Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

22
Set 17

“New Study Indicates that Planet 9 Likely Formed in the Solar System”

(Matt Williams/universetoday.com)

 

Planet_nine_artistic_plain-700x432.jpg

 1

Ilustração do Planeta 9

Bloqueando a Via Láctea

 

Entre tantas e tantas teorias atualmente ao nosso dispor sobre as condições de formação e de constituição do Sistema Solar (pertencendo á galáxia Via Láctea), uma das mais faladas e discutidas até pela proximidade dos diferentes elementos integrantes (como planetas, luas, cometas e asteroides, entre outros), dirige-se ao número de planetas (e outros corpos celestes semelhantes) tendo o Sol como estrela de referência: desde os planetas principais (interiores e exteriores ao Cinturão de Asteroides), passando pelos objetos trans-neptunianos (como Sedna) e chegando aos planetas mais longínquos como poderá ser eventualmente o (fig. 1) Planeta 9 (no tempo de Plutão sendo o 9º e último planeta ‒ entretanto despromovido ‒ sendo então atribuído ao Planeta 9 o nome de Planeta X). Deixando-nos a forte impressão de que por mais que o limitemos (teoricamente e ao Sistema Solar) na prática nada tem fim (nem origem), com o mesmo sucedendo no Espaço quando aí se interpõe o Tempo ‒ desde o Sol (em profundidade) ao seu Sistema, passando pela galáxia e estendendo-se ao Universo.

 

Planet_Nine_animation.ogv.480p 1.jpgPlanet_Nine_animation.ogv.480p 2.jpg

 2/3

Planetas terrestres (Interiores) e planetas gigantes (Exteriores)

Formando o Sistema Solar com os seus 8 planetas (principais) atuais

 

Um planeta anteriormente já falado e sugerido como pertencendo ao Sistema Solar (ou periodicamente e vindo de lugares longínquos do Espaço, atravessando-o), repetidamente citado em fontes históricas de Sociedades (organizadas, cultas e com memória) e Civilizações (como a dos Sumérios) existentes sobre a superfície da Terra no passado (com alguns a sugerirem mesmo um possível contacto com outras Civilizações Extraterrestres) ‒ deixando-nos a pensar se existindo um Mundo de base Mineral, podendo este fator ser um indicativo da possibilidade da existência de um outro Mundo complementar o Mundo Orgânico ‒ dada a sua orbita elíptica bastante aberta, afastando-o no seu trajeto em torno do Sol (a enormes distâncias comparadas com as do planetas principais) e com um período orbital de uns 3600 anos: por muitos denominado diferentemente, por outros mais conhecido como Décimo Planeta (ou Planeta X), mas hoje em dia ainda descredibilizado (2017) mesmo que recentemente substituído pelo Planeta 9 (com algum cuidado em 2014/pelos astrónomos Trujillo e Sheppard e mais assumidamente em 2016/pelos astrónomos Brown e Batygin).

 

Agora (meados de Setembro de 2017) após a publicação de um novo estudo (5 Setembro 2017) sobre o hipotético Planeta 9 sugerido em 2016 ‒ Was Planet 9 captured in the Sun’s natal star-forming region?” (Parker-Lichtenberg-Quanz/MNRAS/arxiv.org) ‒ voltando-se de novo a falar do planeta desconhecido (seja nove ou seja dez ou outra simbologia qualquer) sobretudo pelos teóricos do outro lado da Conspiração (no fundo aqueles que não fazem a mínima ideia do que se passa, apesar de sentirem algo estar a acontecer): com o Planeta 9 (ou X) a colidir com a Terra a 23 de Setembro (no próximo sábado) acontecendo o Apocalipse e o previsível Fim-do-Mundo ‒ e como não poderia deixar de ser com as maiores consequências a ocorrerem nos EUA (no presente e ainda o centro mundial do poder) com o despertar de Yellowstone (o Supervulcão norte-americano) e a fratura do continente em dois (da América do Norte). E se um asteroide é perigoso (havendo impacto) ‒ e que o digam os Dinossauros ‒ o que não representará um planeta?

