Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

22
Mar 21

Numa rápida observação das diversas Pandemias ocorridas nos últimos 40 anos (fim do séc. XX, início do séc. XXI), pelo número de vítimas mortais provocadas destacando-se logo 3 (agora sendo 4):

 

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Óbitos por Covid-19

Top 10 Óbitos/Global

 

Gráfico ↑

EUA, BRASIL e ÍNDIA liderando bem destacados, no nº de Infetados e de Vítimas mortais. Com os números vindos dos EUA a esmagar-nos, asfixiando-nos de seguida com outros podendo vir a ser piores ─ no Brasil, na Índia e ainda (aqui por taxa de mortalidade elevadíssima) no México.

 

(1º) a “Gripe de Hong Kong” (1968/70) provocando 1 milhão de mortos, (2º) a “Gripe Asiática” (1957/58) provocando 1,1 milhão de mortos e (3º) o surto de HIV/AIDS (1981/presente) provocando 25,0/35,0 milhões de mortos ─ e agora surgindo (4º) o COVID-19 (finais de 2019/presente) tendo até ao momento (22.03.2021 03:54 TMG) provocado mais de 2,7 milhões de mortos (2.727.680). Não esquecendo a gripe sazonal (INFLUENZA) provocando entre 0,3/0,7 milhões de mortos por ano.

 

Pandemia

Período

Mortes/Ano

(milhões)

 

Gripe de Hong Kong

 

1968/70

0,3/1,0

Gripe asiática

 

1957/58

0,6/2,2

 

Influenza

 

(Sazonal)

0,3/0,7

HIV/AIDS

 

1981/presente

0,6/0,9

COVID-19

2019/presente

 

0,9/2,7

 

Comparando (valores aproximados e com alguma amplitude de variação, por consulta diferenciada) números e por ser um caso grave e bem atual (até pela sua elevada mortalidade, num ano vitimando mortalmente mais de 2,3 milhões de pessoas, numa média de 195.000/mês), destacando-se a pandemia do vírus SARS CoV-2 responsável pelo aparecimento da doença infecto-respiratória (e mortal) Covid-19, se colocada perante as consequências mortais da (crónica/periódica) GRIPE (Influenza), verificando-se a primeira (coronavírus) poder ser 9X mais mortal do que a segunda: confirmado pelo atual nº de mortes/ano por Covid-19, no limite 5X/10X superior ao da Gripe (anual). Da lista (anterior) de 5 a pior.

 

Imagem 2.jpg

Taxa de Mortalidade por Covid-19

Top 10 Óbitos/Global

 

Gráfico↑

Como exemplo catastrófico das consequências desta Pandemia, para além da elevada taxa de mortalidade (taxa média de 2%) na Itália e na GB (3,1% e 2,9% respetivamente), a estrondosa explosão ocorrida no MÉXICO (taxa de 9%). Em Portugal na média (2,1%) quanto à taxa de mortalidade.

 

Estando-se nesta segunda-feira dia 22 de março a atravessar o 81º dia do ano de 2021, depois dos derradeiros dias (19 em 2021) do REP Donald Trump na presidência (até 19 de janeiro de 2021), estando o mesmo lugar agora ocupado há 62 dias consecutivos pelo DEM Joe Biden, 46º Presidente dos EUA e Líder da ainda inquestionável “Maior Potência Mundial”: pelos seus Dólares e Armamento, o resto (as outras áreas) vindo de arrasto. Nestes últimos 62 dias de governação Democrata (com a esquerda ignorada/Tulsi Gabbard, o centro-esquerda afastado/Bernie Sanders, o centro em espera/Kamala Harris e o centro-direita mais uma vez e infelizmente regressando/”Hillary Clinton by Joe Biden”) e falando da Pandemia nada parecendo ter mudado: fora as vacinas (dado o açambarcamento global das mesmas, por parte dos EUA) nada de visível e impactante se fazendo (exceto o cheque, não o sendo para todos) ─ de modo a aliviar o ambiente geral socioeconómico que acompanha esta PANDEMIA ─ continuando-se na mesma “Rota de Trump” como os números (COVID-19) o comprovam. Em 22 de março e falando desta Pandemia com os EUA a continuarem a liderar em tudo (de Negativo, como Infetados e Óbitos) ─ acompanhados mais abaixo pelo caos instalado no México e pelo “Império Mortal do Trump Sul-Americano” (Brasil c/ Jair Bolsonaro) ─ mantendo-se apesar da descida um nº algo elevado de infeções e de óbitos: para além da ameaça de um retorno (nova vaga) face ao aparecimento de novas estirpes do vírus (ainda-por-cima vacinando-se as pessoas com a vacina que deveria ser a do ano passado, mas de facto sendo melhor que nada) ─ vendo-se alguns sinais (para já muito ligeiros) disso, na América e na Europa.

