Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Mar 20

“Com os únicos alienígenas presentes nas imediações

(bastando para tal ver como nos tratamos e à Terra,

como se ela não fosse nossa e estivéssemos aqui de visita − será?)

a sermos nós!”

 

Com a ISS movimentando-se a pouco mais de 7,6Km/s e a 420Km de distância da Terra, sobrevoando o seu lado iluminado a nordeste da Austrália.

 

Screenshot_2020-03-05 Live_ISS_Stream.jpg

DIA na ISS

Figura 1

Sobrevoando o Pacífico e deixando o Sol para trás

(a caminho do lado não iluminado da Terra)

 

Cumprindo a sua órbita em volta da Terra em pouco mais de 90 minutos (92/93) e de momento (fig. 1) sobrevoando o Oceano Pacífico, a caminho da ponta sul do continente Americano.

 

Screenshot_2020-03-05 Live_ISS_Stream(1).jpg

NOITE na ISS

Figura 2

Sobrevoando o Atlântico e a caminho de África

(já do lado não iluminado da Terra)

 

E perto das 22:00 (hora de Lisboa) interrompendo-se a transmissão, mas apenas por segundos e s/ nada de estranho à vista (como UFO’S c/ ALIEN’S). Momentos depois (fig. 2) a noite.

 

Screenshot_2020-03-05 Live_ISS_Stream(2).jpg

DIA na ISS

Figura 3

No Índico a caminho do Pacífico e ainda do Sol

(de novo no lado iluminado pelo Sol)

 

Viajando no interior do lado temporariamente não iluminado da Terra ficando tudo escuro (o ecrã do monitor) tendo para a obtenção da próxima imagem de esperar ainda uns momentos   até voltarmos de novo a ver a ISS (fig. 3) passar (sobrevoando-a) ao lado (da Austrália).

 

Por volta das 23:00 (hora de Lisboa) sem que nada de estranho se percecione (UFO/ALIEN) e cumprida mais uma órbita da ISS à Terra: aqui a uma V = 7,6Km/h e a altitude de 420Km (igual à volta anterior).

 

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Um corte neste Live Feed da NASA

Figura 4

Objeto misterioso nas imediações da ISS

(podendo ser um meteoro e cortado, alimentando conspirações)

 

Ao contrário de tantos e tantos outros já tendo encontrado a presença de objetos (mais ou menos) estranhos, antes vendo-os a partir da Terra agora a partir da ISS (fig. 4): e eu, nada!

 

E já dentro de poucos momentos com a colocação de milhares (ou dezenas de milhares) de satélites em órbita em redor do nosso planeta (SPACEX de ELON MUSK) deixando de estarmos sós, mas acompanhados e vigiados (monitorizados) por uma espécie de sucata agora presente nos céus (não sendo Deus): talvez umas espécies de minas a utilizar contra ET’S.

 

(imagens: ISS/NASA e NASA/Live Feead/youtube/newsmax.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:29

25
Fev 20

NASA tracks cone-shaped UFO before it disappears into deep space

(fev. 22/ufosightingshotspot.blogspot.com)

 

snapshot1.jpg

1a

Aparecendo a uma altitude inferior ao da ISS

 

Num registo de vídeo de 21 de fevereiro obtido a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) orbitando a Terra a cerca de 400Km de distância, a imagem de um objeto voador não identificado (pelo menos para nós, público em geral) habitualmente designado como OVNI (ou UFO) aparecendo, movimentando-se e (de seguida) desaparecendo perante as câmaras (da ISS).

