Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

17
Jul 19

“E mesmo assim (realço, passados 50 anos) comemorando-se festivamente (hipócritas de um lado, estúpidos do outro) o “Estado Comatoso” em que se encontra atualmente a Exploração Espacial: é que se não partirmos (com o nosso Sistema a meio do seu Ciclo de Vida), da mesma forma que um certo dia aparecemos, aqui desapareceremos (definitivamente, de vez).”

 

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Victoria

O único navio da frota de Magalhães a ter completado a circum-navegação

(wikipedia.org)

 

A poucos dias da comemoração dos 50 anos sobre a primeira vez que o HOMEM pisou a superfície de um corpo celeste que não a TERRA – com o módulo lunar EAGLE (da missão APOLLO 11) a alunar pouco depois das 20:00 UTC do dia 20 de Julho de 1969 e com o astronauta NEIL ARMSTRONG horas depois (já na madrugada do dia 21) a pisar a LUA seguido (minutos depois) pelo seu colega BUZZ ALDRIN – é triste de constatar como passado meio século (uma Eternidade para o Homem) e depois de tantas afirmações elogiando as Extraordinárias Capacidades do Ser Humano (Científicas e Tecnológicas), o mesmo abandonou incompreensivelmente uma das fases obrigatórias do seu processo evolutivo, absolutamente necessário para a sua sobrevivência (e não Extinção): tal como no processo associado à Aventura dos Descobrimentos e à Conquista dos Oceanos (na procura de Outros Mundos), com o mesmo empurrando o Homem ao abandono da sua “Zona de Conforto” (a Casa onde Nasceu) na procura de outros e novos “Espaços”, com este novo empreendimento a solicitar-nos agora não apenas mais um esforço para o desenvolvimento compreensivo da Humanidade (o que já iniciamos na Terra um conjunto limitado) mas alargando-o (esse objetivo) anexando-lhe um novo destino, Exterior (à Terra) e muito mais extenso, ilimitado, INFINITO – a única forma de encerrado o Ciclo Terrestre (podendo já ter existido muitos outros) o Homem (saindo finalmente de casa) poder persistir noutro lado.

 

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Nixon

Telefonando da Terra para Armstrong e Aldrin já na Lua

(wikipedia.org)

 

Mas tal não tendo acontecido (já bem no interior do séc. XXI) deixando-nos cinquenta anos simplesmente a olhar (para a LUA ali tão perto), vendo sondas automáticas a partir e muitos calhaus no céu a passar: com as naves e sondas penetrando a escuridão profunda do Espaço (comandadas por Robots), ultrapassando sucessivamente corpos e fronteiras cada vez mais distantes (caso das sondas VOYAGER), mas não colocando o HOMEM a tripular (excetuando a sua presença por perto a uns 400Km na ISS), com este não chegando a Lugar Nenhum (como um Avestruz escondendo a cabeça num buraco) podendo a qualquer momento (tal como o eventualmente sucedido anteriormente com os Dinossauros a raça dominante então dominando o planeta) ficar pelo caminho. E não saindo voluntariamente de casa (um dia a Terra deixará de o ser, tal como hoje a conhecemos) com o Homem a correr o risco de repentinamente poder ser expulso (não reunindo as condições, para se adaptar e sobreviver ao novo Meio ambiente), não tendo tempo para se preparar podendo-lhe acontecer o pior: pelo que obrigatoriamente um dia teremos de partir, naturalmente em naves e como seus tripulantes. Certamente com grandes investimentos e inicialmente com muitas perdas (sobretudo humanas tal como na senda dos Descobrimentos), mas não sendo desculpa os BILIÕES (para a concretização do Projeto) − a justificação apresentada há cinco décadas − face aos TRILIÕES gastos nas últimas Guerras & Genocídios.

 

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Lua

Imagem de Armstrong com Aldrin refletido no seu visor

(wikipedia.org)

 

No presente e face às várias sondas automáticas lançadas para o Espaço pelas mais diferentes nações − EUA, Rússia, China, Japão, Índia, etc. – e com os mais diferentes destinos − desde a Lua, passando por asteroides e outros objetos,  até ao planeta mais distante e ultrapassando-os (“mas nunca com a nossa presença”) – tornando-se cada vez mais premente o retorno às Viagens Espaciais Tripuladas (terá de ser sempre o Homem a chegar a Outro Mundo) com a NASA, privados e restantes Agências Espaciais Mundiais (como a ESA, a ROSCOSMOS, a CNSA, a JAXA, a ISRO, etc.) virando-se de novo para o Espaço e para a sua efetiva conquista (com a sua presença) pelo Homem: relançando-se o objetivo LUA, lançando-se o objetivo MARTE e até como futura base de apoio, planeando-se uma nova Estação Espacial neste caso com os chineses na vanguarda. Criando-se bases na Lua, bases em Marte (como Entrepostos Espaciais) e deixando-se para as sondas automáticas (para já) destinos (para voos futuros tripulados) como Titã: e estabelecidas as redes entre planetas (com as Viagens Interplanetárias) partindo-se para outros Sistemas e até para outras Galáxias (Viagens Intergalácticas), sempre à procura de um novo lar − a TERRA 2. Sabendo o que ele sabe (mais uma vez com o Mundo, por responsabilidade DEM e REP, à beira do abismo) contando com todo o apoio de TRUMP (faltando-lhe apenas o seu Bilhete Dourado, esperando-o se reeleito), enquanto os restantes desgraçados (a caminho dos 8 biliões) esperam pelo ASTEROIDE (sob a forma de objeto/calhau ou sujeito/pessoa).