 

(dados: worldometers.info ─ imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:18

26
Fev 21

“Mass shootings

hit record high in 2020.

Can vaccines bring peace in 2021?”

(usatoday.com)

 

e0e3b796-b92e-4605-9a54-9d76195d46df-eb5a1ba4-e8e1

 

Tendo ultrapassado os 520.000 mortos (por Covid-19) já com um novo presidente (o democrata Joe Biden) ─ falando-se do país do globo terrestre com maior nº de óbitos por Covid-19 (EUA), logo seguido pelo Brasil (mais de 250.000) ─ e paralelamente a este problema de Saúde e de Administração (deste país) um outro se tendo de associar ─ o da Segurança (como consequência de mais de quatro anos de desrespeito DEM/REP pelos direitos dos cidadãos, usando-os/manipulando-os) ─ com a questão lógica agora colocada depois de um ano de Pandemia (nos EUA) a ser, se com o decréscimo da atividade do vírus SARS CoV-2, a proliferação de testes, as intensas campanhas de vacinação e o reinício da abertura do Mercado e da Economia (ou seja o regresso à normalidade), a violência ─ infelizmente um dos motores da sociedade norte-americana ─ diminuirá (persistirá ou aumentará): quando já se sabe que nos EUA o ano de 2020 bateu todos os recordes de violência, antes comandado por uma das faces do Dólar-REP/TRUMP (4 anos) depois pela outra-DEM/BIDEN (4 anos ou mais) ─ fazendo ambas parte da mesma moeda, sendo iguais.

 

“Mass shootings jumped nearly 50% in 2020,

due in large part to a pandemic year

rife with crippling unemployment, violent protests and idle youth.”

(usatoday.com)

 

Screenshot_2021-02-26 Mass shootings hit a record

 

Neste primeiro ano de Pandemia ─ registando a nível global mais de 110 milhões de infetados e mais de 2,5 de mortes ─ com os EUA (líder em parâmetros COVID-19) a registarem entre a sua população (EUA, a amostra) uma taxa de infeção de 8,74% e uma taxa de mortalidade de 0,16%; globalmente (Mundo, a amostra) apresentando 1,44% dos infetados e 2,22% das mortes do planeta. Apesar de ser ainda a maior potência Global (sem dúvida a nível militar/de armamento, convencional ou não) dominando (pelo menos aparentemente) os setores económico-financeiros internacionais (pelo menos a ocidente dada a clara expansão da China a oriente, dominando mercados), dada (externamente) a sua política de delegação de funções noutros países (de muitos dos setores fundamentais) ─ como será o caso da China perdendo muita da sua capacidade de resposta imediata (tão necessária para rapidamente se impor) e dada (internamente) a sua falta de estruturas (básicas, de saúde e de solidariedade) e incapacidade de planeamento (lobbies legais e por todo o lado, imponho/sobrepondo a sua lei), nem o dinheiro (bastando imprimi-lo), nem os equipamentos, nem os testes, nem mesmo as vacinas (mesmo que retirados aos outros), os salvando. Na sua população e pelo caos instalado provocando a revolta ─ criada e impulsionado por um dos únicos 2 lados (REP/DEM) ─ e com ela os subsequentes atos de violência ─ vindos desse lado e (como resposta) do outro. Pelo caminho terraplanando-se (física e mentalmente, destruindo-as) muita gente.

 

“With COVID-19 cases falling and vaccines rolling out,

some criminologists hope a rebounding economy and reopened schools

will drive down those numbers in 2021.”