 

snapshot2.jpg

1b

Aparecendo a uma altitude inferior ao da ISS

 

Naturalmente podendo ser um objeto de origem terrestre e não tanto naturalmente como extraterrestre (apenas tendo fé e acreditando em entidades superiores), no primeiro caso com a imagem capturada pelas câmaras da ISS podendo muito bem ser um satélite ou uma sonda construída pelo Homem e no segundo caso apresentando (no mínimo) três alternativas:

 

snapshot4.jpg

2a

Acompanhando a ISS na sua órbita em torno da Terra

 

Como antropocentristas que somos − “conceção que considera que a humanidade deve permanecer no centro do entendimento dos humanos, isto é, o universo deve ser avaliado de acordo com a sua relação com o ser humano, sendo que as demais espécies, bem como tudo mais, existem para servi-los (wikipedia.org)

 

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2b

Acompanhando a ISS na sua órbita em torno da Terra

 

Podendo tratar-se de terrestres (ascendentes ou descendentes), de uma mera ilusão de ótica (inserida pelos nossos órgãos dos sentidos) ou não restando mais opções, de Extraterrestres do Espaço (aparentemente) mas nada tendo a ver connosco. E existindo estes ALIENS (FROM SPACE) pelos vistos e sem provas em contrário, nada querendo connosco.

 

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3a

E finalmente desaparecendo no Espaço

 

Mas não existindo explicação (para o Povo) para mais esta transmissão da NASA (ISS Live Feed) com as câmaras instaladas na ISS (ISS HD Earth Viewing Experiment HDEV on UStream) a mostrarem-nos (durante mais de vinte minutos) a movimentação diante de si de “um objeto metálico em forma de cone”,

 

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3b

E finalmente desaparecendo no Espaço

 

Suscitando de imediato e como seria natural (e lógico) o levantar de muitas dúvidas, não só sobre o que seria (aquele objeto), mas igualmente sobre qual a sua origem (obra do Homem ou não): e numa versão “softcore (os adeptos das Teorias da Conspiração têm tudo mais elaborado, melhor) sugerindo-se logo ser um UFO (terrestre ou extraterrestre), ou um satélite ou uma sonda (terrestre) lançada pela ISS.

 

(imagens: ISS Live Feed/Skywatch International/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:02

15
Fev 20

Uma observação do céu de Marte de 6 de fevereiro (deste ano) registada no 425º dia (SOL 425) de estadia da sonda automática norte-americana InSight (operada pela NASA) na superfície marciana:

 

Tendo como objetivo da missão estudar o interior do Planeta Vermelho (e a partir daí tentar perceber melhor a evolução dos planetas rochosos do Sistema Solar, como Mercúrio, Vénus e a própria Terra) baseando-se num estudo sismográfico (instrumento SEIS), do fluxo de calor (instrumento HP), da rotação do planeta (instrumento RISE) e da temperatura e ventos à superfície (instrumento TWINS) − neste último caso contribuindo para monitorizar o clima marciano.

 

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Céu de Marte

(Missão InSight − Câmara ICC − SOL 425)

 

Ah … e ainda um instrumento para a definição de campos magnéticos produzidos pela sua ionosfera (sujeita à radiação solar). Numa imagem (da responsabilidade da NASA/JPL-Caltech) registada pelas câmaras do NASA INSIGHT MARS LANDER pouco antes das 22.42 PM (já sendo noite em Albufeira).

 

Mostrando-nos um cenário infinito polvilhado por um número incontável de estrelas − cintilando umas maiores outras menores, com maior ou menor intensidade e com um colorido diferenciado, percorrendo diversos espectros de cores – ponteando e iluminando como faróis, diversas zonas do Espaço (espalhados pelo Tempo), aqui e ali sendo atravessadas por linhas tracejadas deixados por um outro viajante mais apressado:

 

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SOL 425

(ampliação parcial/centro-direita)

 

Objetos em princípio de origem natural (como pequenos meteoros ou asteroides) atravessando nesse momento o céu colocado diante das câmaras da InSight (e dada a deslocação com a representação do objeto de um ponto a passar a uma linha), igualmente podendo ser de alguma forma de origem artificial se nisso quisermos (mesmo nunca tendo visto) acreditar:

 

Seja ele terrestre (sendo homocêntricos) ou extraterrestre (acreditando em alienígenas não mexicanos, mas do espaço).

