Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Out 17

Não seria a melhor Solução?

 

A verdadeira realidade é que no dia 8 de Novembro de 2016 o Sistema entregou a cautela premiada ao Patrão (o MILIONÁRIO), naquele momento pondo em causa a necessidade da existência do Administrador (o POLÍTICO). Pelo que pensei que ainda pudesse (o Milionário) ser assassinado (pelo Político). Já Kennedy tentou assumir o poder e foi morto pelo Complexo.

 

O Coveiro dos Democratas

 

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Democrats Are Becoming All They Claim to Hate

The Democratic Party's strategic incoherence is a risky gamble

(Noah Rothman / Apr. 4, 2017 / commentarymagazine.com)

 

À medida que se aproximava o fim do 2º mandato do 34º Presidente dos EUA o Democrata BARACK OBAMA (em 20 de Janeiro de 2017) ‒ tendo sempre como seu Vice-Presidente ao longo desses 8 anos o seu colega de partido JOE BIDEN ‒ certamente que o eleitor norte-americano especialmente com mais afinidades aos Democratas e ainda a sectores Independentes, acreditou até ao último instante (momento em que foram oficializadas todas as candidaturas) que o seu representante às próximas eleições Presidenciais seria provavelmente alguém apontado pelo Presidente ainda ocupando a Casa Branca: através de práticas anteriores (de muitos Presidentes e de ambos os lados do espectro político sugerindo o seu Vice para seu sucessor) e até pela aparente concordância em muitos pontos de vista (o que declaradamente não aconteceu com Hillary Clinton, como Secretaria de Estado abandonando o Presidente ‒ com discordâncias ‒ ao fim do seu 1º mandato e posteriormente autoapresentando-se como a melhor candidata para suceder a Obama: e assim retirando-lhe a prorrogativa de nomear o seu sucessor) sendo verdadeiramente surpreendente (senão hipócrita por interessada) a não opção por JOE BIDEN ou por outro candidato Democrata que não a já desgastada (pelo marido/tentativa de Impeachment e por práticas próprias anteriores e negativas/como em Bengasi) HILLARY CLINTON. Demitindo-se mais uma vez das suas capacidades e responsabilidades de como ainda Presidente (consciente e pensando no Futuro do seu Povo) poder influenciar positivamente a campanha e o bom rumo da mesma ‒ e dada a sua grande popularidade traindo ainda mais as expetativas dos seus apoiantes, não podendo votar de novo nele, podendo votar em alguém da sua confiança, mas desde que indicado ‒ nunca mencionando Joe Biden (ou outro qualquer Democrata), mantendo-se em prolongando silêncio (deixando à vontade Hillary Clinton e como que ignorando Bernie Sanders) para no momento oportuno talvez proporcionando uma troca (e a pedido da senhora) apontar HILARY CLINTON como sua sucessora.

 

Obama e o seu Legado

 

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Brick by brick, the demolition job has begun: since taking office less than a year ago, Donald Trump has launched an all-out assault on the legacy of Barack Obama.

(Channels Television / October 15, 2017 / AFP)

 

E com toda a trapalhada política envolvendo a sua inevitável Nomeação ‒ num Sistema de votação bem pior do que o aplicado pelos Republicanos, na sua essência tentando manter os do Costume evitando Intrusões (ou seja Democracia a mais abrindo a porta à expressão/votação dos Independentes) ‒ com o Partido Democrata atropelando as Primárias (pouco se falando de outros possíveis candidatos), desrespeitando os eleitores (a sua opinião expressa pelo voto face à presença conjunta dos Super Poderosos Delegados não eleitos mas escolhidos) e desprezando o outro candidato (não lhe dando a mesma cobertura mediática para não falar financeira com apoios privados de cerca de 1 bilião de dólares para o seu/do Partido candidato) para no fim de todo este enredo talvez nunca antes Imaginado (quem pensaria num duelo HILLARY/TRUMP com o milionário a ganhar) apanhar uma Estrondosa Derrota apesar da maioria de votos: no dia 8 de Novembro de 2016 (data da Eleição Presidencial) e apesar da maioria dos norte-americanos terem votado contra a política Republicana (sem alternativa aos Democratas senão opor-se às suas decisões) ‒ 48% para os Democratas e 46% para os Republicanos numa diferença de quase 3 milhões de votos ‒ ser inesperadamente derrotada no número de delegados eleitos para o Colégio Eleitoral (já o mesmo tendo sucedido em 2000 na derrota de AL GORE) elegendo 227 contra os 394 de DONALD TRUMP (a 20 de Janeiro de 2017 sendo empossado como o 35º Presidente dos EUA, já lá indo quase 9 meses e com a criança prestes a nascer ‒ e com o seu destino a poder ser a Coreia/do Norte e a futura Geração Nuclear/numa extensão Global).

