Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Jan 19

[Passagem de Ano em Albufeira

Não pensando na Terra mas no Céu]

 

Passagem de Ano 2018/19

1 Janeiro 2019

O que revelam os Sinais recebidos pela NASA da sonda NEW HORIZONS

Que passou pelo objeto mais distante já explorado?

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Da Terra a Ultima Thule

A Caminhada da sonda New Horizons

Os Sinais confirmaram que a sonda conseguiu sobrevoar, fazer captura de imagens e análises científicas do corpo celeste conhecido como ULTIMA THULE

Um Mundo que está a cerca de 6,5 ​​bilhões de quilômetros de distância da TERRA e se tornou o objeto celeste Mais Distante já Explorado pela Humanidade.

(BBC Brasil/metrojornal.com.br)

 

E tal como prometido pela NASA com a sonda automática NEW HORIZONS depois de ter ultrapassado o planeta-anão PLUTÃO (antes de despromovido sendo o nono e mais longínquo planeta do Sistema Solar) a dirigir-se de seguida rumo ao CINTURÃO de KUIPER – para aí se encontrar com um dos inúmeros KBO (Kuiper Belt Object) neste caso ULTIMA THULE – e tal como o efetuado com o planeta-anão anterior durante o espaço-tempo disponibilizado, fotografá-lo e estudá-lo profundamente: ou não fosse ULTIMA THULE o Mundo mais distante até hoje atingido e estudado pelo HOMEM.

 

NASA's New Horizons spacecraft flew past Ultima Thule in the early hours of New Year's Day, ushering in the era of exploration from the enigmatic Kuiper Belt, a region of primordial objects that holds keys to understanding the origins of the solar system.”

(jhuapl.edu)

 

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Imagem do KBO e planeta-anão Ultima Thule

(na aproximação da sonda New Horizons a esse Objeto do Cinturão de Kuiper ou KBO)

 

Na Passagem de Ano de 2018 para 2019 e por volta das 05:30 da madrugada (em Portugal) do 1º dia de Janeiro deste Ano Novo de 2019 (por volta das 00:30 em Washington) com as câmaras (de alta-resolução) da NEW HORIZONS através da utilização do seu instrumento ótico LORRI (e na sua aproximação final ao seu objetivo) a fornecerem-nos as primeiras imagens (uma composição de duas imagens) de um dos parentes mais próximos e relevantes de PLUTÃO, o KBO denominado como ULTIMA THULE: aparentemente (e a partir das imagens e dados já recolhidos) com as suas dimensões a estarem próximas dos 16Km de largura e dos 32Km de comprimento e com a sua forma a aparentar a de um amendoim mais largo nas pontas e mais estreito no meio – podendo ser um único objeto (como que fundido a meio) ou então um sistema binário (integrando dois objetos, muito próximos e interligados). Com ULTIMA THULE girando no seu movimento de rotação (em torno de um Eixo virtual) como a figura seguinte sugere:

 

Jan1-2018_press-lease_Image1 B.jpg

Eixo de rotação virtual

(do KBO Ultima Thule)

 

"New Horizons performed as planned today, conducting the farthest exploration of any world in history — 4 billion miles from the Sun."

(jhuapl.edu)

 

Segundo os responsáveis da NASA (pela missão levada a cabo pela sonda NEW HORIZONS) debruçando-se agora sobre o Objeto Celestial mais afastado da TERRA neste preciso momento (1 de Janeiro de 2019) a ser visitado, fotografado e estudado pelo HOMEM – e depois de confirmado o movimento de rotação (e respetivo período) associado a ULTIMA THULE (antes nunca tendo sido confirmado), esperando-se agora (e deixando entusiasmados/excitados todos os cientistas) e tal como sucedido com Plutão, a chegada das primeiras imagens (em Alta-Resolução) deste NOVO MUNDO (situado nos confins do nosso Sistema e nunca visto por nós em imagens feitas por perto): tiradas a uns 4 BILIÕES de KM da TERRA por alguém já com fama (veja-se Plutão) de ser grande “fotógrafo".

 

"New Horizons holds a dear place in our hearts as an intrepid and persistent little explorer, as well as a great photographer."

(jhuapl.edu)

 

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New Horizons em aproximação a Ultima Thule

(a 31 de Dezembro de 2018)

 

Ultima Thule, 2014 MU69 ou 486958:

 

Um objeto celeste transnetuniano localizado no Cinturão de Kuiper (integrando o Sistema Solar), descoberto a 26 de Junho de 2014 pelo telescópio espacial Hubble, em relação ao Sol distando aproximadamente entre 42 UA (periélio) e 47 UA (afélio) – ou seja e em média 6.630 milhões de Km – e tendo um período orbital um pouco inferior a 300 anos, neste 1º de Janeiro de 2019 e pouquíssimo tempo após a Passagem de Ano sendo visitado pela 1ª vez por uma nave terrestre (para os potenciais visitados um artefacto alienígena), fazendo-lhe uma rasante de uns míseros 3000Km a 4000Km. O mais longínquo objeto alguma vez visitado (pelo Homem):

 

The New Horizons spacecraft will continue downloading images and other data in the days and months ahead, completing the return of all science data over the next 20 months. Nine years into its journey, the spacecraft began its exploration of the Kuiper Belt with a flyby of Pluto and its moons. Almost 13 years after the launch, the spacecraft will continue its exploration of the Kuiper Belt until at least 2021. Team members plan to propose more Kuiper Belt exploration.