 

[SOL: dia solar marciano correspondendo a 24 horas 39 minutos e 35,244 segundos.]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:35

31
Jan 20

No dia seguinte a mais uma morte − 30 de janeiro de 2020 − declarada pelos engenheiros da agência governamental norte-americana NASA: para tal desligando definitivamente o telescópio espacial SPITZER (2003/2020). Provavelmente devido a obrigatórias reduções de custos e até pela chegada da nova geração de satélites.

 

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Telescópio Espacial Spitzer

(em serviço desde 2003 numa orbita heliocêntrica, desativado este ano)

 

Libertado de toda a poluição incorporando a nossa atmosfera e envolvendo todo o nosso planeta, na transparência aqui e ali iluminada da escuridão do vazio infinito do Espaço, possibilitando-nos durante mais de 16 anos o prazer do usufruto de imagens antes nunca vistas, desde pormenores dos anéis de Saturno, aos quatro exo planetas de Tappist-1 e passando ainda por um vasto mapeamento da nossa própria galáxia, a Via Láctea.

 

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Nebulosa da Tarântula

(a cerca de 160.000 anos-luz de distância da Terra)

 

“The Spitzer Space Telescope is the final mission in NASA's Great Observatories Program - a family of four space-based observatories, each observing the Universe in a different kind of light. The other missions in the program include the visible-light Hubble Space Telescope (HST), Compton Gamma-Ray Observatory (CGRO), and the Chandra X-Ray Observatory (CXO). Spitzer is designed to detect infrared radiation, which is primarily heat radiation.” (spitzer.caltech.edu)

 

(ilustração e imagem: NASA/JPL-Caltech e Spitzer Space Telescope)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:09

25
Jan 20

Perante estas imagens oriundos do Espaço tão próximo rodeando a Terra − entregues inadvertidamente para nosso usufruto pelas câmaras da ISS (a menos de 400Km de altitude) − com todos e cada um de nós e face à estranha (parecendo deliberada) falta de informação (qual a justificação?), a termos o direito e o dever de podermos assumir como uma entre muitas probabilidades, estarmos perante a presença de Extraterrestres (para os norte-americanos, não sendo alienígenas mexicanos, podendo até ser russos ou chineses).]

 

NASA abruptly cuts live feed ISS after THIS appears over the U.S.

(Ufo Sightings Hotspot e Very Top Secret Information)

 

nasa-iss-live-feed-ufo.jpg

Anomalia

(aparecendo antes do corte, à frente das câmaras da ISS)

 

Numa apresentação [ufosightingshotspot.blogspot.com] e [verytopsecret.info], mais um registo de um observador (Jujubee’s Adams) das transmissões em direto e ao vivo da Estação Espacial Internacional (ISS), referido à passada quarta-feira (janeiro, 22): com as câmaras da ISS viradas para a escuridão do Espaço − rodeando-a e ao nosso planeta − repentinamente sendo surpreendidas pelo aparecimento diante delas de um objeto estranho e brilhante (um UFO), para logo de seguida a transmissão (segundo a NASA ou por perda de sinal ou por necessidade momentânea) ser interrompida.

 

I just turned on my ISS app

just to take a look like I usually do.

This appeared. Some kind of object or what?

So I took photos and a video.

It only lasted under a minute before the cut the feed.

Wow dumbfounded!

(Jujubee's ADAMS/youtube.com)

 

Um exemplo entre muitas outras observações desde há muito divulgadas e oriundas de transmissões ao vivo da ISS, curiosa e invariavelmente sendo interrompidas sem nenhum tipo de explicação devida aos seus (muitos deles fiéis) espetadores − senão uma versão norte-americana dos slogans justificativos portugueses (numa tradição RTP), “devido a problemas técnicos” e “regressamos dentro de momentos e naturalmente (pela repetição) deixando-os (e a nós) muito desconfiados: podendo ser projeções (presenciais ou não) de um Outro Mundo, como simples projeções (como por exemplo artefactos) terrestres.

