Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Abr 18

[Em 21-04-2018]

 

Num Mundo em histeria artificial (quando o obrigatório é tentar-se sobreviver) tendo de um lado do Natural e majestoso oceano ATLÂNTICO, duas projeções clamorosamente Artificiais (pelo menos para a generalidade dos 7,5 biliões) – um convencido novo-rico como TRUMP (tendo como currículo ser Milionário) e outro convencido afirmando representar os Nobres como MAY (tendo como currículo o Brexit) e com a Besta Vermelha escolhida a quem atirar pedras (dispensada por atividade interna já bastante ativa a Arábia Saudita) a ser o ex-KGB PUTIN – o cenário que nos poderá suceder se entretanto ninguém carregar no botão, certamente que não será favorável à nossa preservação como espécie: restando-nos ainda alguma Esperança (ou Fé) enquanto tivermos o desejo (a capacidade e a ajuda) de apenas nos deixarmos levar (nem sentindo o atrito), sonhar e imaginar (sabendo separar e recorrendo ao espelho).

 

I

 

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1

Chuva com queda de granizo na cidade de Faro

(imagem: Rute Sousa/youtube.com em 21.04.2018)

 

Num fim-de-semana sombrio com o céu encoberto e precipitação (iniciado no final da semana e confirmado na madrugada de sábado), proporcionando condições meteorológicas nada aconselháveis para se sair de casa e usufruir do meio urbano e/ou rural (onde vivemos e/ou convivemos) – em Albufeira com a maioria dos seus residentes (a saírem de casa apesar do tempo) a optarem pelo Centro Comercial (Poder do Mercado) como alternativa a um Passeio na Praia (Poder da Natureza) – muitos de nós decidiram-se por ficar por casa (já na fim da tarde/noite de sexta-feira) saindo apenas se necessário e numa estreita área de terreno rodeando a nossa habitação (ou refúgio): ainda esta madrugada (sexta-feira para sábado) com o mau tempo instalado na região do estreito de Gibraltar (atingindo o norte ocidental de Marrocos e do sul de Espanha) e estendendo-se pelo sul da Península Ibérica (e logicamente fazendo sentir-se em Portugal particularmente no Alentejo e no Algarve), a assolar toda a região algarvia sobretudo o seu litoral (onde se localiza quase a meio a capital do turismo do Algarve a cidade de Albufeira) com algumas rajadas de vento, forte precipitação e ainda trovoada (com trovões e com relâmpagos) – e ainda na cidade de Faro com a Queda de Granizo (imagem 1). Com o céu durante manhã a desanuviar ligeiramente (ficando um pouco mais azul e sentindo-se a presença do Sol) mas prometendo ainda chuva e condições incertas para sair (e lá fora usufruir). De momento em Albufeira (pelas 15:00) com a temperatura a apontar para os 19⁰C (previsão de variação entre 13⁰C/20⁰C), com vento moderado (de sul) e previsão (de continuação) de aguaceiros.

 

II

 

Flying Saucers Photographs (3).jpg

2

A prova da existência de OVNIS – terrestres ou extraterrestres – em fotos dos anos 50

(imagem: ufosightingshotspotblogspot.pt)

 

Lake Michigan roll cloud.jpg

3

Uma onda gigante de água e de nuvens observada – dia 13/sexta-feira – no lago Michigan

(imagem: ufosightingshotspotblogspot.pt)

 

Convidando-nos a divagar (em alternativa necessária) por outros tempos-livres (de desintoxicação) sempre ao nosso alcance apesar de não claramente expostos (devido a problemas essencialmente de cultura e de memória – como consequência evidente e deliberada de todo o processo Educativo, não convidando a pensar mas apenas a responder e sabendo-se antecipadamente que Tempo e Dinheiro, estão intimamente associados) e por aí tentando de uma forma ou de outra (central ou marginal) diversificar a nossa existência (já tão monótona na sequência diária e repetitiva dos 365/6 dias do ano) – por outras sensações e prazeres em outros Espaços e Tempos – por Outros Mundos e Ideias já observados ou não, já confirmados ou não. Por vezes só deixando-nos embrenhar na Cultura Marginal (perdida na Memória do Tempo mas sobrevivendo na nossa Imaginação – parte da Realidade – em Lendas, Contos e Narrativas), infiltrando-nos nos Mundos Mais Profundos (Subterrâneos) ou Distantes (exteriores ao nosso planeta) do nosso próprio Consciente – e como procedimento (extensivo e compreensivo) aceitando como Possível o Impossível (tal como o da existência de Mundos Paralelos, neles encontrando os nossos complementares constituindo o nosso Todo) – sendo-se capaz (então) de descobrir Outros Trilhos e direções, mesmo que baseados em Sinais e alicerçados em Teorias (mesmo que não confirmados e/ou indiretos e integrados nas Teorias da Conspiração).