 

(imagens: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:28

16
Jul 19

Num planeta aparentemente MORTO (se comparado com a TERRA) sem presença de VIDA ORGÂNICA (visível) ou de MEIO AMBIENTE que a suporte (como por exemplo possuindo uma Atmosfera) − naturalmente que pensando em nós (no HOMEM) e na possível Descoberta de Outros Mundos – todos os fenómenos contrariando a sua atual situação evolutiva sobretudo envolvendo algum tipo ou forma de Movimento (característica básica de tudo o que está Vivo) − para além e como é óbvio, contando igualmente com a presença de Energia e de Matéria (E=MC²) – levantarão desde logo o aparecimento de dúvidas (mais pesadas/materiais e/ou mais leves/existenciais) e a colocação em causa de determinadas certezas (como o da delimitação, entre Vida e Morte):

 

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Marte − Curiosity Rover − NASA

SOL 2438 − 16 Junho 2018

(sobre a superfície uma luz planando à direita)

 

Num planeta Morto e por definição sem Movimento (visível em primeiro plano e a curta distância) e utilizando os nossos Órgãos dos Sentidos (validando o testemunho) sendo surpreendidos pela presença de um elemento estranho por desenquadrado, apontando para um outro cenário não estático, mas dinâmico (Evolutivo), apresentando-se sob a forma de um foco de LUZ (Vida).

 

Segundo os especialistas “com a Luz presente nas duas imagens” resultando do cintilar de uma rocha sobre a ação dos raios solares ou então da ação de raios cósmicos incidindo sobre o detetor fotográfico.

 

Se não demonstrando a existência de Vida (como será o caso dos DUST DEVILS envolvendo movimento, não necessariamente a presença de organismos vivos) pelo menos deixando no ar uma pequena dúvida presente, passada ou mesmo futura:

 

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Marte − Curiosity Rover − NASA

PIA 18077 − 3 Abril 2014

(saindo da superfície um foco de luz à esquerda)

 

Sobre a possibilidade de nalgum momento da cronologia marciana a Vida poder ter estado presente.

 

Em duas alturas distintas com dois focos de luz a serem bem visíveis sobre a superfície do planeta Marte, sugerindo aí a presença de algo mais que não e apenas a do Mundo Mineral (sendo o Homem o resultado da fusão do Mundo Mineral com o Mundo Orgânico, “catalisado” por um Terceira Entidade):

 

Alternativamente podendo ser de origem artificial (alienígena e/ou por erro de interpretação), ou sendo de origem natural, sendo referido como um extra (podendo ser o “Tal” Sinal).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:31

01
Jun 19

O local onde no mês de Fevereiro do próximo ano aterrará a missão MARS 2020 e a partir do qual se deslocará o seu ROVER (um veículo motorizado) na prossecução do Programa (da NASA) de Exploração de Marte (MEP): tendo como objetivo da missão o estudo da formação (e história inicial) e processos geológicos (e simultaneamente climáticos) do planeta, a hipótese de alguma vez na sua cronologia temporal ter tido Vida e ao verificar as diferenças apresentadas pela Terra e por Marte tentar descobrir como os Humanos lá se poderiam estabelecer. Ou seja, a Etapa Zero da futura Colonização pelo Homem, do até aí considerado misterioso (até há pouco tempo afirmando-se ter canais e até por lá andando os marcianos/como o fez Giovanni Schiaparelli em 1877) 4º Planeta do Sistema (Solar), o Planeta Vermelho.

 

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Cratera JEZERO

Onde o MARS 2020 e o seu ROVER

Tocarão a superfície de Marte

 

Um local escolhido para a nova missão da NASA e de um novo ROVER (depois da “morte” recente do OPOORTUNITY) movimentando-se na superfície de Marte, sendo um antigo lago marciano instalado numa cratera de impacto, talvez fornecendo ainda vestígios de algo (que por lá tenha passado − tanto no Espaço, como no Tempo − ou andado por perto) como Água ou como Vida. Pelo menos e a partir dos minerais aí existentes (pelas texturas e cores apresentadas, sendo certamente diversos) podendo-se por compreensão e associação confirmar ou não a existência de Água na História de Marte (com mais de 4,5 biliões de anos). Com o MARS 2020 (e o seu ROVER) a ter um tempo de vida estimado para um ano, mas certamente e tal como os seus antecessores (SPTRIT, OPPORTUNITY, MSL) estendendo-se por muitos mais − e concluída a missão ainda fazendo algo mais. Desde logo e estando já programado, tentar obter experimentalmente Oxigénio de dióxido de carbono e descobrir uma fonte de Água (não encontrada à superfície) de origem subterrânea. Tendo-se então aí “a base para a Base do Homem.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:10