 

Planet_Nine_animation.ogv.480p 3.jpgPlanet_Nine_animation.ogv.480p 4.jpg

 4/5

Seis objetos circulando para além da órbita de Neptuno e possível Planeta 9

Tomando Sedna como comparação (a  700 UA de distância) com o Sistema Solar a ter 2.000 UA de diâmetro

 

Na ainda curta História deste Nono Planeta (tendo ainda que ultrapassar o conjunto numeroso de histórias envolvendo o Planeta X) localizado na Via Láctea, com muitas hipóteses a surgirem para a sua existência, umas mais inverosímeis outras nem tanto assim: e com as mais credíveis eventualmente aceites pelos cientistas (tendo os astrónomos como autoridades) a serem a de se ter formado perto do Sol movendo-se (posteriormente) para as extremidades do Sistema (Solar) ou então sendo um exo planeta na sua trajetória capturado pelo Sol e de seguida abandonando tal região do Espaço (dedicado ao Sistema Solar). Numa órbita em tudo idêntico aos dos seis objetos trasnsneptunianos (numa elítica bem aberta e conforme a fig. 4/5), orbitando para além de Neptuno todos na mesma direção, ao contrário da do planeta (9 ou 10 como quiserem). Um planeta a existir sendo 10X mais maciço que a Terra, com 2 a 4 vezes o tamanho desta, localizado a cerca de 700UA (1 UA = 150 milhões de Km) de nós e tendo uma órbita elítica bem aberta, demorando cerca de 10.000/20.000 a cumpri-la (como os mais longínquos objetos do Cinturão de Kuiper).

 

(imagens: 1 ESO/Tomruen/nagualdesign ‒ 2/3/4/5 wikimedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

06
Jan 17

Tritão: a 7ª maior lua do Sistema Solar.

(d = 2700Km – ou seja 1/2 da maior lua Ganimedes)

 

Neptuno é o oitavo e mais distante planeta do Sistema Solar localizado a cerca de 4500 milhões de Km do Sol e com quase 4 X diâmetro da Terra. É considerado um dos quatro Planetas Gigantes (fazendo companhia aos planetas Júpiter, Saturno e Úrano) integrando os planetas Exteriores (e sendo mais conhecidos como planetas Jovianos), segundo os cientistas na sua composição e estrutura muito semelhante às condições que se verificavam aquando da formação do Sistema Solar. Possuindo 14 satélites naturais sendo um deles Tritão de longe o maior (diâmetro aproximado de 2700Km): um corpo celeste muito semelhante ao agora planeta-anão Plutão, movimentando-se nas proximidades do Cinturão de Kuiper (e talvez daí sendo originário) e tal como este ex-planeta recentemente visitado pela sonda New Horizons podendo conter água sob a forma de gelo.

 

PIA00317.jpg

TRITÃO – Lua de Neptuno (mosaico) – PIA 00317

(Voyager 2 – 1989)

 

Com os especialistas da NASA na altura responsáveis pelo estudo do planeta Neptuno através da utilização de dados enviados para a Terra (durante a passagem e aproximação da sonda ao Gigante Gasoso) – e antes de apontarem ao último planeta do Sistema (Úrano) – a servirem-se da sonda Voyager 2 (lançada de Cabo Canaveral em Agosto de 1977) para no seu trajeto para o lado de lá (para além das 100UA) ainda darem uma espreitadela na grande lua Tritão.

 

Cor

Região

Composição/Formação

Rosa

Grande parte da calote polar sul

Metano em gelo; reagindo à luz solar originando compostos rosa e vermelho.

Preto (raias)

Localizadas na calote polar sul (na zona rosa)

Depósitos de poeiras geladas talvez ricas em carbono; lançadas para o exterior por enormes geysers e em seu redor sendo depositados.

