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E Eis Que Eles Ressuscitam

Terça-feira, 31.08.21

Poderão as Alterações Climáticas ─ para sermos mais precisos, a Natureza ─ levar à Extinção do Homem? É claro que sim, comparando-se o poder infinitesimamente minúsculo do Homem (nem uns 8 biliões de seres vivos, entre triliões e triliões de muitos outros, vivendo neste planeta), posto perante a brutalidade extrema, evolutiva e geológica da Terra.

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Saltando espécies e civilizações

O Espaço tal como os Oceanos (com a epopeia dos Navegadores) sendo visto como o nosso território no Tempo de Aventura e de Descoberta, e até mesmo de sobrevivência ─ por expansão de territórios da nossa espécie (como o comprovam os nossos antecessores, então sem possibilidade de fuga)

 

Mas mesmo atravessando períodos geológicos críticos acompanhados por situações meteorológicas extremas (como o que poderá ter ocorrido há mais de 60 milhões de anos com a extinção dos Dinossauros), para além de outras espécies poderem sobreviver e até outras “recuperar” (reaparecer, tendo estado adormecidas), algo de semelhante podendo acontecer igualmente com o Homem ─ ou não nos declarássemos constantemente como uma espécie única e diferenciada (das outras conhecidas) ─ com este como que por milagre (um Milagre da Natureza, o real) reerguendo-se de um possível Ciclo Civilizacional anterior, dado um novo Salto.

Logo tendo a Terra mais de 4,5 biliões de anos (de Espaço e de Tempo, de Movimento) e tendo conhecimento de Eventos ao Nível da Extinção com uns 60 milhões (como o do Asteroide), mesmo dando à Terra vários períodos de tempo e de espaço para a mesma se ambientar e se apresentar (antes, durante e depois de cada Salto), sendo fácil de concluir que nestes 4,5 biliões poderão ter passado por cá não uma mas muitas Civilizações (desaparecendo aparentemente uma após outra, mas deixando na talvez pré-determinada “Arca de Noé”, a sua semente).

Perante este poder avassalador da Natureza oferecido não pelo mesmo (poder em si, podendo ser mortal), mas pela sua possibilidade de partilha e usufruto mútuo e sem compromissos das múltiplas partes ─ logo e pelo menos no início, o poder estando a quem o dá e não em quem o recebe ─ existindo (no entanto) um processo podendo levar à extinção de uma determinada espécie ainda-por-cima autodenominando-se como a dominante, auto exterminando-se por exemplo, com o desencadear do Holocausto Nuclear. Mas no final e posta a Humanidade de fora, ficando muito mais.

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O Homem como centro de tudo

Um pensamento circular convidando-nos à nossa alienação, centrifugando a nossa mente e fundindo sob coação, realidade e ficção ─ quando as mesmas existindo, fazendo parte de um todo e de modo a manter o equilíbrio, tanto se atraindo, como se repelindo ou entram em suspensão (relativa, nunca absoluta)

 

Atrever-se a dizer que “é o Homem que vai dar cabo da Terra” ─ ignorando que a Terra por estar viva está em constante atividade geológica, fazendo territórios emergirem e outros imergirem e provocando Alterações Climáticas regionais, obrigando o Homem a assumir o seu nomadismo original ─ é o mesmo que acreditar que a Terra é o Centro do Mundo, que o Homem é o Centro do Mundo, que Eu sou o Centro do Mundo, que a culpa é de Judas, que a culpa é do Diabo, que a culpa é do Covid-19. Como o avestruz face a uma situação potencialmente perigosa, enfiando a cabeça num buraco.

Certamente com a ação do Homem (deixando-se levar e a aceitar) a poder influenciar o caminho e as consequências (já visíveis) que as Alterações Climáticas estão a seguir e a provocar, mas decisivamente não tendo sido o Homem a iniciar este caminho ─ ocupando apenas umas quantas carruagens, de um bem extenso comboio ─ num projeto natural desde há talvez milhares senão milhões de anos já em andamento de cruzeiro.

Por isso a escolha entre estares a favor ou a estares contra, cada um dos lados a puxar a corda enrolada em torno do teu pescoço, esperando pela destes (colocados à esquerda ou à direita da extremidade da corda) tão desejada resposta: que será? Mas não valendo muito a pena preocupar-nos para já com estas coisinhas deprimentes (só se for mesmo por caridade e por compaixão, sentimentos “must” ambos de regresso), ainda hoje é “Silly Season” (31 de agosto) e sabendo-se por experiência (pratica adquirida ao longo de muitos anos) que de uma forma ou de outra eles nos tratarão eficientemente da saúde (física e mental) ─ a especialidade deles.