(jhuapl.edu)

 

(imagens: NASA)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:36

16
Dez 18

De momento apenas com 2 módulos ativos (em funcionamento) na superfície do PLANETA VERMELHO: um veículo motorizado circulando (ROVER CURIOSITY) e o outro mantendo-se fixo (módulo de aterragem da INSIGHT). Recentemente tendo ficado inativo (deixando de funcionar) um outro (ROVER OPPORTUNITY – o mais velhinho de todos então funcionando, mas entrando em Coma Irreversível com a Grande Tempestade Atmosférica de Poeiras ocorrida este ano) mas já com o seguinte preparando-se para partir (sonda MARS 2020 e respetivo ROVER). Sempre à procura de ÁGUA (confirmada mesmo que sendo em depósitos subterrâneos), sempre à procura de VIDA (jamais confirmada mesmo podendo ser primitiva) nem que seja sob a forma de vestígios proveniente de um passado remoto (de mais de 4,5 biliões de anos a Idade do Sistema Solar).

 

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Marte

(Instrumento HiRise – PIA 22905 – NASA)

Com a cratera Jezero tendo como coordenadas 18.8N/77.5E

 

Uma imagem (a anterior) obtida a partir de uma câmara instalada a bordo da sonda norte-americana HIRISE (oferecendo-nos imagens de alta-resolução)

 

– Em órbita do planeta MARTE desde Março de 2006 e tendo como um dos objetivos da sua missão descobrir ÁGUA –

 

Mostrando-nos o sempre misterioso PLANETA VERMELHO e uma vista do local de aterragem da futura sonda MARS 2020:

 

Uma sonda equipada do seu respetivo ROVER (à imagem do ROVER da sonda CURIOSITY) prevista para ser lançada em Julho de 2020 a bordo de um foguetão ATLAS V541 (da base aérea de Cabo Canaveral) e tendo como objetivo o estudo astrobiológico e geológico do planeta procurando saber da possibilidade de no mesmo e no passado (numa história de mais de 4,6 biliões de anos) aí ter existido Vida (e existindo água – como na imagem seguinte – e atmosfera podendo ter sido habitável)

 

– Aterrando na superfície marciana na cratera JEZERO na região de ISIDIS PLANITIA (localizada no hemisfério norte/latitude 18.8N, tendo um diâmetro de quase 50Km e uma profundidade de cerca de 750m) e segundo a cronologia prevista em Fevereiro de 2021.

 

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Lago Jezero

(Ilustração – PIA 22907 – NASA)

Vista aérea da cratera Jezero há biliões de anos

 

Tendo como fonte de energia (o ROVER da sonda MARS 2020) um sistema de produção de eletricidade baseado num gerador termoelétrico de radioisótopos

 

– Evitando-se assim o problema do carregamento das baterias (por exemplo devido a tempestades de poeiras) utilizando-se painéis solares;

 

E entre outras curiosidades transportando consigo Microfones (a serem usados aquando da aterragem, durante as perfurações e na recolha de amostras)

 

– Certamente para ouvirmos (tal como o fazemos na Terra) os Sons de Marte –

 

E até um helicóptero

 

– Alimentado a energia solar e utilizado para exploração aérea.

 

Esperando-se que o contacto do ROVER da MARS 2020 com a superfície marciana e a exploração e estudo dessa mesma região (onde se situa a cratera JEZERA) venha confirmar (ou não) a existência num passado já bastante remoto de um antigo rio e conjunto de lagos (um antigo delta) localizado a sudoeste do Rover.

 

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Elysium Planitia

(Instrumento HiRise – PIA 22878 – NASA)

Local de aterragem da sonda InSight coordenadas 4.5N/135.0E

 

Desde as suas primeiras observações destacando-se no céu noturno estrelado pela sua cor avermelhada (dada a presença na sua superfície do óxido de ferro), o planeta Marte tem sido visto desde a Antiguidade (talvez pela sua proximidade e/ou alguma semelhança) como uma fonte de reflexão, de inspiração e até de profundos (e persistentes) mistérios, como o terá sido (mais tarde) entre os mais salientes e sedutores (pelo Fantástico) a existência de Canais Marcianos

 

– Uma ideia promovida pelo astrónomo amador Percival Lowell (um norte-americano nascido em 1855):

 

Convencido de “que Marte era um planeta que estava a secar, e que existia uma antiga civilização marciana que construiu esses canais para drenar as calotas polares e enviar água para as cidades sedentas” (wikipedia.org) ou seja acreditando na existência fora da Terra de Vida inteligente.

 

E a partir daí partindo-se para a Guerra dos Mundos (o livro/H. G. Wells/1898, a rádio/Orson Welles/1938 e o filme/Byron Haskin/1953), para as mais diversas divagações (partindo de factos reais)

 

– Ou seja Mistérios ainda por resolver como por exemplo, “Porque escorre Água em Marte?”, “Porque será o Hemisfério Norte tão Suave, estando o Hemisfério Sul carregado de Crateras?” ou “Porque existe Metano na atmosfera marciana?” –

 

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Starship

(ilustração)

Nave espacial da Space-X que fará a viagem para Marte

 

E finalmente (e porque não reerguendo a velha questão)

 

“Porque não existirá Vida em Marte (poderemos lá viver)?”