29
Mai 19

Em

ISIDIS PLANITIA

 

“É uma planície situada dentro de uma bacia de impacto gigante em Marte, sendo a terceira maior estrutura de impacto (aproximadamente 1500 quilômetros de diâmetro) no planeta (após as bacias de Hellas e de Argyre). Provavelmente Isidis foi a última grande bacia a se formar em Marte, tendo aparecido a cerca de 3,9 bilhões de anos atrás.”

(wikipedia.org)

 

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Uma Representação Geológica segundo os cientistas

Sendo o resultado de uma Antiga Explosão Vulcânica em Marte

 

Inicialmente tendo para os cientistas uma origem duvidosa, podendo ir desde ser o resultado de uma Intervenção Interna ou em alternativa de uma Intervenção Externa – para os não crentes (“não acreditando sermos os Únicos no Universo”) por ação de algum tipo de Civilização Marciana num passado já muito distante aí existente e por ação de uma outra Civilização Alienígena Invasora, ou então para os crentes (“acreditando sermos os Únicos no Universo”) por algum tipo de fenómeno geológico aí ocorrido (por exemplo vulcânico) e por algum tipo de cataclismo tendo origem no Espaço, envolvente e atingindo Marte (por exemplo sendo atingido por um grande asteroide) – a estranha apresentação visível na superfície do Planeta Vermelho como que sugerindo ser a obra e a criação (Transformação) de “Algo ou de Alguém  (dada a ausência do Homem no local, Natural se for obra de um Objeto, Artificial se for obra de um Sujeito − visto como um organismo vivo alienígena) não passará de um depósito mineral (de Olivina) mais comum de se encontrar no interior dos planetas (e outros corpos celestes semelhantes) há muitos e muitos anos (talvez biliões de anos, dada a idade do nosso Sistema Planetário) e devido a uma erupção vulcânica (explosiva) sendo libertado para o exterior − e adquirindo este aspeto de Obra de Arte Universal. Localizada em NILI FOSSAE na região de SYRTIS MAJOR no planeta MARTE – situada muito próximo de ISIDIS PLANITIA uma extensa planície no interior de uma bacia de impacto (com muitos minerais por lá como é o caso da OLIVINA, por acaso o 1ª componente do manto terrestre).

 

(imagem: universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:29

12
Mai 19

Em Diâmetro

Com a Terra nem 4 X maior que a Lua

E com Marte 309 X maior que Phobos e 523 X Maior que Deimos.

Olhando-se para os dois casos

Notando-se logo a desproporção (planeta/lua).

 

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Terra e Marte

Numa proporção Diâmetro da Terra = 1,878 X Diâmetro de Marte

(partindo do Sol 3º e 4º planetas de 8 do Sistema Solar)

 

Integrando tal como outros sete planetas (principais) o Sistema Planetário tendo como estrela de referência o SOL (uma estrela de classificação espectral G2V, de cor amarela, temperaturas na ordem dos 5200K°/6000°K e representando entre todas as classificações estelares/sendo sete, menos de 1 em cada 10 estrelas) – por nós denominado como SISTEMA SOLAR e estando localizado num dos braços da galáxia em espiral VIA LÁCTEA – o planeta MARTE conhecido como um dos Planetas Interiores (os outros sendo Mercúrio, Vénus e Terra, de órbita interior à Cintura de Asteroides) e como vizinho exterior (à orbita) da TERRA (sendo o vizinho interno, Vénus), apresenta aqui numa produção conjunta das câmaras da sonda espacial 2001 MARS ODYSSEY (captura) e da Universidade Estatal do Arizona (produção) os seus dois satélites naturais (ou luas) PHOBOS (o maior com pouco mais de 22Km de diâmetro) e DEIMOS (o menor não chegando aos 13Km de diâmetro).

 

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1

Deimos e Phobos

(Mais pequena e maior das 2 luas de Marte)

 

Duas luas descobertas no século XIX (1877) por um astrónomo norte-americano (Asaph Hall), ainda hoje com a sua origem não confirmada e podendo entre várias hipóteses (proposta por vários cientistas) serem (ambas as luas) dois asteroides capturados (num ponto por determinar da sua História) pelo PLANETA VERMELHO (e suas forças gravitacionais): com PHOBOS a lua maior e com maior massa a orbitar (em menos de 8 horas) o planeta (Marte) a pouco mais de 9000Km de distância e com DEIMOS a lua menor e com menor massa a orbitar (em pouco mais de 30 horas) o planeta a mais de 23000Km de distância – apontando para que no futuro estas duas luas podendo ou não terem tido a mesma origem (por exemplo serem o resultado de um outro planeta localizado entre Marte/Júpiter e hoje desaparecido, podendo ter existido num passado bastante remoto e sofrendo um Evento Catastrófico, levando-o à sua destruição e fragmentação e dando origem à Cintura de Asteroides) terão certamente destinos bem diferentes, com PHOBOS (continuando a aproximar-se) acabando por IMPACTAR MARTE e com DEIMOS em sentido contrário (continuando afastar-se) perdendo-se (talvez para sempre) na escuridão do Espaço.