(usatoday.com)

 

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E passado pouco mais de um ano sobre o início desta Pandemia (vírus SARS CoV-2/doença COVID-19) quase que paralisando o planeta e agravando ainda mais (nesta sua fase evolutiva) a há muito assumida (igualmente como crónica) crise socioeconómica global (crónica(o), tal como poderá ser este vírus) ─ pondo em causa o seu “Líder Planetário Espiritual”, feroz e omnipresente adversário do “Eixo do Mal─ mantendo-se (por outro lado) o ambiente de violência interna (aproveitando-se para calar todas as oposições) como o ambiente de violência externa (voltando-se a bombardear, a no presente esquecida Síria) mesmo alterando-se a “Voz do Dono” (Administração da Casa Branca), analisando-se o ano de 2020 (e os seus números de vítimas mortais abatidas a tiro) perspetivando-se outro ano (de 2021) violento, talvez nem tanto como 2021, mais parecido (sendo otimista) com o 2019. Nesse sentido (opção pela violência ou não violência) e pelos primeiros sintomas sentidos/percecionados desde 20 de janeiro deste ano (tomada de posse do 46º presidente dos EUA) ─ com a nova administração norte-americana face à situação geral do país (recessão, desemprego, violência, covid-19) nada fazendo de relevante ─ “mantendo (por estratégia? por reflexão? por planificação) a situação” ─ sendo mais provável manter-se (mas agora com origem maioritariamente do lado contrário) o surto de violência: não atingindo os valores de 2019 (máximo de vítimas por utilização de armas a caminho dos 500 mortos) ou de 2020 (não chegando aos 300) mas (mantendo-se as autoridades estáticas) podendo andar (pelo Resto do Mundo, esperemos que não) mais perto do último.

 

(texto/inglês: usatoday.com/Marco della Cava e Mike Stucka

─ imagens: usatoday.com – Gun Violence Archive/usatoday.com

- Brian Blanco/Getty/usatoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:29

31
Jan 21

Estando em curso uma Nova Vaga desta Pandemia, concluído o primeiro mês do ano de 2021 (faltando agregar em janeiro os números de 31.01) ─ ainda sem pico/curva achatada assinalando-se neste domingo em Portugal, 181.623 casos Covid-19 ainda ativos, 6.694 (+150) doentes internados e desses 858 (+15) em cuidados intensivos (UCI).

 

World Health Organization director-general Tedros Adhanom Ghebreyesus shed tears during press briefing on Thursday calling COVID-19 a 'common enemy' and saying that humanity cannot fight this pandemic as a divided world.” (India Newzstreet Media/10.07.2020)

 

Screenshot_2021-01-31 WHO chief breaks down in tea

We cannot defeat COVID-19

as a divided World

(Tedros Adhanom Ghebreyesus)

 

Publicado (hoje 31.01) o relatório da situação da Pandemia COVID-19 em Portugal (da responsabilidade da DGS) referente a 30.01, registando-se +303 vítimas mortais (total: 12.482) ─ +5 no Algarve (total: 210) ─  e +9.498 casos confirmados (total: 720.516).

 

mortalidade-observada-e.jpeg

C/ a mortalidade (ontem 30.01.2021) a estar muito acima do esperado

e c/ 2.562 óbitos em excesso

(evm.min-saude.pt)

 

E às 21:30 GMT deste domingo 31 de janeiro ─ atualizado o quadro Covid-19 Global (segundo dados worldometers.info) ─ com Portugal a ser o 5º país Europeu em novos casos (9º Mundial) e o 3º em novas vítimas mortais (6º Mundial).

 

Dentro de pouco mais de uma semana podendo-se atingir os 15.000 mortos (uma brutalidade),  já com muito “sangue, suor e lágrimas” derramados. Faltando “apenas” saber-se até quando (afinal de contas de que é que vivem as pessoas?) agora que o Algarve e a sua monocultura turística se encaminham para o 2º ano consecutivo de encerramento.

 

(imagens: India Newzstreet Media/yahoo.com e evm.min-saude.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:36

29
Jan 21

Esta sexta-feira (29 de janeiro) e mantendo a média da “queda de um avião de passageiros por dia” (um Jumbo), registando-se mais 278 vítimas mortais. Para além de ─ das quedas anteriores ─ ainda estarem 6.627 indivíduos internados e destes 806 em cuidados intensivos.

 

Screenshot_2021-01-29 Visão Covid-19 O número de

1ª Vaga Vs. 2ª Vaga

 

