Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Terrestres, Marcianos ou Solares

Quarta-feira, 05.05.21

Integrando um espaço e um tempo mais amplo do que aquele de que temos alguma noção ─ o Universo, dito Infinito ─ e partilhando um conjunto mais ou menos extenso, mas denotando em extensão e compreensão características comuns ─ o limitado Sistema Solar, ele próprio um subconjunto de um outro mais vasto, a Via Láctea (e assim sucessivamente, do infinitamente pequeno ao infinitamente grande)

Wet-Mars-580x580.jpg

Marte num passado remoto

(integrando um Sistema Planetário com 4,7 biliões de anos)

 

A Terra e toda a sua História (Geológica, Biológica) terão que ter forçosamente algo de comum com todos os seus parceiros planetários (planetas, cometas, asteroides, etc.), podendo mesmo a Vida ter migrado entre vários Mundos (próximos e em diferentes fases da sua formação) até chegar ao ponto onde hoje se encontra:

Nos seus estimados 4,7 biliões de anos decorridos desde a sua formação (centrado numa estrela da classe espetral G2V, o Sol) e no meio de múltiplos impactos entre diferentes corpos e material movimentando-se no Espaço e definindo progressivamente a disposição da sua futura estrutura (básica e planetária),

Depois da estabilização de certos Mundos podendo-se ter então aberto a porta a outro tipo de evolução (não apenas geológica, preparando o terreno) não tanto a nível de um Mundo Mineral (já preparado para receber algo mais) mas de um outro e como sua consequência (natural sequência) ─ montado e preparado o seu ecossistema ─ o Mundo Orgânico, Biológico, a Vida.

Conjugando o que nos caracteriza e distingue (apesar de ainda não a compreendermos, situarmos) a nossa Alma, com a Matéria e o seu correspondente (espiritual) o Eletromagnetismo.

Num passado já muito longínquo com a Vida a poder ter aparecido numa “Terra agora Estranha” e perdida, entretanto no tempo (e noutra projeção/disposição deste mesmo espaço),

Atravessando Civilizações, ultrapassando Saltos Civilizacionais, podendo-se ter quase extinguido ou não, mas regressando sempre e sendo resiliente subsistindo e replicando-se de novo, sempre sob o mesmo molde (apenas adaptado):

Ainda com a Terra num estado mais atrasado da sua formação debatendo-se com impactos de cometas e de asteroides ─ quase como que com sucessivas vagas de espermatozoides, tentando fecundar a Terra ─ podendo o Homem já existir noutros Mundos migrando periodicamente e conforme as suas necessidades.

E sendo originário de algum lado podendo ser daqui ou doutro lado, bastando ter-se movimentado (sendo o Homem de base um nómada):

Talvez se tendo sido marciano, no presente terrestre e num futuro próximo regressando e sendo terrestre/marciano ou simplesmente um solar,

Vendo-se aqui Marte tal como poderia ter sido no (seu) passado (remoto), sonhando-se reconstruí-lo (de novo, pelo menos Elon Musk e os seus amigos empresários)

(imagem: Kevin Gill/universetoday.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

Chang'e ─ Lua Cheia

Domingo, 02.05.21

“In Chinese folklore, for example, the goddess of the moon, Chang'e (Chang’e, deusa chinesa da Lua), was banished to the rock in the sky after stealing immortality elixir from her husband, the archer Hou Yi. He had been rewarded the elixir after shooting down nine suns that were roasting the earth, leaving only one for us to live by. Chang'e is now the namesake for the Chinese Lunar Exploration Program. She was even mentioned in the first moon landing, when the Apollo 11 crew were regaled with the tale of her origins.” (Kayleigh Donaldson/31.01.2018/syfy.com)

1562240272243499.jpg

CHANG’E a DEUSA DA LUA

Esposa do Deus-Arqueiro Hou Yi

(deuses chineses)

 

Dez dias passados sobre o Dia da Mãe-Terra (22 de abril), sete dias sobre a Revolução-Mãe de Abril (25 de abril), seis dias sobre a Super Lua Cheia-Mãe (26 de abril) e um dia sobre o 1º de Maio-Mãe de todos os Trabalhadores (1 de maio), festeja-se hoje em Portugal o nosso Dia da Mãe (2 de maio): e com todos os dedos da mão presentes, conjugando-se num mesmo dia a Terra, a Revolução, a Lua, os Trabalhadores e com estes as Mães de todos e com elas todos nós. Num momento de Pandemia em Portugal em que as Mães assumiram e cumpriram mais uma vez o seu papel (constate-se o crescente papel da mulher e mãe, em áreas fundamentais como as da Educação e da Saúde), contribuindo para esta abertura (tão desejada) neste certamente celebrado (por vezes com excessos) fim-de-semana, de 1/2 de maio de 2021: podendo encerrar um período negro de mais de um ano (iniciado no princípio de março 2020) em Portugal tendo provocado (até hoje 2 de maio) 16.977 vítimas mortais (mais de 40 óbitos/dia) ─ se o Governo e o Povo cumprirem (e as vacinas estiverem presentes, sendo eficazes) esperando-se que bem prolongado.