 

(imagem: Jujubee's ADAMS/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:02

16
Dez 19

“Com a monstruosa tempestade atmosférica parecendo acompanhar-nos desde a nossa infância e sendo uma das imagens de marca do gigantesco e gasoso planeta JÚPITER − a GRANDE MANCHA VERMELHA (para o lado do equador) – agora e com a ajuda de JUNO (e dos novos dados e conhecimentos pela mesma sonda fornecidos) podendo ser acompanhada nos polos (na observação o sul) por grupos de outros ciclones (como que atuando conjuntamente, associando  6/7 elementos) igualmente devastadores por monstruosos.”

 

Sem título1.png

1

Jupiter's South Pole Cyclones

(PIA23556 - 2017)

 

Um registo do Polo Sul de JÚPITER (figura 1) − 2 de fevereiro de 2017 aquando da 3ª aproximação da sonda automática JUNO ao planeta GIGANTE-GASOSO localizado para lá da CINTURA de ASTEROIDES a cerca de 800 milhões de Km do SOL – através dos seus instrumentos e utilizando infravermelhos, medindo a intensidade de calor irradiado pelo mesmo (pela sua ATMOSFERA) e desse modo permitindo-nos entre outros fenómenos detetar a presença (nas suas camadas atmosféricas superficiais) de CICLONES − aqui 6 (1 no centro e 5 em redor):

 

Tempestade monstruosas (até agora pouco conhecidas e pouco estudadas) que se concentram sobretudo nos polos, quando se pensava (anteriormente) que seria mais abaixo e mais perto do equador que elas se concentrariam (assim como a sua influência) − sendo aí mais poderosas − como parecia querer significar a presença “eterna e omnipresente” da GRANDE MANCHA VERMELHA um fenómeno idêntico (se comparado com um fenómeno terrestre, em tudo semelhante) a um FURACÃO.

 

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2

A New Cyclone Joins the Jovian Fray

(PIA23558 - 2019)

 

Na Terra formando-se durante um certo período (de tempo) e mais em torno do seu equador (logo sendo limitados, no tempo e no espaço)  hoje um ali, amanhã um acolá, por vezes podendo juntar-se − enquanto que em Júpiter sendo contínuos e espalhando-se por toda a camada superficial (e atmosférica) do planeta – todos os dias ou horas, com uns mantendo-se e outros vindo e indo, em grandes grupos (4,5, 6, 7, 8, etc.):

 

De um momento para o outro (e em qualquer coordenada do Monstro) formando-se uma grande tempestade com milhares de Km de diâmetro e com rajadas de vento fácil e normalmente atingindo (inicialmente) os 400Km/h, para de seguida e como habitual outras (tempestades/ciclones) se juntarem, agrupando-se e criando um Monstro Atmosférico e Climático” − neste caso de 2017 num modelo de estrutura pentagonal − certamente que não só (em conjunto com outros grupos) envolvendo o planeta, como atuando em profundidade.

 

E insuportável para a VIDA, pelo menos como nós (os Seres Humanos acompanhados pelos s/ psique) a conhecemos.

 

PIA23560.jpg

3

Cyclones Larger on Jupiter

(PIA23560 - 2019)

 

No segundo registo do Polo Sul do planeta JÚPITER (figura 2) – 4 de novembro de 2019 – aquando da 23ª aproximação da sonda automática JUNO a este PLANETA GIGANTE (o maior do Sistema Solar, cabendo nele todos os restantes 7 planetas e só sendo superado pelo SOL, a estrela de referência), sendo agora visível um agrupamento local (não de 6, mas) de 7 ciclones, com um mais pequeno (canto inferior direito) sendo acompanhado por outros cinco formando um Hexágono e com um outro no seu centro.

 

E para se melhor constatar a monstruosidade destes CICLONES JUPITERIANOS (até para melhor se comparar a sua potência e a sua área de influência e daí se retirando as consequências), com a NASA a sobrepor na imagem original (figura 2) uma outra (figura 3) mas do contorno do estado do Texas e ainda outra mas agora do contorno (dos 50 estados) dos EUA:

 

O ciclone mais pequeno cabendo o Texas e no central todo os EUA.