 

III

 

Flying Saucers Photographs (2).jpg snapshot 222.jpg

4/5

OVNI recordando-nos os Haunebus aviões avançados desenvolvidos no período nazi 43/45

E nuvens avançando em 13 de Abril sobre o Lago Michigan sugerindo-nos o filme O Nevoeiro

(imagens: ufosightingshotspotblogspot.pt)

 

E assim hoje sábado 21 de Abril – com o tempo a convidar para se ficar em casa e à falta de melhor (de âmbito pessoal mesmo que estritamente físico) de nos deixarmos embrenhar nas fantásticas (por ainda maioritariamente Abertas) vias ultrarrápidas da WEB – ao olhar para o Site ufosightingshotspot.blogsopt.pt (e ao ver as imagens aí reproduzidas) recordando de imediato o início da expansão do Fenómeno OVNI (nos anos 50 tendo como referência Roswell ocorrido em 47) e como não poderia deixar de ser (porque o vi) o filme de John Carpenter O Nevoeiro (lançado em 1980 – original – como a Bruma Assassina). No caso do Fenómeno OVNI e referindo-nos às imagens anteriores (2 e 4) com as mesmas a serem consideradas autênticas (tendo sido registadas há quase 70 anos em Starks/Maine/EUA) e simultaneamente podendo ser (segundo o artigo de 14 de Abril) ou uma nave de origem extraterrestre ou então baseada em tecnologia de origem terrestre desenvolvida durante a guerra (II Guerra Mundial) pelos cientistas nazis. Com uma origem ou com outra (de algum lado virão) e sem confirmação (ainda não vi) mantendo-se como um dos pontos da nossa Imaginação (integrando a nossa Realidade).

 

IV

 

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6/7

Fenómeno atmosférico Natural provocado pela chegada repentina de ar frio, provocando simultaneamente interagindo com a superfície das águas a descida/aumento do seu nível

(imagens: MrMBB333 e WTF Newz em youtube.com)

 

No caso da Onda Gigante de Água e de Nuvens (imagens 3 e 5) transportando-nos para “uma história de horror sugerido sem a exibição de sangue, com fantasmas vingativos que atacam uma cidade litorânea, escondidos num sinistro nevoeiro” (bocadoinferno.com.br): projetado através de um filme do realizador norte-americano Jonh Carpenter (realizador entre outros de Halloween, Dark Star, The Thing, Christine, They Live) na altura ignorado e desprezado (com vários fracassos comerciais) e hoje considerado (dentro do género fantástico/mistério/terror) um dos seus “filmes de culto” utilizando como protagonista o NEVOEIRO. Aqui associando um fenómeno atmosférico (natural) projetado na sua mais corrente apresentação (pública) e com uma forma e aspeto reconhecido por qualquer um de nós (como Nevoeiro) – oriundo do lado do mar, avançando em direção a terra e tudo engolindo no seu caminho – com um outro fator mas misterioso, talvez natural na essência mas para já apenas existindo na nossa Imaginação (Realidade): carregando o Nevoeiro de um punhado de Fantasmas com desejos de vingança e como tal transformando o simples nevoeiro numa aterrorizadora e mortal Bruma Assassina. E para lá da intervenção do Fantástico observando o fenómeno em si (atmosférico só com nuvens), podendo reconhecer para além deste, outros (semelhantes/mais intensos) no mínimo com duplo impacto (com nuvens e também água) – e sendo tudo Natural: numa forte conjugação (visual) entre a Água e as Nuvens alterando-se o nível das águas num curto espaço de tempo, com a mesma a descer/subir/descer (como se fosse um tsunami) conjuntamente com as nuvens criando-se a intensa ilusão de uma Muralha a Avançar (tudo isto provocado por diferenças de temperaturas entre camadas de nuvens e a superfície da água, fazendo tudo circular e dando este aspeto final) – como registadas nas imagens anteriores (6/7).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:33

