Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Abr 20

[No Mundo, incluindo no de Trump e no de Bolsonaro.]

 

Os dez países (TOP 10 Global) com mais vítimas mortais registadas até às 18:54 do dia 16 de abril de 2020. Posteriormente acrescidos (no gráfico) dos respetivos casos graves/críticos. Indicando-se ainda a posição do Brasil (11º) e de Portugal (16º) na respetiva lista de Ranking Global.

 

CV1.jpg

 

Apresentando-se de seguida a taxa de mortalidade (provisória) em cada um desses 12 países, ressalvando o número de casos confirmados ─ naturalmente associados aos números de testes realizados – com valores mais elevados nos EUA e mais baixos na Bélgica, Holanda, Brasil e Portugal.

 

CV2.jpg

 

E passados 107 minutos sobre os dados recolhidos para a construção dos dois gráficos anteriores (novos dados publicados pelas 20:41 TMG) – agora e a nível global com 2.171.554 Infetados, 144.858 vítimas mortais (taxa de mortalidade = 6,7%), 57.060 em estado grave/crítico e 546.272 recuperados – com o novo coronavírus já tendo percorrido todo o Hemisfério Norte (líder de óbitos EUA) e estando a instalar-se agora no Hemisfério Sul (líder de óbitos Brasil) ─ destacando-se pela negativa e na Europa o quarteto Itália/Espanha/França e UK (e ainda se podendo integrar a dupla Bélgica/Holanda) – com outros dois países a serem de longe os piores, podendo-se apontar como estando a dar um grande contributo para agravar ainda mais os números desta Grande Crise Sanitária Mundial:

 

JB.jpg

Discurso de Jair Bolsonaro após despachar o seu Ministro da Saúde

 

Na América do Norte os EUA sob a liderança do seu presidente (legalmente) eleito Donald Trump e na América do Sul o Brasil sob a liderança do seu presidente (legalmente) eleito Jair Bolsonaro. E chegando-se agora às “Teorias da Conspiração” arma estratégica de defesa e de ataque, no presente utilizada por Donald Trump − coadjuvado desde logo por Jair Bolsonaro ─ a eles se juntando agora os UK e (até) a Alemanha, no ataque à China e ao seu bicho-mortal o “Vírus de Wuhan”: apontando outros (sejam ou não igualmente culpados, como será igualmente o caso, de uma organização mundial conhecida a WHO/OMS) e tentando “lavar daí as suas mãos”.

 

(imagem: Foco do Brasil/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:38

02
Abr 20

932.544 infetados (0,01% da população Mundial)

E 46.832 mortos (5% da amostra).

 

Às 22:38 TMG de 1 de abril de 2020, os dez países em função da sua população, com maior número de vítimas mortais (Vítimas Mortais por cada Milhão de pessoas): não considerando outros territórios (que não países) e com Portugal (11º) aparecendo logo a seguir. EUA (15º) e Alemanha (16º).

 

X.jpg

 

Como se pode constatar com a Itália a atingir o valor mais elevado, logo seguida pela Espanha – tendo ambas já implodido as estruturas das suas respetivas áreas da Saúde, com o seu elevadíssimo número de mortes: Itália com mais de 13.000 vítimas mortais e Espanha a caminho das 9.500. E sendo ainda de referenciar o número apresentado pelos “políticos nossos amigos” da Holanda (4º) muito perto das 1.200 vítimas mortais.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:46

11
Mar 20

Tendo sido declarada hoje dia 11 de março de 2020 (quarta-feira) pela WHO (Organização Mundial de Saúde), a PANDEMIA (do novo coronavírus) COVID-19. Quando (no início da tarde) o total de vítimas mortais ascende a 4.373, estendendo-se por 118 países.

 

Lisboa (Portugal)

19:30 (locais)

E esta quarta-feira (março, 11) com o tempo a apresentar-se quente e com as praias bem preenchidas − talvez porque os portugueses tenham ouvido que o novo coronavírus Covid-19 não gosta muito de calor − tendo-se até ao momento registado (para além dos 3.066 contactados sob vigilância) 471 casos suspeitos, desses com 59 casos confirmados (12,5%) e até ao momento com 0 vítimas mortais (0%) e 0 doentes recuperados (0%) − dados da DGS publicado em jn.pt pelas 13:32.

