Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Nov 19

Imagem (de 3 de Novembro de 2019) proporcionada pelo satélite TERRA

 

Terra explores the connections between Earth's atmosphere, land, snow and ice, ocean, and energy balance to understand Earth's climate and climate change and to map the impact of human activity and natural disasters on communities and ecosystems.” (nasa.gov)

 

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EUA − Norte da Califórnia − Condado de Sonoma

Incêndio florestal de Kinkade

No centro-inferior a cidade de Healdsburg

(Zona ardida/tonalidade escura e incêndios ativos/pontos amarelos)

 

Utilizando o seu instrumento de observação ASTER (Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer), mostrando-os os estragos provocados pelo devastador incêndio florestal de KINCADE, iniciado pela terceira semana de Outubro e (perto do fim da primeira semana de Novembro) ainda ativo.

 

Tal como refere a NASA sobre o “Fogo de Kincade” (e logo a 23 de Outubro) com o crescimento do fogo a forçar às primeiras evacuações da população-residente − espalhada um pouco por toda a região − não sendo dominado, descontrolando-se e alastrando: e assumindo as proporções noticiadas (no presente).

 

No seu caminho acabando por queimar perto de 80.000 acres (1 acre = 0,4ha) e destruir perto de 400 estruturas e segundo as autoridades responsáveis − pela proteção das florestas e das pessoas dos incêndios (California Department of Forestry and Fire Protection) – passados quinze dias estando 80% controlado.

 

Num retrato elaborado pela NASA a partir do Espaço exterior à Terra e onde se situa o satélite ASTER, apresentando-nos ao centro a cidade de Healdsburg (estendendo-se por uns 40Km), com as “manchas mais escuras a representarem as superfícies ardidas” e com as “zonas destacadas a amarelo as ainda a arder”.

 

(dados e imagem: photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA23426)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:04

01
Nov 19

Investigando a História da Geologia de Marte, a possibilidade de aí poder ter existido Vida – num passado distante de biliões de anos (a descoberta de alguma, bio assinatura) − e até tendo a possibilidade, de recolher amostras para posterior envio para a Terra (algo de inédito para uma sonda automática mas não para o Homem, como vimos com o programa Apollo). Mais uma vez e infelizmente com o trabalho da NASA (ficando apenas e como um “batedor”, com as sondas automáticas), a ser imediatamente aproveitado pela Iniciativa Privada (ficando com todos os grandes financiamentos para os voos tripulados).

 

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O Veículo de Ascensão Marciana ou MAV

Capaz de enviar amostras de Marte para a Terra

(NASA)

 

Num teste ao próximo veículo motorizado (da NASA) o ROVER MARS 2020 (a ser lançado em 2020 e aterrando em 2021) a circular no planeta MARTE juntando-se assim ao seu irmão mais velho o ROVER CURIOSITY a observação (e o registo) de como reagirão as diversas secções da superfície do veículo (mais ou menos expostas à ação dos Raios Solares) ao interagirem com o SOL ao nível do solo marciano (e a partir daí fazendo um modelo térmico).

 

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Mars 2020 Rover

(Photojournal – PIA 23469)

 

Numa imagem (1) de 14 de Outubro deste ano obtida no Laboratório de Propulsão Espacial de Pasadena (Califórnia) e incidindo sobre o sucessor de OPPORTUNITY (já inativo) e de CURIOSITY (ainda ativo) − tendo MARS 2020 (aqui no retrato) como missão prosseguir o trabalho destes seus antepassados e de outros pioneiros (Mars 2, Mars 3, Spirit, etc.) e no seu caso (para além de uma perfuradora) e pela primeira vez (caso todo o plano se confirme) não o fazendo sozinho mas acompanhado por um Helicóptero, o Mars Helicopter Scout (ou MHS).

 

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Mars Helicopter Scout

(Photojournal – PIA 22460)

 

Sendo lançado de Cabo Canaveral por um foguetão Atlas V541 numa viagem de cerca de 7 meses entre a Terra e Marte (e aproveitando a janela ideal de partida para uma tal viagem, situada em JUL/AGO de 2020) e com a aterragem a estar prevista para 18.01.2021 no interior da cratera JEZERO: e acompanhado pelo MHS (2) – o helicóptero no ar com MARS 2020 (o veículo motorizado circulando em terra) a poder prosseguir a Missão do Homem em Marte (á distância e servindo-se de um comando), enquanto pacientemente espera pela (tantas vezes prometida e adiada) chegada de Elon Musk (esperemos que não do seu Tesla Roadster e do seu piloto Starman).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:31

31
Out 19

[Dia das Bruxas ou Halloween é uma celebração observada em vários países principalmente no mundo anglófono em 31 de outubro, véspera da festa cristã ocidental do Dia de Todos os Santos. (wikipedia.org)]

 

Não podendo oferecer mais nada

com a NASA limitando-se a uns

Doces ou Travessuras

 

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Nébula Jack-ó-Lantern

 

 “Parents and kids alike are gearing up for Halloween,

scrambling to put the final touches on costumes and Jack-o'-lanterns,

not to mention stocking up on candy for

Trick or Treaters.”