Screenshot_2021-05-02 Photos April’s pink moon s

SUPER LUA CHEIA Inglaterra

Glastonbury Tor

(26 abril 2021)

 

Aqui com dois registos da Super Lua Cheia como vista de um lado e do outro do Oceano Atlântico (as duas integrando o Hemisfério Norte), uma na Grã-Bretanha (a “Ilha da Europa” autónoma e independente) ─ um aglomerado rochoso (com uma torre no seu topo) localizado na cidade inglesa de Glastonbury no condado de Somerset (SO da Inglaterra) ─ a outra nos EUA ─ em frente à praia de Miami (cidade do estado da Flórida nos EUA) com um cruzeiro turístico passando ao largo (tendo diante de sim Cuba, a terra do médico-guerrilheiro Che Guevara). Uma Lua à nossa vista parecendo maior, semelhante à barriga de maior proporção (tendo dentro dela outro ser vivo) de uma mãe-grávida, mas na realidade não o estando (”grávida”, maior) sendo apenas um erro visual introduzido pelo nosso órgão de visão: no “teste” não dando positivo, dado a Lua só parecer maior por estar no seu ponto de maior aproximação à Terra (não sendo a sua órbita circular, mas um pouco elítica) ou perigeu. Sendo a diferença de distância Terra/Lua entre o seu (da lua) apogeu (mais afastada) e perigeu (mais próxima) de mais de 40.000Km.

Screenshot_2021-05-02 Photos April’s pink moon s

SUPER LUA CHEIA USA

Cruzeiro Miami Beach

(26 abril 2021)

 

Vivendo-se numa época em que mesmo com as portas do Espaço entreabertas há mais de meio século (com as missões Apollo à Lua), nunca ninguém se tinha ainda comprometido com uma saída para além dos limites do “pátio-de-entrada” da Terra ─ todo aquele pequeno Espaço situado entre as órbitas da Terra e da Lua, uns meros 0,38 milhões de Km, com Marte ainda hoje a mais de 300 milhões de Km de nós, quase 790X essa distância (Vénus/hoje a cerca de 250 milhões de Km) ─ mas que com a entrada da iniciativa privada norte-americana na Corrida e na Exploração Espacial, propondo o regresso às missões tripuladas (até ao momento e a nível estatal tudo se resumindo à ISS e ao lançamento de sondas, sejam dirigidas ao vizinho interior/drones ou à envolvente exterior à Terra/sondas automáticas) não se contentando com a Lua e apontando logo os holofotes (ao seu vizinho externo) a Marte: amadurecida a NASA e aproveitados (e daí retirados estrategicamente) todos os frutos de décadas e décadas de coragem, de sacrifício, de investigação e de experiência, com os privados a retirarem-lhe o protagonismo (e a desvirem em seu benefício os subsídios estatais, antes atribuídos à agência espacial estatal), os voos tripulados, a exploração presencial, efetiva e comercial, deixando aos “outros” a investigação e como se fossem estes as “crianças-cientistas” os “aparelhos telecomandados”. Nos seus quadros e tabelas de investimento e de retorno (Indústria Aeroespacial), com os diversos CEO agregados ao processo e partindo do que agora ainda é (veja-se a luta pelo protagonismo/subsídios entre a SpaceX/Elon Musk e a Blue Origin/Jeff Bezos) ─ com nem 600 homens tendo abandonado até hoje a Terra em direção ao Espaço exterior (esmagadora maioria por perto) ─ projetando nos seus planos e para um futuro muito próximo (já em 2050), centenas, milhares, talvez centenas de milhares de pessoas não apenas em viagem, mas vivendo e trabalhando noutros planetas: mas sendo a Lua um entreposto essencial.

(imagens: topancienthistory.com ─ Finnbarr Webster/Getty Images ─

Chandam Khanna/AFP/Getty Images ─ eu.usatoday.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:18

Em Escarpa, Em Colapso

Quinta-feira, 29.04.21

Ainda mergulhados na Terra aquando da 1ª ida até à Lua (julho de 1969) e com as virtudes do capitalismo norte-americano então no topo da sua grandiosidade (1945/1970), desde há pelo menos meio século que todos nós sabemos (ou suspeitamos) que, para além do nosso único satélite artificial pouco ter a oferecer ao residente comum deste planeta (a caminho de 8 biliões de indivíduos), os restantes corpos celestes até pela sua proximidade “desprotegida” ou pelo seu afastamento “gelado” ─ mesmo aqueles como a Terra, os restantes 7 planetas principais, integrando este Sistema Planetário (centrado no Sol) ─ também se encontram sensivelmente na mesma situação:

PIA24611.jpg

ESCARPA

Sonda MRO ─ Instrumento HiRISE ─ PIA 23611

(Inserida numa depressão com uma extensão de umas centenas de metros,

íngreme e conhecida por expor à sua superfície “água-gelada”)

 

Desde os planetas Interiores como Mercúrio e Vénus (pela sua proximidade, exposição e ausência de proteção, sendo constantemente “bombardeados” pelo Sol), passando ainda por Marte (completamento exposto, sem atmosfera protetora) e estendendo-se aos planetas Exteriores como os Gigantes-Gelados Júpiter e Saturno (não esquecendo Úrano e Neptuno), todos eles não apresentando as condições mínimas para a sobrevivência da nossa espécie.