 

Screenshot_2020-03-11 What is a global pandemic WH

A Organização Mundial de Saúde e o Covid-19

Com a OMS/WHO a promover a Epidemia a Pandemia

(mesmo que não passando de um pormenor técnico)

Genebra, 2020 março 11

 

RVM

P

I

VM

Taxa de Mortalidade

China

80.969

3.162

3,9%

Itália

10.149

631

6,2%

Irão

9.000

354

3,9%

Coreia do Sul

7.755

54

0,7%

Espanha

2.164

49

2,3%

França

1.784

33

1,8%

EUA

1.050

23

2,2%

Japão

581

22

3,8%

36º

Portugal

59

0

0,0%

P: País I: Infetados VM: Vítimas Mortais

(Coronavirus COVID-19 Global Cases/

Center Systems Science and Engineering (CSSE)/Johns Hopkins University (JHU)/

11.03.2020 14:33:04)

 

Como se pode constatar na tabela abaixo numa amostra de mais de 70.000 casos confirmados do coronavírus covid-19 (no presente ultrapassando os 120.000) com a grande maioria dos infetados a concentrarem-se nos mais idosos − idades superiores a 70 anos (quase 1/4); e com a taxa de incidência nos mais novos (0 a 9 anos) a ser praticamente nula. Logo quanto mais velho/mais frágil, tendo de se ter  ainda mais cuidado (comparativamente com os jovens/mais fortes).

 

Idade

Mortalidade p/Idade

Mortalidade p/ Género

80+

14,8%

2,8% entre os homens e 1,7% entre as mulheres

70-79

8,0%

60-69

3,6%

50-59

1,3%

10-49

1,0%

0-9

0,0%

0,0%

Dados

(Tom Kirkman/oilprice.com

numa amostra de meados de fevereiro de 2020

já com  mais de 72.000 indivíduos infetados pelo covid-19)

 

E da mesma forma que a idade pode ser um fator importante na incidência e na taxa de mortalidade deste vírus, também pré-condições existentes de saúde de cada infetado poderá contribuir fortemente para o aumento da taxa de mortalidade (como se constata na tabela seguinte). Concluindo-se que idade/doenças sejam dois parâmetros importantes para a evolução da doença: sendo idoso e doente crónico, o pior cenário desejado (estando o vírus por aí).

 

Doença

Mortalidade por condições pré-existentes

Cardiovascular

10,5%

Diabetes

7,3%

Respiratória crónica

6,3%

Hipertensão

6,0%

Cancro

5,6%

(sem doenças pré-existentes declaradas)

0,9%

Dados

(Tom Kirkman/oilprice.com

numa amostra de meados de fevereiro de 2020

já com  mais de 72.000 indivíduos infetados pelo covid-19)

 

Depois dos números na China terem aparentemente estabilizado (na China, parecendo mesmo estar a descer) parecendo o mesmo estar a suceder (na estabilização) com a Coreia do Sul, com outros casos ainda a serem bem preocupantes desde a Itália (e países próximos e a caminho de Portugal como a Alemanha, a França e a Espanha) e o Irão mas nunca esquecendo os EUA (em rápida ascensão). Em Portugal e ainda muito no início com o “ambiente” para já razoável, sendo provavelmente confirmada (para salvaguarda dos jovens) a antecipação das férias da Páscoa.

 

(imagem: newsweek.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:46

09
Mar 20

Estratégia Única Europeia:

Casa roubada, trancas à porta.