 

Hoje em dia (a caminho de fazer meio século desde que o Homem abandonou a Lua/Programa Apollo e os voos espaciais tripulados) com um bilionário norte-americano (obviamente do sector Privado mas utilizando dólares do sector Público)

 

– Elon Musk –

 

A tomar a Vanguarda Espacial (neste caso Interplanetária)

 

– Com a sua Space-X –

 

Tendo já enviado um carro para Marte

 

– O seu Tesla (a Publicidade mesmo idiota é sempre Boa) –

 

E esperando ainda em vida (segundo ele com 70% de chances de sucesso) mudar-se (talvez mesmo definitivamente) para lá: o 4º Calhau a partir do Sol.

 

(imagens: NASA e AFP)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:50

27
Nov 18

Acabada de aterrar na segunda mais extensa região vulcânica do planeta MARTE

 

– Local (situado nas imediações do equador marciano com latitude centrada nos 3⁰N) onde muitos vestígios sugerem igualmente a possível existência de água congelada (à superfície mas sobretudo em depósitos em profundidade)

 

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E pouco antes das 20:00 (hora de Portugal)

Com a sonda automática da NASA

InSight

A tocar a superfície do planeta MARTE

 

Altitude 300 meters… 200 meters… 80 meters… 60 meters … 50 meters, constant velocity 37 meters… 30 meters … 20 meters… 17 meters… standing by for touchdown… Touchdown confirmed! InSight is on the surface of Mars!

(Centro de Controlo da Missão InSight – JPL/NASA)

 

O módulo da sonda automática INSIGHT integra a partir de pouco antes das 20:00 desta segunda-feira (26 de Novembro de 2018) o grupo restrito de artefactos (imóveis/como a InSight ou movimentando-se/neste momento só um o CURIOSITY ativo)

 

– Por volta de dezena-e-meia sobretudo norte-americanos –

 

Colocados sobre a superfície do Planeta Vermelho.

 

Na sua primeira imagem enviada a partir de Elysium Planitia (no fundo correspondendo a SOL 0 o teste inicial) com as câmaras da InSight a mostrarem-nos uma planície seca, desértica (sujeita a grandes amplitudes térmicas) e pejada de calhaus de diferentes dimensões,

 

Coberta por uma atmosfera rarefeita (pouco densa) e carregada de areias/poeiras (originando o aparecimento de manchas nas lentes das câmaras)

 

No seu conjunto formando um cenário apresentando uma tonalidade (geológica) vermelho/alaranjada provocada pela presença de óxido de ferro (conhecido na Terra como Ferrugem).

 

Num conjunto já por diversas vezes aqui mencionado (Sistema Solar), num planeta com uma idade eventual de mais de 4,5 biliões de anos (tal como a Terra e todo o seu Sistema), num Espaço-Tempo comum atravessado e partilhado (intersetando-se, sendo paralelos)

E no entanto (e no seu conjunto) utilizado na concretização de um projeto despoletando parâmetros onde o Protagonista simplesmente não Aparece: nem que seja sob a forma de Energia & Movimento sinónimo da presença de Vida (mesmo que os nossos órgãos a não reconheçam).

 

Iniciando-se agora com a sonda INSIGHT um período de forte penetração.

 

(imagem: nasa.gov)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:36

13
Out 18

[Pelo menos de artefactos terrestres circulando à sua superfície. Desde 15 de Setembro.]

 

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Rover Opportunity

(mal visível na imagem após a passagem da Tempestade de Pó/Areia)

 

Enquanto nada de novo chega da superfície do planeta Marte devido às avarias ocorridas nos dois veículos motorizados aí colocados pela agência espacial norte-americana (e governamental/não privada) NASA – em 2004 com o ROVER OPPORTUNITY e em 2012 com o ROVER CURIOSITY – os técnicos das duas missões ao Planeta Vermelho (assim denominado devido à forte presença de óxido de ferro) tentam desesperadamente recuperar as Comunicações (transmissão de dados Marte/Terra) resolvendo as falhas ocorridas nos seus computadores de bordo (e colocando em risco as duas missões): no caso do ROVER OPPORTUNITY (em Marte há mais de 14 anos) e como consequência do surgimento e evolução da Grande Tempestade de Pó/Areia Marciana (deste ano) com o seu computador de bordo a entrar (por essa altura) em estado de hibernação (nesse estado desde o passado dia 12 de Junho) e apesar das tentativas já registadas ainda não tendo recuperado. Quase quatro meses depois (e não conseguindo o Rover recarregar as suas baterias solares) temendo-se o pior (o fim da missão).

