Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Jul 16

E se o SOL for um canal de comunicação entre Outros Mundos?

(só temos que abri-lo – como se fosse um brinquedo – e ver como funciona)

 

Observando o SOL no decorrer desta terça-feira 5 de Julho e dando razão a muitos ficcionistas de guiões provavelmente reais, poderemos desde já afirmar que sendo verdade o facto de a nossa estrela ser um Portal de Comunicação (Entre Outros Mundos), este poderá ser o momento ideal para vermos outros (que não nós) a viajar. Proporcionando uma abertura para destinos coexistentes.

 

20160705_1313_eit195_512.jpg

O Sol a 5 de Julho

(EIT195)

 

Com um grande buraco negro em forma de Canyon estendendo-se pela superfície do Sol por mais de 700.000Km, projetando a grande velocidade os jatos de ventos solares em direção ao Espaço exterior (e podendo em certos casos afetar a Terra) e originando na sua evolução uma grande área escura na coroa solar por força da interação entre os enormes campos magnéticos aí presentes.

 

coronalhole n.gif

O Sol em meados de Maio

(SDO)

 

Um facto que para os terrestres significará apenas o aparecimento de mais umas quantas tempestades geomagnéticas (entretanto já projetadas para 8 e 9 de Julho), com as auroras no hemisfério sul a serem as artistas principais. Mas que para outros seres inteligentes vivendo neste Universo ou numa Outra Coisa qualquer, poderá ser algo mais que um momento estático e de mera diversão – imprimindo-lhe movimento em direção ao abismo.

 

(imagens: SOHO e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:20

30
Mai 16

Desertos de Areia & Mistérios

 

Há pouco menos de 5 biliões de anos num determinado ponto de um dos Multiversos disponíveis,

 

Confundidos no emaranhado de tempo que nos asfixia (claustrofobia paramétrica abstrata) e constantemente ameaçados pelos limites que nós próprios inventamos e delineamos à nossa imagem (para nos separarmos do vazio do nada, por nós definido como o período compreendido entre o nosso nascimento e a nossa morte), ao olharmos para qualquer objeto que se entreponha entre nós o resto do mundo já nem conseguimos compreender se estaremos a ver o passado, o presente ou o futuro: como é o caso do nosso vizinho planeta Marte, podendo representar este uma imagem do nosso futuro, numa história já muito antiga e com muitos traços em comum.

 

PIA20333.jpg

Orla da cratera Gale vista a partir do planalto de Naukluft – PIA20333

(Rover CURIOSITY)

 

Foi (aí) utilizado num dos inúmeros momentos criativos das muitas etapas da nossa evolução e transformação coletiva,

 

Imagem (parcial) registada no início da manhã à superfície do planeta Marte, tendo como cenário de fundo a cratera GALE – num registo ainda limpo (sem poluição ambiental provocado pela conjugação de ventos e poeiras), com o Sol a nascer à direita e referindo-se a uma região localizada a noroeste da mesma (publicada a 27.04.2016).

 

Um outro canal de comunicação entre diversos níveis energéticos associados a um mesmo conjunto,

 

Importante para a compreensão dos processos de evolução geológica ocorridos no passado no planeta Marte – utilizando a morfologia do terreno e as formas encontradas no presente na superfície marciana (como ravinas, canais e sedimentos) – que levaram à formação de crateras como a de GALE e elevações como a do vizinho monte SHARP.

 

Possibilitando de um dos lados da matéria já existente mas ainda por preencher, a criação do seu contrário e de todos os seus complementos (da matéria e da antimatéria e incluindo nelas tudo e o vazio):

 

Proporcionando-nos ainda o usufruto visual de um dos três picos da muralha rodeando a cratera GALE, neste caso (na imagem aqui apresentada como um registo parcial) situado no pico mais à esquerda/noroeste do registo original/total. Com uma altitude aproximada de 1.900m medida a partir da base da cratera.

 

PIA15881.jpg

Dunas congeladas de Marte – PIA 15881

(Sonda orbital MRO)

 

Aproveitando uma das escapatórias entre planos paralelos e sobrepostos de um mesmo conjunto,

 

Imagem registada no fim da estação de Inverno no Hemisfério Norte do planeta Marte (publicada a 18.05.2016).

 

Para fazer RESET (no processo de movimento e transformação da estrutura) e reiniciar o mecanismo de transferência (noutro ponto do Espaço privado de dimensões e ainda sem referências).

 

Com os raios provenientes do Sol a iniciarem o processo de descongelamento na superfície marciana e com a sua cobertura de dióxido de carbono ao derreter, a dar origem ao aparecimento de várias manchas – por onde esse gás pressurizado se escapa para o exterior.

 

PIA15880.jpg

Rede de vales nas antigas Terras Altas de Marte – PIA 15880

(Sonda orbital MRO)

 

Uma reposição (RESET) responsável entre outros eventos marcantes da nossa História pelo nosso Ciclo de Vida e pela sobrevivência da nossa espécie (humana/individual) e pela criação de Outros Mundos com novas ideias e perspetivas (universo/coletivo):

 

Imagem da intrincada rede de pequenos vales espalhados numa determinada zona da superfície de Marte (publicada a 18.05.2016).

 

Com o espermatozoide (fertilizador) a avançar sobre o óvulo, o cometa (fornecedor) sobre o Sol ou a matéria (energia/movimento) sobre o buraco negro.

 

Muito provavelmente tendo origem na existência de fenómenos de erosão atuando sobre a superfície marciana (e sua geologia) há biliões de anos atrás, neste caso particular provocados pela circulação de água à sua superfície. Apresentando visual e superficialmente uma grande diversidade de cores, como resultado da grande variedade de minerais aí depositados (sobre o antes húmido e agora seco leito de rocha exposto).

 

(imagens e dados: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:51
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13
Ago 12

A Imortalidade está na Mulher!

 

    

Nós somos os Fecundadores do Buraco Negro enviando o nosso ADN por todo o Universo e replicando “Corpo e Alma” por Mundos Paralelos alternativos

 

O Homem ficou extremamente impressionado com as imagens claramente visíveis à vista desarmada e percetíveis a uma distância astronómica já bastante considerável em qualquer escala espacial, pulsando em cores e formas vivas constantemente variáveis e hipnóticas, subliminarmente comunicativas e bem protegidas, pelas profundezas misteriosas do espaço.

 

A interação sequencial dos corpos em presença, dispostos à volta de um eixo de rotação fictício – e disponibilizado por este espaço ativo, no interior do qual se desenrolava este acontecimento de amplitude verdadeiramente cósmica – fazia lembrar o interior de um qualquer buraco negro ainda virgem e pronto a receber toda a energia vinda do seu exterior, ensaiando um orgasmo de enormes proporções, perpetrado reactivamente pela penetração esmagadora e reprodutiva, de biliões e biliões de foto-espermatozoides.

 

Somos por vezes acometidos por visões que tentamos imediatamente compreender, eliminando num flash neutralizador – para nosso descanso e tranquilidade e numa sequência bem determinada e não comprometedora – certos pormenores aterradores, que se inadvertidamente nos puséssemos a analisar, nos poderiam levar à loucura.

 

(imagens – nini)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:32

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