(imagens: Getty Images/livescience.com ─ spacebattles.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:17

Trauma Recarregado − Esperando (ainda) por Lucifer

Terça-feira, 24.08.21

Com a nossa civilização de pernas-para-o-ar (ou para ser mais duro, com a esmagadora maioria de nós, os que permitimos, de “pernas-abertas”) assumida definitivamente a primazia do Objeto sobre o Sujeito (vítima de rápido desgaste e com custos de manutenção elevado)

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Sujeito Vs. Objeto

– E tendo ainda os nossos órgãos dos sentidos em atividade, mesmo que em módulo mínimo de funcionamento e apesar de algum tipo de “seccionamento cerebral” a que temos sido gradualmente sujeitos (nem sequer necessitando do “bisturi nobel” do nosso “médico-de-família” Egas Moniz, com tantas formas de manipulação subliminar) –

Não sendo de admirar que depois de mais um descontrolo do Homem na preservação da sua espécie como todos nós sabemos caminhando imperturbavelmente no caminho inevitável da sua extinção (como o comprova o descontrolo global e social perante o coronavírus − Saúde Vs. Economia − e o caso do Afeganistão − Vida Vs. Morte), demonstrando (de novo e como sempre, exceto para o “ceguinho”) a insignificância do seu poder (do Homem) face ao estrondoso poder da Natureza – com o Homem apenas sendo capaz de se autodestruir, pensando certamente que em delírio, que com o seu desaparecimento, desaparece a Terra e o Mundo (com as suas “Bombas” apenas se extinguindo, dando origem ao aparecimento de uma nova raça dominante – esta (a Natureza) revele mais uma vez a sua força, não pelo poder do Homem exercida sobre ela (minúsculo, pensando só pela sua intervenção particular, egocêntrica e centralizada nele mesmo, “Alterar o Clima” de um planeta como a Terra), mas apenas como tudo na Vida devido à inevitável transformação e evolução de tudo o que se move, estando Vivo.

Não sendo dando um tiro na cabeça e esperando ressuscitar (com a graça de Deus ou de outras Máquinas) que nós chegaremos um dia a algum lado a não ser o já conhecido pelos Dinossauros:

Até porque candidatos à nossa sucessão já existirão muitos (formigas, baratas, ratos, etc.) alguns mesmo organizados em sociedade, mesmo que por despeito (até desrespeitando Deus, achando-nos superior, o Centro) o não queiramos reconhecer.

E aí entra mais uma vez o “poder absoluto da Natureza” (querendo a Terra destruir-se, levando-nos com ela e não o contrário), comprovando mais uma vez (como se tal fosse necessário, mas com os “Negacionistas da Natureza” a serem cada vez em maior número, dado o seu falso poder garantir-lhe o nível hierárquico de proteção necessário) e face a mais duas derrotas do Homem (face ao Coronavírus e face a nós próprios na Guerra) quem na realidade manda:

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Homem Vs. Natureza

Desde que existem registos e que se saiba sendo a primeira vez que chove sore a camada gelada da Gronelândia, num território bem próximo do Polo Norte onde precipitação que se conheça e devido às baixas temperaturas só sendo de neve.

Ora não sendo esse o caso verificado recentemente (no Hemisfério Norte onde decorre neste momento a estação do Verão), já que em vez de nevar durante horas seguidas ter chovido, inundando a superfície gelado e até contribuindo com esta ação para um mais rápido degelo de diversas camadas (superficiais e inferiores) contribuindo certa e futuramente para o subir do nível médio da água-do-mar:

Numa logica de evolução natural e geológica da Terra, com uns territórios afundando e outros emergindo originando migrações e até o aparecimento de novas Civilizações novas espécies dominantes, mais ou menos ligadas diretamente (ou “à distância”) à nossa – amanhã com muitas zonas costeiras (até leitos de antigos rios) afundando-se desaparecendo (extravasando “as suas competências”), sendo necessariamente substituídas, sendo esta a Lei da Vida e não do Homem (apenas um dos bichos presentes, frágil e facilmente descartável).

Um dia num futuro mais próximo do que pensa (e não nos tendo já auto exterminado, dado a nossa capacidade de nos destruirmos várias vezes, a nós não à Terra, essa adaptando-se num milésimo de segundo) vivendo-se nos polos norte e sul, deixando o resto do planeta como hoje tratamos a grande maioria, de lado e esquecido, até ao próximo sobressalto, ou Ciclo Terrestre:

Tendo a Terra vários biliões de anos, sendo logico e natural que a mesma tenha passado por vários Saltos Civilizacionais, com outras espécies ou até mesmo o Homem tendo dominado à sua superfície (aqui como noutros objetos integrando uma História maior a do nosso Sistema, da nossa galáxia do Cosmos).

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Lucifer Vs. Deus

Com este fenómeno registado na Gronelândia a ser para já único (nesta zona com a temperatura por uma ou outra vez tendo ultrapassado momentaneamente o “Zero” sobre a camada superficial de gelo, mas nunca tendo chovido só nevado) resultado do aparecimento de anticiclones antes mais afastados, fazendo descer em altitude camadas atmosféricas à medida que se movimentam (em altitude, descendo) aquecendo camadas inferiores:

Como o nosso conhecido anticiclone doa Açores subindo igualmente ao longo do Oceano Atlântico (agora mais a norte) influenciando não só o nosso clima mas o de territórios adjacentes.

Isto para já não falar do Polo Norte e das suas coordenadas geográficas, com o seu eixo virtual a continuar a deslocar-se em direção à Sibéria − não será esta mais uma manobra de Vladimir Putin em estreita colaboração com Xi Jinping (o Eixo do Mal em ascensão) e agora que Joe Biden (o Cruzado e símbolo do Eixo do Bem) anda nas nuvens (pelo menos a sua cabeça) para agora e em conjunto formatarem a geologia da Terra (mostrando-se mais poderosos que a mesma, mais poderosos que um planeta, talvez mesmo que os Extraterrestres ou até um asteroide) segundo o que estes Homens Poderosos o desejam?