 

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Rover Curiosity

(imagem poeirenta aquando da passagem da Grande Tempestade)

 

Já no que diz respeito ao ROVER CURIOSITY (em Marte há mais de 6 anos) e apesar da Grande Tempestade Atmosférica engolindo todo o planeta, não só por ter sido menos intensamente atingido pela tempestade (de pó/areia) como por ser alimentado por energia nuclear (não dependendo dos raios solares como o Rover Opportunity), a avaria não se deveu (em princípio) ao Fenómeno Atmosférico (podendo-se dizer apesar de tudo extremo) mas a uma falha no seu computador de bordo: colocado fora-de-serviço desde o passado dia 15 de Setembro (a caminho da 4ª semana) sem se perceber ainda muito bem qual o motivo da avaria (possivelmente um curto-circuito/um problema de software) e levando os responsáveis pala missão a tentar derivar as funções do computador de bordo para um outro computador de retaguarda (Backup). Por sinal o computador de bordo inicialmente utilizado nesta a missão (o PC1) e devido a algumas anomalias nele registado (em 2013) sendo substituído pelo que até 15 de Setembro estivera (sem problemas) em ação (o PC2). Entretanto e após tal procedimento (mudança do PC1 para o PC2) tentando-se de novo estabelecer ligação e a retoma das trocas de comunicações (e transmissão de dados). De momento sem notícias (vindas da NASA) seja de um seja do outro.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:37

21
Set 18

Uma SONDA que na sua órbita de maior aproximação ao SOL, se situará apenas a uns 6 milhões de Km da sua COROA SOLAR: ou seja a 1/25 da distância entre a TERRA e o SOL.

 

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Primeiras Imagens

Com a Sonda SOLAR PARKER a mostrar-nos o planeta JÚPITER (centro/direita)

Assim como o centro da VIA LÁCTEA (galáxia onde a Terra se integra)

 

Lançada há mais de um mês – 12 de Agosto de 2018 – da base aérea de Cabo Canaveral (Florida/EUA) a bordo de um foguetão DELTA IV, para além de todos os dados entretanto enviados (para a sua base na Terra) durante este período de tempo, a sonda vem agora proporcionar-nos as primeiras imagens de viagem: confirmando assim o seu bom funcionamento (de todos os seus instrumentos) e oferecendo-nos para nosso usufruto imagens de Júpiter e da Via Láctea (a nossa galáxia).

 

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Trajetória da sonda solar PARKER ao longo de 24 órbitas ao SOL

(com o seu lançamento a 12 de Agosto e com o ponto de maior aproximação a situar-se pelos 6 milhões de Km – primeira a 05.11.2018 a uns 24 milhões de Km)

 

De momento (a 21 de Setembro) com a sonda solar Parker dirigindo-se para o Sol a uma V = 25,4Km/s, distando da Terra 0,27UA (mais de 40 milhões de Km) e distando do Sol (o seu objetivo de missão) 0,845UA (mais de 126 milhões de Km). Já com os seus instrumentos no cumprimento das suas tarefas (no fundo desde o seu lançamento), entre elas a medição do campo elétrico e do campo magnético do Sol (e o estudo desses fenómenos e seus impactos na Terra); assim como o estudo das partículas transportadas pelo vento solar.

 

(imagens: nasa.gov e jhuapl.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:12

11
Ago 18

Os Entes andam por aí e há muito que se “confundem” connosco:

Seremos mesmo loucos (o que até poderá ser uma Virtude)

Ou será um problema de replicação (de fabrico)?

 

Numa das 33 missões levadas a cabo pelo Vaivém norte-americano Atlantis antes de o mesmo ser descontinuado (no ano de 2011), um dos muitos tripulantes de uma dessas missões espaciais (orbitais) – o astronauta Leland Melvin (missões Atlantis STS-122 em 2008 e STS-129 em 2009) – afirma ter observado um objeto orgânico do tipo alienígena.

 

Informação apenas divulgada pelo astronauta norte-afro-americano Lelan Melvin quase uma década depois (do sucedido e por si testemunhado aquando a bordo do Vaivém Atlantis), ao responder na rede social Twitter a uma questão do Site UFO SIGHTINGS DAILY (e contando ainda com a presença da COURTNEY ELEMENTARY escola da Carolina do Norte).

 

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Algo de orgânico e extraterrestre podendo até ser de madeira

Visitando o Vaivém Atlantis

(celulose – um composto orgânico já detetado no Espaço)

 

De imediato (logo ali em 2008/09) com os responsáveis da NASA a desmentirem a possibilidade alienígena, afirmando-se tratar de gelo entretanto libertado (e originado no Atlantis). Mas de qualquer forma deixando aqui o diálogo (esse recente) envolvendo as (2+1) partes:

 

UFO SIGHTINGS DAILY

Whats your outlook about the existence of intelligent Alien life living in our So0lar System? Have you ever witnessed a UFO?

 

LELAND MELVIN

I have not seen one in space or on the ground but thought I saw something organic/alien like floating out of the payload bay. (Astrokamarade) And I called the ground to ask what it could be and it was ice that had broken off the Freon hoses. Translucent, curved, organic looking.

 

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O astronauta norte-americano Leland Melvin

No currículo pessoal com duas missões Atlantis

(aqui com os seus cães Jake e Scout)

 

COURTENAY ELEMENTARY

Yikes. That must’ve been a bit startling at first!

 

LELAND MELVIN

I was about to say Houston we have a problem but know everyone spins-up when those words are uttered from a space vehicle.

 

Nesta altura em que no Hemisfério Norte o Verão tem sido notícia (um pouco por todos os continentes) devido a um tempo no mínimo estranho, especialmente por alguns excessos culminando em extremos (meteorológicos), entre outros, com incêndios de grandes proporções apanhando o continente Americano (Califórnia/EUA) e o continente Europeu – este último não só a sul (Grécia, Espanha e Portugal) como mesmo a norte a baixas latitudes (Suécia). Enquanto prossegue o degelo (nos polos e num fenómeno verdadeiramente dramático) sem que Donald Trump se afija ou Al Gore largue de vez o seu avião a jato.