29
Jan 16

O que na realidade acontece em todo o Universo é que quando algo de natural (objeto ou sujeito) é retirado da sua inércia aparente (por relativa), muda anormalmente de condição transformando-se em algo de novo – artificial. Confuso? Não há problema. Desde que se compreenda e interiorize que a Realidade resulta da conjugação de tudo o que consideramos Natural e Artificial (normal e anormal, claro e escuro, matéria e antimatéria).

 

Enquanto no nosso planeta o movimento e a vida se manifestam constantemente sendo praticamente impossível não os sentir ou percecionar, no distante corpo celeste que é o planeta Marte o mais pequeno detalhe pode representar uma enorme descoberta. Só temos que ver e imaginar.

 

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Um cenário natural parecendo uma guarita
(talvez artificial)

 

Ao aproximarmo-nos de um dos planetas do Sistema Solar (como por exemplo Marte) a primeira questão que desde logo nos faz pensar e rapidamente nos põe a mexer, é saber se nele existirá vida ou não (de preferência inteligente): em terra, no mar e no ar. No caso de Marte e pelo que todos sabemos, atmosfera quase nem vê-la e água ainda pior (talvez escondida nas calotes polares). Resta-nos a terra – um terreno árido e desértico, desprovido de qualquer tipo de movimento, sujeito a temperaturas extremas e radiações solares e cósmicas radioativas e mortais e acima de tudo sem qualquer vestígio visível de vida (pelo menos segundo a noção – e aspeto exterior – que temos dela). E se em vez de Vida Orgânica Inteligente estivéssemos em presença de Vida Mineral Inteligente? Aí até as pedras poderiam falar (por mais calcinadas que estivessem e mesmo parecendo um osso seco).

 

Como a estrutura geológica representada anteriormente (um cenário natural) e registada pelo veículo da sonda OPPORTUNITY: que poderia muito bem ser se obtida na Terra, os vestígios arqueológicos de uma qualquer construção (natural ou artificial). E talvez com a presença (aí) duma espécie inteligente (pelo menos como nós).

 

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Um cenário artificial parecendo um buraco
(talvez natural)

 

Quando utilizando os nossos órgãos dos sentidos percecionamos o mundo que nos rodeia, o nosso corpo físico (desde logo manifestando uma crescente atividade psíquica) é imediata e profundamente atravessado de uma ponta à outra por uma infinidade de sensações de tal forma intensas, que chegadas ao centro de descodificação, de interpretação e de memória logo ali são transformadas e adaptadas a um determinado modelo. E é em torno deste modelo pela nossa sociedade adotado (mas pelo que constatamos à nossa volta provavelmente nada correto) que muitas vezes erramos e criamos absurdos: como afirmar em absoluto e por definição que algo ou é Normal ou então é Anormal (e obviamente nada mais existindo).

 

Já na imagem seguinte (um cenário artificial) a câmara da sonda Opportunity apresenta-nos sinais evidentes de intervenção exterior na superfície do planeta Marte (numa parte do respetivo registo), sinais esses no entanto não suscetíveis de aí ocorrerem dadas as características conhecidas deste corpo celeste: sem vida conhecida por lá mas com um vizinho bem carregado dela e ainda por cima localizado muito por perto (a Terra).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:14

29
Jan 15

Marte desloca-se na sua órbita em torno do Sol (que dura aproximadamente dois anos) a uma velocidade de 24Km/s. Tem um diâmetro perto dos 6.800Km, uma força da gravidade quase 1/3 da registada Terra e dois satélites a acompanhá-lo: Deimos e Fobos. A duração do seu dia é muito semelhante ao dia terrestre, registando à sua superfície temperaturas que podem variar entre 140°C negativos e 35°C positivos (com a temperatura média andando pelos 60°C negativos). E se não fossem estas grandes amplitudes térmicas registadas ou as fortes radiações que penetram a sua débil atmosfera, certamente que para qualquer terrestre o seu ar seria impeditivo para a sua sobrevivência: presença avassaladora de dióxido de carbono (95%) e o resto gases tóxicos com pouco mais de 0,2% de presença de oxigénio.

