Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Ago 16

Uma notícia de tal forma banal que já ninguém liga nem leva a mal:

 

“Violence erupts in Milwaukee after man fatally shot by police during traffic stop”

(chicagotribune.com)

 

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Num incidente quotidiano e diário certamente a acontecer em qualquer continente do nosso mundo moderno, num local onde a violência se tem sobreposto de um modo crescente ao diálogo e à compreensão – pelos marginais:

 

“The triggering event came Saturday afternoon, when a man fleeing police after a traffic stop was shot and killed. Police said the man was armed, but it wasn't clear whether he was pointing the gun or aiming it at officers. Barrett said the man was hit twice, in the chest and arm. Neither his race nor the officer's was immediately released, nor were they identified.”

(chicagotribune.com)

 

Mas que na verdade se resume a mais um incidente mortal envolvendo um agente veterano da polícia e curiosamente um cidadão de raça negra – sendo apenas mais um cidadão de raça negra apanhado, perseguido e abatido por desobediência e fuga, a um agente da polícia numa simples operação STOP. E que como diria qualquer racista norte-americano não reconhecido e despreocupado:

 

“Never mind.

The usual.

Black with a gun gets killed by cops.”

(twitter.com)

 

Numa perseguição incessante a cidadãos dos EUA, só equiparável em extensão à quase extinção dos índios nativos norte-americanos – ainda-por-cima num período de oito anos em que o seu presidente era um negro, prémio Nobel da Paz e chamado Barack Obama; e em que os norte-americanos pretos já valem cada vez menos que um branco alienígena (por exemplo um mexicano).

 

(imagem: cbs58.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:03

09
Abr 15

EUA – Carolina do Sul
Mais um negro executado pela polícia como consequência de um farol partido
(e logo com sete tiros e mais um para confirmar)

 

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Ao oitavo tiro pelas costas e por causa de um farol partido, o cidadão negro não resistiu mais e tombou finalmente morto

 

Um cidadão norte-americano com registo criminal e por diversas vezes chamado a responder à Justiça do seu país (preso uma vez por agressão e todas as outras vezes por falta de comparticipação nas despesas do seu filho menor), foi abatido no início desta semana com oito tiros disparados por um polícia, após ter parado num operação STOP, após o agente da autoridade descobrir que o automóvel tinha um dos faróis de travões partido e após o condutor se ter posto em fuga.

 

Ao fugir do polícia o condutor expos o seu corpo e particularmente as suas costas às balas, sendo atingido inicialmente por sete vezes e no fim por uma oitava (um bónus) só para confirmar.

 

Finalmente abatido o cidadão e confirmado pelo agente que o mesmo já não se mexia, o polícia exemplar ainda teve o discernimento de lhe dizer para “colocar as mãos atrás das costas” e como este não se mexia aproveitando ainda para o algemar.

 

O cidadão norte-americano que por acaso era prevaricador e negro ficou a agonizar no local até morrer, enquanto o polícia branco como se nada se tivesse passado comunicava a ocorrência.

 

O único problema é que tudo ficou registado em vídeo, o polícia foi preso e até o presidente da câmara e da polícia tiveram que pedir desculpa. Em conclusão mais um negro assassinado.

 

(imagem – postandcourier.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:30

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