Para além da exposição a todos os perigos conhecidos ou desconhecidos oriundos do Espaço Exterior (à Terra) e tal como verificado nas diversas visitas à Lua feitas pelo Homem há 50 anos atrás (deixando-se no ar a questão, porque desistimos dela), ao olharmos para a Lua, para Marte ou para outro corpo qualquer integrando o nosso Sistema Solar, não se verificando neles a existência de atmosfera (de oxigénio, necessário para a nossa função respiratório), de água (compondo grande percentagem do nosso Mundo a Terra, assim como do nosso corpo, sendo-nos tal como um “combustível” fundamental), nem de qualquer tipo visível de Vida (mesmo que microscópica, nem sequer um vestígio):

Significando que pelo menos neste Espaço-Tempo poderemos estar (nesta “extremidade” do Universo) momentaneamente ou por desconhecimento, sós.

Até porque poderemos ser uma espécie autóctone desta parte do Universo usufruindo deste canto da pequena e perdida Via Láctea, através de sucessivos Saltos Civilizacionais ocorrendo desde há uns 4,5 biliões de anos, tendo a vir a assumir um papel preponderante na evolução e transformação deste minúsculo, mas único ponto chamado Terra, mas que para sobreviver e continuar terá um dia forçosamente de abandonar esta referência, emigrar e persistir:

Tal como hoje em dia poderemos imaginar sucessivos Saltos Civilizacionais ocorridos ao longo de toda a História Geológica do nosso planeta, desaparecendo/reaparecendo o Homem e até podendo envolver outro planeta próximo (como Vénus, como Marte) neste intercâmbio Temporal (poderemos já ter sido num passado remoto, venusianos e até marcianos), amanhã tendo-se obrigatoriamente de migrar (o Sistema Solar não durará para sempre) podendo a Lua voltar a ser protagonista como ponto intermédio e Marte o nosso futuro como Lar e 1º Grande Entreposto Interestelar.

E talvez seja por isto baseado num passado profundamente encastrado nos nossos testemunhos e genes, que ao olharmos para Marte até pela sua forma, proximidade e aspeto (um ser familiar, talvez com a mesma idade, apenas seguindo caminhos/trajetórias/órbitas diferentes), sintamos nele algo de conhecido de muito familiar, de querer lá estar ou então regressar.

PIA24614.jpg

COLAPSO

Sonda MRO ─ Instrumento HiRISE ─ PIA 24614

(podendo ser uma depressão ou um topo, observada em depósitos superficiais

do polo Sul, mas sendo o 1º caso e como resultado de um colapso)

 

Com o chefe desta ilusão a ser no presente o milionário e ilusionista (e norte-americano, com acesso privilegiado às impressoras e ao subsídio estatal) Elon Musk:

Querendo-nos enviar para Marte.

Concluindo-se que no início da terceira década do século XXI e passados mais de 50 anos (vai fazer 52) sobre a nossa chegada ao 1º Mundo Alienígena (com o astronauta Buzz Aldrin a deixar a sua marca/sola da bota na Lua), por um lado sonhando-se muito com Marte e estendendo-se a busca a anos-luz, mas por outro lado nem sequer se conhecendo toda a amplitude das nossas altitudes, positivas como negativas:

O que se passa por exemplo (nos oceanos) a uns meros 10Km/11Km de profundidade (tendo máquinas capazes de ultrapassar os limites do Sistema Solar, como as sondas Pioneer e Voyager ─ e já com outra a caminho, a sonda automática New Horizons) e com o problema de como travar uma doença provocada por um ser vivo de vida tão curta (se comparada com a do Homem) e microscópico, quando diante de nós já conseguimos ver o infinitamente pequeno (com o microscópio) e o infinitamente grande (com o telescópio) ─ em toda a sua extensão e compreensão, este complexo e ao mesmo simples “Organismo (Universo) Vivo” (montando-se progressivamente na nossa cabeça e formando diante de nós “o modelo”).

