que se espera próximo) com a exploração de outros corpos celestes (Lua/Marte), tendo-se que obrigatoriamente de contar com a presença de astronautas especialistas, em geologia e geologia-microbiológica.

 

E se no presente e no nosso planeta este grão de planeta se encontra tal e qual como se vê − uma ilha de origem vulcânica, com extensões secas e desérticas, polvilhada de planos e de elevações − podendo tal ter acontecido em Marte.

 

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Vulcões de Lanzarote

(ampliação parcial de PIA 23526)

 

E se José Saramago no seu percurso de Vida (antes de saltar para a seguinte, assim o diz a Evolução) já viu esta Terra atual, porque não transformar esta imagem numa outra parecida, mas do passado de Marte.

 

Um planeta tal como todos os do Sistema Solar com cerca de 4,6 biliões de anos (para vermos a nossa brutal pequenez, Saramago só chegou aos 87), há perto de 3,6 biliões de anos (por impacto) apresentando à sua superfície uma entre muitas crateras (aqui a de GALE, uma bacia com mais de 150Km de extensão) e que há uns 3 biliões de anos (ainda nós nem existíamos na Terra, nem nada que se parecesse) poderia ter possuído um grande Lago (tal como José Saramago conheceu na sua terra, a TERRA).

 

(imagem: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:43

14
Out 19

“Não se encontrando reservatórios de Água, mas vestígios da sua aparente passagem, num passado já distante, talvez duns 2 biliões de anos.”

 

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Um registo que facilmente (dada a sua grande semelhança) obteríamos perfurando certo tipo de solos,

 

− Por exemplo terrenos sedimentares e onde no passado poderá ter circulado água, ou ter mesmo estado submerso por um extenso manto líquido, hoje (para o que já terá sido) extremamente secos

 

Existentes à superfície da TERRA (por exemplo em solos áridos e secos como a grande maioria dos terrenos Algarvios),

 

Mas que na realidade não teve origem na Terra, mas num “Outro Mundo” bem mais distante e exterior ao nosso (do Homem que dele usufrui) ECOSSISTEMA,

 

Como é aqui o caso (no registo fotográfico anterior) do planeta MARTE, um dos quatro Planetas Interiores (localizados em órbitas interiores, aos objetos integrando a Cintura de Asteroides) e sendo o mais distante do SOL (média de 228.000.000Km) –

 

Expondo-nos “um solo seco, árido, calcinado, desfazendo-se, aparentemente sem ponta de água ou mesmo um mínimo sinal de Vida”, depois de milhões e milhões de anos de intenso bombardeamento

 

− Ainda-por-cima sem proteção básica (sem Atmosfera como preservativo) 

 

Apresentando-se (pelo menos nas proximidades da superfície) completamente MORTO.

 

Mas tal como na TERRA acontece por vezes parecendo, mas posteriormente não o sendo (não se confirmando), tendo presente no entanto (e mesmo tendo a mesma idade) − e vendo-se aqui como o mesmo período de tempo, pode ter implicações bem diferenciadas − estarem a Terra e Marte em fases evolutivas diferentes.

 

(imagem: MARTE – CURIOSITY ROVER/SOL 2551– NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:02

10
Out 19

[Deixando de comunicar há 16 meses − 10 de junho de 2018 − sob uma grande Tempestade de Areia, cobrindo a grande maioria de Marte.]

 

“Its next destination was the Endeavour crater, which is 22km in diameter and 300 metres deep. Here it also made a major discovery there were clays near the crater rim, which would have required fresh, abundant and non-acidic water for their formation. This was the first indication that Mars was actually habitable 3.8-4 billion years ago, containing drinkable as well as acidic water.”

([theconversation.com/uk] em [yahoo.com])

 

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ROVER OPPORTUNITY

No interior da cratera ENDURANCE

 

Recordando hoje um dos mais conhecidos e eficazes emigrantes interplanetários presentes no planeta MARTE – o Artefacto Terrestre OPPORTUNITY − aí colocado em janeiro de 2004 para fornecer aos seus criadores (os TERRESTRES) detalhes mais pormenorizados e rigorosos sobre o seu vizinho mais afastado (ao contrário de Vénus, mais perto) do SOL.

 

No primeiro semestre de 2018 com a Máquina-Robotizada OPPORTUNITY (controlada a partir da TERRA) sendo submetido a uma poderosa Tempestade de Areias (de pós e de outros materiais em suspensão), como que varrendo e encobrindo toda a superfície marciana (levada pelos fortes ventos), com quase todo o planeta Marte a ficar envolvido por uma espessa e densa camada de nuvens.