 

Como se pode verificar no gráfico abaixo indicado (gisanddata.maps.arcgis.com) abrangendo um período de quase 7 semanas, após uma 1ª fase (iniciada a 20 de janeiro) em que a partir de um determinado momento o vírus (depois de ter aparentemente atingido um pico máximo de atividade) parecia estar já em regressão, surpreendentemente disparando de novo os números (por volta de 13 de fevereiro) de 419 para 15.100 novos casos (de um dia para o outro, de 12 para 13) registados por dia − 36X mais – eis que numa 2ª fase a evolução contágio/infeção do COVID-19 parece estar a estabilizar e a regredir: (hoje, 9 de março) GLOBALMENTE com o número de indivíduos recuperados se não maior que o de contaminados andando ela por ela, sendo por vezes mesmo maior (nº recuperados/nº contaminados > 1) e reforçando a esperança – de que na CHINA a atividade do novo coronavírus já tenha atingido o seu pico máximo, estando já a sua ação em decrescimento.

 

Screenshot_2020-03-09 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Evolução do número de casos globais e por dia do novo coronavírus COVID-19

(de 20 de janeiro a 8 de março)

Vermelho: Novos Casos Verde: Recuperados

 

E com medidor mundial referindo-nos ao COVID-19 a apresentar neste dia (9 de março) os seguintes valores (pelas 14:30) em constante atualização:

 

Casos de Covid-19:

111.648 (100%)

Casos Ativos:

45.081 (40%)

Casos Fechados:

66.567 (60%)

Condição Média:

39.101 (87%)

Condição Grave:

5.980 (13%)

Vít. Mortais:

3.884 (6%)

Recuperados:

62.683 (94%)

Países afetados:

110 (+ barco de cruzeiro "Diamond Princess")

Taxa de Mortalidade

3,5%

(Dados de 09.03.2020 14:30: worldometers.info)

 

Relativamente ao que se passa (não incluindo a CHINA) no Resto do Mundo e na EUROPA (e cingindo-nos agora aos dados Johns Hopkins CSSE) sendo de registar negativamente (pelo nº de vítimas mortais já provocadas), os casos extremos da ITÁLIA (7.375 casos/366 mortos/taxa de mortalidade=5,0%), do IRÃO (7.161 casos/237 mortos/taxa de mortalidade=3,3%) e da COREIA do SUL (7.478 casos/53 mortos/taxa e mortalidade=0,7%). E integrando a EUROPA podendo ser o caso da ITÁLIA extremamente grave para todos os seus vizinhos, mais ou menos próximos (ou distantes) e nos quais se incluiu Portugal: com a nossa próxima Itália batendo até o Irão (sujeito a um nº infinito de sansões e asfixiado pelos EUA) no número de vítimas mortais 366/237 − algo no mínimo estranho comparado o estado (social-económico-financeiro-sanitário-etc.) do Irão e da Itália e com esta última a ser recordista na mortalidade.

 

Screenshot_2020-03-09 Coronavirus Update (Live) 11

Evolução do nº de casos e do nº de mortos

(de 2 fevereiro a 5 de março)

Verde: Recuperados Laranja: Vítimas mortais

 

Certamente que preocupando e olhando apenas para ocidente (da Itália), a Alemanha, a França, a Espanha e Portugal. E ainda nos questionando sobre qual será a verdadeira atividade do vírus COVID-19 no interior do território dos EUA. Entretanto com a Alemanha com 1.151 casos e 0 vítimas mortais (t.m.=0%), a França com 1.209 casos e 19 vítimas mortais (t.m.01,6%), a Espanha com 979 casos e 25 vítimas mortais (t.m.=2,6%) e Portugal com 30 casos e 0 vítimas mortais (t.m.=0%). No caso de Portugal com os casos (30) a concentrarem-se a norte e estendendo-se até Lisboa, para no caso do Sul e particularmente no Algarve com o 1º caso (na região) a ser confirmado em Portimão. Finalmente nos EUA (com os testes de diagnóstico a custarem uma “fortuna”) e com poucos tendo sido os testes realizados, com os números a crescerem em casos confirmados/vítimas mortais (VM)/recuperações (R), de momento nos 565 confirmados nos e 22 VM/8 R (no interior e exterior do território) números da [Johns Hopkins CSSE]. Mas com muitos a insistirem que a epidemia de Covid-19 no interior dos EUA (e á falta evidente de estratégia mesmo por parte do CDC no combate ao surto epidémico) poderá vir a ter consequências muito mais graves.