Aproveitando a visualização de dois gráficos da DGS (sobre o COVID-19) publicados na revista VISÃO (esta quarta-feira, 27 de janeiro), a constatação imediata de duas consequências brutais do contágio pelo vírus SARS CoV-2 (originando esta Pandemia): o número de óbitos ocorridos (até o dia de hoje sexta-feira 29, 11.886) ─  particular e extremamente elevados nesta nova vaga (para uns a 2ª para outros a 3ª), com o pico máximo de mortes diárias a ser mais de 8X superior ao anterior ─ como é bem visível no gráfico (a 03.04.2020 registando 37 óbitos/dia e a 28.01.2021 registando 303 óbitos/dia); e a elevada taxa de mortalidade por COVID-19 entre os mais idosos (um vírus pelo menos na sua fase inicial ─ antes de mutações e aparecimento de novas estirpes ─ parecendo-lhes destinado) de um total de perto de 12.000 óbitos registados  (por Covid-19 a 29.01.2021) mais de 10.000 sendo de indivíduos de 70 anos de idade ou superior (a caminho dos 85%). Mas agora com esta nova vaga em curso ─ introduzindo novas estirpes do vírus, de contágio mais rápido e infecioso ─ com as novas versões do coronavírus a aproveitarem muito mais eficientemente todas as “vias e portas de comunicação abertas” (como a ligando as Escolas às Famílias) utilizando invariavelmente cada pausa ou descuido oriundo do nosso lado (até pelo cansaço e ultrapassar de todos os nossos limites psíquico-físicos) para se infiltrarem e nos minarem (e toda a Sociedade) progressiva e talvez irreversivelmente por dentro:

 

Screenshot_2021-01-29 Visão Covid-19 O número de

Jovens Vs. Idosos

 

Com os mais idosos cada vez mais fragilizados (pela vaga inicial), aumentando simultaneamente (nesta nova vaga) o contágio entre os mais novos (os filhos/netos) e naturalmente por ligação e transporte, inevitavelmente entre os mais velhos (os pais/avós). Algo que se poderia ter suavizado (pelo menos) tivesse tal sido feito ontem (há pelo menos um mês, aquando da quadra do Natal), mas que infelizmente e cumprindo a tradição (“de remediar em vez de prevenir” conjugado com “do mais vale tarde do que nunca) apenas se fez hoje. Com as vítimas mortais desde o início da Pandemia COVID-19 a estabilizarem pelas 2.000 (por meados de setembro de 2020), para iniciarem uma ligeira subida durante o mês de outubro e a mesma (subida) se tornar ainda mais acentuada a partir de novembro (de perto de 2.500 óbitos passando a mais de 4.500): para então no início de dezembro e já pelas 5.000 vítimas mortais a subida nunca mais parar (7.000 no final de 2020) acelerando ainda mais iniciado o ano 2021 e estando hoje em cima das 12.000. Podendo-se afirmar 2.000 mortes iniciais (1ª Vaga), agora adicionadas (na 2ª Vaga) de outras 10.000 (em menos tempo) e totalizando as tais 12.000 mortes.

 

(imagens: DGS/VISÃO)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:45

16
Abr 20

[No Mundo, incluindo no de Trump e no de Bolsonaro.]

 

Os dez países (TOP 10 Global) com mais vítimas mortais registadas até às 18:54 do dia 16 de abril de 2020. Posteriormente acrescidos (no gráfico) dos respetivos casos graves/críticos. Indicando-se ainda a posição do Brasil (11º) e de Portugal (16º) na respetiva lista de Ranking Global.

 

CV1.jpg

 

Apresentando-se de seguida a taxa de mortalidade (provisória) em cada um desses 12 países, ressalvando o número de casos confirmados ─ naturalmente associados aos números de testes realizados – com valores mais elevados nos EUA e mais baixos na Bélgica, Holanda, Brasil e Portugal.

 

CV2.jpg

 

E passados 107 minutos sobre os dados recolhidos para a construção dos dois gráficos anteriores (novos dados publicados pelas 20:41 TMG) – agora e a nível global com 2.171.554 Infetados, 144.858 vítimas mortais (taxa de mortalidade = 6,7%), 57.060 em estado grave/crítico e 546.272 recuperados – com o novo coronavírus já tendo percorrido todo o Hemisfério Norte (líder de óbitos EUA) e estando a instalar-se agora no Hemisfério Sul (líder de óbitos Brasil) ─ destacando-se pela negativa e na Europa o quarteto Itália/Espanha/França e UK (e ainda se podendo integrar a dupla Bélgica/Holanda) – com outros dois países a serem de longe os piores, podendo-se apontar como estando a dar um grande contributo para agravar ainda mais os números desta Grande Crise Sanitária Mundial:

 

JB.jpg

Discurso de Jair Bolsonaro após despachar o seu Ministro da Saúde

 

Na América do Norte os EUA sob a liderança do seu presidente (legalmente) eleito Donald Trump e na América do Sul o Brasil sob a liderança do seu presidente (legalmente) eleito Jair Bolsonaro. E chegando-se agora às “Teorias da Conspiração” arma estratégica de defesa e de ataque, no presente utilizada por Donald Trump − coadjuvado desde logo por Jair Bolsonaro ─ a eles se juntando agora os UK e (até) a Alemanha, no ataque à China e ao seu bicho-mortal o “Vírus de Wuhan”: apontando outros (sejam ou não igualmente culpados, como será igualmente o caso, de uma organização mundial conhecida a WHO/OMS) e tentando “lavar daí as suas mãos”.

