Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Nov 18

[Monstro com mais de 1Km]

 

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Observação do asteroide 2003 SD220 ou 163889

(3/5 Dezembro e 14/15 Dezembro 2015)

 

Com o próximo encontro nas proximidades da TERRA

 

– Com um corpo celeste de dimensões relevantes –

 

A estar marcado para o dia 22 de Dezembro de 2018 (um sábado)

 

– Com o ASTEROIDE 163899 a passar a 7,4 DL (distância lunar = 384.401Km) da Terra a uma V = 6,2Km/s –

 

Poderemos ficar (aparentemente) descansados que nenhum objeto passando nas proximidades do nosso planeta (e tomando a distância Terra/Lua como referência) nos trará (para a Terra e para o seu Ecossistema) consequências negativas:

 

Com o monstro de 1.232 metros de diâmetro a passar a pouco mais de 2.800.000Km da Terra (um pouco menos que 1/50 da distância Terra/Sol), cumprindo o seu período orbital de aproximadamente 18,8 anos (um objeto descoberto em Janeiro/2000, observado pela última vez Outubro/2018 e com órbita definida 24h depois).

 

E desse modo com código de impacto Zero (0).

 

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Maiores aproximações do asteroide à Terra

(período de 2009/27)

 

Esta segunda-feira (5 de Novembro) com o asteroide 163899 a localizar-se 0,989 UA do Sol (a 148.350.000Km) e a 0,151 UA da Terra (a 22.650.000Km).

 

Não se verificando como se vê hipótese de qualquer tipo de Impacto (direto/indireto), ficando-se apenas a aguardar que nenhum mais pequeno (e sem qualquer tipo de Aviso) nos alcance:

 

Como se terá passado em CHELIABINSK (Rússia) a 15 de Fevereiro de 2013 (pelas 09:20 locais) com um objeto a entrar na atmosfera terrestre, transformando-se numa BOLA-DE-FOGO e explodindo de seguida – desintegrando-se e provocando uma onda de choque, causando danos materiais (telhados/janelas/etc.) e cerca de 1.200 feridos.

 

Num Evento sem Aviso Prévio.

 

(imagens: Arecibo Observatory/earthsky.org e JPL/wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:44

27
Dez 17

Efeitos provocados na atmosfera pela passagem dos foguetões FALCON 9 (EUA) e TOPOL (Rússia) ‒ o 1º lançado antes do Natal (22) o 2º lançado depois (26).

 

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Lançamento do FALCON 9

 

Como se fosse uma resposta por parte da Confederação Russa (e da sua Agência Espacial Governamental) ao último lançamento (a 22 de Dezembro) por parte da SPACE X (Empresa Espacial Privada Norte-americana) do seu foguetão FALCON 9 (aparentemente para colocar 10 satélites de comunicação em órbita da Terra), no passado dia 26 de Dezembro (ontem) e a partir da sua base de KAPUSTIN YAR (localizada na cidade de Znamensk, a leste de Volgogrado, no sudoeste da Rússia) a Força Estratégica de Mísseis Russos lançou o seu míssil balístico intercontinental RS-12M TOPOL: um míssil de uma só ogiva, já com mais de 30 anos de serviço e sendo capaz de transportar uma ogiva nuclear de cerca de 550 Kt até uma distância de 10.000Km (segundo os militares russos apenas um teste para um estudo de armamento para este tipo de míssil). Num evento observado no sudoeste da Rússia assim como no leste da Ucrânia (Donbas).

 

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Lançamento do RS-12M TOPOL

 

Sendo desde logo notícia não só pela sua origem (a Rússia de Vladimir Putin) mas também pelo foco militar a ele atribuído (afinal de contas trata-se de um míssil de longo alcance podendo transportar uma poderosa arma nuclear), mas neste caso transportando consigo um elemento adicional (impactante por visual), desassociado neste caso do seu espaço (interesse) militar e podendo ser comparável com um outro (SPACE X VS TOPOL), nem que seja para escolher qual o mais estranho, assim como o mais belo: com os russos através do lançamento do seu míssil TOPOL a tentarem rivalizar com os norte-americanos e com o lançamento do seu foguetão FALCON 9 (RÚSSIA VS. EUA), tendo apenas em avaliação para a escolha do melhor e da Declaração de Vencedor, o espetáculo visual proporcionado no céu (pela evolução do foguetão) e ao público em geral graciosamente oferecido. E naturalmente ‒ pela sua estranheza e beleza ‒ por muitos usufruídos (na Rússia e nos EUA).