 

E finalmente A Bomba como alternativa ao Tweet

 

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Trump’s Weapons of Mass Destruction

A President Trump considers the options for attacking his foes.

(Patrick Chappatte / JULY 1, 2016 / nytimes.com)

 

Neste contexto Global (incluindo toda a Terra) e tendo como referência o país que se autointitula como o Império Terrestre mais poderoso do Mundo (tanto a nível Militar, como Cientifico-Tecnológico e Económico-Financeiro) ‒ sendo esse facto bem explícito no poderio da moeda/Dólar e do sector industrial/Militar ‒ mesmo não sendo bem assim dada a omnipresença (atual e crescente) dos chineses, não se compreendendo como uma sociedade tão ativa e resiliente como a norte-americana (até pela necessidade de sobreviver à violência crescente do seu quotidiano ‒ agora dupla ‒ no passado maioritariamente externa agora igualmente interna) se deixou arrastar para o interior da luta (não sua) POLÍTICOS/MILIONÁRIOS (tendo-se Trump declarado ainda em campanha como o candidato Antissistema ‒ só se percebendo agora/para alguns o que ele queria dizer e claramente pondo em causa toda a Estrutura) ‒ “Cada um Deles querendo dispensar o Outro” ‒ assumindo para si os Derrotados e com isso abrindo a porta para estes e para a Obliterando dos Vencedores (pondo-se ao lado dos patrões/milionários ou de quem os lhes paga/políticos). Com a sociedade norte-americana a encontrar-se de momento completamente dividida (tendo de um lado os Vencedores e do outro os Derrotados), à falta de outros instrumentos (de expressão) servindo-se cada vez mais de atos de extrema violência (maioritariamente contra os vencedores e continuadamente promovidos pelos órgãos de informação aderentes) ‒ é só ver os atentados e a quem teriam sido dirigidos ‒ e com os culpados a não serem só os Republicanos (e claro o ET Donald Trump) mas sobretudo (até pelo seu dito respeito pela Paz, Diálogo e Tolerância) os DEMOCRATAS: não retirando as conclusões devidas ao Evento ocorrido há já quase 1 ano (11 meses), não refletindo o inevitável fim de linha para os até responsáveis pela estratégia Democrata (com derrotas em todas as frentes, Presidência, Senado e Câmara) e finalmente não querendo interiorizar o fim do reinado CLINTON e a necessidade de (para além de se libertar dessa Família e de alguns dos seus sinistros Padrinhos) criar um novo rumo, suportado por um novo desígnio e talvez por um novo clã. Relembrando Que A Verdade Anda Por Aí e que de momento (que se saiba) os Republicanos controlam tudo ‒ e dessa forma estando criadas todas as condições (necessárias e suficientes) para a qualquer momento e certamente antes do fim do mandato (do 1º podendo suceder-se o 2º) ‒ ainda-por-cima agora com o Presidente e os Militares estão tão próximos ‒ se iniciar uma Nova Guerra (tal como o sucedido com Presidentes anteriores dando a supremacia interna ao Poder Militar).

 

Bastando dar-lhe a pasta e entregar-lhe o botão (Nuclear) para então e finalmente se dar a Implosão (deste já tão velho hotel).

 

(imagens: dailymail.co.uk - channelstv.com - Patrick Chappatte/nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:40

29
Set 17

O Genocídio de Myammar VS. Os Mísseis de Kim

 

Nada é obra apenas do Acaso, tratando-se muitas das vezes de uma simples e proveitosa resposta, a uma certa Necessidade.