Ao chegar-se às proximidades do planeta Marte ─ o 4ª planeta mais distante do Sol e o nosso mais próximo vizinho exterior (à órbita da Terra) ─ para o milionário (subsidiado pelo Estado) Elon Musk o facto central separando-nos da nossa própria extinção (entendendo-se o Homem como a espécie dominante), deparando-nos com algo muito pior do que os mais extremos cenários ambientais terrestres, inserindo-nos neles (para além de um certo ponto) sendo impossível de sobreviver, inseridos na superfície marciana nem sequer sendo possível imaginarmo-nos (milagres só na Terra, com ícones locais e altares) a recuar, estando a meses de viagem (centenas de milhões de Km) do posto de socorro mais próximo:

Sendo Elon Musk mais um exemplar oriundo dum mesmo molde (mesmo tipo de programação, objetivo), quanto muito classificado pelos seus iguais (criando a hierarquia de poder, a pirâmide social) como sendo um génio ou um louco (apesar de adjetivos distintos e extremos, tendo por complementaridade necessária ao bom funcionamento do sistema, consequências iguais) ─ um predador proporcionando às suas presas o destino do costume ou em alternativa única (oferta de EM e sendo-lhe  exclusiva) a fuga em frente ─ tal como o fez com Starman (o seu astronauta-humanoide-manequim) lançando-o em direção ao Planeta Vermelho, ouvindo David Bowie e conduzindo um dos modelos Tesla ─ e acabando se não fossilizado na viagem, então bem calcinado no Inferno.

Por lá (Marte) só mesmo como com os mortos por cá (Terra), bem enterrados.

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:34

Ingenuity ─ Apreendendo a voar num Outro Mundo

Terça-feira, 20.04.21

Esta segunda-feira dia 19 de abril de 2021 pelas 11:46 hora de Lisboa, com o 1º aparelho voador telecomandado e de origem terrestre um pequeno helicóptero, o INGENUITY ─ a sobrevoar durante 30 segundos a superfície do planeta Marte (com o tempo total do voo a ficar-se pelos 39,1 segundos) atingindo uma altitude máxima de cerca de 3 metros: levantando voo, movimentando-se no ar (pairando nele) e aterrando.

 

PIA24586.jpg

INGENUITY

Lá ao fundo, baixinho, para o meio da imagem

e mal se vendo, o pequeno helicóptero

 

Num voo autónomo e programado para ser efetuado automaticamente e sem intervenção humana direta (presencial ou à distância), dada a grande distância existente entre a Terra e Marte tornando tal operação impraticável: neste momento com o Planeta Vermelho a estar situado a mais de 288 milhões de Km do nosso planeta, pelo que as comunicações entre ambos teriam sempre um intervalo entre a emissão, a receção e o retorno (impraticável de concretizar para quem a está a comandar à distância, apenas vendo pelo monitor).

 

PIA24586b.jpg

INGENUITY

Na sua viagem de cerca de meio minuto

e atingindo os 3 metros de altitude

 

Toda a ação sendo naturalmente registada não só pela câmara de voo integrando os instrumentos do pequeno helicóptero INGENUITY (poucos, sendo apenas um protótipo de testes), como e em simultâneo por um outro observador presente, bem atento e tendo-o sempre acompanhado (desde a Terra, até Marte), o ROVER PERSEVERANCE e as suas câmaras. Registando todo este “Evento Pioneiro” nunca tentado antes fora da Terra nem sequer na Lua (tão próxima de nós, nem sequer 400.000Km).

 

PIA24550.jpg

INGENUITY

Depois da sua missão histórica por pioneira a 19 de abril

estacionado na cratera marciana Jezero

 

Estando ainda prevista a realização de mais uns voos-de-teste do helicóptero INGENUITY (respeitando a sua “janela de oportunidade” de 30 dias marcianos/31 dias terrestres), depois da recolha dos dados deste 1º teste seu estudo e análise, preparando-se e arrancando-se com o 2ª teste previsto para o dia (nunca antes, podendo ser depois) 22 de abril. E enquanto isso com o ROVER PERSEVERANCE a prosseguir a sua Missão Astrobiológica: tentando caracterizar a geologia e o clima de Marte e descobrir sinais de vida microbiológica vindas do seu distante passado. Para além de ─ espera-se, que a curto-prazo ─ indo o ROVER recolher e guardar amostras do solo marciano, uma outra missão (mais tarde) as recolher e enviar em direção à Terra.

 

(imagens: nasa.gov)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:02

Concerto Interplanetário em Marte

Sábado, 17.04.21

“Ou de como se pode organizar um Evento bem diante de nós sobrepondo-se imagens e (dessa forma) vendo-se o normal ─ mas não se vendo o essencial ─ utilizando para tal e apenas, um simples holograma e uns tantos descodificadores.”