Ainda-por-cima com a Europa roubado o último cêntimo (dos rendimentos) da velhinha − vindo dos tempos coloniais – sem sequer disfarçar e até usando as mesmas estruturas/mecanismos (arquitetónicos e legais, os quarteis, os filhos dos militares, evoluindo da pistola para o papel igualmente podendo matar) teve que assumir definitivamente o seu papel de “SUPER prostituta mental”:

Desmentido o poder das armas (antes querendo-se tropas) e desmascarados os terroristas-especialistas, sendo eruditos apenas no papel (depois querendo-se doutores) higiénico e aí deixando a sua verdadeira marca.

(imagens: envolverde.com.br – cartoonmovement.com – facebook.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:31

Hemisfério Norte de Seca, Chuva intensa e Tempo de Praia (até a latitudes elevadas)

Domingo, 01.08.21

“Com fogos, inundações, deslocamento de terras

e talvez ─ um destes dias ─ praia para os esquimós.”

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Fogos

EUA

 

Estando tudo ligado entre si ou o Universo não fosse um “Organismo Vivo” (consciente e organizado) ─ numa mistura de “caos e de ordem” e de diversas dimensões (muitas delas ainda desconhecidas) de eletromagnetismo (sendo a Alma desse Universo) ─ tudo o que se passe num determinado ponto do Espaço, envolvendo alterações de caraterísticas de regiões adjacentes, mais cedo ou mais tarde por diversos processos de propagação, poderá refletir num outro ponto ─ podendo ser o seu simétrico (na amostra) ─ condições semelhantes ou proporcionais (conforme o espaço e o tempo) do ponto do espaço inicialmente considerado, como origem (da ação, provocando uma reação e a sua manifestação).

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Inundações

Bélgica

 

Assim se compreendendo que, provocando a formação de uma onda num dos lados de um pequeno e pouco profundo lago, a mesma se deslocará até atingir (com maior ou menor intensidade) o outro lado do mesmo, facilmente se interiorizando e aceitando que estando-se presente num acontecimento maior (com causas naturais, artificiais ou mesmo mistas), mesmo que a nível do nosso planeta (a Terra) algo aconteça aqui, rápida e automaticamente poderá ter a sua resposta para acolá: como por exemplo uma região do nosso planeta estar sujeita a chuvas intensas (provocando mesmo no Verão, inundações e deslocamentos de terras) e outra, talvez em circunstâncias muito semelhantes (opor exemplo de latitudes) estar sujeita  a secas extremas (tal como se passa na Califórnia com os fogos, como poderia ser a mais altas latitudes, apresentando-se aí tempo, de Sol e praia).

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Bomba de Calor

Canadá

 

Existindo agora estes problemas a nível do comportamento da atmosfera, algo ao qual não estávamos habituados desde há muitos anos atrás (desde que nos conhecemos) ─ “antigamente o tempo não sendo assim” (como tudo, não podendo ser esse um motivo de estranheza, mas de evolução) ─ podendo-se apresentar sempre e no mínimo três soluções (internas), uma (1) não incluindo o Homem, a outra (2) “muito mais grandiosa” incluindo-o e até lhe dando protagonismo, subalternizando de uma forma ridícula a força da Natureza e finalmente uma terceira, (3) repartindo rigorosamente o papel de um (o Homem) e do outro (a Natureza). E se a versão (2) parece ser entre estas três a menos credível ─ regressando-se no presente a uma réplica da Teoria do Geocentrismo, substituindo apenas a Terra no centro e tendo adora o Homem como o “Centro do Mundo” ─ sendo a base das Alterações Climáticas, dos Degelos nos Polos, do Aquecimento Global, do Efeito de Estufa, do Buraco na camada de Ozono, etc. ─ grande e poderoso Homem, dominando a Natureza e nem sequer conseguindo “sair de casa” (lançar-se para o Espaço, tal como os Navegadores o fizeram então com os Oceanos) ─ já a versão (1) e (3) parecem ser as mais aceitáveis: certamente com a Natureza a ter a contribuição fundamental (para todas as alterações registadas, à superfície da Terra), tendo naturalmente uma pequena contribuição humana (afinal de contas nem 8 mil milhões somos), com a Terra num seu todo a evoluir e a transformar-se a nível geológico, com umas regiões afundando e com outras a emergirem (cada muitas delas de novo, mas numa fase ou ciclo diferente) ─ estando a Terra geologicamente viva e bem ativa e sendo o Mundo Mineral o marco inicial (a parte central, o Esqueleto) da Vida.

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Tufão

China

 

Todos aqueles querendo contribuir (como um quadrupedo com as palas) para a campanha (de caminho obrigatório e único) do Homem ser, “o protagonista do que se diz ser a destruição da Terra, quase que exclusivamente por exclusividade dele” ─ sendo o Homem apenas uma das partes e logo a mais fraca (um violento terramoto podendo destruir uma região, um impacto todo um planeta) ─ sabendo estarem apenas a manipular, a adiar vergonhosamente a solução (por vezes estando mesmo, dos dois lados), mais uma vez em vez de se resolver o problema, arrastando-se o mesmo e entretanto e mais uma vez (para isso servindo a Justiça) arranjando-se um “bode expiatório”. Afirmando perentoriamente quererem um Mundo 100% Descarbonizado, mal sabendo se tal acontecesse uma das consequências seria o Homem nem sequer existir (pelo menos tal como nos conhecemos).