 

(imagens: Julian Röpcke@JulianRoepcke/tiny baby fingers‏ @kevins_fingers/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:30

26
Dez 17

“Numa cidade entrando num curto período de repouso antes da Passagem do Ano”

 

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1

Rua dos Bares

(na Av. Descobrimentos virando à direita para a Av. Sá Carneiro)

 

Ultrapassado o dia 24 e 25 de Dezembro e já com todos tendo descoberto o que o seu Pai Natal lhes deixou no sapatinho (mas ainda com muitos com a sola do sapato de boca aberta ou então com o seu único par de meias cheio de buracos ‒ e assim nunca atingindo o efeito desejado nesta quadra natalícia sendo mais um familiar ou amigo para quem não os tem) no dia 26 já no início da tarde e ainda com a esmagadora maioria dos negócios fechados (ligados como é evidente à Hotelaria/Restauração ou associados a essa área) resolvi dar uma pequenina volta pela cidade de Albufeira e no local verificar ao vivo o que se passava nas ruas da cidade (e nas zonas próximas envolventes como será o caso das praias e do mar). E percorrida a Avenida dos Descobrimentos desde a Rotunda dos Relógios (entrando pela Avenida da Bela Vista) virando à direita e entrando na Rua dos Bares passando pelo Figueirinha (1): com pouca gente na rua parecendo mais um deserto.

 

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2

Praia da Oura

(Restaurante/Bar Borda D’Água)

 

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3

Praia da Oura

(mesmo no fim/junto à praia da Rua Ramalho Ortigão)

 

Descendo então toda a Avenida Sá Carneiro, passando à direita do Liberto’s Bar (esquerda do posto dos CTT) e chegados ao Wild & Co, contornando de seguida a rotunda e descendo a rua Ramalho de Ortigão, atingindo-se finalmente a praia da Oura (3) ‒ usufruindo-se não só do colorido artificial das lojas e dos bares (como sempre à beira-mar plantados) como das cores da Natureza (sempre belas e absorventes e fazendo-nos pensar/recordar) nesta época do ano (de Inverno e de Natal). Com o Borda-D’água (2) aberto mas com pouco pessoal (tempo frio e de chuva) e sem ninguém na praia passeando pela areia e aproveitando o momento: no fundo e ultrapassada a terrível semana de compras (sobretudo de comida e prendas) desta quadra de Natal (terminada a 24 de Dezembro por volta das 19:00), entrando-se num período de nojo (de uns 5 dias) terminando a 31 com a Passagem do Ano ‒ e de 31 para 1 com os Xutos & Pontapés (mas já sem o Zé Pedro) iniciando-se aí (na Praia dos Pescadores) o ano de 2018.

 

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4

A caminho do INATEL

(vindo da Oura e descendo a Avenida Infante D. Henrique)

 

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5

Praia do INATEL

(parecendo uma escavação aspeto tradicional da praia durante o Inverno)

 

Saído do Borda D’Água e dirigindo-me (4) para o INATEL (pela Avenida Infante D. Henrique) aproveitando a ocasião (dada a pouquíssima gente presente e ausência de confusão) para espreitar a praia (5) reconfirmando a sua evolução (muito peculiar nesta altura do ano): mais uma vez com o esgoto a céu aberto que há dezenas de anos acompanha esta praia (de referência para quem vem a Albufeira frequentando o INATEL) ‒ umas vezes mais escondido/outras menos, umas vezes mais feio e sujo/outras menos ‒ a dizer Presente, confesso que agora parecendo mais uma escavação (arqueológica) de algum caminho antigo e perdido no passado e agora indo dar (sabe-se lá porquê) ao mar. Talvez fazendo parte de um antigo muito caminho (ele está lá bem visível) levando para um Outro Mundo mas não se sabendo bem qual (e em nome do Progresso/de Albufeira, hoje sendo apenas um emissário/submarino/ou nem tanto, dedicando-se exclusivamente ao transporte de produtos de grande toxicidade).