 

PIA13662.jpg

Uma multidão-dourada e imensa

Movimentando-se ao redor de círculos,

sobre a superfície-azul e gelada, do misterioso e enigmático planeta Marte

(Marte/PIA 13662/Missão 2001 MARS ODYSSEY/Instrumento THEMIS)

 

Num furo exclusivo e explosivo de um repórter freelancer algarvio lançado há poucos dias atrás (numa missão privada e confidencial) a bordo de um foguetão UMM-2021.4 ─ a partir do Centro Espacial de Loulé e das suas rampas de lançamentos interplanetários localizadas nas instalações aéreo-espaciais da CIMPOR ─ chegando-nos há poucos minutos (e logo no início de mais  um fim-de-semana) num anexo de uma mensagem “desdobrada” (ultrapassada a “tela”) e devidamente dirigida (sendo este o destinatário), uma imagem inédita de Marte (por incompatível com o divulgado) tendo ultrapassado o holograma (o interface responsável pela projeção,  colocada entre nós e o Espaço) e apresentando-nos em 1ª mão parte do lado de lá, a “realidade marciana”.

 

Dotado com um motor eletromagnético adaptado (simples e reduzido) e nos seus múltiplos parâmetros dimensionais (dando-lhe acesso a espaços/tempos, mesmo que coincidentes/paralelos) transformando o módulo num equivalente de “massa-zero” ─ a partir duma versão do vizinho (espanhol) o SEAT-L/M 21 ─  sendo este modelo capaz de já no exterior da Terra (interior do Espaço externo) dobrar os diferentes planos (associados a esse espaço) ─ fazendo coincidir dois pontos e dar o Salto ─ num momento estando aqui (do lado de cá do holograma), quase no mesmo estando ali (do outro lado deste). Deparando à sua chegada a Marte com uma enorme concentração bem visível (estando já curta distância) disposto à sua superfície (um solo de tom meio-azulado) ─ um aglomerado de tom Dourado ─ concentrado em torno do seu Polo Norte (na sua parte mais fria, gelada) e assemelhando-se a (apesar da estranheza, nada conhecendo movimentando-se no planeta) algo de dinâmico e de familiar (aparentemente): e passando por cima do “alvo” sendo desde logo surpreendido pelo inacreditável ─ uma multidão incontável do que só poderiam ser marcianos.

 

Com os meus próprios olhos e socorrendo-me apenas da agenda (agregada) ─ para confirmação através da leitura da legenda associada ─ deparando-me no registo com milhares e milhares de residentes locais (ou milhões) manifestando-se em completamente delírio e esperando pelo Grande Evento: rodando loucamente à volta de círculos de diferentes diâmetros, elevando-lhes a temperatura e contrastando-a com as mais baixas (temperaturas) das “fogueiras-de-gelo” ─ com o choque térmico e correndo-se para os limites (fronteira dourado/azul), funcionando o exercício como uma droga, um verdadeiro alucinogénio.

 

7777_buzz-aldren-halolens-hologram-astronaut-mars-

Buzz Aldrin aproveitando a boleia

Utilizando e ultrapassando o holograma,

para se projetar e inserir em Marte

(30.03.2016/”Destination: Mars”/imagem holográfica)

 

E de tal modo estes estando (na sua “viagem”), que nem sequer se apercebendo da presença não estando (não podendo esta, não sendo marcianos) de não convidados. Na realidade nem sequer sendo de Marte nem sequer deste Sistema (Solar), apenas estando aqui presentes para um grande encontro casual para mais uma edição de um Festival-Musical: num cenário de dunas escuras rodeando este polo marciano ─ com zonas quentes (seres a dourado) e zonas frias (solo a azul), distribuídas por uma área de dimensão atingindo os 30Km ─ com seres das mais diversas raças, mas sendo esmagadoramente do tipo humanoide, esperando pela chegada das estrelas bem conservadas e transportadas (dada a sua idade para não se estragarem) em caixas herméticas: replicando no Planeta Vermelho um grande marco musical e de base humanoide (originário de uma variante, de uma das muitas versões do molde) para eles ainda recente (pelo menos para quem viaja UA ou anos-luz, quando o Homem se limita às DL) para nós nem tanto ─ uma versão de Woodstock com a presença de réplicas (perfeitas, não se notando a diferença, apesar de muitas das nossas já estarem mortas) do elenco original.

 

Atento e conhecedor com o nosso viajante-não acidental a estabelecer os seus necessários contactos (com os verdadeiros marcianos refugiados há muito no subsolo de Marte), conseguindo introduzir-se entre a multidão e usufruir do grandioso espetáculo (devido à presença e interposição do atrás referido interface, projetando o seu simétrico para a Terra e nunca se vendo nada ─ apenas um planeta seco, desértico, tóxico e sem Vida). E aproveitando o clima e as suas baixas temperaturas, num dos círculos mais afastados e apanhando outras musicas deste Mundo, aparecendo de cerveja em punho o nosso representante (lançado do Centro Espacial da Refinaria de Sines) armado com a sua música e letra e invocando (pedindo à multidão, cantarolando) “põe a cerveja no congelador e vem fazer amor”, Toy o “astronauta-congelado” (já tendo estado em solidariedade com o desprovido planeta Plutão e com o patrocínio de uma fábrica de cervejas/refrigerantes portugueses, há uns seis anos atrás na Feira Gelada Plutoniana) viajando na nave espacial  (montada integralmente na fábrica aéreo-espacial localizada em Sacavém) Novos Horizontes: e enquanto a nave seguia viagem, regressando à Terra e caindo de paraquedas nas futuras instalações do Espaço-Porto-Interdisciplinar do Montijo. Estimando-se que a curto/médio-prazo e estando o Homem por sua ventura (má, neste caso) já desaparecido (podendo ter migrado) ou extinto, se possa realizar no nosso planeta então livre e desocupado, mas ainda com todas as suas belezas, um Grande Concerto Retrospetivo num cenário saído do paraíso, e com grande capacidade hoteleira.