 

(imagem: Foco do Brasil/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:38

02
Abr 20

932.544 infetados (0,01% da população Mundial)

E 46.832 mortos (5% da amostra).

 

Às 22:38 TMG de 1 de abril de 2020, os dez países em função da sua população, com maior número de vítimas mortais (Vítimas Mortais por cada Milhão de pessoas): não considerando outros territórios (que não países) e com Portugal (11º) aparecendo logo a seguir. EUA (15º) e Alemanha (16º).

 

X.jpg

 

Como se pode constatar com a Itália a atingir o valor mais elevado, logo seguida pela Espanha – tendo ambas já implodido as estruturas das suas respetivas áreas da Saúde, com o seu elevadíssimo número de mortes: Itália com mais de 13.000 vítimas mortais e Espanha a caminho das 9.500. E sendo ainda de referenciar o número apresentado pelos “políticos nossos amigos” da Holanda (4º) muito perto das 1.200 vítimas mortais.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:46

11
Mar 20

Tendo sido declarada hoje dia 11 de março de 2020 (quarta-feira) pela WHO (Organização Mundial de Saúde), a PANDEMIA (do novo coronavírus) COVID-19. Quando (no início da tarde) o total de vítimas mortais ascende a 4.373, estendendo-se por 118 países.

 

Lisboa (Portugal)

19:30 (locais)

E esta quarta-feira (março, 11) com o tempo a apresentar-se quente e com as praias bem preenchidas − talvez porque os portugueses tenham ouvido que o novo coronavírus Covid-19 não gosta muito de calor − tendo-se até ao momento registado (para além dos 3.066 contactados sob vigilância) 471 casos suspeitos, desses com 59 casos confirmados (12,5%) e até ao momento com 0 vítimas mortais (0%) e 0 doentes recuperados (0%) − dados da DGS publicado em jn.pt pelas 13:32.

 

Screenshot_2020-03-11 What is a global pandemic WH

A Organização Mundial de Saúde e o Covid-19

Com a OMS/WHO a promover a Epidemia a Pandemia

(mesmo que não passando de um pormenor técnico)

Genebra, 2020 março 11

 

RVM

P

I

VM

Taxa de Mortalidade

China

80.969

3.162

3,9%

Itália

10.149

631

6,2%

Irão

9.000

354

3,9%

Coreia do Sul

7.755

54

0,7%

Espanha

2.164

49

2,3%

França

1.784

33

1,8%

EUA

1.050

23

2,2%

Japão

581

22

3,8%

36º

Portugal

59

0

0,0%

P: País I: Infetados VM: Vítimas Mortais

(Coronavirus COVID-19 Global Cases/

Center Systems Science and Engineering (CSSE)/Johns Hopkins University (JHU)/

11.03.2020 14:33:04)

 

Como se pode constatar na tabela abaixo numa amostra de mais de 70.000 casos confirmados do coronavírus covid-19 (no presente ultrapassando os 120.000) com a grande maioria dos infetados a concentrarem-se nos mais idosos − idades superiores a 70 anos (quase 1/4); e com a taxa de incidência nos mais novos (0 a 9 anos) a ser praticamente nula. Logo quanto mais velho/mais frágil, tendo de se ter  ainda mais cuidado (comparativamente com os jovens/mais fortes).

 

Idade

Mortalidade p/Idade

Mortalidade p/ Género

80+

14,8%

2,8% entre os homens e 1,7% entre as mulheres

70-79

8,0%

60-69

3,6%

50-59

1,3%

10-49

1,0%

0-9

0,0%

0,0%

Dados

(Tom Kirkman/oilprice.com

numa amostra de meados de fevereiro de 2020

já com  mais de 72.000 indivíduos infetados pelo covid-19)

 

E da mesma forma que a idade pode ser um fator importante na incidência e na taxa de mortalidade deste vírus, também pré-condições existentes de saúde de cada infetado poderá contribuir fortemente para o aumento da taxa de mortalidade (como se constata na tabela seguinte). Concluindo-se que idade/doenças sejam dois parâmetros importantes para a evolução da doença: sendo idoso e doente crónico, o pior cenário desejado (estando o vírus por aí).