 

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 A minoria étnica da Birmânia os Rohingya

(em fuga para o Bangladesh)

 

Enquanto todo o Mundo Ocidental (EUA e seus Aliados) é esmagado sob camadas sucessivas de informação deliberada e estrategicamente apontando como alvo (por alguns) a Coreia do Norte (aparentemente possuidora de armas atómicas) e o seu ditador Kim Jong-Un (um louco controlando os mísseis), a uns 3500Km de distância (para SW) no estado de Myammar (uma ditadura militar) continua extremamente ativa uma verdadeira limpeza étnica de uma minoria da sua população (a comunidade Rohingya): pelos vistos com um genocídio exercido sobre uma determinada população durante vários anos e agora atingindo um dos seus extremos (com 500.000 refugiados a fugirem da operação de limpeza levada a cabo pelos militares na região de Rakhine tentando alcançar o Bangladesh) ‒ e contando sempre com o silêncio oportunista e culpado do Ocidente ‒ a ser menos importante para toda a Comunidade Internacional (incluindo a ONU) do que as lutas de supremacia global em curso nos dias de hoje em todo o continente asiático (neste momento envolvendo os EUA e a Coreia do Norte, com este último a ser um simples intermediário tentando-se desse modo atingir a China) pelo controlo final do novo Eixo Económico e Financeiro Mundial. Por um mero acaso com a Coreia do Norte e Myammar a fazerem fronteira com a China, um tendo um ditador (por hereditariedade) no poder, outro tendo uma ditadura (militar) no poder e no entanto um atacado por Washington e o outro (curiosamente) não. E não é por ter mísseis e se falar em bombas (podendo ser químicas ou atómicas) que a Coreia do Norte será alguma vez (a) mais perigosa (até pelo seu paupérrimo poder económico apenas sendo suportada pela China) se pensarmos no Paquistão (esse sim) com mísseis e arsenal nuclear (e logo ali ao lado com a Índia seu grande adversário, regional e político e também como o Paquistão uma potência nuclear).

 

O Falhanço da ONU VS. A Perseguição dos Rohingya

 

Um país anteriormente conhecido como Birmânia (agora Myammar), governado por uma Junta Militar poderosa (e extremamente violenta) e pela aparente Líder do país e ex-Nobel da Paz Aung San Suu, nada fazendo no entanto face ao massacre (de parte) do seu povo.

 

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 Nas mãos dos Militares e do Nobel da Paz

(e da sua limpeza étnica)

 

Agora a vermos o Secretário-Geral da ONU o português António Guterres a vir declarar mais uma vez ao Mundo o que se passa atualmente em Myammar (antiga Birmânia), com os Militares no Poder perseguindo uma parte da sua população numa limpeza étnica e cometendo genocídio (com as localidades a serem destruídas e os seus habitantes pondo-se em fuga a única forma de não serem mortos), justificando as suas ações como sendo um ato normal e legal para expulsar grupos referidos como de imigrantes ilegais (os chamados bengalis): num condicionamento económico-social imposto pelo poder Militar a toda a sociedade birmanesa, levando alguns dos seus cidadãos já marginalizados ou descontentes (com a grave situação social, económica e moral no seu país) a esquecerem os seus verdadeiros vilões (a Junta Militar) e a optarem por outros ainda mais desprotegidos do que eles ‒ da fronteira ou do interior, naturais ou naturalizados, sendo todos birmaneses, mas pelos vistos havendo uns (sendo) mais (birmaneses) do que outros (Vamos matá-los a todos como se fossem cães”). Uma declaração de António Guterres que em nada apaga a atitude vergonhosa assumida pela canadiana Renata Lok-Dessallien como ex-Chefe da missão da ONU em Myammar (não sendo no entanto este ato da responsabilidade do mandato do novo secretário-geral), enquanto responsável dessa missão (evidentemente de proteção das minorias) tendo sempre protegido os militares silenciando as suas atrocidades (e nunca dando ouvidos à oposição birmanesa, aos crimes dos militares e à perseguição e morte do grupo de etnia Rohingya) tentando de todas as formas fazer esquecer o conflito e assim agradando aos norte-americanos e à sua estratégia regional. Felizmente podendo não passar impune e depois de ser afastada podendo ser acusada (Myanmar: Top UN official in Myanmar to be changed/bbc.com) ‒ ao não dar prioridade aos direitos humanos (a sua função) face aos interesses da Junta (de manutenção do poder). Infelizmente por lá ter passado (até porque o mais certo será passar por outos lugares, fazendo precisamente o mesmo).