 

E se o novo coronavírus levantou logo a suspeita em novembro/dezembro 2019 na China – disparando em janeiro/fevereiro 2020 , parecendo querer estabilizar/descer em março e confirmando-se tal, desaparecendo no decorrer de abril (assim se espera, se deseja) – se aprendemos algo com eles (os chineses) e seguindo um mesmo percurso (temporal) poderemos vermo-nos livres disto lá para o mês de Abril (se formos melhor que eles) ou então de Maio. O pior seria se não o conseguíssemos (como parece e para já, sugerir a Itália).

 

[Às 16:00 horas de hoje noticiando-se 30 a 31 casos confirmados (de Covid-19), sendo 1 a 2 desses casos no Algarve (oriundos de Portimão e importados de Itália).]

 

(imagens: arcgis.com − worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:49

06
Mar 20

[WHO: 2020-03-06 23:40:03 UTC]

 

Numa tabela incluindo os 96 países já infetados pelo vírus (COVID-19) e com PORTUGAL em  43º lugar (13 casos confirmados), com os líderes em vítimas mortais a serem a CHINA (com 3.042), a ITÁLIA (com 148) e o IRÃO (com 124) − com a Coreia do Sul (43) e os EUA (14) logo a seguir e a França (9),  perto deste último.

 

Screenshot_2020-03-06 Coronavirus 2019-nCov Statis

 

Casos de Covid-19:

100.776

Casos Ativos:

41.367 (41%)

Casos Fechados:

59.409 (59%)

Condição Média: 35.081 (34,8%)

Condição Grave: 6.286 (6,2%)

Vít. Mortais:

3.412 (3,4%)

Recuperados:

55.997 (55,6%)

Países afetados:

96

Taxa de transmissão

1 individuo infetando 2/3

Período de Incubação

0 a 14 dias (0/27)

Taxa de Mortalidade

3,4%

 

Procurando compreender melhor a evolução ao longo do tempo do surto epidémico associado ao aparecimento do novo coronavírus COVID-19 (entrados no terceiro mês e com os avisos e alertas a serem lançados logo no início deste ano de 2020) − como é o caso da evolução dos parâmetros Infetados/Vítimas Mortais/Recuperados registados até ao momento na China (o centro do surto), comparando-os com os agora registados no Resto do Mundo (a periferia de seguida sendo infetada) – sendo interessante consultar o site [virusncov.com COVID-19 Coronavirus] até para termos uma perceção mais completa da grandeza daquilo com que se está a lidar (dados na tabela acima): mais uma versão do coronavírus nas suas versões anteriores (como o MERS e o SARS) já tendo sido responsável por outros surto epidémicos e muitas e muitas vítimas mortais − para além do que por cá ficou e que nos acompanha até ao presente, desde que apareceu o vírus INFLUENZA (a GRIPE).

 

Screenshot_2020-03-06 Coronavirus 2019-nCov Statis

 

Acompanhados por três gráficos (indicados acima) indicando-nos a evolução (num determinado intervalo de tempo) do número total de casos, de mortes e numa sobreposição, de casos/mortes (com as respetivas curvas). E das tabelas e dos gráficos logo se concluindo a taxa de mortalidade andar ainda pelos 3,4%, mas com as taxas de recuperação a estarem já a caminho dos 60%: mas com a curva (da evolução negativa da doença) continuando a subir, apesar de parecer querer abrandar mas ainda lentamente, esperando-se que ainda este mês (o mais cedo possível) atinja o seu pico máximo (estabilizando, descendo, desaparecendo) − pelo menos na China, esperando para se ver o que sucederá agora, que ele já está (pelos vistos em força) na EUROPA (entre nós).

 

(imagens: virusncov.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

04
Mar 20

Agora que o número de novos casos parece começar a diminuir e conhecendo-se o nível etário mais suscetível ao contágio/infeção (os mais frágeis) por este novo coronavírus: doentes e idosos.