 

(imagens: Pixabay/ibtimes.sg e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:15

11
Jun 18

Através da utilização do instrumento SAM (um detetor atmosférico) equipando o Rover CURIOSITY (movimentando-se na cratera GALE) os cientistas da NASA detetaram emissões e variações da percentagem de metano emitido (ao longo do ano e atingindo um pico no Verão) da superfície marciana para a sua atmosfera. Certamente que não tendo origem em vacas ou em ovelhas nem na circulação automóvel, na Terra sendo responsáveis por mais de 30% dessas emissões (de metano).

 

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Presença de Metano em Marte

(Curiosity Rover ‒ PIA 22328)

 

Organic matter preserved in 3-billion-year-old mudstones at Gale crater, Mars

Establishing the presence and state of organic matter, including its possible biosignatures, in martian materials has been an elusive quest. We report the in situ detection of organic matter preserved in lacustrine mudstones at the base of the ~3.5-billion-year-old Murray formation at Pahrump Hills, Gale crater.

(coletivo/sciencemag.org/Junho 8, 2018)

 

Depois do abandono da Lua pelo Homem (em 1972) e com o único artefacto artificial claramente visível e simbolizando ‒ como um ÍCONE ou FAROL ‒ o seu poder cientifico-tecnológico a ser a Estação Espacial Internacional (ISS);

 

Depois de anos sucessivos enviando em direção a objetos próximos (Marte) ou longínquas (para lá dos limites do Sistema Solar) sondas automáticas não tripuladas, atingindo os seus alvos mas não presencialmente (usufruindo sensorialmente da sua presença e dele extraindo sem intermediação conhecimento);

 

Depois de notícias sucessivas da possível descoberta de Vida noutros Mundos próximos que não a (até aí exclusiva) Terra ‒ desde o nosso vizinho interior (à Cintura de Asteroides) o planeta Marte até às luas geladas como a de Europa (um dos satélites de Júpiter) ‒ detetando a presença de Matéria Orgânica e sugerindo Algo mais (nem que tal se tivesse verificado num passado bastante remoto, de uns quantos biliões de anos) como a presença de Água e de Algo supostamente Vivo (mas nunca se saindo para tal conclusão da possível existência de Vida, da presença imprescindível de compostos orgânicos incluindo Carbono/C);

 

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Sinais de Vida em Marte

(retratados no rodado de um veículo e num furo aberto à superfície)

 

Organic Compounds Found in Martian Soil

Researchers also found seasonal variations in atmospheric methane on the planet that may have a geological or biological origin.

(Sukanya Charuchandra/the-scientist.com/Junho 11, 2018)

 

Eis que os cientistas da NASA vêm agora afirmar (mais uma vez e tal como com a Água) poder existir Vida em Marte:

 

Apenas por terem detetado vestígios antigos de matéria orgânica em rochas localizadas na cratera de Gale (uma possível bacia hidrográfica) ‒ moléculas constituídas por Hidrogénio, Enxofre e Carbono (um dos Elementos da Vida) não necessariamente relacionadas com atividade biológica (mas envolvendo um processo de reações químicas entre água e minerais);

 

E por terem registado (ao longo de um período de seis anos e na respetiva sequência de Estações) uma variação da percentagem de metano presente na (débil) atmosfera marciana: na Terra sabendo-se ser um resultado explicado pela atividade animal e humana (em constante movimento), em Marte faltando confirmar a origem apesar de aí nada se mexer.

 

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Tempestade de areia em crescimento registada em Marte a 6 de Junho e iniciada a 1

(podendo durar semanas/meses e criando mais vento ‒ devido a diferença de temperaturas entre camadas ‒ levantando ainda mais poeira; e a azul a localização de Opportunity)

 

Did ancient life exist on mars? NASA’s Curiosity finds evidence.

Curiosity Rover has found organic molecules and methane releases on the planet Mars. He has been drilling the surface of the Gale Carter on Mars for a long time and now when the rock samples were analyzed, they were found to be composed of organic matter. Scientists also found mysterious variations in the methane in the Martian atmosphere.

(Purnima/theindianwire.com/ Junho 11, 2018)

 

E verdadeiramente com o diário Online israelita HAARETZ (haaretz.com) a fazer a melhor tradução (desta nova situação):

 

“Hold the Bubbly: The Only Signs of Life Found on Mars Are Rover Tracks”

(Ruth Schuster/haaretz.com/10.06.2018)

 

E assim (segundo Ruth Schuster) com outros processos que não o de origem biológica a estarem na origem do aparecimento de metano (um gaz) na atmosfera de Marte (mais de 95% de CO₂ e traços de metano), nesse outro mecanismo podendo fatores físico-químicos inerentes ao ambiente (definindo esse ecossistema) interferir na elaboração de material orgânico (não Vivo), aqui devido à influência de aspetos (proporcionando transformações) como luz, temperatura, pressão e muitos outros (marcadores e condicionantes): com o metano a ficar preso ‒ em caixas geladas subterrâneas ‒ e descongelando, a libertar-se (de seguida) no Verão.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:07

05
Jun 18

[Aqui com o Homem e o Metano como Protagonistas]

 