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov ─ mars.nasa.gov)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:59

Helicóptero Ingenuity ─ Véspera do 1º Voo Fora da Terra

Sábado, 10.04.21

Este domingo (11) com transmissão direta NASA TV e ligando como cum um apêndice e ao vivo a Terra ao planeta Marte, podendo-se assistir ao 1º voo de um helicóptero com remetente terrestre e movimentando-se sobre uma superfície estranha (extraterrestre), observando de um ponto privilegiado (em altitude) a casa do seu destinatário: já pronto bastando ligar e voar (testar, o objetivo).

 

1-pia24547-mastcam-z_gives_ingenuity_a_close-up.jp

Helicóptero INGENUITY em espera

5 de abril 2021

(SOL 45)

 

Preparado para a sua intervenção histórica como Robot-dedicado e precursor do aparecimento da provisória Máquina-biológica, dando por sua vez e no futuro origem à Máquina-cibernética, a máquina-automática INGENUITY um robot-dedicado à movimentação aérea e adaptado a partir de um modelo de um  helicóptero, encontra-se desde já em alerta e com as suas pás bem  posicionadas (pontualidade e qualidade duas vantagens da Máquina relativamente ao Homem), para no próximo dia 11 de abril por volta das 22:30 (hora de Lisboa) efetuar o 1º voo  (que não na Terra) de um veículo motorizado aéreo num mundo alienígena (feito da Máquina/crédito do Homem):

 

PIA24581.jpg

INGENUITY já com as pás-de-fora

8 de abril 2001

(SOL 47)

 

Sendo esse mundo o Planeta Vermelho (cor devida à presença de óxido de ferro, cor-de-ferrugem) e a região marciana onde se realizará o teste (de voo) a cratera de Jezero ─ local onde o ROVER PERSEVERANCE (outro Robot-dedicado, apesar de igualmente jovem, por conhecimentos consolidados, sendo mais experimentado) foi após uma longa viagem (Terra/Marte) posicionado, libertando posteriormente o helicóptero que transportara. Ficando o nome na História do Homem e o momento na História da Máquina ─ até porque ela (a máquina) no futuro e mesmo que dominando o Mundo Material em nada nos afetará, estando o Homem num nível Espiritual como criador e Deus, num flash desaparecendo, tornando-se incorpóreo e como tudo o que não se sente invisível (e pelo mistério, desejado).

 

(imagem: NASA/JPL-Caltech/ASU)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:41

Arco-Íris em Marte? E Marcianos?

Sexta-feira, 09.04.21

No passado dia 4 de abril (domingo) pelas 15:14 (hora solar) com uma das câmaras do ROVER PERSEVERANCE a registar (bem visível no céu marciano) o que na Terra seria considerado um ARCO-ÍRIS: sendo-o, significando a presença de água e de atmosfera no Planeta Vermelho (tendo essa cor devido à presença de óxido de ferro). E daí partindo-se para a possibilidade da existência de Vida, de marcianos e até de OVNI’S.

 

EyUV9tcU4AA5_yP.jpg

Fenómeno

Céu de Marte e o seu “Arco-Íris”

(SOL 43)

 

“Um arco-íris (popularmente denominado arco-da-velha) é um fenômeno ótico e meteorológico que separa a luz do sol em seu espectro (aproximadamente) contínuo quando o sol brilha sobre gotículas de água suspensas no ar.” (wikipedia.org)

 

Mas, sabendo antecipadamente que “o que à primeira vista parece que é, por vezes não o é”, olhando melhor para a imagem e face ao que já se sabia sobre Marte (um planeta árido e desértico, sem água visível à superfície e sem sinais de Vida) deduzindo (até por fenómenos como as miragens/erros de paralaxe) tratar-se de um erro ótico. Deitando por terra as esperanças dos teóricos da Conspiração e pondo de lado o que poderia ser mais um “Fake”.

 

RRF_0043_0670767834_988EBY_N0031398RHAZ02006_00_0L

Ingenuity

Uma testemunha do “Arco-Íris”

(SOL 43)

 

“Many have asked: Is that a rainbow on Mars? No. Rainbows aren't possible here. Rainbows are created by light reflected off of round water droplets, but there isn't enough water here to condense, and it’s too cold for liquid water in the atmosphere. This arc is a lens flare.” (@NASAPerseverance/twitter.com)

 

Sendo evidentemente um fenómeno ótico envolvendo luz (do Sol) e lentes (da câmara do ROVER), não o Arco-Íris (terrestre) que todos nós conhecemos.