 

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6

Praia do INATEL

(olhando o mar durante a tarde a partir do seu areal)

 

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7

Albufeira

(passando pela Praia dos Pescadores, pela Praia do Túnel e chegando à Praia do Peneco)

 

Mas como tudo no Mundo tem a sua própria beleza (mesmo que escondida entre toneladas de construções supérfluas e artificiais) seja ao olhar para o mar seja ao olhar para terra, conseguimos ainda interpretar este único cenário (necessitando de apenas e para tal ter um pouco de cultura e para ajudar de memória ‒ as Referências) desde que recuemos um pouco (nas coordenadas do tempo e do espaço) colocando-nos como se frente a um Espelho no respetivo Lugar (utilizando de preferência todos os órgãos dos sentidos): sendo sempre maravilhoso (estonteante) um cenário (6) à beira-mar (sendo 100% natural) ou a descoberta extraordinária (7) entre os escombros (edifícios novos soterrando edificações antigas e esmagando pessoas ainda vivas) do passado já lendário de Albufeira (na sua cronologia passada e por espírito de sobrevivência indígena seguramente na presente). Só sendo necessário parar, por uns breves instantes pensar e como as vagas das ondas, deixar-se ir e penetrar ‒ e mesmo entre o cimento altaneiro sobre o mar, descobrir algo de outrora e assim recordar/respeitar (todos os antepassados que ‒ como eu ‒ um dia por cá passaram). Com esta bela baía de águas em geral tranquilas, de um lado tendo as casas e do outro o vasto mar.

 

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8

À esquerda e ao fundo ficando/encoberta a Rotunda dos Descobrimentos

(com a estrada oriunda da EN125 e chegando a Albufeira, para um lado tendo a marina, para o outro tendo a Câmara e descendo a zona antiga)

 

E terminando esta voltinha na Rua da Encosta lá para os lados do ALDI (8) ‒ de início procurando o presépio (visível de certos lados para quem se dirige à rotunda) mas não o encontrando, desistindo ‒ dirigindo-me então para casa mas já lá não encontrando (quase) ninguém: tal como eu tendo saído (com o cão) para darem uma voltinha. Depois de uma semana infernal antecedendo 25 (praticamente de 15 a 24 ou sejam 10 dias) com todos a competirem para uma ida às compras sobretudo em grandes áreas e com milhares de pessoas (formando uma multidão por vezes parecendo ululante), caindo-se repentinamente num estado de letargia, sem grande presença humana e ausência de movimentos (entre extremos, dos 80 aos menos de 8) como se fosse a Bonança antecipando a Tempestade (de 31 para 1): tudo fechado, tudo parado e nada havendo (de novo para além de comer) para fazer. Esperando-se pelo jantar (sendo quase nove da noite e não havendo nada a cheirar) e talvez restos do Natal (do bacalhau/roupa velha e do peru/talvez com massa).

 

(imagens: PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:46

24
Dez 16

24 Dezembro 2016/25 Dezembro 2016

(enquanto comemos bacalhau na Terra, uma máquina vai-nos passeando por Marte)

 

Há 2016 anos atrás três personalidades de relevo no campo da Astronomia e oriundos da Babilónia, na prossecução dos seus estudos sobre estrelas, planetas e outros corpos celestes e eventos cósmicos há muito sendo observados, depararam-se com algo de cientificamente raro e deveras surpreendente, que para eles (como cientistas que eram mas também como religiosos) poderia ser um sinal (um bom ou mau presságio) de algo mais (talvez Divino): eles eram os 3 Reis Magos e o sinal era a Estrela de Belém – que até poderia ser um cometa com o Halley como candidato, ou até mesmo a explosão de uma estrela em Supernova.