 

(imagens: BBC News)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:30

01
Abr 17

Iraque – Mosul

 

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29.03.2017

 

Pentagon Has Video Proving Mosul Buildings Were Full of Civilians

Accuses ISIS of Using Civilians to 'Provoke' Attacks

 

Para se ter a certeza do que acontece quando se entrega a militares a resolução de um problema – para os mesmos e em função do equipamento utilizado (homens e máquinas) apenas uma questão técnica – vejamos o que acontece com o exército mais poderoso do mundo (o norte-americano) neste caso atuando no Iraque e pretensamente na defesa dos seus naturais.

 

No caso da libertação da cidade iraquiana de Mosul na posse dos militantes do Estado Islâmico, com a força aérea dos EUA a bombardear locais ocupadas por esta e outras organizações terroristas, arrasando-os completamente e certamente matando todos os que aí se encontravam. E como todo o militar concentrado (hipnotizado) apenas no cumprimento do objetivo e no sucesso da missão (a executar), fixando-se exclusivamente no alvo e não no que poderá estar atrás dele.

 

While this is designed to shift some of the blame away from the Pentagon for bombing buildings full of civilians, it appears to actually do the exact opposite:

It confirms that the Pentagon knew before the attacks that those buildings were full of civilians, and attacked them anyhow.

 

Tornando para qualquer um de nós ainda-por-cima preparados previamente para quem representa o Bem e quem representa o Mal – e face a tudo o que na realidade assistimos e a partir daí adivinhamos – extremamente confuso não se conseguir distinguir terroristas de militares, nem olhando de onde vêm, nem tentando compreender o que representam, nem mesmo verificando a farda que usam: é que todos eles atiram e sempre para matar. Com a população a fugir e a ser abatida ou a ficar e a ser esmagada.

 

Com uns usando-os como escudo (para se defenderem evitando ser atacados) – o Estado Islâmico – e com os outros identificando-os como alvo (se metem lá civis é porque lá estão terroristas) – os EUA. Desse modo equiparando-se no genocídio (num ato consciente sobre a população) na tentativa de ganhar território e de a qualquer custo ganhar a guerra. De um dos lados prosseguindo-se o caminho (pelo menos enquanto os terroristas forem financiados) e do outro imitando-se táticas e talvez mesmo regressando às origens (aos seus criadores) – com os militares negando de início, admitindo de seguida, talvez se culpabilizando um pouco, mas de imediato e em reviravolta estratégica (na guerra é assim), tentando arranjar desculpas e atirando-as (as culpas) para outros.

 

The fact that civilians were being forced into buildings does not prove that the buildings were of any specific value as a target in the first place

And the Pentagon’s assertion appears to be that putting civilians in there amounted to making the buildings a more tempting target in and of itself.

 

Num procedimento tornado comum e no qual a vítima em geral um civil é criticado e chamado à atenção pela sua própria morte, pois ao pôr-se em fuga de um local ou ao permanecer no mesmo não se informou convenientemente junto às autoridades então em presença – fossem terroristas ou não. Provavelmente com a única solução para este grande imbróglio envolvendo pessoas que nunca deveriam lá estar (mas que já agora e tratados como excedentários se puderam aproveitar), a ser envolve-los todos num cinto e a mandá-los pelo ar – no meio da confusão sendo tudo considerado como danos colaterais.

 

(texto/inglês/negrito: Jason Ditz/antiwar.com – imagem: reuters.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:00

06
Jan 17

Rússia = China = Irão = Coreia Norte = Terrorismo Global

 

Hoje (dia 5 de Janeiro de 2017 numa audiência no Senado comandada pelo republicano John McCain) fiquei a saber através de afirmações de um dos responsáveis pelo Departamento de Defesa de Estado dos EUA ainda sob o comando do 44º Presidente Barack Obama (Donald Trump tomará posse como 45º Presidente a 20 de Janeiro), que para o Governo Democrata comandando os destinos da maior potência económica e militar de todo o Mundo nos últimos oito anos (durante os dois mandatos de Obama), as maiores ameaças para a Segurança e Integridade dos EUA segundo os seus teóricos e aplicadores são: a Rússia, a China, o Irão, a Coreia do Norte e (para não dizer que são só estes e naturalmente podendo estar outros igualmente implicados) o Terrorismo Global (para não se falar sempre do Estado Islâmico e da Al-Qaeda) – e já com a Índia a caminho.