 

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2

Phobos

(A lua mais próxima de Marte no futuro impactando-o)

 

Nestas duas imagens de Deimos e de Phobos (1) e (destas duas) da lua (e das temperaturas aí registadas) maior e mais próxima de Marte (e que um dia colidirá com o planeta),

Em (1) podendo-se observar (da esquerda para a direita) as duas luas de Marte Deimos e Phobos, como registadas pelas câmaras da sonda 2001 Mars Odyssey, utilizando o seu instrumento (a infravermelho) THEMIS, em 15.02.2018;

E em (2) focando-se exclusivamente em Phobos e na variação das temperaturas pela mesma lua (de Marte) apresentada, revelando-nos com o auxílio e a utilização do instrumento THEMIS (Thermal Emission Imaging System) as diferenças de temperaturas aí registadas (exterior/centro) – com as mais baixas temperaturas na periferia e com as mais altas (a vermelho) no centro (e variando entre os 73°C negativos e os 27°C positivos) e sendo datadas de 24.04.2019.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:47

05
Mai 19

Confirmada numa imagem de 3 de Maio da NASA

(passada sexta-feira,3)

Acabada de ser editada em SOL 2396

(Mars Science Laboratory/Curiosity Rover)

 

[Se não acreditam vejam a sua imagem/sombra, numa edição com o carimbo e a certificação − sinal de aceitação e de credibilidade − USA/NASA.]

 

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Luna 1

Curiosity Rover

Sol 2396

 

Depois de tanto tempo à procura da minha cadelinha rafeira (mas não-vira-latas) e sem “pé-de-grilo” – a LUNA ou LULU − qual não foi o meu espanto quando ao olhar para uma foto recentemente remetida do planeta Marte (atualmente muito perto dos 60.000.000Km da distância da Terra) – por acaso andando nessa altura por lá à espreita e à procura (aproveitando o veículo motorizado aí circulando desde 2012 o Rover Curiosity) de algum tipo de vestígio da passagem do Tesla Roadster (do milionário Elon Musk) tripulado por Starman pela superfície marciana reparei (de uma forma faseada mas por certeza sensorial instantânea) primeiro como que por instinto mas depois de uma forma bem convicta (talvez porque desejasse muito que tal acontecesse), na sombra da minha amiga, cadelinha e companheira e para mim desde há muito já perdido (a Terra é imensa), LULU.

 

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Luna 2

Curiosity Rover

Sol 2396

 

Surpreendente por não expectável (não só pela sua dimensão mesmo assim menor que a da Terra) até pela distância em que se encontrava (Marte) e pelo mistério da sua forma de deslocação interplanetária Terra/Marte (uma viagem se possível mesmo para o Homem podendo durar meses), ao olhar para o registo de imagem SOL 2396 (2396ª dia de estadia no Planeta Vermelho) adquirido pelas câmaras do Rover Curiosity (câmara traseira) no passado dia 3 de Maio de 2019 (pelas 21:32:48 UTC), vendo-me de caras com LULU não diretamente (tendo como que recorrer a um espelho, oferecendo-nos uma Imagem da Realidade) mas pela sua projeção (para mim seu conhecedor, inquestionável) ou Sombra.

 

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Luna 3

Curiosity Rover

Sol 2396

 

Com a pequena LULU de nariz pontiagudo e orelhas bem esticadas, dependurada no Rover e projetando a sua típica sombra sobre a superfície marciana: certamente abduzida (na Terra), transportada numa mala (tão pequena ela é) e algures abandonada (num Mundo para ele estranho − como Marte − e transportado por extraterrestres). E assim depois de já tantos (de nós) nas suas observações minuciosas de imagens editadas (e certamente e se necessário tratadas) pela NASA (fora as que se lhes escapam), terem descoberto certas anomalias ou pormenores no mínimo estranhos (se não mesmo completamente desenquadrados, para o que nos dizem sobre este planeta nosso vizinho) nas mesmas por vezes emergindoentre essas imagens registos do que parecem ser animais (nossos conhecidos), seres de contornos humanoides (como nós) e objetos aparentemente fabricados de origem artificial (como o que parece ser a 100% o terminal de um aspirador) – agora e só para confirmar (mais esta Teoria da Conspiração) sucedendo comigo (testemunha) e envolvendo a minha cadelinha (a Protagonista).