 

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4

Hubble Space Telescope view of Jupiter

(June 27, 2019)

 

Associada às poderosas forças dos seus campos magnéticas (de Júpiter e pela sua dimensão) e aos mais extremos valores de pressão atmosférico (entre tantos outros fatores importantes para a nossa débil raça humana e para a sua sobrevivência, parecendo o Homem mais uma espécie de aviário), podendo-se estar a visionar − “olhando o Homem para ele a partir do planeta Terra” − a um dos mais belos cenários (figura 4),  ao verdadeiro retrato do INFERNO.

 

Ciclones polares parecendo organizar-se a nível das diversas camadas atmosféricas formando grupos restritos, antes pensando-se (por observação indireta, mais distante) formar grupo até 6 elementos (pentagonais, com um no centro), hoje (por observação “presencial” a apenas 3.500Km e utilizando a câmara da sonda Juno) já se observando outros grupos como os de 7 (hexagonais, ainda com um no centro) e fazendo parte das condições atmosféricas (e ambientais) da superfície (gasosa, numa profundidade de uns 50/70Km) de Júpiter (necessários de compreender, até por possível associação − à Terra):

 

These cyclones are new weather phenomena that have not been seen or predicted before. Nature is revealing new physics regarding fluid motions and how giant planet atmospheres work. We are beginning to grasp it through observations and computer simulations. Future Juno flybys will help us further refine our understanding by revealing how the cyclones evolve over time.” (Cheng Li/Juno scientist/University of California/Berkeley)

 

(imagens/legendas: photojournal.jpl.nasa.gov e nasa/gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:55

06
Nov 19

Imagem (de 3 de Novembro de 2019) proporcionada pelo satélite TERRA

 

Terra explores the connections between Earth's atmosphere, land, snow and ice, ocean, and energy balance to understand Earth's climate and climate change and to map the impact of human activity and natural disasters on communities and ecosystems.” (nasa.gov)

 

PIA23426.jpg

EUA − Norte da Califórnia − Condado de Sonoma

Incêndio florestal de Kinkade

No centro-inferior a cidade de Healdsburg

(Zona ardida/tonalidade escura e incêndios ativos/pontos amarelos)

 

Utilizando o seu instrumento de observação ASTER (Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer), mostrando-os os estragos provocados pelo devastador incêndio florestal de KINCADE, iniciado pela terceira semana de Outubro e (perto do fim da primeira semana de Novembro) ainda ativo.

 

Tal como refere a NASA sobre o “Fogo de Kincade” (e logo a 23 de Outubro) com o crescimento do fogo a forçar às primeiras evacuações da população-residente − espalhada um pouco por toda a região − não sendo dominado, descontrolando-se e alastrando: e assumindo as proporções noticiadas (no presente).

 

No seu caminho acabando por queimar perto de 80.000 acres (1 acre = 0,4ha) e destruir perto de 400 estruturas e segundo as autoridades responsáveis − pela proteção das florestas e das pessoas dos incêndios (California Department of Forestry and Fire Protection) – passados quinze dias estando 80% controlado.

 

Num retrato elaborado pela NASA a partir do Espaço exterior à Terra e onde se situa o satélite ASTER, apresentando-nos ao centro a cidade de Healdsburg (estendendo-se por uns 40Km), com as “manchas mais escuras a representarem as superfícies ardidas” e com as “zonas destacadas a amarelo as ainda a arder”.

 

(dados e imagem: photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA23426)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:04

01
Nov 19

Investigando a História da Geologia de Marte, a possibilidade de aí poder ter existido Vida – num passado distante de biliões de anos (a descoberta de alguma, bio assinatura) − e até tendo a possibilidade, de recolher amostras para posterior envio para a Terra (algo de inédito para uma sonda automática mas não para o Homem, como vimos com o programa Apollo). Mais uma vez e infelizmente com o trabalho da NASA (ficando apenas e como um “batedor”, com as sondas automáticas), a ser imediatamente aproveitado pela Iniciativa Privada (ficando com todos os grandes financiamentos para os voos tripulados).