 

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Mapa:

Os Estados Unidos da América (5% da população e 6% da área) e o Resto do Mundo

 

Confirmando assim que toda a estratégia de liderança conscientemente levada a cabo por toda a Administração Norte-Americana trabalhando sob as ordens do ainda Presidente Barack Obama, não foi uma obra do acaso ou de qualquer intervenção Divina (como afirmava G. W. Bush juntando-se com DEUS e com os EUA numa Santíssima Trindade), mas apenas a continuação de um plano desde há muito em curso e apenas numa outra fase da sua inevitável aplicação (sequencial): por um lado tentando dar um aspeto mais humanista (político) e como tal moralmente justificativo (religioso) a todo o tipo de intervenções mais urgentes e necessárias – tanto a nível interno como externo e tendo em conta os interesses dos EUA (e logicamente das suas Corporações e das suas Elites) – levadas a cabo ao longo de décadas, provocando milhares e milhares de vítimas e disseminando-se com consequências negativas um pouco por todo o Mundo (de que o prémio Nobel da Paz de 2009 atribuído a Obama foi o seu ponto Humanista inicial, mais alto e talvez final); mas por outro lado persistindo na utilização máxima e sem qualquer tipo de possibilidade de recuo da sua megaestrutura nuclear de suporte em que se baseia e assenta todo o edifício de poder nos EUA (os militares e todas as agências de segurança públicas ou privadas que para e com eles trabalham, como a CIA, o Pentágono, a NSA e até o FBI – entre muitas outras equiparadas a paramilitares) e desse modo, demitindo-se da sua responsabilidade de intervenção política (no sentido de obrigatoriamente servirem os cidadãos que os elegeram), optando contra todas as expetativas (pelo menos por parte dos poucos mas influentes que ainda acreditavam neles) por tudo aquilo nunca antes dito nem sequer sugerido, da mera continuação do Status Quo, do caminho até aí percorrido e dos seus únicos objetivos – o de manter a qualquer preço a sua Supremacia Global. Com Obama ou com Trump.

 

Lado

(da

Barricada)

Países

(do

Eixo)

População

(comparada ao total mundial)

Área

 (comparada ao total mundial)

Eixo

do

Bem

 

EUA

 

5%

 

6%

Eixo

do

Mal

Rússia, China, Irão, Coreia do Norte (e índia)

 

42%

 

21%

(provisoriamente

não categorizados)

(restantes

países)

 

(53%)

 

(73%)

(não contabilizando o EI e a Al-Qaeda numa criação contraditória e acessória atribuída ao Eixo do Bem)

 

Num Mundo hoje dominado por uma única grande potência como ainda o é os EUA (na sua essência devido ao seu investimento militar e aos triliões direta ou indiretamente aí aplicados nessa área estratégica, de dominação e de manutenção da supremacia global), que graças ao seu crescimento exponencial desde que o mundo optou pela solução dos seus problemas recorrendo à Guerra (em vez da Paz) e à sua Indústria extremamente lucrativa e associada ao poder Militar (não só a da indústria de produção de armas mas incluindo outras áreas interligadas muitas delas dirigidas sem controlo e originando circuitos paralelos de troca e de tráfico ilegal) – com maior evidência e impacto desde a II Guerra Mundial mas sobretudo desde o colapso da U.R.S.S. e o fim do contrapeso (necessário ao equilíbrio da balança) – ainda se acha no direito de impor aos outros as suas ideias (as melhores) e nem sequer os ouvindo (sejam boas ou más as suas ideias) por um lado nem sequer reconhecendo a sua existência e pelo outro e contraditoriamente à sua aparente inexistência sendo convidados a tomar partido se não quiserem mesmo nunca terem existido (para isso servindo a guerra levada a cabo nos Media). Colocando-se de um dos lados da barricada (do Bem) e colocando todos os outros opondo-se ou ignorando-os, do lado oposto da mesma (do Mal): com toda a Europa seguindo-os tal e qual como obedientes cordeirinhos (a caminho do matadouro) e com muitos outros contestando a obediência (cega) e restantes obrigações, a prestar àqueles que se acham nossos donos, patrões e novos Mestres (esclavagistas) deste Mundo. Hoje com o Lado do Mal a agrupar países/organizações como a Rússia, a China, o Irão, a Coreia do Norte, o Estado Islâmico e a Al-Qaeda, descartados para já os países aderentes aos BRIC querendo ser independentes (não alinhados) e escolhendo o seu futuro por si: com a África do Sul já num caos, o Brasil bem mergulhado nele e faltando apenas a Índia (já começando a ser mencionada como um futuro aderente ao outro Lado o do Mal).