 

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Da Terra à Lua e À Volta da Lua

Duas obras de Júlio Verne e (mais uma vez)

A presença de um ser vivo descrito como irracional (o cão)

 

E não gastando biliões (de dólares, de outros biliões) ultrapassando (o milionário norte-americano) Elon Musk (na minha Real-Imaginação): com LUANE a cobaia − tal como como a cadela “soviética” LAYKA, um animal racional e no entanto, sendo o 1º Ser Vivo a orbitar o planeta Terra (ultrapassando aí o Ser Racional e Dominante) – e respeitando as proporções (até pela cadelinha LULU, ser daquelas de transporte incógnito numa mala de mão), a fazer a sua Viagem, “a Ir e a Voltar”, cumprindo assim o seu desígnio (a que os portugueses quando pessimistas chamam Destino). Tal como VERNE nos explicara e o nosso Espírito Juvenil nos exigira (e em Sonhos Imaginara): “numa exigência sem tempo, de algo infinito dentro de nós”.

 

[E ao contrário do que a Bíblia sugere

  1. Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas,
  2. Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira (abiblia.org)

Com “O Cão a ser a Virtude que, não podendo fazer-se Homem, se fez Animal” (Victor-Marie Hugo em pensador.com).]

 

(imagens: mars.nasa.gov e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:43

04
Mai 19

“Um planeta (Marte) na sua forma e na sua base (de cenário)

Em tudo semelhante ao nosso (Terra),

Mas há muito tendo perdido

O seu Maior Organismo Vivo

A sua PELE.”

 

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Nascer-do-Sol

(cor-crua)

 

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Nascer-do-Sol

(cor corrigida)

 

Coincidindo com a fase final da mudança de regime (Fascismo → Democracia) levando ao golpe de estado ocorrido com a Revolução dos Cravos (um dos símbolos do 25 de Abril) – tendo como ponto definitivo de inversão política a passagem de 24 para 25 de Abril de 1974 (já os norte-americanos tinham abandonado a LUA e o Programa APOLLO há ano e meio) – talvez por sermos um povo que para sobreviver teve sempre que recorrer ao risco e à Aventura (tendo a dupla vantagem de poder recorrer a vias de fuga como a terrestre e a marítima) num facto ampla e globalmente reconhecido com a Aventura Extraordinária Portuguesa da Era dos Descobrimentos (séc. XV/XVI) – com Portugal sobretudo entre 1415/1543 a poder ser considerado (tal com atualmente os EUA, a Rússia e a China) como uma das Grandes Potências Mundiais – por algum acaso, coincidência ou intervenção Divina ou até mesmo como Homenagem à nossa Odisseia de Aventura & Descoberta (no presente e depois da Conquista dos Oceanos, seguindo-se a Conquista do Espaço), eis que de um Mundo Alienígena (Exterior à Terra) localizado a uns 60 milhões de Km de distância (neste mês de 2019) nos chegam imagens da nossa estrela (o Sol) na noite da comemoração do início da nossa Revolução: com os seus raios solares passando por nós (na Terra passados 500 segundos), atravessando a escuridão do Espaço por milhões de Km e passados uns escassos 760 segundos, chocando com este Mundo – Marte − e agora (vindo da sua parte ou então de um intermediário) dando-nos resposta (sendo aqui o intermediário as câmaras da sonda InSight).

 

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Pôr-do-Sol

(cor-crua)

 

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Pôr-do-Sol

(cor corrigida)

 

Prosseguindo na Grande Aventura do Homem antes com a Conquista dos Oceanos agora com a Conquista do Espaço (podendo-se afirmar ter-se iniciado em 1926 com o lançamento nos EUA do primeiro foguetão sob direção do norte-americano Robert Hutchings Goddard) – e pelo meio não se deixando de ficar perplexo como uma espécie necessitando de se movimentar (para sobreviver como qualquer organismo vivo e dinâmico) iniciada uma (sua) nova fase evolutiva e essencial face à evolução externa (de modo a se dar um novo Salto), repentinamente e sem justificação (válida/credível que não o dinheiro) abandona os seus desígnios e como que regride (entrando em hibernação ou coma induzido) tanto no Tempo como no Espaço (depois de 48 anos de luta sucedendo-se 45 anos de quase nada) “deixando-se a Lua para trás − com a NASA a presentar-nos (e logo a nós Portugueses nesta data tão festiva) com imagens vindas de Marte e apontando deliberadamente para o Sol: apresentando-nos logo na precisa altura do 24/25 de Abril comemorativo de um 1ª Dia de Liberdade (passado há quase meio-século) um nascer-do-Sol e um pôr-do-Sol não como visto da Terra (onde nos encontramos) mas como visto de Marte (onde nos poderemos vir a encontrar no futuro − esperemos que muito próximo – apesar de já terem saltado/na previsão dos 2020 para os 2040).