 

virus_1581733996.jpg

Covid-19

O novo coronavírus ao microscópio

 

Com o percurso do novo coronavírus (COVID-19) a seguir o caminho de outros vírus seus semelhantes (como o INFLUENZA, o MERS e o SARS) – contagiando e infetando (I: Infetados) os indivíduos, para de seguida os mesmos recuperarem (R: Recuperados) ou não (VT: Vítimas Mortais) – sendo importante de recordar que se o vírus Influenza origina centenas de milhares de mortos todos os anos, vírus associados e tendo já provocado outros surtos epidémicos graves como o MERS, atingiram taxas de mortalidade bem mais preocupantes na ordem dos 10% (em cerca de 80.000 infetados, vitimando mortalmente uns  8.000):

 

Screenshot_2020-03-04 Coronavirus 2019-nCov Statis

Evolução ao longo do tempo do nº total de casos

e do nº de casos reportados por dia

 

Quando a taxa de mortalidade global do Covid-19 anda de momento nos 3,4% (ou seja, cerca de 1/3) e com tendência (dado o nº de infetados estar a diminuir consistentemente nos últimos dias, de milhares passando a centenas)  para descer. Taxas de mortalidade calculadas num determinado universo referido a um determinado e bem limitado intervalo de tempo, não significando que um cálculo referido a um desses espaço/tempo se possa extrapolar para toda a população de um qualquer território (mais extenso): exemplificando e supondo, que no tempo da presença ativa de um vírus 100.000 pessoas (de uma localidade/país) eram infetadas e 300 morriam − equivalente a uma taxa de mortalidade de 3% − isso não significaria (dada ser uma conclusão errada) que atingindo um país como Portugal (se essa localidade lhe pertencesse) − com cerca de 10.000.000 de habitantes − teríamos 30.000 vítimas mortais. Então a China com as suas mais de 1,5 biliões de almas e no presente com uma taxa de mortalidade na ordem dos 3% (hoje ainda superior) registaria no fim deste novo surto epidémico (então seria sem dúvida uma pandemia) mais de 45.000.000 – quando nem atingimos ainda os 100.000 (3.000X menos).

 

Screenshot_2020-03-04 COVID-19 compared.png

Comparação de parâmetros de outros surtos epidémicos

entre eles SARS e MERS com os do Covid-19

 

Hoje quarta-feira 4 de março (pelas 10:00 da manhã) com o nº de casos do novo coronavírus COVID-19 a serem os seguintes: 93.455 infetados, 3.198 vítimas mortais (3,4%) e 50.743 recuperados (54,3%); com os países mais atingidos para além da China a serem (de longe) a COREIA DO SUL (5621 I/28 VM), a ITÁLIA (2.502 I/79 VM) e o IRÃO (2.336 I/77 VM); e com os recuperados a terem uma taxa (ao contrário do total e da China, superiores a 50%) extremamente baixa (sendo grave) no trio de países constituídos por Coreia do Sul/Itália/Irão andando entre nem 1% na Coreia do Sul e 13% no Irão (6,5% na Itália). Felizmente com alguns parâmetros a darem sinais de um desacelerar acentuado dos casos de contágio/infeção, sugerindo o vírus poder ter atingido o seu pico máximo de atividade e a partir de agora ser “sempre a descer” até desaparecer (ou adormecer). Em Portugal e segundo dados fornecidos pelo site da responsabilidade do Johns Hopkins CSSE (gisanddata.maps.arcgis.com) com 4 (segundo o sapo.pt sendo já 5) infetados hospitalizados (sendo acompanhados e em tratamento) e sem vítimas mortais registadas (nem recuperados).

 

(imagens: nst.com.my − virusncov.com − businessinsider.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:45

25
Fev 20

[Dados: Johns Hopkins CSSE/gisanddata.maps.arcgis.com – 25.02.2020 às 12:53:02]

 

Screenshot_2020-02-25 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Mapa da distribuição Global do coronavírus COVID-19

 

Como se pode ver pela [tabela 1] com a China a continuar a ser o epicentro deste surto epidémico, com quase 97% dos casos e [99%] das mortes; com a Europa para já com as primeiras mortes registadas, resultando uma taxa de mortalidade de [0,3%]. Com a Organização Mundial de Saúde a não considerar (pelo menos para já) este surto como uma Pandemia, esperando que os primeiros sinais de recuo do vírus na China (continental) continuem e que outros polos que parecem querer surgir (outros na Ásia, como no Oriente e na Europa) estabilizem.