 

Doença

Mortalidade por condições pré-existentes

Cardiovascular

10,5%

Diabetes

7,3%

Respiratória crónica

6,3%

Hipertensão

6,0%

Cancro

5,6%

(sem doenças pré-existentes declaradas)

0,9%

Dados

(Tom Kirkman/oilprice.com

numa amostra de meados de fevereiro de 2020

já com  mais de 72.000 indivíduos infetados pelo covid-19)

 

Depois dos números na China terem aparentemente estabilizado (na China, parecendo mesmo estar a descer) parecendo o mesmo estar a suceder (na estabilização) com a Coreia do Sul, com outros casos ainda a serem bem preocupantes desde a Itália (e países próximos e a caminho de Portugal como a Alemanha, a França e a Espanha) e o Irão mas nunca esquecendo os EUA (em rápida ascensão). Em Portugal e ainda muito no início com o “ambiente” para já razoável, sendo provavelmente confirmada (para salvaguarda dos jovens) a antecipação das férias da Páscoa.

 

(imagem: newsweek.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:46

09
Mar 20

Estratégia Única Europeia:

Casa roubada, trancas à porta.

 

Como se pode verificar no gráfico abaixo indicado (gisanddata.maps.arcgis.com) abrangendo um período de quase 7 semanas, após uma 1ª fase (iniciada a 20 de janeiro) em que a partir de um determinado momento o vírus (depois de ter aparentemente atingido um pico máximo de atividade) parecia estar já em regressão, surpreendentemente disparando de novo os números (por volta de 13 de fevereiro) de 419 para 15.100 novos casos (de um dia para o outro, de 12 para 13) registados por dia − 36X mais – eis que numa 2ª fase a evolução contágio/infeção do COVID-19 parece estar a estabilizar e a regredir: (hoje, 9 de março) GLOBALMENTE com o número de indivíduos recuperados se não maior que o de contaminados andando ela por ela, sendo por vezes mesmo maior (nº recuperados/nº contaminados > 1) e reforçando a esperança – de que na CHINA a atividade do novo coronavírus já tenha atingido o seu pico máximo, estando já a sua ação em decrescimento.

 

Screenshot_2020-03-09 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Evolução do número de casos globais e por dia do novo coronavírus COVID-19

(de 20 de janeiro a 8 de março)

Vermelho: Novos Casos Verde: Recuperados

 

E com medidor mundial referindo-nos ao COVID-19 a apresentar neste dia (9 de março) os seguintes valores (pelas 14:30) em constante atualização:

 

Casos de Covid-19:

111.648 (100%)

Casos Ativos:

45.081 (40%)

Casos Fechados:

66.567 (60%)

Condição Média:

39.101 (87%)

Condição Grave:

5.980 (13%)

Vít. Mortais:

3.884 (6%)

Recuperados:

62.683 (94%)

Países afetados:

110 (+ barco de cruzeiro "Diamond Princess")

Taxa de Mortalidade

3,5%

(Dados de 09.03.2020 14:30: worldometers.info)

 

Relativamente ao que se passa (não incluindo a CHINA) no Resto do Mundo e na EUROPA (e cingindo-nos agora aos dados Johns Hopkins CSSE) sendo de registar negativamente (pelo nº de vítimas mortais já provocadas), os casos extremos da ITÁLIA (7.375 casos/366 mortos/taxa de mortalidade=5,0%), do IRÃO (7.161 casos/237 mortos/taxa de mortalidade=3,3%) e da COREIA do SUL (7.478 casos/53 mortos/taxa e mortalidade=0,7%). E integrando a EUROPA podendo ser o caso da ITÁLIA extremamente grave para todos os seus vizinhos, mais ou menos próximos (ou distantes) e nos quais se incluiu Portugal: com a nossa próxima Itália batendo até o Irão (sujeito a um nº infinito de sansões e asfixiado pelos EUA) no número de vítimas mortais 366/237 − algo no mínimo estranho comparado o estado (social-económico-financeiro-sanitário-etc.) do Irão e da Itália e com esta última a ser recordista na mortalidade.