 

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Imagem da câmara panorâmica do ROVER OPPORTUNITY

(registada no 4591º dia da sua permanência sobre a superfície de MARTE)

Trilho de uma das rodas do veículo

 

Numa imagem (ou duas) registada no período antecedendo a Quadra Natalícia de 2016 (com o seu auge a ser atingido na passagem de 24 para 25 de dezembro), um veículo motorizado remetido pelo planeta Terra (em Julho de 2003) e tendo como destino o planeta Marte (atingido em Janeiro de 2004), mostra à Evidência e a quem ainda dúvidas sobre a grande capacidade do Homem (segundo dizem utilizando apenas uns 10% dos seus recursos mentais), que conjugando todas as imensas capacidades biológicas que o nosso organismo nos oferece (provavelmente com a maioria delas ainda por descobrir ou simplesmente ignorando-as não as executando) e simultaneamente sabendo beneficiar da matéria-prima oferecida pela Natureza (ali posta graciosamente ao nosso dispor) e do desenvolvimento por parte do Homem de técnicas, Máquinas e Ferramentas (graças à sua experimentação, conhecimento e transformação no decorrer do processo por ele participado durante séculos), com a colaboração das Máquinas e com a biotecnologia poderemos sempre transformar e evolui – bastando replicar nelas os nossos mais objetivos desejos. Tal como certamente terão feito outros antes de nós.

 

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Imagem da câmara frontal do ROVER OPPORTUNITY

(registada no 4591º dia da sua permanência sobre a superfície de MARTE)

Horizonte, câmara, roda e trilho

 

 

Não valendo a pena continuarmos com debates propositadamente estéreis e pretensamente focando problemas existenciais (sobre o suposto conflito podendo um dia eclodir entre Homens e Máquinas), quando já hoje e beneficiando das suas intervenções pré-programadas e sem um único indício de algum tipo de intervenção particular e mecânico (o que não quer dizer que tal Coisa ou Entidade não exista), as atiramos para a nossa frente servindo-nos delas essencialmente para ameaçar e matar: quebrando-se o equilíbrio existente entre o Homem e a Natureza (os únicos parceiros que aqui nos interessam um deles sendo nós e garantindo a nossa sobrevivência como espécie), exclusivamente por intervenção irresponsável por parte do Homem em todo o processo (ou problema por ele criado) atribuindo à Máquina ainda desconstruída (por utilização de processadores e métodos de processamento rudimentares) funcionalidades que nunca deveria possuir e muito menos aplicar – até para respeitar a Regra sagrada de qualquer Robot de não poder matar um Humano. Ainda-por-cima quando desde pequenos e tratando-nos como que se todos nós não recordássemos momentos marcantes da nossa própria vida (talvez provocado por falta de memória mas na verdade porque já crescemos, já aparecemos e reaparecemos), a todos foi ensinado que se ensinarmos algo a alguém, o mais lógico e natural é que ele o repita sem fim e mais tarde o mostre a outro alguém como ele e como eu (outra réplica): pelo menos foi assim que aprendemos (experimentar e repetir).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:01
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22
Dez 16

A caminho do Natal e da Passagem de Ano, o tempo parece ter estabilizado (aguenta-se e pelo menos não chove) – tendo em conta para já os dois principais dias da Quadra Natalícia (24 e 25). Depois talvez se mantenha, mas logo se verá.

 

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Península Ibérica – imagem por satélite

(IPMA – Infravermelho – 21 Dezembro 2016 – 22 horas)

 

Com a previsível estabilização da temperatura entre os 8/10⁰C de mínima e 18/20⁰C de máxima e a mais que certa ausência de precipitação (pelo menos até ao dia 26), antecipa-se para este ano um período da Quadra Natalícia com céu limpo e contando com a presença do Sol (para nos aquecer o corpo), mais carregador por volta da hora do almoço, esmorecendo gradualmente durante a tarde e lá para o fim do dia e podendo contar com a presença de vento, ficando mais frio enfiando-se pelo corpo. No entanto suportáveis como o dizem a previsão: temperaturas de 8 a 20 (⁰C).