 

Casos

Total

Na China

Na Europa

%

%

%

Confirmados

80.289

100,0

77.660

96,7

319

0,4

Mortes

2.704

3,4

2.663

98,5

8

0,3

Recuperados

27.840

34,7

27.591

99,1

40

0,1

Tabela 1

 

Observando a [tabela 2] e comparando o impacto do vírus Covid-19 na China (no Epicentro) e na Europa (lá longe), sendo fácil de constatar a incidência brutal do vírus no seu epicentro − ou não vivessem na China perto de 1,5 biliões de almas, a caminho dos 20% da população Mundial, sendo de um total de mais de 80.000 infetados quase 78.000 chineses – com taxa de mortalidade nos 3,4 e taxa de recuperação 10X superior: algo que nos deve preocupar no mínimo um bocadinho, pois se os infetados para já sendo poucos (se comparados com os da China) e a taxa de mortalidade estando dentro dos limites (2%/3%), já a taxa de recuperação na Europa sendo bem menor que a da China − não se percebendo bem porquê (tendo a Europa e os EUA como exemplo) sendo apenas 1/3 da chinesa. Para já e para lá da China, com as maiores preocupações a dirigirem-se (até pelo número de vítimas mortais até agora registadas) para o IRÃO (16 mortos), Coreia do Sul (10) e Itália (7), esta última aqui tão perto: nas últimas notícias (17:30 desta terça-feira) e referidas a Itália, registando-se já entre 280 infetados 10 mortos.

 

Taxas

Na China

Na Europa

Nº de Infetados

77.660

319

Mortes

3,4%

2,5%

Recuperados

35,5%

12,5%

Tabela 2

 

No que concerne ao coronavírus e às suas versões mais virulentas e impactantes (por mortais) – SARS, MERS e COVID-19 na versão de 2002/03 com uma epidemia de SARS (síndrome respiratório severo e agudo) a afetar 8.008 indivíduos provocando 774 vítimas mortais (num período de 9 meses e espalhando-se por 18 países) atingindo uma taxa de mortalidade aproximada de 9,6% (sobretudo na China continental e em Hong Kong) e na Europa em 34 casos provocando apenas 1 vítima mortal (nem 3%); já na versão de 2012 e referindo-nos à epidemia de MERS (síndrome respiratório do médio-oriente) − inicialmente referenciada à Arábia Saudita (como seu epicentro) − com diversos surtos a terem já afetado a população (como o de 2015 da Coreia do Sul e o de 2018 na Arábia Saudita, entre outros), com as taxas de mortalidade variando (tal como as registadas entre 2012/15) no epicentro e nos países próximos, entre os 44% na Arábia Saudita (452 mortos em 1029) e os 20% da Coreia do Sul (38 em 184) − num total nesse período (de tempo) de 1360 infetados, 527 morrendo ou seja 39%; finalmente na atual versão de 2019/20 do novo coronavírus, com a epidemia de COVID-19 apesar de parecer mais contagiosa (do que as outras anteriores) e estendendo-se já a quase três dezenas de países (de todos os continentes), pela evolução da mesma e pelo número de pessoas afetadas para já fixando-se por uma taxa de mortalidade (aceitável para o vírus que é ou poderia ser) em torno dos 2%/3%. Faltando ver agora como o novo vírus (COVID-19) evolui, saltada a fronteira da China e chegando ao resto do Mundo: e então aí se verá a competência da China face à competência da Europa − para lidar com estes casos.

 

[E às 16:03:06 de hoje, com os dados já alterados: 80.350 casos (100,0%), 2.705 vítimas mortais (3,4%) e 27.878 recuperados (34,7%).]