Também conhecido como gás natural ou gás dos pântanos, o METANO é um gás representado pela fórmula química CH4, incolor, de odor fraco a levemente adocicado, altamente inflamável, estável, praticamente insolúvel em água e solúvel em solventes orgânicos (álcoois, benzenos, ésteres e gasolina). Trata-se do composto mais simples e abundante do grupo dos hidrocarbonetos.” (infoescola.com)

 

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1

O aumento contínuo de metano na atmosfera terrestre

(um poderoso impulsionador do Efeito de Estufa)

 

Numa clara demonstração das inúmeras áreas e temas (tanto físicas como mentais) que determinadas organizações oficiais (públicas ou privadas) ligadas à Ciência e à Tecnologia podem explorar, desenvolver e utilizar ‒ num processo (sem preço) de contínua evolução (e investimento), em benefício de um grupo restrito (tornado inatingível) personificando o Sistema (assente numa Estrutura Virtual, Invisível, mas extremamente Sólida) e subordinado (não fosse o Homem o seu Autor) aos que muitos identificam como o Complexo Industrial-Militar (e aos interesses destes tornados prioritários, não interessados propriamente no objetivo inicial de um determinado projeto mas da sua possível adaptação e utilização militar) ‒ o JPL (Jet Propulsion Laboratory) decidiu mostrar-nos mais uma vez como ainda é tão fácil utilizar (como o fariam certamente os nossos antepassados e já recorrendo a componentes artificiais) os nossos sentidos apurados: utilizando um instrumento de análise atmosférica detetando a partir de um avião circulando a grande altitude os níveis de metano aí existentes (na atmosfera). Confirmando-se mais uma vez a afirmação de que “ o Mundo é mesmo muito pequeno” em nenhum ligar se podendo esconder (por mais pequeno que seja) os sujeitos, os objetos ou os seus inerentes dejetos (um dia todos devidamente fichados/com um chip).

 

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2

Emissão de metano para a atmosfera

(a partir de instalações colocadas à superfície)

 

Servindo-se de um método de utilização (informação e deteção) extremamente rigoroso (a nível da implementação das mais recentes descobertas científicas, aplicadas e executadas à distância utilizando tecnologia de ponta e extremamente intrusiva) ‒ de modo a rapidamente e como medida de proteção (da própria Estrutura de Poder), assim como de salvaguarda (antecipando possíveis cenários), se proteger (de certos periféricos indesejados) se necessário excluindo (ou integrando) ‒ para detetar Objetos e até certos Sujeitos: não com câmaras de vigilância espalhadas um pouco por todo o Mundo como as do CCTV (Closed Circuit Television), não com os múltiplos processos e técnicas de espionagem utilizadas pela NSA (National security Agency) ‒ curiosamente tudo se dirigindo tendo o Sujeito como objetivo final ‒ mas com Instrumentos de recolha, de análise e de estudo (de dados) equipando satélites de investigação (da Terra e do seu Ecossistema), não para verificar o comportamento do Cliente (mais uma vez o Sujeito, o Homem) mas para controlar o Ambiente (proporcionado pelo Produtor), o responsável pela sua Manutenção (o Chefe) e pela oferta do Produto (o Objeto a coisa).

 

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3/4

Locais associados à libertação de metano

(2→3 e 5→4)

 

Mas sempre com esta NASA (a pobre, a Civil) dependendo da maior (a rica, a Militar) a fonte da sua subsistência e do seu financiamento. Sendo esse o caso e o papel desempenhado pelos dois ex-candidatos Republicanos à Presidência dos EUA Ted Cruz e Marco Rubio (derrotado por Donald Trump nas primárias mas agora colaborante) no seu pretenso apoio ao financiamento da NASA para a prossecução da Exploração Espacial, quando na realidade o seu verdadeiro interesse estaria prioritariamente ligado ao desenvolvimento de foguetões mais poderosos e de maior alcance (aproveitando-se a tecnologia ‒ por exemplo ‒ para futuros mísseis balísticos): não tendo objetivos externos mas internos como alvo. Mas deixando para trás esta grande perturbação que com razão nos inquieta e intoxica o pensamento (mas que incompreensivelmente ninguém pega, para ainda nos podermos salvar), voltemos aos cientistas e ao seu verdadeiro trabalho (pela Ciência e pelo Homem) neste caso retratado pela deteção de Metano ‒ particularmente interessando ao Sujeito.

 

PIA22467.jpg

5

Fuga de metano para a atmosfera

(originadas numa fuga num gasoduto)

 