 

Uma espessa camada de nuvens cobrindo Marte de norte a sul (polo a polo), impedindo que os raios solares chegassem à sua superfície (iluminando e aquecendo o dia) e escurecendo o céu como se fosse um dia ao entardecer: deixando o velho OPPORTUNITY (há mais de 14 anos no planeta) à mercê da tempestade − sua intensidade e duração − sabendo-se ser alimentado (o seu gerador/bateria) com Energia Solar (painéis).

 

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Panorama Exterior

à cratera ENDURANCE

 

Datando a sua última manifestação a 10 de junho de 2018 com a Tempestade de Areia − no máximo da sua intensidade − como que a selar todo o Planeta Vermelho (impedindo assim o carregamento das baterias solares do ROVER), negando a restauração energética, esgotando a energia restante e levando ao encerramento definitivo (à morte) do Artefacto (aí a projeção do Homem em Marte, posteriormente deixando de o ser).

 

Um trabalhador incansável com 15 anos de vida (quando tudo indicava, para um período de vida muito mais limitado, de pouco mais de três meses), tendo percorrido mais de 45Km sobre a superfície marciana e na sua labuta incansável e dedicada neste Mundo Alienígena (“sempre de comando na mão” não o temendo de perto ou à distância), nunca se tendo comportado − sendo um Pioneiro (não só do Homem como da Bio Máquina) − como um estranho, mas como um mero visitante e estudioso.

 

No presente com a tarefa de OPPORTUNITY a ser continuada noutro local de Marte pelo seu irmão mais novo o Artefacto CURIOSITY, num tempo em que (inacreditavelmente e dadas as potencialidades das constantes inovações tecnológicas) o Homem ainda se refugia em casa (“da mãe”) − não se tendo convencido que um dia terá obrigatoriamente de a abandonar (unicamente para a sua sobrevivência): com tudo em contínua e imparável Evolução e com o Homem (por mais que tentasse) dando uma contribuição mínima – “não destruindo o planeta mas destruindo-se a si próprio”.

 

Homem tipo “grão-de-areia”, incapaz de por si só, alterar o planeta Terra.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:09

09
Out 19

“Rocks enriched with mineral salts discovered by NASA's Curiosity at a location on Mount Sharp called "Sutton Island" suggest that water vanished slowly, rather than all at once, possibly returning to the area in a persistent cycle of drying and overflow. This discovery serves as a watermark for when the Martian climate was gradually getting drier.”

(PIA23375: Sutton Island Model of Drying Lakes/photojournal.jpl.nasa.gov)

 

Com uma sonda espacial

− Para os marcianos, automática e alienígena

perfurando a superfície do seu planeta,

à procura da sua Água.

 

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CURIOSITY ROVER

SOL 2549

08.10.2019

(NASA)

 

Evidências de uma intervenção externa (de terrestres) num Mundo Alienígena (em Marte) perfurando a superfície desse corpo (um planeta) – num terreno (Aeolis Palus) localizado na cratera GALE (uma cratera de impacto situada na periferia da planície ELYSIUM) localizada a sul da linha do equador marciano (4,8°S) – onde se pode constatar facilmente a ação de uma perfuradora em dois pontos diferenciados da sua crosta (na imagem seguinte no canto inferior/esquerdo e no canto superior/direito): sendo terrestres e vivendo num Mundo rochoso e maioritariamente coberto de Água (cerca de 70%) – e com o próprio Homem na sua constituição química sendo-o maioritariamente à base de H₂O (variando entre os 50% e os 75%) – logicamente à procura desse líquido para os SERES HUMANOS tão precioso (por vital).

 

PIA23375.jpg

Tal como nos lagos terrestres com os lagos marcianos formando-se pela confluência de múltiplos afluentes, descendo as encostas (aqui do Monte Sharp) até às zonas mais baixas (da cratera, Gale) e aí se acumulando – aumentando e descendo de nível até à seca final

(photojournal/ PIA 23375)

 

Numa ação desenvolvida pelo ROVER CURIOSITY (um veículo motorizado circulando sobre a superfície de Marte desde 05.08.2012 e tendo já percorrido mais de 21Km) tendo como alvos prioritários da sua missão não só estudar a geologia de Marte, como a possibilidade deste planeta alguma vez no seu passado poder ter tido condições de ambiente, não só para conter Água, como até por poder ter possuído algum tipo de vida (mesmo que algo diferente da nossa ou primitiva) no passado (já muito distante): na sua História Geológica de uns 4,5/5 biliões de anos nesta mesma região onde o veículo motorizado CURIOSITY se desloca (cratera de Gale, proximidades do Monte SHARP), nessa mesma depressão (cratera=depressão de impacto) podendo ter existido no passado (talvez há uns 2 biliões) um Grande Lago Marciano.