 

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Nuvens

(cor-crua)

 

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Nuvens

(cor corrigida)

 

Pia 23201 e PIA 23202 uma dando-nos a usufruir um nascer-do-sol o outro (vendo a “sua” estrela “partir”) um pôr-do-sol (como o poderá ter visto um hipotético marciano) – e adicionalmente como bônus confirmando a existência de atmosfera (em Marte como na Terra, mais rarefeita ou mais concentrada) uma amostra do céu não limpo mas com nuvens, PIA 23180. Numa visão InSight (Interior Exploration using Seismic Investigations, Geodesy and Heat Transport) – sonda norte-americana enviada para Marte e aí aterrando para estudar entre outros aspetos (à superfície deste planeta) fenómenos como os sismológicos e os de transferências de calor – e tendo-a como intermediária entre O Outro Mundo e o Nosso. Entretanto para contrariar a nossa felicidade (de modo a ser, nem que temporariamente e apenas na nossa Imaginação, a mais plena possível) e confundir-nos um pouco mais (sabendo como sabemos, que nem tudo o que vemos é) − com os originais depois de “tratados” a serem editados pela NASA – com os responsáveis (do JPL-Caltech) a mostrar-nos  o planeta MARTE (alternativamente o Planeta Vermelho) segundo o RAW (cores captadas) e segundo ELES (cores corrigidas), talvez nenhum deles nos disponibilizando o verdadeiro colorido de Marte. Senão vejamos:

 

Em PIA 23201 (Sunrise on Mars) com o registo a ser efetuado a 24 de Abril de 2019 pelas 05:30 locais, no 145º dia marciano de estadia da Insight no planeta;

Em PIA 23202 (Sunset on Mars) com o registo a ser efetuado já a 25 de Abril de 2019 pelas 18:30 locais, ainda no decorrer do 145º dia de estadia;

Em PIA 23180 (Clouds on Mars) com este último registo a ser feito simultaneamente ao anterior.

 

Mostrando-nos que sendo NOSSO, o SOL também o é de Todos, tal e qual como o 25 de Abril, Marte e todo o Universo. E para tal bastando querê-Lo (o hoje Impossível, mas com hipóteses Infinitas).

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:46

14
Abr 19

Uma imagem com dois possíveis coloridos (o primeiro sendo o editado e o segundo ainda mais manipulado) remetida do planeta Marte – pela sonda automática InSight − e posta à disposição do destinatário (final mas aqui por oferta) pelos canais de distribuição da NASA: apresentando-nos um cenário seco e desértico (como se tivesse sido desidratado), sem qualquer tipo de movimento à vista (exceto aquando das tempestades de areia), como que tendo sido calcinado (por uma brutal explosão/tempestade solar), posteriormente e ao longo do tempo sendo descascado (durante os seus cerca de 4,5 milhões de anos de existência) e que agora mesmo apresentando-se aparentemente sem nada tendo a oferecer (à Terra e aos seus aí residentes), se torna num novo Paradigma para a Humanidade Objetivo Marte transformando-se no primeiro Mundo Extraterrestre a poder ser habitado (no futuro, a curto-prazo e com a sua chegada projetada para meados de 2030/40) pelo Homem.

 

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Marte

InSight

9 de Dezembro de 2018

SOL 14

Perspetiva de 290°

 

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E tal como no registo enviado pela sonda automática (norte-americana) utilizando os seus canais próprios e normais de comunicação Espacial (mas no entanto e infelizmente não tripulada) − e apesar dos outros invejosos (Rússia e China) que sempre rodeiam os excecionais − com os EUA tanto a nível Governamental como da Iniciativa Privada, a serem os únicos − suficientemente irresponsáveis e loucos − capazes de concretizarem tal ato de extremismo suicida: propor ao Homem em Marte a possibilidade de Viver num verdadeiro Inferno (tóxico/mortal) ou então e em alternativa fazer como o avestruz e enterrarmo-nos num buraco de Marte (e como sempre ficando à espera estático da morte).

 

Quando sabemos haver Água (e onde há Água há Vida) noutras partes do Sistema (Solar). Quanto mais no Universo dito intemporal/infinito.

 

(imagem: InSight/SOL14/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:09

04
Abr 19

Extinção em Massa do Ordoviciano, Devoniano, Permiano, Triássico e Cretáceo, seguindo-se o Holoceno, tempo em que nós vivemos e em que poderemos ser os grandes protagonistas – da Extinção (do Homem) e sucedendo aos nossos queridos Dinossauros (então com o Homem a perpetuar-se nas prateleiras de um novo Toys "R" Us e nas mãos de um outro animal).]