 

Screenshot_2020-03-09 Coronavirus Update (Live) 11

Evolução do nº de casos e do nº de mortos

(de 2 fevereiro a 5 de março)

Verde: Recuperados Laranja: Vítimas mortais

 

Certamente que preocupando e olhando apenas para ocidente (da Itália), a Alemanha, a França, a Espanha e Portugal. E ainda nos questionando sobre qual será a verdadeira atividade do vírus COVID-19 no interior do território dos EUA. Entretanto com a Alemanha com 1.151 casos e 0 vítimas mortais (t.m.=0%), a França com 1.209 casos e 19 vítimas mortais (t.m.01,6%), a Espanha com 979 casos e 25 vítimas mortais (t.m.=2,6%) e Portugal com 30 casos e 0 vítimas mortais (t.m.=0%). No caso de Portugal com os casos (30) a concentrarem-se a norte e estendendo-se até Lisboa, para no caso do Sul e particularmente no Algarve com o 1º caso (na região) a ser confirmado em Portimão. Finalmente nos EUA (com os testes de diagnóstico a custarem uma “fortuna”) e com poucos tendo sido os testes realizados, com os números a crescerem em casos confirmados/vítimas mortais (VM)/recuperações (R), de momento nos 565 confirmados nos e 22 VM/8 R (no interior e exterior do território) números da [Johns Hopkins CSSE]. Mas com muitos a insistirem que a epidemia de Covid-19 no interior dos EUA (e á falta evidente de estratégia mesmo por parte do CDC no combate ao surto epidémico) poderá vir a ter consequências muito mais graves.

 

E se o novo coronavírus levantou logo a suspeita em novembro/dezembro 2019 na China – disparando em janeiro/fevereiro 2020 , parecendo querer estabilizar/descer em março e confirmando-se tal, desaparecendo no decorrer de abril (assim se espera, se deseja) – se aprendemos algo com eles (os chineses) e seguindo um mesmo percurso (temporal) poderemos vermo-nos livres disto lá para o mês de Abril (se formos melhor que eles) ou então de Maio. O pior seria se não o conseguíssemos (como parece e para já, sugerir a Itália).

 

[Às 16:00 horas de hoje noticiando-se 30 a 31 casos confirmados (de Covid-19), sendo 1 a 2 desses casos no Algarve (oriundos de Portimão e importados de Itália).]

 

(imagens: arcgis.com − worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:49

06
Mar 20

[WHO: 2020-03-06 23:40:03 UTC]

 

Numa tabela incluindo os 96 países já infetados pelo vírus (COVID-19) e com PORTUGAL em  43º lugar (13 casos confirmados), com os líderes em vítimas mortais a serem a CHINA (com 3.042), a ITÁLIA (com 148) e o IRÃO (com 124) − com a Coreia do Sul (43) e os EUA (14) logo a seguir e a França (9),  perto deste último.

 

Screenshot_2020-03-06 Coronavirus 2019-nCov Statis

 

Casos de Covid-19:

100.776

Casos Ativos:

41.367 (41%)

Casos Fechados:

59.409 (59%)

Condição Média: 35.081 (34,8%)

Condição Grave: 6.286 (6,2%)

Vít. Mortais:

3.412 (3,4%)

Recuperados:

55.997 (55,6%)

Países afetados:

96

Taxa de transmissão

1 individuo infetando 2/3

Período de Incubação

0 a 14 dias (0/27)

Taxa de Mortalidade

3,4%

 

Procurando compreender melhor a evolução ao longo do tempo do surto epidémico associado ao aparecimento do novo coronavírus COVID-19 (entrados no terceiro mês e com os avisos e alertas a serem lançados logo no início deste ano de 2020) − como é o caso da evolução dos parâmetros Infetados/Vítimas Mortais/Recuperados registados até ao momento na China (o centro do surto), comparando-os com os agora registados no Resto do Mundo (a periferia de seguida sendo infetada) – sendo interessante consultar o site [virusncov.com COVID-19 Coronavirus] até para termos uma perceção mais completa da grandeza daquilo com que se está a lidar (dados na tabela acima): mais uma versão do coronavírus nas suas versões anteriores (como o MERS e o SARS) já tendo sido responsável por outros surto epidémicos e muitas e muitas vítimas mortais − para além do que por cá ficou e que nos acompanha até ao presente, desde que apareceu o vírus INFLUENZA (a GRIPE).