 

PIA17918.jpg

Marte – MRO – Ascraeus Mons

19.04.2014

 

Um fenómeno poderá ter origem natural, artificial, ser uma mistura de ambas ou nada ter a ver mesmo com elas: ser apenas algo mais (real) e um produto do tempo (simulado) – talvez para nos entretermos (com sinais) e desvendarmos mistérios (e tecnologias).

 

Utilizando uma infinidade de pontos, definindo com eles um infinidade de planos e transformando-os numa infinidade de espaços, poderemos numa das etapas deste processo evolutivo, talvez por acaso talvez por necessidade, criar uma imagem – e a partir daí elaborar um novo objecto, demonstrando com a sua presença a influência do sujeito. O Universo existe devido a uma conjugação complexa entre caos e organização, resultando essa mistura de parâmetros aparentemente contrários mas que se completam, no aparecimento de geometria e na origem da vida: e se a vida é um episódio da evolução conjunta entre caos e organização, tudo o que desafia o aspecto natural deste mundo, só pode ter tido origem numa das mais espectaculares criações deste duo: para nós o Homem, para um qualquer alienígena um Semelhante. E se a geometria é um indício, também o pode ser de vida.

 

Para um leigo que se põe a olhar para imagens da superfície de Marte, a primeira sensação que se tem (ao olhar para muitas das suas paisagens calcinadas) é que algo de avassalador e catastrófico se terá passado num passado distante da história desse planeta.

 

Nesta imagem obtida pela sonda norte-americana MRO (colocada em órbita de Marte), é bem visível na superfície deste nosso planeta vizinho, os contornos de uma misteriosa figura a que alguns astrónomos chamam “o Coração”. Logicamente que a sua origem será natural, artificial ou uma mistura de ambas. Mas o mais aceitável é que diversas interacções com o planeta se tenham registado durante a História de Marte e que tenham sido a Matéria e a Energia os dois factores primordiais (sempre interligados, interdependentes e complementares) que aí intervieram: interagindo deram origem à vida e em conjunto prosseguiram o seu trajecto comum. Deste modo porque não aceitar como uma acção conjunta, o aparecimento deste “coração”? Se o Homem (ou qualquer outro tipo de referência paralela, como o Homem Alienígena) representa uma parte desse produto final, qual a razão porque sempre que somos colocados perante situações como esta, recusarmos sempre como uma explicação possível a intervenção de qualquer entidade ou ser vivo? Se calhar será porque, não sendo nós, mais ninguém será. Defeito de fabrico.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:08

27
Abr 12

Espelho (dito) Natural

 

Só pode ser um problema de visão, porque não compreendo o problema que estes objetos nos podem provocar no nosso quotidiano normalizado.

Usamos espelhos em dezenas de situações, até para nos aperaltarmos em alturas solenes.

É que toda a gente sabe que as aparências iludem e se não formos nós a construir a nossa imagem, não será o espelho que nos salvará!

Ele é um instrumento capaz de nos proporcionar uma boa ferramenta à construção da máscara que queremos optar para nós como símbolo de beleza, entrando no entanto em fase de desgaste rápido e esquecimento, a partir da altura que o refletido repara que por mais que tente, deixou de haver solução para uma restauração capaz da imagem original.

O Espelho Meu é uma boa coisa e ao mesmo tempo uma boa treta, tal como o constatou a Bruxa Má, na sua luta inglória contra o monopólio da sua rival Branca de Neve e dos seus Sete Maridos Anões – não esquecendo aqui o Príncipe da história, que ficou associado à parte da fruta e fugiu a cavalo com a mulher, dos queridos e agora desprezados sete maridões.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:19

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