Aqui com a Agência Espacial Norte-Americana NASA ‒ numa demonstração aérea de mais um dos seus produtos tecnológicos (e levada a cabo num avião a cerca de 3.000 metros de altitude) ‒ a conduzir mais uma pesquisa científica (e atmosférica na Califórnia) tentando medir os níveis de um determinado gaz na atmosfera ‒ o Metanoutilizando para tal o seu espectrómetro a infravermelhos de nova geração o AVIRIS-NG (Airborne Visible Infra Red Imaging Spectrometer-Next Generation). Sendo de fácil conclusão ser esta mais uma iniciativa de promoção (por parte da NASA civil) de mais um produto (Comercial) nesta nova fase de venda (após Corporações ligadas à NASA militar) agora destinada aos privados (e demais interessados), espremido o seu potencial militar e travestindo-o em civil (os seus verdadeiros objetivos) deixando partes para os Outros os usarem (em benefício de muitos) ou deles se servirem (em benefício de poucos). E assim depois dos Militares (na senda da Supremacia Global pelo Controlo das Armas tanto físicas como psicológicas), com a nova tecnologia a chegar ao Mundo (Civil) com o objetivo de (simplesmente) o servir e a partir daí (depois de o servir, deixando-o usufruir) melhorar o seu quotidiano (o Nosso) melhorando Naturalmente (sem Intrusão) o Ecossistema terrestre. Nas imagens (2 e 3) associadas respetivamente às imagens (3 e 4) ‒ a primeira relativa à emissão de metano para a atmosfera a partir de um depósito de gás (nas instalações de Honor Ranch) e a segunda a uma fuga de metano num gasoduto (aí detetado e posteriormente reparado) ‒ comprovando-se a utilidade de tais técnicas e equipamentos até no combate à Poluição (artificial e introduzida na Natureza) no sentido da melhoria do ar que todos (os Seres Vivos) respiramos (sem a necessidade de em qualquer ponto do processo e numa manobra doentia e desviante se recorrer à Violência).

 

(imagens: 1-es-static.us/NASA e 2/3/4/5-photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:12

13
Abr 18

Apesar de agrupados (reagrupados) mas não tendo ainda dado o salto (limitados pelo Espaço de circulação e pelo Tempo de existência proporcionados ao Homem,

 

E no entanto cansados da manipulação e do condicionamento a que temos estado sujeitos neste longo período de Homo Centrismo

(substituindo no Centro do Mundo a Terra pelo Homem)

 

Em vez de olharmos para os pés bem assentes na Terra (onde estarão certamente as Origens da Vida) continuamos sistematicamente a olhar (mesmo que inconscientemente como que em sonhos) lá para cima para o Céu:

 

Aparentemente sem limites e aí estando o Criador.

(e dadas as condições cá na Terra, num ato de desespero do Homem)

 

planets_0.jpg

A Terra, a Lua e Marte

(todos já sujeitos à aplicação do sismógrafo)

 

Num regresso ao passado em cerca de 40 anos (e recuando às missões VIKING 1 e 2 ao PLANETA VERMELHO) a missão da NASA InSight com o seu lançamento previsto para 5 de Maio (deste ano) através de um foguetão Atlas V 401 (com chegada à superfície de Marte estimada para 26 de Novembro de 2018), irá colocar de novo sobre o solo de Marte um aparelho que deteta os seus movimentos (depois de já o ter feito há uns 130 anos na Terra e há uns 50 anos na Lua): um SISMÓGRAFO.

 

PIA22320_modest.jpg

O SEIS na superfície de Marte

(Ilustração – PIA 22320 – NASA)

 

Com esse sismógrafo a ser (para além de um magnetómetro) um dos 4 instrumentos (SEIS, HP³/estudo de fluxos de calor, RISE/estudo do interior de Marte e TWINS/estudo do clima marciano) colocados a bordo do módulo de aterragem da missão InSight – o SEIS (Seismic Experiment for Interior Surface) – tendo como objetivo o registo dos sismos e outras atividades internas do planeta (para além do efeito dos meteoritos ao impactarem com a superfície marciana) de modo a melhorar ainda mais a compreensão da constituição de Marte, sua formação e evolução.

 

E para além do mais dada a sua elevada sensibilidade (ultrassensível) sendo igualmente útil na deteção de atividades atmosféricas como o serão as tempestades de areia (por exemplo os redemoinhos denominados como Dust Devil). Detetando pela 1ª vez todos os sismos registados na superfície do Planeta Vermelho sejam de origem interna como externa (e mais uma vez nunca esquecendo as sondas Vikings, no entanto e na altura dispondo de menos meios técnicos e científicos) e como segurança e proteção (a este registo, recolha e estudo detalhado de dados) utilizando um equipamento de medição duplamente protegido do ambiente exterior (extremamente agressivo, tóxico e radioativo), protegendo-o (o SEIS) das ações do vento e das grandes amplitudes térmicas marcianas (proteção exterior) assim como (através da utilização de uma redoma isolada a vacum) das ações exteriores do (mesmo) ambiente marciano (proteção interior).

 

1024px-Sagan_Viking.jpg

O cientista norte-americano Carl Sagan

(ao lado de um modelo das sondas Viking)

 

Há cerca de 43 anos com o lançamento do programa da NASA (Agência Espacial Norte-Americana) VIKING (duas sondas – Viking 1 e Viking 2 – lançadas em 1975, chegando a Marte em 1976 e com o módulo de aterragem operando até 1982/Viking 1 e 1980/Viking 2) com os primeiros aparelhos de deteção sismológica a chegarem à superfície de Marte, numa das sondas verificando-se o não funcionamento do mesmo (sismógrafo) mas com a outra (Viking 2) a funcionar em pleno e a transmitir os primeiros dados deste corpo celeste alienígena (o segundo depois da Lua e inicialmente testado na Terra): mas devido à sua deficiente colocação (não diretamente sobre o solo mas sobre o deck do módulo, causando vibrações originadas no mesmo a partir de ação exterior) e maior exposição à ação dos ventos (e tempestades de areia) com muitos desses dados recolhidos e transmitidos (para a Terra) a tornarem-se muitas vezes de difícil tradução no meio de tanto “ruído”.