 

(imagem: gisanddata.maps.arcgis.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:56

20
Fev 20

Com a taxa de mortalidade andando ainda acima dos 2%, tendo como contrapartida (positiva) a taxa de recuperação rondar os 20%.  Num surto epidémico iniciado há cerca de dois meses.

 

Screenshot_2020-02-19 Coronavirus COVID-19 (2019-n

 

Global Cases Johns Hopkins CSSE

(19.02.2020 − 20:30)

 

Dados Globais

Casos

%

Confirmados

75.280

100,0

Vítimas mortais

2.014

2,7

Recuperados

15.090

20,0

 

E segundo as autoridades responsáveis pelo acompanhamento da evolução do vírus (incluindo a WHO), com os indicadores a começarem a manifestar os primeiros sinais de queda na taxa de contágio/infeção originada pelo vírus COVID-19.

 

(imagem: gisanddata.maps.arcgis.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:32

09
Out 19

“Além de detetar ele previne

(no mínimo, diminuindo as fatalidades em 1/4)

em vez de remediar.”

(sortudos, tendo de um lado o bacalhau e do outro o cão, como fiéis-amigos)

 

Num estudo científico financiado por uma Fundação (AGRIA) e uma Instituição de Investigação sueca (FORMAS) − publicado em 8 de outubro em [ahajournals.org] – a chegada à conclusão tendo como protagonista um animal doméstico o CÃO, de que:

 

191008083121_1_900x600.jpg

Portuguese water dog

Owning a dog may be associated with having a longer life

(imagem: Michele Hogan)

 

“Dog ownership associated

with longer life,

especially among heart attack and stroke survivors”

(sciencedaily.com)

 

Segundo o estudo científico tendo como alvo de investigação mais de 320.000 pessoas com idades variando entre os 40 e os 85 anos e além disso vivendo sozinhas – podendo ter sido vítimas de um ataque cardíaco sobrevivendo, ou tendo já tido um anterior tendo outro e sobrevivendo de novo – com o CÃO a ser um fator evidente contribuindo para a diminuição das fatalidades: no 1º caso reduzindo o risco de 33% e no 2º caso de 27% (numa média próxima dos 31% de redução de fatalidades por problemas de coração). Ou seja:

 

“In this study of 321 430 Swedish adults aged 40 to 85,

dog ownership was associated with a lower risk of death

after an acute myocardial infarction or ischemic stroke.”

(ahajournals.org)

 

E se já sabíamos da importância e das vantagens de termos “Um CÃO Perto de Nós” como nosso companheiro e “fiel amigo” (em troca de pouco ou nada, lutando e sofrendo por nós) – além disso com os possuidores de um CÃO a verem a sua taxa de mortalidade (cientificamente e em todas as doenças) a serem reduzidas em cerca de 24% − agora ainda o sendo mais preventivo − e fundamental − para em todos os sentidos não ficarmos (nunca) sós (na vida, na doença e até na morte).

 

(imagem e legenda: sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:36

05
Abr 19

Ou seja:

 

“Tal como acontece com o peixe,

devemos ter cuidado com aquilo que comemos,

pois poderemos em vez de comer,

estar a engolir o anzol que nos lançaram.”

 

Num artigo científico publicado (3 Abril 2019) em THE LANCET (thelancet.com) e espelhado em SCIENCE DAILY (sciencedaily.com), a constatação de que 1 em cada 5 mortes registadas no Mundo se devem a problemas de má nutrição (ou seja 20%) − e de como seria fácil resolver este problema tirando a vida (a nível global) a cerca de 11 milhões de pessoas:

 

“People in almost every region of the world could benefit from rebalancing their diets to eat optimal amounts of various foods and nutrients, according to the Global Burden of Disease study tracking trends in consumption of 15 dietary factors from 1990 to 2017 in 195 countries.”