 

Fanerozóico

(últimos 542 milhões de anos)

 

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(% de Extinção Marinha/Milhões de anos)

 

Num momento da História da Terra em que poderemos já estar a viver a 6ª Maior Extinção Maciça um recordar dos seis Eventos de Extinção (para já conhecidos): (1) há quase 450 milhões de anos o fim do Ordoviciano com a extinção de cerca de 85% das espécies (como os graptólitos), (2) há 375 milhões de anos já avançado no Devoniano com a extinção de 75% das espécies (entre elas as trilobites), (3) há 250 milhões de anos no fim do Permiano com a extinção de mais de 95% das espécies (caso dos tabulate coral) a maior de todas as extinções, quase erradicando todo o tipo de vida do nosso planeta (4) há 200 milhões de anos no fim do Triássico com a extinção de 80% das espécies (como os Conodanta) e finalmente (5) há 66 milhões de anos no fim do Cretáceo com a extinção de 76% das espécies (caso da amonite e podendo Já em terra circularem os dinossauros). E iniciada a 6ª Maior Extinção Maciça, depois dos Dinossauros seguindo-se (com grandes hipóteses de se acertar, caso não partamos para o espaço) o Homem. (fonte: Viviane Richter/COSMOS)

 

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Num momento em que em Portugal o delfim de Marcello Caetano (1906/1980) se não governa pelo menos é Rei (desde o ano de 2016)

 

– Marcelo Sousa o homem que foi capaz de passar de forte apoiante do Estado Novo (inicialmente até pensado pelo próprio Marcello para seu sucessor) a protagonista do regime Democrata (que lhe sucedeu hoje sendo o seu Presidente)

 

Corporizando através do seu carisma bipolar (adorou/atraiçoou o Padrinho que o iria tornar seu Delfim) uma região particular do planeta Terra (no presente micro) que para determinados observadores aparenta ter parado no respetivo espaço/tempo (veja-se o que Portugal já foi no Mundo e no Passado),

 

Eis que do Outro Lado do Oceano Atlântico os sucessores de um antigo contingente de europeus expulsos das suas terras (de família e de nascimento) e levados pelo mar fora para outro continente distante e ainda no início do seu processo de desenvolvimento e de consolidação

 

– Obviamente tratando-se da América do Norte e particularmente dos EUA

 

Nos prometem de novo a LUA e como se já não bastasse MARTE:

 

Uns (Portugal) alegremente deixando-se ficar (pelo apeadeiro)

 

“Felizmente temos o Algarve, dirão alguns”

 

E vendo sem perceber os outros (EUA) seguir (para a seguinte Estação).

 

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No final da segunda década do 2º milénio e a caminho de se perfazer meio-século (este ano fazendo 47 anos no mês de Dezembro) sobre o último voo espacial tripulado levando o Homem à LUA e aí fazendo-o pisar (algo de impensável mesmo na altura e em que muitos ainda não acreditam) o seu primeiro Mundo Extraterrestre (o nosso único satélite localizado a cerca de 384400Km da Terra),

 

Com a Agência Espacial Norte-Americana (e governamental) NASA colocada perante o ambicioso projeto e o trabalho já levado a cabo (e tendo a vir a ser concretizado com sucesso) pela empresa privada do multimilionário Elon Musk, a privada SPACE X

 

– Com o seu alvo estratégico apontando o planeta Marte (mais distante de nós, mas supostamente mais interessante), utilizando ainda o nosso satélite natural a Lua (muito mais próxima de nós e já visitada) como forma de financiamento (com voos privados pagos) e desenvolvimento da nave espacial SPACE X STARSHIP que os levará ao seu “Destino-Marte

 

A apresentar finalmente o seu Programa Espacial a ser cumprido nos próximos anos, tendo como objetivo o regresso à Lua e o lançamento da missão Marte (num projeto apoiado pela atual Administração Norte-Americana): não levando milionários em passeios privados e turísticos até à Lua (para o usufruto e o prazer de um só) mas aí alunando, criando uma base e utilizando a Lua como uma plataforma para alcançar com maior fiabilidade (cientifico-tecnológica e não contabilística) Marte e a partir daí e da consolidação de todos os fatores e conhecimentos adquiridos, atirando-se então e decisivamente para o lançamento de um maior e mais arriscado empreendimento espacial, dirigindo-se então para Marte e aí colocando o primeiro ser humano.

 

foo-03.jpg

 

E assim respondendo por necessidade e no presente (sentindo-se abandonada e podendo ser ultrapassada) ao nítido avanço da iniciativa privada na área da conquista do Espaço (igualmente financiada por verbas governamentais) – privados mais que nunca desejosos de tomar as rédeas da Exploração (em todos os sentidos sobretudo comerciais) do Espaço (com a maior abertura da nova Administração norte-americana à iniciativa privada, diminuindo impostos e facilitando o financiamento privado) – com a NASA respondendo ao pedido do atual presidente Donald Trump (da sua Administração e contando ainda com o total apoio de alguns dos seus maiores oposicionistas nas primárias republicanas de 2016) a assumir o desígnio proposto e a apresentar recentemente a sua versão do projeto LUA/MARTE (respondendo assim à apresentação alternativa da privada Space X):

 

“President Donald Trump has asked NASA to accelerate our plans to return to the Moon and to land humans on the surface again by 2024. We will go with innovative new technologies and systems to explore more locations across the surface than was ever thought possible. This time, when we go to the Moon, we will stay. And then we will use what we learn on the Moon to take the next giant leap - sending astronauts to Mars.” (Jim Bridenstine/ NASA)

 

Propondo-nos a LUA em 2024 e Marte para lá de 2030, nesses anos com o Homem voltando a pisar a superfície da Lua e pouco tempo depois a pisar o solo do primeiro planeta para além do nosso o vizinho exterior o Planeta Vermelho: explorando e lá tentando construir a sua primeira base/colónia marciana e com mais esse passo talvez ajudando a abrir mais uma porta para as próximas visitas interplanetárias, interssistemas e intergalácticas. Mas até lá havendo ainda muito que fazer na Terra (cá dentro) e fora dela (no Espaço exterior).

