Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

21
Abr 20

Desconfinamento

 

Considerando a Alemanha o “Motor Económico-Financeiro  da Europa”, apenas subordinada a Ocidente ao “Superpoder dos Dólares e das Armas” − na posse dos Estados Unidos da América, não se autoproclamando por acaso como os “Excecionais” − achando por bem informar num  momento em que a Alemanha ainda luta contra o SARS-CoV-2 – hoje com mais 64 vítimas mortais (num total de 4.706 e com uma taxa de mortalidade/provisória de 3,2%), 2.889 infetados em estado grave/crítico e 91.500 recuperados (extraordinário, uma taxa de recuperação de 62,4%) – o início do regresso dos alemães e de todos os outros residentes no território à vida ativa (depois da Vida a Economia), no entanto e dado ser um processo ou “Missão de Alto-Risco”, de uma forma segura, lenta e progressiva: com o “Tiro de Partida” a ter sido dado hoje (segunda-feira, 20 de abril) no que poderá ser (resultando, até olhando para as últimas semanas e no que diz respeito à doença Covid-19) um bom exemplo a seguir por Portugal.

 

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Alemanha

 

Assim e numa 1ª fase, depois do “confinamento” forçado em casa – apenas com os serviços ditos essenciais abertos e em funcionamento – seguindo-se agora uma 2ª fase inversa na ocupação de espaço (e antónimo do termo anterior), o “DESCONTINAMENTO”. E para usufruto imediato deste novo bocado de Liberdade agora posto à disponibilidade neste espaço alargado − até para se poder distrair e aliviar grandes tensões − abrindo esta segunda-feira muitos mais edifícios (já menores que 800m²), considerados espaços extras e como (de uma forma ou de outra, para todos) verdadeiros “balões de oxigénio”: num primeiro episódio desta saga (“Desconfinamento”, iniciada a 20 de abril), lojas de roupa, de sapatos e de múltiplos outros produtos (tão gratas, do pequeno comércio), livrarias e estabelecimentos/oficinas da mais variada manutenção e num segundo episódio (a iniciar-se a 4 de maio) arrancando finalmente as escolas com aulas (pelo menos algumas) presenciais sem pressa (gradualmente) e com muita cautela (mantendo-se algumas restrições/como a distância mínima e recomendações/como o uso de máscara); não se sabendo ainda qual a data do 3º episódio (e seguintes), continuando à espera muitos outros setores económicos, desde cafés e restaurantes até espetáculos culturais e competições desportivas.

 

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Portugal

 

Deixando-nos aqui a pensar o que se irá passar no Algarve (assim como na Madeira), sujeito à monocultura turística – e com todos os outros sectores dependentes, por a essa monocultura associada − e arrastando-se o processo, arriscando-se a naufragar: pelo que no Turismo (e não me referindo a Lisboa/Tejo e ao Porto/Douro) e dirigindo-me ás suas duas grandes zonas que dão maior nome a Portugal – a Região de Turismo da Madeira e a Região do Turismo do Algarve – a intervenção terá que ser a  decisiva e a muito curto-prazo (e não como o Governo tem feito até agora, delegando dinheiro/aos Bancos e responsabilidades/esperando pela iniciativa de outros agentes internos/externos) caso contrário emergirá o desemprego (pelo abandono/pelas falências) e com ele a miséria (o que nem “ricos” nem pobres querem). Mas nem sequer necessitando de ser otimista – que se saiba não fomos bombardeados, mortos, destruídos, continuando lá as pessoas e as coisas, bem seguras e de pé – confiando mais uma vez no nosso pobre mas (quando necessário) grande Povo: o protagonista da “1ª Fase Covid-19” (e não nos políticos e governantes) e podendo clamar “Fomos Nós” (mesmo sabendo não ir ser mais ouvido) com toda a autoridade derivada da sua responsabilidade (e sacrifício). Portugal podendo até ser considerado (mais uma vez) um bom aluno pela Alemanha e daí tentar tirar benefícios.

 

(imagens: archyde.com − keyc.tv)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:22

11
Jan 14

Sendo natural do Porto e nascido na freguesia do Bonfim – muito perto do antigo Estádio das Antas – ainda me lembro daquele triste dia 16 de Dezembro de 1973 em que no decorrer da partida entre o F. C. Porto e o V. Setúbal (que a sua equipa venceu) Pavão caiu inanimado no terreno vítima de ataque cardíaco: provavelmente um dos dias mais tristes na história do F. C. Porto e do futebol nacional.

 

         

Fernando Pascoal Neves

PAVÃO

(1947/1973)

 

Pavão era considerado na época como um dos melhores jogadores do F. C. Porto, tanto assim que também era na altura um dos principais jogadores da selecção nacional portuguesa. Tal como Eusébio será sempre recordado como uma das referências para todo o sempre do futebol português, tendo sido contemporâneo de Pedroto e considerado o grande motor do F. C. Porto. Morreu aos 26 anos!

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:18

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