(imagens: EPA-EFE/Vassilis Psomas/theconversation.com ─

The Telegraph/watchers.news ─ Getty Images/yahoo.com ─ CCTV/watchers.news)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:47

O Homem não é o Centro do Mundo

Sábado, 17.07.21

No topo virtual da Pirâmide estando o Homem, mas sendo suportado ─ a mais de 99% ─ pelo poder da Natureza. Assistindo-se à Evolução Geológica da Terra (com Aquecimento Global, Degelo dos Polos, Alterações Climáticas e outros fatores associadas) o Homem tendo para sobreviver, que a acompanhar (a Evolução).

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Aasterberg ─ Holanda

(julho 2021/inundações)

 

Tal como qualquer detentor de uma concessão, tendo condições de exploração fazendo-a, não a tendo abandonando-a, o mesmo se passa obviamente com a Natureza, apresentando-nos territórios preparados para a nossa exploração ─ expostos, à superfície ─ posteriormente perdidas essas condições de escolha (básicas para a nossa sobrevivência) ─ por abaixamento,  submersão ─ sendo substituídas por outras podendo replicar (no espaço/tempo) o mesmo modelo: com terras antes submergidas e posteriormente emergindo (dando origem a novas áreas), proporcionando territórios de ocupação/exploração por parte do Homem, continuando a concretização de mais um ciclo, mais tarde ou mais cedo sofrendo novo abaixamento, podendo de novo submergir.

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Deggendorf ─ Alemanha

(junho 2013/inundações)

 

Num planeta com uma idade estimada de mais de 4,5 biliões de anos, com muitas das evidências e sinais transmitidos pelo Ecossistema onde atualmente vivemos sugerindo-nos que, durante toda a sua evolução a mesma poderá ter sofrido vários Eventos cíclicos relevantes (periódicos), uns podendo incluir vida significativa, outro não e outros mantendo-a nos mínimos (possibilitando-lhe um novo arranque), com a sua História Geral tendo como seu grande protagonista, não a intervenção do Homem, mas a “Evolução Geológica da Terra”, podendo ter de facto sofrido vários Saltos Civilizacionais nestes biliões de anos, talvez com milhões de anos de duração e algumas interrupções: podendo ter várias causas, inevitavelmente de origem natural e podendo envolver vários intervenientes como atores principais (como cometas, asteroides, explosões solares, etc.).

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Liège ─ Bélgica

(julho 2021/inundações)

 

Na contabilidade geral de capacidade de intervenção do Homem e da Natureza se comparada em percentagem de eficácia interventiva (poder interventivo) ─ no nosso Ecossistema ─ felizmente com o poder da Natureza a andar por mais de 99% e com o Homem a ficar felizmente com o restante (nem 1%) ─ o poder das bombas atómicas/nucleares (ou pior) não sendo eficaz para travar a Terra, apenas servindo se utilizadas para o nosso auto suicídio (como espécie dominante, sobrevivendo outras). Pensar que o Mundo está a mudar, fazendo-o radicalmente, a caminho do Apocalipse e tendo o Homem como protagonista ─ de tal Evento Global, podendo-nos proporcionar o Fim-do-Mundo ─ sendo mesmo demasiado, depois da afirmação de sermos o centro do Mundo, de afinal o centro ser na Terra, finalmente sendo-o no Sol, e tudo isto apenas para voltarmos à teoria do início provavelmente percorrendo de novo as anteriores, sabendo-se tais conceitos serem falsos, mas não existindo outros. Com o relevo a subir e a descer acompanhando a Evolução Geológica da Terra, não havendo condições de permanecer nas antigas concessões anteriormente disponibilizadas e tendo-se que obviamente de mudar (sendo muito difícil abandonar a nossa área de conforto) ─ para territórios agora elevados, antes podendo estar submersos ─ não valendo a pena arranjar desculpas ou bode expiatórios, como o Degelo dos Polos ou o Aquecimento Global (a desculpa), e a intervenção nela do Homem (o bode expiatório).

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Mattawa ─ EUA

(junho 2021/incêndios)

 

Não querendo ver nada (do que verdadeiramente se passa), dada a necessidade de investir (e sendo a prioridade de investir, o lucro selvagem e imediato), persistindo-se na ideia errada (em vez de fazer, acusar, mesmo quem faça) sendo a nossa única solução “fugir” ─ entregues como estamos hoje, a uma única verdade, oferecida por um algoritmo. E em vez de evoluirmos sendo a principal condição adaptarmo-nos, deixando-nos levar como ratos, pela flauta do artista.

(imagens: Sem Van Der Wal/EPA, via Shutterstock - Armin Weigel/European Pressphoto Agency - Valentin Bianchi/Associated Press - Grant Hindsley for The New York Times)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:22

Esgotamento

Domingo, 18.04.21

“Just 3% of Earth’s land ecosystems remain intact

– but we can change that.”

(Andrew Plumptre/15.04.2021/theconversation.com)

 

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Como todos os que não querem ser passados a ferro, quando passam as cancelas e atravessam uma linha de comboio ─ obedecendo aos cartazes do “Grande-Irmão” dizendo “Para, Escuta e Olha” ou às ordens do mesmo subliminarmente induzidas pelas “Cores dos Semáforos” ─ facilmente interiorizamos e percebemos, até por termos de sair da nossa zona de conforto (o nosso canto, o nosso castelo) para sobrevivermos, que tudo o que nos rodeia e condiciona, muda um pouco que seja todos os dias: tal como Lavoisier (1743/1794) já dizia no século XVIII (faz por agora uns 232 anos) afirmando que “na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.

