Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Mar 18

“A ferrugem é o resultado da oxidação do ferro. Este metal em contato com o oxigênio presente na água e no ar se oxida e desta reação surge a ferrugem que deteriora pouco a pouco o material original.” (wikipedia.org)

 

Passados mais de 5000 dias sobre o seu primeiro contacto com a superfície marciana (25 de Janeiro de 2004) e já com mais de 45Km percorridos, o veículo motorizado da NASA lançado de Cabo Canaveral (em 7 de Julho de 2003) por um foguetão Delta II da Boeing, circula atualmente numa região do Planeta Vermelho (assim descrito pela sua coloração avermelhada, associada à grande presença de óxido de ferro, neste planeta verdadeiramente enferrujado) denominada como o Vale da Perseverança.

 

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Marte (superfície) ‒ Opportunity Rover

Nas proximidades do equador marciano

(SOL 5021)

 

“Inserida num conjunto com mais de 4,5 biliões de anos (o Sistema Solar) e suportada por um foco central a meio do seu Ciclo de Vida (a sua estrela de referência o Sol), a Terra continua a apresentar o seu extraordinário exclusivo (Vida Inteligente e Organizada surgindo do Caos e da Ordem) nunca visto noutro lado (talvez por falta de acaso e de necessidade, não se sabe é bem de quem).”

 

No decorrer do seu 15º ano terrestre de permanência do Rover Opportunity na superfície do planeta Marte (1 dia marciano = 24h 39’ 35’’ ou seja ligeiramente superior ao dia terrestre) ‒ e de momento já tendo sido ultrapassados os 5022 SOL’s de estadia ‒ com o bem maduro e experimentado veículo tendo aterrado numa região plana do planeta (Meridiani Planum) localizada bem próxima do seu equador, depois de ter saltado (para fora do seu limite) da parte ocidental da cratera de Endeavour, entrando de seguida na região do Cabo York (situado no interior do Vale da Perseverança) e daí prosseguindo a sua exploração.

 

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Marte (superfície) ‒ Opportunity Rover

Nas proximidades do equador marciano

(SOL 5021)

 

“Com o Futuro de Marte e com o respetivo desenvolvimento do programa de exploração do planeta (um dos irmãos e vizinhos da Terra, árido, desértico e tóxico, mas ainda não completamente calcinado e com locais à superfície talvez ainda propícios e permitindo a sobrevivência/mesmo que subterrânea com tal não acontecendo em Vénus) futuramente entregue a Privados mais interessados no lucro (colonização e mera absorção) do que na Evolução e Expansão (da Humanidade) e respetiva sobrevivência (já que sem Movimento interagindo Matéria/Energia ‒ Eletromagnética ‒ nada existe).”

 

Passados mais de 40 anos (20 de Julho de 1976) sobre a data do primeiro contacto de uma sonda espacial (módulo de aterragem) com a superfície marciana ‒ concretizado com o feito pioneiro da sonda VIKING 1 ‒ não se tendo para já detetado qualquer tipo de vestígios (ou sinais) minimamente credíveis e como tal aceitáveis da existência de Vida (ou seja da presença do Mundo Orgânico) pelo menos tal como a conhecemos na Terra, limitando-se para já a convicção (e a quase certeza) da Existência de Água e da proliferação de Cristais (ou seja da Presença do Mundo Mineral tal como sucede em todo o Sistema Solar). Com os Minerais e a Água Presente (A Coluna Vertebral do Sistema) mas sem a presença orgânica até agora não detetada (conhecida ou divulgada) ‒ de modo a possibilitar a construção de um Edifício como o Terrestre.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:42

26
Jan 14

“As semelhanças são tantas que nem as queremos ver (nós os Leigos): isto porque a nossa educação só permite que utilizemos integralmente os nossos órgãos dos sentidos, com a devida autorização superior (dos Eruditos) – o que continua a querer dizer que o respeitinho (Ignorante) é muito bonito”!