 

Mas não estando por vezes assim tanto vento (ou outro tipo de intervenção/exterior como é o caso dos meteoritos) sendo possível detetar (em condições ideais, de relativa acalmia em redor) certos casos particulares: e não estando este agente presente (o vento – não incomodando se não excedendo os 2 a 3m/s) tendo sido possível de concluir existir um nível de sismicidade (possível/previsível) no interior das placas tectónicas de Marte (mais ou menos ativas) numa percentagem de cerca de 2/3 da (típica) registada na Terra, sendo ainda detetado um outro fenómeno – o Evento registado em SOL 80 (80º dia marciano de estadia no planeta) – podendo ser considerado como um Acontecimento Sísmico. Interpretado como um sismo (terrestre) podendo ter magnitude 3 e epicentro a mais de 100Km – e ainda se podendo acrescentar (sobre a geologia de Marte):

 

Preliminary interpretation of later arrivals in the signal suggest a crustal thickness of 15 km at the Utopia Planitia site which is within the range of crustal models derived from the gravity field. More events must be recorded before a firm interpretation can be made of seismicity or crustal structure“.

(Seismology on Mars/caltech.edu)

 

(imagens: sciencebuzz.org e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:57

30
Jan 18

[E no Entanto com a Lua Logo Acolá!]

 

Com o aproximar da próxima década (2020/29) e cumprindo-se o planeado (por Elon Musk) ‒ último prazo inserido Março de 2024 para a colocação de terrestres em Marte ‒ assistimos mais uma vez a uma missão não tripulada (de mera auscultação do terrenos) já só faltando 6 anos (para construir a nave, lá inserir humanos e levá-los até ao planeta): numa viagem de vários meses até um planeta mortal (se expondo os humanos à atmosfera marciana).

 

PIA22200.jpg

O módulo de aterragem da missão InSight

(PIA 22200)

 

Confirmando-se as previsões dos técnicos da NASA responsáveis pela missão InSight, a agência espacial norte-americana (governamental) lançará no próximo dia 5 de Maio de 2018 mais uma sonda automática em direção ao planeta Marte: com a sonda (propulsionada por um foguetão Atlas V 401) a transportar consigo um módulo de aterragem alimentado por painéis solares (fotovoltaicos) e com o seu contacto com a superfície marciana a dar-se a 26 de Novembro (mais de seis meses depois) numa região conhecida como a Planície de Elysium.

 

PIA22230.jpg

Com a InSight tendo como objetivo verificar a atividade tectónica/e sua origem em Marte

(PIA 22230)

 

Depois de missões como a Viking (1 e 2), Spirit, Phoenix e Pathfinder ‒ e como não poderia deixar de ser das ainda ativas Opportunity e Curiosity (e seus respetivos veículos motorizados ou rovers) ‒ com o objetivo da exploração e do estudo do planeta a ser agora dirigido para a análise da geologia do mesmo (sismográfica e transferências de calor) utilizando para tal um módulo de aterragem equipado de um sismógrafo e de um medidor de fluxos: e explorando o interior de Marte tirando ensinamentos e esclarecendo (imensas) dúvidas, como o da formação do mesmo e de todos os outros planetas rochosos (Planetas Interiores como Mercúrio, Vénus e Terra) fazendo parte do Sistema Solar.

 

PIA22233.jpg

Formação de um planeta rochoso tal como Marte ou outro Planeta Interior

(PIA 22233)

 

Com a missão InSight tendo como destino um dos (4) planetas interiores à Cintura de Asteroides ‒ neste caso o mais afastado do Sol o planeta Marte (nosso vizinho) ‒ após o contacto com o solo a iniciar o seu trabalho (projetado para uma duração de 2 anos) no campo da sismografia, da ciência estudando a dimensão, a forma e ainda o campo de gravidade do planeta (geodesia) e ainda das trocas de calor verificadas à superfície: e tal como os responsáveis da missão Insight (do JPL/NASA) parecem querer sugerir, depois de múltiplas análises superficiais levadas a cabo no planeta Marte (à distância ou tocando-o) chegando-se agora à fase da realização do seu primeiro Check-Up (para uma análise mais aprofundada).

 

PIA22227.jpg

Ilustração do módulo InSight operando em Marte

(PIA 22227)

 

E penetrando na estrutura interna do Planeta Vermelho ‒ investigando o modo como as suas ondas sísmicas aí se propagam ‒ talvez se conseguindo descobrir (finalmente) a origem dessas ondas, desvendando alguns aspetos do tempo da formação de Marte (como a da Terra há uns 4,5 biliões de anos): ondas causadas por sismos (indicando alguma alguma forma de movimento associado à tectónica de placas), por meteoritos (provocando impactos à superfície) ou então devido à presença de magma (em circulação sob a superfície marciana, a temperaturas elevadas e a grande profundidade).

 

[Sabendo-se que uma das sondas mais rápidas a deixar o nosso planeta (New Horizons) atingiu uma velocidade máxima de aproximadamente 58.000Km/h, concluindo-se que para fazer a viagem Terra/Lua a mesma demoraria menos de 7 horas a chegar à Lua e entre 39/288 dias (pouco mais de um mês/pouco menos de dez meses) a chegar a Marte (conforme este estivesse no seu ponto mais próximo/afastado da Terra).]

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:46

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