 

(imagem: @NASAPerseverance/twitter.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 05:07

Helicóptero Ingenuidade em Marte

Quinta-feira, 08.04.21

NASA MARS 2020 PERSEVERANCE ROVER INGENUITY

 

25790_First_selfie-1200.jpg

Rover PERSEVERANCE e helicóptero INGENUITY

6 abril 2021 ─ SOL 46

Numa selfie conjunta

 

Colocado no terreno e aguardando a sua estreia, depois de quase oito meses de espera passados ou na viagem através do Espaço (apesar de protegido, levando com todo o tipo de partículas, incluídas as solares e as cósmicas) ou na superfície do planeta Marte (depois do corte do apêndice ao ROVER, resistindo a situações extremas), dentro de poucos dias cumprindo ─ tendo a 7 de abril sobrevivido às primeiras quatro noites marcianas (e a temperaturas podendo atingir os 90°C negativos) ─ o seu 1º objetivo, VOAR.

 

25781_1-PIA24541-web.jpg

Helicóptero INGENUITY

4 abril 2021 ─ SOL 44

Depois de aguentar a 1ª noite marciana

 

Incluído no programa espacial da NASA e na missão MARTE 2020, e sendo transportado durante um pouco mais de meio ano agregado ao ROVER PERSEVERANÇA (de 30.07.2020 a 18.02.2021), estando-se agora cada vez mais perto de se assistir (transmitida pela NASA TV em direto) a mais um “acontecimento pioneiro” na “Aventura do Homem no Espaço”: confirmando-se as expetativas (podendo o mesmo ser adiado) do remetente (a Terra, o Homem) no próximo dia 11 de abril e passados cerca de meia centena de dias (marcianos ou SOL, tendo quase +40’ que o terrestre) de espera (libertando-se entretanto, do ROVER),

 

25748_PIA24496-1200.jpg

Atividades dos voos de teste do helicóptero INGENUITY

Para efetuar em 31 dias terrestres/30 dias marcianos

Cumprindo em 5 testes os objetivos da NASA

 

Com um objeto motorizado de origem terrestre a sobrevoar pela 1ª vez a superfície de um objeto (que não a Terra, nem mesmo a Lua) sendo esse destinatário o planeta MARTE ─ de nome INGENUIDADE e sendo um HELICÓPTERO. Depois do feito na Terra, repetindo-se o teste, mas agora fora dela: com o pequeno helicóptero Ingenuidade realizando um curto voo pelas redondezas e fazendo-o a pequena altitude, proporcionando-nos as primeiras imagens da superfície (do planeta) aqui como se o víssemos de perto, assim como de cima (dando-nos a todos o usufruto de nos virarmos para os pormenores ─ e seu importante enquadramento) num mais extenso campo de visão.

 

(imagens: nasa.gov)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:06

Em 1903 já Orville via Marte

Quinta-feira, 25.03.21

Ao abrir o site da NASA PHOTOJOURNAL na secção Latest Images (esta quarta-feira, 24 de março) e ao deparar-me com dois registos titulados como MARS HELICOPTER e MARS 2020 ROVER (respetivamente PIA 24434 e PIA 24495) ─ algo de surpreendente pela sua edição e pelo seu significado

 

PIA24495.jpg

Marte

Zona de voo dedicada a testes

(do helicóptero INGENUITY)

 

Confirmando-se a minha antiga suspeita de que o primeiro contacto (à distância) com Marte não se teria verificado no ano de 1964 (com a missão da sonda automática Mariner 4 da agência espacial norte-americana NASA), mas 61 anos antes (presencialmente) no ano de 1903:

 

Com os irmãos Wright (Orville e Wilbur) utilizando o seu veículo motorizado adaptado (à movimentação aérea) a concretizarem com sucesso o seu primeiro voo controlado, tendo Orville Wright na sua nave Flyer 1 não só atingido o planeta como aterrado no mesmo.

 

Alternando nas missões seguintes (numa sessão de 4) com o seu irmão. Factos suportados nos registos (oficiais e publicados) da NASA aqui sob a forma de imagens,

 

PIA24434.jpg

Terra

O voo inaugural dos irmãos Wright

(os norte-americanos Orville e Wilbur)

 

Na primeira revelando-se (através das câmaras do Rover Perseverance) o local onde foram encontrados pequenos vestígios de material oriundos de uma das asas da Nave Espacial Flyer 1 (pilotada pelos Wright) ─ como desculpa com a NASA a dizer ter sido um ato propositado, como homenagem aos dois irmãos, indo o material agregado ao pequeno helicóptero Ingenuity ─ enquanto que na segunda (imagem) e surgindo-nos a partir de uma câmara (aí colocada segundos antes para o registo oficial) se fixava fotograficamente a nave, o piloto, o glorioso momento.