 

Já agora e dado que não podemos prever tudo o que venha do Céu e do Espaço, olhemos um pouco para a terra onde assentam as nossas casas: construções edificadas em terrenos de origem sedimentar localizados mesmo ao lado do mar e de zonas sismologicamente ativas. Na nossa zona de conforto sem registo de eventos de relevo ou até mesmo sentidos. Apenas com uns registos menores (5): M1.8 NE Monchique dia 15, M1.9 e M2.0 SW Albufeira dia 15, M2.0 NW Vila Bispo dia 16 e M1.6 SW Faro dia 21 (hoje). Como se vê com registos normais (ao contrário das Ilhas Salomão/Pacífico de novo a tremer – máximo M6.7 ontem).

 

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Solstício de Dezembro de 2016

(21 de Dezembro às 10:44 UT)

 

Numa data do nosso calendário (21 Dezembro) em que se regista o início do Inverno Astronómico (o Meteorológico inicia-se a 1 de Dezembro) e em que se dá o Solstício de Inverno (no Hemisfério Norte), momento da nossa cronologia anual em que as horas do dia sob os efeitos preciosos do Sol atingem o seu mínimo: e sendo o dia em que no Polo Norte as 24 horas se passam em total escuridão. E com o estado do tempo em Albufeira logo no início de quinta-feira (dia 22 00:00) a apresentar 10⁰C de temperatura, céu limpo e humidade de 74%.

 

(imagens: ipma.pt e earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:15

26
Dez 15

Um Calhau de Natal com mais de 1km mas passando bem longe de Nós

 

Na passada quinta-feira dia 24 de Dezembro (enquanto comíamos tranquilamente o nosso bacalhau) mais um corpo celeste passou nas imediações do planeta TERRA: tratou-se do asteroide 2003 SD220, grande em dimensão (no mínimo com mais de um quilómetro de comprimento) e que passou a quase 11 milhões de quilómetros de nós. Nesse dia mais outros três asteroides (mas de muito menor dimensão) passaram ainda mais perto: um com 14m outro com 24m e o último com 49m (este último passando a pouco mais de 2,6 milhões de quilómetros da Terra).

 

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Asteroide 2003 SD220 a 22 de Dezembro de 2015
(Deep Space Network antenna – Goldstone/California)

 

Está previsto que o asteroide da VÉSPERA DO NATAL (como ele ficou conhecido neste ano de 2015) volte a passar nas proximidades da Terra dentro de três anos, mas nessa altura a cerca de 2,8 milhões de quilómetros de distância (em 2070 a distância será sensivelmente a mesma). Pelo que apesar das suas apreciáveis dimensões não corremos qualquer perigo futuro de impacto vindo da sua parte. O radar utilizado pela DEEP SCACE NETWORK a partir de GOLDSTONE na Califórnia tem sido utilizado para a observação e estudo de centenas de corpos celestes deste tipo (asteroides e cometas), fornecendo-nos importantes informações sobre os mesmos como tamanho, forma, rotação, superfície e órbita.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:16

25
Dez 14

Enquanto um Eu confirmava (unilateralmente) a sua decisão irrevogável
O outro Eu irrevogavelmente decidia em sua própria (e legítima) conformidade

 

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Com um Eu a comandar a Europa e o outro Eu a comandar os Estados Unidos da América, ambos utilizando protecção corporal de origem russa (pai natal vermelho) e segurança pessoal de fabrico chinês (pistola de laser amarelo).

 

E assim, acima do Eu e do outro Eu Ocidental surge agora o Eu alternativo (não na tua loja mas na loja dos 300), inicialmente ignorado, repudiado e denegrido e finalmente aceite e até adoptado: agora entranhado!

 

Na minha cidade o Pai Natal continuou ausente: os milhares de lâmpadas desapareceram, as pessoas já não se vêm e até o silêncio ganhou, definitivamente tomando conta da noite.

 

No entanto ainda respiramos e nos movimentamos, apesar de agora abandonados pelo nosso querido Espírito Santo (e que já tantos colegas renegam).