 

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O Veículo de Ascensão Marciana ou MAV

Capaz de enviar amostras de Marte para a Terra

(NASA)

 

Num teste ao próximo veículo motorizado (da NASA) o ROVER MARS 2020 (a ser lançado em 2020 e aterrando em 2021) a circular no planeta MARTE juntando-se assim ao seu irmão mais velho o ROVER CURIOSITY a observação (e o registo) de como reagirão as diversas secções da superfície do veículo (mais ou menos expostas à ação dos Raios Solares) ao interagirem com o SOL ao nível do solo marciano (e a partir daí fazendo um modelo térmico).

 

PIA23469.jpg

1

Mars 2020 Rover

(Photojournal – PIA 23469)

 

Numa imagem (1) de 14 de Outubro deste ano obtida no Laboratório de Propulsão Espacial de Pasadena (Califórnia) e incidindo sobre o sucessor de OPPORTUNITY (já inativo) e de CURIOSITY (ainda ativo) − tendo MARS 2020 (aqui no retrato) como missão prosseguir o trabalho destes seus antepassados e de outros pioneiros (Mars 2, Mars 3, Spirit, etc.) e no seu caso (para além de uma perfuradora) e pela primeira vez (caso todo o plano se confirme) não o fazendo sozinho mas acompanhado por um Helicóptero, o Mars Helicopter Scout (ou MHS).

 

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2

Mars Helicopter Scout

(Photojournal – PIA 22460)

 

Sendo lançado de Cabo Canaveral por um foguetão Atlas V541 numa viagem de cerca de 7 meses entre a Terra e Marte (e aproveitando a janela ideal de partida para uma tal viagem, situada em JUL/AGO de 2020) e com a aterragem a estar prevista para 18.01.2021 no interior da cratera JEZERO: e acompanhado pelo MHS (2) – o helicóptero no ar com MARS 2020 (o veículo motorizado circulando em terra) a poder prosseguir a Missão do Homem em Marte (á distância e servindo-se de um comando), enquanto pacientemente espera pela (tantas vezes prometida e adiada) chegada de Elon Musk (esperemos que não do seu Tesla Roadster e do seu piloto Starman).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:31

31
Out 19

[Dia das Bruxas ou Halloween é uma celebração observada em vários países principalmente no mundo anglófono em 31 de outubro, véspera da festa cristã ocidental do Dia de Todos os Santos. (wikipedia.org)]

 

Não podendo oferecer mais nada

com a NASA limitando-se a uns

Doces ou Travessuras

 

PIA23403_fig1.jpg

Nébula Jack-ó-Lantern

 

 “Parents and kids alike are gearing up for Halloween,

scrambling to put the final touches on costumes and Jack-o'-lanterns,

not to mention stocking up on candy for

Trick or Treaters.”

(Benjamin Radford − Live Science)

 

Nas vésperas do HALLOWEEN com a NASA (JPL-CALTECH) a presentear-nos com uma das imagens mais representativas do conhecido DIA das BRUXAS, a “ABÓBORA ILUMINADA”, também apelidada de “JACK-Ó-LANTERN”.

 

Obtida através da utilização do telescópio espacial SPITZER (através da deteção de assinaturas de infravermelhos e de calor) − lançado em 2003 e colocado em órbita da Terra − apresentando-nos uma versão da Abóbora projetada no Espaço distante.

 

PIA23403_fig3.jpg

A Abóbora Iluminada

 

E com a Abóbora Imaginada a ser contemplada dirigindo-se as objetivas do telescópio SPITZER para os lados da constelação CEPHEUS, nesse Espaço do Universo encontrando-se uma estrela maciça, envolvida por gás e por poeiras e dando forma e conteúdo (colorido/iluminado) à nossa famosa Abóbora.

 

Uma imagem da ABÓBORA ILUMINADA ou JACK O’LANTERN − do HALLOWEEN − construída a partir da conjugação de três comprimentos de ondas de luz infravermelha (e oferecendo-nos várias cores); complementada com uma outra versão da imagem da Nébula Jack-O’-Lantern, aqui com os comprimentos de onda vermelhos sendo mais acentuados.