 

Insubstituível e só comparável à ida do Homem à Lua, pisando-a pela 1ª vez com os seus pés (botas) no ano de 1969. Meu Deus, num Ceu cheio de Estrelas, há já meio século!

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51

Em Marte ─ Procurando Água, Vida, talvez o Nosso Passado (e/ou Futuro)

Segunda-feira, 22.03.21

“E onde existe ÁGUA, também podendo existir Pão & Vinho

─ ou pelo menos VIDA.”

 

art_ancient_mars_markgarlick.jpg

Como era Marte

há 3 biliões de anos

 

Se poucos dias atrás o planeta MARTE foi por diversas vezes mencionado dada a possibilidade de o mesmo possuir ÁGUA ─ algo de que há muito se suspeitava, posteriormente sendo um facto confirmado, dada a presença de água gelada no Polo Sul marciano ─ prosseguindo-se de imediato e poucos dias depois para o estudo da hipótese de alguma dessa água do passado poder estar ainda aí presente (3 biliões de anos depois, de ter andado por lá). Infiltrando-se, sendo capturado pelos minerais, em profundidade e em depósitos subterrâneos: não se tendo perdido como se pensava antes através da atmosfera e num volume apreciável, suportando-se aí a ideia de que muita dessa água não se teria evaporado (numa boa percentagem) mas sido “depositada”.

 

Long-term drying of Mars

by sequestration of ocean-scale volumes of water

in the crust

E. L. Scheller, B. L. Ehlmann, Renyu Hu, D. J. Adams, Y. L. Yung, etc.

(sciencemag.org ─ 16 Mar 2021)

Geological evidence shows that ancient Mars had large volumes of liquid water. Models of past hydrogen escape to space, calibrated with observations of the current escape rate, cannot explain the present-day D/H isotope ratio.

 

E existindo Água em MARTE (70% da composição do HOMEM) podendo obvia e simultaneamente aí existir Vida. Relativamente ao Planeta Vermelho e numa versão (talvez para muitos de mente reduzida, talvez sendo imaginativa/expansiva, ou seja sendo livre o posto) progressiva e cientificamente tendo vindo a ser confirmada ao longo do tempo (estudando os vestígios por lá “espalhados” no terreno e pelados pelas sondas, orbitais ou de superfície) ─ até pela presença mesmo ao seu lado do seu planeta-irmão (mesmo ascendente, o SOL) e vizinho interior a TERRA ─ e ao mesmo tempo dispondo de conhecimentos entretanto tendo sido adquiridos e “aprovados” com o visionar mais detalhado do “Ciclo de Marte” (podendo ser baseado e elaborado a partir do mesmo “molde” do nosso),

 

art_mars_water_garlick_getty.jpg

Marte coberto de água

no seu passado remoto

 

Desaparecendo a água por infiltração e captura o mesmo podendo ter ocorrido com outros organismos, que não apenas os “organismos minerais”: levados pela “corrente líquida”, com organismos diferenciados (oriundos do “MMM/Mundo Minero Mineral” ou do “MBO/Mundo Bio Orgânico”) podendo ter-se adaptado às novas condições ambientais e aí evoluindo e sobrevivendo. Estimando-se, havendo a forte probabilidade de existir para além de no seu Polo Sul ou então escondida por algures (um pouco por ali, um pouco por acolá) ─ e até em quantidade ─ ÁGUA em MARTE, tal como sucedido na TERRA e correndo sempre na mesma direção e em paralelo (existindo uma, existindo a outra) obrigatoriamente e respeitando o inscrito no molde, terá que existir VIDA em MARTE. Hoje podendo ser rudimentar e/ou algo primitiva, ontem (há biliões de anos, antes da “Grande Migração Interplanetária”) podendo ter sido, mesmo como NÓS (os nossos antepassados):

 

Tracing

a modern biosphere

on Mars

Nathalie A. Cabrol

(nature.com ─ 16 March 2021)

Exploring the hypothesis that life is present on Mars today is key to informing planetary protection issues at a pivotal time, with the clock ticking to return pristine samples before humans irrevocably alter the environment.

 

Refletindo a nossa poderosa e vanguardista imaginação (sendo a realidade o limite, passando-o, caindo-se no remorso e/ou no pecado) e com esta (espelho/ilusão/imagem/alma) escancarando-nos as Portas da Felicidade, da aventura, da experiência, da projeção e até (sabe-se lá, em todos os locais existindo uma hierarquia) do próprio Holograma, passando de um mero periférico (selecionado, subindo de nível) a operador. Ficando-se mais próximos de compreender não só o Eletromagnetismo (A Alma do Universo), como sendo-o fundamental por complementar (formando em si um TODO e integrando TUDO), a nossa misteriosa e complexa e devendo ser acariciada (em vez de sufocada) Mente (A Alma do Homem).

 

(imagens: Mark Garlick/Science Photo Library/Getty Images/syfy.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51