(Benjamin Radford − Live Science)

 

Nas vésperas do HALLOWEEN com a NASA (JPL-CALTECH) a presentear-nos com uma das imagens mais representativas do conhecido DIA das BRUXAS, a “ABÓBORA ILUMINADA”, também apelidada de “JACK-Ó-LANTERN”.

 

Obtida através da utilização do telescópio espacial SPITZER (através da deteção de assinaturas de infravermelhos e de calor) − lançado em 2003 e colocado em órbita da Terra − apresentando-nos uma versão da Abóbora projetada no Espaço distante.

 

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A Abóbora Iluminada

 

E com a Abóbora Imaginada a ser contemplada dirigindo-se as objetivas do telescópio SPITZER para os lados da constelação CEPHEUS, nesse Espaço do Universo encontrando-se uma estrela maciça, envolvida por gás e por poeiras e dando forma e conteúdo (colorido/iluminado) à nossa famosa Abóbora.

 

Uma imagem da ABÓBORA ILUMINADA ou JACK O’LANTERN − do HALLOWEEN − construída a partir da conjugação de três comprimentos de ondas de luz infravermelha (e oferecendo-nos várias cores); complementada com uma outra versão da imagem da Nébula Jack-O’-Lantern, aqui com os comprimentos de onda vermelhos sendo mais acentuados.

 

E a partir desse acentuar do vermelho na imagem do telescópio SPITZER, contornando-se a cor (vermelha, nas suas diferentes tonalidades) e construindo-se o Boneco: mostrando-nos THE JACK-Ó-LANTERN NEBULA e nela a ABÓBORA e assim contribuindo para a celebração do tradicional Dia das Bruxas.

 

(dados e imagem: PIA23403/photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:07

29
Out 19

“For as long as humans have lived on planet Earth, the moon has been a focus of fascination. First, we could view our cosmic partner only with the naked eye, then with telescopes, and finally in the 20th century the first humans were able to visit Earth’s moon in person.” (Jenny Howard and National Geographic Staff/2019/nationalgeographic.com)

 

“The moon, Earth’s sole natural satellite, is our constant companion. It has circled our planet for billions of years, since before the first sparks of life flickered in the oceans—before Earth was even cool enough to have oceans.” (Maya Wei-Haas/2019/nationalgeographic.com)

 

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Uma nave da SPACE X na superfície da Lua (não tripulada) por 2022

Utilizando as suas naves (para já protótipos) MK1 e MK2

Com o seu foguetão FALCON e com os seus andares reutilizáveis

E assim com o Homem a poder tocar a Lua em 2024

(mais de meio século passado – sendo-o impressionante, terrível − sobre a última vez)

 

Nada mais tendo para nos oferecer (científico-tecnologicamente referindo-se ao sector da iniciativa privada − como a SPACE X − deixando para o sector governamental − como a NASA − as teorias, testes e confirmações, mais dispendiosas e com menor retorno) senão o seu investimento e desenvolvimento inicial, tendo como objetivo prioritário (e de sobrevivência financeira) a comercialização do seu produto-tecnológico dirigido para a “Exploração do Mercado Espacial” (um “Mercado Exterior” em grande expansão) − um objetivo muito mais visível e vincado no caso da privada VIRGIN GALACTIC, dando grande importância e relevo aos voos comerciais e turísticos ao Espaço (exterior) incluindo nas suas rotas a LUA (fontes prioritárias de investimento), como forma de desenvolvimento (“apurando tecnicamente” as próximas missões) −

 

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Aterrando na Lua em 2022

E aí estabelecendo a sua primeira base (em 2024)

 

Eis que a SPACE X se vem de novo comprometer com uma data (apesar de ainda muito flutuante) para um seu próximo Evento (no fundo sendo o mesmo, mas por atraso e estratégia, repetidamente retardado e replicado), apontando para o lançamento de uma nave espacial para uma orbita terrestre já para 2020, para em 2022 aterrar na Lua (ainda sem tripulação) e em 2024 levar para lá os seus primeiros astronautas (aí se podendo instalar e criar a 1ª base terrestre num “Outro Mundo” que não a Terra):

 

At the 70th International Astronautical Congress, which took place last week in Washington, DC, SpaceX president and Cheif Operations Officer Gwynne Shotwell provided additional details about the Starship‘s mission timeline. As she indicated during a series of interviews, the company hopes to be sending the Starship to orbit next year, landing on the Moon by 2022, and sending crews to the lunar surface by 2024.” (Matt Williams/October 28, 2019/universetoday.com)