 

E a partir desse acentuar do vermelho na imagem do telescópio SPITZER, contornando-se a cor (vermelha, nas suas diferentes tonalidades) e construindo-se o Boneco: mostrando-nos THE JACK-Ó-LANTERN NEBULA e nela a ABÓBORA e assim contribuindo para a celebração do tradicional Dia das Bruxas.

 

(dados e imagem: PIA23403/photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:07

29
Out 19

“For as long as humans have lived on planet Earth, the moon has been a focus of fascination. First, we could view our cosmic partner only with the naked eye, then with telescopes, and finally in the 20th century the first humans were able to visit Earth’s moon in person.” (Jenny Howard and National Geographic Staff/2019/nationalgeographic.com)

 

“The moon, Earth’s sole natural satellite, is our constant companion. It has circled our planet for billions of years, since before the first sparks of life flickered in the oceans—before Earth was even cool enough to have oceans.” (Maya Wei-Haas/2019/nationalgeographic.com)

 

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Uma nave da SPACE X na superfície da Lua (não tripulada) por 2022

Utilizando as suas naves (para já protótipos) MK1 e MK2

Com o seu foguetão FALCON e com os seus andares reutilizáveis

E assim com o Homem a poder tocar a Lua em 2024

(mais de meio século passado – sendo-o impressionante, terrível − sobre a última vez)

 

Nada mais tendo para nos oferecer (científico-tecnologicamente referindo-se ao sector da iniciativa privada − como a SPACE X − deixando para o sector governamental − como a NASA − as teorias, testes e confirmações, mais dispendiosas e com menor retorno) senão o seu investimento e desenvolvimento inicial, tendo como objetivo prioritário (e de sobrevivência financeira) a comercialização do seu produto-tecnológico dirigido para a “Exploração do Mercado Espacial” (um “Mercado Exterior” em grande expansão) − um objetivo muito mais visível e vincado no caso da privada VIRGIN GALACTIC, dando grande importância e relevo aos voos comerciais e turísticos ao Espaço (exterior) incluindo nas suas rotas a LUA (fontes prioritárias de investimento), como forma de desenvolvimento (“apurando tecnicamente” as próximas missões) −

 

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Aterrando na Lua em 2022

E aí estabelecendo a sua primeira base (em 2024)

 

Eis que a SPACE X se vem de novo comprometer com uma data (apesar de ainda muito flutuante) para um seu próximo Evento (no fundo sendo o mesmo, mas por atraso e estratégia, repetidamente retardado e replicado), apontando para o lançamento de uma nave espacial para uma orbita terrestre já para 2020, para em 2022 aterrar na Lua (ainda sem tripulação) e em 2024 levar para lá os seus primeiros astronautas (aí se podendo instalar e criar a 1ª base terrestre num “Outro Mundo” que não a Terra):

 

At the 70th International Astronautical Congress, which took place last week in Washington, DC, SpaceX president and Cheif Operations Officer Gwynne Shotwell provided additional details about the Starship‘s mission timeline. As she indicated during a series of interviews, the company hopes to be sending the Starship to orbit next year, landing on the Moon by 2022, and sending crews to the lunar surface by 2024.” (Matt Williams/October 28, 2019/universetoday.com)

 

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Estabelecendo-se em Marte por 2028

Já depois de o ter feito anos antes na Lua

 

Mas certamente que se ficando verdadeiramente assustado (alertado, preocupado) com os planos a muito curto-prazo da SPACE X de infestar os Céus de Satélites Artificiais, para além de nos poderem cair na cabeça (como temia o “herói da Gália OBÉLIX”) poluindo ainda mais a zona exterior e em princípio protetora do nosso planeta (rodeando-o e rodeando-nos, e permitindo-nos alguma segurança de ameaças vindas do Espaço exterior): às centenas e aos milhares. E quando em vez de criarem mais um “estacionamento de sucata, agora espacial” deveriam pegar nela, construir algo de inovador e de revolucionário e (sem hesitações ou mais recuos) partir (enquanto ainda for possível e valer a pena).

 

(imagens: SPACE X/universetoday.com)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:35

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