 

Não sendo pois de espantar que com a evolução do nosso ecossistema terrestre e a intervenção cada vez mais profunda do Homem sobre a Natureza (até pela riqueza que representa toda a sua matéria-prima, desde a terra aos seres vivos aproveitando tudo, como na tradicional “matança-do-porco) ─ penetrando-a sem respeito, violando-a e destruindo-a ─ possamos estar a assistir à extinção de muitas das espécies (das cada vez menos que sobram, ainda resistindo) fazendo parte da nossa Fauna & Flora local (da Terra), entre elas as aqui referidas as CHITAS como também poderíamos estar a falar de nós próprios o Homem.

 

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E se em estudos iniciais baseados em observações de satélites se chegava a uma determinada conclusão (observação à distância), já efetuando uma observação no terreno e devido ao facto de aí estarmos presentes (em pessoa), observarmos e sentirmos o que nos rodeia (ao Vivo), com os detalhes (os pequenos pormenores, por vezes tão importantes para decifrarmos, a dúvida, o o mistério) a fazerem a diferença: num 1º estudo (satélite/à distância) estimando-se que 20% a 40% do ecossistema poderia estar ainda bem preservado/intacto e já num 2º estudo levado a cabo no local e presencialmente com essa taxa a reduzir-se drasticamente a uns míseros 3%.

 

Sinalizando-nos que para o Homem (ao contrário do que significa para a Natureza) a manutenção da biodiversidade no nosso planeta não é uma prioridade. Neste momento e analisando os últimos 500 anos de “Vida na Terra”, apenas com uma pequeníssima fração dos animais/plantas então existentes a prevalecerem não estando já extintos (mas com muitos deles e incluindo-nos a caminho). Mas segundo os investigadores ainda se podendo recuperar e recuar um pouco neste caminho para a “Catástrofe Anunciada” ─ aproveitando até este pequeno interregno de destruição proporcionada por esta Pandemia (no aspeto da poluição com o decrescimento da atividade humana tendo um impacto positivo, diminuindo ─ como se confirmou, com o regresso de certos animais) ─ recuperando para já uns 20% (c/a “ajuda” do vírus talvez mais).

 

(imagem: A. J. Plumptre/Gustavo Frazão/theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:16

O Cardeal-Amarelo

Terça-feira, 30.03.21

“Nesta bolha fechada (que é a Terra) convidando-nos ao convívio (neste paraíso e ecossistema), sendo muito mais interessante conviver com a Fauna & Flora ─ Natural ─ do que com a artificialidade do Homem (racional, mas de nível básico).”

 

Esta pequena-grande história que tanto poderia encantar crianças como adultos imaginando-se num mundo alternativo e belo (no nosso e pelos vistos, ainda existindo bolsas), começa numa localidade rural localizada no estado do Illinois (EUA) ─ Rushville ─ envolvendo uma família e um pássaro, no mínimo curioso: a família Curry e um Cardeal-Amarelo (imagem 1).

 

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Cardeal-Amarelo da América do Norte

 

Com Chelsea Curry certamente uma amante da Natureza e como boa e experiente observadora-de-aves ─ sendo capaz de as distinguir não só pelo seu aspeto como pelo seu canto ─ estando em casa (no seu interior) e ao ser abordado um certo dia pelo seu marido informando-a da presença de um Cardeal na árvore do seu quintal (deduzindo tal pelo seu aspeto e comportamento geral), de seguida e até pela sua cor dizendo de imediato tal ser impossível: sendo os Cardeais para o vermelho e não para o amarelo.

 

Mas depois de uma melhor observação e de recolha de informação sobre os Cardeais, chegando mesmo à conclusão que sendo esmagadoramente para o vermelho, também existindo uns (mesmo muito poucos, sendo raros) amarelos (na América do Norte nos cerca de 12 milhões, talvez 1 dúzia): com a jovem mãe Curry (34 anos de idade) revelando sem intenção especial o acontecido consigo ao Mundo, acabando por se tornar famosa (ou não fosse uma ave raríssima) apenas por causa de um pássaro fazendo do quintal dela sua casa.

 

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Cardeal-Amarelo com a sua parceira, mais um

 

Uma história tendo como protagonista o Cardeal-Amarelo, aparecendo misturado com outras aves da sua espécie em fevereiro de 2020 (pelo quintal, pelas árvores da casa) e que depois de se tornar “importante” (pelos especialistas, média e público interessado/curioso), já no início da Pandemia (com tudo a fechar e com o ambiente a acalmar) acabou por adotar a sua casa para uma estadia mais prolongada ─ tornando-se um hóspede regular dos Curry.

 

Fazendo aí todas as suas refeições e até realizando (nas árvores disponibilizadas) muitos dos seus encontros para namorar (como se vê na imagem 2) ─ e apesar de elas (mais para o castanho, mas com vermelho) preferirem os vermelhos lá se safando quanto a engates: regressando na Primavera com uma companheira e ainda sendo acompanhados (por +1), desaparecendo de novo de cena e regressando outra vez aquando da chegada do frio. Talvez reconhecendo como um abrigo ─ a casa da família Curry ─ até se habituando aos humanos e ao bater da porta de casa.