 

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Estabelecendo-se em Marte por 2028

Já depois de o ter feito anos antes na Lua

 

Mas certamente que se ficando verdadeiramente assustado (alertado, preocupado) com os planos a muito curto-prazo da SPACE X de infestar os Céus de Satélites Artificiais, para além de nos poderem cair na cabeça (como temia o “herói da Gália OBÉLIX”) poluindo ainda mais a zona exterior e em princípio protetora do nosso planeta (rodeando-o e rodeando-nos, e permitindo-nos alguma segurança de ameaças vindas do Espaço exterior): às centenas e aos milhares. E quando em vez de criarem mais um “estacionamento de sucata, agora espacial” deveriam pegar nela, construir algo de inovador e de revolucionário e (sem hesitações ou mais recuos) partir (enquanto ainda for possível e valer a pena).

 

(imagens: SPACE X/universetoday.com)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:35

22
Out 19

[E Marte.]

 

Olhando para Lanzarote (ilha mais oriental do arquipélago) e lembrando José Saramago (que aí residiu), uma imagem do seu Parque Natural de Vulcões localizado nas Canárias (Espanha) – agora tendo como protagonista o ESPAÇO.

 

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Lanzarote − Ilhas Canárias − Espanha

(PIA 23526)

 

No presente (2019, aqui com imagem de 2014) um território pela sua natureza (sendo um terreno semelhante ao da Lua e de Marte) utilizado pela NASA, para testar os seus ROVERS e treinar astronautas para futuras missões.

 

Num futuro (que se espera próximo) com a exploração de outros corpos celestes (Lua/Marte), tendo-se que obrigatoriamente de contar com a presença de astronautas especialistas, em geologia e geologia-microbiológica.

 

E se no presente e no nosso planeta este grão de planeta se encontra tal e qual como se vê − uma ilha de origem vulcânica, com extensões secas e desérticas, polvilhada de planos e de elevações − podendo tal ter acontecido em Marte.

 

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Vulcões de Lanzarote

(ampliação parcial de PIA 23526)

 

E se José Saramago no seu percurso de Vida (antes de saltar para a seguinte, assim o diz a Evolução) já viu esta Terra atual, porque não transformar esta imagem numa outra parecida, mas do passado de Marte.

 

Um planeta tal como todos os do Sistema Solar com cerca de 4,6 biliões de anos (para vermos a nossa brutal pequenez, Saramago só chegou aos 87), há perto de 3,6 biliões de anos (por impacto) apresentando à sua superfície uma entre muitas crateras (aqui a de GALE, uma bacia com mais de 150Km de extensão) e que há uns 3 biliões de anos (ainda nós nem existíamos na Terra, nem nada que se parecesse) poderia ter possuído um grande Lago (tal como José Saramago conheceu na sua terra, a TERRA).

 

(imagem: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:43

18
Out 19

[Para além dos homens − e talvez ainda mais − indo as mulheres.]

 

O 1º Passeio Espacial em grupo e só integrando (2) Mulheres.

(duas norte-americanas com uma delas sendo metade israelita)

 

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Christina Koch e Jessica Meir

 

GUERRA FRIA

(EUA/URSS)

Com o início da “Exploração Espacial” a não ter sido possível sem a “Corrida ao Espaço”, no decurso do período da “Guerra Fria– EUA Vs. URSS − sendo um dos métodos mais utilizados para “sem se verificarem conflitos”, uma Nação poder impor (sem recurso a Armas) a sua “Supremacia (sobre outra).

URSS

(rocketmime.com)

On April 12, 1961, Russian Cosmonaut Yuri Gagarin

became the first human to travel into space

in Vostok 3KA-2/Vostok 1.

EUA

(rocketmime.com)

Alan Shepard holds the distinction of being the first American to journey into space: on May 5, 1961, in the Freedom 7 spacecraft, he was launched by a Redstone rocket on a ballistic trajectory suborbital fligh.

 

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Depois de

 

VALENTINA TERESHKOVA

1ª mulher a “Viajar no Espaço

 

E de

 

SVETLANA SAVITSKAYA

1ª mulher a dar um “Passeio no Espaço

 

− Para já não falarmos de YURI GAGARIN e de ALEXEY LEONOV,

tendo concretizado respetiva e exatamente (no masculino)

o mesmo feito histórico

 

Por sinal todos cidadãos Soviéticos ou Russos (como quiserem, dado designarem o mesmo território e cidadãos) saindo da sua NAVE ESPACIAL,

 

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Eis que os norte-americanos na sua senda da Excecionalidade e não resistindo (nas suas intenções e ambições) aos Elogios e como consequência ao Poder,

 

Anunciam hoje dia 18 de outubro de 2018 o 1º duo de mulheres a

 

Passear em Grupo no Espaço”,

(37 anos depois, da soviética Svetlana Savitskaya o ter feito, em solitário)

 

Realizando trabalhos de manutenção (neste caso no exterior da Estação Espacial Internacional/ISS):

 

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Tratando-se de Christina Koch

(norte-americana, de 40 anos, natural do Michigan)

 

E de Jessica Meir.