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:55
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24
Dez 13

“Tal como Judas nós somos vítimas”

(No meio do Estado “Mau” mas Necessário, dominado por Privados “Bons” mas Supérfluos)

 

Judas era apenas um funcionário para cobranças difíceis

 

Ao contrário da história que nos contam desde pequeninos, especialmente nos tempos de ingenuidade em que frequentávamos a catequese e mais assiduamente por alturas festivas como a da época do Natal, Judas foi uma das vítimas mais conhecidas que viveu os anos da vida de Jesus sobre a superfície Terra, ao ver-se involuntariamente envolvido nos conflitos político-religiosos que se viviam por essa altura. Dum momento para o outro passou de Mensageiro a Bode Expiatório, acabando ostracizado pela História comum e transformado em traidor pelos seus anteriores companheiros: apenas porque como cobrador de impostos dos senhores que comandavam o Estado, foi fazer a colecta directamente à fonte de rendimentos, comprometendo-se em nome do poder em eliminar o principal adversário desses mesmos fornecedores e fontes. Os senhores ficaram ricos, as fontes eliminaram a concorrência, mas os tumultos continuaram: por esse motivo o Estado teve que tomar a única atitude credível, responsável e irrevogável, que dele se poderia alguma vez esperar – deu cabo do mensageiro e mandou matar o inimigo.

 

Merkel talvez seja o Pai Natal sugerido pela Coca-Cola para a Europa

 

Hoje vivemos dias difíceis. A Europa entregou-se completamente nos braços dos Estados Unidos da América – para adiar mais uma vez a bancarrota deste – oferecendo a evolução do euro e de toda a sua economia e finanças, com a entrega de mãos completamente abertas (ou vazias?) de todos os poderes de decisão à (tornada) poderosa Alemanha: com o apoio estratégico dos países do norte da Europa – e com a Rússia de fora a apostar fortemente na decomposição da união – a Alemanha ganhava finalmente a guerra, não necessitando desta vez de recorrer às armas e aos militares para sair vitoriosa, mas socorrendo-se apenas para o efeito dum Banco e duns quantos funcionários obedientes e diligentes – como muitos dos medíocres e oportunistas actuais dirigentes europeus. Também queria ter um negócio como este: muito simplificadamente não era tão bom termos direito a crédito ilimitado a juros de 0% ou menos – o dinheiro vem de muito lado e nas suas deslocações constantes muitas vezes suja-se – e emprestá-lo como nosso aos nossos próprios sócios a uma taxa superior, recolhendo de seguida os dividendos todos para nós, para aplicarmos nos nossos negócios pessoais?

 

Criança indiana vestida de Pai Natal pedindo doces e presentes

 

Quanto a nós portugueses a nossa imagem desta quadra natalícia aproxima-se cada vez mais da imagem que transporta consigo a criança indiana da imagem anterior: invertido o sentido original desta época festiva que deveria ser de amizade e de solidariedade e dispensado o excedentário e velhote Pai Natal com uma reforma de tostões e um pontapé no traseiro – já que a rena Rodolfo se recusara a fazer tal maldade, ao seu velho companheiro de brincadeiras – esta criança que poderia muito bem ser um de nós deixa assim de ser definitivamente uma certeza viva e com futuro, transformando-se em mero pedinte num mundo de sobreviventes. E com políticos como aqueles que se infiltraram no nosso país por todos os buracos obscuros da nossa miséria quotidiana, nada mais poderíamos esperar deles senão a prepotência, a escravidão e a nossa doce submissão: e no fim se for necessário pedir, fazê-lo com muito jeitinho – de preferência apresentável e sem muito incomodar.

 

(imagens: Apascentar os Pequeninos – Arpose – Economia & Negócios)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:23

16
Out 11

Este asteróide passa perto de nós durante o terrível Natal de 2011 em Portugal, com o povo sem dinheiro para as despesas e sem subsídios para pagar as dívidas

 

Asteróide 2000 YA

Distância mínima da Terra: mais de 1.000.000Km

Diâmetro: 49 a 110 metros

 

NASA

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:57

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