 

(dados: chicagotribune.com ─ imagens: Chelsea Curry/chicagotribune.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:17

Treme-Treme e Depois Explode

Domingo, 07.03.21

“South-west Iceland is shaking

– and may be about to erupt.”

(theconversation.com)

 

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Peninsula de Reykjanes

 

Neste início do mês de março com o mundo mergulhado numa crise socioeconómica e numa crise sanitária, estando ainda envolvido por uma película concentrando e acelerando os efeitos nocivos e tóxicos introduzidos no seu Ecossistema pelo Homem (artificialmente), eis como mais uma resposta oriunda da Natureza (mostrando ao Homem de que lado está o verdadeiro poder) nos avisa que se hoje o Homem pensa ser capaz de destruir a Terra (assinando aí o seu extermínio), a qualquer momento a Terra o poderá efetivamente fazer (tal como o ocorrido com os Dinossauros dando lugar a outra espécie dominante):

 

E se ontem falávamos do Aquecimento Global e das Alterações Climáticas atingindo a nível geral o nosso planeta (terra, mar e ar), agora ressuscitando mais um desses pormenores influentes e de conjunto, alterando naturalmente as condições ambientais que nos rodeiam, podendo-nos prejudicar (ou não) não assumindo a adaptação como solução.

 

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Reiquejavique capital da Islândia

 

Sendo o pormenor os Vulcões fenómenos naturais acompanhando-nos desde sempre (desde as nossas origens), contribuindo para as alterações por nós sentidas e percecionadas e podendo levar à ocorrência de eventos extremos (sismos, tsunamis, abaixamento/descida de superfícies, dilúvios, etc.) ─ mas apenas por necessária e obrigatória renovação (na sua trajetória evolutiva e dinâmica) da face deste ainda nosso planeta Terra:

 

Aqui focando-nos nos vulcões da Islândia parecendo quererem voltar à atividade (eruptiva) a sudoeste, podendo tal como no passado e como consequência afetar as condições atmosféricas ambientais (locais, regionais, ou mesmo mais extensas) como por exemplo (para além dos sismos associados, podendo provocar quedas e deslizamentos) a qualidade do ar afetando populações (os pulmões) e os transportes aéreos (as turbinas).

 

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Paisagem vulcânica no SO da Islândia

 

Talvez não afetando tanto as populações e o tráfego aéreo como nas crises anteriores de 2010 no vulcão Eyjafjallajökull e de 2011 no vulcão Grímsvötn ─ erupções muito mais violentas lançando para a atmosfera a grande altitude e a grande distância nuvens espessas de cinzas vulcânicas ─ mas podendo com a sua extensão no tempo ter impacto importante especialmente na aviação, afetando corredores aéreos especialmente no Atlântico e obviamente no ramo das viagens:

 

E assim podendo para além da Covid-19, prejudicar ainda mais a indústria turística.

 

[theconversation.com/south-west-iceland-is-shaking-and-may-be-about-to-erupt-156510]

 

(dados: theconversation.com ─

imagens: Johann Helgason/Boyloso/Shutterstock

e Dave McGarvie em theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:01

A Terra – Quinze anos de Sismos (2001/2015)

Terça-feira, 06.12.16

Earth is a powerful and at times violent planet.

 

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National Oceanic and Atmospheric Administration’s

Pacific Tsunami Warning Center

Earthquake as it occurred from Jan. 1, 2001, through Dec. 31, 2015

 

Para aqueles que acreditam que é o Homem que transforma o planeta, tal acontece porque a nossa espécie (dada a sua visão homocêntrica) ao considerar-se superior a tudo o que complementaria a Natureza do seu Mundo (animal, vegetal e mineral), ainda não interiorizou que tal pensamento (estritamente ideológico e manipulativo) não representa a Realidade (pelo menos do que ocorre em todo o planeta) mas a projeção de um desejo seu (do Homem) há muito perdido no (nosso) Imaginário e entretanto esmagado no Tempo (esse bem tão indefinido como fulcral e precioso). Com o Tempo a toldar a visão e impedindo-nos de ver (o todo).

 

Sendo o Homem apenas mais uma das muitas formas podendo ser observado evoluindo sobre a superfície do planeta Terra, inserido num tecido mais vasto e em constante transformação (que a envolve e protege), em que o mesmo (o Homem) é apenas mais uma peça de uma engrenagem complexa (Infinita) e com objetivos obviamente coletivos. E com a Terra (como célula e organismo vivo) a ser o laboratório de mais uma experiência evolutiva, no seu conjunto formando o Ovo (aglutinador de todos os constituintes) no meio de um grande Aviário: local onde o protagonista não é nenhuma unidade (como a gema e como a clara) mas todo o conjunto de fatos (ações/reações) que estes projetam no cenário.

 

Implantado num território por muitos visto como o Paraíso (compaixão maternal da espécie nativa), localizado num Sistema deveras pequeno e primitivo (como qualquer ponto colocado perante o seu próprio conjunto), passagem acidental de objetos e mistérios (rodeando e atravessando um caminho de âmbito local) e que no entanto apesar dos múltiplos motivos associados a estas passagens (naturais ou artificiais) ainda não foi abandonado, destruído ou transformado num simples território de caça: talvez por para os Outros não sermos verdadeiramente nada (exprimindo-nos preferencialmente através de atos violentos), confundindo-nos como camaleões (por um lado sendo bom) entre a cor da Natureza (para nós sendo mau por não sobressairmos) e não dando jamais importância a quem os não perturbe.