 (norte-americana/sueca/israelita, de 42 anos e natural do Maine)

 

Curiosamente sendo concretizado num momento delicado da política Mundial (ainda dominada pelos EUA, mas agora tendo de enfrentar novas potências emergentes, como a todo-poderosa CHINA), mais uma vez com o problema da Energia (e o seu total controlo por parte dos EUA, mesmo sendo um produtor de energia e autossuficiente)

 

− E logicamente do Médio-Oriente

(onde existe petróleo e grandes reservas)

 

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Presente (por associação e causa do problema), colocando (no potencial campo de guerra económico-militar então criado) e como todos os sucessivos Governos dos EUA tanto gostam (sejam DEM sejam REP sejam OBAMA sejam TRUMP)

 

− Ou seja de “uma forma insultuosa

(por negar a Memória)

e simplória

(por negar a Cultura)

 

De um lado o EIXO do BEM

(com ISRAEL como seu aliado preferencial e único)

E do outro o EIXO do MAL.

(representado pelas restantes tribos árabes, que não a oriunda da Judeia)

 

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Talvez em mais um gesto de apoio (político e sobretudo interessado) dos EUA a Israel e simultaneamente uma “palmada nas costas (científica e de prestação de solidariedade) após mais uma tentativa falhada (por duas vezes e por volta das duas recentes eleições israelitas) de uma nave sua aterrar (com sucesso) na Lua.

 

[Colocando nesta “pequena, mas vistosa (e atual) missão pioneira” (incluindo apenas mulheres) a astronauta Jessica Meir (filha de mãe sueca e pai israelita e entrando na NASA, via LOCKEED MARTIN) … e por vias travessas e escuras um dos seus países (do lado do pai), Israel: e com toda a sua ambição (pelo menos Militar) e incluído já nos países ATÓMICOS, podendo-se agora integrar (finalmente e como uma Potência) nos países ESPACIAIS. Terrestres e “Lunáticos” que se cuidem, pois eles estão (cada vez mais) próximos.]

 

[E ainda para maior gáudio (merecido, por antecipação) da “Exploração Espacial Soviético-Russa”, recordando-se os seus primeiros voos espaciais (e com passageiros) − como atos PIONEIROS − não se limitando apenas à Natureza  e à nossa espécie de animais – como o Homem, um Animal Racional − mas estendendo-se igualmente aos Animais Irracionais – como a cadela Laika − e até (como produto artificial, criado pelo Homem) aos Robôs-Humanoides − como é o caso de Fedor (já a bordo da ISS).]

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

21
Jul 19

Não acreditando na iniciativa Privada (nesta área fulcral para a Humanidade, a Exploração do Espaço) apenas e logicamente interessada no lucro e no OBJETO (como a SPACE X e ainda mais a VIRGIN GALATIC), tornando-se difícil de visionar como num tão curto espaço de tempo (até 2024) a NASA conseguirá obter a sua Estação Espacial (Entreposto), o seu foguetão (para Marte Interplanetário), o seu módulo de aterrissagem (lunar/marciano) e até o fato apropriado para cada astronauta (e sua função) – nunca se esquecendo da prioridade desta nova missão o SUJEITO, o Homem (o seu desenvolvimento, evolução e persistência, como contraponto à sua Extinção). Seguindo-se o nosso desígnio (a nossa última esperança) as Viagens intergalácticas.

 

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Buzz Aldrin na Lua

(julho 1969)

 

'Shocking' Apollo 11 Success Stands Alone in Modern History

Astronaut Scott Kelly Says.

Kelly is amazed that NASA pulled off the moonshot

eight years after JFK announced the plan.

(Elisabeth Howell/space.com)

 

“E ainda mais chocante ainda

foi o abandono da Lua pelo Homem.”

(PA/Publicações Anormais)

 

Numa Missão Espacial Extraordinária (iniciada por Verne e declarada por Kennedy) levada a cabo há 50 anos (1969) – ligando o nosso planeta à Lua, localizada a pouco mais de 384.000Km de distância − atingindo o seu clímax quando Neil Armstrong (e a missão Apollo 11) pela 1ª vez e em nosso nome tocou (com a sua bota) a superfície de um outro Mundo que não a Terra (um território alienígena) e terminando abruptamente − sem nenhuma justificação credível (por honesta) apresentada − três anos depois (1972) com a realização da missão Apollo 17: segundo alguns rumores de então e de outros posteriores, com a medida de encerramento definitivo do Programa Apollo (levando ao cancelamento das missões Apollo 18/19/20) deveu-se unicamente ao elevado custo do Programa − quando se sabe que se pegarmos por exemplo em cinquenta anos de Exploração Espacial (apanhando ainda o Programa Apollo e os Vaivéns) e nos respetivos investimentos realizados pela NASA (por injeção financeira Governamental), o dinheiro nesse período gasto com o desenvolvimento do programa (Apollo) seria muitíssimo inferior ao esforço do departamento de Defesa dos EUA (de modo a manter o seu poderio e supremacia Militar Global) despendido num só ano.