 

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Os Lagos Brilhantes das salinas de Quisquiro

O Altiplano Sul-Americano tal como se apresenta hoje na Terra, num cenário semelhante ao que poderíamos encontrar no passado em Marte

(photojournal/PIA 23364)

 

Numa suspeição de existência − de H₂O em Marte – cada vez menos duvidosa, não só pelos sinais do passado (sinais de erosão devido à presença e circulação, talvez há uns 2 biliões de anos, de água formando um grande lago, um “Oásis no Planeta Vermelho”, entretanto evaporando ou sendo salvaguardada em depósitos subterrâneos) como pelas mais recentes descobertas (da possibilidade de existência de água armazenada no Permafrost ou nas calotes polares), confirmando essa existência: e até num determinado ponto da Evolução de Marte (onde segundo os investigadores, Marte poderia estar parcialmente coberto por um oceano, menor do que o terrestre) podendo ter albergado Vida. E descobrindo-se a História de Marte (o seu Passado e o seu Presente) podendo-se perspetivar a História da Terra (o seu Futuro): para já apenas com sondas (automáticas, não tripuladas, governamentais) amanhã e cumprindo-se as promessas − da NASA (para já de Trump) e da SPACE X (de Elon Musk) − com naves tripuladas (do Governo ou da Iniciativa Privada) – não só colocando Homens na Lua como em Marte (Viagens Interplanetárias) como aí instalando bases, futuros entrepostos (das Viagens Interestelares).

 

(imagens: NASA/JPL-Caltech/MSSS − photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:18

04
Out 19

A 26 de Novembro de 2018 com a sonda automática INSIGHT a aterrar com sucesso no planeta Marte (um planeta sem atmosfera e excetuando o período das tempestades de areia, com boa visibilidade do céu envolvente), perto do seu equador na planície Elysium (de coordenadas 4,5N e 135,9E).”

 

Para aqueles que ainda têm tempo (ou têm noção da passagem do mesmo, conforme a utilidade que lhe é dada) para antes do início de mais um dia da nossa curta vida (monótona e de miséria por estrategicamente separada em momentos de irresponsabilidade ou no seu contrário) se poderem dar ao usufruto – e ao PRAZER (utilizando sem limites os nossos órgãos dos sentidos) – de perderem uns minutos olhando para o CÉU NOTURNO (quando transparente carregado de um número incontável de estrelas, sinalizando numa tela multicolorida e de contrastes, a sua presença num determinado Espaço/Tempo para nós já ultrapassado), para além do projetado lá por cima (numa tela grandiosa pelo colorido e espetacular pelo seu brilho cintilante) poderem conhecer a sua e (a partir dela e da sua Evolução) a nossa própria História (no presente/na Terra olhando para o passado/no Espaço e podendo perspetivar o nosso futuro/da Terra no Espaço),

 

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Marte − Missão InSight

Céu Noturno − SOL 297

(28 setembro 2019 20:28:42 PM)

 

A disponibilidade de no presente se poder observar esse CÉU NOTURNO (muitas vezes estrelado, se não encoberto pela nossa camada atmosférica), que não exclusivamente da Terra ou das suas proximidades (dos polos ao equador/como visão interior, não nos esquecendo do Espaço exterior/e da sua visão − envolvendo o nosso planeta − onde por exemplo se movimenta a ISS), mas igualmente a partir de outros Objetos Celestes: nomeadamente do Céu Noturno envolvendo Mundos como a Lua (como o poderia ser de um asteroide, de um cometa, ou de uma outra lua) e como (o destino obsessivo de Elon Musk) MARTE. Aqui, sentado numa cadeira qualquer, de uma qualquer habitação de Albufeira (para um Aliena de coordenadas geográficas aproximadas, latitude/37,08 N e longitude/8,25 W), podendo disfrutar da visão de um outro Céu Noturno como visto a partir de um Mundo Alienígena, neste caso com esse mundo sendo MARTE e com o céu a ser observado (registado, enviado para Terra e reenviado para Albufeira) pelas câmaras da sonda automática (terrestre e norte-americana) INSIGHT: colocada no Planeta Vermelho com o objetivo de estudar o seu interior.

 

“Mas “no diz que diz” afirmando-se (até por muitos viajantes portugueses, chegando no período noturno ao Brasil) ser o melhor e de longe (muito mais estrelado e colorido) o “Céu Noturno no Hemisfério Sul− um excelente pretexto para uma viagem.”

 

(imagem: NASA/JPL/CALTECH)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:51

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