 

There’s no shortage of activity ― Earth’s tectonic plate boundaries light up like a Christmas tree.

 

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Para além da forte atividade vulcânica

Com o protagonismo Sismológico a dirigir-se inequivocamente para o Anel de Fogo do Pacífico

Afetando três continentes e dezenas de países

 

Um objeto de contornos aparentemente fechados e com a forma de uma esfera, que como qualquer outra estrutura baseada em (pelo menos) três estados usa um deles como fronteira, entre o berço-mãe que a gerou e a porta-aberta que futuramente lhe proporcionará o Espaço: num conjunto único, perfeito e inacreditável – agora que em nada acreditamos, depois de termos acreditado em tudo. Com uma História de vários biliões de anos e num friso cronológico próprio em que muito terá sucedido e nos teria mesmo surpreendido (com as memórias reduzindo-se a cinzas por acasos apocalípticos no Espaço), onde a Terra terá sido um peão meio-perdido no tabuleiro (do cosmos) até que algo se passou e dele a peça saltou e logo se transformou: chegando ao seu objetivo e evoluindo para Dama. E aos saltos, de um viveiro para o outro e sempre com as mesmas espécies (sendo uma delas o Homem portador único de Alma).

 

Entendendo-se que este Espaço é um todo sem donos nem privilégios, pelo que o que temos que olhar para melhor a entender, será mesmo ouvi-la (a Natureza) em vez de a explorar (como se fossemos mais que ela e não um seu subconjunto). Servindo-nos de todos os nossos órgãos dos sentidos para a olharmos de frente, ouvirmos todos os seus sons, sentirmo-la a tremer, a espalhar o seu odor e sentindo a água nos lábios, reclamar o nosso lugar e tudo á volta respeitar: é a Terra na sua evolução geológica que dita àqueles que a ajudaram a construir, o seu lugar no seu mundo (da Terra) que esta a todos reserva. Nesse sentido a Terra cria o Homem e este apenas a perde. Pelo que o Aquecimento Global não é uma consequência direta da ação do Homem sobre o planeta na total aceção da hipótese de que será este que a está verdadeiramente a destruir (a transformar), mas muito pelo contrário (em total oposição) uma das muitas alternativas que poderíamos escolher aleatoriamente logo à primeira (mesmo sem ver) e que por sua vez a Terra agora nos põe à nossa disposição (e usufruto) sabendo de antemão quem na realidade nós somos (pois fazemos claramente parte dela) e o que muitas das vezes contraditoriamente com a necessidade de preservar a nossa espécie, fazemos e praticamos: se quisermos ir por aí a Terra arranja maneira (ou não fossem bovinos e porcos dos maiores poluidores globais).

 

This time period includes some remarkable events, including several quakes that caused devastating tsunamis.

 

Num planeta onde segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) e analisando os sismos ocorridos nestes últimos 15 anos (2001/2015):

 

A maioria dos sismos ocorre nas fronteiras entre placas tectónicas;

A maioria dos grandes sismos (M8.0 ou superior) ocorre nas regiões de convergência das placas nas chamadas zonas de subdução (onde uma placa se afunda colocando-se sob a outra, numa zona de convergência);

Um sismo para poder originar um Tsunami terá (entre outras particularidades) que dar origem a um levantamento vertical do leito oceânico, registar M8.0 ou superior e ter profundidade* inferior a 100Km;

E onde durante quinze anos se registaram sismos de grande magnitude (M8.0 ou superior) espalhados por oceanos, ilhas e continentes – tendo como mais intensos:

 

América – Chile/no mar (M8.8/2010) e Peru/perto da costa (M8.4/2001)

Ásia – Japão/perto da costa (M9.1/2011) e Indonésia (M9.1/2004)

Oceânia – Nova Zelândia (M8.1/2004) e Ilhas Salomão (M8.1/2007)

 

O que se por um lado tranquiliza os residentes na Europa e em África (onde não costumam ocorrer com alguma regularidade sismos de grande intensidade) – apesar de ocorrerem sempre exceções à regra, a mais recente das quais e dada a proximidade (a Portugal), com um terremoto de M6.2 ocorrido em Itália em 24 de Agosto deste ano provocando 300 mortos; por outro lado deixa em estado de alerta os residentes no Anel de Fogo do Pacífico, não só devido ao grande número de terremotos (alguns de grande intensidade) que constantemente abalam a região, como também devido á grande atividade vulcânica característica da mesma.

 

(texto em itálico: huffingtonpost.com – imagens: ptwc.weather.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:23

OVNI

Quarta-feira, 24.02.16

Imagem de um disco voador observado na região de Las Vegas (Novo México). Trata-se de um registo real e fidedigno revelado por um meteorologista da estação norte-americana KOB-TV (Jorge Torres) a partir de fotos enviadas por espetadores para a referida estação. Como se pode verificar trata-se de um enorme objeto voador não identificado (ou OVNI) voando a baixíssima altitude e quase tocando o solo. Não é percetível no entanto a presença de seres extraterrestres (não se vêm portas nem janelas). Nem terrestres por sinal – terão sido já abduzidos?

