Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Jun 19

[Cefeu: Na mitologia grega pai de Andrômeda,

marido de Cassiopeia e rei da Etiópia.]

(wikipedia.org)

 

Imagem − obtida pelo telescópio SPITZER – daquilo que poderá ser − segundo a NASA − uma NEBULOSA ou então uma NUVEM de GÁS e POEIRA, formada numa região muito mais vasta do Espaço, pelas radiações provenientes das estrelas aí localizadas ou estando próximas.

 

PIA23126_modest.jpg

1

PIA 23126

Telescópio Spitzer

(Instrumento: IRAC/MIPS)

 

Com a zona mais brilhante no topo da imagem apresentando-nos a “Nebulosa (na figura 1 a Vermelho), a ser constituída por Poeirasaquecidas” (ao serem atravessadas) pelas radiações emitidas pelas estrelas e por esse motivo adquirindo a tonalidade (e brilho) Avermelhada.

 

E com a cor-branca aparecendo nas proximidades (dessas “poeiras aquecidas”), a resultar de uma combinação de várias cores (segundo os cientistas 4) cada uma delas representando um diferente comprimento de onda (de Luz), de raios infravermelhos invisíveis para o “olho humano”.

 

PIA23127_fig1_thumb.jpg

2

PIA 23127

Telescópio Spitzer

(Instrumento: IRAC)

 

E com todo este Cenário a ser Iluminado por um poderoso Emissor de Radiações situado para lá da parte da zona (de cor) Vermelho/Branco (figura 1), atingindo e colorindo com os seus raios (emitidos) toda a Região do Espaço em volta: tratando-se de um conjunto Maciço de Estrelas pertencendo a um CLUSTER de ESTRELAS (ou Aglomerado Estelar) − como por exemplo o será (visível “a Olho Nu) o Cluster das PLÊIADES.

 

Sendo visível nessa “Nebulosa ou Nuvem(figura 2/interior dos círculos) algumas particularidades por relevantes, sendo (aqui) interessantes de destacar − num registo apresentando-nos duas nebulosas, uma (localizada a grande distância) ocupando a grande parte da imagem (dando-lhe o tom avermelhado), a outra (uma nebulosa mais nova) situada no canto inferior direito (da mesma imagem):

 

background5-792113e475be89bc00d57b55a7fa6bfc.jpg

3

NASA/IPAC Teacher

Archive Research Program To provide educators with an authentic research experience in astronomy using data housed at NASA’s Infrared Processing and Analysis Center (IPAC) at the California Institute of Technology in Pasadena, California.

(nitarp.ipac.caltech.edu)

 

Estrutura

Imagem

Características

I/D/L

Star Cluster & Pillar

-

-

-

Cepheus B

On the right side.

-

About 4 million to 5 million years old slightly older than those in Cepheus C; Sits within a few thousand light-years of our Sun.

Cepheus C

On the left side.

The area is a particularly dense concentration of gas and dust where infant stars form;

A dark filament runs horizontally through the green cloud;

A smattering of baby stars (the red and yellow dots) appear inside it.

Constellation Cepheus;

Near the constellation Cassiopeia;

6 light-years long.

Runaway Star

On the right side

A blue star crowned by a small, red arc of light, included in a smaller nebula; Plowing through the gas and dust at a rapid clip, creating a shock wave or "bow shock" in front of itself.

(Features only in the multi-instrument version.)

V374 Ceph

-

-

(Features only in the multi-instrument version.)

Young Nebula

Appears as a bright teal splash.

Small cluster of newborn stars that illuminates the dense cloud of gas and dust where they formed.

-

(legendas: I/D/L = Idade/Distância/Localização − dados: photojournal.jpl.nasa.gov)

 

Num trabalho levado a cabo durante dois anos (2016/17) por estudantes e respetivos professores de uma Escola Superior dos EUA (figura 3) − ao abrigo de um programa científico e astronómico juntando NASA/Professores & Estudantes – utilizando o telescópio Spitzer na procura e identificação de “jovens objetos estelares”, com estes “jovens cientistas” a identificarem mais de uma centena destes objetos (não tendo sido registados anteriormente) e dessa forma, acrescentando novos conhecimentos sobre esses conjuntos estelares e contribuindo para a compreensão de alguns deles: como (entre outros) Cepheus B e Cepheus C.