 

Screenshot_2020-03-06 Coronavirus 2019-nCov Statis

 

Acompanhados por três gráficos (indicados acima) indicando-nos a evolução (num determinado intervalo de tempo) do número total de casos, de mortes e numa sobreposição, de casos/mortes (com as respetivas curvas). E das tabelas e dos gráficos logo se concluindo a taxa de mortalidade andar ainda pelos 3,4%, mas com as taxas de recuperação a estarem já a caminho dos 60%: mas com a curva (da evolução negativa da doença) continuando a subir, apesar de parecer querer abrandar mas ainda lentamente, esperando-se que ainda este mês (o mais cedo possível) atinja o seu pico máximo (estabilizando, descendo, desaparecendo) − pelo menos na China, esperando para se ver o que sucederá agora, que ele já está (pelos vistos em força) na EUROPA (entre nós).

 

(imagens: virusncov.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

04
Mar 20

Agora que o número de novos casos parece começar a diminuir e conhecendo-se o nível etário mais suscetível ao contágio/infeção (os mais frágeis) por este novo coronavírus: doentes e idosos.

 

virus_1581733996.jpg

Covid-19

O novo coronavírus ao microscópio

 

Com o percurso do novo coronavírus (COVID-19) a seguir o caminho de outros vírus seus semelhantes (como o INFLUENZA, o MERS e o SARS) – contagiando e infetando (I: Infetados) os indivíduos, para de seguida os mesmos recuperarem (R: Recuperados) ou não (VT: Vítimas Mortais) – sendo importante de recordar que se o vírus Influenza origina centenas de milhares de mortos todos os anos, vírus associados e tendo já provocado outros surtos epidémicos graves como o MERS, atingiram taxas de mortalidade bem mais preocupantes na ordem dos 10% (em cerca de 80.000 infetados, vitimando mortalmente uns  8.000):

 

Screenshot_2020-03-04 Coronavirus 2019-nCov Statis

Evolução ao longo do tempo do nº total de casos

e do nº de casos reportados por dia

 

Quando a taxa de mortalidade global do Covid-19 anda de momento nos 3,4% (ou seja, cerca de 1/3) e com tendência (dado o nº de infetados estar a diminuir consistentemente nos últimos dias, de milhares passando a centenas)  para descer. Taxas de mortalidade calculadas num determinado universo referido a um determinado e bem limitado intervalo de tempo, não significando que um cálculo referido a um desses espaço/tempo se possa extrapolar para toda a população de um qualquer território (mais extenso): exemplificando e supondo, que no tempo da presença ativa de um vírus 100.000 pessoas (de uma localidade/país) eram infetadas e 300 morriam − equivalente a uma taxa de mortalidade de 3% − isso não significaria (dada ser uma conclusão errada) que atingindo um país como Portugal (se essa localidade lhe pertencesse) − com cerca de 10.000.000 de habitantes − teríamos 30.000 vítimas mortais. Então a China com as suas mais de 1,5 biliões de almas e no presente com uma taxa de mortalidade na ordem dos 3% (hoje ainda superior) registaria no fim deste novo surto epidémico (então seria sem dúvida uma pandemia) mais de 45.000.000 – quando nem atingimos ainda os 100.000 (3.000X menos).

 

Screenshot_2020-03-04 COVID-19 compared.png

Comparação de parâmetros de outros surtos epidémicos

entre eles SARS e MERS com os do Covid-19

 

Hoje quarta-feira 4 de março (pelas 10:00 da manhã) com o nº de casos do novo coronavírus COVID-19 a serem os seguintes: 93.455 infetados, 3.198 vítimas mortais (3,4%) e 50.743 recuperados (54,3%); com os países mais atingidos para além da China a serem (de longe) a COREIA DO SUL (5621 I/28 VM), a ITÁLIA (2.502 I/79 VM) e o IRÃO (2.336 I/77 VM); e com os recuperados a terem uma taxa (ao contrário do total e da China, superiores a 50%) extremamente baixa (sendo grave) no trio de países constituídos por Coreia do Sul/Itália/Irão andando entre nem 1% na Coreia do Sul e 13% no Irão (6,5% na Itália). Felizmente com alguns parâmetros a darem sinais de um desacelerar acentuado dos casos de contágio/infeção, sugerindo o vírus poder ter atingido o seu pico máximo de atividade e a partir de agora ser “sempre a descer” até desaparecer (ou adormecer). Em Portugal e segundo dados fornecidos pelo site da responsabilidade do Johns Hopkins CSSE (gisanddata.maps.arcgis.com) com 4 (segundo o sapo.pt sendo já 5) infetados hospitalizados (sendo acompanhados e em tratamento) e sem vítimas mortais registadas (nem recuperados).

 

(imagens: nst.com.my − virusncov.com − businessinsider.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:45

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