 

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Lançamento da Apollo 11

(16 julho 1969)

 

Por essa altura (anos 70) com o investimento do Governo dos EUA na NASA (e no desenvolvimento da Exploração Espacial) a andar por volta dos 4,5 do seu PIB, quando agora e abertas as portas aos Privados (financiando-os em alternativa à NASA) se quedar por uns míseros 0,45 do PIB (aproximadamente 10X menos) − algo de ridículo (vejam-se as últimas ajudas financeiras da Administração de Donald Trump para a concretização de tais projetos) para quem pretende voltar à Lua e virar-se de seguida para Marte, sem querer alargar os cordões da sua bolsa (disponibilizando muitos biliões de dólares) e sem explicar como o fazer (e a sua razão e benefícios a tirar) claramente e sem subterfúgios (por exemplo eleitorais) aos seus cidadãos.

 

Relembrando que nos anos do Programa Apollo os seus detratores chegaram a afirmar que o investimento de tal projeto andaria certamente muito perto de 20% do PIB norte-americano de então: apesar de ser um argumento completamente falso e absurdo (até pelos biliões e biliões, triliões de dólares gastos em Guerras) tendo mesmo funcionado e suspenso temporariamente (para o tempo médio da vida do Homem uma Eternidade) o nosso obrigatório e cada vez mais urgente Destino − como Nómadas e esgotado o local anterior, partindo à descoberta de Outros Locais (Mundos e Terras) onde se possa no futuro instalar e evoluir.

 

Já que sem Movimento (Massa e Energia) não Existe Vida (Alma e Eletromagnetismo) e um animal parado é-o porque já está morto (extinto).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:38

06
Mai 19

A Killer Asteroid Is Coming

(livescience.com)

 

Recentemente com BILL NYE ex-apresentador do programa SCIENCE GUY e atual CEO da SOCIEDADE PLANETÁRIA, a avisar-nos para um futuro e catastrófico IMPACTO (talvez mesmo a curto-prazo) de um ASTEROIDE com a TERRA: podendo levar tal como sucedido há cerca de 66 milhões de anos com os DINOSSAUROS (a espécie então Dominante), à EXTINÇÃO (desta vez) do HOMEM (a espécie agora dita prevalecendo sobre as restantes).

 

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Um Asteroide sobre Nova Iorque

Projeção da entrada de um asteroide de cerca de 300 metros de dimensão na atmosfera terrestre e a uma velocidade de 12Km/s, dada a impossibilidade de o intercetar acabando por colidir com a Terra sobre a cidade de Nova Iorque fazendo-a desaparecer do mapa

(numa simulação NASA)

 

"The Earth is going to get hit with another [big] asteroid"

(Bill Nye/Sociedade Planetária/02.05.2019)

 

Com um “Inconveniente Suplementar” aumentando ainda mais os Perigos e as Consequências de tal Impacto, a ser devido ao desconhecimento (para já total) da data prevista para tal Evento (muito possivelmente) Apocalíptico, para já (e como se vê) não se sabendo QUANDO (?), talvez com poucas hipóteses de ocorrer no nosso tempo (enquanto por aqui andarmos), mas certamente ocorrendo (tal como anteriormente).

 

"The problem is, we don't know when. It's a very low probability in anyone's lifetime, but it's a very high-consequence event. If it happens, it would be like control-alt-delete for everything."

(Bill Nye)

 

E ao contrário dos DINOSSAUROS (segundo Mike Wall em livescience.com) − não podendo fazer mais nada, senão esperar a ocorrência do Impacto e observar e sentir os efeitos (e consequências) do mesmo Acontecimento (pela sua natureza e potência, verdadeiramente Extraordinário) – esperando-se que o HOMEM recorrendo a todo o seu conhecimento CIENTÍFICO-TECNOLÓGICO faça Algo e se vá começando a preparar: para o que “der e vier”.

 

Tendo-se logo e como primeiro passo a necessidade absoluta de se descobrir (com a maior brevidade e antecipação possível) esse referido Asteroide potencialmente podendo provocar na Terra (ao impactar) um terrível Evento ao Nível da Extinção (nossa e das restantes Espécies), com os cientistas confiantes (na concretização desse objetivo) agora que já conseguem detetar (e assim descobrir, segundo eles) os mais perigosos: no mínimo com 1km e não se detetando até hoje (vindo na nossa direção) nenhum.