 

(imagens: wikipedia.org e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:18

02
Abr 19

[Com o metano a poder ter um papel fundamental, no aparecimento de Água em Marte. No caso da Terra e como todos nós sabemos, sendo um indicativo adicional da presença de Vida. Que o digam as vacas, tão famosas pela sua digestão & expulsão − de dejetos (e traques) ricos em Metano.]

 

MarsCraterWalls.jpg

This image

shows large gullies

on both the pole- and equator-facing slopes

of a crater on Mars.

(Image: NASA/JPL-Caltech/University of Arizona)

 

Passado o Equinócio da Primavera (ocorrido a 20 de Março, pouco antes das 22.00) e lendo o SPACE JOURNAL (room.eu.com) relativo ao início da primeira semana do mês de Abril (Primavera no Hemisfério Norte e com a Mudança da Hora já efetuada, de sábado para domingo em Portugal), duas notícias bastante interessantes (pela presença de metano e pela presença de água) envolvendo o ainda misterioso (terá alguma vez tido vida, água, atmosfera?) planeta Marte (assim como o seu meio ambiente hostil) e podendo contribuir para o tão desejado êxito de futuras missões (de exploração espacial) desde sempre cobiçadas por Governos (EUA, Rússia, China) e agora até por Entidades Privadas (como a norte-americana SPACE X):

 

Falando-se da primeira confirmação da presença de METANO em Marte (com uma sonda confirmando os resultados da outra), efetuada por um grupo de cientistas utilizando dados obtidas pela sonda MARS EXPRESS e aí confirmando (relativamente ao mesmo período de tempo) anteriores dados fornecidos pelo ROVER da sonda CURIOSITY mas nunca completamente confirmadas e como consequência levadas a sério (pela restante comunidade científica) e como se já não bastasse (para alegria de ELON MUSK e do seu ambicioso projeto de Colonizar Marte)  da presença ainda hoje (como já poderá ter ocorrido no passado da História Geológica do planeta com mais de 4,6 biliões de anos) de água na superfície marciana − no seu subsolo.

 

Com novos estudos a afirmarem que o planeta “não será tão seco como se pensava” mas na realidade e nalgumas regiões algo húmido não só nos Polos (congelada) como até no Equador (chegando à superfície através de fendas, existentes nas suas inúmeras crateras). Tal como se pode constatar com “New evidence of a planet-wide groundwater system on Mars”:

 

“Earlier this month, scientists suggested Mars once had an ancient planet-wide system of channels that connected underground lakes with an extensive ocean that covered much of the martian surface. Impressive as this sounds, it might only be half of the story.”

(Kerry Hebden/room.eu.com)

 

MarsExpress.jpg

An artist's impression of the Mars Express spacecraft

which has just helped a team of scientists

make the first independent confirmation of a methane spike

recorded by Curiosity in 2013.

(Image: ESA)

 

Deixando no ar a ideia parcialmente confirmada e situando-se para além de uma mera hipótese teórica (ou não se baseasse em resultados práticos obtidos por aparelhos de medição instalados em duas sondas automáticas colocadas no local − uma em órbita/Mars Express outra à superfície/Curiosity Rover) de que no presente Ainda Existirá Água em Marte manifestando-se à superfície por intrusão da mesma (água e com a mesma a ser impulsionada devido a reações físico-químicas) desde o subsolo até mais acima (crosta marciana):

 

“We propose an alternative hypothesis that they originate from a deep pressurised groundwater source which comes to the surface moving upward along ground cracks."

(Essam Heggy/in Nature Geoscience).

 

E para além da presença de Água em Marte (no presente), sabendo-se da sua importância na existência de Vida (veja-se o caso do nosso planeta) e sendo nós seres (e como seu produto) Inteligentes e Organizados (tal e qual numa Linha de Montagem) − ou não fosse a Terra coberta em 70% por água e aproximadamente dentro dos mesmos valores o nosso corpo fosse (maioritariamente) por ela constituído – com a presença de um gás como o Metano (o mais simples hidrocarboneto) que na Terra poderá significar uma grande variedade de coisas (desde objetos a sujeitos): olhando apenas para as informações inseridas na Wikipédia podendo ser originado (o Metano) por ação de Gás e Carvão, de Vulcões e Falhas Geológicas, de Decomposição Orgânica, de Pântanos, de Digestão dos Animais, de Bactérias e etc., entre material mineral e material ORGÂNICO, possivelmente BIOLÓGICO, VIVO, ORGANIZADO.

 

(legendas/imagens: Kerry Hebden/as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:09

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