Verde/Azul

Estendendo-se por toda a lua entre a região da calote polar e o seu equador

Depósitos talvez recentes de nitrogénio.

Verde

Estendendo-se por toda a lua entre a região da calote polar e o seu equador

Catalogada como possuindo paisagens criovulcânicas tendo na sua origem (talvez) erupções oriundas do interior de Tritão de líquidos frios e gelados agora congelados; áreas de origem desconhecida.

(alguns dados sobre Tritão a maior das 14 luas de Neptuno)

 

PIA00340.jpg

Neptuno e Tritão (montagem) – PIA 00340

(Voyager 2 – 1989)

 

Deparando-se na sua análise sobre esta lua de Neptuno com o corpo celeste de todo o Sistema Solar com temperaturas mais baixas registadas à sua superfície, a tal ponto negativas (quase -400⁰C) que o nitrogénio ao condensar-se de imediato se transforma em gelo (cobrindo muito de Tritão). E a partir daí apresentando-nos a superfície da lua Tritão, desde a sua calote polar a sul até à região do equador. E com a nossa Lua a continuar a surpreender-nos entre outras razões pela sua expressiva razão entre o diâmetro da mesma e a do planeta principal que orbita.

 

[Com a nossa Lua a ser proporcionalmente a maior em diâmetro se comparada com o planeta que orbita (a Terra), sendo essa razão lua/satélite mais de 80X superior do que a registada com Fobos (a maior lua de Marte) e relativamente aos outros planetas possuindo luas (e todos eles Gigantes Gasosos) com a mesma razão (lua/planeta) mesmo assim a manter-se em valores bem altos e distantes do nosso (Lua/Terra) e variando entre 5X e 9X. O que significa que o mais natural seria a Terra ter uma lua tipo Fobos (ou um pouco maior em diâmetro) mas nunca uma outra que comparativamente com os restantes planetas (e seus satélites naturais) fosse inexplicavelmente muito maior. Um mistério entre muitos (envolvendo a nossa Lua) ainda por explicar.]

 

(imagens e alguns dados: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:26

27
Ago 14

A primeira imagem do planeta Neptuno obtida a partir de uma sonda espacial lançada a partir do nosso planeta Terra foi-nos enviada a 25 de Agosto de 1989 pela sonda norte-americana Voyager 2.

 

Pela primeira vez os terrestres viam um outro mundo com uma forte tonalidade azul mas apresentando-se aqui como um grande planeta gelado.

 

Neptuno

(o planeta do nosso Sistema mais distante da sua estrela)

 

Na imagem era bem visível a ocorrência de uma grande tempestade no planeta Neptuno – afectando claramente a sua superfície – chegando a mesma a atingir uma dimensão muito semelhante ao da Terra.

 

Apresentando ventos com velocidades que poderiam atingir os 1.600Km/h, o que na altura ainda era um pouco estranho para a maioria da comunidade científica, já que o planeta se localizava a grande distância da sua estrela de referência o Sol, sendo a influência desta sobre o planeta logicamente diminuta (ao contrário do que sucederia com a Terra).

 

JPL

(estúdios de televisão improvisados para o Centro Neptuno)

 

A Voyager 2 dirige-se agora para Plutão (ex-planeta principal do Sistema Solar mas recentemente despromovido) que atingirá em Julho do próximo ano.

 

Relembre-se que tanto a Voyger 2 como a sua irmã mais velha e pioneira Voyager 1 continuam passados todos estes anos com a sua missão e concretização de objectivos – verdadeiramente ultrapassados nas suas mais optimistas previsões – demonstrando ao mundo (e a quem nele não acredita, não acreditando em nós) o extraordinário papel do Homem e de muitas das suas Criações.

 

Hoje a Voyager 1 já abandonou o nosso Sistema (a meio de 2012), entrando finalmente no desconhecido e infinito espaço interestelar.