 

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A Extinção dos Dinossauros

Há 66 milhões de anos no passado (período da extinção do Cretáceo-Paleógeno) e com os Dinossauros a dominarem o planeta Terra dando-se um Evento ao Nível de Extinção Maciça (E.L.E./Extintion Level Event) com cerca de 3/4 das espécies (animais e plantas) a desaparecerem de vez incluindo os Dinossauros

 

“Unlike the dinosaurs, however, we don't just have to sit around and wait for doom to rain down on us. We can do something about the asteroid threat — and we should start prepping for it now.”

(Bill Nye)

 

Chelyabinsk Meteor: A Wake-Up Call for Earth

The Chelyabinsk meteor was a small asteroid — about the size of a six-story building — that broke up over the city of Chelyabinsk, Russia. The blast was stronger than a nuclear explosion. The shock wave it generated shattered glass and injured about 1,200 people.

(Elizabeth Howell/space.com)

 

Mas de um momento para o outro podendo-se ser surpreendido pela chegada de um objeto (passando nas proximidades da Terra e podendo fazer uma tangente ou secante) apanhando-nos desprevenidos (por exemplo) vindo do lado do Sol (e encoberto pelo mesmo e pelo brilho intenso dos seus raios), por mais pequeno, menor densidade, velocidade e ângulo de entrada na atmosfera que apresente, podendo não Destruir o Planeta (destruição global) mas mesmo assim podendo obliterar por ex. um Estado (destruição regional).

 

Faltando apenas descobrir alguma forma de tendo um objeto destes a caminho e podendo-nos atingir, antes de tal ocorrer o possamos destruir ou no mínimo desviar: falando-se de um Raio-Trator-Gravitacional, da Detonação de uma Arma Nuclear ou da utilização de Raios-Laser. Mas com a certeza (no Tempo e no Espaço) de que mais cedo ou mais tarde o Impacto sucederá (hoje mesmo ou amanhã):

 

“There are catastrophic impacts in our future if we don't do something about them. It's not a matter of if; it's only a matter of when.”

(Jim Green/NASA)

 

(texto: a partir de Live Science − imagens: dailymail.co.uk/earthspacecircle.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:02

04
Abr 19

Extinção em Massa do Ordoviciano, Devoniano, Permiano, Triássico e Cretáceo, seguindo-se o Holoceno, tempo em que nós vivemos e em que poderemos ser os grandes protagonistas – da Extinção (do Homem) e sucedendo aos nossos queridos Dinossauros (então com o Homem a perpetuar-se nas prateleiras de um novo Toys "R" Us e nas mãos de um outro animal).]

 

Fanerozóico

(últimos 542 milhões de anos)

 

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(% de Extinção Marinha/Milhões de anos)

 

Num momento da História da Terra em que poderemos já estar a viver a 6ª Maior Extinção Maciça um recordar dos seis Eventos de Extinção (para já conhecidos): (1) há quase 450 milhões de anos o fim do Ordoviciano com a extinção de cerca de 85% das espécies (como os graptólitos), (2) há 375 milhões de anos já avançado no Devoniano com a extinção de 75% das espécies (entre elas as trilobites), (3) há 250 milhões de anos no fim do Permiano com a extinção de mais de 95% das espécies (caso dos tabulate coral) a maior de todas as extinções, quase erradicando todo o tipo de vida do nosso planeta (4) há 200 milhões de anos no fim do Triássico com a extinção de 80% das espécies (como os Conodanta) e finalmente (5) há 66 milhões de anos no fim do Cretáceo com a extinção de 76% das espécies (caso da amonite e podendo Já em terra circularem os dinossauros). E iniciada a 6ª Maior Extinção Maciça, depois dos Dinossauros seguindo-se (com grandes hipóteses de se acertar, caso não partamos para o espaço) o Homem. (fonte: Viviane Richter/COSMOS)

 

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Num momento em que em Portugal o delfim de Marcello Caetano (1906/1980) se não governa pelo menos é Rei (desde o ano de 2016)

 

– Marcelo Sousa o homem que foi capaz de passar de forte apoiante do Estado Novo (inicialmente até pensado pelo próprio Marcello para seu sucessor) a protagonista do regime Democrata (que lhe sucedeu hoje sendo o seu Presidente)

 

Corporizando através do seu carisma bipolar (adorou/atraiçoou o Padrinho que o iria tornar seu Delfim) uma região particular do planeta Terra (no presente micro) que para determinados observadores aparenta ter parado no respetivo espaço/tempo (veja-se o que Portugal já foi no Mundo e no Passado),

 

Eis que do Outro Lado do Oceano Atlântico os sucessores de um antigo contingente de europeus expulsos das suas terras (de família e de nascimento) e levados pelo mar fora para outro continente distante e ainda no início do seu processo de desenvolvimento e de consolidação

 

– Obviamente tratando-se da América do Norte e particularmente dos EUA

 

Nos prometem de novo a LUA e como se já não bastasse MARTE:

 

Uns (Portugal) alegremente deixando-se ficar (pelo apeadeiro)

 

“Felizmente temos o Algarve, dirão alguns”

 

E vendo sem perceber os outros (EUA) seguir (para a seguinte Estação).