 

[IRAC: Infrared Array Camera − MIPS: Multiband Imaging Photometer]

 

[Cefeu: na Astronomia e seguindo a Mitologia Grega e os filhos de Cefeu (diz-se que uns vinte) com Cepheus B e Cephhus C – como duas Nebulosas que são – sendo semelhantes e irmãs, uma mais velha (B) do que a outra (C).]

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov e nitarp.ipac.caltech.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:44

11
Mai 17

Há mais de 3000 anos o Céu era diferente.”

 

Uma bela imagem da Nebulosa do Caranguejo (nem todo o Espaço é negro e vazio), resultado da junção de dados recolhidos por cinco postos diferentes de observação ‒ os telescópios: VLA (frequências de rádio), Spitzer (raios infravermelhos), Hubble (raios visíveis), XMM-Newton (raios ultravioletas) e Chandra-X (raios-x).

 

PIA21474.jpg

Nebulosa do Caranguejo

 

In the summer of the year 1054 AD, Chinese astronomers saw a new "guest star," that appeared six times brighter than Venus.

 

So bright in fact, it could be seen during the daytime for several months.

 

This "guest star" was forgotten about until 700 years later with the advent of telescopes.

 

Astronomers saw a tentacle-like nebula in the place of the vanished star and called it the Crab Nebula.

 

Today we know it as the expanding gaseous remnant from a star that self-detonated as a supernova, briefly shining as brightly as 400 million suns.

 

The explosion took place 6,500 light-years away.

 

If the blast had instead happened 50 light-years away it would have irradiated Earth, wiping out most life forms.

 

In the late 1960s astronomers discovered the crushed heart of the doomed star, an ultra-dense neutron star that is a dynamo of intense magnetic field and radiation energizing the nebula.

 

Astronomers therefore need to study the Crab Nebula across a broad range of electromagnetic radiation, from X-rays to radio waves.

               

(dados/texto em inglês/imagem: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:39

23
Abr 16

Uma das partes da Nebulosa da Aranha e da Mosca

 

PIA20357.jpg

As pernas da Aranha

Observação realizada a infravermelhos

PIA 20357

 

Numa belíssima imagem a infravermelhos da “Nebulosa da ARANHA” (uma das partes da “Nebulosa da Aranha e da Mosca”) obtida a partir do Telescópio Espacial SPITZER – já que a mesma é impossível de ser observada a olho nu – a NASA oferece-nos um retrato de parte do outro lado da galáxia a que pertencemos (a VIA LÁTEA), do lado oposto e a cerca de 10.000 anos-luz de distância da TERRA.

 

Localizando-se na constelação de AURIGA, uma zona do Espaço polvilhada por agrupamentos de estrelas jovens como as que surgem à direita da imagem (um cluster denominado STOCK 8), que com a sua forte luz iluminam uma enorme extensão dessa nebulosa carregada de nuvens de poeiras, desvendando atrás delas como se estas quisessem permanecer escondidas, mais outra multidão de estrelas também brilhantes e jovens.

 

Tal como os jovens estudantes que escolheram esta nebulosa como seu objeto de estudo (contando naturalmente com a preciosa colaboração de professores e de cientistas).

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:36

15
Mai 11

Os Vivos e a Beleza da Natureza Morta

 

Ao olharmos para o céu, estamos a ver o que já não existe, mas a sua presença e significado é tão forte, que não resistimos e continuamos a olhar.

 

É como uma imagem reflectida no espelho, mas sem a presença redutora, da Bruxa Má da nossa infância.

 

Ou será que também aqui o espelho é apenas um simples e normal vidro de uma porta ou janela, pintada por alguém, para não compreendermos o significado do Universo e pensarmos que ele é apenas, uma realidade criada à nossa imagem?

 

Cluster M5

 

Este cluster composto por milhões de estrelas e situado na Via Láctea, foi formado há mais de doze biliões de anos.

 

Lagoon nebula

 

Esta nebulosa está situada na constelação Sagitários, sendo constituída por densas nuvens de poeiras e de gases, local de nascimento de estrelas de baixa e média massa estelar.

 

 (Fotos National Geographic)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:24

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