 

Se me perguntassem qual é a origem desta imagem, eu diria que provavelmente ela representa um lugar qualquer da Terra agora seco e desértico, onde anteriormente já terá florescido algum tipo de civilização, aparentemente muito semelhante à nossa.

 

Ruínas de construções artificiais em Marte – Botany Bay

 

Basta olhar duma forma despreocupada para a imagem anterior e verificarmos a forma perfeita daquela pedra rectangular, rodeada por muitas outras que poderão ter tido a mesma origem, perfeitamente geométrica.

 

Depósitos minerais propícios à existência de vida no solo de Marte

 

Se nos preocuparmos com outras particularidades reveladoras da possibilidade de existência de vida neste primeiro planeta exterior à órbita da Terra, que tal olharmos para a seguinte imagem colorida de Marte – que até parece o tracejado descontínuo de qualquer estrada terrestre – e verificarmos duas evidências, que logo nos saltam à vista: o espaçamento semelhante entre o “tracejado” e acima de tudo o evidente processo de deposição de minerais que deu origem a estas rochas.

 

O que poderá apenas significar que Marte também terá sofrido no seu solo efeitos da passagem de grandes massas de água e que a vida poderá por ali ter florescido.

 

Imagem da cratera marciana Endeavour com mais de 20km de diâmetro

 

E agora eis que regresso à minha juventude e às minhas viagens a Marrocos: não só o modo de vida daquela gente me tocava – fazendo-me lembrar tempos antigos de maior amizade, familiaridade e partilha (apesar da pobreza) – como a sua poderosa paisagem.

 

As paisagens secas e desérticas que se estendiam por quilómetros solitários e sem fim, transmitiam algo que nos tocava e sensibilizava a alma e que nos revelava que para lá daquelas grandes extensões desérticas de areia, se esconderiam muitos dos segredos da nossa vida à face da Terra.

 

A imagem anterior poderia ter vindo dum país qualquer do norte de África, o que levanta logo a suspeita: não terá tido (ou irá ter) Marte um percurso evolutivo muito semelhante ao da Terra? Até parece!

 

O rochedo Ridout situado nos limites da cratera Endeavour

 

Se tomássemos em mãos esta pequena porção de paisagem marciana e alargássemos os horizontes da mesma por replicação visual, poderíamos obter por adição de objectos (e até de sujeitos) um outro cenário conhecido, interno e familiar: experimentemos então e utilizando a nossa fértil imaginação (real), submergi-lo debaixo de um grande volume de água e facilmente obteremos uma imagem submarina bem comum ao nosso planeta – uma imagem duma paisagem submarina onde só faltam os seres vivos.

 

Cratera marciana de Santa Maria originada como na Terra por impacto ou por erupção

 

Esta imagem retrata uma das paisagens mais comuns ao planeta Terra e ao planeta Marte. É um dos principais cenários que por associação mental sempre nos faz lembrar o nosso planeta e o seu longo e até agora vivo e sem interrupção processo de formação.

 

Se na Terra esse processo continua de uma forma ininterrupta desde há largos milhões de anos, nada nos indica até agora que o mesmo processo em Marte foi interrompido: nenhum processo de transformação é estático o que necessitamos é de o compreender – e se no caso de Marte pensamos que o planeta já ultrapassou um ciclo semelhante ao da Terra, por outro lado poderá ser o contrário ou apenas mais um dos episódios da História Infinita de ambos no Sistema Solar e no Espaço que os envolve.

 

(imagens – space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:30

10
Mar 12

África Ocidental

 

Este efeito colorido é provocado pela ação conjunta do enxofre e das algas presentes na água.

A água condensada resultante de gases quentes originados no magma no interior da terra, à medida que se vai evaporando, vai criando uma crosta viva, onde proliferam abundantemente sais e minerais.

(NG)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:35

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