 

Tendo no nosso vizinho (talvez mesmo no nosso grupo) um potencial inimigo (devendo como nós, ter uma arma na mão).

 

(imagem: mapsofworld.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:36

19
Mai 16

“In an increasingly dangerous and rapidly changing world, we must guarantee that our military and intelligence community have the capability to defeat barbaric Islamic terror groups and deter aggressor-nations, like Russia, Iran, China, and North Korea.” (Defense Subcommittee Chairman Rodney Frelinghuysen/R-New Jersey)

 

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Com a Globalização todo o poder passou do Estado para as grandes Corporações

(com todas as vítimas a aceitarem sem discutirem as virtualidades do interesse Privado sobre o interesse Público)

 

Na prossecução da luta contra os cortes orçamentais que tem vindo a afetar todas as organizações e agências ligadas ao sistema de Defesa Norte-Americana – como os Militares, a CIA e o Pentágono – eis que estala nos EUA um novo conflito institucional opondo agora os interesses dos Militares (com os Republicanos por trás) aos interesses do Pentágono. Mais um caso que só vem confirmar a verdadeira luta pela conquista do poder no interior dos EUA (que não é certamente a Eleição Presidencial), tendo de um lado todos aqueles que apoiam prioritariamente o desenvolvimento da Indústria Militar Norte-Americana (e de todas as suas estruturas de manutenção e suporte ligadas à economia global de guerra e representadas pelas grandes Corporações) e do outro de todos aqueles que se opõe a esta visão ideológica e estritamente bélica do mundo (contando ainda com o apoio de alguns Republicanos e Democratas reformados acreditando ainda nas virtualidades do diálogo e sobretudo da Paz).

 

Numa disputa interna a decorrer nos EUA – opondo o Congresso maioritariamente Republicano ao presidente Democrata Barack Obama – que só tem criado maior confusão neste sector tão importante da estrutura de defesa do país (tendo os militares à frente) com reflexos evidentes na aplicação das suas estratégias no terreno nos mais diversos conflitos existentes a nível mundial. Por vezes vendo-se as suas agências e organizações governamentais combatendo-se em grupos inimigos, exatamente no mesmo cenário: como é o caso evidente e recente da Guerra Civil Síria, onde a CIA e o Pentágono apoiam grupos terroristas diferentes, rivais e inimigos (provavelmente mortais mas de cariz moderado). E para encobrir tudo isto contando com a preciosa colaboração de toda a comunicação social mundial (especialmente Ocidental), ignorando os provocadores, desprezando as consequências, mas nomeando desde logo e como desculpa e justificação, os mais que prováveis (por aparecimento sistemático nas suas notícias e propaganda) criminosos: esquecendo-se da situação económica no seu próprio país e distraindo toda a sua população e o Mundo, ao apontar o dedo ao Diabo. E metendo no mesmo saco (Rússia, Irão e China) e (ISIS e Coreia do Norte). Mas esquecendo-se do outro (EUA e Arábia Saudita) e porque não do seguinte (Alienígenas).

 

“The Defense Authorization bill is supposed to be an opportunity for Congress to shape national defense priorities and share the responsibility with the president when it comes to foreign policy. Generally the president has significant authority to make his mark on foreign and defense policy and the authorization process for both the Defense and State Departments is the Constitution’s way to make sure the co-equal Legislative Branch of government is properly part of the process. Sadly though this is what was intended, current reality no longer resembles what was meant to be. Instead, Congress members abrogate their authority to set defense spending priorities to the Pentagon, the military-industrial complex, and to special interests in their districts. The result is a mess that has very little to do with defending this country and a whole lot to do with enriching those in position to feed from the trough.” (Daniel McAdams – antiwar.com – 16/05716)

 

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Flight Radar’s estimation of the flight’s location when it disappeared

(egyptianstreets.com)

 