 

(dados e imagens – space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:15
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15
Ago 12

I

 

Vénus <- Terra <- Marte

 

(Amanhã <- Hoje <- Ontem)

 

A Terra pode olhar à sua volta e à vista desarmada concluir rapidamente o que lhe irá acontecer no futuro. Oito planetas circulam à volta de uma estrela – o Sol – constituindo uma associação – o Sistema Solar – que se mantem agregado através de um equilíbrio da ações – e reações – de forças internas e externas, organizando-se num mais vasto espaço sideral e infinito e partilhado por outras associações e interações de corpos celestes, matéria e vazio.

 

A sequência pode ser vista e analisada utilizando diversos tipos de referências, como por exemplo a distância de cada um desses planetas ao centro do sistema, aqui ocupado pela sua estrela mãe, o Sol: agrupando por um lado planetas como Mercúrio e Vénus, no seu oposto por planetas como Júpiter e Saturno, na parte intermédia por planetas como a Terra e Marte e finalmente pelos guardiões e faróis fronteiriços deste sistema, os planetas Úrano e Neptuno.

Nunca esquecendo as plataformas suplementares de apoio aos planetas principais, como as luas desses astros, os cometas viajantes e os imensos asteroides vindos da cintura compreendida entre os planetas Marte e Júpiter e também do cinturão de Kuiper.

 

Mercúrio e Vénus seriam no futuro para os seres vivos existentes no planeta Terra, os seus próximos destinos de migração, tal como já o teria sido o planeta Terra há muitos milhões e milhões de anos, quando estes ou outros seres vivos se retiraram progressivamente do planeta Marte, envelhecido e já na sua agonia final. A evolução registada pelo Sol ao longo de toda a sua vida – desde o seu nascimento passado até à sua morte futura – seria a responsável pelo decorrer da vida dos astros de si dependentes e pelas migrações interplanetárias à procura de melhores locais e condições de vida e de sobrevivência, face à agonia de um mundo já velho e demasiado gasto, sem perspetivas viáveis de retorno à sua vida gloriosa anterior e colocado face à oferta de um outro mundo jovem e ainda virgem, prestes a oferecer-se ao exterior e a abrir as suas fronteiras à vida vinda de outros lugares – neste caso presente, a Terra.

 

II

 

Lugares Vizinhos da Terra: A Passagem Marciana

 

Um RIO provável atravessando a superfície desértica – e árida – do planeta Marte

(ROVER CURIOSITY)

 

      

Imagem de EXTRATERRESTRE possivelmente obtida durante uma das missões a Marte e estranha estrutura ARTIFICIAL não-confirmada encontrada à sua superfície

(VIKING MISSIONS e MARS PATHFINDER)

 

A Terra pode fazer parte de uma das etapas sem fim da nossa mais vasta peregrinação pela infinidade do Cosmos, sendo planetas como Marte e Vénus, apenas duas portas de passagem adjacentes à nossa posição atual nesta parte do espaço, sendo uma delas o espaço percorrido anteriormente e a outra o nosso próximo destino. E no meio estamos nós, perante todos os vestígios que os nossos antepassados deixaram recentemente noutros planetas por onde passaram e que também serão por replicação e fornecimento de informação, o espaço fundamental de todas as nossas histórias de vida, responsáveis desde tempos talvez imemoriais, pelo crescimento e desenvolvimento das futuras gerações e do nosso próprio futuro – como o que aconteceu com os Deuses, criados à nossa imagem.

 

Vivemos num Universo Vivo em que a replicação se dá em todas as direções e em que as dimensões apenas explicam a complexidade de tudo o que existe. Assim o Sistema Solar será apenas um caminho que hoje seguimos, podendo nós amanhã mudarmos de rumo, sem que isso signifique o início ou o fim de qualquer coisa – apenas mudamos de local, ocupando o mesmo espaço.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:37

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