(The Lancet/ScienceDaily)

 

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Comida-de-Plástico

(ou Junk Food)

 

Propondo algo daquilo que todos nós já há muito interiorizamos como sendo o basicamente necessário (e fundamental para a sobrevivência do Homem e das mais de 7,5 biliões de almas, compartilhando o espaço disponível com outras das 25% das espécies, ainda no decorrer desta 6ª grande Extinção Maciça não desaparecidas) − uma melhor distribuição e equidade a nível alimentar e da saúde, dessa forma equilibrando a balança da “densidade demográfica/disponibilidade tecnológica” presente, no tempo em que hoje vivemos inexplicavelmente (e em sentido contrário) proposta (imposta por um) e aceite (inconscientemente por muitos) tendo “de um lado 1 pessoa/99 frangos e do outro 100 pessoa/o frango restante– enquanto quem controla o Mundo (e o funcionamento natural e em pleno do nosso Ecossistema − a Economia e as Finanças, o Mercado) recusa essa mesma inversão (de mentalidades, científica, evolutiva), mantendo a maioria (estrategicamente) isolada (sem ninguém por perto a quem recorrer) e simultaneamente controlada por asfixia (do dinheiro, das armas, da corrupção). Mantendo-se assim o grande desequilíbrio (entre hemisférios, entre continentes), o crescimento incontrolável das vítimas mortais (por fome, guerras, doenças) e a incapacidade brutal de distribuir, a grande abundância existente (nos países ricos) pelos homens entretanto esquecidos (nos países pobres). De nada parecendo valer a força das palavras chocadas com as realidades deste Mundo.

 

"Globally, one in five deaths are associated with poor diet"

 

The study estimates that one in five deaths globally  equivalent to 11 million deaths are associated with poor diet, and diet contributes to a range of chronic diseases in people around the world. In 2017, more deaths were caused by diets with too low amounts of foods such as whole grains, fruit, nuts and seeds than by diets with high levels of foods like trans fats, sugary drinks, and high levels of red and processed meats.

 

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Taxa de mortalidade por 100.000 pessoas

(da mais baixa a azul/<105, passando verde/amarelo/laranja, à mais alta a vermelho>396)

 

The authors say that their findings highlight the urgent need for coordinated global efforts to improve diet, through collaboration with various sections of the food system and policies that drive balanced diets.

 

"This study affirms what many have thought for several years that poor diet is responsible for more deaths than any other risk factor in the world," says study author Dr Christopher Murray, Director of the Institute for Health Metrics and Evaluation, University of Washington, USA. "While sodium, sugar, and fat have been the focus of policy debates over the past two decades, our assessment suggests the leading dietary risk factors are high intake of sodium, or low intake of healthy foods, such as whole grains, fruit, nuts and seeds, and vegetables. The paper also highlights the need for comprehensive interventions to promote the production, distribution, and consumption of healthy foods across all nations." (continua em sciencedaily.com/releases/2019/04/190403193702.htm)

 

No final com o estudo dadas as circunstâncias (nem todos tendo acesso aos produtos alimentares) e como possível solução (diferente sendo na América/gastos de apenas 2% dos rendimentos em frutas/legumes ou sendo em África/52%) a apresentar talvez como proposta ou então como adicional o estabelecimento de um (certo tipo de) Menu:  A Menu of integrated policy interventions across whole food systems, internationally and within countries, is essential to support the radical shift in diets needed to optimise human, and protect planetary health." (siemcedaily.com)

 

Apesar de tudo continuando a acreditar no Homem (na Ciência, na Cultura, na Memória, enfim na Evolução), mas por outro lado tendo de reconhecer a força tremenda do Sistema e da Estrutura que o suporta (como Sobrevivente apologista do status quo), no seu conjunto uma Entidade Profunda (e desconhecida/como o denominado Deep State) não nos abrindo ao Mundo e informando (soltando-nos a Imaginação como crianças que somos ou Sujeitos), mas Superiormente (e com um desígnio, certamente não o nosso mas o seu) dirigindo e controlando (prendendo-nos numa Realidade Virtual como se fossemos adultos ou meros objetos).

 

“Nunca pensaram em qual será a verdadeira utilidade de um Espelho,

para além de nele vermos refletida a imagem de um objeto,

mas que o poderá ser objetiva ou subjetivamente?”

 

(imagens: vaaseenaa/Fotolia/sciencedaily.com – thelancet.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:49

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