 

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Mas tal como sempre acontece na Natureza existe sempre uma explicação para os fenómenos que ela nos apresenta, muitas dessas vezes sendo a opção mais simples a única e a correta. No caso anterior e como afirma o chefe meteorologista (norte-americano) da estação KOB-TV, tratando-se apenas de “nuvens lenticulares ou de uma nuvem prateleira”. Mas não deixando de acrescentar que em muitos acontecimentos similares as nuvens poderão esconder (ou sinalizar) a presença de algo mais: para uns um OVNI para outros, um fenómeno atmosférico bizarro.

 

(imagem: Jorge Torres/twitter.com/@JorgeTWeather)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00

Indígenas do Peru, Vizinhos do Brasil

Sábado, 12.07.14

No meio da selva Amazónica Manaus é ainda hoje um foco importante de imaginação e de fantasia de milhões de seres habitando o nosso planeta, com milhões de segredos escondidos no interior da sua densa e impenetrável floresta e com um número desconhecido de tribos e de outros mundos antigos e fantásticos, ainda por descobrir. Um porto de abrigo para muitos portugueses aquando das suas primeiras migrações em direcção à terra prometida – o Brasil.

 

 

No início do século XXI ainda podemos afirmar que existem alguns povos um pouco dispersos por alguns pontos isolados e fechados do globo, vivendo no meio da natureza e dela obtendo o seu sustento e a concretização de todas as suas necessidades básicas. Uma das regiões mais divulgadas a nível mundial não só pela sua grandeza como também pela sua maior proximidade aos meios de informação e de comunicação é a grande selva da Amazónia.

 

 

Na nossa civilização ocidental e europeia esta afirmação – seres humanos vivendo em conjunto e partilha com a Natureza envolvente – já há muito que deixou de ter qualquer tipo de significado: o único vestígio que ainda resiste no nosso interior são alguns traços indeléveis de nomadismo (essencialmente em grupos de marginalizados e excluídos da sociedade) e de uma ideologia minoritária e conservacionista – agora apenas lutando pela sobrevivência de alguns usos e costumes tradicionais – que segundo estes seres humanos ainda poderia salvar o meio ambiente natural preservando-o e mais tarde replicando-o (inicialmente em estufas). Os seres humanos anteriores contentam-se assim com a imitação criada após o surgimento da Revolução Industrial, refugiando-se na província ainda provida de grandes extensões de terrenos agro-florestais e convivendo directamente com uma variedade de animais domésticos (e selvagens), já completamente inacessíveis nos cada vez mais inexpugnáveis centros urbanos. Quanto aos restantes (a esmagadora maioria dos seres humanos) vivendo nessas imensas urbes sem alma nem consistência, já sabem de antemão que vivem numa “Selva de Betão e de Asfalto”, sendo “o seu único ritmo de vida a troca do corpo por dinheiro”.

 

 

Mas voltemos agora para o Brasil: de longe o maior e mais rico país da América do Sul – com mais de 200 milhões de habitantes – ele estende-se ao longo de vários fusos horários desde a sua costa leste tendo o oceano Atlântico como fronteira até muito perto do oceano Pacífico – com o Peru como único obstáculo para alcançar o oceano e a costa ocidental do continente sul-americano (apenas a cerca de 500Km de distância). Com a emblemática selva Amazónica estendendo-se ao longo das margens do rio Amazonas e seus afluentes, ao longo de todo o noroeste do Brasil: e com Manaus como capital de toda esta vasta e ainda bastante verde região – considerada como um dos principais pulmões do planeta onde todos nós ainda vivemos. E é nessa região que ainda hoje encontramos grupos de indivíduos vivendo do lado de fora da nossa civilização (essencialmente urbana), refugiados e protegidos por essa muralha nalguns locais ainda intransponível que dá pelo nome de Selva Amazónica: por mera curiosidade ou por necessidade de se deslocarem para outras zonas ainda virgens (intactas e sem a presença de estranhos) por vezes novas tribos surgem do interior da selva profunda, manifestando dessa forma a sua presença e ao exterior a sua própria existência (até aí desconhecida). Esse é o caso do povo Mascho-Piro (1.ª/2.ª/4.ª imagens) habitando nas margens do rio Amazonas numa região envolvendo a zona fronteiriça entre o Brasil e o Peru: como muitas outras tribos entretanto já avistadas (3.ª imagem) e muitas outras ainda por descobrir.

 

 

Mas qual será o futuro desta vasta região da América do Sul (a qual também se estende por outros territórios vizinhos), integrada como está num dos maiores e mais populosos estados de todo o continente americano? Partindo do princípio de que o Brasil manterá o seu ritmo de desenvolvimento demonstrado actualmente, tornar-se-á muito em breve e inevitavelmente (é um território riquíssimo na mais diversa e valiosa matéria-prima) na segunda maior potência económica do continente americano, ameaçando colateralmente o balanço e o equilíbrio (já um pouco periclitante) da única verdadeira potência desse enorme continente – os USA. Tendo no entanto num determinado momento do seu percurso como sociedade estruturada e organizada de se decidir e optar definitivamente e sem possibilidade de retorno pela única via eficaz: aquela que perpetue o seu mais poderoso (e real) símbolo identificativo a nível ambiental e global, personificada na preservação irredutível das suas gentes e do seu cenário de fundo – a Amazónia e a sua fantástica Natureza envolvente.

 

(imagens – livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:08