Entretanto com os EUA entretidos com esse verdadeiro circo de hipocrisia que são as Eleições Presidenciais norte-americanas – com um candidato dito representante do sistema a disputar a eleição, contra um outro pretensamente opondo-se-lhe como um milionário antissistema – financiada pelas Corporações que controlam os políticos (antes nossos representantes agora seus advogados) e generosamente os remuneram (substituindo-se ao pobre e descredibilizado Estado). E com o terrorismo global em marcha contínua, acelerada e aparentemente cada vez mais poderoso – como o (ainda fresco) caso do avião das linhas aéreas egípcias parece mais uma vez comprovar:

 

Egypt's Air Minister:

Terrorism More Likely Cause of Jet Crash Than Technical Issues

 

The crash of an EgyptAir flight en route to Cairo from Paris was more likely caused by a terrorist attack than by a technical failure, Egypt's aviation minister says. Minister Sherif Fathy discussed the crash even as a search operation continued in the Mediterranean for wreckage from the plane, which had 66 people aboard when it disappeared from radar Thursday, moments after it entered Egyptian airspace on the four-hour flight from France;

 

EgyptAir said it lost contact with the Airbus A320 plane at about 2:30 a.m., Cairo time, when the airliner was above 11,000 meters and just 16 kilometers inside Egyptian airspace. Greek defense minister Panos Kamennos said the plane made sudden turns and a sharp descent before disappearing from the radar. 'It turned 90 degrees left and then a 360-degree turn toward the right, dropping from 38,000 (11,582 meters) to 15,000 feet (4,572 meters) and then it was lost at about 10,000 feet (3,048 meters),'' he said. (Hamada Elrasam, Lisa Bryant – voanews.com – 19.05.16)

 

Num roteiro iniciado no distante e desprotegido Afeganistão, prosseguido com grande destruição e violência num país riquíssimo em petróleo como o Iraque, continuado como num intervalo de um filme de guerra com as subtis e manipuladas Primaveras Árabes, entretanto mudando novamente de tom e promovendo de novo a violência e a morte na Líbia e posteriormente na Síria, alastrando a violência ainda mais um pouco mais longe até atingir o Iémen (condenando-o à sua extinção e desaparecimento como estado), permitindo a infiltração da Turquia e a invasão da Europa e finalmente, como se já não o tivéssemos sentido, o fim dos nossos valores (humanos e de solidariedade) como cidadãos europeus. Comprovado com os atentados em terra e no ar para já não falar de milhares morrendo no mar. Hoje com mais uma vítima a adicionar a esta lista (num mais que provável atentado terrorista curiosamente ainda não reivindicado):

 

“EgyptAir Wreckage Found in Sea; Egypt Cites Possible Terrorism.”

(nytimes.com)

 

Ontem a Guerra era lá longe agora é mesmo aqui – e com vítimas de todo o mundo (na queda do avião egípcio sobre o mar Mediterrâneo uma das vítimas era portuguesa).

 

(imagem inicial: Ian56/@Ian56789/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:41

25
Jun 12

Manobras militares conjuntas – barcos de guerra chineses apoiados por naves alienígenas

 

Esta fotografia recente foi tirada por um pescador de lula ao largo da cidade de Albufeira – após ter percorrido algumas milhas mar a dentro, em perseguição de um grupo de golfinhos à caça de um cardume de sardinhas – ao amanhecer de um dia encoberto, numa destas semanas de primavera e há alguns meses atrás.

 

O mesmo pescador que pediu o anonimato, afirma ter abandonado precipitadamente o local na sua pequena embarcação artesanal, dificilmente detetável e encoberto pela agitação e ondulação provocada nas águas do mar, pela passagem apressada dos golfinhos na sua ânsia gastronómica.

 

Apesar da forte possibilidade de ocorrerem acontecimentos semelhantes – logo agora que se iniciou o Verão e é natural um aumento no fluxo de turistas a chegarem às nossas praias – manteve-se a total indiferença entre as autoridades máximas da terra, face a esta constante onda de boatos sobre uma possível invasão estrangeira. O que até poderá provocar um incremento irracional da animosidade entre os dois grupos de cidadãos mais fortes nesta altura do ano na cidade e aqui presentes em campos económicos opostos – do lado do trabalho mal pago, os pobres e vendidos indígenas, vendedores de pessoas e de coisas; do lado do ócio bem pago, os ricos e belos estrangeiros, compradores de espaço e de tempo.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:06

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