 

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No final da segunda década do 2º milénio e a caminho de se perfazer meio-século (este ano fazendo 47 anos no mês de Dezembro) sobre o último voo espacial tripulado levando o Homem à LUA e aí fazendo-o pisar (algo de impensável mesmo na altura e em que muitos ainda não acreditam) o seu primeiro Mundo Extraterrestre (o nosso único satélite localizado a cerca de 384400Km da Terra),

 

Com a Agência Espacial Norte-Americana (e governamental) NASA colocada perante o ambicioso projeto e o trabalho já levado a cabo (e tendo a vir a ser concretizado com sucesso) pela empresa privada do multimilionário Elon Musk, a privada SPACE X

 

– Com o seu alvo estratégico apontando o planeta Marte (mais distante de nós, mas supostamente mais interessante), utilizando ainda o nosso satélite natural a Lua (muito mais próxima de nós e já visitada) como forma de financiamento (com voos privados pagos) e desenvolvimento da nave espacial SPACE X STARSHIP que os levará ao seu “Destino-Marte

 

A apresentar finalmente o seu Programa Espacial a ser cumprido nos próximos anos, tendo como objetivo o regresso à Lua e o lançamento da missão Marte (num projeto apoiado pela atual Administração Norte-Americana): não levando milionários em passeios privados e turísticos até à Lua (para o usufruto e o prazer de um só) mas aí alunando, criando uma base e utilizando a Lua como uma plataforma para alcançar com maior fiabilidade (cientifico-tecnológica e não contabilística) Marte e a partir daí e da consolidação de todos os fatores e conhecimentos adquiridos, atirando-se então e decisivamente para o lançamento de um maior e mais arriscado empreendimento espacial, dirigindo-se então para Marte e aí colocando o primeiro ser humano.

 

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E assim respondendo por necessidade e no presente (sentindo-se abandonada e podendo ser ultrapassada) ao nítido avanço da iniciativa privada na área da conquista do Espaço (igualmente financiada por verbas governamentais) – privados mais que nunca desejosos de tomar as rédeas da Exploração (em todos os sentidos sobretudo comerciais) do Espaço (com a maior abertura da nova Administração norte-americana à iniciativa privada, diminuindo impostos e facilitando o financiamento privado) – com a NASA respondendo ao pedido do atual presidente Donald Trump (da sua Administração e contando ainda com o total apoio de alguns dos seus maiores oposicionistas nas primárias republicanas de 2016) a assumir o desígnio proposto e a apresentar recentemente a sua versão do projeto LUA/MARTE (respondendo assim à apresentação alternativa da privada Space X):

 

“President Donald Trump has asked NASA to accelerate our plans to return to the Moon and to land humans on the surface again by 2024. We will go with innovative new technologies and systems to explore more locations across the surface than was ever thought possible. This time, when we go to the Moon, we will stay. And then we will use what we learn on the Moon to take the next giant leap - sending astronauts to Mars.” (Jim Bridenstine/ NASA)

 

Propondo-nos a LUA em 2024 e Marte para lá de 2030, nesses anos com o Homem voltando a pisar a superfície da Lua e pouco tempo depois a pisar o solo do primeiro planeta para além do nosso o vizinho exterior o Planeta Vermelho: explorando e lá tentando construir a sua primeira base/colónia marciana e com mais esse passo talvez ajudando a abrir mais uma porta para as próximas visitas interplanetárias, interssistemas e intergalácticas. Mas até lá havendo ainda muito que fazer na Terra (cá dentro) e fora dela (no Espaço exterior).

 

(imagens: wikipedia.org e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:18

01
Jan 19

[Passagem de Ano em Albufeira

Não pensando na Terra mas no Céu]

 

Passagem de Ano 2018/19

1 Janeiro 2019

O que revelam os Sinais recebidos pela NASA da sonda NEW HORIZONS

Que passou pelo objeto mais distante já explorado?

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Da Terra a Ultima Thule

A Caminhada da sonda New Horizons

Os Sinais confirmaram que a sonda conseguiu sobrevoar, fazer captura de imagens e análises científicas do corpo celeste conhecido como ULTIMA THULE

Um Mundo que está a cerca de 6,5 ​​bilhões de quilômetros de distância da TERRA e se tornou o objeto celeste Mais Distante já Explorado pela Humanidade.

(BBC Brasil/metrojornal.com.br)

 

E tal como prometido pela NASA com a sonda automática NEW HORIZONS depois de ter ultrapassado o planeta-anão PLUTÃO (antes de despromovido sendo o nono e mais longínquo planeta do Sistema Solar) a dirigir-se de seguida rumo ao CINTURÃO de KUIPER – para aí se encontrar com um dos inúmeros KBO (Kuiper Belt Object) neste caso ULTIMA THULE – e tal como o efetuado com o planeta-anão anterior durante o espaço-tempo disponibilizado, fotografá-lo e estudá-lo profundamente: ou não fosse ULTIMA THULE o Mundo mais distante até hoje atingido e estudado pelo HOMEM.

 

NASA's New Horizons spacecraft flew past Ultima Thule in the early hours of New Year's Day, ushering in the era of exploration from the enigmatic Kuiper Belt, a region of primordial objects that holds keys to understanding the origins of the solar system.”

(jhuapl.edu)

 

Jan1-2018_press-lease_Image1.png

Imagem do KBO e planeta-anão Ultima Thule

(na aproximação da sonda New Horizons a esse Objeto do Cinturão de Kuiper ou KBO)

 

Na Passagem de Ano de 2018 para 2019 e por volta das 05:30 da madrugada (em Portugal) do 1º dia de Janeiro deste Ano Novo de 2019 (por volta das 00:30 em Washington) com as câmaras (de alta-resolução) da NEW HORIZONS através da utilização do seu instrumento ótico LORRI (e na sua aproximação final ao seu objetivo) a fornecerem-nos as primeiras imagens (uma composição de duas imagens) de um dos parentes mais próximos e relevantes de PLUTÃO, o KBO denominado como ULTIMA THULE: aparentemente (e a partir das imagens e dados já recolhidos) com as suas dimensões a estarem próximas dos 16Km de largura e dos 32Km de comprimento e com a sua forma a aparentar a de um amendoim mais largo nas pontas e mais estreito no meio – podendo ser um único objeto (como que fundido a meio) ou então um sistema binário (integrando dois objetos, muito próximos e interligados). Com ULTIMA THULE girando no seu movimento de rotação (em torno de um Eixo virtual) como a figura seguinte sugere:

 

Jan1-2018_press-lease_Image1 B.jpg

Eixo de rotação virtual

(do KBO Ultima Thule)

 

"New Horizons performed as planned today, conducting the farthest exploration of any world in history — 4 billion miles from the Sun."

(jhuapl.edu)

 

Segundo os responsáveis da NASA (pela missão levada a cabo pela sonda NEW HORIZONS) debruçando-se agora sobre o Objeto Celestial mais afastado da TERRA neste preciso momento (1 de Janeiro de 2019) a ser visitado, fotografado e estudado pelo HOMEM – e depois de confirmado o movimento de rotação (e respetivo período) associado a ULTIMA THULE (antes nunca tendo sido confirmado), esperando-se agora (e deixando entusiasmados/excitados todos os cientistas) e tal como sucedido com Plutão, a chegada das primeiras imagens (em Alta-Resolução) deste NOVO MUNDO (situado nos confins do nosso Sistema e nunca visto por nós em imagens feitas por perto): tiradas a uns 4 BILIÕES de KM da TERRA por alguém já com fama (veja-se Plutão) de ser grande “fotógrafo".

 

"New Horizons holds a dear place in our hearts as an intrepid and persistent little explorer, as well as a great photographer."

(jhuapl.edu)

 

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New Horizons em aproximação a Ultima Thule

(a 31 de Dezembro de 2018)

 

Ultima Thule, 2014 MU69 ou 486958:

 

Um objeto celeste transnetuniano localizado no Cinturão de Kuiper (integrando o Sistema Solar), descoberto a 26 de Junho de 2014 pelo telescópio espacial Hubble, em relação ao Sol distando aproximadamente entre 42 UA (periélio) e 47 UA (afélio) – ou seja e em média 6.630 milhões de Km – e tendo um período orbital um pouco inferior a 300 anos, neste 1º de Janeiro de 2019 e pouquíssimo tempo após a Passagem de Ano sendo visitado pela 1ª vez por uma nave terrestre (para os potenciais visitados um artefacto alienígena), fazendo-lhe uma rasante de uns míseros 3000Km a 4000Km. O mais longínquo objeto alguma vez visitado (pelo Homem):

 

The New Horizons spacecraft will continue downloading images and other data in the days and months ahead, completing the return of all science data over the next 20 months. Nine years into its journey, the spacecraft began its exploration of the Kuiper Belt with a flyby of Pluto and its moons. Almost 13 years after the launch, the spacecraft will continue its exploration of the Kuiper Belt until at least 2021. Team members plan to propose more Kuiper Belt exploration.

(jhuapl.edu)

 

(imagens: NASA)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:36

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